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Um caso que intrigou por quatro décadas teve um desfecho surpreendente em Mansfield, Massachusetts.
Após 40 anos, o mistério em torno da morte de um recém-nascido, conhecido como ‘Bebê Sem Nome’, foi finalmente solucionado graças ao uso de DNA.
Dianne Curry Peck, de 59 anos, foi apontada como a responsável pela morte de seu próprio filho, encontrado sem vida em 1985.
O bebê foi descoberto por um pai e um filho que caçavam coelhos na região, chocados ao perceberem que se tratava de um bebê abandonado.
Após análises forenses e investigações meticulosas, o DNA coletado de uma garrafa de refrigerante jogada no lixo de Peck foi crucial para ligá-la ao crime.
A descoberta trouxe à tona uma história trágica de abandono e negligência, com o FBI Boston se pronunciando sobre a crueldade sofrida pela criança.
O caso, que permaneceu sem solução por décadas, foi reaberto em 2022 graças a uma parceria entre investigadores do condado de Bristol, FBI e autoridades estaduais.
A técnica de genealogia genética forense foi fundamental para identificar Peck como a mãe do bebê, trazendo à luz detalhes sombrios sobre o nascimento e abandono.
Peck, na época uma estudante de 17 anos, admitiu ter dado à luz no carro de seu ex-namorado, acreditando que o bebê seria adotado.
No entanto, evidências apontam inconsistências no relato de Peck, levantando questionamentos sobre a versão apresentada por ela.
O desfecho desse caso emblemático ressalta a importância da investigação e do avanço tecnológico na resolução de crimes antigos, trazendo justiça para uma vítima inocente que por décadas foi conhecida apenas como ‘Bebê Sem Nome’.
Leia mais aqui em inglês: https://www.foxnews.com/us/dna-soda-bottle-links-massachusetts-woman-1985-murder-baby-boy-doe.
Fonte: FoxNews.
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2026-07-01 20:40:00



