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	<title>Arquivo de Animais - WeekNews</title>
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	<title>Arquivo de Animais - WeekNews</title>
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		<title>Bombeiros do Rio superam 18 mil resgates de animais em 2026, de cães a baleias</title>
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		<dc:creator><![CDATA[ricardo]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 19 Aug 2026 15:38:18 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Noticías]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Fonte da imagem: Agência Brasil Feed Editoria Radioagência Nacional. O Corpo de Bombeiros do Rio de Janeiro já realizou mais de 18 mil salvamentos de animais somente neste ano. A marca expressiva, alcançada entre janeiro e agosto de 2026, inclui desde os tradicionais resgates de cães e gatos até ocorrências incomuns envolvendo baleias, pinguins, jacarés e até um golfinho. Um dos casos mais recentes aconteceu no último domingo (16), quando um cão foi encontrado em uma área de difícil acesso no alto de uma comunidade em Copacabana, na zona sul da capital fluminense. O animal corria o risco de cair da encosta, o que exigiu uma operação delicada dos bombeiros. Para chegar até o cachorro, a equipe utilizou rapel e desceu cerca de 70 metros&#8230;</p>
<p class="excerpt-more"><a class="blog-excerpt button" href="https://weeknews.online/bombeiros-do-rio-superam-18-mil-resgates-de-animais-em-2026-de-caes-a-baleias/">Leia mais...</a></p>
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										<content:encoded><![CDATA[<figure class="weeknews-ai-media" style="margin:24px 0;max-width:100%;clear:both;"><img loading="lazy" style="max-width:100%;height:auto;display:block;" src="https://weeknews.online/wp-content/uploads/2026/08/904055-bombeiros20rio_veC3ADculo20de20combate_20incC3AAndio_co2_20-9703-1024x512.jpg" alt="Bombeiros do Rio superam 18 mil resgates de animais em 2026, de cães a baleias" decoding="async"><figcaption class="weeknews-ai-credit" style="font-size:13px;line-height:1.45;margin-top:8px;color:#666;text-align:center;">Fonte da imagem: <a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/radioagencia-nacional/meio-ambiente/audio/2026-08/bombeiros-do-rio-ja-fizeram-18-mil-salvamentos-de-animais-em-2026" target="_blank" rel="nofollow noopener noreferrer">Agência Brasil</a></figcaption></figure>
<p><a style="display:block;" href="https://weeknews.online/" target="_blank" rel="nofollow noopener noreferrer"></p>
<p>    </a></p>

<p>Feed Editoria Radioagência Nacional.</p>

<p>O Corpo de Bombeiros do Rio de Janeiro já realizou mais de 18 mil salvamentos de animais somente neste ano. A marca expressiva, alcançada entre janeiro e agosto de 2026, inclui desde os tradicionais resgates de cães e gatos até ocorrências incomuns envolvendo baleias, pinguins, jacarés e até um golfinho.</p>
<p>Um dos casos mais recentes aconteceu no último domingo (16), quando um cão foi encontrado em uma área de difícil acesso no alto de uma comunidade em Copacabana, na zona sul da capital fluminense. O animal corria o risco de cair da encosta, o que exigiu uma operação delicada dos bombeiros. Para chegar até o cachorro, a equipe utilizou rapel e desceu cerca de 70 metros até o local. Após o resgate, o cão foi entregue aos cuidados de uma ONG de proteção aos animais.</p>
<p>Os acionamentos para resgatar cães e gatos são os mais frequentes na corporação. Somados, esses atendimentos chegam a quase sete mil ocorrências desde janeiro. Mas a estatística da corporação vai muito além dos animais domésticos: neste ano, os bombeiros fluminenses também socorreram 15 pinguins e cinco baleias, além de gambás, cobras, aves, morcegos, jacarés e um golfinho.</p>
<p>Os resgates são acionados pela população por meio do número 193, o telefone de emergência do Corpo de Bombeiros. A diversidade de espécies atendidas mostra a amplitude do trabalho da corporação, que atua tanto em áreas urbanas quanto em regiões de mata, praias e encostas.</p>
<p>As histórias desses salvamentos e a trajetória da instituição podem ser conhecidas de perto no Museu Histórico do Corpo de Bombeiros, localizado na Praça da República, no Centro do Rio de Janeiro. O espaço reúne viaturas, equipamentos, documentos e outros itens que ajudam a contar a evolução da atividade de bombeiro militar ao longo das décadas.</p>
<p>Para visitar o museu, o público pode agendar um horário por meio de uma ferramenta digital recém-criada pela corporação. O agendamento é feito pelo site museu.cbmerj.rj.gov.br, que permite aos interessados programar a visita guiada e conhecer mais sobre o trabalho desenvolvido pelos bombeiros.</p>
<p>A visita ao museu é uma oportunidade para entender como o resgate de animais se tornou parte relevante da rotina da corporação, que lida diariamente com situações de risco envolvendo diferentes espécies. O acervo também mostra a evolução dos equipamentos e das técnicas utilizadas ao longo dos anos.</p>
<p>Os números expressivos de 2026 reforçam a importância do serviço prestado pelos bombeiros fluminenses, que atuam em ocorrências que vão desde o salvamento de um pequeno animal doméstico até o auxílio a espécies marinhas de grande porte. Em todos os casos, o acionamento pelo 193 é o primeiro passo para que o resgate seja realizado.</p>
<p>A corporação mantém equipes preparadas para lidar com os mais diferentes tipos de ocorrência, sempre com o objetivo de preservar a vida animal e garantir a segurança da população. O trabalho inclui desde o uso de técnicas de rapel em encostas até operações em mar aberto, dependendo da situação.</p>
<p>Com mais de 18 mil salvamentos registrados em menos de oito meses, o Corpo de Bombeiros do Rio de Janeiro consolida sua atuação como uma das principais referências no resgate de animais no país. A expectativa é que o número continue crescendo até o fim do ano, à medida que novos acionamentos são feitos pela população.</p>
<p>Fonte: <a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/radioagencia-nacional/meio-ambiente/audio/2026-08/bombeiros-do-rio-ja-fizeram-18-mil-salvamentos-de-animais-em-2026" target="_blank" rel="nofollow noopener noreferrer">Agência Brasil</a>.</p>

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			</item>
		<item>
		<title>Rio de Janeiro cria semana para preservar vida de animais</title>
		<link>https://weeknews.online/rio-de-janeiro-cria-semana-para-preservar-vida-de-animais/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[ricardo]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 23 Jun 2026 21:38:10 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Noticías]]></category>
		<category><![CDATA[Animais]]></category>
		<category><![CDATA[Campanha]]></category>
		<category><![CDATA[campanha pede 'cartão vermelho ao trabalho infantil']]></category>
		<category><![CDATA[Em clima de Copa]]></category>
		<category><![CDATA[Filme resgata campanha histórica da seleção feminina em 1988]]></category>
		<category><![CDATA[Meio Ambiente]]></category>
		<category><![CDATA[Rio de Janeiro]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Feed Últimas. O governo do estado do Rio de Janeiro incluiu no calendário oficial a Semana Estadual Eu Freio para os Animais. O objetivo é chamar a atenção dos motoristas para evitar acidentes e salvar vidas de animais nas ruas e nas estradas. A medida foi publicada no Diário Oficial desta terça-feira (23). A data será celebrada anualmente na semana do dia 4 de outubro, em que também é celebrado o Dia Mundial dos Animais. A Semana Estadual Eu Freio para os Animais contará com ações de conscientização e blitzes educativas, visando orientar a população sobre a importância do respeito e da proteção aos animais, especialmente os que vivem em situação de abandono, sejam domésticos ou silvestres, e circulam por vias urbanas, rodovias e áreas&#8230;</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<div class="welcome-container" style="text-align:center; margin:35px 0 15px 0;">
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<p>    </a>
</div>

<p>Feed Últimas.</p>

<p></p>
<div>
<p>O governo do estado do Rio de Janeiro incluiu no calendário oficial a Semana Estadual Eu Freio para os Animais. <strong>O objetivo é chamar a atenção dos motoristas para evitar acidentes e salvar vidas de animais nas ruas e nas estradas.</strong></p>
<p>A medida foi publicada no <em>Diário Oficial</em> desta terça-feira (23). <strong>A data será celebrada anualmente na semana do dia 4 de outubro</strong>, em que também é celebrado o Dia Mundial dos Animais.</p>
<p>A Semana Estadual Eu Freio para os Animais contará com ações de conscientização e blitzes educativas, visando orientar a população sobre a importância do respeito e da proteção aos animais, especialmente os que vivem em situação de abandono, sejam domésticos ou silvestres, e circulam por vias urbanas, rodovias e áreas de grande movimentação de veículos.</p>
<p><strong>A iniciativa busca ampliar a conscientização dos motoristas sobre a necessidade de dirigir com cautela e atenção e reduzir a velocidade ao perceber a presença de animais</strong>, evitando, dessa forma, atropelamentos e contribuindo para a preservação da vida animal.</p>
<p>      <!-- Relacionada --></p>
<p>            <!-- Relacionada -->
    </div>
<p></p>
<p>Fonte: <a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/meio-ambiente/noticia/2026-06/rio-de-janeiro-cria-semana-para-preservar-vida-de-animais" target="_blank" rel="nofollow noopener">Agência Brasil EBC</a></p>
<p></p>
<p>Tue, 23 Jun 2026 18:14:00 -0300</p>
<p></p>

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			</item>
		<item>
		<title>Lei cria Política de Acolhimento para animais resgatados em desastres</title>
		<link>https://weeknews.online/lei-cria-politica-de-acolhimento-para-animais-resgatados-em-desastres/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[ricardo]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 12 Mar 2026 15:34:58 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Noticías]]></category>
		<category><![CDATA[Animais]]></category>
		<category><![CDATA[Desastres Ambientais]]></category>
		<category><![CDATA[Diário Oficial da União]]></category>
		<category><![CDATA[Geral]]></category>
		<category><![CDATA[Lei 15.355/2026]]></category>
		<category><![CDATA[Lei nº 15.355/2026]]></category>
		<category><![CDATA[Política de Acolhimento e Manejo de Animais Resgatados]]></category>
		<category><![CDATA[Resgate]]></category>
		<category><![CDATA[RS firma acordo com ONG para assistência a animais resgatados]]></category>
		<category><![CDATA[Senado aprova política de proteção a animais resgatados em desastres]]></category>
		<category><![CDATA[Vale realiza adoção virtual de animais resgatados em Brumadinho]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://weeknews.online/lei-cria-politica-de-acolhimento-para-animais-resgatados-em-desastres/</guid>

