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A mulher acusada de vandalizar o Memorial da Segunda Guerra Mundial, em Washington, D.C., foi formalmente indiciada na última sexta-feira, conforme apurado pela Fox News Digital. Melissa Farris, do Kentucky, responde a duas acusações: destruição de memorial de veteranos e destruição de propriedade do governo.
Segundo as autoridades, Farris teria pintado com spray rosa as palavras “Clean hands, dirty money” (Mãos limpas, dinheiro sujo) e despejado sabão líquido na fonte do memorial, fazendo-a transbordar de espuma. Os promotores federais estimam que os custos de limpeza e restauração já ultrapassaram US$ 1.000.
Antes de se entregar, em 14 de agosto, Farris fez uma transmissão ao vivo no Facebook na qual admitiu o ato, ocorrido no dia anterior. “Sou eu. Vou me entregar”, afirmou. “Estou do lado de fora do tribunal distrital federal. Estou apenas tentando fazer a coisa certa… Eu estava tentando fazer as pessoas ouvirem… Tentei alcançar a mídia. Tentei revidar. Tentei ignorar.” Ela também contou que vivia em um trailer de paredes finas, que “cobriu com papelão no inverno para se sentir um pouco mais aquecida”.
A procuradora dos EUA para o Distrito de Columbia, Jeanine Pirro, classificou o ato como “um ataque desprezível a um monumento sagrado que homenageia os americanos que lutaram e morreram por nossa liberdade”. Ela destacou que seu pai e seu avô estão entre esses veteranos e que as acusações preveem penas de até dez anos de prisão.
O presidente Donald Trump também se manifestou sobre o caso, escrevendo na Truth Social: “Nosso belo Memorial da Segunda Guerra Mundial foi atingido por vândalos com spray. NÃO PODE HAVER MAIOR INSULTO ÀQUELES HERÓIS AMERICANOS QUE MORRERAM NA SEGUNDA GUERRA MUNDIAL. Primeiro a piscina do Lincoln Memorial, agora isso. Estamos no encalço deles! De onde vêm esses animais?”
O caso ocorre em meio a controvérsia sobre outro episódio de vandalismo na capital americana. Em junho, várias pessoas, incluindo o canoísta olímpico David Hearn, foram presas por supostamente vandalizar a piscina do Lincoln Memorial, recém-reformada. No entanto, as acusações foram retiradas no início deste mês, depois que os promotores citaram evidências de que os danos poderiam ter resultado de uma reforma malfeita, e não de vandalismo. O procurador-geral Todd Blanche apoiou a decisão de Pirro de arquivar o caso, dizendo que o presidente Trump também a apoia, apesar de Trump ter afirmado publicamente que discorda 100% da decisão.
Leia mais aqui em inglês: https://www.foxnews.com/politics/woman-accused-defacing-wwii-memorial-spray-paint-indicted-federal-grand-jury.
Fonte: Fox News.
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2026-08-28 17:43:00

