
Com 100% das urnas apuradas no domingo (4), São Paulo definiu os 70 deputados federais que ocuparão as cadeiras reservadas ao estado mais populoso do país na Câmara dos Deputados, que tem 513 assentos no total. A maior votação foi do candidato Lucas Pavanato (PL), com 3.038.438 votos, seguido por Erika Hilton (Psol), que recebeu 1.596.472 votos, e Sâmia Bomfim (Psol), com 583.107 votos.
A lista dos eleitos combina nomes com votações expressivas e outros que garantiram a vaga pela distribuição proporcional. Entre os mais votados aparecem Kim Kataguiri (Missão), com 520.071 votos; Tabata Amaral (PSB), com 476.383; Renato Bolsonaro (PL), com 379.312; Sargento Nantes (PP), com 333.401; Delegado Palumbo (Podemos), com 303.271; e Guilherme Cortez (Psol), com 275.450.
Na sequência, foram eleitos Mauricio Neves (PP), com 269.996 votos; Marcio Alvino (PL), com 261.325; Professora Luciene Cavalcante (Psol), com 253.778; Ana Carolina Oliveira (Podemos), com 246.741; Baleia Rossi (MDB), com 239.124; Luna Zarattini (PT), com 233.733; Marina Helena (Novo), com 230.866; Delegado Bruno Lima (Podemos), com 217.952; Rosana Valle (PL), com 213.752; Renata Abreu (Podemos), com 199.100; Marcos Pereira (Republicanos), com 196.681; Luiz Philippe de O e Bragança (PL), com 187.743; Guilherme Piai (Republicanos), com 182.328; Igor Soares (PSD), com 181.820; e Paulo Alexandre Barbosa (PSD), com 168.207.
A relação prossegue com Felipe Becari (Podemos), 162.957 votos; Thiago Surfista (PL), 161.971; Alencar Santana (PT), 160.264; Capitão Augusto (PL), 153.745; Jilmar Tatto (PT), 152.984; Celso Russomanno (Republicanos), 138.827; Thiago dos Reis (PT), 137.240; Paulo Serra (PSDB), 132.866; Sidney Cruz (MDB), 130.951; João Cury (MDB), 130.915; Luiz Fernando Machado (PL), 129.004; Arlindo Chinaglia (PT), 124.121; Pastor Marco Feliciano (PL), 122.119; Ney Santos (Republicanos), 118.566; Carlos Zarattini (PT), 117.608; Edinho Silva (PT), 115.341; Nilto Tatto (PT), 114.560; Natália Boulos (Psol), 114.552; Kiko Celeguim (PT), 113.158; Motta (PL), 112.854; Juliana Cardoso (PT), 111.904; João Paulo Cunha (PT), 109.548; Rodrigo Gambale (Podemos), 106.901; Dra. Sandra Tadeu (PL), 106.471; Enrico Misasi (MDB), 106.225; Coronel Telhada (PP), 104.513; e Paulo Freire (PL), 99.388.
Fecham a lista Marcos Neves (PSD), com 98.359 votos; Jonas Donizete (PSB), com 97.335; Miguel Lombardi (PL), com 96.333; Saulo Pedroso (PSD), com 95.096; Altair Moraes (Republicanos), com 94.770; Jefferson Campos (PL), com 92.286; Carlos Sampaio (PSD), com 91.902; Maria Rosas (Republicanos), com 91.690; Mario Frias (PL), com 91.403; Delegado Paulo Bilynskyj (PL), com 90.363; Carlos Bezerra Jr. (PSD), com 89.414; Sirlange Manga (União Brasil), com 87.820; Milton Leite Filho (União Brasil), com 71.631; Adriana Ventura (Novo), com 69.083; Eduardo Cury (PL), com 66.860; Wesley Cezar Lelinho (PL), com 66.673; Gil Diniz (PL), com 63.398; Edinho Araujo (PRD), com 54.443; e Sônia Guajajara (Psol), com 54.207 votos.
Os deputados federais são eleitos pelo sistema proporcional, modelo em que os votos recebidos por candidatas e candidatos e os votos de legenda são considerados na definição do número de cadeiras que cada partido ou federação poderá ocupar, conforme estabelece o artigo 7º da Resolução TSE nº 23.677/2021. Quanto mais votos um partido ou uma federação recebe, maior pode ser o número de vagas conquistadas.
Como integrantes do Poder Legislativo, os deputados federais têm entre suas atribuições discutir, propor e votar projetos de lei, além de alterar e revisar a legislação brasileira. Os parlamentares eleitos representam a população paulista e seus interesses no Congresso Nacional.
Análise WeekNews: A votação de Lucas Pavanato, superior a 3 milhões de votos, coloca-o isolado na liderança no estado, com quase o dobro da segunda colocada, Erika Hilton. O desempenho expressivo de nomes do PL e de partidos de direita, como Podemos, PP e Republicanos, aparece distribuído ao longo de toda a lista, enquanto o Psol concentra algumas das maiores votações individuais, mas com menos cadeiras no conjunto. A composição final reflete o sistema proporcional: além das votações individuais destacadas, a distribuição das 70 cadeiras depende do desempenho das legendas e federações, o que ajuda a explicar a presença de candidatos com votações menores na relação dos eleitos.
Fonte: Agência Brasil.
