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	<title>Arquivo de Assassinatos - WeekNews</title>
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	<title>Arquivo de Assassinatos - WeekNews</title>
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		<title>Casal de mulheres negras e LGBTQ+ é encontrado morto em São Vicente; polícia investiga crime com viés de ódio</title>
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		<dc:creator><![CDATA[ricardo]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 23 Jul 2026 15:41:08 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Pesquisa e Inovação]]></category>
		<category><![CDATA[Assassinatos]]></category>
		<category><![CDATA[casal homofóbico]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Fonte da imagem: Agência Brasil A Polícia Civil investiga com prioridade, sob sigilo, o assassinato de duas mulheres negras e LGBTQ+ na Baixada Santista. Ieda Simplício, de 62 anos, e Fabiana Nogueira, de 47 anos, foram encontradas sem vida na tarde do último sábado (20), no bairro Samaritá, em São Vicente. O casal, que morava em Praia Grande, estava desaparecido desde o dia 9 de julho. A Delegacia de Investigações Gerais (DIG) de Praia Grande é a responsável pela apuração. Segundo a Polícia Civil, já foram requisitados exames periciais e necroscópicos para auxiliar nas investigações. Diligências continuam sendo realizadas para esclarecer os fatos e identificar a autoria do crime. O caso ganhou contornos de crime de ódio, com possível viés misógino e lesbofóbico. Diversas entidades&#8230;</p>
<p class="excerpt-more"><a class="blog-excerpt button" href="https://weeknews.online/casal-de-mulheres-negras-e-lgbtq-e-encontrado-morto-em-sao-vicente-policia-investiga-crime-com-vies-de-odio/">Leia mais...</a></p>
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										<content:encoded><![CDATA[<figure class="weeknews-ai-media" style="margin:24px 0;max-width:100%;clear:both;"><img loading="lazy" style="max-width:100%;height:auto;display:block;" src="https://weeknews.online/wp-content/uploads/2026/07/policia_civil_sp-1024x512.jpg" alt="Casal de mulheres negras e LGBTQ+ é encontrado morto em São Vicente; polícia investiga crime com viés de ódio" decoding="async"><figcaption class="weeknews-ai-credit" style="font-size:13px;line-height:1.45;margin-top:8px;color:#666;text-align:center;">Fonte da imagem: <a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/geral/noticia/2026-07/policia-investiga-com-prioridade-assassinato-de-casal-sao-vicente" target="_blank" rel="nofollow noopener noreferrer">Agência Brasil</a></figcaption></figure>
<p><a style="display:block;" href="https://weeknews.online/" target="_blank" rel="nofollow noopener noreferrer"></p>
<p>    </a></p>
<p><br />
</p>
<p>A Polícia Civil investiga com prioridade, sob sigilo, o assassinato de duas mulheres negras e LGBTQ+ na Baixada Santista. Ieda Simplício, de 62 anos, e Fabiana Nogueira, de 47 anos, foram encontradas sem vida na tarde do último sábado (20), no bairro Samaritá, em São Vicente. O casal, que morava em Praia Grande, estava desaparecido desde o dia 9 de julho.</p>
<p>A Delegacia de Investigações Gerais (DIG) de Praia Grande é a responsável pela apuração. Segundo a Polícia Civil, já foram requisitados exames periciais e necroscópicos para auxiliar nas investigações. Diligências continuam sendo realizadas para esclarecer os fatos e identificar a autoria do crime.</p>
<p>O caso ganhou contornos de crime de ódio, com possível viés misógino e lesbofóbico. Diversas entidades e representantes da comunidade LGBTQ+ se manifestaram nas redes sociais cobrando justiça. A deputada federal Erika Hilton (Psol-SP) informou, na rede X, que acionou o Ministério Público de São Paulo.</p>
<p>Em sua publicação, Hilton destacou a brutalidade do crime. “Um casal de duas mulheres negras que estava prestes a se casar, ambas foram encontradas mortas em Praia Grande em condições estarrecedoras”, escreveu. “Seus corpos foram descobertos enterrados em uma área de mata nove dias após elas desaparecerem em São Vicente. Com seus corpos, foi encontrado também um crânio humano não identificado. [&#8230;] E é urgente que o poder público se atente às possibilidades de feminicídio, lesbocídio e assassinatos motivados por racismo, que investigue, descubra, julgue e prenda os culpados por esse crime bárbaro”, prosseguiu a deputada.</p>
<p>A fundadora do Instituto Marielle Franco e ex-ministra da Igualdade Racial, Anielle Franco, também se manifestou no X. Ela relembrou o aumento de casos de feminicídio no Brasil e cobrou investigação séria. “O Brasil continua sendo um país onde mulheres são assassinadas todos os dias. E quando essas mulheres são lésbicas, o silêncio e a invisibilidade também fazem parte da violência. Fabiana e Ieda não podem ser apenas mais um caso. Este crime de lesbofobia precisa ser investigado com seriedade, porque combater crimes de ódio também é responsabilidade do Estado. Justiça não pode ser seletiva”, afirmou.</p>
<p>A Liga Brasileira de Lésbicas e Mulheres Bissexuais publicou um memorial do casal no Instagram. A fundação, que existe desde 2003, apontou a importância de tratar o caso como feminicídio e lesbofobia. “Quando crimes contra mulheres lésbicas-sapatão são tratados apenas como ‘homicídios’, perde a possibilidade de compreender as motivações da violência e construir políticas públicas para o enfrentamento. [&#8230;] Quando denunciamos a morte de mulheres lésbicas-sapatão, afirmamos que este não é (mais um) caso isolado”, publicaram.</p>
<p>Outra questão levantada por usuários nas redes foi a falta de repercussão do caso na mídia. Diversos perfis argumentam que crimes de lesbofobia não recebem a devida atenção da imprensa, o que reforça a invisibilidade dessas violências.</p>
<p>A Polícia Civil não divulgou detalhes sobre o andamento das investigações, que seguem sob sigilo. Até o momento, não há informações sobre suspeitos ou motivação confirmada, mas as autoridades não descartam a hipótese de crime de ódio. O caso segue em apuração pela DIG de Praia Grande.</p>
<p>Fonte: <a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/geral/noticia/2026-07/policia-investiga-com-prioridade-assassinato-de-casal-sao-vicente" target="_blank" rel="nofollow noopener noreferrer">Agência Brasil</a>.</p>

