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	<title>Arquivo de Argentina - WeekNews</title>
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	<title>Arquivo de Argentina - WeekNews</title>
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		<title>Atividade econômica da Argentina cai 1,74% em agosto e acende alerta de recessão</title>
		<link>https://weeknews.online/atividade-economica-da-argentina-cai-174-em-agosto-e-acende-alerta-de-recessao/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[ricardo]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 22 Oct 2026 15:59:06 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Internacional]]></category>
		<category><![CDATA[Ajuste de Milei reduz número de novos aposentados em 53% na Argentina]]></category>
		<category><![CDATA[Argentina]]></category>
		<category><![CDATA[Indec]]></category>
		<category><![CDATA[Javeir Milei]]></category>
		<category><![CDATA[Manifestação contra Milei termina em confrontos na Argentina]]></category>
		<category><![CDATA[Milei lança plano para demitir 21 mil servidores na Argentina]]></category>
		<category><![CDATA[Recessão]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Fonte da imagem: Agência Brasil A economia argentina registrou retração de 1,74% em agosto deste ano na comparação com o mesmo mês de 2025, segundo dados divulgados pelo Instituto Nacional de Estatística e Censos (Indec). É o segundo mês consecutivo de queda na comparação interanual: em julho, a atividade havia recuado 2,8% frente a julho do ano anterior e 1,5% em relação a junho. Na comparação com julho de 2026, o indicador de agosto avançou 0,1%. No acumulado de 2026 terminado em agosto, a economia argentina cresceu 1,2%, abaixo do 1,7% registrado no acumulado encerrado em julho. O desempenho levou especialistas a apontar risco de recessão no país vizinho. A economista Clara Brenck, professora adjunta do Departamento de Economia da Universidade Federal de Minas Gerais&#8230;</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<figure class="weeknews-ai-media" style="margin:24px 0;max-width:100%;clear:both;"><img loading="lazy" style="max-width:100%;height:auto;display:block;" src="https://weeknews.online/wp-content/uploads/2026/08/2024-01-30t185321z_1_lynxmpek0t0o9_rtroptp_4_holocaust-memorial-argentina-1024x512.jpg" alt="Atividade econômica da Argentina cai 1,74% em agosto e acende alerta de recessão" decoding="async"><figcaption class="weeknews-ai-credit" style="font-size:13px;line-height:1.45;margin-top:8px;color:#666;text-align:center;">Fonte da imagem: <a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/internacional/noticia/2026-10/economia-da-argentina-recua-17-em-agosto-sob-risco-de-recessao" target="_blank" rel="nofollow noopener noreferrer">Agência Brasil</a></figcaption></figure>
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<p>A economia argentina registrou retração de 1,74% em agosto deste ano na comparação com o mesmo mês de 2025, segundo dados divulgados pelo Instituto Nacional de Estatística e Censos (Indec). É o segundo mês consecutivo de queda na comparação interanual: em julho, a atividade havia recuado 2,8% frente a julho do ano anterior e 1,5% em relação a junho. Na comparação com julho de 2026, o indicador de agosto avançou 0,1%.</p>
<p>No acumulado de 2026 terminado em agosto, a economia argentina cresceu 1,2%, abaixo do 1,7% registrado no acumulado encerrado em julho. O desempenho levou especialistas a apontar risco de recessão no país vizinho.</p>
<p>A economista Clara Brenck, professora adjunta do Departamento de Economia da Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG), afirmou que a Argentina pode estar entrando em uma recessão econômica. &#8220;O desemprego também aumentou muito, o que também é indício disso. Acho que o cenário é preocupante da Argentina. Talvez a única coisa boa que se pode tirar disso é a redução da inflação, que eles conseguiram, mas também muito dependente da variação do dólar&#8221;, declarou.</p>
<p>Entre os setores que mais contribuíram para a queda de agosto estão pesca (-15,7%), intermediação financeira (-3,8%), comércio atacadista, varejista e reparações (-3,5%), indústria manufatureira (-3,2%), transportes e comunicações (-2,9%) e construção (-2,5%). Na direção oposta, avançaram mineração e petróleo (+11,1%), eletricidade, gás e água (+4,3%) e hotéis e restaurantes (+3,1%).</p>
<p>Ana Brenck, pesquisadora do Centro de Pesquisa em Macroeconomia das Desigualdades da Faculdade de Economia da Universidade de São Paulo (Made/USP), avalia que petróleo, gás e mineração são os setores que têm &#8220;segurado que essa recessão não fosse pior&#8221;. &#8220;Porém, são setores que dependem muito do mercado externo, de preços internacionais. O que está crescendo são coisas que não dependem da economia doméstica, basicamente. Por isso, não acho que dá para comemorar esse resultado&#8221;, disse.</p>
<p>A pesquisadora citou ainda as quedas da indústria e do comércio como preocupantes por empregarem mais trabalhadores e avaliou que as políticas de corte de gastos do presidente Javier Milei contribuíram para o cenário. &#8220;Os cortes de imposto que o Milei fez com a promessa de que isso iria gerar investimento e aumentar a atividade econômica no setor privado, a gente não está observando isso&#8221;, concluiu. Para ela, o dado mais positivo foi o crescimento do setor hoteleiro, &#8220;no sentido de segurar a queda do desemprego, mas, claro, é um setor também que tem um peso muito pequeno comparado com os outros&#8221;.</p>
<p>O ministro da Economia, Luis Caputo, destacou em uma rede social o crescimento de 0,1% de agosto ante julho. &#8220;Com essa dinâmica, o indicador tendência-ciclo se posicionou 6,6% acima do nível de dezembro de 2023&#8221;, explicou. Caputo mencionou também as exportações agroindustriais de setembro, que teriam alcançado máximo histórico para o mês. &#8220;Nos primeiros 9 meses do ano, as exportações da agroindústria somaram US$ 43.206 milhões de dólares, crescendo 13% em relação ao mesmo período de 2025 e registrando também um recorde histórico em volume&#8221;, comemorou.</p>
<p>Análise WeekNews: O quadro descrito pelos dados do Indec combina retração interanual por dois meses seguidos com avanço marginal na margem, o que sugere uma economia sem tração consistente. A concentração do crescimento em mineração, petróleo e energia — setores mais ligados ao mercado externo — indica que a recuperação, quando ocorre, tende a não se disseminar pelo mercado doméstico, justamente o que emprega mais trabalhadores. O recuo da inflação, citado por Clara Brenck, aparece como alívio, mas condicionado à variação do dólar, o que mantém o cenário sujeito a oscilações.</p>
<p>Fonte: <a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/internacional/noticia/2026-10/economia-da-argentina-recua-17-em-agosto-sob-risco-de-recessao" target="_blank" rel="nofollow noopener noreferrer">Agência Brasil</a>.</p>

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			</item>
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		<title>Servidores federais alertam para risco ao serviço público às vésperas do 2º turno</title>
		<link>https://weeknews.online/servidores-federais-alertam-para-risco-ao-servico-publico-as-vesperas-do-2o-turno/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[ricardo]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 21 Oct 2026 14:34:06 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Noticías]]></category>
		<category><![CDATA[Argentina]]></category>
		<category><![CDATA[brasil]]></category>
		<category><![CDATA[eleições 2026]]></category>
		<category><![CDATA[eleições gerais]]></category>
		<category><![CDATA[Eleições: fórum de servidores públicos denuncia censura na internet]]></category>
		<category><![CDATA[javier milei]]></category>
		<category><![CDATA[Milei lança plano para demitir 21 mil servidores na Argentina]]></category>
