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	<title>Arquivo de Bets: pedidos em plataforma de autoexclusão crescem 7 vezes na Copa - WeekNews</title>
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	<title>Arquivo de Bets: pedidos em plataforma de autoexclusão crescem 7 vezes na Copa - WeekNews</title>
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		<title>Famílias brasileiras perderam R$ 62,5 bilhões para bets em 2025</title>
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		<dc:creator><![CDATA[ricardo]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 06 Aug 2026 21:27:51 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>Fonte da imagem: Agência Brasil As famílias brasileiras perderam R$ 62,5 bilhões para as casas de apostas no ano passado. O montante representa o valor líquido, ou seja, a diferença entre o total apostado e o que foi devolvido em prêmios. Em termos mensais, a perda média foi de R$ 4,7 bilhões, considerando o período de outubro de 2024 a março de 2026. Os números equivalem a 0,68% da Renda Nacional Disponível Bruta das Famílias e levam em conta apenas as transferências feitas por Pix para as empresas do setor. No mesmo intervalo, as bets movimentaram quase R$ 351 bilhões em transações via Pix, segundo dados do Boletim Fiscal dos Estados, divulgado nesta quinta-feira (6) pelo Comitê Nacional de Secretários de Fazenda (Comsefaz), com base&#8230;</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<figure class="weeknews-ai-media" style="margin:24px 0;max-width:100%;clear:both;"><img loading="lazy" style="max-width:100%;height:auto;display:block;" src="https://weeknews.online/wp-content/uploads/2026/08/pzzb3518-1024x512.jpg" alt="Famílias brasileiras perderam R$ 62,5 bilhões para bets em 2025" decoding="async"><figcaption class="weeknews-ai-credit" style="font-size:13px;line-height:1.45;margin-top:8px;color:#666;text-align:center;">Fonte da imagem: <a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/economia/noticia/2026-08/familias-brasileiras-perderam-r-625-bilhoes-para-bets-em-2025" target="_blank" rel="nofollow noopener noreferrer">Agência Brasil</a></figcaption></figure>
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<p>As famílias brasileiras perderam R$ 62,5 bilhões para as casas de apostas no ano passado. O montante representa o valor líquido, ou seja, a diferença entre o total apostado e o que foi devolvido em prêmios. Em termos mensais, a perda média foi de R$ 4,7 bilhões, considerando o período de outubro de 2024 a março de 2026.</p>
<p>Os números equivalem a 0,68% da Renda Nacional Disponível Bruta das Famílias e levam em conta apenas as transferências feitas por Pix para as empresas do setor. No mesmo intervalo, as bets movimentaram quase R$ 351 bilhões em transações via Pix, segundo dados do Boletim Fiscal dos Estados, divulgado nesta quinta-feira (6) pelo Comitê Nacional de Secretários de Fazenda (Comsefaz), com base em estatísticas de pagamentos do Banco Central.</p>
<p>O estudo aponta que, desde a regulamentação das apostas, em janeiro do ano passado, houve mudança no volume de transferências via Pix destinadas ao setor de artes, cultura, esporte e recreação. O movimento indica maior comprometimento da renda das famílias com as apostas, segundo o Comsefaz.</p>
<p>A lei que regulamentou as bets determina que as empresas bloqueiem o acesso de usuários identificados como compulsivos. No entanto, na avaliação do advogado Júlio Leone, isso não tem ocorrido na prática. “Quando é detectado que a pessoa tem ludopatia, que é viciada, compulsiva em apostas, o algoritmo deveria travar a conta dela. Mas faz o contrário: manda mais bônus, mais vouchers, mais incentivos para que ela continue apostando. É aí que ela perde todo o capital”, afirmou.</p>
<p>O boletim mostra ainda que, desde outubro do ano passado, quando entrou em vigor a proibição de apostas para beneficiários do Bolsa Família, houve desaceleração no ritmo das transações. Segundo o Comsefaz, o resultado indica que a medida teve efeitos concretos sobre o volume agregado de transações, sugerindo que as famílias de menor renda tinham participação significativa no mercado de apostas.</p>
<p>A publicação também destaca que o período analisado coincide com a regulamentação do setor e com a implementação de medidas restritivas, como a proibição do uso do benefício social para apostas. A desaceleração observada após outubro reforça a hipótese de que a restrição atingiu diretamente uma parcela relevante dos apostadores.</p>
<p>Os dados do Comsefaz reforçam o impacto econômico das apostas sobre o orçamento doméstico. A perda de R$ 62,5 bilhões representa um valor expressivo, que poderia ser destinado a consumo, poupança ou investimento pelas famílias.</p>