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			</item>
		<item>
		<title>Brasil pede desculpas por discursos de ódio contra Dom e Bruno</title>
		<link>https://weeknews.online/brasil-pede-desculpas-por-discursos-de-odio-contra-dom-e-bruno/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[ricardo]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 12 Jun 2026 02:24:59 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Noticías]]></category>
		<category><![CDATA[Amazônia]]></category>
		<category><![CDATA[apontado como mandante das mortes]]></category>
		<category><![CDATA[Áreas de retomada guarani em MS enfrentam dificuldades e violência]]></category>
		<category><![CDATA[Assassinatos]]></category>
		<category><![CDATA[Bruno e Dom Phillips]]></category>
		<category><![CDATA[conhecido como Colômbia]]></category>
		<category><![CDATA[da Radioagência Nacional:]]></category>
		<category><![CDATA[Direitos Humanos]]></category>
		<category><![CDATA[discursos de ódio]]></category>
		<category><![CDATA[ficou em terceiro lugar]]></category>
		<category><![CDATA[O podcast Crianças Sabidas – Série Trilhinhas Amazônicas]]></category>
		<category><![CDATA[pedido de desculpas]]></category>
		<category><![CDATA[Radioagência fica em 3º lugar no prêmio Dom Phillips e Bruno Pereira]]></category>
		<category><![CDATA[tornou réu Rubén Dario Villar]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Feed Últimas. O governo do Brasil fez nesta quinta-feira (11) um pedido de desculpas pelos discursos difamatórios e de ódio proferidos contra o jornalista Dom Phillips e o indigenista Bruno Pereira no contexto de seu desaparecimento e assassinato, em 2022.  A retratação foi apresentada pelo ministro da Secretaria de Comunicação Social da Presidência da República (Secom/PR), Sidônio Palmeira, em nome do Estado Brasileiro, às famílias dos dois defensores dos direitos indígenas durante a premiação do Concurso Dom Phillips e Bruno Pereira de Jornalismo e Comunicação.  O pedido de desculpas faz parte do compromisso assumido pelo Brasil junto à Comissão Interamericana de Direitos Humanos, da Organização dos Estados Americanos (OEA). &#8220;Dom Phillips e a Bruno Pereira realizavam um trabalho fundamental no Vale do Javari. O governo do Brasil trabalha para honrar esse esforço&#8230;</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<div class="welcome-container" style="text-align:center; margin:35px 0 15px 0;">
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<p>    </a>
</div>

<p>Feed Últimas.</p>

<p></p>
<div>
<p><strong>O governo do Brasil fez nesta quinta-feira (11) um pedido de desculpas pelos discursos difamatórios e de ódio proferidos contra o jornalista Dom Phillips e o indigenista Bruno Pereira no contexto de seu desaparecimento e assassinato, em 2022. </strong></p>
<p><strong>A retratação foi apresentada pelo ministro da Secretaria de Comunicação Social da Presidência da República (Secom/PR), Sidônio Palmeira, em nome do Estado Brasileiro, às famílias dos dois defensores dos direitos indígenas durante a premiação do Concurso Dom Phillips e Bruno Pereira de Jornalismo e Comunicação. </strong></p>
<p>O pedido de desculpas faz parte do compromisso assumido pelo Brasil junto à Comissão Interamericana de Direitos Humanos, da Organização dos Estados Americanos (OEA).</p>
<blockquote>
<p>&#8220;Dom Phillips e a Bruno Pereira realizavam um trabalho fundamental no Vale do Javari. O governo do Brasil trabalha para honrar esse esforço &#8211; ao combater o crime organizado na Amazônia e ao proteger defensores de direitos humanos, comunicadores e ambientalistas. Por isso, temos a tranquilidade e legitimidade de pedir desculpas pelos discursos difamatórios e de ódio que foram proferidos contra ambos no contexto do seu desaparecimento e morte em 2022&#8221;, disse o ministro. </p>
</blockquote>
<p>O ministro destacou que Bruno e Dom &#8220;são exemplos de trabalho pelo povo brasileiro, de enfrentamento aos privilégios, às desigualdades e ao crime organizado, suas ramificações nas instituições e ligação com os poderosos&#8221;.</p>
<blockquote>
<p>&#8220;Ninguém que esteja nessa agenda terá uma vida tranquila. E há gente disposta a colocar a vida em risco para impedir a exploração ilegal do país. Nosso papel é honrar essas pessoas e trabalhar pela sustentabilidade, dignidade, justiça e prosperidade compartilhada do povo do Brasil, em sua diversidade&#8221;, afirmou.</p>
</blockquote>
<h2>Entenda</h2>
<p>Bruno e Dom foram mortos no dia 5 de junho de 2022, vítimas de uma emboscada, enquanto viajavam de barco pela região do Vale do Javari, no Amazonas, região que abriga a Terra Indígena Vale do Javari, a segunda maior do país, com mais de 8,5 milhões de hectares.</p>
<p>A dupla foi vista pela última vez enquanto se deslocava da comunidade São Rafael para a cidade de Atalaia do Norte (AM), onde se reuniria com lideranças indígenas e de comunidades ribeirinhas. Seus corpos foram resgatados dez dias depois. Eles estavam enterrados em uma área de mata fechada, a cerca de 3 quilômetros da calha do Rio Itacoaí.</p>
<p>Colaborador do jornal britânico<em> The Guardian</em>, Dom se dedicava à cobertura jornalística ambiental – incluindo os conflitos fundiários e a situação dos povos indígenas – e preparava um livro sobre a Amazônia.</p>
<p>Bruno Pereira já tinha ocupado a Coordenação-Geral de Índios Isolados e Recém Contatados da Fundação Nacional dos Povos Indígenas (Funai) antes de se licenciar do órgão, sem vencimentos, e passar a trabalhar para a União dos Povos Indígenas do Vale do Javari (Univaja). Por sua atuação em defesa das comunidades indígenas e da preservação do meio ambiente, recebeu diversas ameaças de morte.</p>
<p>De acordo com a denúncia do Ministério Público, Bruno e Dom foram mortos por contrariar os interesses da pesca ilegal na região, ao promoverem a educação ambiental em comunidades indígenas. </p>
<p>Em julho do ano passado, a Justiça Federal no Amazonas aceitou a denúncia do Ministério Público Federal (MPF) e <a rel="nofollow" target="_blank" href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/justica/noticia/2025-07/apontado-como-mandante-da-morte-de-bruno-e-dom-colombia-torna-se-reu" target="_blank">tornou réu Rubén Dario Villar, conhecido como Colômbia, apontado como mandante das mortes</a> e suspeito de chefiar uma quadrilha de pesca ilegal atuante no Vale do Javari.</p>