					<description><![CDATA[<p>Feed Últimas. O presidente Luiz Inácio Lula da Silva sancionou a Lei nº 15.355/2026 que institui a Política de Acolhimento e Manejo de Animais Resgatados (Amar), destinada à proteção, ao resgate, ao acolhimento e ao manejo de animais afetados por emergências, acidentes e desastres como enchentes e incêndios. A norma, publicada nesta quinta-feira (12) no Diário Oficial da União (DOU), estabelece princípios, objetivos, diretrizes e instrumentos, além de responsabilidades para o poder público, para o empreendedor e para a sociedade civil. Notícias relacionadas: Senado aprova política de proteção a animais resgatados em desastres. RS firma acordo com ONG para assistência a animais resgatados. Vale realiza adoção virtual de animais resgatados em Brumadinho. Dentre os objetivos da política estão: reduzir a mortalidade de animais domésticos e&#8230;</p>
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        </a>
</div>
<p>
Feed Últimas.<br />
<br />
 </p>
<p><p style="text-align:center">
                    <img decoding="async" src="https://cdn.jsdelivr.net/gh/sergiosdlima/assets-ebc@1.0.0/abr/assets/images/logo-agenciabrasil.svg" alt="Logo Agência Brasil" style="height: 54px">
				</p>
<p><strong>O presidente Luiz Inácio Lula da Silva sancionou a <a rel="nofollow" target="_blank" href="https://www.planalto.gov.br/ccivil_03/_ato2023-2026/2026/lei/L15355.htm" target="_blank">Lei nº 15.355/2026</a> que institui a Política de Acolhimento e Manejo de Animais Resgatados (Amar), destinada à proteção, ao resgate, ao acolhimento e ao manejo de animais afetados por emergências, acidentes e desastres como enchentes e incêndios</strong>.<img decoding="async" src="https://weeknews.online/wp-content/uploads/2026/03/1773329698_866_ebc.png" style="width:1px;height:1px;display:inline" /><img decoding="async" src="https://weeknews.online/wp-content/uploads/2026/03/1773329698_559_ebc.gif" style="width:1px;height:1px;display:inline" /></p>
<p>A norma, publicada nesta quinta-feira (12) no <a rel="nofollow" target="_blank" href="https://www.in.gov.br/web/dou/-/lei-n-15.355-de-11-de-marco-de-2026-692089032" target="_blank"><em>Diário Oficial da União</em></a> (DOU), estabelece princípios, objetivos, diretrizes e instrumentos, além de responsabilidades para o poder público, para o empreendedor e para a sociedade civil.</p>
<p><h3>Notícias relacionadas:</h3>
<ul>
<li>Senado aprova política de proteção a animais resgatados em desastres.</li>
<li>RS firma acordo com ONG para assistência a animais resgatados.</li>
<li>Vale realiza adoção virtual de animais resgatados em Brumadinho.</li>
</ul>
<p>Dentre os objetivos da política estão:</p>
<ul>
<li>reduzir a mortalidade de animais domésticos e silvestres em emergências, acidentes e desastres ambientais, naturais ou causados pela ação humana;</li>
<li>promover a defesa dos direitos dos animais;</li>
<li>integrar as políticas públicas de proteção ambiental, de conservação da biodiversidade e de defesa civil, bem como as ações das diferentes esferas do governo, para garantir proteção efetiva aos animais afetados;</li>
<li>orientar comunidades a incluir nos comportamentos de resposta a situações de desastre a proteção dos animais sob sua guarda.</li>
</ul>
<p>Já os princípios que norteiam a política incluem prevenção, precaução, poluidor pagador (mecanismo de proteção do direito ambiental brasileiro), guarda responsável e manejo ecossistêmico integrado.</p>
<p>Entre as diretrizes, o texto cita o respeito às políticas, às normas e aos princípios relativos à biossegurança e à proteção ambiental; o cumprimento e o fortalecimento da Convenção sobre Diversidade Biológica; e a garantia de participação da sociedade civil atuante na área de proteção animal.</p>
<p> Paula Laboissière – Repórter da Agência Brasil , Feed Últimas. </p>
<p>Fonte: <a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/geral/noticia/2026-03/lei-cria-politica-de-acolhimento-para-animais-resgatados-em-desastres">Agencia brasil EBC.</a>.</p>
<p>Thu, 12 Mar 2026 12:11:00 -0300 </p>

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			</item>
		<item>
		<title>Exposição a multidões no carnaval traz riscos à saúde dos animais</title>
		<link>https://weeknews.online/exposicao-a-multidoes-no-carnaval-traz-riscos-a-saude-dos-animais/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[ricardo]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 15 Feb 2026 13:26:36 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Noticías]]></category>
		<category><![CDATA[2ºC]]></category>
		<category><![CDATA[Animais]]></category>
		<category><![CDATA[carnaval]]></category>
		<category><![CDATA[Carnaval 2026]]></category>
		<category><![CDATA[Carnaval do Rio começa com alerta de calor e máxima de 39]]></category>
		<category><![CDATA[Carnaval terá chuva e calor em boa parte do país]]></category>
		<category><![CDATA[direitos dos animais]]></category>
		<category><![CDATA[Geral]]></category>
		<category><![CDATA[Salvador: Pelourinho tem 150 atrações no Carnaval; confira programação]]></category>
		<category><![CDATA[saúde dos animais]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://weeknews.online/exposicao-a-multidoes-no-carnaval-traz-riscos-a-saude-dos-animais/</guid>

					<description><![CDATA[<p>Feed Últimas. Estresse, desconforto e até problemas graves de saúde podem acometer animais levados a participar de blocos de rua e outros ambientes com grande concentração de pessoas e música alta. O alerta foi dado pelo presidente da Comissão de Clínica Médica e Cirúrgica de Animais de Companhia do Conselho Regional de Medicina Veterinária do Rio de Janeiro (CRMV-RJ), Alexandre Guerra, em entrevista à Agência Brasil . Notícias relacionadas: Carnaval do Rio começa com alerta de calor e máxima de 39,2ºC. Salvador: Pelourinho tem 150 atrações no Carnaval; confira programação. Carnaval terá chuva e calor em boa parte do país. Para Guerra, o mais sensato é o tutor não expor o animal a aglomerações e lembrar que folia é para o ser humano. O médico veterinário lembrou que&#8230;</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div class="welcome-container">
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        </a>
</div>
<p>
Feed Últimas.<br />
<br />
 </p>
<p><p style="text-align:center">
                    <img decoding="async" src="https://cdn.jsdelivr.net/gh/sergiosdlima/assets-ebc@1.0.0/abr/assets/images/logo-agenciabrasil.svg" alt="Logo Agência Brasil" style="height: 54px">
				</p>
<p>Estresse, desconforto e até problemas graves de saúde podem acometer animais levados a participar de blocos de rua e outros ambientes com grande concentração de pessoas e música alta.<img decoding="async" src="https://weeknews.online/wp-content/uploads/2026/02/1771161996_312_ebc.png" style="width:1px;height:1px;display:inline" /><img decoding="async" src="https://weeknews.online/wp-content/uploads/2026/02/1771161996_626_ebc.gif" style="width:1px;height:1px;display:inline" /></p>
<p>O alerta foi dado pelo presidente da Comissão de Clínica Médica e Cirúrgica de Animais de Companhia do Conselho Regional de Medicina Veterinária do Rio de Janeiro (CRMV-RJ), Alexandre Guerra, em entrevista à Agência Brasil .</p>
<p><h3>Notícias relacionadas:</h3>
<ul>
<li>Carnaval do Rio começa com alerta de calor e máxima de 39,2ºC.</li>
<li>Salvador: Pelourinho tem 150 atrações no Carnaval; confira programação.</li>
<li>Carnaval terá chuva e calor em boa parte do país.</li>
</ul>
<p><strong>Para Guerra, o mais sensato é o tutor não expor o animal a aglomerações e lembrar que folia é para o ser humano</strong>. O médico veterinário lembrou que os cães possuem uma audição muito mais apurada que a dos humanos, captando sons intensos.</p>
<p>“Para nós, já não é saudável, imagine para eles”.</p>
<h2>Barulho excessivo</h2>
<p>Por isso,<strong> barulhos como fogos de artifício, apitos, caixas de som e gritos de multidões podem gerar medo, estresse e crises de ansiedade nos animais.</strong></p>
<p>Como consequência, ele podem apresentar comportamentos agressivos ou tentar fugir, expondo-se ao risco de atropelamento, especialmente no caso de cães pequenos.</p>
<p>“Nos blocos, aumenta também a chance de contato com outro animal, e a agressividade e o estresse podem estar presentes em qualquer raça”, alertou Alexandre Guerra.</p>
<h2>Temperaturas elevadas</h2>
<p>A temperatura elevada também é um fator de risco. Diferentemente dos humanos, os cães regulam a temperatura principalmente pela respiração, e <strong>a exposição ao calor e ao sol pode causar hipertermia, levando a desmaios e, inclusive, a óbito.</strong></p>
<p>Outro ponto destacado pelo médico veterinário é a alimentação. “É preciso ter cuidado na rua. Muitas pessoas comem alimentos comprados em barracas e dão para seus cães. É arriscado”.</p>
<p>O olfato canino também é extremamente apurado, e<strong> o contato com perfumes fortes, fumaça e cheiros intensos pode ser desconfortável para os cães</strong>, que não conseguem simplesmente se afastar quando se sentem incomodados.</p>
<p>“Cuidado também com produtos químicos, como espumas e gliter, presentes em fantasias, porque os animais são muito curiosos e podem ingerir ou tentar ingerir pequenos adereços e fios”, advertiu o médico veterinário.</p>
<p> </p>
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        <img decoding="async" src="https://weeknews.online/wp-content/uploads/2026/02/_rbr8124.jpg" alt="Rio de Janeiro (RJ), 01/03/2025 - Foliões se divertem no 106º desfile do Cordão da Bola Preta, no centro da cidade. Foto: Tânia Rêgo/Agência Brasil" title="Tânia Rêgo/Agência Brasil"><br />
    <!-- END scald=415635 --></div>
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<h6 class="meta">Foliões se divertem no desfile do Cordão da Bola Preta, no centro do Rio de Janeiro. Foto: Tânia Rêgo/Agência Brasil<!--END copyright=415635--></h6>
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</div>
<p><strong>Espumas de carnaval, por exemplo, podem provocar irritações na pele e mucosas dos animais, aumentando os riscos.</strong></p>
<p>Alexandre Guerra ainda considera as fantasias para pets prejudiciais, porque dificultam a regulação térmica e podem causar alergias ou intoxicação, se ingeridas.</p>
<p>“Ele pode se sentir incomodado com aquilo, tentar se desfazer da fantasia e acabar ingerindo pequenos pedaços”. Destacou também que</p>
<p>Na avaliação de Guerra, o bem-estar dos animais deve ser priorizado.</p>
<p>&#8220;Os donos devem considerar que o Carnaval é repleto de estímulos que podem ser prejudiciais à saúde física e psicológica dos animais. A melhor opção é mantê-los em um ambiente seguro e tranquilo em casa&#8221;, recomendou.</p>
<p> Alana Gandra &#8211; repórter da Agência Brasil , Feed Últimas. </p>
<p>Fonte: <a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/geral/noticia/2026-02/exposicao-multidoes-no-carnaval-traz-riscos-saude-dos-animais">Agencia brasil EBC.</a>.</p>
<p>Sun, 15 Feb 2026 10:19:00 -0300 </p>