		<category><![CDATA[outro de direita]]></category>
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		<category><![CDATA[Política]]></category>
		<category><![CDATA[Serviço Público]]></category>
		<category><![CDATA[Sociedade civil apresenta propostas aos candidatos à Presidência]]></category>
		<category><![CDATA[um de esquerda]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Fonte da imagem: Agência Brasil Às vésperas do segundo turno das eleições gerais, marcado para o próximo domingo (25), dezenas de entidades representativas de servidores públicos federais divulgaram manifesto em que alertam para a polaridade das propostas que se apresentam ao país. O documento foi publicado nessa terça-feira (20). Segundo as instituições signatárias, dois projetos de Estado profundamente distintos estão em disputa — um de esquerda e outro de direita —, com consequências que consideram decisivas não apenas para o futuro do serviço público, mas também para as condições de trabalho, os direitos e a valorização dos servidores. O manifesto avalia que, de um lado, reaparecem propostas de reforma administrativa que, sob o argumento de modernizar o Estado, podem comprometer a estabilidade dos servidores, ampliar&#8230;</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<figure class="weeknews-ai-media" style="margin:24px 0;max-width:100%;clear:both;"><img loading="lazy" style="max-width:100%;height:auto;display:block;" src="https://weeknews.online/wp-content/uploads/2026/07/dji_20260621145838_0073_d-1024x512.jpg" alt="Servidores federais alertam para risco ao serviço público às vésperas do 2º turno" decoding="async"><figcaption class="weeknews-ai-credit" style="font-size:13px;line-height:1.45;margin-top:8px;color:#666;text-align:center;">Fonte da imagem: <a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/politica/noticia/2026-10/entidades-divulgam-manifesto-pela-valorizacao-do-servico-publico" target="_blank" rel="nofollow noopener noreferrer">Agência Brasil</a></figcaption></figure>
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<p>Às vésperas do segundo turno das eleições gerais, marcado para o próximo domingo (25), dezenas de entidades representativas de servidores públicos federais divulgaram manifesto em que alertam para a polaridade das propostas que se apresentam ao país. O documento foi publicado nessa terça-feira (20).</p>
<p>Segundo as instituições signatárias, dois projetos de Estado profundamente distintos estão em disputa — um de esquerda e outro de direita —, com consequências que consideram decisivas não apenas para o futuro do serviço público, mas também para as condições de trabalho, os direitos e a valorização dos servidores.</p>
<p>O manifesto avalia que, de um lado, reaparecem propostas de reforma administrativa que, sob o argumento de modernizar o Estado, podem comprometer a estabilidade dos servidores, ampliar a precarização dos vínculos de trabalho e fragilizar a capacidade do Poder Público de atuar com autonomia, continuidade e independência técnica. Para as entidades, a estabilidade &#8220;não é privilégio corporativo: constitui uma garantia institucional contra pressões políticas e econômicas&#8221; e é condição para que o servidor exerça suas atribuições em defesa do interesse público.</p>
<p>O texto também cita como alerta a experiência da Argentina sob a gestão de Javier Milei, marcada por medidas de ajuste, cortes no setor público e redução de estruturas estatais. Decreto assinado nessa terça-feira pelo presidente argentino instituiu um plano de demissão voluntária que pode alcançar 21 mil servidores públicos. Desde janeiro de 2023, o governo Milei fechou 77 mil vagas no serviço estatal do país. Para as entidades brasileiras, esse cenário oferece um alerta sobre os custos sociais e institucionais de políticas dessa natureza.</p>
<p>Entre os principais pontos do documento estão a perspectiva de congelamento ou redução salarial, restrições ao ingresso de novos servidores e demissões em larga escala, medidas associadas a programas de ajuste fiscal que, segundo o texto, podem comprometer a prestação de serviços essenciais. &#8220;Não se trata apenas de discutir remunerações, mas de preservar carreiras, conhecimento técnico e capacidade de resposta do Estado às necessidades da população&#8221;, afirmam as entidades.</p>
<p>O manifesto também defende o direito à negociação coletiva e à livre organização sindical. Para os signatários, a interrupção dos canais de diálogo, o enfraquecimento das entidades representativas e as tentativas de restringir a atuação sindical ameaçam conquistas históricas e comprometem a construção de soluções negociadas para os conflitos entre servidores e governo.</p>
<p>As entidades comparam os modelos de gestão pública dos últimos governos. Segundo o texto, o período anterior, marcado por assédio institucional e moral, conflitos com o funcionalismo, perseguição a servidores, restrições à negociação e iniciativas de reforma administrativa de caráter regressivo, deixou um legado de perdas do poder de compra, desvalorização e insegurança. Já o período atual, avaliam, restabeleceu canais de diálogo e negociação, retomou reajustes e reconheceu a importância dos servidores para o funcionamento do Estado. O documento ressalta que, após anos de restrições e prolongada defasagem remuneratória, o atual governo retomou os processos de negociação com as entidades representativas e promoveu reajustes salariais para o funcionalismo federal, além de reabrir espaços de interlocução sobre condições de trabalho e valorização das carreiras.</p>
<p>O manifesto ainda avalia que propostas de redução de gastos sociais e de cortes no orçamento federal podem comprometer políticas públicas essenciais de transferência de renda, moradia, fornecimento de medicamentos e incentivo educacional. &#8220;Neste momento decisivo, as entidades signatárias reafirmam seu compromisso com um Estado democrático, eficiente, socialmente responsável e capaz de assegurar direitos&#8221;, diz o texto, que conclama a sociedade e os servidores a avaliar com atenção as propostas em debate e suas consequências de longo prazo.</p>
<p>O documento é assinado por Sindifisco Nacional, Sinditamaraty, Anesp, Afipea Sindical, SINDPFA/Territorial Sindical, Sinait, Assecor, ADB Sindical, Unacon Sindical, Anfip, Anffa, Andeps e Sindsusep.</p>
<p>Análise WeekNews: O manifesto reúne entidades de carreiras estratégicas da administração federal e desloca o debate eleitoral para o terreno das condições de trabalho do funcionalismo. Ao comparar os dois modelos de gestão e citar o caso argentino, as entidades buscam tornar explícito o que consideram estar em jogo no segundo turno: a estabilidade, a negociação coletiva e a capacidade de o Estado manter estruturas permanentes. O documento não apresenta propostas próprias de governo, mas fixa uma posição institucional que pode servir de referência para o funcionalismo no próximo domingo.</p>
<p>Fonte: <a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/politica/noticia/2026-10/entidades-divulgam-manifesto-pela-valorizacao-do-servico-publico" target="_blank" rel="nofollow noopener noreferrer">Agência Brasil</a>.</p>

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			</item>
		<item>
		<title>Milei abre plano de demissão voluntária que pode atingir 21 mil servidores na Argentina</title>
		<link>https://weeknews.online/milei-abre-plano-de-demissao-voluntaria-que-pode-atingir-21-mil-servidores-na-argentina/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[ricardo]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 20 Oct 2026 19:45:08 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Pesquisa e Inovação]]></category>
		<category><![CDATA[Ajuste de Milei reduz número de novos aposentados em 53% na Argentina]]></category>
		<category><![CDATA[Argentina]]></category>