<h2>Concurso </h2>
<p><a rel="nofollow" target="_blank" href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/direitos-humanos/noticia/2026-06/radioagencia-fica-em-3o-lugar-no-premio-dom-phillips-e-bruno-pereira" target="_blank">O podcast <em>Crianças Sabidas – Série Trilhinhas Amazônicas</em>, da <strong>Radioagência Nacional</strong>, ficou em terceiro lugar</a> na categoria Iniciativa de educação midiática envolvendo a proteção do meio ambiente, povos indígenas ou comunidades tradicionais, do Concurso Dom Phillips e Bruno Pereira de Jornalismo e Comunicação em Defesa do Meio Ambiente e Direito dos Povos Indígenas e Comunidades Tradicionais.</p>
<p>A fotojornalista da<strong> Agência Brasil</strong>, Tânia Rêgo, recebeu menção honrosa pelo conjunto das imagens da reportagem <em><a rel="nofollow" target="_blank" href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/geral/noticia/2024-09/areas-de-retomada-guarani-em-ms-enfrentam-dificuldades-e-violencia" target="_blank">Áreas de retomada guarani em MS enfrentam dificuldades e violência</a>,</em> publicada em setembro de 2024.</p>
<p>      <!-- Relacionada --></p>
<p>            <!-- Relacionada -->
    </div>
<p></p>
<p>Fonte: <a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/direitos-humanos/noticia/2026-06/brasil-pede-desculpas-por-discursos-de-odio-contra-dom-e-bruno" target="_blank" rel="nofollow noopener">Agência Brasil EBC</a></p>
<p></p>
<p>Thu, 11 Jun 2026 22:49:00 -0300</p>
<p></p>

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			</item>
		<item>
		<title>STF começa a julgar mandantes do assassinato de Marielle e Anderson</title>
		<link>https://weeknews.online/stf-comeca-a-julgar-mandantes-do-assassinato-de-marielle-e-anderson/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[ricardo]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 24 Feb 2026 10:07:22 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Noticías]]></category>
		<category><![CDATA[Anderson Gomes]]></category>
		<category><![CDATA[Assassinatos]]></category>
		<category><![CDATA[Especialistas da ONU pedem justiça plena para Marielle e Anderson]]></category>
		<category><![CDATA[julgamento]]></category>
		<category><![CDATA[Justiça]]></category>
		<category><![CDATA[Justiça do Rio condena assassinos de Marielle Franco a indenizar viúva]]></category>
		<category><![CDATA[mandantes]]></category>
		<category><![CDATA[Marielle Franco]]></category>
		<category><![CDATA[stf]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Feed Últimas. A Primeira Turma do Supremo Tribunal Federal (STF) inicia nesta terça-feira (24) o julgamento dos mandantes do assassinato da vereadora Marielle Franco e do motorista Anderson Gomes, ocorrido em 2018, no Rio de Janeiro. O julgamento está previsto para começar às 9h30 e vai decidir se os acusados serão condenados ou absolvidos. Foram reservadas mais duas sessões para o julgamento do caso, que serão realizadas na tarde de hoje e na manhã desta quarta-feira (25).  Notícias relacionadas: Especialistas da ONU pedem justiça plena para Marielle e Anderson. Justiça do Rio condena assassinos de Marielle Franco a indenizar viúva. São réus pela suspeita de participação no crime o conselheiro do Tribunal de Contas do Rio de Janeiro (TCE-RJ) Domingos Brazão, o ex-deputado federal Chiquinho Brazão, irmão&#8230;</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<div class="welcome-container">
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</div>
<p>
Feed Últimas.<br />
<br />
 </p>
<p><p style="text-align:center">
                    <img decoding="async" src="https://cdn.jsdelivr.net/gh/sergiosdlima/assets-ebc@1.0.0/abr/assets/images/logo-agenciabrasil.svg" alt="Logo Agência Brasil" style="height: 54px">
				</p>
<p>A Primeira Turma do Supremo Tribunal Federal (STF) inicia nesta terça-feira (24) o julgamento dos mandantes do assassinato da vereadora Marielle Franco e do motorista Anderson Gomes, ocorrido em 2018, no Rio de Janeiro.<img decoding="async" src="https://weeknews.online/wp-content/uploads/2026/02/1771927642_875_ebc.png" style="width:1px;height:1px;display:inline" /><img decoding="async" src="https://weeknews.online/wp-content/uploads/2026/02/1771927642_929_ebc.gif" style="width:1px;height:1px;display:inline" /></p>
<p><strong>O julgamento está previsto para começar às 9h30 e vai decidir se os acusados serão condenados ou absolvidos. Foram reservadas mais duas sessões para o julgamento do caso, que serão realizadas na tarde de hoje e na manhã desta quarta-feira (25). </strong></p>
<p><h3>Notícias relacionadas:</h3>
<ul>
<li>Especialistas da ONU pedem justiça plena para Marielle e Anderson.</li>
<li>Justiça do Rio condena assassinos de Marielle Franco a indenizar viúva.</li>
</ul>
<p>São réus pela suspeita de participação no crime o conselheiro do Tribunal de Contas do Rio de Janeiro (TCE-RJ) Domingos Brazão, o ex-deputado federal Chiquinho Brazão, irmão de Domingos, o ex-chefe da Polícia Civil do Rio de Janeiro Rivaldo Barbosa, o major da Policia Militar Ronald Alves de Paula e o ex-policial militar Robson Calixto, assessor de Domingos. Todos estão presos preventivamente. </p>
<p><strong>O julgamento será acompanhado pelos familiares das vítimas, entre eles a ministra da Igualdade Racial, Anielle Franco, irmã de Marielle, e Agatha Reis, viúva do motorista. </strong></p>
<h2>Acusação</h2>
<p><strong>Conforme a delação premiada do ex-policial Ronnie Lessa, réu confesso de fazer os disparos de arma de fogo contra a vereadora, os irmãos Brazão e Barbosa atuaram como os mandantes do crime.</strong></p>
<p><strong>Rivaldo Barbosa teria participado dos preparativos da execução do crime. Ronald é acusado de fazer o monitoramento da rotina da vereadora e repassar as informações para o grupo. Robson Calixto teria entregue a arma utilizada no crime para Lessa.</strong></p>
<p>De acordo com a investigação da Polícia Federal, o assassinato de Marielle está relacionado ao posicionamento contrário da parlamentar aos interesses do grupo político liderado pelos irmãos Brazão, que têm ligação com questões fundiárias em áreas controladas por milícias no Rio.</p>