<p>O post <a href="https://weeknews.online/exposicao-a-multidoes-no-carnaval-traz-riscos-a-saude-dos-animais/">Exposição a multidões no carnaval traz riscos à saúde dos animais</a> apareceu primeiro em <a href="https://weeknews.online">WeekNews</a>.</p>
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		<title>Cães e gatos podem ser sepultados em jazigos familiares em São Paulo</title>
		<link>https://weeknews.online/caes-e-gatos-podem-ser-sepultados-em-jazigos-familiares-em-sao-paulo/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[ricardo]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 11 Feb 2026 03:16:45 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Noticías]]></category>
		<category><![CDATA[>> Siga o canal da Agência Brasil no WhatsApp]]></category>
		<category><![CDATA[Animais]]></category>
		<category><![CDATA[Fogos de artifício acarretam sofrimento físico e risco para animais]]></category>
		<category><![CDATA[Geral]]></category>
		<category><![CDATA[Rio ganha Núcleo de Proteção e Defesa dos Animais]]></category>
		<category><![CDATA[Saiba como educar crianças e adolescentes para respeitar os animais]]></category>
		<category><![CDATA[São Paulo]]></category>
		<category><![CDATA[Sepultamento]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://weeknews.online/caes-e-gatos-podem-ser-sepultados-em-jazigos-familiares-em-sao-paulo/</guid>

					<description><![CDATA[<p>. A lei que autoriza que cães e gatos sejam enterrados em jazigos familiares em todo o estado de São Paulo foi sancionada nesta terça-feira (10) e entrou em vigor. O dispositivo reconhece o vínculo afetivo entre tutores e animais de estimação. O Projeto de Lei 56/2015 foi aprovado na Assembleia Legislativa (Alesp) em dezembro de 2025. Segundo o texto, a matéria foi inspirada no caso de um cão que viveu por dez anos em um cemitério em Taboão da Serra e, quando morreu, teve o enterro autorizado junto de sua tutora. Notícias relacionadas: Rio ganha Núcleo de Proteção e Defesa dos Animais. Saiba como educar crianças e adolescentes para respeitar os animais. Fogos de artifício acarretam sofrimento físico e risco para animais . &#62;&#62;&#8230;</p>
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				</p>
<p><strong>A lei que autoriza que cães e gatos sejam enterrados em jazigos familiares em todo o estado de São Paulo foi sancionada nesta terça-feira (10) e entrou em vigor. O dispositivo reconhece o vínculo afetivo entre tutores e animais de estimação.</strong><img decoding="async" src="https://weeknews.online/wp-content/uploads/2026/02/1770779805_685_ebc.png" style="width:1px;height:1px;display:inline" /><img decoding="async" src="https://weeknews.online/wp-content/uploads/2026/02/1770779805_637_ebc.gif" style="width:1px;height:1px;display:inline" /></p>
<p>O Projeto de Lei 56/2015 foi aprovado na Assembleia Legislativa (Alesp) em dezembro de 2025. Segundo o texto, a matéria foi inspirada no caso de um cão que viveu por dez anos em um cemitério em Taboão da Serra e, quando morreu, teve o enterro autorizado junto de sua tutora.</p>
<p><h3>Notícias relacionadas:</h3>
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<li>Rio ganha Núcleo de Proteção e Defesa dos Animais.</li>
<li>Saiba como educar crianças e adolescentes para respeitar os animais.</li>
<li>Fogos de artifício acarretam sofrimento físico e risco para animais .</li>
</ul>
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<h2>Despesas</h2>
<p>De acordo com a lei, caberá aos serviços funerários de cada município estabelecer regras para o sepultamento dos animais. As despesas serão de responsabilidade da família dona do jazigo ou da sepultura.</p>
<p><strong>No caso de cemitérios particulares, a legislação permite a definição de regras próprias para o sepultamento de cães e gatos, desde que observadas as normas legais vigentes.</strong></p>
<p> Agência Brasil , . </p>
<p>Fonte: <a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/geral/noticia/2026-02/caes-e-gatos-podem-ser-sepultados-em-jazigos-familiares-em-sao-paulo">Agencia brasil EBC.</a>.</p>
<p>Tue, 10 Feb 2026 14:03:00 -0300 </p>

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		<title>Rio ganha Núcleo de Proteção e Defesa dos Animais</title>
		<link>https://weeknews.online/rio-ganha-nucleo-de-protecao-e-defesa-dos-animais/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[ricardo]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 06 Feb 2026 02:39:38 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Noticías]]></category>
		<category><![CDATA[>> Siga o canal da Agência Brasil no WhatsApp]]></category>
		<category><![CDATA[Animais]]></category>
		<category><![CDATA[Cão Orelha: polícia usa imagens e dados de celular para desvendar caso]]></category>
		<category><![CDATA[Caso Orelha: o que se sabe até agora sobre a morte do cão em SC]]></category>
		<category><![CDATA[como o do cachorro Orelha]]></category>
		<category><![CDATA[Defesa]]></category>
		<category><![CDATA[em Santa Catarina]]></category>
		<category><![CDATA[Geral]]></category>
		<category><![CDATA[maus tratos a animais]]></category>
		<category><![CDATA[MP]]></category>
		<category><![CDATA[Rio de Janeiro]]></category>
		<category><![CDATA[Saiba como educar crianças e adolescentes para respeitar os animais]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://weeknews.online/rio-ganha-nucleo-de-protecao-e-defesa-dos-animais/</guid>

					<description><![CDATA[<p>. O estado do Rio de Janeiro ganhou uma estrutura especializada que passa a atuar de forma integrada e estratégica em casos de maus-tratos a animais. Trata-se do Núcleo de Proteção e Defesa dos Animais (NPDA), criado pelo procurador-geral de Justiça, Antonio José Campos Moreira. Notícias relacionadas: Saiba como educar crianças e adolescentes para respeitar os animais. Caso Orelha: o que se sabe até agora sobre a morte do cão em SC. Cão Orelha: polícia usa imagens e dados de celular para desvendar caso. O núcleo integra o Grupo de Atuação Especializada em Meio Ambiente do Ministério Público do Estado do Rio de Janeiro (GAEMA/MPRJ) e atuará em situações que envolvem violência, crueldade e violações de direitos de animais domésticos e silvestres, atendendo à crescente&#8230;</p>
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				</p>
<p><strong>O estado do Rio de Janeiro ganhou uma estrutura especializada que passa a atuar de forma integrada e estratégica em casos de maus-tratos a animais.</strong><img decoding="async" src="https://weeknews.online/wp-content/uploads/2026/02/1770345578_386_ebc.png" style="width:1px;height:1px;display:inline" /><img decoding="async" src="https://weeknews.online/wp-content/uploads/2026/02/1770345578_309_ebc.gif" style="width:1px;height:1px;display:inline" /></p>
<p><strong>Trata-se do Núcleo de Proteção e Defesa dos Animais (NPDA)</strong>, criado pelo procurador-geral de Justiça, Antonio José Campos Moreira.</p>
<p><h3>Notícias relacionadas:</h3>
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<li>Saiba como educar crianças e adolescentes para respeitar os animais.</li>
<li>Caso Orelha: o que se sabe até agora sobre a morte do cão em SC.</li>
<li>Cão Orelha: polícia usa imagens e dados de celular para desvendar caso.</li>
</ul>
<p>O núcleo integra o Grupo de Atuação Especializada em Meio Ambiente do Ministério Público do Estado do Rio de Janeiro (GAEMA/MPRJ) e atuará em situações que envolvem violência, crueldade e violações de direitos de animais domésticos e silvestres, atendendo à crescente atenção da sociedade para esse tipo de crime.</p>
<p>Para Campos Moreira, casos recentes que mobilizaram o país &#8211; como o do cachorro Orelha, em Santa Catarina &#8211; reforçam a necessidade de uma atuação institucional estruturada, técnica e permanente.</p>
<blockquote>
<p>“A criação do Núcleo de Proteção e Defesa dos Animais é uma resposta do Ministério Público à sociedade, no sentido de reafirmar que situações de maus-tratos não serão toleradas nem tratadas como episódicas. O MPRJ está atento e atuará de forma mais firme, tanto na esfera penal quanto na cível, para garantir a proteção dos animais e a responsabilização dos agressores”, destacou o procurador-geral.</p>
</blockquote>
<p>
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<h2>Tutela jurisdicional</h2>
<p><strong>A missão do novo núcleo é fortalecer e integrar a atuação dos promotores de justiça na defesa dos animais como seres sencientes, conscientes e dotados de dignidade própria. A proposta é garantir tutela jurisdicional efetiva sempre que houver violação desses direitos, em articulação com órgãos públicos e com a sociedade civil.</strong></p>
<p>O Ministério Público destaca que o novo núcleo está alinhado ao novo Código Estadual de Direito dos Animais (Lei nº 11.096, de 7 de janeiro de 2026), que coloca o estado do Rio de Janeiro na vanguarda da proteção animal no Brasil, ao estabelecer direitos fundamentais, definir mais de 45 condutas caracterizadas como maus-tratos e prever sanções específicas, além de revogar a antiga Lei nº 3.900/2002.</p>
<p><strong>Denúncias podem ser feitas também à ouvidoria do MPRJ pelo telefone 127, através de formulário eletrônico específico para o recebimento de comunicações sobre defesa dos animais, o que contribui para o registro e o encaminhamento adequado das demandas.</strong></p>
<p>Entre janeiro de 2025 e fevereiro de 2026, foram recebidas 76 comunicações pelo telefone 127, a maioria envolvendo cachorros (50 registros), seguidos por gatos (16) e cavalos (10). Todos os relatos foram encaminhados às promotorias de Justiça para apuração.</p>
<p> Alana Gandra &#8211; Repórter da Agência Brasil , . </p>
<p>Fonte: <a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/geral/noticia/2026-02/rio-ganha-nucleo-de-protecao-e-defesa-dos-animais">Agencia brasil EBC.</a>.</p>
<p>Thu, 05 Feb 2026 15:57:00 -0300 </p>

