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	<title>Arquivo de 7 mil espécies de peixes - WeekNews</title>
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	<title>Arquivo de 7 mil espécies de peixes - WeekNews</title>
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		<title>Duas pescadoras brasileiras são homenageadas pela FAO em Roma</title>
		<link>https://weeknews.online/duas-pescadoras-brasileiras-sao-homenageadas-pela-fao-em-roma/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[ricardo]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 18 Oct 2026 12:47:40 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Pesquisa e Inovação]]></category>
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		<category><![CDATA[Peixe antes desprezado melhora renda de mulheres da pesca no Rio]]></category>
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		<category><![CDATA[Segurança alimentar exige esforço coletivo e articulação]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Duas pescadoras artesanais brasileiras estão entre as 100 mulheres de todo o mundo reconhecidas pela Organização das Nações Unidas para a Alimentação e Agricultura (FAO) como Heroínas dos Sistemas Agroalimentares e do Desenvolvimento Rural. Luena Maria Ferreira dos Santos, a Luena Pataxó, de 44 anos, e a pernambucana Joana Rodrigues Mousinho, de 70 anos, receberam a homenagem em Roma, na Itália, nesta semana. A iniciativa premiou trajetórias que contribuem para a segurança alimentar, a inclusão social, a sustentabilidade ambiental, a geração de renda e a resiliência das comunidades rurais. Luena se emocionou ao poder representar pescadores, marisqueiros e o povo Pataxó. &#8220;Não é possível falar de alimentos, de produção, sem falar das águas, da pesca artesanal. Somos parte da alimentação saudável na mesa do brasileiro&#8221;,&#8230;</p>
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<p>Duas pescadoras artesanais brasileiras estão entre as 100 mulheres de todo o mundo reconhecidas pela Organização das Nações Unidas para a Alimentação e Agricultura (FAO) como Heroínas dos Sistemas Agroalimentares e do Desenvolvimento Rural. Luena Maria Ferreira dos Santos, a Luena Pataxó, de 44 anos, e a pernambucana Joana Rodrigues Mousinho, de 70 anos, receberam a homenagem em Roma, na Itália, nesta semana.</p>
<p>A iniciativa premiou trajetórias que contribuem para a segurança alimentar, a inclusão social, a sustentabilidade ambiental, a geração de renda e a resiliência das comunidades rurais. Luena se emocionou ao poder representar pescadores, marisqueiros e o povo Pataxó. &#8220;Não é possível falar de alimentos, de produção, sem falar das águas, da pesca artesanal. Somos parte da alimentação saudável na mesa do brasileiro&#8221;, afirmou.</p>
<p>Baiana do extremo sul do estado, Luena tem uma vida inteira ligada à pesca e ao mar. Na infância, ajudava os pais na limpeza de peixes e mariscos. Já adulta, trabalhou como pescadora, mas deixou o barco para catar camarões depois que ficou viúva. Atualmente, preside o Comitê de Relacionamento de Pescadores do extremo sul da Bahia e criou o Grupo de Trabalho Indígena Nacional, por meio do Plano Nacional da Pesca Artesanal.</p>
<p>Já Joana Mousinho atua há mais de 60 anos na pesca artesanal no Canal de Santa Cruz, em Itapissuma (PE). Foi a primeira mulher a presidir uma colônia de pescadores e uma das pioneiras no país a obter o Registro Geral da Atividade Pesqueira (RGP). Também é uma das fundadoras da Articulação Nacional das Pescadoras, movimento que contribuiu para ampliar a visibilidade e os direitos das mulheres trabalhadoras da pesca artesanal no Brasil. Em 2024, recebeu o Prêmio Mulheres das Águas, do Ministério da Pesca e Aquicultura, na categoria Pesca Artesanal em Águas Marinhas.</p>
<p>Análise WeekNews: O reconhecimento da FAO a duas trabalhadoras da pesca artesanal reforça a presença de mulheres brasileiras em espaços de decisão ligados à alimentação e ao desenvolvimento rural. As trajetórias premiadas combinam atuação comunitária, representação institucional e defesa de direitos, elementos que a própria FAO associa à resiliência das comunidades rurais. Ao destacar nomes ligados à pesca artesanal e a povos indígenas, a premiação dá visibilidade internacional a segmentos que, segundo a fala de Luena, se apresentam como parte da alimentação saudável que chega à mesa dos brasileiros.</p>
<p>Fonte: <a href="https://www.fao.org/newsroom/detail/fao-honours-100-women-heroes-driving-change-across-agrifood-systems/en" target="_blank" rel="nofollow noopener noreferrer">fao.org</a>.</p>