<p><strong>Nos depoimentos prestados durante a investigação, os acusados negaram participação no assassinato.</strong></p>
<h2>Votos </h2>
<p>A votação que vai decidir pela condenação ou absolvição dos acusados contará com quatro votos. Com a saída de Luiz Fux para a Segunda Turma, ocorrida durante o julgamento do ex-presidente Jair Bolsonaro, o colegiado não está com quórum completo de cinco ministros. </p>
<p>O rito que será adotado é padrão para todos os julgamentos que ocorrem no colegiado. </p>
<p><strong>A sessão será aberta pelo presidente da Primeira Turma, ministro Flávio Dino. Em seguida, o ministro chamará o processo para julgamento e dará a palavra a Alexandre de Moraes, relator, que fará a leitura do seu parecer</strong>. O documento contém o resumo de todas as etapas percorridas no processo, desde as investigações até a apresentação das alegações finais, última fase antes do julgamento.</p>
<p>Após a leitura do relatório, Dino passará a palavra para a acusação e as defesas dos réus.</p>
<p><strong>A Procuradoria-Geral da República (PGR) será responsável pela acusação.</strong> Após a manifestação da PGR, os advogados dos réus serão convidados a subir à tribuna para as sustentações orais em favor de seus clientes. Eles terão prazo de até uma hora para as considerações.</p>
<p>Em seguida, os ministros deverão proferir seus votos. Além de Moraes, estão aptos a votar os ministros Flávio Dino, Cármen Lúcia e Cristiano Zanin.</p>
<p> André Richter &#8211; Repórter da Agência Brasil , Feed Últimas. </p>
<p>Fonte: <a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/justica/noticia/2026-02/stf-comeca-julgar-mandantes-do-assassinato-de-marielle-e-anderson">Agencia brasil EBC.</a>.</p>
<p>Tue, 24 Feb 2026 06:45:00 -0300 </p>

<p>O post <a href="https://weeknews.online/stf-comeca-a-julgar-mandantes-do-assassinato-de-marielle-e-anderson/">STF começa a julgar mandantes do assassinato de Marielle e Anderson</a> apareceu primeiro em <a href="https://weeknews.online">WeekNews</a>.</p>
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			</item>
		<item>
		<title>Brasil ainda é o país que mais mata pessoas trans e travestis no mundo</title>
		<link>https://weeknews.online/brasil-ainda-e-o-pais-que-mais-mata-pessoas-trans-e-travestis-no-mundo/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[ricardo]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 26 Jan 2026 11:28:36 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Noticías]]></category>
		<category><![CDATA[2025]]></category>
		<category><![CDATA[Antra]]></category>
		<category><![CDATA[Assassinatos]]></category>
		<category><![CDATA[brasil]]></category>
		<category><![CDATA[Brasil é o país que mais mata pessoas trans]]></category>
		<category><![CDATA[Com 105 mortes em 2024]]></category>
		<category><![CDATA[Direitos Humanos]]></category>
		<category><![CDATA[Dossiê]]></category>
		<category><![CDATA[Preconceito dificulta rastreio e tratamento de câncer em pessoas trans]]></category>
		<category><![CDATA[transexuais]]></category>
		<category><![CDATA[travestis]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Feed Últimas. O Brasil segue em primeiro lugar no ranking de países que mais matam pessoas transexuais e travestis no mundo, com 80 assassinatos registrados em 2025. Os dados são da última edição do dossiê feito pela Associação Nacional de Travestis e Transexuais (Antra), lançado nesta segunda-feira (26).  O resultado representa queda de cerca de 34% em relação ao ano anterior, que registrou 122 crimes desse tipo, porém não tira o país do topo do ranking, posição que ocupa há quase 18 anos.  Notícias relacionadas: Com 105 mortes em 2024, Brasil é o país que mais mata pessoas trans. Preconceito dificulta rastreio e tratamento de câncer em pessoas trans. Para a presidente da Antra, Bruna Benevides, os dados são resultado de um sistema inteiro que naturaliza a opressão&#8230;</p>
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				</p>
<p>O Brasil segue em primeiro lugar no <em>ranking</em> de países que mais matam pessoas transexuais e travestis no mundo, com 80 assassinatos registrados em 2025. Os dados são da última edição do dossiê feito pela Associação Nacional de Travestis e Transexuais (Antra), lançado nesta segunda-feira (26). <img decoding="async" src="https://weeknews.online/wp-content/uploads/2026/01/1769426916_685_ebc.png" style="width:1px;height:1px;display:inline" /><img decoding="async" src="https://weeknews.online/wp-content/uploads/2026/01/1769426916_140_ebc.gif" style="width:1px;height:1px;display:inline" /></p>
<p><strong>O resultado representa queda de cerca de 34% em relação ao ano anterior, que registrou 122 crimes desse tipo, porém não tira o país do topo do <em>ranking</em>, posição que ocupa há quase 18 anos</strong>. </p>
<p><h3>Notícias relacionadas:</h3>
<ul>
<li>Com 105 mortes em 2024, Brasil é o país que mais mata pessoas trans.</li>
<li>Preconceito dificulta rastreio e tratamento de câncer em pessoas trans.</li>
</ul>
<p>Para a presidente da Antra, Bruna Benevides, os dados são resultado de um sistema inteiro que naturaliza a opressão contra pessoas trans.</p>
<blockquote>
<p>“Não são mortes isoladas, revelam uma população exposta à violência extrema desde muito cedo, atravessada por exclusão social, racismo, abandono institucional e sofrimento psicológico contínuo.”</p>
</blockquote>
<h2>Estatísticas de violência </h2>
<p><strong>Os dados para o dossiê foram coletados a partir do monitoramento diário de notícias, denúncias diretas feitas às organizações trans e registros públicos. </strong>Para Benevides, essa situação já evidencia uma violência: se a sociedade civil não fizer esse trabalho, as mortes simplesmente não existem para o Estado.</p>
<p><strong>Em 2025, Ceará e Minas Gerais foram os estados com o maior número de assassinatos, sendo oito cada. Ao todo, a violência segue concentrada na Região Nordeste que registrou 38 assassinatos, seguido pelo Sudeste com 17, o Centro-Oeste com 12, o Norte com sete e o Sul com seis. </strong></p>
<p>Levantamento feito pela Antra, que contabilizou o período de 2017 a 2025, mostrou o estado de São Paulo como o mais letal, registrando 155 mortes. O estudo revelou que a maioria das vítimas é de travestis e mulheres trans, predominantemente jovens, com maior incidência na faixa etária entre 18 e 35 anos, sendo pessoas negras e pardas as principais atingidas.</p>