<p>A movimentação de quase R$ 351 bilhões via Pix para as casas de apostas evidencia a escala do setor no país. O valor supera, por exemplo, o orçamento de diversos ministérios e chama atenção para a necessidade de acompanhamento e regulação do mercado.</p>
<p>O Boletim Fiscal dos Estados é uma publicação periódica do Comsefaz, que reúne secretários de Fazenda de todos os estados e do Distrito Federal. O documento utiliza dados oficiais do Banco Central para analisar tendências fiscais e econômicas.</p>
<p>A reportagem da Agência Brasil ouviu o advogado Júlio Leone, que criticou a postura das empresas de apostas em relação a usuários compulsivos. A declaração evidencia uma preocupação com a eficácia das regras de proteção ao consumidor.</p>
<p>A proibição de apostas para beneficiários do Bolsa Família, em vigor desde outubro do ano passado, é uma das medidas adotadas pelo governo para conter o endividamento das famílias de baixa renda. O efeito observado no volume de transações sugere que a medida atingiu seu objetivo inicial.</p>
<p>Os números divulgados nesta quinta-feira reforçam o debate sobre os impactos das apostas online na economia doméstica e a necessidade de políticas públicas para mitigar os efeitos negativos do setor.</p>
<p>Fonte: <a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/economia/noticia/2026-08/familias-brasileiras-perderam-r-625-bilhoes-para-bets-em-2025" target="_blank" rel="nofollow noopener noreferrer">Agência Brasil</a>.</p>

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		<title>STF interrompe julgamento sobre lei de 1941 que criminaliza jogos de azar; Dino pede análise conjunta com bets</title>
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		<dc:creator><![CDATA[ricardo]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 06 Aug 2026 20:35:10 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>Fonte da imagem: Agência Brasil O Supremo Tribunal Federal (STF) suspendeu, nesta quinta-feira (6), o julgamento que discute a validade da Lei das Contravenções Penais, norma em vigor desde 1941, quando foi assinada pelo então presidente Getúlio Vargas. A interrupção ocorreu após pedido de vista do ministro Flávio Dino, que defendeu a necessidade de analisar o caso em conjunto com as ações que tratam da regulamentação das apostas on-line, as chamadas bets. O ministro argumentou que não seria coerente julgar o jogo do bicho sem considerar o impacto das plataformas digitais de apostas. &#8220;Não me parece que nós possamos dar um tratamento rigoroso ao jogo do bicho e ignorar este dragão que são os jogos perversos das bets&#8221;, afirmou Dino. Com a suspensão, não há&#8230;</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<figure class="weeknews-ai-media" style="margin:24px 0;max-width:100%;clear:both;"><img loading="lazy" style="max-width:100%;height:auto;display:block;" src="https://weeknews.online/wp-content/uploads/2026/08/11042023-pzzb9243-1024x512.jpg" alt="STF interrompe julgamento sobre lei de 1941 que criminaliza jogos de azar; Dino pede análise conjunta com bets" decoding="async"><figcaption class="weeknews-ai-credit" style="font-size:13px;line-height:1.45;margin-top:8px;color:#666;text-align:center;">Fonte da imagem: <a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/justica/noticia/2026-08/stf-suspende-julgamento-de-lei-que-proibe-jogos-de-azar" target="_blank" rel="nofollow noopener noreferrer">Agência Brasil</a></figcaption></figure>
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<p>O Supremo Tribunal Federal (STF) suspendeu, nesta quinta-feira (6), o julgamento que discute a validade da Lei das Contravenções Penais, norma em vigor desde 1941, quando foi assinada pelo então presidente Getúlio Vargas. A interrupção ocorreu após pedido de vista do ministro Flávio Dino, que defendeu a necessidade de analisar o caso em conjunto com as ações que tratam da regulamentação das apostas on-line, as chamadas bets.</p>
<p>O ministro argumentou que não seria coerente julgar o jogo do bicho sem considerar o impacto das plataformas digitais de apostas. &#8220;Não me parece que nós possamos dar um tratamento rigoroso ao jogo do bicho e ignorar este dragão que são os jogos perversos das bets&#8221;, afirmou Dino. Com a suspensão, não há data definida para a retomada do julgamento.</p>
<p>A Corte analisa se a Lei das Contravenções Penais foi recepcionada pela Constituição de 1988. O ponto central é o artigo 50 da lei, que define como contravenção penal a exploração de jogos de azar em locais públicos, como caça-níqueis, bingo e jogo do bicho. A norma também prevê multa de R$ 2 mil a R$ 200 mil para quem participa do jogo na condição de apostador.</p>