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		<title>Saiba como educar crianças e adolescentes para respeitar os animais</title>
		<link>https://weeknews.online/saiba-como-educar-criancas-e-adolescentes-para-respeitar-os-animais-2/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[ricardo]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 03 Feb 2026 12:55:54 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Pesquisa e Inovação]]></category>
		<category><![CDATA[Ações Educativas]]></category>
		<category><![CDATA[Adolescentes suspeitos de matar o cão Orelha voltam ao Brasil]]></category>
		<category><![CDATA[Animais]]></category>
		<category><![CDATA[Caso Orelha: o que se sabe até agora sobre a morte do cão em SC]]></category>
		<category><![CDATA[Centenas de pessoas em São Paulo pedem justiça pelo cão Orelha]]></category>
		<category><![CDATA[convívio]]></category>
		<category><![CDATA[espancamento do cão comunitário Orelha]]></category>
		<category><![CDATA[Geral]]></category>
		<category><![CDATA[Maus-Tratos]]></category>
		<category><![CDATA[ONGs]]></category>
		<category><![CDATA[violência]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Feed Últimas. A violência contra animais gerou um debate no país nas últimas semanas, a partir do espancamento do cão comunitário Orelha por quatro adolescentes em Florianópolis (SC). A punição dos autores e a banalização da violência estão no centro das discussões, assim como a prevenção, a ressocialização e as medidas educativas.  A Agência Brasil procurou organizações não governamentais (ONGs) voltadas ao apoio a animais abandonados ou vítimas de violência e a prefeitura de São Paulo, responsável por um dos maiores programas públicos de adoção e educação ambiental, para saber como o estímulo ao contato e os cuidados com animais podem prevenir e interromper ciclos de violência.   Adoção de pets na Casa Adote na Vila Madalena em parceria com o Instituto Ampara Animal e a ONG Encontrei um Amigo &#8211; Foto Paulo Pinto/Agência Brasil&#8230;</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div class="welcome-container">
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Feed Últimas.<br />
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				</p>
<p>A violência contra animais gerou um debate no país nas últimas semanas, a partir do espancamento do cão comunitário Orelha por quatro adolescentes em Florianópolis (SC). A punição dos autores e a banalização da violência estão no centro das discussões, assim como a prevenção, a ressocialização e as medidas educativas. <img decoding="async" src="https://weeknews.online/wp-content/uploads/2026/02/1770123354_266_ebc.png" style="width:1px;height:1px;display:inline" /><img decoding="async" src="https://weeknews.online/wp-content/uploads/2026/02/1770123354_309_ebc.gif" style="width:1px;height:1px;display:inline" /></p>
<p>A<strong> Agência Brasil </strong>procurou organizações não governamentais (ONGs) voltadas ao apoio a animais abandonados ou vítimas de violência e a prefeitura de São Paulo, responsável por um dos maiores programas públicos de adoção e educação ambiental, para saber como o estímulo ao contato e os cuidados com animais podem prevenir e interromper ciclos de violência.<br />
 </p>
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        <img decoding="async" src="https://weeknews.online/wp-content/uploads/2026/02/pets_doacao_35.jpg" alt="São Paulo (SP), 30/01/2026 - Adoção de Pets  na  Casa Adote na Vila Madalena em parceria com o Instituto Ampara Animal e a ONG Encontrei um Amigo.  Foto: Paulo Pinto/Agência Brasil" title="Paulo Pinto/Agência Brasil"><br />
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<h6 class="meta">Adoção de pets na Casa Adote na Vila Madalena em parceria com o Instituto Ampara Animal e a ONG Encontrei um Amigo &#8211; Foto <strong>Paulo Pinto/Agência Brasil</strong><!--END copyright=451644--></h6>
</div>
</div>
<p><h3>Notícias relacionadas:</h3>
<ul>
<li>Centenas de pessoas em São Paulo pedem justiça pelo cão Orelha .</li>
<li>Adolescentes suspeitos de matar o cão Orelha voltam ao Brasil.</li>
<li>Caso Orelha: o que se sabe até agora sobre a morte do cão em SC.</li>
</ul>
<p><strong>O instituto Ampara Animal, que atua há 15 anos promovendo ações de cuidado, discussões públicas e apoio a abrigos e centros de adoção em todo o país, começará, nos próximos dias, a campanha &#8220;Quebre o Elo&#8221;, que chama a atenção para a gravidade da violência</strong>.</p>
<p>A organização parte do pressuposto de que a violência com animais pode ser reflexo de outras às quais o praticante está exposto, sejam direcionadas a si ou a pessoas de seu convívio. Além disso, é um importante indicador da possibilidade de outras violências, principalmente contra grupos mais vulneráveis, como crianças, mulheres e idosos. </p>
<blockquote>
<p>&#8220;Temos que tentar ensinar saindo de uma visão e uma educação antropocêntricas. A Ampara sempre entendeu que a educação é o caminho para transformar em melhor a vida dos animais, principalmente quando voltada a crianças e adolescentes. Chamamos de &#8216;educação humanitária em bem-estar animal&#8217; e entendemos como uma solução para criar uma sociedade mais empática, com menos violência e com maior respeito&#8221;, explicou Rosângela Gerbara, diretora de relações institucionais da Ampara. </p>
</blockquote>
<p><strong>Para Rosângela, essa aproximação tem que ser feita de forma gradual, sempre ensinando a criança a ser gentil com os animais, a respeitar o tempo e o comportamento de cada espécie, de preferência levando-a para ver os animais na natureza ou em locais que têm relação maior com o ambiente e modos de vida naturais.</strong> O desenvolvimento da empatia, defende, requer a interação com animais e ajuda a criança a entender os sentimentos e as necessidades do outro, o respeito e a reduzir comportamentos de violência e intolerância. </p>
<p>Quebrar a perspectiva do animal como um objeto ou um produto é outro passo importante. Viviane Pancheri é voluntária há 15 anos na ONG Toca Segura, que cuida de cerca de 400 animais em um abrigo no Guará II, no Distrito Federal (DF), e em uma unidade maior na cidade do Novo Gama, em Goiás. O Toca desenvolveu por anos uma iniciativa direta em escolas do DF.</p>
<blockquote>
<p>&#8220;É importante que as crianças tenham a percepção de que os animais sentem medo, abandono, felicidade, enfim, que são sencientes [ indivíduos capazes de sentir, perceber o mundo e vivenciar emoções]&#8221;, explica.</p>
</blockquote>
<p>No abrigo, recebem famílias, que ajudam como voluntárias, pontualmente ou com maior periodicidade. Lá realizam o que chama de educação empática, mostrando ao outro como o cuidado e a atenção são importantes. A partir daí, trabalham valores e a forma como as crianças percebem o cuidado, já no convívio com os cães da Toca.<br />
 </p>
<div class="dnd-widget-wrapper context-cheio_8colunas type-image">
<div class="dnd-atom-rendered"><!-- scald=451634:cheio_8colunas --><br />
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        <img decoding="async" src="https://weeknews.online/wp-content/uploads/2026/02/pets_doacao_25.jpg" alt="São Paulo (SP), 30/01/2026 - Adoção de Pets  na  Casa Adote na Vila Madalena em parceria com o Instituto Ampara Animal e a ONG Encontrei um Amigo.  Foto: Paulo Pinto/Agência Brasil" title="Paulo Pinto/Agência Brasil"><br />
    <!-- END scald=451634 --></div>
<div class="dnd-caption-wrapper">
<h6 class="meta">Aproximação com animais é importante no combate à violência &#8211; Foto <strong>Paulo Pinto/Agência Brasil</strong><!--END copyright=451634--></h6>
</div>
</div>
<p>Essa interação é sempre pensada com bastante cuidado, tanto para acolher a criança quanto para não expor os animais a estresse ou alguma violência.</p>
<blockquote>
<p>&#8220;Lidamos com animais que já passaram por situações de abandono e de violência. Alguns passaram privações, outros têm um pouco mais de dificuldade, são mais arredios&#8221;, afirma Viviane.</p>
</blockquote>
<p><strong>Para promover esses momentos de troca, uma das estratégias que adotaram foi promover pequenos eventos. Entre eles estão os domingos de passeio.</strong> Voluntários pegam um animal e o levam para um passeio. Rápido, breve, mas importante, pois acostuma os animais com a presença humana, os torna mais dóceis e isso ajuda na busca por famílias para adoção. Crianças que atuam nesses eventos também desenvolvem a interação com os animais.</p>
<blockquote>
<p>&#8220;Um caso que sempre gosto de contar é o de uma menina que começou a nos ajudar aos 15 anos. Ela tinha medo de cachorro e nos procurou para perder esse medo. Não demorou muito e já conseguia fazer uma série de tarefas de cuidado. Hoje é veterinária&#8221;, conta, emocionada.</p>
</blockquote>
<p><strong>Os voluntários também apoiam as feirinhas de adoção, mantendo os animais limpos e hidratados</strong>. No Toca, essa função é realizada principalmente por adolescentes. Esse tipo de ação leva a acostumar com o trato comum e a importância que a rotina tem para os animais.</p>
<blockquote>
<p>&#8220;É parecido com o cuidado com os animais comunitários. O exemplo é importante. Se tem um vizinho ou parente que tem um animal, é recomendado levar a criança para conhecê-lo. Ela aprende muito com o exemplo&#8221;.</p>
</blockquote>
<p>Segundo Viviane, para as crianças maiores e adolescentes, existe a questão da responsabilidade.</p>
<p>&#8220;É trazer esses animais para perto, mostrar a importância de ter esse cuidado, de forma supervisionada. Não deixar a criança solta, dizendo olha, isso é errado, isso se faz desse jeito. A supervisão na construção da responsabilidade é muito importante, também para os cães comunitários. Alimentar, por exemplo, os animais na rua é uma ótima maneira. Vê-la oferecer, fazer boas ações e elogiar isso, o que leva à formação de um ser humano melhor&#8221;, diz.</p>
<h2>Programas públicos </h2>
<p><strong>Com abrigos públicos, a prefeitura de São Paulo tem hoje um centro de adoções com centenas de animais, principalmente cães e gatos</strong>. O foco do programa municipal de adoções é a promoção da guarda responsável e da educação ambiental. O espaço recebe grupos escolares, de até 30 crianças, com mediação do contato com os animais e o objetivo de criar consciência nos pequenos, que agem como multiplicadores em seus lares.<br />
 </p>
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        <img decoding="async" src="https://weeknews.online/wp-content/uploads/2026/02/1770122137_235_pets_doacao_07.jpg" alt="São Paulo (SP), 30/01/2026 - Adoção de Pets  na  Casa Adote na Vila Madalena em parceria com o Instituto Ampara Animal e a ONG Encontrei um Amigo.  Foto: Paulo Pinto/Agência Brasil" title="Paulo Pinto/Agência Brasil"><br />
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<h6 class="meta">Ações educativas são estratégias para combater violência contra animais, dizem organizações não governamentais &#8211; Foto Paulo Pinto/Agência Brasil<!--END copyright=451616--></h6>
</div>
</div>
<blockquote>
<p>&#8220;A criança é um agente multiplicador, leva para sua família e sua comunidade informações e o entendimento de como é importante respeitar os animais&#8221;, explica Telma Tavares, da Secretaria Municipal de Saúde, gestora do espaço.</p>
</blockquote>
<p><strong>O foco da estratégia é usar a sensibilização, durante as visitas, como porta de entrada para as orientações. O projeto, chamado Superguardiões, começou em 2019 e funciona por agendamento.</strong> Em 2025 foram mais de 1.900 visitantes. A esse programa de portas abertas, se soma outro de visitação dedicado aos pequenos que estão em alfabetização. O programa Leituras leva os pequenos a lerem para os cães e gatos do Centro Municipal de Adoção.</p>
<p>Segundo Telma, parte das escolas aproveitou e incluiu a iniciativa no processo de letramento: as crianças não apenas liam histórias para os animais, mas passaram a conhecer sua trajetória e a escrever sobre os bichinhos.</p>
<blockquote>
<p>&#8220;São ações que facilitam a adoção posterior. Os animais vão se tornando mais dóceis, se acostumando com as visitas. Claro que tomamos o cuidado de selecionar aqueles que não são agressivos, mas esse contato ajuda, inclusive, a conscientizar e educar para práticas sustentáveis&#8221;, afirma Telma.</p>
</blockquote>
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        <img decoding="async" src="https://weeknews.online/wp-content/uploads/2026/02/1770122137_284_pets_doacao_32.jpg" alt="São Paulo (SP), 30/01/2026 - Adoção de Pets  na  Casa Adote na Vila Madalena em parceria com o Instituto Ampara Animal e a ONG Encontrei um Amigo.  Foto: Paulo Pinto/Agência Brasil" title="Paulo Pinto/Agência Brasil"><br />
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<h6 class="meta">Sensibilização é porta de entrada para combater violência contra animais &#8211; Foto <strong>Paulo Pinto/Agência Brasil</strong><!--END copyright=451641--></h6>
</div>
</div>
<p><strong>O processo de adoção tem algumas regras de ouro. Essas são algumas, sugeridas por Telma e Viviane:</strong></p>
<ul>
<li>considerar se todos os membros da família estão de acordo e conscientes das responsabilidades que terão com o animal;</li>
<li>pensar de forma realista se a família tem condições de cuidar. Não apenas em relação à questão material, mas também a ter tempo e condições de adaptar a rotina;</li>
<li>refletir se o planejamento de vida da família se adequa à adoção;</li>
<li>planejar, para evitar abandono e manter cuidados de forma adequada.</li>
</ul>
<p> Guilherme Jeronymo &#8211; Repórter da Agência Brasil , Feed Últimas. </p>
<p>Fonte: <a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/geral/noticia/2026-02/saiba-como-educar-criancas-e-adolescentes-para-respeitar-os-animais">Agencia brasil EBC.</a>.</p>
<p>Tue, 03 Feb 2026 07:48:00 -0300 </p>