<p><strong>O dossiê aponta ainda que, por mais que os assassinatos tenham diminuído, houve aumento no número de tentativas de homicídio, o que significa que a queda de 34% em relação a 2024 não se traduz de fato em regressão da violência. </strong></p>
<p>Em análise no dossiê, a Antra diz que esse cenário é explicado por um conjunto de fatores como subnotificação, descrédito nas instituições de segurança e justiça, retração da cobertura da mídia e ausência de políticas públicas específicas para o enfrentamento da transfobia &#8211; crime de preconceito, discriminação e hostilidade direcionados a pessoas transgênero.</p>
<h2>Políticas públicas </h2>
<p><strong>Além do diagnóstico, o dossiê apresenta diversas recomendações dirigidas ao poder público, ao sistema de justiça, à segurança pública e às instituições de direitos humanos, buscando diálogo e propostas concretas para romper com a lógica de impunidade e escassez que marca a realidade das pessoas trans no Brasil. </strong></p>
<p>Bruna Benevides, também autora do dossiê, acredita que o relatório da Antra “constrange o Estado&#8221;, informa a sociedade e impede o silêncio. </p>
<blockquote>
<p>“É preciso reconhecer que as políticas de proteção às mulheres precisam estar acessíveis e disponíveis para as mulheres trans por exemplo. Pensar sobre tornar acessível o que existe e implementar o que ainda não foi devidamente alcançado. Há muita produção, inclusive de dados, falta ação por parte de tomadores de decisão”, completou. </p>
</blockquote>
<p><strong>A nona edição do <em>Dossiê: Assassinatos e Violências Contra Travestis e Transexuais Brasileiras</em> será apresentada em cerimônia no auditório do Ministério dos Direitos Humanos, com entrega oficial a representantes do governo federal. </strong></p>
<h2>Mortes violentas</h2>
<p>Os dados divulgados nesta segunda-feira pela Antra reforçam o cenário evidenciado no último dia 18 pelo Grupo Gay da Bahia (GGB), no Observatório de Mortes Violentas de LGBT+ no Brasil, atualizado anualmente.</p>
<p>Os dados, que incluem além da população trans, pessoas <em>gays</em>, lésbicas e bissexuais, entre outras, mostram que, em 2025, foram documentadas 257 mortes violentas, 204 homicídios, 20 suicídios, 17 latrocínios (roubo seguido de morte) e 16 casos de outras causas, como atropelamentos e afogamentos. </p>
<p><strong>Em relação a 2024, quando foram documentados 291 casos, houve redução de 11,7%. Mas ainda significa uma morte a cada 34 horas no Brasil.</strong></p>
<p>Também de acordo com o GGB, o Brasil permaneceu no ano passado como o país com maior número de homicídios e suicídios de pessoas LGBT+ em todo o mundo,  seguido pelo México, com 40, e os Estados Unidos, com 10.</p>
<p><em>*Estagiária sob a supervisão de Mariana Tokarnia</em></p>
<p> Alice Rodrigues*  , Feed Últimas. </p>
<p>Fonte: <a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/direitos-humanos/noticia/2026-01/brasil-ainda-e-o-pais-que-mais-mata-pessoas-trans-e-travestis-no-mundo">Agencia brasil EBC.</a>.</p>
<p>Mon, 26 Jan 2026 08:02:00 -0300 </p>

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		<title>Assassinatos de indígenas crescem em 2024 e chegam a 211, indica Cimi</title>
		<link>https://weeknews.online/assassinatos-de-indigenas-crescem-em-2024-e-chegam-a-211-indica-cimi/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[ricardo]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 29 Jul 2025 16:10:14 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Noticías]]></category>
		<category><![CDATA[Assassinatos]]></category>
		<category><![CDATA[Cimi]]></category>
		<category><![CDATA[Conselho Indigenista Missionário]]></category>
		<category><![CDATA[Direitos Humanos]]></category>
		<category><![CDATA[Indígenas]]></category>
		<category><![CDATA[Mortes]]></category>
		<category><![CDATA[PM indiciará policiais acusados de estuprar indígena]]></category>
		<category><![CDATA[Rio de Janeiro forma a primeira turma de professor indígena]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Feed Últimas. Nos últimos dez anos, os casos de assassinatos de indígenas cresceram 201,43%, passando de 70 casos em 2014 para 211, em 2024. Os dados fazem parte de relatório Violência Contra os Povos Indígenas do Brasil, produzido pelo Conselho Indigenista Missionário (Cimi).  Do total de vítimas, 159 eram do gênero masculino e 52, feminino. Os estados que registraram maior número de mortes indígenas por assassinato foram Roraima (57), Amazonas (45) e Mato Grosso do Sul (33), com destaque também para a Bahia, onde 23 indígenas foram assassinados. Cerca de 34% dos assassinatos (71 casos) vitimaram indígenas jovens, de 20 a 29 anos de idade. Notícias relacionadas: Rio de Janeiro forma a primeira turma de professor indígena. PM indiciará policiais acusados de estuprar indígena. O documento registra aumento&#8230;</p>
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				</p>
<p>Nos últimos dez anos, os casos de assassinatos de indígenas cresceram 201,43%, passando de 70 casos em 2014 para 211, em 2024. Os dados fazem parte de relatório Violência Contra os Povos Indígenas do Brasil, produzido pelo Conselho Indigenista Missionário (Cimi). <img decoding="async" src="https://weeknews.online/wp-content/uploads/2025/07/1753805413_952_ebc.png" style="width:1px;height:1px;display:inline" /><img decoding="async" src="https://weeknews.online/wp-content/uploads/2025/07/1753805414_31_ebc.gif" style="width:1px;height:1px;display:inline" /></p>
<p>Do total de vítimas, 159 eram do gênero masculino e 52, feminino. Os estados que registraram maior número de mortes indígenas por assassinato foram Roraima (57), Amazonas (45) e Mato Grosso do Sul (33), com destaque também para a Bahia, onde 23 indígenas foram assassinados. Cerca de 34% dos assassinatos (71 casos) vitimaram indígenas jovens, de 20 a 29 anos de idade.</p>
<p><h3>Notícias relacionadas:</h3>
<ul>
<li>Rio de Janeiro forma a primeira turma de professor indígena.</li>
<li>PM indiciará policiais acusados de estuprar indígena.</li>
</ul>