<p>O único voto proferido até o momento foi o do relator, ministro Luiz Fux. Ele entendeu que a atividade econômica de jogos de azar no país é proibida, exceto no caso das loterias. Para Fux, o Estado pode impedir essa atividade, que não estaria inserida no princípio constitucional da livre iniciativa econômica. &#8220;A loteria não se vale de mecanismos voltados a extrair lucro diante da exploração do vício do comportamento&#8221;, comentou o ministro.</p>
<p>Apesar de não serem alvo direto do voto do relator, as bets foram citadas por Fux durante a sessão. Ele mencionou os impactos do vício em jogos de azar, como superendividamento, envolvimento de crianças e redução das vendas do comércio. &#8220;Hoje, se aposta, mas não compra comida para a casa&#8221;, disse.</p>
<p>As apostas on-line são legalizadas no Brasil, desde que operem com autorização do governo federal. O julgamento foi iniciado após recurso do Ministério Público do Rio Grande do Sul (MPRS) contra decisão da Justiça estadual, que considerou a lei não recepcionada pela Constituição de 1988. O caso concreto envolve um homem condenado por manter três máquinas caça-níqueis em seu estabelecimento comercial.</p>
<p>A discussão sobre a validade da lei ganha relevância em um momento em que o país debate a regulamentação das apostas esportivas e jogos on-line. Dados recentes indicam que famílias brasileiras perderam R$ 62,5 bilhões para as bets em 2025, e o Sistema Único de Saúde (SUS) planeja ampliar o teleatendimento para tratar casos de vício em apostas, com 100 mil atendimentos mensais. Durante a Copa, os pedidos de autoexclusão em plataformas de apostas cresceram sete vezes.</p>
<p>A decisão do STF de suspender o julgamento reflete a complexidade do tema, que envolve não apenas a legalidade de uma lei de 1941, mas também a necessidade de atualizar a legislação diante das novas formas de jogo. A expectativa é que, ao retomar o caso, a Corte defina parâmetros para a exploração de jogos de azar no país, equilibrando a liberdade econômica com a proteção social.</p>
<p>Enquanto isso, o caso do homem condenado por manter caça-níqueis segue aguardando a decisão final do STF, que poderá ter impacto direto sobre a validade da lei e sobre a situação de milhares de pessoas envolvidas com jogos de azar no Brasil.</p>
<p>Fonte: <a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/justica/noticia/2026-08/stf-suspende-julgamento-de-lei-que-proibe-jogos-de-azar" target="_blank" rel="nofollow noopener noreferrer">Agência Brasil</a>.</p>

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		<title>SUS amplia teleatendimento para dependentes de apostas online e passa a oferecer 100 mil atendimentos mensais</title>
		<link>https://weeknews.online/sus-amplia-teleatendimento-para-dependentes-de-apostas-online-e-passa-a-oferecer-100-mil-atendimentos-mensais/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[ricardo]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 04 Aug 2026 16:34:07 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Pesquisa e Inovação]]></category>
		<category><![CDATA[Apostas online]]></category>
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		<category><![CDATA[Lei destina parte do dinheiro de bets para fundo da Polícia Federal]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Fonte da imagem: Agência Brasil O Sistema Único de Saúde (SUS) passou a oferecer, a partir desta terça-feira (4), até 100 mil teleatendimentos mensais para pessoas com problemas relacionados a jogos e apostas online. A medida, anunciada pelo Ministério da Saúde, representa uma ampliação significativa do serviço, que começou a funcionar em março com uma média de 600 atendimentos por mês. A expansão foi motivada pela alta procura registrada desde o lançamento. O serviço é oferecido por meio do aplicativo Meu SUS Digital, em parceria com o Ministério da Fazenda e a Agência Brasileira de Apoio à Gestão do SUS (AgSUS). O atendimento é remoto, sigiloso e acolhedor, com orientação e acompanhamento profissional, funcionando como porta de entrada para a Rede de Atenção Psicossocial (Raps).&#8230;</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<figure class="weeknews-ai-media" style="margin:24px 0;max-width:100%;clear:both;"><img loading="lazy" style="max-width:100%;height:auto;display:block;" src="https://weeknews.online/wp-content/uploads/2026/08/1785861251_20260121200144_1746e8d4ccfa91d6a6464d5ca54b4e6de8f5294fad9fbe53b45b655587a568c1-1024x512.jpg" alt="SUS amplia teleatendimento para dependentes de apostas online e passa a oferecer 100 mil atendimentos mensais" decoding="async"><figcaption class="weeknews-ai-credit" style="font-size:13px;line-height:1.45;margin-top:8px;color:#666;text-align:center;">Fonte da imagem: <a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/saude/noticia/2026-08/sus-tera-100-mil-teleatendimentos-mensais-para-vicio-em-bets" target="_blank" rel="nofollow noopener noreferrer">Agência Brasil</a></figcaption></figure>