<p>Leia mais aqui em inglês: <a href="https://www.fao.org/newsroom/detail/fao-honours-100-women-heroes-driving-change-across-agrifood-systems/en" target="_blank" rel="nofollow noopener noreferrer">https://www.fao.org/newsroom/detail/fao-honours-100-women-heroes-driving-change-across-agrifood-systems/en</a>.</p>
<p>O post <a href="https://weeknews.online/duas-pescadoras-brasileiras-sao-homenageadas-pela-fao-em-roma/">Duas pescadoras brasileiras são homenageadas pela FAO em Roma</a> apareceu primeiro em <a href="https://weeknews.online">WeekNews</a>.</p>
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		<title>Amazônia tem menor desmatamento em 41 anos, mas perda histórica chega a 54,7 milhões de hectares</title>
		<link>https://weeknews.online/amazonia-tem-menor-desmatamento-em-41-anos-mas-perda-historica-chega-a-547-milhoes-de-hectares/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[ricardo]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 15 Oct 2026 14:05:09 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Noticías]]></category>
		<category><![CDATA[7 mil espécies de peixes]]></category>
		<category><![CDATA[Agropecuária]]></category>
		<category><![CDATA[Agropecuária ocupa territórios próximos aos preservados na Amazônia]]></category>
		<category><![CDATA[Amazônia]]></category>
		<category><![CDATA[Amazônia tem mais de 2]]></category>
		<category><![CDATA[aponta estudo]]></category>
		<category><![CDATA[avanço da agropecuária sobre o bioma Amazônia foi intenso]]></category>
		<category><![CDATA[Coleção 11 do MapBiomas]]></category>
		<category><![CDATA[Departamento Nacional de Infraestrutura de Transportes (Dnit)]]></category>
		<category><![CDATA[Desmatamento]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Fonte da imagem: Agência Brasil O desmatamento na Amazônia atingiu em 2025 o menor nível dos últimos 41 anos, segundo a Coleção 11 do MapBiomas, que reúne dados de cobertura e uso da terra no Brasil entre 1985 e 2025. A área devastada no ano passado somou 693 mil hectares, o menor patamar da série histórica. A maior parte da destruição ocorreu sobre vegetação primária: 639 mil hectares foram desmatados em áreas onde a vegetação nativa permanecia intocada. Outros 54 mil hectares correspondem a vegetação secundária, ou seja, ecossistemas que já haviam sofrido intervenção humana, mas ainda mantinham capacidade de regeneração natural. Apesar do recuo no ritmo anual, o levantamento mostra o tamanho acumulado da perda. Entre 1985 e 2025, a Amazônia perdeu 54,7 milhões&#8230;</p>
<p class="excerpt-more"><a class="blog-excerpt button" href="https://weeknews.online/amazonia-tem-menor-desmatamento-em-41-anos-mas-perda-historica-chega-a-547-milhoes-de-hectares/">Leia mais...</a></p>
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										<content:encoded><![CDATA[<figure class="weeknews-ai-media" style="margin:24px 0;max-width:100%;clear:both;"><img loading="lazy" style="max-width:100%;height:auto;display:block;" src="https://weeknews.online/wp-content/uploads/2026/07/dji_20260514133612_0223_d_55279773377_o-1024x512.jpg" alt="Amazônia tem menor desmatamento em 41 anos, mas perda histórica chega a 54,7 milhões de hectares" decoding="async"><figcaption class="weeknews-ai-credit" style="font-size:13px;line-height:1.45;margin-top:8px;color:#666;text-align:center;">Fonte da imagem: <a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/meio-ambiente/noticia/2026-10/mapbiomas-amazonia-registra-menor-nivel-de-desmatamento-em-41-anos" target="_blank" rel="nofollow noopener noreferrer">Agência Brasil</a></figcaption></figure>
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<p>O desmatamento na Amazônia atingiu em 2025 o menor nível dos últimos 41 anos, segundo a Coleção 11 do MapBiomas, que reúne dados de cobertura e uso da terra no Brasil entre 1985 e 2025. A área devastada no ano passado somou 693 mil hectares, o menor patamar da série histórica.</p>
<p>A maior parte da destruição ocorreu sobre vegetação primária: 639 mil hectares foram desmatados em áreas onde a vegetação nativa permanecia intocada. Outros 54 mil hectares correspondem a vegetação secundária, ou seja, ecossistemas que já haviam sofrido intervenção humana, mas ainda mantinham capacidade de regeneração natural.</p>
<p>Apesar do recuo no ritmo anual, o levantamento mostra o tamanho acumulado da perda. Entre 1985 e 2025, a Amazônia perdeu 54,7 milhões de hectares de vegetação nativa. Somados ao território já transformado pelo homem antes do período analisado, o bioma acumula 74,6 milhões de hectares antropizados.</p>
<p>A formação florestal foi o tipo de vegetação mais afetado em quatro décadas, com perda de 49,7 milhões de hectares, o equivalente a uma redução de 14,8%.</p>
<p>Pressão sobre áreas protegidas</p>