		<category><![CDATA[Argentina fechou]]></category>
		<category><![CDATA[Argentina sob Milei fecha 31 mil empresas e 245 mil empregos formais]]></category>
		<category><![CDATA[Corte de Gastos]]></category>
		<category><![CDATA[Decreto 1.203 de 2026]]></category>
		<category><![CDATA[informe do governo]]></category>
		<category><![CDATA[Internacional]]></category>
		<category><![CDATA[javier milei]]></category>
		<category><![CDATA[Manifestação contra Milei termina em confrontos na Argentina]]></category>
		<category><![CDATA[Multimídia]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Fonte da imagem: Agência Brasil O governo de Javier Milei publicou nesta segunda-feira (19) o Decreto 1.203 de 2026, que institui um plano de demissão voluntária no serviço público federal argentino com potencial de alcançar até 21 mil servidores. A medida integra a agenda de corte de gastos do presidente, que assumiu a Casa Rosada em 2023 tendo a motosserra como símbolo da redução do Estado. O texto prevê a adesão de três grupos distintos de funcionários federais e exclui militares, além de servidores da segurança e da inteligência. As vagas dos que optarem pelo desligamento serão suprimidas de forma permanente, segundo o decreto. Desde janeiro de 2023, o governo Milei fechou 77 mil postos no serviço estatal argentino. A Associação dos Trabalhadores do Estado&#8230;</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<figure class="weeknews-ai-media" style="margin:24px 0;max-width:100%;clear:both;"><img loading="lazy" style="max-width:100%;height:auto;display:block;" src="https://weeknews.online/wp-content/uploads/2026/10/2026-08-07t000000z_1074370976_mt1ltana000kslzns_rtrmadp_3_america-argentina-congress-demostration-la-1024x512.jpeg" alt="Milei abre plano de demissão voluntária que pode atingir 21 mil servidores na Argentina" decoding="async"><figcaption class="weeknews-ai-credit" style="font-size:13px;line-height:1.45;margin-top:8px;color:#666;text-align:center;">Fonte da imagem: <a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/internacional/noticia/2026-10/milei-lanca-plano-para-demitir-21-mil-servidores-na-argentina" target="_blank" rel="nofollow noopener noreferrer">Agência Brasil</a></figcaption></figure>
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<p>O governo de Javier Milei publicou nesta segunda-feira (19) o Decreto 1.203 de 2026, que institui um plano de demissão voluntária no serviço público federal argentino com potencial de alcançar até 21 mil servidores. A medida integra a agenda de corte de gastos do presidente, que assumiu a Casa Rosada em 2023 tendo a motosserra como símbolo da redução do Estado.</p>
<p>O texto prevê a adesão de três grupos distintos de funcionários federais e exclui militares, além de servidores da segurança e da inteligência. As vagas dos que optarem pelo desligamento serão suprimidas de forma permanente, segundo o decreto. Desde janeiro de 2023, o governo Milei fechou 77 mil postos no serviço estatal argentino.</p>
<p>A Associação dos Trabalhadores do Estado (ATE) contesta a natureza voluntária do programa e acusa o governo de intimidar funcionários para que adiram à proposta. O governo sustenta que a decisão cabe a cada servidor.</p>
<p>O secretário-geral da ATE Nacional afirmou que, se há pressão sobre os trabalhadores, o consentimento não é livre. Segundo o líder sindical, relatos de funcionários descrevem situações como a de quem é levado a assinar papéis de aposentadoria sob a ameaça de ser colocado em licença e, depois, demitido. A entidade também alerta que milhões de argentinos podem ficar sem serviços públicos essenciais e diz que vai recomendar a não adesão ao plano, citando a experiência de demissões voluntárias da década de 1990, que, conforme a ATE, teria deixado milhares de servidores sem emprego e sem aposentadoria.</p>
<p>&#8220;Não podemos permitir que desmantelam o Estado e o deixem sem seu bem mais precioso: um valioso recurso humano com experiência e histórico comprovado&#8221;, declarou o secretário-geral da ATE Nacional.</p>
<p>O cenário econômico acompanha a redução do aparato estatal. Dados oficiais do Indec mostram que a taxa de desemprego na Argentina chegou a 7,9% da população economicamente ativa no primeiro semestre de 2026, alta de 0,3 ponto percentual em relação ao mesmo período de 2025. Levantamento do Centro de Economia Política Argentina (Cepa) aponta o fechamento de 31,3 mil empresas sob o governo Milei, o equivalente a 6,1% do total de companhias registradas no país, e o encerramento de 245 mil postos formais de emprego em 31 meses, queda de 3,9% do total.</p>
<p>Análise WeekNews: o plano de demissão voluntária se soma a um encolhimento já mensurável do emprego estatal e formal na Argentina. Os números do Indec e do Cepa indicam que a redução de despesas defendida pelo governo vem acompanhada de pressão sobre o mercado de trabalho, enquanto a disputa entre governo e ATE sobre o caráter voluntário das adesões tende a concentrar o debate público sobre os limites e os efeitos da reforma do Estado.</p>
<p>Fonte: <a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/internacional/noticia/2026-10/milei-lanca-plano-para-demitir-21-mil-servidores-na-argentina" target="_blank" rel="nofollow noopener noreferrer">Agência Brasil</a>.</p>

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		<item>
		<title>Brasil empata com Argentina em Recife e encerra data Fifa de testes</title>
		<link>https://weeknews.online/brasil-empata-com-argentina-em-recife-e-encerra-data-fifa-de-testes/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[ricardo]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 14 Oct 2026 15:15:14 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Pesquisa e Inovação]]></category>
		<category><![CDATA[Argentina]]></category>
		<category><![CDATA[brasil]]></category>
		<category><![CDATA[Esportes]]></category>
		<category><![CDATA[Futebol]]></category>
		<category><![CDATA[Palmeiras surpreende e deixa Kate Tapia fora da Libertadores Feminina]]></category>
		<category><![CDATA[seleção feminina de futebol]]></category>
		<category><![CDATA[Seleção feminina faz 3 a 1 na Argentina em primeiro jogo no Beira-Rio]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Fonte da imagem: Agência Brasil A seleção feminina de futebol encerrou a data Fifa desta terça-feira (13) com empate por 2 a 2 com a Argentina, na Arena de Pernambuco, em São Lourenço da Mata, na região metropolitana do Recife. O time comandado por Arthur Elias abriu 2 a 0, mas cedeu a igualdade diante de cerca de 30 mil torcedores. O duelo em Pernambuco fechou a série de dois amistosos contra as argentinas. No sábado (10), o Brasil havia vencido por 3 a 1 no Beira-Rio, em Porto Alegre, em partida na qual o auxiliar Rodrigo Iglesias comandou a equipe, já que Arthur Elias estava suspenso. Para o segundo jogo, Arthur Elias promoveu nove mudanças na formação titular em relação ao confronto de Porto&#8230;</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<figure class="weeknews-ai-media" style="margin:24px 0;max-width:100%;clear:both;"><img loading="lazy" style="max-width:100%;height:auto;display:block;" src="https://weeknews.online/wp-content/uploads/2026/10/brasil_x_argentina_-_jogo-64-1024x512.jpg" alt="Brasil empata com Argentina em Recife e encerra data Fifa de testes" decoding="async"><figcaption class="weeknews-ai-credit" style="font-size:13px;line-height:1.45;margin-top:8px;color:#666;text-align:center;">Fonte da imagem: <a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/esportes/noticia/2026-10/empate-com-argentina-conclui-periodo-de-testes-na-selecao-feminina" target="_blank" rel="nofollow noopener noreferrer">Agência Brasil</a></figcaption></figure>