<p>O post <a href="https://weeknews.online/saiba-como-educar-criancas-e-adolescentes-para-respeitar-os-animais-2/">Saiba como educar crianças e adolescentes para respeitar os animais</a> apareceu primeiro em <a href="https://weeknews.online">WeekNews</a>.</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Saiba como educar crianças e adolescentes para respeitar os animais</title>
		<link>https://weeknews.online/saiba-como-educar-criancas-e-adolescentes-para-respeitar-os-animais/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[ricardo]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 03 Feb 2026 12:35:37 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Noticías]]></category>
		<category><![CDATA[Ações Educativas]]></category>
		<category><![CDATA[Adolescentes suspeitos de matar o cão Orelha voltam ao Brasil]]></category>
		<category><![CDATA[Animais]]></category>
		<category><![CDATA[Caso Orelha: o que se sabe até agora sobre a morte do cão em SC]]></category>
		<category><![CDATA[Centenas de pessoas em São Paulo pedem justiça pelo cão Orelha]]></category>
		<category><![CDATA[convívio]]></category>
		<category><![CDATA[Geral]]></category>
		<category><![CDATA[Maus-Tratos]]></category>
		<category><![CDATA[ONGs]]></category>
		<category><![CDATA[violência]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://weeknews.online/saiba-como-educar-criancas-e-adolescentes-para-respeitar-os-animais/</guid>

