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A Universidade Carnegie Mellon informou que está analisando publicações feitas em redes sociais pela professora Uju Anya, associada à instituição, após ela mencionar termos como “Kirkmas” e “Kirk Mubarak” próximos do primeiro aniversário da morte de Charlie Kirk. Em comunicado enviado à imprensa na sexta-feira, um porta-voz de relações com a mídia da universidade da Pensilvânia afirmou que Anya está em licença profissional voluntária e não ministra aulas no campus neste ano acadêmico.
“Estamos profundamente preocupados com recentes publicações hostis e ameaçadoras nas redes sociais da Dra. Anya e estamos analisando o caso de perto”, declarou o porta-voz. “Para ser clara: essas publicações sugerem incorretamente um endosso de nossa universidade e são contrárias aos nossos padrões e valores comunitários, bem como ao nosso compromisso de promover um ambiente universitário seguro, respeitoso e acolhedor.”
A universidade confirmou que a licença voluntária de Anya já estava em vigor antes da repercussão. Professora associada da Carnegie Mellon, ela publicou na rede X, por volta do aniversário do assassinato, a frase: “Eles já começaram, e nem é Kirkmas kirk mubarak, pessoal!”. A conta dela na plataforma parece ter sido excluída. Outra publicação atribuída a Anya dizia: “Morra primeiro, homem branco, e depois se pergunte por que estou dançando.”
Charlie Kirk, fundador da Turning Point USA, foi assassinado em 10 de setembro de 2025 enquanto discursava na Universidade Valley do Utah, durante sua turnê “American Comeback Tour”.
Na página biográfica de Anya no site da Carnegie Mellon, ela é descrita como “estudiosa da aprendizagem de línguas e das experiências negras no multilinguismo”, com campos de pesquisa que incluem linguística aplicada crítica, sociolinguística crítica e estudos críticos do discurso, com foco em como raça, gênero, sexualidade e classe social se cruzam com a aprendizagem de línguas. Segundo o site, sua pesquisa “explora as trajetórias multilíngues de estudantes afro-americanos e como essas experiências informam a formação identitária em novos contextos de aprendizagem de idiomas”.
Ela é autora do livro “Racialized Identities in Second Language Learning: Speaking Blackness in Brazil” e já lecionou cursos como “Race, Gender, Sexuality and Social Class in Second Language Learning”, “Language Diversity and Cultural Identity”, “Theories of Language Learning and Teaching”, “Hip Hop and Funk Discourses of Black Womanhood in Brazil and the U.S.” e “Language Program Administration”.
A reportagem procurou Anya para comentar, mas não obteve resposta até a publicação.
Análise WeekNews: O caso coloca a Carnegie Mellon diante de um dilema comum a instituições de ensino nos Estados Unidos, ao conciliar liberdade de expressão de docentes com padrões de convivência no campus. A universidade optou por não associar as publicações à sua posição institucional e informou que o caso está sob revisão, sem anunciar medidas disciplinares. A licença voluntária já vigente significa que a professora não mantém contato direto com alunos neste ano acadêmico, o que reduz o impacto imediato das mensagens no ambiente de sala de aula, ainda que a discussão pública sobre os limites do discurso docente permaneça em aberto.
Leia mais aqui em inglês: https://www.foxnews.com/media/carnegie-mellon-deeply-concerned-professors-hostile-threatening-posts-about-charlie-kirks-death.
Fonte: Fox News.
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2026-09-14 14:49:00




