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O Departamento de Segurança Interna dos Estados Unidos (DHS) atribuiu a recente queda nas taxas de criminalidade no país à deportação de imigrantes ilegais com histórico de crimes violentos. A declaração foi dada em meio à divulgação de um relatório que aponta para uma redução histórica nos homicídios e em outros delitos nas grandes cidades americanas.
Segundo análise divulgada neste mês pelo Conselho de Justiça Criminal (CCJ), os homicídios devem atingir um novo mínimo histórico nos Estados Unidos, com uma queda de 18% nas cidades pesquisadas em comparação ao ano anterior. O índice está no menor nível desde 1900. Outros crimes também apresentaram redução expressiva: os roubos de carros caíram 47%, os furtos de veículos 20%, os assaltos 17% e os arrombamentos residenciais 13%.
A Casa Branca celebrou os números como uma evidência do progresso na promessa do presidente Donald Trump de restaurar a lei e a ordem. Em comunicado, o governo classificou os resultados como extraordinários.
A secretária assistente do DHS, Lauren Bis, afirmou à Fox News Digital que a relação entre deportações e queda da criminalidade é uma questão de bom senso. Segundo ela, quando criminosos são removidos do país, as taxas de criminalidade caem. Bis também declarou que o presidente Trump prometeu tornar a América segura novamente e que isso foi cumprido.
O DHS compartilhou com exclusividade com a Fox News Digital uma lista de alguns dos piores criminosos imigrantes ilegais deportados nas últimas semanas. Entre eles estão estrangeiros condenados por homicídio, tráfico de drogas, agressão grave, roubo de veículos e outros crimes, além de vários que reentraram ilegalmente no país.
Um dos deportados foi Jared Adonay Cruz-Rivera, cidadão hondurenho e membro do Tren de Aragua, organização terrorista estrangeira. Ele foi deportado em 18 de julho, após ter sido condenado por roubo e preso por posse de drogas. Outro caso é o de Olegario Ramirez, mexicano e integrante da gangue Paisas, com histórico de homicídio e reentrada ilegal nos EUA, deportado em 27 de julho. No mesmo dia, foi deportado Bulmaro Rendon-Ramos, também mexicano e membro da gangue Surenos, com condenações por roubo, furto e quatro ocorrências de dirigir sob efeito de álcool.
Nammoun Khampanya, cidadão do Laos e membro da gangue Crips, foi deportado em 28 de julho após condenações por posse de cocaína, posse de arma, obstrução policial e fraude. Omar Loaces Gonzalez, cubano, foi deportado em 17 de julho, com histórico de roubo de veículos e fraude eletrônica. Já o haitiano Marc James Guerrier Pinard foi deportado em 16 de julho, após condenações por três roubos de carro à mão armada e prisão por furto.
Bis comentou que a queda no crime coincide com as deportações de imigrantes ilegais perigosos. Ela destacou que os assassinatos estão em ritmo de atingir o menor nível em 126 anos e que isso não é surpreendente. A secretária reforçou que a administração Trump cumpriu sua promessa de tornar o país mais seguro.
O relatório do CCJ e as declarações do DHS ocorrem em meio a um debate sobre imigração e segurança pública nos Estados Unidos. Enquanto o governo atribui a redução da criminalidade às deportações, especialistas e críticos apontam que outros fatores podem influenciar as estatísticas, como mudanças demográficas, políticas locais de segurança e fatores socioeconômicos. No entanto, o DHS mantém sua posição de que a remoção de criminosos estrangeiros é um fator determinante.
A divulgação dos dados e das deportações ocorre em um momento em que a administração Trump busca reforçar sua política de imigração, com ações do ICE (Imigração e Alfândega) e do DHS. A lista de deportados inclui indivíduos com extensos antecedentes criminais, muitos dos quais haviam sido condenados e posteriormente reentraram no país ilegalmente.