<p>O avanço da agropecuária sobre o bioma foi intenso em territórios próximos a áreas protegidas, como Unidades de Conservação, Terras Indígenas e Quilombolas. Em 2025, a atividade ocupava 30,5% do total dessas áreas.</p>
<p>A proximidade de estradas também aparece como fator de pressão. Segundo o estudo, as áreas mais próximas às vias são as mais ocupadas pela agropecuária, em locais onde a vegetação nativa responde por 98% da cobertura.</p>
<p>No total, a agropecuária fechou 2025 ocupando 15,5% do território da Amazônia, uma área de 65,3 milhões de hectares. Desse montante, 50,8 milhões de hectares (12% do bioma) são de pastagem para pecuária, e 8,6 milhões de hectares (2% do território) são de agricultura.</p>
<p>A mineração, por sua vez, ocupa 440 mil hectares do bioma em 2025, ante 32 mil hectares no início da série histórica. O crescimento representa uma área 14 vezes maior em 41 anos.</p>
<p>Para chegar aos resultados, o estudo cruzou os dados da Coleção 11 do MapBiomas com vias mapeadas a partir das bases de estradas do Departamento Nacional de Infraestrutura de Transportes (Dnit) e informações do OpenStreetMap. O total de 618 mil km de vias considera também trechos que não fazem parte da malha rodoviária oficial.</p>
<p>Análise WeekNews: O dado de 2025 indica uma desaceleração do desmatamento anual na Amazônia, no menor patamar em 41 anos. Ao mesmo tempo, os números acumulados mostram que a pressão histórica sobre o bioma permanece em escala elevada: são 54,7 milhões de hectares de vegetação nativa perdidos desde 1985 e 74,6 milhões de hectares antropizados. A ocupação agropecuária em 30,5% das áreas protegidas e o avanço da mineração, que passou de 32 mil para 440 mil hectares em quatro décadas, são elementos que ajudam a dimensionar a pressão que segue incidindo sobre territórios de vegetação preservada.</p>
<p>Fonte: <a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/meio-ambiente/noticia/2026-10/mapbiomas-amazonia-registra-menor-nivel-de-desmatamento-em-41-anos" target="_blank" rel="nofollow noopener noreferrer">Agência Brasil</a>.</p>

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			</item>
		<item>
		<title>Agropecuária avança sobre entorno de áreas protegidas na Amazônia, aponta MapBiomas</title>
		<link>https://weeknews.online/agropecuaria-avanca-sobre-entorno-de-areas-protegidas-na-amazonia-aponta-mapbiomas/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[ricardo]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 14 Oct 2026 11:04:08 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Noticías]]></category>
		<category><![CDATA[7 mil espécies de peixes]]></category>
		<category><![CDATA[Agropecuária]]></category>
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		<category><![CDATA[Amazônia tem mais de 2]]></category>
		<category><![CDATA[aponta estudo]]></category>
		<category><![CDATA[áreas protegidas]]></category>
		<category><![CDATA[Devastação na Amazônia pode quebrar maior "máquina de chuva" do mundo]]></category>
		<category><![CDATA[MapBiomas]]></category>
		<category><![CDATA[Meio Ambiente]]></category>
		<category><![CDATA[Mulheres indígenas reivindicam protagonismo como guardiãs da Amazônia]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Fonte da imagem: Agência Brasil A agropecuária ocupava, em 2025, 30,5% do território de áreas protegidas da Amazônia ou de seu entorno, segundo recorte do MapBiomas divulgado nesta quarta-feira (14). Os dados integram a Coleção 11 do projeto, que reúne informações sobre cobertura e uso da terra no Brasil entre 1985 e 2025. Do total de 65,2 milhões de hectares ocupados pela atividade no bioma em 2025, 13,6 milhões estão em áreas no entorno de Unidades de Conservação, Terras Indígenas e territórios quilombolas, locais onde a legislação protege a vegetação nativa. Em 41 anos, a agropecuária cresceu 561% no entorno dessas áreas protegidas. O estudo também aponta relação entre a proximidade de estradas e a pressão sobre a vegetação. Dos 157 milhões de hectares situados&#8230;</p>
<p class="excerpt-more"><a class="blog-excerpt button" href="https://weeknews.online/agropecuaria-avanca-sobre-entorno-de-areas-protegidas-na-amazonia-aponta-mapbiomas/">Leia mais...</a></p>
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										<content:encoded><![CDATA[<figure class="weeknews-ai-media" style="margin:24px 0;max-width:100%;clear:both;"><img loading="lazy" style="max-width:100%;height:auto;display:block;" src="https://weeknews.online/wp-content/uploads/2026/10/fazenda-1024x512.jpg" alt="Agropecuária avança sobre entorno de áreas protegidas na Amazônia, aponta MapBiomas" decoding="async"><figcaption class="weeknews-ai-credit" style="font-size:13px;line-height:1.45;margin-top:8px;color:#666;text-align:center;">Fonte da imagem: <a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/meio-ambiente/noticia/2026-10/agropecuaria-ocupa-territorios-proximos-aos-preservados-na-amazonia" target="_blank" rel="nofollow noopener noreferrer">Agência Brasil</a></figcaption></figure>