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<p>O Sistema Único de Saúde (SUS) passou a oferecer, a partir desta terça-feira (4), até 100 mil teleatendimentos mensais para pessoas com problemas relacionados a jogos e apostas online. A medida, anunciada pelo Ministério da Saúde, representa uma ampliação significativa do serviço, que começou a funcionar em março com uma média de 600 atendimentos por mês. A expansão foi motivada pela alta procura registrada desde o lançamento.</p>
<p>O serviço é oferecido por meio do aplicativo Meu SUS Digital, em parceria com o Ministério da Fazenda e a Agência Brasileira de Apoio à Gestão do SUS (AgSUS). O atendimento é remoto, sigiloso e acolhedor, com orientação e acompanhamento profissional, funcionando como porta de entrada para a Rede de Atenção Psicossocial (Raps).</p>
<p>De acordo com o Ministério da Saúde, mais de 1 milhão de pessoas já solicitaram a autoexclusão do CPF de sites e aplicativos de apostas por meio da Plataforma Centralizada de Autoexclusão, ferramenta do Observatório Saúde Brasil de Apostas Eletrônicas. Os dados indicam que 35% dos usuários recorreram à autoexclusão por terem perdido o controle sobre as apostas.</p>
<p>A pasta listou os principais sinais de alerta para o vício em apostas: mudanças no sono, na alimentação ou no humor; mentir para familiares e amigos sobre apostas; sentimento de vergonha e culpa relacionados a apostas; ansiedade, irritabilidade e inquietação quando não estão jogando; uso do jogo como forma de lidar com estresse ou frustração; dificuldade de diminuir ou parar de jogar; comprometimento das relações pessoais e profissionais; uso intensificado de álcool e outras drogas; e comprometimento do orçamento pessoal ou familiar devido aos gastos em apostas.</p>
<p>Entre os fatores de risco apontados pelo ministério estão: exposição precoce a jogos de aposta; facilidade de acesso a jogos online; busca por alívio emocional ou fuga de problemas; histórico de transtornos mentais como depressão e ansiedade; impulsividade e busca por recompensas imediatas; influências sociais e culturais que romantizam o jogo; solidão e isolamento social; e vulnerabilidade social.</p>
<p>A iniciativa integra um conjunto de ações do governo federal para enfrentar o impacto das apostas online na saúde pública. Recentemente, foi sancionada uma lei que destina parte do dinheiro arrecadado com as bets para o fundo da Polícia Federal. Além disso, os pedidos de autoexclusão na plataforma cresceram sete vezes durante a Copa do Mundo, segundo dados divulgados anteriormente.</p>
<p>O teleatendimento do SUS é uma alternativa para quem busca ajuda sem precisar se deslocar até uma unidade de saúde. O serviço pode ser acessado pelo aplicativo Meu SUS Digital, disponível para dispositivos móveis. A orientação profissional é sigilosa e pode encaminhar o paciente para a rede de atenção psicossocial, caso necessário.</p>
<p>A ampliação do serviço reflete a preocupação do Ministério da Saúde com o aumento de casos de dependência de jogos online no país. A pasta não informou se há planos de expandir ainda mais a capacidade de atendimento no futuro, mas destacou que a ferramenta é um canal importante para acolher pessoas que enfrentam esse tipo de problema.</p>
<p>O governo também tem investido em campanhas de conscientização sobre os riscos das apostas e na plataforma de autoexclusão, que permite ao usuário bloquear seu CPF em sites e aplicativos de apostas. A medida é vista como uma forma de proteger os consumidores e evitar o endividamento.</p>
<p>A Agência Brasil procurou o Ministério da Saúde para comentar os detalhes da ampliação, mas não obteve retorno até a publicação desta matéria. O serviço já está disponível e pode ser acionado por qualquer pessoa que identifique sinais de dependência de jogos, seja ela própria ou um familiar.</p>
<p>A recomendação das autoridades é que, ao perceber qualquer um dos sinais de alerta, a pessoa busque ajuda profissional. O teleatendimento do SUS é um primeiro passo para o acolhimento e o tratamento adequado, que pode incluir acompanhamento psicológico e psiquiátrico na rede pública de saúde.</p>
