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	<title>Arquivo de boletim Focus - WeekNews</title>
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	<title>Arquivo de boletim Focus - WeekNews</title>
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		<title>IPCA recua 0,32% em agosto com bônus de Itaipu e alimentos mais baratos</title>
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		<dc:creator><![CDATA[ricardo]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 11 Sep 2026 13:44:14 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>Fonte da imagem: Agência Brasil A inflação oficial do Brasil ficou negativa em agosto, com o Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA) registrando -0,32%, segundo dados divulgados nesta sexta-feira (11) pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). É a menor taxa para um mês de agosto desde 2022, quando o índice havia ficado em -0,36%. Em julho deste ano, o IPCA havia sido de 0,07%, e em agosto de 2025, de -0,11%. Com o resultado, o índice acumula 4,22% em 12 meses, o menor valor desde março de 2026, quando somava 4,14%. Em julho, a variação acumulada estava em 4,44%. O resultado veio abaixo da estimativa do mercado financeiro: o Boletim Focus da última terça-feira (8), sondagem do Banco Central com agentes&#8230;</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<figure class="weeknews-ai-media" style="margin:24px 0;max-width:100%;clear:both;"><img loading="lazy" style="max-width:100%;height:auto;display:block;" src="https://weeknews.online/wp-content/uploads/2026/09/20.05.2020.supermercado_rio_de_janeiro_0520203149-1024x512.jpg" alt="IPCA recua 0,32% em agosto com bônus de Itaipu e alimentos mais baratos" decoding="async"><figcaption class="weeknews-ai-credit" style="font-size:13px;line-height:1.45;margin-top:8px;color:#666;text-align:center;">Fonte da imagem: <a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/economia/noticia/2026-09/inflacao-oficial-de-agosto-fecha-em-032-menor-taxa-em-quatro-anos" target="_blank" rel="nofollow noopener noreferrer">Agência Brasil</a></figcaption></figure>
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<p>A inflação oficial do Brasil ficou negativa em agosto, com o Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA) registrando -0,32%, segundo dados divulgados nesta sexta-feira (11) pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). É a menor taxa para um mês de agosto desde 2022, quando o índice havia ficado em -0,36%. Em julho deste ano, o IPCA havia sido de 0,07%, e em agosto de 2025, de -0,11%.</p>
<p>Com o resultado, o índice acumula 4,22% em 12 meses, o menor valor desde março de 2026, quando somava 4,14%. Em julho, a variação acumulada estava em 4,44%. O resultado veio abaixo da estimativa do mercado financeiro: o Boletim Focus da última terça-feira (8), sondagem do Banco Central com agentes do mercado, projetava inflação de -0,23% para agosto. Para o fim de 2026, a expectativa do mercado é de 5%.</p>
<p>A meta de inflação definida pelo Conselho Monetário Nacional (CMN) é de 3%, com tolerância de 1,5 ponto percentual para mais ou para menos, ou seja, um intervalo de 1,5% a 4,5%. Desde o início de 2025, o período de avaliação da meta considera os 12 meses imediatamente anteriores, e não apenas o resultado de dezembro. A meta é considerada descumprida se a inflação estourar o intervalo de tolerância por seis meses seguidos.</p>
<p>Entre os nove grupos pesquisados pelo IBGE, quatro apresentaram deflação em agosto. O grupo Habitação teve a queda mais profunda, de -1,87%, com impacto de -0,29 ponto percentual no índice geral. O movimento foi puxado pelo Bônus de Itaipu, desconto que os consumidores receberam na conta de luz do mês e que reduziu a tarifa de energia elétrica em média 7,63%. O bônus consiste na distribuição do saldo positivo da conta de comercialização da hidrelétrica estatal de Itaipu, que vira crédito nas contas de energia. Foi a menor variação para um mês de agosto em toda a série do Plano Real, iniciado em 1994.</p>