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<p>A agropecuária ocupava, em 2025, 30,5% do território de áreas protegidas da Amazônia ou de seu entorno, segundo recorte do MapBiomas divulgado nesta quarta-feira (14). Os dados integram a Coleção 11 do projeto, que reúne informações sobre cobertura e uso da terra no Brasil entre 1985 e 2025.</p>
<p>Do total de 65,2 milhões de hectares ocupados pela atividade no bioma em 2025, 13,6 milhões estão em áreas no entorno de Unidades de Conservação, Terras Indígenas e territórios quilombolas, locais onde a legislação protege a vegetação nativa. Em 41 anos, a agropecuária cresceu 561% no entorno dessas áreas protegidas.</p>
<p>O estudo também aponta relação entre a proximidade de estradas e a pressão sobre a vegetação. Dos 157 milhões de hectares situados a até 5 km dos 618 mil km de vias mapeados, 40,2% são ocupados por atividades agropecuárias — o equivalente a 63 milhões de hectares, ou mais de 96% de toda a área ocupada pela atividade no bioma. Conforme a distância das vias aumenta, a participação da agropecuária cai para 26,7%.</p>
<p>Para o pesquisador do Imazon Bruno Ferreira, que integra a equipe do MapBiomas Amazônia, essa forma de ocupação representa ameaça à conservação do bioma. &#8220;As estradas facilitam o acesso a áreas de vegetação nativa, favorecendo processos de ocupação e conversão da terra. No entorno e no interior das áreas protegidas, essa pressão pode se refletir na expansão da agropecuária, da mineração e de outras atividades que modificam a cobertura e o uso da terra&#8221;, alerta.</p>
<p>O levantamento cruzou dados da Coleção 11 do MapBiomas com vias mapeadas a partir das bases do Departamento Nacional de Infraestrutura de Transportes (DNIT) e informações do OpenStreetMap. O total de 618 mil km de vias inclui estradas que não fazem parte da malha rodoviária oficial.</p>
<p>Desmatamento</p>
<p>O recorte atualiza ainda os dados de desmatamento na Amazônia em 2025, quando foram registrados 693 mil hectares, o menor valor da série histórica. A maior parte — 639 mil hectares — ocorreu em vegetação primária, onde a vegetação nativa permanecia intocada. Outros 54 mil hectares foram desmatados em vegetação secundária, já afetada por intervenção humana, mas com capacidade de regeneração natural.</p>
<p>Entre 1985 e 2025, a Amazônia perdeu 54,7 milhões de hectares de vegetação nativa. Somados ao território transformado anteriormente, o bioma acumula 74,6 milhões de hectares antropizados. Em 41 anos, a formação florestal foi o tipo de vegetação mais afetado, com perda de 49,7 milhões de hectares, redução de 14,8%.</p>
<p>No balanço geral, a agropecuária fechou 2025 ocupando 15,5% do território da Amazônia, em uma área de 65,3 milhões de hectares. Desse total, 50,8 milhões de hectares (12% do bioma) são de pastagem para pecuária, e 8,6 milhões de hectares são de agricultura, o equivalente a 2% do território. A mineração ocupa 440 mil hectares, ante 32 mil hectares no início da série histórica — área 14 vezes maior em 41 anos.</p>
<p>Análise WeekNews: Os números do MapBiomas indicam que a expansão agropecuária na Amazônia não ocorre de forma homogênea, mas concentrada nas faixas mais próximas às vias e no entorno de áreas legalmente protegidas. A diferença entre a ocupação a até 5 km das estradas (40,2%) e a média das áreas mais distantes (26,7%) sustenta a avaliação do pesquisador de que o acesso viário funciona como vetor dessa pressão. O dado de que 96% da área ocupada pela atividade no bioma está nessa faixa de proximidade reforça a relação entre infraestrutura de transporte e conversão do uso da terra. Ao mesmo tempo, o desmatamento de 693 mil hectares em 2025, o menor da série, aponta desaceleração no ritmo de supressão de vegetação primária, ainda que o passivo acumulado em quatro décadas permaneça elevado.</p>
<p>Fonte: <a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/meio-ambiente/noticia/2026-10/agropecuaria-ocupa-territorios-proximos-aos-preservados-na-amazonia" target="_blank" rel="nofollow noopener noreferrer">Agência Brasil</a>.</p>

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			</item>
		<item>
		<title>Consulta pública vai revisar regras de pesca amadora e esportiva até 18 de novembro</title>