<p>A expansão do serviço ocorre em um momento em que as apostas online se popularizaram no Brasil, com forte apelo publicitário e fácil acesso por meio de dispositivos móveis. Especialistas alertam que a exposição precoce e a facilidade de acesso são fatores que aumentam o risco de dependência, especialmente entre jovens.</p>
<p>O Ministério da Saúde não divulgou dados sobre o perfil dos usuários que procuraram o serviço até agora, mas a alta procura registrada nos primeiros meses indica que a demanda é relevante. A expectativa é que, com a ampliação da capacidade, mais pessoas possam ser atendidas e encaminhadas para tratamento.</p>
<p>A plataforma de autoexclusão, que já recebeu mais de 1 milhão de solicitações, é uma das ferramentas disponíveis para quem deseja se afastar das apostas. O processo é simples e pode ser feito diretamente pelo site ou aplicativo, sem necessidade de intermediários.</p>
<p>O governo federal também estuda outras medidas para regulamentar o setor de apostas e proteger os consumidores, como a destinação de parte dos recursos arrecadados para ações de saúde e segurança. A lei sancionada recentemente, que destina recursos para o fundo da Polícia Federal, é uma dessas iniciativas.</p>
<p>A Agência Brasil segue acompanhando o tema e trará novas informações assim que forem divulgadas pelo Ministério da Saúde ou por outros órgãos envolvidos.</p>
<p>Fonte: <a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/saude/noticia/2026-08/sus-tera-100-mil-teleatendimentos-mensais-para-vicio-em-bets" target="_blank" rel="nofollow noopener noreferrer">Agência Brasil</a>.</p>

<p>O post <a href="https://weeknews.online/sus-amplia-teleatendimento-para-dependentes-de-apostas-online-e-passa-a-oferecer-100-mil-atendimentos-mensais/">SUS amplia teleatendimento para dependentes de apostas online e passa a oferecer 100 mil atendimentos mensais</a> apareceu primeiro em <a href="https://weeknews.online">WeekNews</a>.</p>
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		<title>SUS terá 100 mil teleatendimentos em saúde mental para vício em bets</title>
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		<dc:creator><![CDATA[ricardo]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 04 Aug 2026 16:04:09 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>O Sistema Único de Saúde (SUS) ampliou para até 100 mil o número de teleatendimentos a pessoas que enfrentam problemas relacionados a jogos e apostas online. A iniciativa passa a valer nesta terça-feira (4). O serviço começou a ser ofertado em março, com uma média de 600 teleatendimentos mensais. A expansão, de acordo com o Ministério da Saúde, se fez necessária em razão da alta procura. A ferramenta é oferecida por meio do aplicativo Meu SUS Digital, em parceria com o Ministério da Fazenda e a Agência Brasileira de Apoio à Gestão do SUS (AgSUS). Com atendimento remoto, sigiloso e acolhedor, o serviço oferece orientação e acompanhamento profissional, funcionando como uma porta de entrada para a Rede de Atenção Psicossocial (Raps). Dados da pasta indicam que&#8230;</p>
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<p>    </a>
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<div>
<p><strong>O Sistema Único de Saúde (SUS) ampliou para até 100 mil o número de teleatendimentos a pessoas que enfrentam problemas relacionados a jogos e apostas <em>online</em>. </strong>A iniciativa passa a valer nesta terça-feira (4).</p>
<p>O serviço começou a ser ofertado em março, com uma média de 600 teleatendimentos mensais. A expansão, de acordo com o Ministério da Saúde, se fez necessária em razão da alta procura.</p>
<p>A ferramenta é oferecida por meio do aplicativo <a href="https://meususdigital.saude.gov.br/login" target="_blank" rel="nofollow noopener noreferrer">Meu SUS Digital</a>, em parceria com o Ministério da Fazenda e a Agência Brasileira de Apoio à Gestão do SUS (AgSUS).</p>
<p><strong>Com atendimento remoto, sigiloso e acolhedor, o serviço oferece orientação e acompanhamento profissional, funcionando como uma porta de entrada para a Rede de Atenção Psicossocial (Raps).</strong></p>
<p><strong>Dados da pasta indicam que mais de 1 milhão de pessoas solicitaram a autoexclusão do CPF de <em>sites</em> e aplicativos de apostas </strong>por meio da Plataforma Centralizada de Autoexclusão, ferramenta do Observatório Saúde Brasil de Apostas Eletrônicas.</p>
<p>Os números mostram ainda que 35% das pessoas acionaram a autoexclusão em razão da perda de controle sobre as apostas.</p>
<p>Dentre os sinais de alerta listados pelo ministério estão:</p>
<ul>
<li>mudanças no sono, na alimentação ou no humor;</li>
<li>mentir para familiares e amigos sobre apostas;</li>