<p>O analista da pesquisa, Fernando Gonçalves, explica que, como o bônus é restrito ao mês de agosto, a conta de luz chegará com essa devolução em setembro. &#8220;Não sabemos como ficará o resultado final, mas sabemos que o índice tende a subir&#8221;, afirmou.</p>
<p>Alimentação e bebidas também contribuíram para a queda do índice, com variação de -0,34% e impacto de -0,07 ponto percentual. Foi a terceira queda seguida do grupo, que havia recuado 0,67% em julho e 0,24% em junho. As principais baixas foram batata-inglesa (-19,89%), cenoura (-11,22%), cebola (-11,07%), tomate (-10,94%), ovo de galinha (-4,15%) e café moído (-1,86%). Alimentos são o grupo de maior peso no IPCA, representando 21,5% da cesta mensal de consumo dos brasileiros.</p>
<p>No grupo Transportes, que caiu 0,86% e teve impacto de -0,17 ponto percentual, o maior peso negativo veio das passagens aéreas, com recuo de 13,17% e impacto de -0,11 ponto percentual. O bilhete de avião só perdeu para a conta de luz em termos de contribuição para a queda da inflação. Os combustíveis também ajudaram a conter o índice, com variação de -0,86%: etanol (-3,95%), óleo diesel (-0,80%) e gasolina (-0,59%) caíram, enquanto o gás veicular subiu 2,62%. O transporte por aplicativo recuou 4,57%, cálculo que inclui, segundo o IBGE, parte do resultado de julho que &#8220;indevidamente, não foi apropriado no referido mês&#8221;.</p>
<p>Os demais grupos pesquisados registraram as seguintes variações: Artigos de residência, 0,64% (0,02 p.p.); Vestuário, 0,12% (0,00 p.p.); Saúde e cuidados pessoais, 0,23% (0,03 p.p.); Despesas pessoais, 1,30% (0,13 p.p.); Educação, 0,47% (0,03 p.p.); e Comunicação, -0,09% (0,00 p.p.).</p>
<p>O índice de difusão, que mede o espalhamento da inflação, ficou em 54% em agosto, ante 50% em julho. Isso significa que 54% dos 377 produtos e serviços pesquisados pelo IBGE tiveram aumento de preço. O instituto também desagrega o IPCA em dois grupos: o de serviços, que reúne preços mais sensíveis ao aquecimento ou esfriamento da economia e à taxa Selic, e o de preços monitorados, que costumam ser controlados por contratos, incluindo combustíveis. Em agosto, o grupo serviços subiu 0,03%, enquanto o de monitorados caiu 1,26%.</p>
<p>O IPCA apura o custo de vida de famílias com rendimentos entre um e 40 salários mínimos, com coleta de preços de 377 subitens em dez regiões metropolitanas — Belém, Fortaleza, Recife, Salvador, Belo Horizonte, Vitória, Rio de Janeiro, São Paulo, Curitiba e Porto Alegre —, além de Brasília e das capitais Goiânia, Campo Grande, Rio Branco, São Luís e Aracaju.</p>
<p>Análise WeekNews: O resultado de agosto foi fortemente influenciado por um fator pontual, o Bônus de Itaipu, que reduziu a conta de luz e respondeu pela maior contribuição negativa do índice. Como o próprio IBGE sinaliza, esse efeito não deve se repetir em setembro, o que sugere que a inflação tende a voltar ao campo positivo no próximo mês. A queda de alimentos, terceira consecutiva, e o recuo das passagens aéreas e dos combustíveis reforçam o alívio no curto prazo, mas o índice de difusão mais alto, de 54%, indica que a inflação segue espalhada pela cesta de consumo. O acumulado de 4,22% em 12 meses permanece dentro do intervalo de tolerância da meta, embora acima do centro de 3%.</p>
<p>Fonte: <a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/economia/noticia/2026-09/inflacao-oficial-de-agosto-fecha-em-032-menor-taxa-em-quatro-anos" target="_blank" rel="nofollow noopener noreferrer">Agência Brasil</a>.</p>

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		<title>Mercado financeiro ajusta projeção da inflação para 5% em 2026</title>
