
A propaganda eleitoral gratuita no rádio e na televisão para o segundo turno das Eleições 2026 termina nesta sexta-feira (23). As inserções começaram a ser veiculadas em 9 de outubro, tanto nos horários reservados nas emissoras quanto ao longo da programação.
Ao longo desse período, candidatos à Presidência da República e aos governos do Acre, Amazonas, Distrito Federal, Espírito Santo, Rio Grande do Norte e Tocantins tiveram espaço gratuito para apresentar propostas ao eleitorado.
O calendário eleitoral do Tribunal Superior Eleitoral (TSE) também marca para esta sexta o encerramento da publicação de anúncios eleitorais pagos na imprensa escrita e da realização de debates entre candidatos no rádio e na TV. Nenhuma dessas atividades pode ultrapassar a meia-noite.
Desde 5 de outubro, cada candidato podia publicar até dez anúncios por veículo, em datas diferentes. O limite era de um oitavo de página de jornal padrão e de um quarto de página de revista ou tabloide, com informação visível do valor pago pela inserção.
A distribuição de material impresso e a realização de passeatas e carreatas seguem permitidas até este sábado (24). No domingo (25), os eleitores votam das 8h às 17h.
A legislação brasileira proíbe fazer propaganda eleitoral ou tentar convencer outros eleitores a votar em determinado candidato no dia da eleição. O TSE recomenda consultar previamente o local de votação no site do tribunal ou no aplicativo e-Título.
Na cabine de votação, é vedado o uso de aparelhos eletrônicos, como celulares, tablets, relógios inteligentes, óculos com câmera, câmeras corporais e similares.
Análise WeekNews: O fim da propaganda gratuita e dos debates marca a entrada na reta final de uma campanha de segundo turno que, na prática, passa a depender menos dos espaços tradicionais de rádio e TV e mais das últimas atividades de rua permitidas até sábado. O calendário escalonado — com o encerramento das inserções na sexta e a proibição de propaganda no domingo — reduz a janela de exposição dos candidatos nas horas que antecedem a votação.
Fonte: Agência Brasil.