<li>sentimento de vergonha e culpa relacionados a apostas;</li>
<li>ansiedade, irritabilidade e inquietação quando não estão jogando;</li>
<li>uso do jogo como forma de lidar com o estresse ou frustração;</li>
<li>dificuldade de diminuir ou parar de jogar;</li>
<li>comprometimento das relações pessoais e profissionais;</li>
<li>uso intensificado de álcool e outras drogas; e</li>
<li>comprometimento do orçamento pessoal ou familiar devido aos gastos em apostas.</li>
</ul>
<p>Já os fatores de risco listados pela pasta incluem:</p>
<ul>
<li>exposição precoce a jogos de aposta;</li>
<li>facilidade de acesso a jogos online;</li>
<li>busca por alívio emocional ou fuga de problemas;</li>
<li>histórico de transtorno mentais como depressão e ansiedade;</li>
<li>impulsividade e busca por recompensas imediatas;</li>
<li>influências sociais e culturais que romantizam o jogo;</li>
<li>solidão e isolamento social; e</li>
<li>vulnerabilidade social.</li>
</ul>
<p>      <!-- Relacionada --></p>
<p>            <!-- Relacionada -->
    </div>
<p></p>
<p>Fonte: <a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/saude/noticia/2026-08/sus-tera-100-mil-teleatendimentos-em-saude-mental-para-vicio-em-bets" target="_blank" rel="nofollow noopener noreferrer">Agência Brasil</a>.</p>

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		<item>
		<title>Nova lei direciona 3% da arrecadação de bets ao fundo da Polícia Federal para custear saúde de servidores</title>
		<link>https://weeknews.online/nova-lei-direciona-3-da-arrecadacao-de-bets-ao-fundo-da-policia-federal-para-custear-saude-de-servidores/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[ricardo]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 30 Jul 2026 17:17:10 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Pesquisa e Inovação]]></category>
		<category><![CDATA[bets]]></category>
		<category><![CDATA[Bets: pedidos em plataforma de autoexclusão crescem 7 vezes na Copa]]></category>
		<category><![CDATA[diz ministro]]></category>
		<category><![CDATA[Fazenda vai endurecer restrições para sites de bets]]></category>
		<category><![CDATA[Funapol]]></category>
		<category><![CDATA[Justiça do DF manda Virginia apagar publicidade irregular de bets]]></category>
		<category><![CDATA[Polícia Federal]]></category>
		<category><![CDATA[Política]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Fonte da imagem: Agência Brasil O presidente Luiz Inácio Lula da Silva sancionou nesta quinta-feira (30) a lei que destina parte da arrecadação das apostas de quota fixa, as chamadas bets, ao Fundo para Aparelhamento e Operacionalização das Atividades-fim da Polícia Federal (Funapol). A medida, que teve origem na Medida Provisória nº 1.348 de 2026, foi aprovada pelo Senado no último dia 8 e converteu-se no Projeto de Lei de Conversão (PLV) nº 8 de 2026. De acordo com o texto sancionado, 3% dos recursos obtidos pelo governo federal com as bets serão destinados ao Funapol. Os valores, que antes eram direcionados à seguridade social, passarão a cobrir gastos com saúde dos servidores da Polícia Federal (PF). A destinação será feita de forma gradual: 1%&#8230;</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<figure class="weeknews-ai-media" style="margin:24px 0;max-width:100%;clear:both;"><img loading="lazy" style="max-width:100%;height:auto;display:block;" src="https://weeknews.online/wp-content/uploads/2026/07/uso_de_smartphone_e_celular050720211238-1024x512.jpg" alt="Nova lei direciona 3% da arrecadação de bets ao fundo da Polícia Federal para custear saúde de servidores" decoding="async"><figcaption class="weeknews-ai-credit" style="font-size:13px;line-height:1.45;margin-top:8px;color:#666;text-align:center;">Fonte da imagem: <a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/politica/noticia/2026-07/lei-destina-parte-do-dinheiro-de-bets-para-fundo-da-policia-federal" target="_blank" rel="nofollow noopener noreferrer">Agência Brasil</a></figcaption></figure>
<p><a style="display:block;" href="https://weeknews.online/" target="_blank" rel="nofollow noopener noreferrer"></p>
<p>    </a></p>
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<p>O presidente Luiz Inácio Lula da Silva sancionou nesta quinta-feira (30) a lei que destina parte da arrecadação das apostas de quota fixa, as chamadas bets, ao Fundo para Aparelhamento e Operacionalização das Atividades-fim da Polícia Federal (Funapol). A medida, que teve origem na Medida Provisória nº 1.348 de 2026, foi aprovada pelo Senado no último dia 8 e converteu-se no Projeto de Lei de Conversão (PLV) nº 8 de 2026.</p>