<p>O documento registra aumento nos episódios de violência contra a pessoa, que totalizaram 424 registros em 2024, contra 248 em 2014. Nove categorias são contabilizadas: abuso de poder (19 casos); ameaça de morte (20); ameaças várias (35); assassinatos (211); homicídio culposo (20); lesões corporais (29); racismo e discriminação étnico-cultural (39); tentativa de assassinato (31); e violência sexual (20).</p>
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<div class="dnd-atom-rendered"><!-- scald=420267:medio_4colunas {"additionalClasses":""} --><br />
            <img decoding="async" src="/sites/default/files/thumbnails/image/loading_v2.gif" data-echo="https://weeknews.online/wp-content/uploads/2025/07/08042025-pzzb9716.jpg" alt="Brasília (DF) 08/04/2025 Indígenas de várias etnias participantes do Acampamento Terra Livre (ATL), fazem marcha no Eixo Monumental de Brasília   Foto: Fabio Rodrigues-Pozzebom/ Agência Brasil" title="Fabio Rodrigues-Pozzebom/ Agência Brasil"><br />
        <img decoding="async" src="https://weeknews.online/wp-content/uploads/2025/07/08042025-pzzb9716.jpg" alt="Brasília (DF) 08/04/2025 Indígenas de várias etnias participantes do Acampamento Terra Livre (ATL), fazem marcha no Eixo Monumental de Brasília   Foto: Fabio Rodrigues-Pozzebom/ Agência Brasil" title="Fabio Rodrigues-Pozzebom/ Agência Brasil"><br />
    <!-- END scald=420267 --></div>
<div class="dnd-caption-wrapper">
<h5 class="meta">Indígenas de várias etnias participam de marcha durante o Acampamento Terra Livre (ATL), em Brasília. <strong>Foto: Fabio Rodrigues-Pozzebom/ Arquivo Agência Brasil</strong><!--END copyright=420267--></h5>
</div>
</div>
<p>O relatório destaca 2024 como o primeiro ano da vigência do Marco Temporal (Lei 14.701/2023), aprovado pelo Congresso Nacional e promulgada em dezembro de 2023. De acordo com o Cimi, a legislação coloca o direito dos povos indígenas às suas terras e territórios numa situação de vulnerabilidade sem precedentes no período pós-Constituinte.</p>
<p><a rel="nofollow" target="_blank" href="https://www.whatsapp.com/channel/0029VaoRTgrInlqYLSk59B2M" target="_blank">&gt;&gt; Siga o canal da <strong>Agência Brasil </strong>no WhatsApp</a></p>
<p>Segundo o documento, 154 conflitos referentes a direitos territoriais foram registrados em pelo menos 114 Terras Indígenas em 19 estados. De acordo com o Cimi, o ano foi marcado por graves e violentos ataques armados contra comunidades indígenas em luta pela demarcação de suas terras, especialmente nos territórios Guarani e Kaiowá, no Mato Grosso do Sul, Avá-Guarani, no oeste do Paraná, e Pataxó e Pataxó Hã-Hã-Hãe, no sul e extremo sul da Bahia.</p>
<p>&#8220;Uma das principais consequências da promulgação da Lei 14.701/2023 foi a estagnação quase completa dos processos demarcatórios em curso, devido à insegurança jurídica gerada pela norma, que insere no ordenamento legal relativo à demarcação de terras indígenas parâmetros considerados &#8216;inexequíveis&#8217; pela Funai&#8221;, destaca o relatório.</p>
<p>Um reflexo deste cenário é o fato de que aproximadamente dois terços (78) das terras e territórios indígenas que registraram conflitos relativos a direitos territoriais em 2024 não estão regularizadas. Essas áreas, com pendências administrativas ou sem nenhuma providência para sua demarcação, concentraram pelo menos 101 dos 154 casos de conflitos registrados pelo Cimi em 2024.</p>
<p>Procurado pela<strong> Agência Brasil</strong>, o Ministério dos Povos Indígenas encaminhou nota afirmando que sempre se posicionou de forma contrária à Lei do Marco Temporal. &#8220;Enquanto não se avança em uma solução concreta que não represente um retrocesso em relação aos direitos dos povos indígenas, a pasta vem atuando em diversas frentes para avançar naquilo que não é impactado pela lei vigente&#8221;, afirmou.</p>
<p>O ministério destaca que, desde 2023, o governo federal homologou 13 territórios indígenas. Além disso, a pasta participou do processo que levou à assinatura de 11 portarias declaratórias. &#8220;Em dois anos as homologações, que não aconteciam desde 2018, já ultrapassaram o montante dos últimos 10 anos antes da criação do ministério&#8221;, declarou.</p>
<p>&#8220;Diante do passivo de demarcação de TIs no Brasil e do atraso referente ao prazo estabelecido pela Constituição, a posição do MPI é encontrar soluções que ponham fim definitivo ao ciclo de violência em conflitos fundiários que se aprofundaram ao longo de 2023 e 2024 em decorrência da lei do marco temporal&#8221;, acrescentou.</p>
<p> </p>
<p><em>*Com informações de Letycia Bond</em></p>
<p> Agência Brasil* , Feed Últimas. </p>
<p>Fonte: <a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/direitos-humanos/noticia/2025-07/assassinatos-de-indigenas-crescem-em-2024-e-chegam-211-indica-cimi">Agencia brasil EBC.</a>.</p>
<p>Tue, 29 Jul 2025 12:59:00 -0300 </p>

<p>O post <a href="https://weeknews.online/assassinatos-de-indigenas-crescem-em-2024-e-chegam-a-211-indica-cimi/">Assassinatos de indígenas crescem em 2024 e chegam a 211, indica Cimi</a> apareceu primeiro em <a href="https://weeknews.online">WeekNews</a>.</p>
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			</item>
		<item>
		<title>Número de mortes violentas no Brasil tem redução de 5% em 2024</title>
		<link>https://weeknews.online/numero-de-mortes-violentas-no-brasil-tem-reducao-de-5-em-2024/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[ricardo]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 07 Feb 2025 19:04:36 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Noticías]]></category>
		<category><![CDATA[Assassinatos]]></category>
		<category><![CDATA[Geral]]></category>
		<category><![CDATA[Mortes Violentas]]></category>
		<category><![CDATA[plataforma que a Secretaria Nacional de Segurança Pública]]></category>
		<category><![CDATA[violência]]></category>
		<category><![CDATA[Violência Policial]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>. Ao menos 38.722 pessoas tiveram a vida abruptamente interrompida no Brasil em 2024 devido à violência urbana. O número representa uma média de 106 mortes por dia no país.   Segundo dados do Sistema Nacional de Informações de Segurança Pública (Sinesp), entre janeiro e dezembro do ano passado, foram registrados 35.642 homicídios dolosos (ou seja, intencionais); 1.438 feminicídios; 924 latrocínios e 718 lesões corporais seguidas de morte. Dados da Segurança Pública em 2024, por MJSP/Divulgação Embora alarmante, o total de assassinatos registrados no ano passado representa uma redução de 5% em relação às 40.768 ocorrências de 2023. Além disso, é o menor número registrado desde 2015 &#8211; mantendo a gradual diminuição do número de mortes violentas intencionais iniciada em 2021. Entre 2015 e 2024, ao&#8230;</p>