		<link>https://weeknews.online/consulta-publica-vai-revisar-regras-de-pesca-amadora-e-esportiva-ate-18-de-novembro/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[ricardo]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 08 Oct 2026 20:48:12 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Noticías]]></category>
		<category><![CDATA[7 mil espécies de peixes]]></category>
		<category><![CDATA[Amazônia tem mais de 2]]></category>
		<category><![CDATA[aponta estudo]]></category>
		<category><![CDATA[Brasil Participativo]]></category>
		<category><![CDATA[Consulta Pública]]></category>
		<category><![CDATA[Estudo mostra fóssil de peixe pré-histórico encontrado em Mato Grosso]]></category>
		<category><![CDATA[Meio Ambiente]]></category>
		<category><![CDATA[Peixe antes desprezado melhora renda de mulheres da pesca no Rio]]></category>
		<category><![CDATA[Pesca Amadora]]></category>
		<category><![CDATA[pesca esportiva]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Fonte da imagem: Agência Brasil Pescadores amadores e esportivos, entidades de classe, colegiados e órgãos públicos têm até 18 de novembro para contribuir com a consulta pública que vai revisar as normas da pesca amadora e esportiva no país. A participação é feita pela plataforma Brasil Participativo. O foco da consulta é a Instrução Normativa MPA nº 5/2012, que regulamenta a inscrição e a concessão de licenças a pessoas físicas no Registro Geral da Atividade Pesqueira (RGP), na categoria Pescador Amador ou Esportivo. A norma também disciplina a autorização para competições de pesca amadora ou esportiva concedida a pessoas jurídicas responsáveis pela realização ou organização desses eventos. A consulta busca reunir subsídios para a revisão do dispositivo. A pesca amadora ou esportiva é definida como&#8230;</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<figure class="weeknews-ai-media" style="margin:24px 0;max-width:100%;clear:both;"><img loading="lazy" style="max-width:100%;height:auto;display:block;" src="https://weeknews.online/wp-content/uploads/2026/10/d399e156-ca7d-409d-823f-b48ab2e51565-1024x512.jpeg" alt="Consulta pública vai revisar regras de pesca amadora e esportiva até 18 de novembro" decoding="async"><figcaption class="weeknews-ai-credit" style="font-size:13px;line-height:1.45;margin-top:8px;color:#666;text-align:center;">Fonte da imagem: <a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/meio-ambiente/noticia/2026-10/revisao-de-regras-para-pesca-amadora-esta-em-consulta-publica" target="_blank" rel="nofollow noopener noreferrer">Agência Brasil</a></figcaption></figure>
<p><a style="display:block;" href="https://weeknews.online/" target="_blank" rel="nofollow noopener noreferrer"></p>
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<p>Pescadores amadores e esportivos, entidades de classe, colegiados e órgãos públicos têm até 18 de novembro para contribuir com a consulta pública que vai revisar as normas da pesca amadora e esportiva no país. A participação é feita pela plataforma Brasil Participativo.</p>
<p>O foco da consulta é a Instrução Normativa MPA nº 5/2012, que regulamenta a inscrição e a concessão de licenças a pessoas físicas no Registro Geral da Atividade Pesqueira (RGP), na categoria Pescador Amador ou Esportivo. A norma também disciplina a autorização para competições de pesca amadora ou esportiva concedida a pessoas jurídicas responsáveis pela realização ou organização desses eventos.</p>
<p>A consulta busca reunir subsídios para a revisão do dispositivo. A pesca amadora ou esportiva é definida como a atividade praticada com equipamentos ou apetrechos previstos em legislação específica, com finalidade de lazer ou esporte. A modalidade tem natureza não comercial em relação ao produto da captura, e a venda do que for pescado é proibida.</p>
<p>Análise WeekNews: a abertura da consulta pública coloca em discussão um conjunto de regras que está em vigor desde 2012 e alcança tanto pescadores individuais quanto organizadores de competições. Na prática, o processo oferece aos diretamente afetados a chance de influenciar a atualização da norma antes que ela seja revisada.</p>
<p>Fonte: <a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/meio-ambiente/noticia/2026-10/revisao-de-regras-para-pesca-amadora-esta-em-consulta-publica" target="_blank" rel="nofollow noopener noreferrer">Agência Brasil</a>.</p>

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		<title>Fórum Brasileiro de Educação Ambiental recebe inscrições de trabalhos até 30 de setembro</title>