					<description><![CDATA[<p>Feed Últimas. A violência contra animais gerou um debate no país nas últimas semanas, a partir do espancamento do cão comunitário Orelha por quatro adolescentes em Florianópolis (SC). A punição dos autores e a banalização da violência estão no centro das discussões, assim como a prevenção, a ressocialização e as medidas educativas.  Enquanto os quatro jovens de Praia Brava cederam ao impulso da violência e não tiveram empatia com Orelha e Caramelo, além de se envolverem em outras ações que estão sendo apuradas pela Polícia Civil, perspectivas como a da Teoria do Elo tentam explicar o ocorrido. A Agência Brasil procurou organizações não governamentais (ONGs) voltadas ao apoio a animais abandonados ou vítimas de violência e a prefeitura de São Paulo, responsável por um dos maiores programas públicos de adoção e educação&#8230;</p>
<p class="excerpt-more"><a class="blog-excerpt button" href="https://weeknews.online/saiba-como-educar-criancas-e-adolescentes-para-respeitar-os-animais/">Leia mais...</a></p>
<p>O post <a href="https://weeknews.online/saiba-como-educar-criancas-e-adolescentes-para-respeitar-os-animais/">Saiba como educar crianças e adolescentes para respeitar os animais</a> apareceu primeiro em <a href="https://weeknews.online">WeekNews</a>.</p>
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</div>
<p>
Feed Últimas.<br />
<br />
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<p><p style="text-align:center">
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				</p>
<p>A violência contra animais gerou um debate no país nas últimas semanas, a partir do espancamento do cão comunitário Orelha por quatro adolescentes em Florianópolis (SC). A punição dos autores e a banalização da violência estão no centro das discussões, assim como a prevenção, a ressocialização e as medidas educativas. <img decoding="async" src="https://weeknews.online/wp-content/uploads/2026/02/1770122136_344_ebc.png" style="width:1px;height:1px;display:inline" /><img decoding="async" src="https://weeknews.online/wp-content/uploads/2026/02/1770122137_486_ebc.gif" style="width:1px;height:1px;display:inline" /></p>
<p>Enquanto os quatro jovens de Praia Brava cederam ao impulso da violência e não tiveram empatia com Orelha e Caramelo, além de se envolverem em outras ações que estão sendo apuradas pela Polícia Civil, perspectivas como a da Teoria do Elo tentam explicar o ocorrido. <strong>A Agência Brasil procurou organizações não governamentais (ONGs) voltadas ao apoio a animais abandonados ou vítimas de violência e a prefeitura de São Paulo, responsável por um dos maiores programas públicos de adoção e educação ambiental.</strong> O objetivo é saber como o estímulo ao contato e os cuidados podem prevenir e interromper ciclos de violência.</p>
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    <!-- END scald=451644 --></div>
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<h6 class="meta">Adoção de pets na Casa Adote na Vila Madalena em parceria com o Instituto Ampara Animal e a ONG Encontrei um Amigo &#8211; Foto <strong>Paulo Pinto/Agência Brasil</strong><!--END copyright=451644--></h6>
</div>
</div>
<p><h3>Notícias relacionadas:</h3>
<ul>
<li>Centenas de pessoas em São Paulo pedem justiça pelo cão Orelha .</li>
<li>Adolescentes suspeitos de matar o cão Orelha voltam ao Brasil.</li>
<li>Caso Orelha: o que se sabe até agora sobre a morte do cão em SC.</li>
</ul>
<p><strong>O instituto Ampara Animal, que atua há 15 anos promovendo ações de cuidado, discussões públicas e apoio a abrigos e centros de adoção em todo o país, começará, nos próximos dias, a campanha &#8220;Quebre o Elo&#8221;, que chama a atenção para a gravidade da violência</strong>. A organização parte do pressuposto de que a violência com animais pode ser reflexo de outras às quais o praticante está exposto, sejam direcionadas a si ou a pessoas de seu convívio. Além disso, é um importante indicador da possibilidade de outras violências, principalmente contra grupos mais vulneráveis, como crianças, mulheres e idosos. </p>
<blockquote>
<p>&#8220;Temos que tentar ensinar saindo de uma visão e uma educação antropocêntricas. A Ampara sempre entendeu que a educação é o caminho para transformar em melhor a vida dos animais, principalmente quando voltada a crianças e adolescentes. Chamamos de &#8220;educação humanitária em bem-estar animal&#8221; e entendemos como uma solução para criar uma sociedade mais empática, com menos violência e com maior respeito&#8221;, explicou Rosângela Gerbara, diretora de relações institucionais da Ampara. </p>
</blockquote>
<p><strong>Para Rosângela, essa aproximação tem que ser feita de forma gradual, sempre ensinando a criança a ser gentil com os animais, a respeitar o tempo e o comportamento de cada espécie, de preferência levando-a para ver os animais na natureza ou em locais que têm relação maior com o ambiente e modos de vida naturais.</strong> O desenvolvimento da empatia, defende, requer a interação com animais e ajuda a criança a entender os sentimentos e as necessidades do outro, o respeito e a reduzir comportamentos de violência e intolerância. </p>
<p>Quebrar a perspectiva do animal como um objeto ou um produto é outro passo importante. Viviane Pancheri é voluntária há 15 anos na ONG Toca Segura, que cuida de cerca de 400 animais em um abrigo no Guará II, no Distrito Federal (DF), e em uma unidade maior na cidade do Novo Gama, em Goiás. O Toca desenvolveu por anos uma iniciativa direta em escolas do DF.</p>
<blockquote>
<p><strong>&#8220;É importante que as crianças tenham a percepção de que os animais sentem medo, abandono, felicidade, enfim, que são sencientes&#8221;, explica.</strong></p>
</blockquote>
<p>No abrigo, recebem famílias, que ajudam como voluntárias, pontualmente ou com maior periodicidade. Lá realizam o que chama de educação empática, mostrando ao outro como o cuidado e a atenção são importantes. A partir daí, trabalham valores e a forma como as crianças percebem o cuidado, já no convívio com os cães da Toca.</p>
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        <img decoding="async" src="https://weeknews.online/wp-content/uploads/2026/02/pets_doacao_25.jpg" alt="São Paulo (SP), 30/01/2026 - Adoção de Pets  na  Casa Adote na Vila Madalena em parceria com o Instituto Ampara Animal e a ONG Encontrei um Amigo.  Foto: Paulo Pinto/Agência Brasil" title="Paulo Pinto/Agência Brasil"><br />
    <!-- END scald=451634 --></div>
<div class="dnd-caption-wrapper">
<h6 class="meta">Aproximação com animais é importante no combate à violência &#8211; Foto <strong>Paulo Pinto/Agência Brasil</strong><!--END copyright=451634--></h6>
</div>
</div>
<p>Essa interação é sempre pensada com bastante cuidado, tanto para acolher a criança quanto para não expor os animais a estresse ou alguma violência.</p>
<blockquote>
<p>&#8220;Lidamos com animais que já passaram por situações de abandono e de violência. Alguns passaram privações, outros têm um pouco mais de dificuldade, são mais arredios&#8221;, afirma Viviane.</p>
</blockquote>
<p><strong>Para promover esses momentos de troca, uma das estratégias que adotaram foi promover pequenos eventos. Entre eles estão os domingos de passeio.</strong> Voluntários pegam um animal e o levam para um passeio. Rápido, breve, mas importante, pois acostuma os animais com a presença humana, os torna mais dóceis e isso ajuda na busca por famílias para adoção. Crianças que atuam nesses eventos também desenvolvem a interação com os animais.</p>
<blockquote>
<p>&#8220;Um caso que sempre gosto de contar é o de uma menina que começou a nos ajudar aos 15 anos. Ela tinha medo de cachorro e nos procurou para perder esse medo. Não demorou muito e já conseguia fazer uma série de tarefas de cuidado. Hoje é veterinária&#8221;, conta, emocionada.</p>
</blockquote>
<p><strong>Os voluntários também apoiam as feirinhas de adoção, mantendo os animais limpos e hidratados</strong>. No Toca, essa função é realizada principalmente por adolescentes. Esse tipo de ação leva a acostumar com o trato comum e a importância que a rotina tem para os animais.</p>
<blockquote>
<p>&#8220;É parecido com o cuidado com os animais comunitários. O exemplo é importante. Se tem um vizinho ou parente que tem um animal, é recomendado levar a criança para conhecê-lo. Ela aprende muito com o exemplo&#8221;.</p>
</blockquote>
<p>Segundo Viviane, para as crianças maiores e adolescentes, existe a questão da responsabilidade. &#8220;É trazer esses animais para perto, mostrar a importância de ter esse cuidado, de forma supervisionada. Não deixar a criança solta, dizendo olha, isso é errado, isso se faz desse jeito. A supervisão na construção da responsabilidade é muito importante, também para os cães comunitários. Alimentar, por exemplo, os animais na rua é uma ótima maneira. Vê-la oferecer, fazer boas ações e elogiar isso, o que leva à formação de um ser humano melhor&#8221;, diz.</p>
<h2>Programas públicos </h2>
<p><strong>Com abrigos públicos, a prefeitura de São Paulo tem hoje um centro de adoções com centenas de animais, principalmente cães e gatos</strong>. O foco do programa municipal de adoções é a promoção da guarda responsável e da educação ambiental. O espaço recebe grupos escolares, de até 30 crianças, com mediação do contato com os animais e o objetivo de criar consciência nos pequenos, que agem como multiplicadores em seus lares.</p>
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<h6 class="meta">Ações educativas são estratégias para combater violência contra animais, dizem organizações não governamentais &#8211; Foto Paulo Pinto/Agência Brasil<!--END copyright=451616--></h6>
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<p>&#8220;A criança é um agente multiplicador, leva para sua família e sua comunidade informações e o entendimento de como é importante respeitar os animais&#8221;, explica Telma Tavares, da Secretaria Municipal de Saúde, gestora do espaço.</p>
</blockquote>
<p><strong>O foco da estratégia é usar a sensibilização, durante as visitas, como porta de entrada para as orientações. O projeto, chamado Superguardiões, começou em 2019 e funciona por agendamento.</strong> Em 2025 foram mais de 1.900 visitantes. A esse programa de portas abertas, se soma outro de visitação dedicado aos pequenos que estão em alfabetização. O programa Leituras leva os pequenos a lerem para os cães e gatos do Centro Municipal de Adoção.</p>
<p>Segundo Telma, parte das escolas aproveitou e incluiu a iniciativa no processo de letramento: as crianças não apenas liam histórias para os animais, mas passaram a conhecer sua trajetória e a escrever sobre os bichinhos.</p>
<blockquote>
<p>&#8220;São ações que facilitam a adoção posterior. Os animais vão se tornando mais dóceis, se acostumando com as visitas. Claro que tomamos o cuidado de selecionar aqueles que não são agressivos, mas esse contato ajuda, inclusive, a conscientizar e educar para práticas sustentáveis&#8221;, afirma Telma.</p>
</blockquote>
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        <img decoding="async" src="https://weeknews.online/wp-content/uploads/2026/02/1770122137_284_pets_doacao_32.jpg" alt="São Paulo (SP), 30/01/2026 - Adoção de Pets  na  Casa Adote na Vila Madalena em parceria com o Instituto Ampara Animal e a ONG Encontrei um Amigo.  Foto: Paulo Pinto/Agência Brasil" title="Paulo Pinto/Agência Brasil"><br />
    <!-- END scald=451641 --></div>
<div class="dnd-caption-wrapper">
<h6 class="meta">Sensibilização é porta de entrada para combater violência contra animais &#8211; Foto <strong>Paulo Pinto/Agência Brasil</strong><!--END copyright=451641--></h6>
</div>
</div>
<p><strong>O processo de adoção tem algumas regras de ouro. Essas são algumas, sugeridas por Telma e Viviane:</strong></p>
<ul>
<li>considerar se todos os membros da família estão de acordo e conscientes das responsabilidades que terão com o animal;</li>
<li>pensar de forma realista se a família tem condições de cuidar. Não apenas em relação à questão material, mas também a ter tempo e condições de adaptar a rotina;</li>
<li>refletir se o planejamento de vida da família se adequa à adoção;</li>
<li>planejar, para evitar abandono e manter cuidados de forma adequada.</li>
</ul>
<p> Guilherme Jeronymo &#8211; Repórter da Agência Brasil , Feed Últimas. </p>
<p>Fonte: <a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/geral/noticia/2026-02/saiba-como-educar-crian%C3%A7as-e-adolescentes-para-respeitar-os-animaiss-ensinam-combater-violencia">Agencia brasil EBC.</a>.</p>
<p>Tue, 03 Feb 2026 07:48:00 -0300 </p>