<p class="excerpt-more"><a class="blog-excerpt button" href="https://weeknews.online/numero-de-mortes-violentas-no-brasil-tem-reducao-de-5-em-2024/">Leia mais...</a></p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div class="welcome-container">
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<p>Ao menos 38.722 pessoas tiveram a vida abruptamente interrompida no Brasil em 2024 devido à violência urbana. O número representa uma média de 106 mortes por dia no país.  <img decoding="async" src="https://weeknews.online/wp-content/uploads/2025/02/1738955075_237_ebc.png" style="width:1px; height:1px; display:inline;"/><img decoding="async" src="https://weeknews.online/wp-content/uploads/2025/02/1738955076_484_ebc.gif" style="width:1px; height:1px; display:inline;"/></p>
<p>Segundo dados do Sistema Nacional de Informações de Segurança Pública (Sinesp), entre janeiro e dezembro do ano passado, foram registrados 35.642 homicídios dolosos (ou seja, intencionais); 1.438 feminicídios; 924 latrocínios e 718 lesões corporais seguidas de morte.</p>
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            <img decoding="async" src="https://weeknews.online/wp-content/uploads/2025/02/mj02.jpg" alt="Brasília (DF), 07/02/2025 - Resultado de dados da Segurança Pública em 2024. Foto: MJSP/Divulgação" title="MJSP/Divulgação"/><br />
        <img decoding="async" src="https://weeknews.online/wp-content/uploads/2025/02/mj02.jpg" alt="Brasília (DF), 07/02/2025 - Resultado de dados da Segurança Pública em 2024. Foto: MJSP/Divulgação" title="MJSP/Divulgação"/><br />
    <!-- END scald=413325 --></div>
<p><h6 class="meta"><!--copyright=413325-->Dados da Segurança Pública em 2024, por MJSP/Divulgação<!--END copyright=413325--></h6>
</p>
</div>
<p>Embora alarmante, o total de assassinatos registrados no ano passado representa uma redução de 5% em relação às 40.768 ocorrências de 2023. Além disso, é o menor número registrado desde 2015 &#8211; mantendo a gradual diminuição do número de mortes violentas intencionais iniciada em 2021. Entre 2015 e 2024, ao menos 470.760 pessoas foram assassinadas no país.</p>
<p>Em números absolutos, os estados onde mais foram registrados assassinatos em 2024 são Bahia (4.480); Rio de Janeiro (3.504); Pernambuco (3.381); Ceará (3.272); Minas Gerais (3.042); São Paulo (2.937), Pará (2.570) e Maranhão (2.053). Roraima e Acre registraram, respectivamente, 119 e 168 assassinatos, sendo as unidades federativas com os menores números de vítimas de crimes violentos contra a vida.</p>
<p>Os resultados foram atualizados nesta quinta-feira (6), na <a rel="nofollow" target="_blank" href="https://app.powerbi.com/view?r=eyJrIjoiYThmMDBkNTYtOGU0Zi00MjUxLWJiMzAtZjFlMmYzYTgwOTBlIiwidCI6ImViMDkwNDIwLTQ0NGMtNDNmNy05MWYyLTRiOGRhNmJmZThlMSJ9">plataforma que a Secretaria Nacional de Segurança Pública</a>, do Ministério da Justiça e Segurança Pública, mantém na internet, após Rio de Janeiro e São Paulo concluírem a remessa de suas últimas informações.  </p>
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<div class="dnd-atom-rendered"><!-- scald=413332:cheio_8colunas {"additionalClasses":""} --><br />
            <img decoding="async" src="https://weeknews.online/wp-content/uploads/2025/02/mj01a.jpg" alt="Brasília (DF), 07/02/2025 - Resultado de dados da Segurança Pública em 2024. Foto: MJSP/Divulgação" title="MJSP/Divulgação"/><br />
        <img decoding="async" src="https://weeknews.online/wp-content/uploads/2025/02/mj01a.jpg" alt="Brasília (DF), 07/02/2025 - Resultado de dados da Segurança Pública em 2024. Foto: MJSP/Divulgação" title="MJSP/Divulgação"/><br />
    <!-- END scald=413332 --></div>
<p><h6 class="meta rtecenter"><!--copyright=413332--><em>Brasília (DF), 07/02/2025 &#8211; Resultado de dados da Segurança Pública em 2024. Foto: MJSP/Divulgação &#8211; <strong>MJSP/Divulgação</strong></em><!--END copyright=413332--></h6>
</p>
</div>
<h2>Incidência</h2>
<p>Nacionalmente, o número de pessoas assassinadas a cada grupo de 100 mil habitantes baixou de 19,26, em 2023, para 18,21, em 2024. Em 2017, ano em que os órgãos públicos oficiais reportaram o maior número de assassinatos (60.374) dos últimos dez anos, esta mesma taxa foi de 29,42.</p>
<p>Ainda em termos proporcionais, a taxa de assassinatos caiu em quase todas as unidades federativas, com destaque para Tocantins, onde ela baixou 10,1 pontos (de 25,4 vítimas por 100 mil habitantes, em 2023, para 15,3, em 2024); Roraima (-7 pontos, chegando a 16,60); Rio Grande do Norte (-6 pontos, alcançando a marca de 21,65); Sergipe (-4,70) e Rio de Janeiro, onde este mesmo índice baixou de 21,96 para 20,35 (-1,61), o que, em termos absolutos, significa que 177 vidas foram poupadas no estado, com o total de vítimas fluminenses diminuindo 3.781 para 3.504 vítimas.   </p>
<p>Na contramão destes estados, Ceará (+3,15); Maranhão (+3)) e Minas Gerais (+0,6) registraram pequenos aumentos do número de ocorrências relativas a cada grupo de 100 mil habitantes.</p>
<h2>Violência policial</h2>
<p>Os dados relativos a assassinatos no país não incluem as 15.288 mortes sem indícios de crime, mas cujas causas ainda não foram esclarecidas. Nem as 39.846 tentativas de homicídios e os 6.121 óbitos decorrentes da ação policial registrados no ano passado.</p>
<p>A Bahia registrou o maior número de mortes por intervenção policial ao longo do ano passado: 1.557. Em seguida, vem São Paulo (814); Rio de Janeiro (699); Pará (593) e Goiás (387).</p>
<p>As 6.121 mortes decorrentes da intervenção policial representaram, nacionalmente, uma redução de 4,2% em comparação com as 6.391 ocorrências registradas em 2023, mantendo a tendência de queda iniciada em 2021 – após ter aumentado ano após ano, entre 2015 e 2020.</p>
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<p> Alex Rodrigues &#8211; Repórter da Agência Brasil , . </p>
<p>Fonte: <a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/geral/noticia/2025-02/numero-de-mortes-violentas-no-brasil-tem-reducao-de-5-em-2024">Agencia brasil EBC.</a>.</p>