		<link>https://weeknews.online/forum-brasileiro-de-educacao-ambiental-recebe-inscricoes-de-trabalhos-ate-30-de-setembro/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[ricardo]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 28 Sep 2026 13:13:29 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>Estudantes e profissionais que pretendem apresentar trabalhos no 10º Fórum Brasileiro de Educação Ambiental (FBEA) têm até a próxima quarta-feira (30) para se inscrever. O encontro será realizado de 23 a 28 de novembro deste ano, em Brasília, com o tema Educação Ambiental pela Vida. Podem ser submetidos pesquisas, relatos de experiência, práticas educativas, projetos, ações comunitárias e tecnologias sociais de educação ambiental que atendam aos requisitos do edital de submissão publicado pelo Ministério do Meio Ambiente (MMA). A inscrição deve ser feita online, com pagamento de taxa que varia de R$ 20, para estudantes da educação básica, a R$ 70, para profissionais que não sejam professores. Quem não vai apresentar trabalho pode se inscrever até o último dia do fórum. A entrada é gratuita&#8230;</p>
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<p>Estudantes e profissionais que pretendem apresentar trabalhos no 10º Fórum Brasileiro de Educação Ambiental (FBEA) têm até a próxima quarta-feira (30) para se inscrever. O encontro será realizado de 23 a 28 de novembro deste ano, em Brasília, com o tema Educação Ambiental pela Vida.</p>
<p>Podem ser submetidos pesquisas, relatos de experiência, práticas educativas, projetos, ações comunitárias e tecnologias sociais de educação ambiental que atendam aos requisitos do edital de submissão publicado pelo Ministério do Meio Ambiente (MMA). A inscrição deve ser feita online, com pagamento de taxa que varia de R$ 20, para estudantes da educação básica, a R$ 70, para profissionais que não sejam professores.</p>
<p>Quem não vai apresentar trabalho pode se inscrever até o último dia do fórum. A entrada é gratuita para professores e estudantes da educação básica das redes pública e particular, além de povos indígenas, quilombolas e comunidades tradicionais.</p>
<p>A programação inclui, além da apresentação dos trabalhos, mesas temáticas, oficinas e uma feira de economia solidária com produtos da agricultura familiar. Entre os assuntos previstos estão educomunicação informal, justiça ambiental, justiça climática, lutas populares, políticas públicas, redes e territórios, participação, mobilização e controle social.</p>
<p>O fórum tem como objetivos compartilhar conhecimentos, ampliar redes de cooperação e fortalecer políticas públicas de educação ambiental. A realização é do MMA, da Rede Brasileira de Educação Ambiental (Rebea), do Instituto Brasília Ambiental (Ibram/DF), da Articulação Nacional de Políticas Públicas de Educação Ambiental (Anppea) e da Universidade de Brasília (UnB).</p>
<p>Análise WeekNews: A gratuidade para professores e estudantes da educação básica, povos indígenas, quilombolas e comunidades tradicionais, somada à taxa reduzida para os demais participantes que apresentam trabalhos, indica uma tentativa de ampliar o acesso ao fórum para além do público profissional já engajado na área. A presença de cinco instituições na realização do evento, entre órgãos federais, rede nacional, articulação de políticas públicas e universidade, sugere que o encontro funciona como espaço de articulação entre governo, sociedade civil e academia em torno da educação ambiental.</p>
<p>Fonte: <a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/meio-ambiente/noticia/2026-09/inscricao-de-trabalhos-no-forum-de-educacao-ambiental-termina-dia-30" target="_blank" rel="nofollow noopener noreferrer">Agência Brasil</a>.</p>

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		<title>Ministério da Saúde instala base da Força Nacional do SUS no Rio para agilizar resposta a emergências climáticas</title>
		<link>https://weeknews.online/ministerio-da-saude-instala-base-da-forca-nacional-do-sus-no-rio-para-agilizar-resposta-a-emergencias-climaticas/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[ricardo]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 09 Sep 2026 21:24:06 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>Fonte da imagem: Agência Brasil O Ministério da Saúde instalou nesta quarta-feira (9) uma base da Força Nacional do Sistema Único de Saúde (FN-SUS) na cidade do Rio de Janeiro. O objetivo é reforçar o atendimento em emergências sanitárias e desastres causados por mudanças climáticas, como ondas de calor e enchentes, com capacidade de cobertura para estados e municípios da Região Sudeste. A unidade, que funcionará na sede da Agência Nacional de Saúde Suplementar (ANS), no bairro da Glória, zona sul, contará com equipamentos de comunicação via satélite, drones, veículos, suporte para deslocamento de equipes e um posto médico avançado. Em situações de emergência, a capacidade de atendimento poderá ser ampliada com a adesão de equipes e voluntários, em articulação com estados e municípios. A&#8230;</p>