O caso também gerou repercussão na imprensa, com o New York Times sendo criticado por reportagens consideradas falsas sobre investigações do ICE, e o veículo respondendo às acusações. A discussão sobre a eficácia das deportações na redução da criminalidade continua sendo um tema central na política americana.
Enquanto isso, os dados do CCJ indicam uma tendência de queda na criminalidade em todo o país, com exceção de alguns tipos de delitos. A análise aponta que, se o ritmo atual se mantiver, os homicídios devem fechar o ano no menor patamar desde o início do século XX. A Casa Branca e o DHS usam esses números para justificar as políticas de imigração adotadas pelo governo.
A secretária assistente do DHS concluiu que a administração Trump está comprometida em remover criminosos perigosos do país e que os resultados estão aparecendo nas estatísticas. Ela afirmou que a queda nos índices de criminalidade é uma prova do sucesso das medidas tomadas.
O governo americano continua a divulgar casos de deportações de imigrantes ilegais com antecedentes criminais, como parte de sua estratégia de demonstrar firmeza na aplicação das leis de imigração. A expectativa é que novas ações sejam tomadas nos próximos meses, com foco em indivíduos considerados de alta periculosidade.
A relação entre imigração e criminalidade é um tema sensível nos Estados Unidos, e os dados divulgados pelo CCJ e pelo DHS alimentam esse debate. Enquanto o governo defende suas políticas, organizações de direitos humanos e especialistas alertam para possíveis consequências sociais e legais das deportações em massa.
No entanto, o DHS mantém sua posição de que a remoção de criminosos estrangeiros é essencial para a segurança nacional. A agência promete continuar trabalhando para identificar e deportar imigrantes ilegais envolvidos em atividades criminosas, independentemente das críticas.
A matéria original foi publicada pela Fox News e repercutida em diversos veículos. O governo Trump, por meio do DHS, reforça que a queda na criminalidade é resultado direto de suas políticas de imigração, enquanto o CCJ fornece dados que sustentam essa narrativa. A discussão deve permanecer em pauta nas próximas semanas, com novos relatórios e ações do governo.
Enquanto isso, as autoridades americanas continuam monitorando as taxas de criminalidade e avaliando o impacto das deportações. A expectativa é que os números continuem caindo, o que reforçaria a posição do governo de que suas medidas estão funcionando. O DHS, por sua vez, promete divulgar mais informações sobre as deportações e seus resultados.
A reportagem da Fox News também destacou que o ICE está intensificando as operações de imigração em todo o país, com foco em criminosos condenados. A agência informou que, nas últimas semanas, foram deportados indivíduos com condenações por crimes graves, incluindo homicídio e tráfico de drogas.
O caso de Jared Adonay Cruz-Rivera, membro do Tren de Aragua, é um exemplo da atuação do ICE. Ele foi deportado após cumprir pena por roubo e ser preso por posse de drogas. A organização Tren de Aragua é considerada uma ameaça à segurança nacional pelos EUA.
Outro deportado, Olegario Ramirez, tinha condenações por homicídio e reentrada ilegal no país. Sua deportação ocorreu em 27 de julho, mesmo dia em que Bulmaro Rendon-Ramos, com histórico de roubo, furto e direção sob efeito de álcool, foi enviado de volta ao México.
Nammoun Khampanya, do Laos, foi deportado em 28 de julho, após condenações por posse de cocaína, posse de arma, obstrução policial e fraude. Ele era membro da gangue Crips. Já Omar Loaces Gonzalez, cubano, foi deportado em 17 de julho, com condenações por roubo de veículos e fraude eletrônica.
O haitiano Marc James Guerrier Pinard foi deportado em 16 de julho, após condenações por três roubos de carro à mão armada e prisão por furto. Esses casos ilustram o perfil dos imigrantes ilegais que o governo Trump está deportando.
O DHS afirma que essas ações são parte de um esforço contínuo para remover criminosos perigosos do país. A agência promete continuar trabalhando com o ICE e outras entidades para garantir a segurança dos americanos.