<p>O post <a href="https://weeknews.online/saiba-como-educar-criancas-e-adolescentes-para-respeitar-os-animais/">Saiba como educar crianças e adolescentes para respeitar os animais</a> apareceu primeiro em <a href="https://weeknews.online">WeekNews</a>.</p>
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		<title>Convívio com animais e ações educativas ensinam a combater violência</title>
		<link>https://weeknews.online/convivio-com-animais-e-acoes-educativas-ensinam-a-combater-violencia/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[ricardo]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 03 Feb 2026 10:59:16 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Noticías]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>. A violência contra animais gerou um debate no país nas últimas semanas, a partir do espancamento do cão comunitário Orelha por quatro adolescentes em Florianópolis (SC). A punição dos autores e a banalização da violência estão no centro das discussões, assim como a prevenção, a ressocialização e as medidas educativas.  Enquanto os quatro jovens de Praia Brava cederam ao impulso da violência e não tiveram empatia com Orelha e Caramelo, além de se envolverem em outras ações que estão sendo apuradas pela Polícia Civil, perspectivas como a da Teoria do Elo tentam explicar o ocorrido. A Agência Brasil procurou organizações não governamentais (ONGs) voltadas ao apoio a animais abandonados ou vítimas de violência e a prefeitura de São Paulo, responsável por um dos maiores programas públicos de adoção e educação ambiental.&#8230;</p>
<p class="excerpt-more"><a class="blog-excerpt button" href="https://weeknews.online/convivio-com-animais-e-acoes-educativas-ensinam-a-combater-violencia/">Leia mais...</a></p>
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<p><p style="text-align:center">
                    <img decoding="async" src="https://cdn.jsdelivr.net/gh/sergiosdlima/assets-ebc@1.0.0/abr/assets/images/logo-agenciabrasil.svg" alt="Logo Agência Brasil" style="height: 54px">
				</p>
<p>A violência contra animais gerou um debate no país nas últimas semanas, a partir do espancamento do cão comunitário Orelha por quatro adolescentes em Florianópolis (SC). A punição dos autores e a banalização da violência estão no centro das discussões, assim como a prevenção, a ressocialização e as medidas educativas. <img decoding="async" src="https://weeknews.online/wp-content/uploads/2026/02/1770116356_314_ebc.png" style="width:1px;height:1px;display:inline" /><img decoding="async" src="https://weeknews.online/wp-content/uploads/2026/02/1770116356_206_ebc.gif" style="width:1px;height:1px;display:inline" /></p>
<p>Enquanto os quatro jovens de Praia Brava cederam ao impulso da violência e não tiveram empatia com Orelha e Caramelo, além de se envolverem em outras ações que estão sendo apuradas pela Polícia Civil, perspectivas como a da Teoria do Elo tentam explicar o ocorrido. <strong>A Agência Brasil procurou organizações não governamentais (ONGs) voltadas ao apoio a animais abandonados ou vítimas de violência e a prefeitura de São Paulo, responsável por um dos maiores programas públicos de adoção e educação ambiental.</strong> O objetivo é saber como o estímulo ao contato e os cuidados podem prevenir e interromper ciclos de violência.</p>
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<h6 class="meta">Adoção de pets na Casa Adote na Vila Madalena em parceria com o Instituto Ampara Animal e a ONG Encontrei um Amigo &#8211; Foto <strong>Paulo Pinto/Agência Brasil</strong><!--END copyright=451644--></h6>
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</ul>
<p><strong>O instituto Ampara Animal, que atua há 15 anos promovendo ações de cuidado, discussões públicas e apoio a abrigos e centros de adoção em todo o país, começará, nos próximos dias, a campanha &#8220;Quebre o Elo&#8221;, que chama a atenção para a gravidade da violência</strong>. A organização parte do pressuposto de que a violência com animais pode ser reflexo de outras às quais o praticante está exposto, sejam direcionadas a si ou a pessoas de seu convívio. Além disso, é um importante indicador da possibilidade de outras violências, principalmente contra grupos mais vulneráveis, como crianças, mulheres e idosos. </p>
<blockquote>
<p>&#8220;Temos que tentar ensinar saindo de uma visão e uma educação antropocêntricas. A Ampara sempre entendeu que a educação é o caminho para transformar em melhor a vida dos animais, principalmente quando voltada a crianças e adolescentes. Chamamos de &#8220;educação humanitária em bem-estar animal&#8221; e entendemos como uma solução para criar uma sociedade mais empática, com menos violência e com maior respeito&#8221;, explicou Rosângela Gerbara, diretora de relações institucionais da Ampara. </p>
</blockquote>
<p><strong>Para Rosângela, essa aproximação tem que ser feita de forma gradual, sempre ensinando a criança a ser gentil com os animais, a respeitar o tempo e o comportamento de cada espécie, de preferência levando-a para ver os animais na natureza ou em locais que têm relação maior com o ambiente e modos de vida naturais.</strong> O desenvolvimento da empatia, defende, requer a interação com animais e ajuda a criança a entender os sentimentos e as necessidades do outro, o respeito e a reduzir comportamentos de violência e intolerância. </p>
<p>Quebrar a perspectiva do animal como um objeto ou um produto é outro passo importante. Viviane Pancheri é voluntária há 15 anos na ONG Toca Segura, que cuida de cerca de 400 animais em um abrigo no Guará II, no Distrito Federal (DF), e em uma unidade maior na cidade do Novo Gama, em Goiás. O Toca desenvolveu por anos uma iniciativa direta em escolas do DF.</p>
<blockquote>
<p><strong>&#8220;É importante que as crianças tenham a percepção de que os animais sentem medo, abandono, felicidade, enfim, que são sencientes&#8221;, explica.</strong></p>
</blockquote>
<p>No abrigo, recebem famílias, que ajudam como voluntárias, pontualmente ou com maior periodicidade. Lá realizam o que chama de educação empática, mostrando ao outro como o cuidado e a atenção são importantes. A partir daí, trabalham valores e a forma como as crianças percebem o cuidado, já no convívio com os cães da Toca.</p>
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<h6 class="meta">Aproximação com animais é importante no combate à violência &#8211; Foto <strong>Paulo Pinto/Agência Brasil</strong><!--END copyright=451634--></h6>
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<p>Essa interação é sempre pensada com bastante cuidado, tanto para acolher a criança quanto para não expor os animais a estresse ou alguma violência.</p>
<blockquote>
<p>&#8220;Lidamos com animais que já passaram por situações de abandono e de violência. Alguns passaram privações, outros têm um pouco mais de dificuldade, são mais arredios&#8221;, afirma Viviane.</p>
</blockquote>
<p><strong>Para promover esses momentos de troca, uma das estratégias que adotaram foi promover pequenos eventos. Entre eles estão os domingos de passeio.</strong> Voluntários pegam um animal e o levam para um passeio. Rápido, breve, mas importante, pois acostuma os animais com a presença humana, os torna mais dóceis e isso ajuda na busca por famílias para adoção. Crianças que atuam nesses eventos também desenvolvem a interação com os animais.</p>
<blockquote>
<p>&#8220;Um caso que sempre gosto de contar é o de uma menina que começou a nos ajudar aos 15 anos. Ela tinha medo de cachorro e nos procurou para perder esse medo. Não demorou muito e já conseguia fazer uma série de tarefas de cuidado. Hoje é veterinária&#8221;, conta, emocionada.</p>
</blockquote>
<p><strong>Os voluntários também apoiam as feirinhas de troca, mantendo os animais limpos e hidratados</strong>. No Toca, essa função é realizada principalmente por adolescentes. Esse tipo de ação leva a acostumar com o trato comum e a importância que a rotina tem para os animais.</p>
<blockquote>
<p>&#8220;É parecido com o cuidado com os animais comunitários. O exemplo é importante. Se tem um vizinho ou parente que tem um animal, é recomendado levar a criança para conhecê-lo. Ela aprende muito com o exemplo&#8221;.</p>
</blockquote>
<p>Segundo Viviane, para as crianças maiores e adolescentes existe a questão da responsabilidade. &#8220;É trazer esses animais para perto, mostrar a importância de ter esse cuidado, de forma supervisionada. Não deixar a criança solta, dizendo olha, isso é errado, isso se faz desse jeito. A supervisão na construção da responsabilidade é muito importante, também para os cães comunitários. Alimentar, por exemplo, os animais na rua é uma ótima maneira. Vê-la oferecer, fazer boas ações e elogiar isso, o que leva à formação de um ser humano melhor&#8221;, diz.</p>
<h2>Programas públicos </h2>
<p><strong>Com abrigos públicos, a prefeitura de São Paulo tem hoje um centro de adoções com centenas de animais, principalmente cães e gatos</strong>. O foco do programa municipal de adoções é a promoção da guarda responsável e da educação ambiental. O espaço recebe grupos escolares, de até 30 crianças, com mediação do contato com os animais e o objetivo de criar consciência nos pequenos, que agem como multiplicadores em seus lares.</p>
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<h6 class="meta">Ações educativas são estratégias para combater violência contra animais, dizem organizações não governamentais &#8211; Foto Paulo Pinto/Agência Brasil<!--END copyright=451616--></h6>
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<blockquote>
<p>&#8220;A criança é um agente multiplicador, leva para sua família e sua comunidade informações e o entendimento de como é importante respeitar os animais&#8221;, explica Telma Tavares, da Secretaria Municipal de Saúde, gestora do espaço.</p>
</blockquote>
<p><strong>O foco da estratégia é usar a sensibilização, durante as visitas, como porta de entrada para as orientações. O projeto, chamado Superguardiões, começou em 2019 e funciona por agendamento.</strong> Em 2025 foram mais de 1.900 visitantes, parte deles idosa. A esse programa de portas abertas, se soma outro de visitação dedicado aos pequenos que estão em alfabetização. O programa Leituras leva os pequenos a lerem para os cães e gatos do Centro Municipal de Adoção.</p>
<p>Segundo Telma, parte das escolas aproveitou e incluiu a iniciativa no processo de letramento: as crianças não apenas liam histórias para os animais, mas passaram a conhecer sua trajetória e a escrever sobre os bichinhos.</p>
<blockquote>
<p>&#8220;São ações que facilitam a adoção posterior. Os animais vão se tornando mais dóceis, se acostumando com as visitas. Claro que tomamos o cuidado de selecionar aqueles que não são agressivos, mas esse contato ajuda, inclusive, a conscientizar e educar para práticas sustentáveis&#8221;, afirma Telma.</p>
</blockquote>
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<h6 class="meta">Sensibilização é porta de entrada para combater violência contra animais &#8211; Foto <strong>Paulo Pinto/Agência Brasil</strong><!--END copyright=451641--></h6>
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<p><strong>O processo de adoção tem algumas regras de ouro. Essas são algumas, sugeridas por Telma e Viviane:</strong></p>
<p>considerar se todos os membros da família estão de acordo e conscientes das responsabilidades que terão com o animal;</p>
<p>pensar de forma realista se a família tem condições de cuidar. Não apenas em relação à questão material, mas também a ter tempo e condições de adaptar a rotina;</p>
<p>refletir se o planejamento de vida da família se adequa à adoção;</p>
<p>planejar, para evitar abandono e manter cuidados de forma adequada.</p>
<p> Guilherme Jeronymo &#8211; Repórter da Agência Brasil , . </p>
<p>Fonte: <a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/geral/noticia/2026-02/convivio-com-animais-e-acoes-educativas-ensinam-combater-violencia">Agencia brasil EBC.</a>.</p>
<p>Tue, 03 Feb 2026 07:48:00 -0300 </p>