<p>De acordo com o texto sancionado, 3% dos recursos obtidos pelo governo federal com as bets serão destinados ao Funapol. Os valores, que antes eram direcionados à seguridade social, passarão a cobrir gastos com saúde dos servidores da Polícia Federal (PF). A destinação será feita de forma gradual: 1% em 2026, 2% em 2027 e 3% a partir de 2028.</p>
<p>A norma também autoriza um repasse de até R$ 200 milhões do governo federal ao Funapol ainda em 2026, utilizando recursos livres do Tesouro Nacional. Durante a cerimônia de sanção, realizada no Palácio do Planalto, o relator da MP, deputado Aluisio Mendes (Republicanos-MA), avaliou que a iniciativa terá “grande alcance” para a segurança pública do país. “Sem dúvida nenhuma, um dos grandes problemas da sociedade no Brasil hoje é a segurança pública e o combate ao crime organizado”, afirmou.</p>
<p>O diretor-geral da PF, Andrei Rodrigues, destacou que a medida alcança cerca de 30 mil famílias de servidores da corporação. “Investir naqueles que enfrentam diariamente desafios complexos, muitas vezes em situação de elevado risco e grande desgaste físico e emocional, é investir em um país mais justo e próspero”, disse.</p>
<p>Criado pela Lei Complementar 89 de 1997, o Funapol foi originalmente concebido para financiar as atividades da PF, permitindo que no máximo 30% dos recursos fossem destinados a despesas com diárias. A Lei 14.369 de 2022 ampliou esse limite para 50% e incluiu outros tipos de gastos não diretamente ligados à atividade-fim, como parcelas de caráter indenizatório, despesas com saúde dos servidores e indenização por disponibilidade.</p>
<p>Com a nova lei, não há mais limite para essas despesas, e foram incluídos novos gastos adicionais: ressarcimento de gastos com saúde e retribuição por atividade extraordinária. O texto também permite que o Ministério da Justiça e Segurança Pública estenda o custeio de gastos com saúde aos servidores da Polícia Rodoviária Federal e da Polícia Penal Federal. Já a retribuição por atividade extraordinária poderá ser criada para esses outros policiais por meio de lei específica.</p>
<p>A medida representa uma mudança significativa na forma de financiamento da PF, ao vincular parte da arrecadação de um setor em expansão — o das apostas esportivas — ao bem-estar dos agentes. A expectativa do governo é que, com a gradualidade na destinação dos recursos, o fundo possa se fortalecer sem comprometer outras áreas.</p>
<p>A sanção ocorre em meio a debates sobre a regulamentação das bets no Brasil, que têm gerado receitas crescentes para os cofres públicos. A nova lei, no entanto, redireciona uma parcela desses recursos para um fim específico, o que pode gerar discussões sobre o impacto na seguridade social, que originalmente recebia esses valores.</p>
<p>Com informações da Agência Senado.</p>
<p>Fonte: <a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/politica/noticia/2026-07/lei-destina-parte-do-dinheiro-de-bets-para-fundo-da-policia-federal" target="_blank" rel="nofollow noopener noreferrer">Agência Brasil</a>.</p>

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		<title>Apostas online tiram R$ 2,2 bilhões por ano da economia do Rio, aponta Fecomércio</title>
		<link>https://weeknews.online/apostas-online-tiram-r-22-bilhoes-por-ano-da-economia-do-rio-aponta-fecomercio/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[ricardo]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 28 Jul 2026 10:35:09 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Pesquisa e Inovação]]></category>
		<category><![CDATA[apostas]]></category>
		<category><![CDATA[Apostas online]]></category>
		<category><![CDATA[As bets esportivas]]></category>
		<category><![CDATA[bets]]></category>
		<category><![CDATA[Bets: pedidos em plataforma de autoexclusão crescem 7 vezes na Copa]]></category>
		<category><![CDATA[Economia]]></category>
		<category><![CDATA[Instituto Fecomércio de Pesquisas e Análises]]></category>
		<category><![CDATA[Justiça do DF manda Virginia apagar publicidade irregular de bets]]></category>
		<category><![CDATA[obrigadas a exibir alertas]]></category>