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<p>A seleção feminina de futebol encerrou a data Fifa desta terça-feira (13) com empate por 2 a 2 com a Argentina, na Arena de Pernambuco, em São Lourenço da Mata, na região metropolitana do Recife. O time comandado por Arthur Elias abriu 2 a 0, mas cedeu a igualdade diante de cerca de 30 mil torcedores.</p>
<p>O duelo em Pernambuco fechou a série de dois amistosos contra as argentinas. No sábado (10), o Brasil havia vencido por 3 a 1 no Beira-Rio, em Porto Alegre, em partida na qual o auxiliar Rodrigo Iglesias comandou a equipe, já que Arthur Elias estava suspenso.</p>
<p>Para o segundo jogo, Arthur Elias promoveu nove mudanças na formação titular em relação ao confronto de Porto Alegre. As laterais Isabela e Raíssa Bahia foram as únicas mantidas. No gol, Thaís Lima entrou na vaga de Lorena, com Tayla e Tarciane formando a dupla de zaga. Do meio para frente, a escalação teve Kaylane, Kerolin, Bia Zaneratto, Gio Garbelini, Priscila e Jhonson.</p>
<p>O Brasil tomou a iniciativa e abriu o placar aos 12 minutos, com Bia Zaneratto, de cabeça, após cruzamento de Raíssa Bahia pela esquerda. Aos 27, em contra-ataque, Gio Garbelini ampliou a vantagem.</p>
<p>A reação argentina começou aos 34 minutos, com a meia Daiana Falfán. Na etapa final, aos sete minutos, Agostina Holzheier foi derrubada na área por Isabela, e Florencia Bonsegundo converteu o pênalti para deixar tudo igual.</p>
<p>A partir dos 11 minutos do segundo tempo, o Brasil passou a ter uma jogadora a mais, depois que a meia Sofía Dominguez foi expulsa por puxar o cabelo de Kerolin. Mesmo com a superioridade numérica por mais de meia hora, a seleção não criou chances de grande perigo.</p>
<p>&#8220;Tivemos dificuldade de jogar com uma mais. Tem coisas que não foram boas e viram alertas e tem coisas positivas que nos aproximam de uma convocação em maio do ano que vem&#8221;, afirmou Arthur Elias em entrevista coletiva após a partida.</p>
<p>O técnico também justificou as escolhas feitas ao longo do período de amistosos. &#8220;Existem jogos em que a prioridade máxima é vencer, como foi com os Estados Unidos [na data Fifa anterior, em junho]. E temos confrontos que são estratégicos, em que tomamos decisões difíceis, mas importantes&#8221;, disse.</p>
<p>Ao todo, 27 das 28 jogadoras convocadas foram testadas. Na partida de terça, foram dez substituições, com a estreia da zagueira Carol Gil, do São Paulo. No sábado, Iglesias também fez dez alterações e promoveu a primeira partida de Carlinha, campeã brasileira pelo Tricolor paulista. A goleira Yanne, do Bahia, foi a única a não entrar em campo.</p>
<p>A seleção feminina ainda tem dois amistosos marcados para 2026, ambos contra o Japão e fora de casa: o primeiro em 29 de novembro, em Hiroshima, e o segundo em 5 de dezembro, em Okayama. Em 2027, estão previstas duas datas Fifa, em fevereiro e abril, com espaço para até três partidas em cada, antes da convocação para a Copa do Mundo, que será realizada no Brasil.</p>
<p>Análise WeekNews: A data Fifa cumpriu o objetivo de ampliar o rodízio do elenco, com 27 das 28 convocadas utilizadas e duas estreias. O empate após abrir 2 a 0 e a dificuldade de criar com uma jogadora a mais, no entanto, ficaram registrados pelo próprio técnico como pontos de alerta. O calendário seguinte, com amistosos fora de casa contra o Japão e duas datas Fifa em 2027, concentra o período restante de observação antes da convocação para o Mundial no Brasil.</p>
<p>Fonte: <a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/esportes/noticia/2026-10/empate-com-argentina-conclui-periodo-de-testes-na-selecao-feminina" target="_blank" rel="nofollow noopener noreferrer">Agência Brasil</a>.</p>

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		<title>Fim de moratória e nova fórmula reduzem novas aposentadorias em 53% na Argentina</title>
		<link>https://weeknews.online/fim-de-moratoria-e-nova-formula-reduzem-novas-aposentadorias-em-53-na-argentina/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[ricardo]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 13 Oct 2026 10:41:08 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Pesquisa e Inovação]]></category>
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		<category><![CDATA[redução]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Fonte da imagem: Agência Brasil O número de argentinos que ingressaram no sistema previdenciário caiu de 213,9 mil no primeiro semestre de 2024 para 99,6 mil no primeiro semestre de 2026, uma redução de 53%. A queda foi registrada pelos Boletins Estatísticos da Previdência Social (BESS) do país e ocorre após o governo de Javier Milei não renovar a chamada moratória previdenciária, mecanismo que permitia a trabalhadores com idade mínima para se aposentar, mas sem os 30 anos de contribuição exigidos, regularizar o período sem recolhimento. O fim da regra passou a valer em março de 2025. A alteração no cálculo dos benefícios veio antes, em março de 2024, quando Milei editou o Decreto de Necessidade e Urgência (DNU) 274. Desde então, as mensalidades são&#8230;</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<figure class="weeknews-ai-media" style="margin:24px 0;max-width:100%;clear:both;"><img loading="lazy" style="max-width:100%;height:auto;display:block;" src="https://weeknews.online/wp-content/uploads/2026/10/protesto_contra_cortes_de_pensoes_na_argentina_-_reuters-1024x512.jpg" alt="Fim de moratória e nova fórmula reduzem novas aposentadorias em 53% na Argentina" decoding="async"><figcaption class="weeknews-ai-credit" style="font-size:13px;line-height:1.45;margin-top:8px;color:#666;text-align:center;">Fonte da imagem: <a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/internacional/noticia/2026-10/ajuste-de-milei-reduz-numero-de-novos-aposentados-em-53-na-argentina" target="_blank" rel="nofollow noopener noreferrer">Agência Brasil</a></figcaption></figure>
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<p>O número de argentinos que ingressaram no sistema previdenciário caiu de 213,9 mil no primeiro semestre de 2024 para 99,6 mil no primeiro semestre de 2026, uma redução de 53%. A queda foi registrada pelos Boletins Estatísticos da Previdência Social (BESS) do país e ocorre após o governo de Javier Milei não renovar a chamada moratória previdenciária, mecanismo que permitia a trabalhadores com idade mínima para se aposentar, mas sem os 30 anos de contribuição exigidos, regularizar o período sem recolhimento. O fim da regra passou a valer em março de 2025.</p>
<p>A alteração no cálculo dos benefícios veio antes, em março de 2024, quando Milei editou o Decreto de Necessidade e Urgência (DNU) 274. Desde então, as mensalidades são reajustadas mensalmente com base nos índices oficiais da inflação. A fórmula anterior, definida pela Lei 27.609 de 2021, combinava dois indicadores: 50% do reajuste era definido pela variação dos salários e 50% pela arrecadação da Previdência.</p>
<p>O Centro de Economia Política Argentina (Cepa) calculou que a mudança reduziu o piso mínimo das aposentadorias em 21,6%, considerando os valores de junho de 2026. Segundo o informe, naquele mês, com o aumento de 2,6% da fórmula de Milei, a aposentadoria mínima sem bônus ficou em 403.327 pesos, enquanto, se a fórmula anterior tivesse sido mantida, seria de 490.621 pesos.</p>
<p>O advogado argentino especializado em seguridade social Luciano González Etkin afirmou que as aposentadorias no país vinham perdendo poder de compra pelo menos desde 2018. &#8220;Ao suspender a fórmula que proporcionava algum crescimento real das mensalidades, o que o governo Milei faz é consolidar a perda do poder de compra das aposentadorias, condenando-as a permanecer nesse patamar&#8221;, declarou.</p>
<p>Outra medida que afetou os aposentados foi o corte no subsídio para compra de medicamentos por meio do Instituto Nacional de Serviços Sociais para Aposentados e Pensionistas (Pami). Em dezembro de 2024, o Pami definiu novas regras para acessar a gratuidade, restringindo o programa aos aposentados com renda mensal de até 1,5 vez o benefício previdenciário mínimo.</p>
