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	<title>Arquivo de WWF Brasil - WeekNews</title>
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	<title>Arquivo de WWF Brasil - WeekNews</title>
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		<title>Pantanal: preservação do bioma depende da recuperação de outros ecossistemas</title>
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		<dc:creator><![CDATA[ricardo]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 27 Aug 2026 17:30:18 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Noticías]]></category>
		<category><![CDATA[Bacia-esponja pode ser uma alternativa contra inundações]]></category>
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		<category><![CDATA[Centro-Oeste tem três alertas ativos para chuvas e baixa umidade]]></category>
		<category><![CDATA[Degelo e seca avançam sobre Ásia Central e pequenos países insulares]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Fonte da imagem: Agência Brasil O Pantanal, a maior planície alagável do mundo, é diretamente influenciado por outros cinco biomas: Cerrado, Amazônia e Mata Atlântica, no Brasil, e Chaco e Bosque Chiquitano, na Bolívia e no Paraguai. Essa conexão torna o bioma um grande reservatório de água e vida, mas também o coloca em situação de vulnerabilidade diante das mudanças climáticas. De acordo com Cyntia Santos, analista de Conservação do WWF-Brasil, a planície pantaneira depende das condições dos ecossistemas ao redor e sofre com as transformações que ocorrem neles, especialmente com o agravamento das mudanças climáticas. Dados do Mapbiomas, divulgados em 2025, mostram que a Savana Alagada no Pantanal perdeu mais de 1 milhão de hectares desde 1985, o que representa 84% da área original&#8230;</p>
<p class="excerpt-more"><a class="blog-excerpt button" href="https://weeknews.online/pantanal-preservacao-do-bioma-depende-da-recuperacao-de-outros-ecossistemas/">Leia mais...</a></p>
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										<content:encoded><![CDATA[<figure class="weeknews-ai-media" style="margin:24px 0;max-width:100%;clear:both;"><img loading="lazy" style="max-width:100%;height:auto;display:block;" src="https://weeknews.online/wp-content/uploads/2026/08/reserva_de_desenvolvimento_sustentavel_rds_corregos_dos_vales_do_norte_de_minas_gerais._foto_divulga-1024x512.webp" alt="Pantanal: preservação do bioma depende da recuperação de outros ecossistemas" decoding="async"><figcaption class="weeknews-ai-credit" style="font-size:13px;line-height:1.45;margin-top:8px;color:#666;text-align:center;">Fonte da imagem: <a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/meio-ambiente/noticia/2026-08/pantanal-enfrentar-mudancas-climaticas-depende-de-outros-cinco-biomas" target="_blank" rel="nofollow noopener noreferrer">Agência Brasil</a></figcaption></figure>
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<p>O Pantanal, a maior planície alagável do mundo, é diretamente influenciado por outros cinco biomas: Cerrado, Amazônia e Mata Atlântica, no Brasil, e Chaco e Bosque Chiquitano, na Bolívia e no Paraguai. Essa conexão torna o bioma um grande reservatório de água e vida, mas também o coloca em situação de vulnerabilidade diante das mudanças climáticas.</p>
<p>De acordo com Cyntia Santos, analista de Conservação do WWF-Brasil, a planície pantaneira depende das condições dos ecossistemas ao redor e sofre com as transformações que ocorrem neles, especialmente com o agravamento das mudanças climáticas.</p>
<p>Dados do Mapbiomas, divulgados em 2025, mostram que a Savana Alagada no Pantanal perdeu mais de 1 milhão de hectares desde 1985, o que representa 84% da área original desse tipo de formação. A maior parte dessa perda, cerca de 833 mil hectares, foi convertida em outras formações vegetais, como savânica ou campestre, indicando que o bioma está secando.</p>