A queda na criminalidade, segundo o CCJ, é um fenômeno observado em várias cidades americanas, com exceção de alguns tipos de crimes. O relatório indica que os homicídios estão em queda, assim como outros delitos, o que é atribuído pelo governo às deportações.
A secretária assistente do DHS, Lauren Bis, afirmou que a administração Trump está comprometida em cumprir sua promessa de restaurar a lei e a ordem. Ela destacou que os números mostram que as políticas estão funcionando e que os americanos estão mais seguros.
O governo também enfrenta críticas de grupos que defendem os direitos dos imigrantes, que questionam a eficácia das deportações e apontam para possíveis violações de direitos humanos. No entanto, o DHS mantém sua posição e promete continuar com as operações.
A matéria original foi publicada pela Fox News e repercutida em diversos veículos. O governo Trump, por meio do DHS, reforça que a queda na criminalidade é resultado direto de suas políticas de imigração, enquanto o CCJ fornece dados que sustentam essa narrativa. A discussão deve permanecer em pauta nas próximas semanas, com novos relatórios e ações do governo.
Enquanto isso, as autoridades americanas continuam monitorando as taxas de criminalidade e avaliando o impacto das deportações. A expectativa é que os números continuem caindo, o que reforçaria a posição do governo de que suas medidas estão funcionando. O DHS, por sua vez, promete divulgar mais informações sobre as deportações e seus resultados.
A reportagem da Fox News também destacou que o ICE está intensificando as operações de imigração em todo o país, com foco em criminosos condenados. A agência informou que, nas últimas semanas, foram deportados indivíduos com condenações por crimes graves, incluindo homicídio e tráfico de drogas.
O caso de Jared Adonay Cruz-Rivera, membro do Tren de Aragua, é um exemplo da atuação do ICE. Ele foi deportado após cumprir pena por roubo e ser preso por posse de drogas. A organização Tren de Aragua é considerada uma ameaça à segurança nacional pelos EUA.
Outro deportado, Olegario Ramirez, tinha condenações por homicídio e reentrada ilegal no país. Sua deportação ocorreu em 27 de julho, mesmo dia em que Bulmaro Rendon-Ramos, com histórico de roubo, furto e direção sob efeito de álcool, foi enviado de volta ao México.
Nammoun Khampanya, do Laos, foi deportado em 28 de julho, após condenações por posse de cocaína, posse de arma, obstrução policial e fraude. Ele era membro da gangue Crips. Já Omar Loaces Gonzalez, cubano, foi deportado em 17 de julho, com condenações por roubo de veículos e fraude eletrônica.
O haitiano Marc James Guerrier Pinard foi deportado em 16 de julho, após condenações por três roubos de carro à mão armada e prisão por furto. Esses casos ilustram o perfil dos imigrantes ilegais que o governo Trump está deportando.
O DHS afirma que essas ações são parte de um esforço contínuo para remover criminosos perigosos do país. A agência promete continuar trabalhando com o ICE e outras entidades para garantir a segurança dos americanos.
A queda na criminalidade, segundo o CCJ, é um fenômeno observado em várias cidades americanas, com exceção de alguns tipos de crimes. O relatório indica que os homicídios estão em queda, assim como outros delitos, o que é atribuído pelo governo às deportações.
A secretária assistente do DHS, Lauren Bis, afirmou que a administração Trump está comprometida em cumprir sua promessa de restaurar a lei e a ordem. Ela destacou que os números mostram que as políticas estão funcionando e que os americanos estão mais seguros.
O governo também enfrenta críticas de grupos que defendem os direitos dos imigrantes, que questionam a eficácia das deportações e apontam para possíveis violações de direitos humanos. No entanto, o DHS mantém sua posição e promete continuar com as operações.
Leia mais aqui em inglês: https://www.foxnews.com/politics/dhs-points-common-sense-reason-collapsing-crime-no-surprise.
Fonte: Fox News.
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2026-07-31 18:00:00