		<category><![CDATA[Rio de Janeiro]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Fonte da imagem: Agência Brasil Um levantamento do Instituto Fecomércio de Pesquisas e Análises, realizado com 1.024 pessoas da região metropolitana do Rio de Janeiro entre os dias 22 e 25 de junho, revela que os gastos com apostas online chegam a R$ 2,2 bilhões anualmente. Esse montante, segundo a pesquisa, equivale a mais de três vezes a movimentação financeira estimada para as compras de Natal na capital fluminense, indicando um desvio significativo de recursos que deixam de circular na economia local. O estudo aponta que 22,7% dos moradores da região metropolitana do Rio, praticamente um em cada quatro entrevistados, já participaram de apostas virtuais. O gasto médio de cada apostador é de R$ 1,2 mil por ano. Entre as modalidades mais populares, as bets&#8230;</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<figure class="weeknews-ai-media" style="margin:24px 0;max-width:100%;clear:both;"><img loading="lazy" style="max-width:100%;height:auto;display:block;" src="https://weeknews.online/wp-content/uploads/2026/06/1782426540_trbr2482-1024x512.jpg" alt="Apostas online tiram R$ 2,2 bilhões por ano da economia do Rio, aponta Fecomércio" decoding="async"><figcaption class="weeknews-ai-credit" style="font-size:13px;line-height:1.45;margin-top:8px;color:#666;text-align:center;">Fonte da imagem: <a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/tags/apostas" target="_blank" rel="nofollow noopener noreferrer">Agência Brasil</a></figcaption></figure>
<p><a style="display:block;" href="https://weeknews.online/" target="_blank" rel="nofollow noopener noreferrer"></p>
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<p>Um levantamento do Instituto Fecomércio de Pesquisas e Análises, realizado com 1.024 pessoas da região metropolitana do Rio de Janeiro entre os dias 22 e 25 de junho, revela que os gastos com apostas online chegam a R$ 2,2 bilhões anualmente. Esse montante, segundo a pesquisa, equivale a mais de três vezes a movimentação financeira estimada para as compras de Natal na capital fluminense, indicando um desvio significativo de recursos que deixam de circular na economia local.</p>
<p>O estudo aponta que 22,7% dos moradores da região metropolitana do Rio, praticamente um em cada quatro entrevistados, já participaram de apostas virtuais. O gasto médio de cada apostador é de R$ 1,2 mil por ano. Entre as modalidades mais populares, as bets esportivas lideram, citadas por 60,9% dos entrevistados, seguidas pelo chamado &#8220;tigrinho&#8221; e outros jogos virtuais de cassino, mencionados por 49,4% dos apostadores. Como a pergunta permitia múltiplas respostas, parte dos entrevistados afirmou participar de mais de um tipo de aposta.</p>
<p>O perfil dos apostadores revela que 65,6% são homens e 34,4% são mulheres. A faixa etária mais concentrada está entre 25 e 34 anos (36,1%), seguida por jovens de 18 a 24 anos (24,8%). Quanto à escolaridade, 66,9% têm ensino médio completo, enquanto 12,9% concluíram o ensino superior. Em relação à renda, a maior parcela recebe de um a dois salários mínimos (36%), seguida pelos que ganham de 2 a 3 salários mínimos (19,7%).</p>
<p>Um dado preocupante destacado pela pesquisa é que 48,5% dos entrevistados que já apostaram afirmaram não verificar se o site é legalizado antes de jogar. Isso expõe os apostadores a riscos de fraudes e falta de proteção regulatória.</p>
<p>Sobre as motivações para apostar, 48,7% dos entrevistados disseram que a expectativa de obter retorno financeiro é um dos motivos. Desse total, 28,3% buscam a chance de ganhar dinheiro rápido ou consideram a aposta um investimento. Outros 20,4% informaram apostar para fazer renda extra. Nesse caso, chama a atenção o fato de que 70% desses apostadores afirmam usar o próprio salário nas apostas, indicando que parte da renda mensal é direcionada a essa prática.</p>
<p>Diante desse cenário, a prefeitura do Rio de Janeiro adotou medidas para conter a expansão das apostas. Desde o dia 13 de julho, está proibida a veiculação de publicidade de plataformas de apostas em espaços públicos da cidade. A medida atinge locais onde há publicidade exterior, mobiliário urbano e demais espaços cuja exploração dependa de autorização, licença, permissão ou concessão do município.</p>
<p>Além disso, as plataformas de apostas esportivas estão obrigadas a exibir alertas do Ministério da Fazenda sobre dependência em suas campanhas publicitárias. Semelhante ao que já ocorre nas propagandas de cigarros e bebidas alcoólicas, as advertências destacam que &#8220;apostar pode causar dependência, faz você perder dinheiro e não é investimento&#8221;.</p>
<p>O levantamento do Instituto Fecomércio reforça a necessidade de políticas públicas e campanhas de conscientização sobre os riscos das apostas online, especialmente entre os jovens e as camadas de menor renda, que são os mais afetados. A pesquisa também evidencia o impacto econômico negativo para o estado, com bilhões de reais deixando de circular no comércio e serviços locais.</p>
<p>Fonte: <a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/tags/apostas" target="_blank" rel="nofollow noopener noreferrer">Agência Brasil</a>.</p>

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