<p>O engenheiro florestal e botânico Claudinei Terena, nascido na Terra Indígena Limão Verde, em Aquidauana (MS), relata que rios já desapareceram ou assorearam, e que os canais conhecidos como vazantes, que antes enchiam e esvaziavam com as cheias, hoje não funcionam mais. Ele lembra que a abundância de água no passado enriquecia o solo e permitia o plantio de tudo o que era necessário. Claudinei participou de um projeto de restauração de 3,3 hectares de nascentes dentro da Terra Indígena, usando conhecimento tradicional para garantir que a água continue fluindo para o Pantanal e mantenha o Cerrado produtivo.</p>
<p>Em Figueirão (MS), o coletor de sementes Adauto Cândido Pereira, da comunidade quilombola Santa Tereza e integrante da Rede Flores do Cerrado, também trabalha na restauração de nascentes. Ele explica que o grupo, formado por 31 coletores, sendo 16 mulheres e 15 homens, segue regras básicas de coleta consciente, deixando 30% das sementes nas árvores, para atender projetos em todo o estado.</p>
<p>Segundo Cyntia Santos, essas iniciativas fazem parte das ações do WWF-Brasil para restaurar as cabeceiras de rios no Cerrado, com o objetivo de conter o soterramento de nascentes e garantir o fluxo dos rios que alimentam o Pantanal. Ela afirma que a degradação é consequência de atividades econômicas muitas vezes realizadas sem orientação técnica ou incentivo adequado.</p>
<p>O diretor executivo do WWF-Brasil, Maurício Voivodic, destaca que a organização atua no Pantanal há 22 anos, trabalhando com parceiros para gerar dados e conhecimento que possam influenciar políticas públicas.</p>
<p>Além da restauração, o WWF-Brasil desenvolve projetos de conscientização sobre o uso dos rios, especialmente em relação à instalação de pequenas centrais hidrelétricas. Cyntia Santos argumenta que esses empreendimentos fragmentam os rios, prejudicam a biodiversidade aquática e não trazem benefícios econômicos para a região, que tem vocação para o turismo. Ela sugere que a energia solar seria uma alternativa mais adequada.</p>
<p>Dentro do Pantanal, as ações incluem o enfrentamento a incêndios florestais e a criação de corredores de vegetação nativa para conectar unidades de conservação, fortalecendo espécies como a onça-pintada, considerada um indicador da saúde do bioma. Cyntia ressalta que o conhecimento tradicional dos povos que vivem no Pantanal é essencial para potencializar as estratégias de conservação.</p>
<p>Análise WeekNews: A perda de 84% da Savana Alagada no Pantanal em quatro décadas, apontada pelo Mapbiomas, evidencia que a degradação do bioma está diretamente ligada ao desmatamento e à ocupação das áreas de Cerrado e outros ecossistemas que alimentam seus rios. Os projetos de restauração de nascentes e a defesa por fontes de energia alternativas indicam que a preservação do Pantanal depende de ações coordenadas fora de seus limites, envolvendo tanto políticas públicas quanto o engajamento das comunidades locais.</p>
<p>Fonte: <a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/meio-ambiente/noticia/2026-08/pantanal-enfrentar-mudancas-climaticas-depende-de-outros-cinco-biomas" target="_blank" rel="nofollow noopener noreferrer">Agência Brasil</a>.</p>

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		<title>Brasil pode perder R$ 47 bi ao priorizar petróleo na Foz do Amazonas</title>
		<link>https://weeknews.online/brasil-pode-perder-r-47-bi-ao-priorizar-petroleo-na-foz-do-amazonas/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[ricardo]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 23 Apr 2026 20:19:49 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Pesquisa e Inovação]]></category>
		<category><![CDATA[>> Siga o canal da Agência Brasil no WhatsApp]]></category>
		<category><![CDATA[Economia]]></category>
		<category><![CDATA[energia]]></category>
		<category><![CDATA[financiem a transição energética do país]]></category>
		<category><![CDATA[Foz do Amazonas]]></category>
		<category><![CDATA[Ibama multa Petrobras por vazamento na Foz do Amazonas]]></category>
		<category><![CDATA[importar petróleo no horizonte de dez anos]]></category>
		<category><![CDATA[Organizações manifestam preocupação com vazamento na Foz do Amazonas]]></category>
		<category><![CDATA[Petróleo]]></category>