<p>O post <a href="https://weeknews.online/convivio-com-animais-e-acoes-educativas-ensinam-a-combater-violencia/">Convívio com animais e ações educativas ensinam a combater violência</a> apareceu primeiro em <a href="https://weeknews.online">WeekNews</a>.</p>
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			</item>
		<item>
		<title>Fogos de artifício acarretam sofrimento físico e risco para animais</title>
		<link>https://weeknews.online/fogos-de-artificio-acarretam-sofrimento-fisico-e-risco-para-animais/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[ricardo]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 31 Dec 2025 20:52:37 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Noticías]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>. Enquanto a audição humana consegue distinguir sons que vão até uma frequência máxima de 20 mil hertz (Hz), os cachorros podem captar até 40 mil Hz e os gatos até 65 mil Hz. Daí a preocupação do presidente do Conselho Regional de Medicina Veterinária do Rio de Janeiro (CRMV-RJ), Diogo Alves, em relação aos impactos negativos que os fogos de artifício nas festas de fim de ano podem acarretar para os animais. Embora as grandes aglomerações e as queimas de fogos façam parte da tradição do Réveillon, para os animais, esse período pode significar sofrimento físico, pavor e risco real de acidentes. Notícias relacionadas: Cedae distribui água para hidratação no Rio . Lotéricas ficam cheias em dia de sorteio da Mega da Virada. Maior&#8230;</p>
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<p>Enquanto a audição humana consegue distinguir sons que vão até uma frequência máxima de 20 mil hertz (Hz), os cachorros podem captar até 40 mil Hz e os gatos até 65 mil Hz. Daí a preocupação do presidente do Conselho Regional de Medicina Veterinária do Rio de Janeiro (CRMV-RJ), Diogo Alves, em relação aos impactos negativos que os fogos de artifício nas festas de fim de ano podem acarretar para os animais.<img decoding="async" src="https://weeknews.online/wp-content/uploads/2025/12/1767214357_28_ebc.png" style="width:1px;height:1px;display:inline" /><img decoding="async" src="https://weeknews.online/wp-content/uploads/2025/12/1767214357_196_ebc.gif" style="width:1px;height:1px;display:inline" /></p>
<p><strong>Embora as grandes aglomerações e as queimas de fogos façam parte da tradição do Réveillon, para os animais, esse período pode significar sofrimento físico, pavor e risco real de acidentes</strong>.</p>
<blockquote>
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<ul>
<li>Cedae distribui água para hidratação no Rio .</li>
<li>Lotéricas ficam cheias em dia de sorteio da Mega da Virada.</li>
<li>Maior réveillon do mundo, Rio poderá ter chuva com ressaca.</li>
</ul>
<p>“Porque o som alto e repentino, quando o cão ou o gato escutam, eles interpretam como se fosse um estímulo potencialmente ameaçador, que leva a um forte estresse e pode até relacionar com uma combinação de fatores sensoriais também, emocionais e comportamentais”.</p>
</blockquote>
<p>De acordo com Diogo Alves, isso leva a uma fobia sonora, uma vez que o animal tem o poder de potencializar os sons. “Ouvem o dobro dos sons de um ser humano. E nos gatos isso é ainda maior”. Desse modo, o ideal seria os tutores começarem a fazer uma preparação prévia, para garantir maior segurança para os pets, não só na semana do Natal e do Ano Novo, mas também do carnaval, sugeriu.</p>
<blockquote>
<p>“Porque o animal tem que ter uma rotina super harmoniosa dentro de casa. Você pode tentar fazer com que o animal tenha brinquedinhos em casa, que podem funcionar até como uma ferramenta emocional para ele, porque vai ajudar a canalizar a energia, estimular o foco no brinquedo e ser algo positivo que vai fazer ele se desligar dos estímulos externos. Isso é muito importante também”.</p>
</blockquote>
<p><strong>Os responsáveis devem se preparar com antecedência, deixando ambientes mais seguros, como cômodos fechados, cortinas fechadas e isolamento acústico improvisado, que ajudam a reduzir o impacto do som. Sons constantes, como televisão ou música em volume moderado, podem funcionar como barreira sonora.</strong></p>
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<div class="meta rtecenter"><!--copyright=449242-->Rio de Janeiro (RJ), 29/12/2025 &#8211; Fogos de artifício acarretam sofrimento físico, pavor e risco real de acidentes para os animais. Diogo Alves. Foto: Diogo Alves/Arquivo Pessoal </div>
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</div>
<h2>Reações</h2>
<p>Como cães e gatos possuem audição muito mais sensível que a humana, o barulho dos fogos pode desencadear reações como pânico, tentativas de fuga, tremores, salivação excessiva, automutilação e acidentes graves, como quedas de janelas e muros durante tentativas desesperadas de escapar do barulho. Com a fuga, podem acabar sendo atropelados nas ruas. O presidente do CRMV-RJ alerta que os efeitos do estresse provocado por explosões sonoras não são apenas comportamentais. Os animais sujeitos a esse tipo de estímulo podem apresentar taquicardia, aumento da pressão arterial, desorientação e crises convulsivas. Em situações extremas, o quadro pode levar ao óbito do animal.</p>
<blockquote>
<p>“A liberação de adrenalina é tão alta que pode ocorrer uma parada cardíaca em decorrência da convulsão e do choque”. Diogo Alves não recomendou também prender os animais em coleiras porque isso pode acabar provocado enforcamento. “Isso é muito pior porque o animal sente medo, vai tentar pular, acaba sendo enforcado e muitos morrem”.</p>
</blockquote>
<p>Para os gatos, em especial, Diogo Alves lembrou que uma opção são os feromônios em forma de spray. Feromônios para gatos são compostos químicos (naturais ou sintéticos) que imitam os sinais de bem-estar e segurança que os gatos liberam, ajudando a acalmar, reduzir estresse, ansiedade, e facilitar adaptação a novos ambientes ou outros pets. Outra dica importante, segundo o médico veterinário é controlar as entradas da casa, manter a porta do animal sempre fechada.</p>
<blockquote>
<p>“Muito cuidado com convidados, que ficam entrando e saindo dentro da casa da pessoa. E, aí, podem deixar a porta aberta e o bicho fugir”.</p>
</blockquote>
<p><strong>Segundo Alves, é necessário um controle muito grande “porque os animais merecem esse cuidado mesmo”. Envolvê-los em mantas, por exemplo, ajuda a aliviar o estresse. </strong></p>
<blockquote>
<p>“O contato da pele animal com a do ser humano faz com que ele se sinta mais seguro. Isso é muito importante”. Esse hábito, que muitas pessoas chamam de &#8220;tail in touch&#8221;, termo inglês que significa toque do pano, “ameniza essa fobia, estimula a liberação de hormônios para reduzir o estresse do bichinho. É importante, sim”.</p>
<p> </p>
</blockquote>
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<div class="dnd-atom-rendered"><!-- scald=271688:cheio_8colunas --><br />
            <img decoding="async" src="/sites/default/files/thumbnails/image/loading_v2.gif" data-echo="https://weeknews.online/wp-content/uploads/2025/12/tutores_com_caes_no_parcao_espaco_exclusivo_para_cachorros_na_praca_ayrton_senna_do_brasil_rvsa_abr_.jpeg" alt="Tutores com cães no Parcão, espaço exclusivo para cachorros, na Praça Ayrton Senna do Brasil." title="Rovena Rosa/Agência Brasil"><br />
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<div class="meta rtecenter">Barulho dos fogos pode desencadear reações como pânico, tentativas de fuga, tremores. <strong>Rovena Rosa/Agência Brasil</strong><!--END copyright=271688--></div>
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<h2>Cuidados</h2>
<p>Em relação a medicações, o presidente do CRMV-RJ alertou que o uso de ansiolíticos só deve ser prescrito por um médico veterinário. “Porque cada caso é um caso”. O mesmo ocorre quanto à possibilidade de sedação. “A sedação é só com orientação veterinária mesmo. Porque tem muita gente que ouve e quer fazer uma coisa desse tipo e não pode, não deve fazer. Com a internet, todo mundo é curioso, todo mundo se acha professor”, criticou. Além disso, o uso indiscriminado desses remédios também pode causar efeito colateral grave. “O sucesso e o prejuízo são a dose que é ministrada”, salientou.</p>
<p><strong>Outra coisa importante é não alimentar o animal perto dos horários dos fogos porque, com a agitação, ele pode sofrer engasgos. Embora a queima de fogos se intensifique na hora da virada, tem pessoas que desde a manhã do dia 31 já estão soltando fogos, lembrou Diogo Alves. Como o calor está muito forte, outra recomendação é hidratar bastante o animal</strong>.</p>
<blockquote>
<p>“Eu sempre recomendo fazer cubinhos de gelo, sorvetinho de frutas. Você congela a fruta, melancia ou melão, para o animal brincar. Ele fica lambendo, aquilo vai distraí-lo, tira o foco do calor um pouco também. E evitar frutas açucaradas. Melancia e melão são as que a gente realmente recomenda porque a quantidade hídrica é muito maior. Eles vão adorar, vão brincar”.</p>
</blockquote>
<p>Atenção também para os aparelhos de ar-condicionado, porque podem ressecar as vias aéreas dos animais. Para que isso não ocorra, o médico veterinário sugere colocar um balde dentro do local para aumentar a umidade daquele espaço. Em relação aos passeios na rua, observou que “se o chão está quente para a gente, está dez vezes mais quente para o animalzinho”. Não se deve fazer passeios com os animais em horários de pico de sol, mas até 8 horas da manhã ou só no final da tarde, para que o bichinho tenha uma transpiração melhor. Para os gatos, que são preguiçosos por natureza, os tutores devem colocar vários potinhos de água pela casa e com fontes, porque o gato é estimulado a beber também pela água em movimento.</p>
<p>O CRMV-RJ reforça que celebrar não pode significar colocar vidas em risco. Em períodos de grande incidência de fogos, a responsabilidade com os animais deve fazer parte do planejamento das comemorações.</p>
<h2>Outras orientações</h2>
<p>O professor do curso de Medicina Veterinária da Universidade Guarulhos (UNG), Diego de Mattos, destacou que um dos contratempos durante as festividades é a intoxicação com alimentos presentes nas ceias, como o chocolate, uva passa, cebola, nozes e alho, que são comidas perigosas para os companheiros de quatro patas. “O chocolate, por exemplo, tem teobromina e cafeína. O organismo dos animais não consegue metabolizar adequadamente essas substâncias”, explicou.</p>
<p>De acordo com Diego de Mattos, é preciso também evitar massas cruas com fermento e bebidas alcoólicas, pois podem causar intoxicações graves. Carnes gordurosas, defumadas ou muito temperadas aumentam o risco de pancreatite. Outro elemento que deve ser evitado é osso cozido, pois suas lascas podem perfurar ou obstruir o trato digestivo dos animais. Deixar todos os alimentos fora do alcance dos animais e não oferecer restos de comida são providências acertadas.</p>
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<p>“Caso o tutor queira incluir os bichinhos nas festividades, é recomendado preparar opções seguras, como carnes magras e cozidas sem tempero e sal, legumes adequados e petiscos voltados aos pets”.</p>
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<p>Ele destacou ainda que a busca por atendimento veterinário é indicada quando o medo ou a ansiedade se tornam intensos ou persistentes. Sintomas como tremores contínuos, vômitos, dificuldade para respirar, convulsões, tentativas desesperadas de fuga ou recusa total em se alimentar são alguns sinais que merecem atenção. Ele assinalou que o acompanhamento veterinário é essencial para evitar que a ansiedade e o medo se transformem em um problema crônico</p>
<p> Alana Gandra – Repórter da Agência Brasil , . </p>
<p>Fonte: <a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/geral/noticia/2025-12/fogos-de-artificio-acarretam-sofrimento-fisico-e-risco-para-animais">Agencia brasil EBC.</a>.</p>
<p>Wed, 31 Dec 2025 17:44:00 -0300 </p>

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