<p>Fri, 07 Feb 2025 15:31:00 -0300 </p>

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		<title>Número de pessoas trans e travestis assassinadas no Brasil cai em 2024</title>
		<link>https://weeknews.online/numero-de-pessoas-trans-e-travestis-assassinadas-no-brasil-cai-em-2024/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[ricardo]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 27 Jan 2025 11:29:48 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Noticías]]></category>
		<category><![CDATA[Assassinatos]]></category>
		<category><![CDATA[brasil]]></category>
		<category><![CDATA[Brasil é o país que mais mata pessoas trans]]></category>
		<category><![CDATA[Brasil tem pelo menos 9 mil estudantes trans matriculados nas escolas]]></category>
		<category><![CDATA[Com 105 mortes em 2024]]></category>
		<category><![CDATA[Direitos Humanos]]></category>
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		<category><![CDATA[pessoas trans]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Feed Últimas. Em 2024, 122 pessoas trans e travestis foram assassinadas no Brasil, sendo que cinco eram defensoras de direitos humanos. De acordo com a última edição do dossiê da Associação Nacional de Travestis e Transexuais (Antra), lançado nesta segunda-feira (27), esse número é 16% menor do que em 2023, quando se teve notícia de 145 assassinatos de pessoas com tais identidades de gênero. Apesar da queda, a associação diz que, embora o resultado do ano passado também tenha ficado abaixo da média de 125 assassinatos por ano, obtida a partir dos registros de 2008 a 2024, a diferença é pouca e os números se aproximam bastante.  Uma das vítimas de 2024 que se enquadra na categoria de defensora de direitos humanos era uma suplente de vereadora. Outra já havia se candidatado a um&#8230;</p>
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<p>Em 2024, 122 pessoas trans e travestis foram assassinadas no Brasil, sendo que cinco eram defensoras de direitos humanos. De acordo com a última edição do dossiê da Associação Nacional de Travestis e Transexuais (Antra), lançado nesta segunda-feira (27), esse número é 16% menor do que em 2023, quando se teve notícia de 145 assassinatos de pessoas com tais identidades de gênero.<img decoding="async" src="https://weeknews.online/wp-content/uploads/2025/01/1737977388_925_ebc.png" style="width:1px; height:1px; display:inline;"/><img decoding="async" src="https://weeknews.online/wp-content/uploads/2025/01/1737977388_396_ebc.gif" style="width:1px; height:1px; display:inline;"/></p>
<p>Apesar da queda, a associação diz que, embora o resultado do ano passado também tenha ficado abaixo da média de 125 assassinatos por ano, obtida a partir dos registros de 2008 a 2024, a diferença é pouca e os números se aproximam bastante. </p>
<p>Uma das vítimas de 2024 que se enquadra na categoria de defensora de direitos humanos era uma suplente de vereadora. Outra já havia se candidatado a um cargo político.</p>
<p>Ainda em relação às características das vítimas, a Antra destaca que 117 (95,9%) das vítimas executadas eram travestis e mulheres trans/transexuais. Somente cinco eram homens trans e pessoas transmasculinas.</p>
<p>A Antra lembra que a identificação dos casos que constam do levantamento corre paralelamente ao acompanhamento oficial, justamente porque ele não contempla as ocorrências com vítimas LGBTQIA+ de maneira satisfatória. &#8220;O problema da subnotificação é evidente. Quando uma notícia chega aos jornais, seria natural imaginar que esses casos estariam registrados nos órgãos responsáveis, como delegacias, institutos médicos legais (IML) ou secretarias de Segurança Pública. Mas a realidade mostra o oposto&#8221;, lembra.</p>
<p>&#8220;Dados sobre essas violências simplesmente não aparecem ou são inconsistentes, como já apontou o Fórum Brasileiro de Segurança Pública, que critica a ausência de informações sobre pessoas LGBTQIA+ e as grandes discrepâncias entre os números oficiais e o que vemos nos noticiários. Embora esse cenário venha melhorando nos últimos anos, não há dados desagregados sobre o assassinato de pessoas trans.&#8221;</p>
<p>Mesmo com a ausência de dados oficiais qualificados, a Antra confirmou a existência de pelo menos 1.179 assassinatos de pessoas trans, travestis, homens trans, pessoas transmasculinas e não binárias. Os anos com maior concentração de casos foram 2017, com 179, e 2020, com 175. Foi no ano de 2017 que a organização começou a realizar a pesquisa detalhada. </p>
<p>Quanto à ordem de estados com pior cenário em 2024, São Paulo lidera, respondendo por 16 assassinatos. Minas Gerais fica em segundo lugar, com 12 ocorrências, e o Ceará em terceiro, somando 11. &#8220;Nos estados do Acre, Rio Grande do Norte e Roraima não foram encontrados registros de assassinatos em 2024. Além disso, foi identificado um caso cuja localização não pôde ser determinada. Chama a atenção que pelo menos 68% (83 casos) aconteceram fora das capitais dos estados, em cidades do interior&#8221;, acrescenta a Antra. </p>
<p>Na lista que leva em conta os registros acumulados por cada unidade federativa no péríodo de 2017 a 2024, São Paulo continua no topo, com 151 casos. O Ceará, porém, sobe para a segunda posição, com 107 assassinatos, e a Bahia ocupa a terceira, com 97.</p>
<p>O relatório também situa o Brasil em relação a outros países. &#8220;Ao observar o primeiro ano em que a organização não governamental (ONG) Transgender Europe passou a organizar o <em>ranking</em> global em 2008, haviam sido notificados 58 assassinatos. O ano de 2024 mostrou aumento de 110% em relação a 2008, o ano que apresentou o número mais baixo de casos relatados, saindo de 58 assassinatos em 2008 para 122 em 2024. De lá para cá, a cada ano, os números se mantêm acima quando observamos o dado inicial de análise.&#8221;</p>
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<p> Letycia Bond &#8211; Repórter da Agência Brasil , Feed Últimas. </p>
<p>Fonte: <a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/direitos-humanos/noticia/2025-01/numero-de-pessoas-trans-e-travestis-assassinadas-no-brasil-cai-em-2024">Agencia brasil EBC.</a>.</p>
<p>Mon, 27 Jan 2025 08:17:00 -0300 </p>

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