
Os eleitores de todo o país voltam às urnas neste domingo (25) para o segundo turno das eleições. Em cinco estados e no Distrito Federal, a votação inclui a escolha de governador e de presidente da República, o que altera a ordem das etapas na urna eletrônica.
Nessas localidades, o eleitor deve primeiro digitar os dois números do candidato a governador e confirmar. Em seguida, digita os dois números do candidato a presidente e confirma. A sequência vale para Acre, Amazonas, Distrito Federal, Rio Grande do Norte, Espírito Santo e Tocantins.
Nos demais estados, onde o governador já foi definido no primeiro turno, haverá apenas a escolha para presidente. Nesse caso, o eleitor digita os dois números do candidato e confirma.
A Justiça Eleitoral permite que o eleitor leve uma colinha de papel com os números anotados. O celular, porém, deve ser entregue aos mesários antes da entrada na cabine de votação. Também não são permitidos smartwatch, máquina fotográfica, filmadora e óculos inteligentes.
O aparelho celular pode ser usado para apresentar o e-Título ou outro documento digital aceito pela Justiça Eleitoral durante a identificação na seção eleitoral. A restrição dentro da cabine tem o objetivo de preservar o sigilo do voto e impedir fraudes ou tentativas de comprovar a escolha feita na urna.
Quem se recusar a entregar o aparelho poderá ser impedido de votar naquele momento, e o caso poderá ser registrado pela mesa receptora de votos.
O eleitor deve levar um documento de identificação com foto. O título de eleitor não é obrigatório para votar, mas ajuda a acelerar o processo por indicar a zona e a seção eleitoral. Uma alternativa é baixar o e-Título, aplicativo da Justiça Eleitoral com a versão digital do documento. Também é recomendável conferir, no dia anterior, o local atualizado de votação.
Análise WeekNews: a diferença na ordem de votação entre as unidades da Federação decorre diretamente da existência ou não de segundo turno para governador. Para o eleitor, a principal consequência prática é a necessidade de atenção à sequência correta na urna, sobretudo nos seis locais em que há dois cargos em disputa. A proibição do celular na cabine, já prevista na legislação, reforça o sigilo do voto e exige que o eleitor organize previamente os números dos candidatos, seja na colinha de papel, seja na memória.
Fonte: Agência Brasil.
