Técnicos e jogadoras da WNBA evitam explicar ausência durante hino nas finais

Técnicos e jogadoras da WNBA evitam explicar ausência durante hino nas finais
Fonte da imagem: Fox News (NBAE via Getty Images)

Latest & Breaking News on Fox News.

A ausência de jogadoras e técnicos do Golden State Valkyries e do Atlanta Dream durante a execução do hino nacional americano nas três primeiras partidas das finais da WNBA continua sem explicação detalhada. Nesta sexta-feira, em entrevista coletiva antes do quarto jogo, a técnica do Valkyries, Natalie Nakase, classificou o comportamento como parte da rotina pré-jogo da equipe, mas não soube dizer quem estabeleceu o procedimento nem por qual motivo ele ocorre justamente durante o hino.

Questionada sobre o que faz nos cerca de 90 segundos em que fica fora da quadra, Nakase respondeu que permanece com sua comissão técnica, focada nas jogadas. Indagada novamente sobre a origem da decisão, afirmou: “Já são dois anos. Isso faz parte do nosso pré-jogo”. Ao ser pressionada sobre quem tomou a decisão e por quê, disse que “realmente não sabe” e acrescentou compreender a pergunta, sem conseguir respondê-la. A assessoria de imprensa do Valkyries encerrou o tema e passou a palavra ao repórter seguinte.

Q Parker performs the national anthem at State Farm Arena.
Fonte da imagem: Fox News (Getty Images)

A atacante Gabby Williams negou que a ausência seja um protesto. Nascida em Nevada e com cidadania americana e francesa, ela defende a França em competições internacionais. Perguntada por que a equipe deixa a quadra durante o hino dos Estados Unidos, respondeu que “essa tem sido a rotina há uns sete anos”. A assessoria interrompeu a resposta em seguida. Williams está em sua primeira temporada no Valkyries, franquia que está em seu segundo ano na liga. Antes, atuou pelo Chicago de 2018 a 2020 e pelo Seattle de 2022 a 2025. A referência aos sete anos abrangeria as três equipes, mas ela não explicou como a rotina começou nem se era idêntica em cada clube.

O histórico político da prática inclui episódios documentados. Nas finais de 2017, jogadoras do Los Angeles Sparks votaram por permanecer no vestiário em solidariedade ao movimento Black Lives Matter, segundo relatos da imprensa à época. O Atlanta também publicou mensagens do sindicato dos jogadores sobre protestos durante o hino em suas notas de jogo de 2 de agosto de 2020, afirmando que “o hino não representa liberdade, justiça e liberdade para todos os americanos” e que as atletas continuariam a protestar de diversas formas.

WNBA Finals teams absent from court during Game 3 national anthem
Fonte da imagem: Fox News (Getty Images)

A armadora Rhyne Howard, do Dream, foi questionada sobre apelos para que jogadoras que não se posicionam durante o hino sejam excluídas da seleção americana. Riley Gaines e o ex-deputado estadual da Geórgia Vernon Jones defenderam que a conduta durante o hino tenha consequências para quem representa os EUA internacionalmente. Howard, que integrou a seleção na Copa do Mundo de setembro e permaneceu de pé durante o hino na ocasião, respondeu que não se lembra de ter estado em quadra para o hino em nenhum momento de sua passagem por Atlanta. “Mas quando visto a camisa dos EUA, estou lá para o hino todas as vezes, sem dúvida”, afirmou. Ao ser questionada se havia motivo para não estar em quadra, ela e a assessoria do Atlanta responderam: “Próxima pergunta”.

O técnico do Atlanta, Karl Smesko, limitou-se a dizer que a equipe está focada nas finais e, questionado se comentaria o assunto, respondeu “não”. O regulamento oficial da WNBA para 2026 mantém a exigência de que jogadores, técnicos e preparadores físicos fiquem “de pé e perfilados em postura digna” durante o hino. A liga suspendeu seus protocolos sobre o hino em 2017, segundo a Associated Press. A WNBA, a NBA e as diretorias das duas equipes não responderam aos pedidos de comentário.

Angel Reese and Rhyne Howard of USA Basketball pose for a photo after the game in Berlin.
Fonte da imagem: Fox News (NBAE via Getty Images)

Análise WeekNews: A recusa de técnicos e jogadoras em detalhar a origem e a finalidade da ausência durante o hino, combinada com a manutenção da regra no regulamento da liga, indica uma lacuna entre o texto formal e a prática adotada pelas equipes. O fato de a rotina ser descrita como antiga, mas sem explicação sobre seu início, sugere que o tema segue politicamente sensível dentro da própria liga, que até o momento não esclareceu como aplica ou fiscaliza a exigência regulamentar.

Leia mais aqui em inglês: https://www.foxnews.com/outkick-sports/wnba-players-coaches-refuse-explain-national-anthem-absences-amid-mounting-criticism.

Fonte: Fox News.

Latest & Breaking News on Fox News.

2026-10-23 17:03:00

Publicidade

Imperdivel!!!

Campeonato Brasileiro
Tabela do Campeonato Inglês (Premier League)
Tabela do Campeonato Espanhol (La Liga)
Tabela do Campeonato Alemão (Bundesliga)
Tabela do Campeonato Francês (Ligue 1)
Tabela do Campeonato Italiano (Serie A)