<p>González Etkin, que também atua como advogado do Centro de Aposentados e Pensionistas da Associação de Trabalhadores do Estado (ATE Nacional), disse que essas e outras medidas têm levado os aposentados a protestos semanais em Buenos Aires. &#8220;Eles estão em uma situação muito precária, muito preocupante. Vivem com cerca de 30% do que seria necessário para um padrão mínimo de dignidade. É uma situação muito preocupante e desumana para os aposentados&#8221;, afirmou.</p>
<p>Diante da pressão, o Congresso argentino aprovou três projetos para melhorar os valores das mensalidades, um em 2024 e dois em 2025. Entre as mudanças, estava a previsão de que a aposentadoria mínima fosse de 1,09 vez a cesta básica de um adulto. Todas as medidas foram vetadas integralmente por Milei, que alegou falta de recursos para cobrir as despesas.</p>
<p>Em outubro deste ano, a aposentadoria na Argentina foi reajustada em 1,66%. Com isso, o valor mínimo chegou a 505.748,51 pesos, já considerando o bônus fixo de 70 mil pesos concedido aos aposentados que recebem os menores valores. Convertido para reais, o valor equivale a aproximadamente R$ 1.662. A organização Espaço Gerontovida, que atua na defesa da população idosa em Buenos Aires, calcula que o valor mínimo da aposentadoria cobre apenas cerca de 25% das necessidades básicas mensais de um idoso, estimadas em 2.090.646 pesos.</p>
<p>O ajuste argentino ganhou peso no debate eleitoral brasileiro. A coordenadora da equipe econômica da campanha do candidato Flávio Bolsonaro (PL), economista Daniella Marques, afirmou durante o evento Esfera Brasil, em setembro deste ano, que o governo de Javier Milei é uma inspiração da campanha, considerado um &#8220;ótimo exemplo&#8221;. &#8220;Vamos usar de inspiração o que foi feito pelo governo de Javier Milei, na Argentina&#8221;, disse, segundo reportagem da revista Exame. O candidato Luiz Inácio Lula da Silva (PT) tem cobrado de Flávio explicações sobre o &#8220;tesouraço&#8221; nas despesas públicas prometido na campanha, enquanto o senador do PL nega que vá fazer ajuste fiscal sobre aposentadorias ou programas sociais.</p>
<p>No Brasil, pensões e aposentadorias seguem a regra do salário mínimo, que prevê ganhos reais de até 2,5% acima da inflação. A desindexação das aposentadorias do reajuste do salário mínimo, uma das demandas principais de agentes do mercado financeiro para reduzir despesas do governo, limitaria os reajustes à inflação, sem ganho real.</p>
<p>Análise WeekNews: o caso argentino reúne dois movimentos distintos — o fechamento da porta de entrada na Previdência, com o fim da moratória, e a mudança na fórmula de reajuste, que passou a acompanhar apenas a inflação. Os dados do BESS e o cálculo do Cepa indicam que o efeito combinado foi a redução do número de novos aposentados e a perda de poder de compra dos benefícios. No debate brasileiro, a menção ao modelo argentino como inspiração ocorre em um contexto em que a desindexação do salário mínimo é apontada por agentes do mercado como alternativa para conter despesas, mas ainda sem detalhamento público por parte da campanha que cita o país vizinho como referência.</p>
<p>Fonte: <a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/internacional/noticia/2026-10/ajuste-de-milei-reduz-numero-de-novos-aposentados-em-53-na-argentina" target="_blank" rel="nofollow noopener noreferrer">Agência Brasil</a>.</p>

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		<title>Brasil condena deportação de jornalista crítico a Milei e proibição de reingresso na Argentina</title>
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		<dc:creator><![CDATA[ricardo]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 12 Oct 2026 20:08:06 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Internacional]]></category>
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		<category><![CDATA[Rogério Tomaz Jr.]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Fonte da imagem: Agência Brasil O jornalista brasileiro Rogério Tomaz Jr., conhecido por suas críticas ao governo do presidente argentino Javier Milei, foi impedido de entrar na Argentina nesta segunda-feira (12) ao desembarcar no aeroporto Aeroparque, em Buenos Aires. As autoridades migratórias cancelaram sua residência permanente e determinaram proibição de reingresso ao país por cinco anos. Em mensagem de áudio compartilhada com contatos pelo WhatsApp, Tomaz confirmou que assinou os documentos referentes à decisão e aguardava o voo de retorno ao Brasil. Segundo ele, o cancelamento da residência ocorreu em 5 de agosto, uma semana após sua saída do território argentino e durante um período de atritos com militantes e funcionários ligados ao governo Milei. &#8220;Se trata realmente de uma questão política&#8221;, afirmou o jornalista.&#8230;</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<figure class="weeknews-ai-media" style="margin:24px 0;max-width:100%;clear:both;"><img loading="lazy" style="max-width:100%;height:auto;display:block;" src="https://weeknews.online/wp-content/uploads/2026/10/rogerio-tomaz-jr-1024x512.jpg" alt="Brasil condena deportação de jornalista crítico a Milei e proibição de reingresso na Argentina" decoding="async"><figcaption class="weeknews-ai-credit" style="font-size:13px;line-height:1.45;margin-top:8px;color:#666;text-align:center;">Fonte da imagem: <a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/internacional/noticia/2026-10/jornalista-brasileiro-critico-milei-e-deportado-da-argentina" target="_blank" rel="nofollow noopener noreferrer">Agência Brasil</a></figcaption></figure>
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<p>O jornalista brasileiro Rogério Tomaz Jr., conhecido por suas críticas ao governo do presidente argentino Javier Milei, foi impedido de entrar na Argentina nesta segunda-feira (12) ao desembarcar no aeroporto Aeroparque, em Buenos Aires. As autoridades migratórias cancelaram sua residência permanente e determinaram proibição de reingresso ao país por cinco anos.</p>
<p>Em mensagem de áudio compartilhada com contatos pelo WhatsApp, Tomaz confirmou que assinou os documentos referentes à decisão e aguardava o voo de retorno ao Brasil. Segundo ele, o cancelamento da residência ocorreu em 5 de agosto, uma semana após sua saída do território argentino e durante um período de atritos com militantes e funcionários ligados ao governo Milei.</p>
<p>&#8220;Se trata realmente de uma questão política&#8221;, afirmou o jornalista. Ele declarou que recebeu tratamento cordial das funcionárias responsáveis pelo procedimento migratório e ressaltou que não cometeu nenhum delito.</p>
<p>De acordo com documentos da Direção Nacional de Migrações (DNM) encaminhados pelo jornalista, a decisão foi fundamentada por um decreto de 2025, que permite o cancelamento de permissão de residência em caso de descumprimento de condições estabelecidas na concessão do documento. Tomaz, que obteve residência permanente na Argentina em janeiro de 2022, contestou a justificativa migratória. Segundo ele, seu documento tinha validade até 2037, mas as autoridades alegaram que ele não permaneceu tempo suficiente no país para manter o benefício, já que não residia regularmente na Argentina desde 2022. O jornalista argumenta que continuou viajando ao território argentino e que, somente em 2026, passou 36 dias no país.</p>
<p>Ainda segundo os documentos apresentados, a medida determina a proibição de entrada na Argentina pelo período de cinco anos. Tomaz afirmou que pode recorrer da sanção, mas avalia que não conseguirá recuperar sua residência permanente.</p>
