
A Caixa Econômica Federal anunciou nesta quinta-feira (3) uma nova funcionalidade para seus clientes pessoa física: o parcelamento de transferências e pagamentos feitos por Pix. A novidade, chamada de Parcelar Pix, está disponível para transações realizadas diretamente no aplicativo do banco.
Segundo a instituição, a operação funciona como uma contratação de crédito no momento da transação. O cliente que tiver limite disponível poderá parcelar valores entre R$ 300 e R$ 50 mil, com prazo de pagamento de até 12 meses. As taxas de juros variam conforme o relacionamento do cliente com o banco.
Antes de confirmar a operação, o usuário visualiza informações sobre taxa de juros, valor das parcelas, Custo Efetivo Total (CET) e IOF, o que permite comparar e avaliar o impacto no orçamento. A liberação da linha de crédito está sujeita à análise de risco feita pela Caixa e depende da existência de limite disponível.
A Caixa informou que o recebedor da transferência tem acesso ao valor integral de forma instantânea, enquanto o pagador pode parcelar o desembolso conforme sua capacidade financeira. A medida amplia o acesso a soluções financeiras digitais integradas, combinando conveniência, transparência e uso consciente do crédito.
Para utilizar a nova função, é necessário atualizar o App CAIXA para a versão mais recente. Clientes que ainda não têm a opção habilitada podem manter os dados cadastrais atualizados e usar regularmente os produtos e serviços do banco para ampliar o relacionamento, o que pode destravar a funcionalidade em avaliações futuras, conforme os critérios de crédito e análise de risco da instituição.
A Caixa já oferecia outras ferramentas relacionadas ao Pix, como Agendamento Pix, Pix Automático e Pix por Aproximação via Google Pay.
Análise WeekNews: A novidade representa um passo adicional na integração entre o Pix e o crédito, permitindo que consumidores com necessidade de liquidez imediata possam parcelar pagamentos sem depender do cartão de crédito. A disponibilização gradual, baseada em análise de risco e relacionamento, sugere uma estratégia cautelosa do banco para controlar a exposição ao crédito, ao mesmo tempo em que amplia o leque de serviços digitais para seus clientes.
Fonte: Agência Brasil.