<p class="excerpt-more"><a class="blog-excerpt button" href="https://weeknews.online/ministerio-da-saude-instala-base-da-forca-nacional-do-sus-no-rio-para-agilizar-resposta-a-emergencias-climaticas/">Leia mais...</a></p>
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										<content:encoded><![CDATA[<figure class="weeknews-ai-media" style="margin:24px 0;max-width:100%;clear:both;"><img loading="lazy" style="max-width:100%;height:auto;display:block;" src="https://weeknews.online/wp-content/uploads/2026/09/chuvas_no_rio_grande_do_sul01-620x620_copy-1024x512.jpg" alt="Ministério da Saúde instala base da Força Nacional do SUS no Rio para agilizar resposta a emergências climáticas" decoding="async"><figcaption class="weeknews-ai-credit" style="font-size:13px;line-height:1.45;margin-top:8px;color:#666;text-align:center;">Fonte da imagem: <a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/meio-ambiente/noticia/2026-09/rio-recebe-base-da-forca-nacional-do-sus-para-enfrentar-el-nino" target="_blank" rel="nofollow noopener noreferrer">Agência Brasil</a></figcaption></figure>
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<p>O Ministério da Saúde instalou nesta quarta-feira (9) uma base da Força Nacional do Sistema Único de Saúde (FN-SUS) na cidade do Rio de Janeiro. O objetivo é reforçar o atendimento em emergências sanitárias e desastres causados por mudanças climáticas, como ondas de calor e enchentes, com capacidade de cobertura para estados e municípios da Região Sudeste.</p>
<p>A unidade, que funcionará na sede da Agência Nacional de Saúde Suplementar (ANS), no bairro da Glória, zona sul, contará com equipamentos de comunicação via satélite, drones, veículos, suporte para deslocamento de equipes e um posto médico avançado. Em situações de emergência, a capacidade de atendimento poderá ser ampliada com a adesão de equipes e voluntários, em articulação com estados e municípios.</p>
<p>A iniciativa busca reduzir o tempo de resposta em emergências e integrar ações do poder público, especialmente diante da aproximação do El Niño. O fenômeno climático, segundo projeções para 2026, deve provocar temporais, chuvas intensas e ondas de calor no Sudeste, enquanto outras regiões podem enfrentar seca, incêndios e inundações, cenário que pode sobrecarregar os serviços locais de saúde.</p>
<p>&#8220;Agora, com a base do Rio de Janeiro, conseguimos chegar em até 12 horas em qualquer localidade da Região Sudeste&#8221;, afirmou o ministro da Saúde, Alexandre Padilha, em nota enviada à imprensa durante a inauguração.</p>
<p>A base no Rio é a terceira do tipo no país. As outras duas já operam em Porto Alegre (RS) e Salvador (BA). Até o fim do ano, a pasta pretende inaugurar mais seis unidades em diferentes regiões do Brasil.</p>
<p>As bases funcionam integradas aos Centros de Informação em Saúde e Clima (Cisc), que reúnem dados sobre meio ambiente, clima e demografia para antecipar e planejar ações de vigilância em saúde, prevenção de doenças e respostas a eventos extremos.</p>
<p>A instalação ocorre em meio a alertas sobre os impactos das mudanças climáticas na saúde. Pesquisa da Fiocruz divulgada em junho contabilizou 120 mil mortes no Brasil em 20 anos por inação em ondas de calor, com idosos, mulheres e crianças entre as principais vítimas. O estudo recomendou a ativação, pelo SUS, de sistemas de monitoramento e alerta antecipado. Em nota técnica sobre o El Niño, a Fiocruz também destacou que enchentes, secas e queimadas produzem efeitos imediatos e prolongados, desorganizam serviços, deslocam populações, ampliam a exposição a agentes infecciosos e ambientais, interrompem tratamentos e agravam o sofrimento mental, exigindo uma resposta preventiva integrada entre SUS, Defesa Civil, saneamento e assistência social.</p>
<p>A decisão também atende a recomendações de estudo da Universidade de Oxford, no Reino Unido, sobre a vulnerabilidade de cidades a ondas de calor. No Brasil, 11 dos 15 municípios com mais de 1 milhão de habitantes foram considerados vulneráveis, incluindo o Rio de Janeiro, além de Goiânia e Manaus, que lideram o ranking.</p>
<p>Fonte: <a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/meio-ambiente/noticia/2026-09/rio-recebe-base-da-forca-nacional-do-sus-para-enfrentar-el-nino" target="_blank" rel="nofollow noopener noreferrer">Agência Brasil</a>.</p>

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		<title>Amazonas ganha quatro novas reservas de desenvolvimento sustentável</title>