<p>O brasileiro suspeita que a decisão esteja relacionada aos embates travados nas redes sociais entre julho e agosto com apoiadores e integrantes do governo argentino, especialmente Juan Pablo Carreira, conhecido como Juan Doe, diretor de Comunicação Digital da Presidência argentina. Segundo Tomaz, os conflitos começaram após manifestações de Carreira e de outros integrantes do ambiente digital alinhado ao governo Milei. O jornalista também relatou ter criticado um canal de streaming que, em sua avaliação, atua como instrumento de comunicação política do governo.</p>
<p>Na mensagem de áudio, Tomaz relacionou o episódio migratório ao que considera uma escalada autoritária na Argentina. &#8220;A Argentina, que a gente no Brasil todo mundo sabe da derrocada socioeconômica, crise, recessão, fechamento de empresas, destruição de empregos, também está junto no pacote da extrema direita a derrocada civil, a escalada autoritária&#8221;, declarou.</p>
<p>Até o momento, as informações apresentadas pelo jornalista apontam suspeita de motivação política, mas não comprovam que a decisão migratória tenha sido determinada em razão de suas críticas ao governo. Neste ano, o governo Milei editou outro decreto que proíbe a entrada e permite a expulsão do país de estrangeiros que tenham &#8220;dirigido mensagens de ódio ou incitado a violência contra o povo argentino ou seus cidadãos&#8221;.</p>
<p>Rogério Tomaz Jr. é jornalista, mora em Brasília e já trabalhou como assessor parlamentar na Câmara dos Deputados. Ele acompanha a política argentina e produz conteúdos sobre os impactos econômicos e sociais das medidas adotadas pelo governo Milei, incluindo cortes nos gastos públicos, privatizações e inflação. O brasileiro também trabalha em um livro sobre a gestão do presidente argentino, com previsão de publicação em fevereiro de 2027.</p>
<p>Antes de retornar ao Brasil, Tomaz afirmou que havia viajado à Argentina para produzir registros sobre a situação econômica do país. &#8220;Vim para registrar imagens que mostrem ao Brasil e ao mundo a crítica situação econômica do país e a escalada autoritária deste governo de extrema direita&#8221;, escreveu em mensagem enviada a contatos brasileiros. O jornalista deixou a Argentina com destino ao Brasil e, após desembarcar em Guarulhos, voaria de volta a Brasília, onde mora, na tarde desta segunda.</p>
<p>Em nota, o Sindicato dos Jornalistas Profissionais do Distrito Federal (SJPDF) e a Federação Nacional dos Jornalistas (Fenaj) repudiaram a deportação e manifestaram solidariedade ao jornalista. &#8220;A democracia argentina e a brasileira merecem respeito. Nenhum governo tem o direito de perseguir, deter ou expulsar jornalistas pelo simples exercício de sua profissão&#8221;, destaca o texto.</p>
<p>Análise WeekNews: O episódio envolvendo Rogério Tomaz Jr. ocorre em um contexto de endurecimento das regras migratórias argentinas, que em 2025 passaram a prever o cancelamento de residência por descumprimento de condições e, neste ano, a proibição de entrada de estrangeiros que tenham dirigido mensagens de ódio ou incitado violência. A decisão contra o jornalista, baseada em critério de tempo de permanência no país, contrasta com sua versão de que viajou repetidamente à Argentina e lá passou 36 dias em 2026. A manifestação de entidades sindicais brasileiras reforça que o caso tende a ser acompanhado como um teste para a liberdade de imprensa na região, ainda que a motivação política da medida não esteja comprovada.</p>
<p>Fonte: <a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/internacional/noticia/2026-10/jornalista-brasileiro-critico-milei-e-deportado-da-argentina" target="_blank" rel="nofollow noopener noreferrer">Agência Brasil</a>.</p>

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		<title>Seleção feminina perde Angelina e Bruninha e faz último treino antes de enfrentar Argentina em Pernambuco</title>
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		<dc:creator><![CDATA[ricardo]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 12 Oct 2026 17:20:08 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Esporte]]></category>
		<category><![CDATA[a equipe comandada por Arthur Elias venceu as rivais]]></category>
		<category><![CDATA[Amistoso]]></category>
		<category><![CDATA[Arena Pernambuco]]></category>
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		<category><![CDATA[Dupla de Stefani fatura WTA 1000 de Pequim]]></category>
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		<category><![CDATA[Seleção feminna]]></category>
		<category><![CDATA[Um post compartilhado por Seleção Feminina de Futebol (@selecaofemininadefutebol)]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Fonte da imagem: Agência Brasil A seleção brasileira feminina de futebol terá dois desfalques confirmados para o amistoso de terça-feira (13) contra a Argentina, às 20h30 (horário de Brasília), na Arena de Pernambuco, em São Lourenço da Mata (PE). A volante Angelina e a lateral Bruninha foram cortadas por lesões sofridas no primeiro duelo entre as equipes, no sábado (10), no estádio Beira-Rio, em Porto Alegre. Angelina sofreu uma fratura nasal e está fora. Bruninha, que entrou em campo no segundo tempo, rompeu o ligamento cruzado anterior (LCA) do joelho direito e precisará passar por cirurgia. A delegação brasileira chegou a Recife no domingo (11) e realiza, no início da noite desta segunda-feira (12), o único treino na Arena de Pernambuco, palco da partida. No&#8230;</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<figure class="weeknews-ai-media" style="margin:24px 0;max-width:100%;clear:both;"><img loading="lazy" style="max-width:100%;height:auto;display:block;" src="https://weeknews.online/wp-content/uploads/2026/10/brasil_fem_3_x_1_argentina_-_jogo_1_-065-1024x512.jpg" alt="Seleção feminina perde Angelina e Bruninha e faz último treino antes de enfrentar Argentina em Pernambuco" decoding="async"><figcaption class="weeknews-ai-credit" style="font-size:13px;line-height:1.45;margin-top:8px;color:#666;text-align:center;">Fonte da imagem: <a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/esportes/noticia/2026-10/apos-cortes-selecao-feminina-chega-recife-para-encarar-argentina" target="_blank" rel="nofollow noopener noreferrer">Agência Brasil</a></figcaption></figure>
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<p>A seleção brasileira feminina de futebol terá dois desfalques confirmados para o amistoso de terça-feira (13) contra a Argentina, às 20h30 (horário de Brasília), na Arena de Pernambuco, em São Lourenço da Mata (PE). A volante Angelina e a lateral Bruninha foram cortadas por lesões sofridas no primeiro duelo entre as equipes, no sábado (10), no estádio Beira-Rio, em Porto Alegre.</p>
<p>Angelina sofreu uma fratura nasal e está fora. Bruninha, que entrou em campo no segundo tempo, rompeu o ligamento cruzado anterior (LCA) do joelho direito e precisará passar por cirurgia.</p>
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<p>A delegação brasileira chegou a Recife no domingo (11) e realiza, no início da noite desta segunda-feira (12), o único treino na Arena de Pernambuco, palco da partida. No primeiro amistoso, o Brasil venceu a Argentina por 3 a 1, com gols das atacantes Luany e Geyse e da própria Angelina. A meia Maricel Pereyra descontou para as visitantes.</p>
<p>Para o segundo jogo, o técnico Arthur Elias volta a contar com a zagueira Tarciane e as atacantes Kerolin e Bia Zaneratto, que cumpriram suspensão na partida de sábado. O próprio treinador também estava suspenso e estará à disposição. As expulsões ocorreram na derrota por 1 a 0 para os Estados Unidos, em 9 de junho, na Arena Castelão, em Fortaleza.</p>
<p>A expectativa é de mudanças significativas na escalação, com oportunidade para atletas que não foram utilizadas ou tiveram poucos minutos no Beira-Rio. Uma possível formação tem Yanne (Carlinha ou Thaís Lima); Tamara Bolt (Isabela), Tarciane (Tayla), Carol Gil e Raíssa Bahia; Duda Sampaio, Kaylane e Clarinha (Jaqueline); Kerolin, Bia Zaneratto (Jhonson) e Marília (Gio Garbelini).</p>
