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	<title>Arquivo de Vinctifer comptoni - WeekNews</title>
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		<title>Fósseis retirados da Bacia do Araripe voltam ao Brasil 30 anos depois</title>
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		<dc:creator><![CDATA[ricardo]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 27 Feb 2026 06:47:30 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Noticías]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>. Após mais de três décadas que foram retirados do Brasil, os fósseis de duas espécies encontradas em território nacional voltaram ao país e, a partir de agora, vão ficar expostas no Museu de Paleontologia da Universidade Regional do Cariri, no Ceará. O recebimento oficial dos dois fósseis foi realizado no Palácio Itamaraty, nessa quarta-feira (25). As duas peças são originárias da Bacia do Araripe, na divisa entre Ceará, Pernambuco e Piauí. Foi restituído o fóssil de crustáceo de água doce, que estava na Universidad Nacional del Nordeste, na Argentina, desde 1993. Após negociação entre as autoridades, a peça foi entregue à Embaixada do Brasil em Buenos Aires em dezembro do ano passado. O outro fóssil, do peixe Vinctifer comptoni, foi apreendido pela polícia italiana em&#8230;</p>
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<p>Após mais de três décadas que foram retirados do Brasil, os fósseis de duas espécies encontradas em território nacional voltaram ao país e, a partir de agora, vão ficar expostas no Museu de Paleontologia da Universidade Regional do Cariri, no Ceará.<img decoding="async" src="https://weeknews.online/wp-content/uploads/2026/02/1772174850_331_ebc.png" style="width:1px;height:1px;display:inline" /><img decoding="async" src="https://weeknews.online/wp-content/uploads/2026/02/1772174850_258_ebc.gif" style="width:1px;height:1px;display:inline" /></p>
<p>O recebimento oficial dos dois fósseis foi realizado no Palácio Itamaraty, nessa quarta-feira (25). As duas peças são originárias da Bacia do Araripe, na divisa entre Ceará, Pernambuco e Piauí.</p>
<p>Foi restituído o fóssil de crustáceo de água doce, que estava na Universidad Nacional del Nordeste, na Argentina, desde 1993. Após negociação entre as autoridades, a peça foi entregue à Embaixada do Brasil em Buenos Aires em dezembro do ano passado.</p>
<p>O outro fóssil, do peixe <em>Vinctifer comptoni</em>, foi apreendido pela polícia italiana em 2024 e entregue para a Embaixada do Brasil em Roma. A espécie viveu há 113 milhões de anos e chegava a ter até 90 centímetros de comprimento.</p>
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Foto: Joédson Alves/Agência Brasil" title="Joédson Alves/Agência Brasil"><br />
        <img decoding="async" src="https://weeknews.online/wp-content/uploads/2026/02/_ja_0129.jpg" alt="Brasília (DF) 12/06/2023 - O Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovação cerimônia de repatriação do fóssil Ubirajara jubatus para o Brasil. O fóssil viveu há 110 milhões de anos na região do Geoparque do Araripe, entre os estados do Ceará, Pernambuco e Piauí. Levada para a Alemanha por pesquisadores estrangeiros nos anos 1990, a relíquia estava no Museu Estadual de História Natural Karlsruhe. No retorno ao Brasil, o fóssil fará parte do acervo do Museu de Paleontologia Plácido Cidade Nuvens, que pertence à URCA, na cidade de Santana do Cariri (CE).
Foto: Joédson Alves/Agência Brasil" title="Joédson Alves/Agência Brasil"><br />
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<div class="meta">O fóssil <em>Ubirajara jubatus, </em>que também pertence à Bacia do Araripe, e que foi repatriado em junho de 2023<!--END copyright=331368--></div>
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<p>Também na quarta, a Embaixada do Brasil em Berna, na Suíça, recebeu a doação voluntária para repatriação de fósseis que estavam na Universidade de Zurique. São oito caixas com peso total de 150 kg, com exemplares de peixes entre outros, celebrou a embaixadora Maria Luisa escorel.</p>
<blockquote>
<p>&#8220;Acabamos de participar da cerimônia de restituição de 45 fósseis da região do Cariri. Estamos muito felizes com essa cooperação com a Suíça. Sabemos que isso é apenas o início.&#8221; </p>
</blockquote>
<p>Todos os três lotes ficarão sob a guarda do Museu de Paleontologia Plácido Cidade Nuvens, em Santana do Cariri (CE). O acervo do Museu serve para diversas pesquisas que ajudam a entender as condições das mortes desses animais, a evolução das espécies e até a movimentação das placas tectônicas.</p>
<p>De acordo com o secretário de Ciência e Tecnologia, do Ministério da Ciência, Inácio Arruda, a &#8220;repatriação de fósseis para estudos e exposições é um debate central&#8221; tanto para o conhecimento e patrimônio, quanto para a popularização da ciência.</p>
<p>O Brasil possui uma das mais ricas diversidades de fósseis no mundo, especialmente na Chapada do Araripe.</p>
<p>O Ministério Público Federal já formulou 34 pedidos de cooperação internacional para repatriar fósseis cearenses, principalmente dos Estados Unidos e Alemanha.</p>
<p>Desde 2022, mais de mil fósseis de animais e plantas já voltaram para o Brasil, mas ainda existem solicitações feitas para o Reino Unido, Espanha, Holanda, Coreia do Sul, Austrália, França, Irlanda, Portugal, Japão e Uruguai, que mantêm exemplares do patrimônio brasileiro.</p>
<p>  <span class="hms hms-format-m-ss">2:44</span> Gabriel Corrêa &#8211; Repórter da Rádio Nacional , . </p>
<p>Fonte: <a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/radioagencia-nacional/cultura/audio/2026-02/fosseis-retirados-da-bacia-do-araripe-voltam-ao-brasil-30-anos-depois">Agencia brasil EBC.</a>.</p>
<p>Thu, 26 Feb 2026 13:36:00 -0300 </p>

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