Tesouro Direto anuncia desativação de aplicativo a partir de 17 de agosto

Tesouro Direto anuncia desativação de aplicativo a partir de 17 de agosto
Fonte da imagem: Agência Brasil


O Ministério da Fazenda informou que o aplicativo do Tesouro Direto será desativado no dia 17 de agosto. Segundo a pasta, a medida foi tomada para permitir a “construção de uma nova experiência para os investidores”, que será divulgada em uma data ainda a ser definida.

Com a desativação do aplicativo, quem investe em títulos públicos poderá acompanhar sua carteira de investimentos por meio do Portal do Investidor, site oficial do Tesouro, ou nos aplicativos do banco ou corretora utilizados para fazer as operações de compra e venda dos títulos do governo federal.

Em nota à imprensa, o Tesouro reforçou que a desativação não representará qualquer impacto nos investimentos dos usuários. “Com a desativação do aplicativo, os investimentos dos participantes do programa permanecem inalterados, ou seja, títulos, valores investidos, rentabilidade e demais informações continuarão preservados”, informou o Tesouro.

A decisão foi publicada pela Agência Brasil em 1º de agosto de 2026, às 11h39. A notícia também foi acompanhada de outras informações econômicas, como a proposta de centrais sindicais para enfrentar o tarifaço dos EUA, a queda acumulada de 1,82% do dólar em julho e a manutenção da bandeira tarifária amarela em agosto.

O Tesouro Direto é um programa do governo federal que permite a compra de títulos públicos por pessoas físicas, com investimentos a partir de valores baixos. A desativação do aplicativo não afeta a rentabilidade dos títulos nem os valores investidos, que permanecem preservados.

Os investidores que utilizam o aplicativo devem buscar alternativas para acompanhar seus investimentos, como o Portal do Investidor, que é o site oficial do Tesouro, ou os aplicativos das instituições financeiras onde realizam suas operações.

A nova experiência prometida pelo Ministério da Fazenda ainda não tem data para ser divulgada, mas a pasta afirma que a medida visa melhorar o serviço oferecido aos investidores.

A desativação do aplicativo ocorre em um momento em que o Tesouro Direto tem ampliado sua base de investidores, com crescente interesse por títulos públicos como forma de diversificação de carteira.

A medida não afeta os investimentos já realizados, e os usuários podem continuar comprando e vendendo títulos normalmente por meio dos canais alternativos.

A Agência Brasil, que divulgou a notícia, é uma agência pública de notícias vinculada à Empresa Brasil de Comunicação (EBC), e a informação foi publicada na editoria de Economia.

A desativação do aplicativo do Tesouro Direto é uma mudança significativa para os investidores, que precisarão se adaptar aos novos canais de acompanhamento de seus investimentos.

O Ministério da Fazenda não detalhou os motivos técnicos ou operacionais que levaram à desativação, limitando-se a citar a construção de uma nova experiência para os investidores.

A nova data para o lançamento da nova experiência ainda será definida, e o Tesouro promete manter os investidores informados sobre as novidades.

Enquanto isso, os investidores podem utilizar o Portal do Investidor ou os aplicativos de seus bancos e corretoras para acompanhar seus títulos, valores e rentabilidade.

A medida foi anunciada em 1º de agosto de 2026, e a desativação está prevista para 17 de agosto do mesmo ano.

Fonte: Agência Brasil.

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