<p>Análise WeekNews: Os cortes de Angelina e Bruninha reduzem as opções de Arthur Elias justamente em um momento em que o treinador planeja rodar o elenco. A volta de Tarciane, Kerolin e Bia Zaneratto, por outro lado, dá ao Brasil alternativas experientes para o segundo amistoso, que serve como sequência de preparação e observação de atletas menos utilizadas.</p>
<p>Fonte: <a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/esportes/noticia/2026-10/apos-cortes-selecao-feminina-chega-recife-para-encarar-argentina" target="_blank" rel="nofollow noopener noreferrer">Agência Brasil</a>.</p>

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		<title>Brasil goleia Argentina por 3 a 1 na estreia do Beira-Rio como palco do Mundial Feminino</title>
		<link>https://weeknews.online/brasil-goleia-argentina-por-3-a-1-na-estreia-do-beira-rio-como-palco-do-mundial-feminino/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[ricardo]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 10 Oct 2026 22:34:07 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[Arthur Elias convoca seleção feminina para amistosos contra Argentina]]></category>
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		<category><![CDATA[Calderano derrota favorito Felix Lebrun e avança à semi do China Smash]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Fonte da imagem: Agência Brasil A seleção feminina de futebol venceu a Argentina por 3 a 1 na tarde deste sábado (10), no Estádio do Beira-Rio, em Porto Alegre, na primeira partida da equipe brasileira em um dos palcos da Copa do Mundo Feminina de 2027. Diante de mais de 28 mil torcedores, o Brasil construiu a vitória com três gols na primeira etapa, marcados em um intervalo de 20 minutos. Luany abriu o placar aos 26 minutos, ao aproveitar lançamento na entrada da área e chutar de primeira no canto direito da goleira Esponda. Aos 38, Geyse ampliou de bicicleta após escanteio cobrado por Duda Sampaio e escora de Maiara dentro da área. Pouco depois, a capitã Angelina fechou a conta do primeiro tempo:&#8230;</p>
<p class="excerpt-more"><a class="blog-excerpt button" href="https://weeknews.online/brasil-goleia-argentina-por-3-a-1-na-estreia-do-beira-rio-como-palco-do-mundial-feminino/">Leia mais...</a></p>
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										<content:encoded><![CDATA[<figure class="weeknews-ai-media" style="margin:24px 0;max-width:100%;clear:both;"><img loading="lazy" style="max-width:100%;height:auto;display:block;" src="https://weeknews.online/wp-content/uploads/2026/10/saveclip.app_838999816_18219880087343800_1094803920905614219_n-1024x512.jpg" alt="Brasil goleia Argentina por 3 a 1 na estreia do Beira-Rio como palco do Mundial Feminino" decoding="async"><figcaption class="weeknews-ai-credit" style="font-size:13px;line-height:1.45;margin-top:8px;color:#666;text-align:center;">Fonte da imagem: <a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/esportes/noticia/2026-10/selecao-feminina-faz-3-1-na-argentina-em-primeiro-jogo-no-beira-rio" target="_blank" rel="nofollow noopener noreferrer">Agência Brasil</a></figcaption></figure>
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<p>A seleção feminina de futebol venceu a Argentina por 3 a 1 na tarde deste sábado (10), no Estádio do Beira-Rio, em Porto Alegre, na primeira partida da equipe brasileira em um dos palcos da Copa do Mundo Feminina de 2027. Diante de mais de 28 mil torcedores, o Brasil construiu a vitória com três gols na primeira etapa, marcados em um intervalo de 20 minutos.</p>
<p>Luany abriu o placar aos 26 minutos, ao aproveitar lançamento na entrada da área e chutar de primeira no canto direito da goleira Esponda. Aos 38, Geyse ampliou de bicicleta após escanteio cobrado por Duda Sampaio e escora de Maiara dentro da área. Pouco depois, a capitã Angelina fechou a conta do primeiro tempo: após novo escanteio da direita, Luany ajeitou para a meio-campista acertar um chute cruzado.</p>
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<p>Antes da sequência de gols, o Brasil teve dificuldades. A primeira chance real surgiu aos três minutos, em cobrança de falta de Duda Sampaio espalmada pela goleira argentina. Na sequência, a seleção passou a errar passes e encontrou dificuldade na criação ofensiva, enquanto as argentinas, bem postadas na defesa, apostavam nos contra-ataques. Aos 10 minutos, Maricel Pereyra quase abriu o placar, mas a goleira Luana defendeu. A partir da melhora na marcação no campo adversário, o Brasil passou a dominar o meio-campo e construiu a vantagem.</p>
<p>No segundo tempo, a Argentina diminuiu logo aos seis minutos. Após cobrança de lateral do lado esquerdo, Ippólito rolou para Maricel Pereyra, que, sem marcação, acertou o fundo da rede. A meio-campista defende o São Paulo, atual campeão brasileiro. As hermanas ainda arriscaram chutes de fora da área, que não assustaram o gol de Lorena.</p>
<p>Aos 20 minutos, a lateral Bruninha se machucou ao pisar em falso e foi substituída por Tamara Bolt. O auxiliar técnico Rodrigo Iglesias, que comandou a equipe no lugar do treinador Arthur Elias — suspenso nesta partida —, promoveu outras oito alterações até o fim do jogo. Aos 26 minutos, Kaylane entrou no lugar da meio-campista Maiara e, no minuto seguinte, acertou uma finalização que passou rente à trave argentina. Com as mudanças, o Brasil se desorganizou e passou a levar pouco perigo ao ataque, ao contrário do que ocorrera na primeira etapa.</p>
<p>As duas seleções voltam a se enfrentar na próxima terça-feira (13), às 20h30 (horário de Brasília), na Arena Pernambuco, em Recife, outro estádio que receberá jogos do Mundial de 2027.</p>
<p>Análise WeekNews: O amistoso cumpriu a função de testar a seleção em um dos palcos do Mundial de 2027 e confirmou o Beira-Rio como ambiente favorável, com público superior a 28 mil pessoas. A partida também expôs dois momentos distintos da equipe: a eficiência ofensiva do primeiro tempo, com três gols em 20 minutos, e a desorganização após as nove substituições na etapa final. A ausência do treinador Arthur Elias, cumprindo suspensão, e a lesão de Bruninha são fatores que o comando técnico acompanhará antes do segundo amistoso, em Recife.</p>
<p>Fonte: <a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/esportes/noticia/2026-10/selecao-feminina-faz-3-1-na-argentina-em-primeiro-jogo-no-beira-rio" target="_blank" rel="nofollow noopener noreferrer">Agência Brasil</a>.</p>

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		<title>Brasil estreia no Beira-Rio contra a Argentina com desfalques e teste de elenco</title>
		<link>https://weeknews.online/brasil-estreia-no-beira-rio-contra-a-argentina-com-desfalques-e-teste-de-elenco/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[ricardo]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 10 Oct 2026 11:35:07 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[CBF anuncia amistosos da seleção feminina em palcos da Copa do Mundo]]></category>
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		<category><![CDATA[Fim de uma era: Messi se aposenta da seleção argentina após 21 anos]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Fonte da imagem: Agência Brasil A seleção feminina de futebol enfrenta a Argentina neste sábado (10), às 16h30 (horário de Brasília), no Beira-Rio, em Porto Alegre. A partida marca a primeira vez que a equipe feminina joga no estádio do Internacional, uma das oito arenas que receberão jogos da Copa do Mundo Feminina do ano que vem — o local sediará seis partidas da fase de grupos e uma das oitavas de final. O técnico Arthur Elias não poderá contar com três jogadoras convocadas: a zagueira Tarciane e as atacantes Kerolin e Bia Zaneratto, expulsas na derrota por 1 a 0 para os Estados Unidos em 9 de junho, na Arena Castelão, em Fortaleza. O próprio treinador também cumprirá suspensão neste sábado. As três atletas&#8230;</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<figure class="weeknews-ai-media" style="margin:24px 0;max-width:100%;clear:both;"><img loading="lazy" style="max-width:100%;height:auto;display:block;" src="https://weeknews.online/wp-content/uploads/2026/10/01selecao_feminina_treino_franca-1024x512.jpg" alt="Brasil estreia no Beira-Rio contra a Argentina com desfalques e teste de elenco" decoding="async"><figcaption class="weeknews-ai-credit" style="font-size:13px;line-height:1.45;margin-top:8px;color:#666;text-align:center;">Fonte da imagem: <a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/esportes/noticia/2026-10/selecao-feminina-estreia-no-beira-rio-em-amistoso-contra-argentina" target="_blank" rel="nofollow noopener noreferrer">Agência Brasil</a></figcaption></figure>