		<category><![CDATA[WWF Brasil]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Feed Últimas. Ao optar pela exploração de petróleo na Foz do Amazonas, o Brasil poderá abrir mão de R$ 47 bilhões em receita e benefícios que poderiam ser gerados na escolha por energia renovável e biocombustíveis, diz estudo inédito da WWF Brasil, lançado nesta quinta-feira (23). O montante soma as perdas de R$ 22,2 bilhões estimadas para o investimento em combustíveis fósseis na Margem Equatorial aos R$ 24,8 bilhões que o país deixaria de lucrar pela ausência de investimentos na eletrificação da matriz energética. Perdas e ganhos Notícias relacionadas: Ibama multa Petrobras por vazamento na Foz do Amazonas. Organizações manifestam preocupação com vazamento na Foz do Amazonas. Para entender o que o país pode ganhar e perder ao investir em uma nova fronteira petrolífera em um contexto de transição energética&#8230;</p>
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				</p>
<p>Ao optar pela exploração de petróleo na Foz do Amazonas, o Brasil poderá abrir mão de R$ 47 bilhões em receita e benefícios que poderiam ser gerados na escolha por energia renovável e biocombustíveis, diz estudo inédito da WWF Brasil, lançado nesta quinta-feira (23).<img decoding="async" src="https://weeknews.online/wp-content/uploads/2026/04/1776975589_469_ebc.png" style="width:1px;height:1px;display:inline" /><img decoding="async" src="https://weeknews.online/wp-content/uploads/2026/04/1776975589_644_ebc.gif" style="width:1px;height:1px;display:inline" /></p>
<p>O montante soma as perdas de R$ 22,2 bilhões estimadas para o investimento em combustíveis fósseis na Margem Equatorial aos R$ 24,8 bilhões que o país deixaria de lucrar pela ausência de investimentos na eletrificação da matriz energética.</p>
<h2>Perdas e ganhos</h2>
<p><h3>Notícias relacionadas:</h3>
<ul>
<li>Ibama multa Petrobras por vazamento na Foz do Amazonas.</li>
<li>Organizações manifestam preocupação com vazamento na Foz do Amazonas.</li>
</ul>
<p>Para entender o que o país pode ganhar e perder ao investir em uma nova fronteira petrolífera em um contexto de transição energética acelerada e riscos crescentes, o estudo promovido pelo WWF-Brasil usou como metodologia a Análise Socioeconômica de Custo-Benefício (ACB). É a mesma medição recomendada pelo Tribunal de Contas da União para avaliação de grandes investimentos públicos.</p>
<p>De acordo com Daniel Thá, consultor da WWF-Brasil, é um método bastante sistemático e comparativo com critérios objetivos, baseados em evidências, transparentes e comparáveis, em uma perspectiva de longo prazo.</p>
<blockquote>
<p>“É uma análise que não está focada no lucro do investidor privado ou no imposto que o governo recolhe. Está balizada no retorno para todos os atores da sociedade, incluindo governo, empresa e famílias”, explica.</p>
</blockquote>
<p><a rel="nofollow" target="_blank" href="https://www.whatsapp.com/channel/0029VaoRTgrInlqYLSk59B2M" target="_blank">&gt;&gt; Siga o canal da <strong>Agência Brasil </strong>no WhatsApp</a></p>
<h2>Bacia da Foz do Amazonas</h2>
<p><strong>O estudo partiu de um cenário de desempenho produtivo da bacia da Foz do Amazonas, em um período de 40 anos</strong>, considerando os dez primeiros anos necessários à exploração para identificar e comprovar o petróleo, além de desenvolver a nova frente de extração do recurso.</p>
<p>Nos 30 anos seguintes, com o início da operação, foram levantados investimentos compatíveis com o mercado e o preço do petróleo no longo prazo, a partir de 2036, quando os barris estariam disponíveis no mercado. A reserva considerada seria de 900 milhões de barris de petróleo, com a capacidade de explorar 120 mil barris ao dia a partir de 20 poços exploratórios</p>
<p><strong>Partindo do ponto de vista exclusivamente financeiro, descontados os custos das operações, as empresas teriam lucro, a partir do valor de venda de US$ 39 por barril. </strong>Atualmente, o barril de petróleo está em torno de US$ 100. </p>
<p>Segundo Daniel Thá, o lucro seria mais ou menos vantajoso conforme as ações climáticas adotadas pelo país. “As petroleiras dependem muito de um mundo sem ação climática suficiente para terem lucro”, diz.</p>
<h2>Efeitos</h2>