		<link>https://weeknews.online/amazonas-ganha-quatro-novas-reservas-de-desenvolvimento-sustentavel/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[ricardo]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 08 Sep 2026 22:03:06 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[7 mil espécies de peixes]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Fonte da imagem: Agência Brasil O presidente Luiz Inácio Lula da Silva assinou decreto que cria quatro reservas de desenvolvimento sustentável no Amazonas, em uma medida que visa proteger a biodiversidade e os modos de vida agroextrativistas das populações locais. A categoria de unidade de conservação permite o uso sustentável dos recursos pelos moradores. As novas reservas são: Tupana Igapó-Açu I, no município de Borba; Tupana Igapó-Açu II, em Beruri e Tapauá; Canaã, em Careiro e Arautazes; e Mirari, em Humaitá. Juntas, elas somam cerca de 669 mil hectares. No mesmo evento, o presidente também assinou decreto que amplia o Parque Nacional de Sete Cidades, no Piauí, em 7.192 hectares, totalizando 13.502 hectares. Em discurso, Lula afirmou que a proteção total do meio ambiente só&#8230;</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<figure class="weeknews-ai-media" style="margin:24px 0;max-width:100%;clear:both;"><img loading="lazy" style="max-width:100%;height:auto;display:block;" src="https://weeknews.online/wp-content/uploads/2026/09/floresta_amazonica_conservada_em_caracarai_rr-1024x512.jpg" alt="Amazonas ganha quatro novas reservas de desenvolvimento sustentável" decoding="async"><figcaption class="weeknews-ai-credit" style="font-size:13px;line-height:1.45;margin-top:8px;color:#666;text-align:center;">Fonte da imagem: <a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/meio-ambiente/noticia/2026-09/amazonas-ganha-quatro-reservas-de-desenvolvimento-sustentavel" target="_blank" rel="nofollow noopener noreferrer">Agência Brasil</a></figcaption></figure>
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<p>O presidente Luiz Inácio Lula da Silva assinou decreto que cria quatro reservas de desenvolvimento sustentável no Amazonas, em uma medida que visa proteger a biodiversidade e os modos de vida agroextrativistas das populações locais. A categoria de unidade de conservação permite o uso sustentável dos recursos pelos moradores.</p>
<p>As novas reservas são: Tupana Igapó-Açu I, no município de Borba; Tupana Igapó-Açu II, em Beruri e Tapauá; Canaã, em Careiro e Arautazes; e Mirari, em Humaitá. Juntas, elas somam cerca de 669 mil hectares.</p>
<p>No mesmo evento, o presidente também assinou decreto que amplia o Parque Nacional de Sete Cidades, no Piauí, em 7.192 hectares, totalizando 13.502 hectares. Em discurso, Lula afirmou que a proteção total do meio ambiente só ocorrerá quando a sociedade perceber o quão lucrativo é o turismo em áreas preservadas para &#8220;descansar e conhecer a nossa riqueza&#8221;. Ele acrescentou que a sociedade &#8220;vai ter o dinheiro suficiente para justificar que a floresta em pé é mais rentável que uma floresta derrubada ou queimada&#8221;.</p>
<p>A assinatura dos decretos ocorreu em alusão ao Dia da Amazônia, celebrado em 5 de setembro. Na ocasião, o Serviço Florestal Brasileiro assinou os contratos de concessão das Unidades de Manejo Florestal II e III da Floresta Nacional (Flona) de Humaitá, no Amazonas, com prazo de 40 anos. Os contratos abrangem 162,7 mil hectares e concluem a concessão das três unidades da Flona, que totalizam 200,9 mil hectares sob manejo sustentável.</p>
<p>O evento também marcou a destinação de R$ 50,5 milhões do Fundo Amazônia, em recursos não reembolsáveis, ao projeto Naturezas Quilombolas. O valor deverá apoiar a gestão territorial e ambiental de comunidades quilombolas na Amazônia Legal, com previsão de elaboração e implementação de planos de gestão em mais de 16 territórios. O projeto, com prazo de 60 meses, será executado pela Fundação Guamá.</p>
<p>Análise WeekNews: A criação das reservas e a ampliação do parque nacional, somadas às concessões florestais e ao aporte do Fundo Amazônia, reforçam uma agenda integrada de conservação e uso sustentável dos recursos na região. A fala do presidente sobre a rentabilidade da floresta em pé sugere uma aposta na valorização econômica da preservação como forma de garantir sua manutenção a longo prazo.</p>
<p>Fonte: <a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/meio-ambiente/noticia/2026-09/amazonas-ganha-quatro-reservas-de-desenvolvimento-sustentavel" target="_blank" rel="nofollow noopener noreferrer">Agência Brasil</a>.</p>

<p>O post <a href="https://weeknews.online/amazonas-ganha-quatro-novas-reservas-de-desenvolvimento-sustentavel/">Amazonas ganha quatro novas reservas de desenvolvimento sustentável</a> apareceu primeiro em <a href="https://weeknews.online">WeekNews</a>.</p>
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