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<p>A seleção feminina de futebol enfrenta a Argentina neste sábado (10), às 16h30 (horário de Brasília), no Beira-Rio, em Porto Alegre. A partida marca a primeira vez que a equipe feminina joga no estádio do Internacional, uma das oito arenas que receberão jogos da Copa do Mundo Feminina do ano que vem — o local sediará seis partidas da fase de grupos e uma das oitavas de final.</p>
<p>O técnico Arthur Elias não poderá contar com três jogadoras convocadas: a zagueira Tarciane e as atacantes Kerolin e Bia Zaneratto, expulsas na derrota por 1 a 0 para os Estados Unidos em 9 de junho, na Arena Castelão, em Fortaleza. O próprio treinador também cumprirá suspensão neste sábado. As três atletas ficam à disposição apenas para o segundo amistoso, na próxima terça-feira (13), às 20h30, na Arena Pernambuco, em São Lourenço da Mata (PE), também sede do Mundial.</p>
<p>Durante a semana de treinos em Porto Alegre, Arthur Elias não definiu a escalação, mas adiantou que fará várias mudanças ao longo dos jogos para testar todas as convocadas. No gol, cada uma das quatro goleiras deve atuar por um tempo. Uma possível formação para este sábado tem: Lorena; Bruninha, Isa Haas, Mariza e Tamara Bolt; Angelina e Duda Sampaio; Priscila, Geyse, Gio Garbelini e Luany.</p>
<p>Entre as novidades da lista de 28 convocadas está a goleira Yanne, destaque do Bahia no Campeonato Brasileiro e chamada pela primeira vez à seleção principal. As outras caras novas são a lateral Tamara Bolt, do Washington Spirit (Estados Unidos), e a zagueira Carol Gil, campeã brasileira pelo São Paulo no último sábado (3), em decisão transmitida pela TV Brasil. Carol Gil foi convocada após o corte de Thaís Ferreira, do Corinthians, com desconforto no joelho esquerdo.</p>
<p>Este será apenas o segundo encontro entre Brasil e Argentina desde que Arthur Elias assumiu a seleção, após a Copa do Mundo de 2023. O único duelo no período ocorreu em 3 de março de 2024, pelas quartas de final da Copa Ouro Feminina, nos Estados Unidos: vitória brasileira por 5 a 1, com gols de Gabi Nunes, Bia Zaneratto (dois), Yaya e Yasmim; Celeste dos Santos descontou. Adversários como Japão e Estados Unidos enfrentaram o Brasil seis vezes cada um nesse intervalo.</p>
<p>O técnico argentino Germán Portanova convocou 22 jogadoras. Duas atuam no futebol brasileiro: a meia Maricel Pereyra, do São Paulo, e a atacante Martina del Trecco, do Red Bull Bragantino. Outras quatro já passaram por clubes do país: a volante Catalina Ongaro e a atacante Paulina Gramaglia atuaram no Bragantino, enquanto as laterais Eliana Stabile e Adriana Sachs defenderam o Santos. A Argentina está classificada para a Copa do ano que vem após o vice-campeonato da Liga das Nações da Conmebol; o título ficou com a Colômbia, também garantida no Mundial, enquanto Venezuela e Equador disputarão a repescagem internacional.</p>
<p>O Beira-Rio recebeu jogos do Mundial masculino de 2014. O Estádio dos Eucaliptos, casa do Internacional entre 1931 e 1969, foi sede da edição de 1950. O Inter é o único clube brasileiro a sediar confrontos de três Copas diferentes em sua própria casa.</p>
<p>Análise WeekNews: A escolha do Beira-Rio e da Arena Pernambuco para os dois amistosos insere a seleção feminina nos mesmos palcos que receberão a Copa do Mundo do ano que vem, o que permite ao time de Arthur Elias testar o ambiente de jogo em condições semelhantes às do torneio. As ausências de Tarciane, Kerolin e Bia Zaneratto no primeiro confronto, somadas à suspensão do treinador, abrem espaço para observação de alternativas no elenco, incluindo estreantes como Yanne, Tamara Bolt e Carol Gil. O adversário, já classificado para o Mundial, também usa a série para ajustes, com jogadoras que conhecem o futebol brasileiro.</p>
<p>Fonte: <a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/esportes/noticia/2026-10/selecao-feminina-estreia-no-beira-rio-em-amistoso-contra-argentina" target="_blank" rel="nofollow noopener noreferrer">Agência Brasil</a>.</p>

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		<title>Carol Gil é chamada por Arthur Elias após título do Brasileirão e reforça seleção contra Argentina</title>
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		<dc:creator><![CDATA[ricardo]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 05 Oct 2026 19:36:09 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>Fonte da imagem: Agência Brasil A zagueira Carol Gil, do São Paulo, foi convocada nesta segunda-feira (5) pelo técnico Arthur Elias para os amistosos da seleção brasileira feminina contra a Argentina. A atleta entra no lugar de Thais Ferreira, do Corinthians, cortada por um desconforto no joelho esquerdo. A convocação ocorre dois dias depois de Carol Gil conquistar o Campeonato Brasileiro Feminino com o São Paulo, no último sábado (3). A seleção enfrenta a Argentina em duas partidas. A primeira será no sábado (10), às 16h30 (horário de Brasília), no Estádio Beira-Rio, em Porto Alegre. A segunda acontece na terça-feira (13), às 20h30, na Arena Pernambuco, em Recife. Das 28 jogadoras convocadas, boa parte começou a se apresentar no domingo (4), em Porto Alegre. Já&#8230;</p>
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<p>A zagueira Carol Gil, do São Paulo, foi convocada nesta segunda-feira (5) pelo técnico Arthur Elias para os amistosos da seleção brasileira feminina contra a Argentina. A atleta entra no lugar de Thais Ferreira, do Corinthians, cortada por um desconforto no joelho esquerdo.</p>
<p>A convocação ocorre dois dias depois de Carol Gil conquistar o Campeonato Brasileiro Feminino com o São Paulo, no último sábado (3).</p>
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<p>A seleção enfrenta a Argentina em duas partidas. A primeira será no sábado (10), às 16h30 (horário de Brasília), no Estádio Beira-Rio, em Porto Alegre. A segunda acontece na terça-feira (13), às 20h30, na Arena Pernambuco, em Recife.</p>
<p>Das 28 jogadoras convocadas, boa parte começou a se apresentar no domingo (4), em Porto Alegre. Já estão na concentração Kaylane, Raíssa Bahia, Bia Zaneratto, Tainá Magalhães, Yanne, Marília, Duda Sampaio, Jhonson, Jaque, Tayla e Carlinha. As demais atletas se juntam ao grupo até terça-feira (6).</p>
<p>O grupo realiza as primeiras atividades nesta segunda e terça-feira. A partir de quarta (7), Arthur Elias comanda os treinos no Sesc Protássio Alves, na capital gaúcha, com a imprensa tendo acesso aos 15 minutos iniciais. O último treino antes da estreia será na sexta-feira (9), no Beira-Rio.</p>
<p>Análise WeekNews: A entrada de Carol Gil ocorre em um momento de sequência positiva para a zagueira, que chega à seleção logo após o título nacional com o São Paulo. A alteração, motivada por uma questão física de Thais Ferreira, mantém o grupo com 28 jogadoras para a disputa dos dois amistosos contra a Argentina.</p>
<p>Fonte: <a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/esportes/noticia/2026-10/campea-brasileira-carol-gil-e-convocada-para-amistosos-da-selecao" target="_blank" rel="nofollow noopener noreferrer">Agência Brasil</a>.</p>

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