<p>O cálculo inclui ainda o custo social do modelo adotado na Foz do Amazonas tendo como principal efeito colateral as emissões de gases de efeito estufa, conforme critérios da Agência Internacional de Energia.</p>
<p>“Nós conseguimos, a partir do desenho desse modelo representativo, estimar emissões de 446 milhões de toneladas de CO₂ equivalente. A maior parte na fase de consumo dos combustíveis”, explica o consultor da WWF-Brasil.</p>
<p>O montante das emissões, apenas considerando <strong>o custo social do carbono, pode variar de R$ 21 a R$ 42 bilhões em prejuízos gerados à população.</strong></p>
<p>Na prática, ao considerar prejuízos como esses, os pesquisadores chegaram à conclusão de que o saldo líquido da nova frente petrolífera na Foz do Amazonas geraria perda de R$ 22,2 bilhões em 40 anos.</p>
<p>“A adição dessas externalidades faz com que a somatória dos custos de exploração e produção mais as externalidades não sejam superadas pelo volume de benefícios que é gerado”, explica Daniel Thá.</p>
<h2>Cenários</h2>
<p><strong>A partir desse modelo, a rota do petróleo foi comparada a outros dois sistemas com os mesmos parâmetros de investimentos, quantidade de energia entregue, volume de combustível e risco de mercado nos mesmos 40 anos.</strong></p>
<p>O estudo adota como premissa que a demanda social é por energia, e não pelo petróleo em si. Para viabilizar a comparação entre diferentes fontes, a produção média anual de petróleo foi convertida em uma unidade de medida equivalente, totalizando 48,63 TWh/ano. Essa métrica serve como base para avaliar se alternativas, como a eletrificação, podem entregar o mesmo serviço energético com custos e impactos reduzidos.</p>
<p>Para o cenário de eletrificação foram considerados 50% de eólica em solo, 42% de solar fotovoltaica, 4% de biomassa -bagaço de cana &#8211; e 4% de biogás previstos no último Plano Decenal de Expansão de Energia.</p>
<blockquote>
<p>“Desvendamos que essa rota de eletrificação, que é imediata e não precisa esperar os dez anos de exploração da rota do petróleo, traria um retorno positivo para sociedade, ou seja mais benefícios que custos e externalidades, de quase R$ 25 bilhões”, afirma Daniel Thá.</p>
</blockquote>
<p>Para o terceiro cenário que trabalha com os biocombustíveis, a gasolina foi comparada ao etanol, o diesel ao biodiesel, o combustível de aviação ao SAF (sigla em inglês para combustível sustentável de aviação) e o gás de petróleo foi comparado ao biometano.</p>
<p><strong>Apesar de apresentarem custos mais altos em comparação ao do petróleo, o prejuízo das externalidades (efeitos colaterais) foi menor, explicam os cientistas. Isso faz com que a soma desse cenário chegue a um custo 29,3 bilhões menor do que o da rota de combustíveis fósseis.</strong></p>
<h2>Petrobras</h2>
<p>A Margem Equatorial, especialmente a bacia da Foz do Amazonas, é a nova fronteira de exploração de petróleo e gás no Brasil, com potencial estimado de 30 bilhões de barris de petróleo.</p>
<p>Localizada entre o Amapá e o Pará, a região é sensível, com vasta biodiversidade, próxima de rios importantes e da floresta. Ao mesmo tempo, para a Petrobras, a área é considerada crucial para substituir o pré-sal pós-2030.</p>
<p>Na avaliação da estatal, a produção de óleo a partir da Margem Equatorial é uma decisão estratégica para que o país não tenha que importar petróleo no horizonte de dez anos.</p>
<p>O governo brasileiro defende ainda que os recursos dos combustíveis fósseis financiem a transição energética do país. </p>
<p> Fabíola Sinimbú &#8211; Repórter da Agência Brasil , Feed Últimas. </p>
<p>Fonte: <a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/economia/noticia/2026-04/brasil-perde-r-47-bilhoes-ao-apostar-em-petroleo-na-foz-do-amazonas">Agencia brasil EBC.</a>.</p>
<p>Thu, 23 Apr 2026 16:43:00 -0300 </p>

<p>O post <a href="https://weeknews.online/brasil-pode-perder-r-47-bi-ao-priorizar-petroleo-na-foz-do-amazonas/">Brasil pode perder R$ 47 bi ao priorizar petróleo na Foz do Amazonas</a> apareceu primeiro em <a href="https://weeknews.online">WeekNews</a>.</p>
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