		<link>https://weeknews.online/mercado-financeiro-ajusta-projecao-da-inflacao-para-5-em-2026/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[ricardo]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 08 Sep 2026 13:15:19 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>Fonte da imagem: Agência Brasil A previsão do mercado financeiro para a inflação oficial do país, medida pelo Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA), passou de 5,01% para 5% neste ano. O ajuste consta no Boletim Focus, pesquisa divulgada semanalmente pelo Banco Central (BC) com a expectativa de instituições financeiras para os principais indicadores econômicos. A estimativa segue acima do intervalo da meta de inflação estabelecida pelo Conselho Monetário Nacional (CMN), que é de 3%, com tolerância de 1,5 ponto percentual para cima ou para baixo. Dessa forma, o limite inferior é 1,5% e o superior, 4,5%. A inflação oficial perdeu força pelo quarto mês seguido em julho, fechando em 0,07%, conforme o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). O resultado foi&#8230;</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<figure class="weeknews-ai-media" style="margin:24px 0;max-width:100%;clear:both;"><img loading="lazy" style="max-width:100%;height:auto;display:block;" src="https://weeknews.online/wp-content/uploads/2026/05/banco_central_mcajr_abr_0104222276-1024x512.jpg" alt="Mercado financeiro ajusta projeção da inflação para 5% em 2026" decoding="async"><figcaption class="weeknews-ai-credit" style="font-size:13px;line-height:1.45;margin-top:8px;color:#666;text-align:center;">Fonte da imagem: <a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/economia/noticia/2026-09/mercado-financeiro-reduz-previsao-da-inflacao-para-5-este-ano" target="_blank" rel="nofollow noopener noreferrer">Agência Brasil</a></figcaption></figure>
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<p>A previsão do mercado financeiro para a inflação oficial do país, medida pelo Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA), passou de 5,01% para 5% neste ano. O ajuste consta no Boletim Focus, pesquisa divulgada semanalmente pelo Banco Central (BC) com a expectativa de instituições financeiras para os principais indicadores econômicos.</p>
<p>A estimativa segue acima do intervalo da meta de inflação estabelecida pelo Conselho Monetário Nacional (CMN), que é de 3%, com tolerância de 1,5 ponto percentual para cima ou para baixo. Dessa forma, o limite inferior é 1,5% e o superior, 4,5%.</p>
<p>A inflação oficial perdeu força pelo quarto mês seguido em julho, fechando em 0,07%, conforme o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). O resultado foi influenciado pela queda dos preços dos alimentos. Com isso, o IPCA acumulado em 12 meses ficou em 4,44%, voltando ao intervalo da meta. Os dados de agosto serão divulgados pelo IBGE na próxima sexta-feira (11).</p>
<p>Para 2027, a projeção do mercado para a inflação passou de 4,28% para 4,29%. Para 2028 e 2029, as estimativas são de 3,8% e 3,5%, respectivamente.</p>
<p>A taxa básica de juros, a Selic, está em 14% ao ano, após o Comitê de Política Monetária (Copom) do BC ter reduzido o indicador em 0,25 ponto percentual na reunião de agosto, o quarto corte consecutivo. A Selic havia ficado em 15% ao ano de junho de 2025 a março de 2026, o maior nível em quase duas décadas. O Copom voltou a cortar os juros em março, em meio à queda da inflação, mas o cenário de guerra no Oriente Médio, que elevou os preços de combustíveis e alimentos, tem dificultado a continuidade do afrouxamento monetário.</p>
<p>A próxima reunião do Copom está marcada para os dias 15 e 16 de setembro. Segundo o Boletim Focus, a expectativa dos analistas é que a Selic encerre 2026 em 13,75% ao ano. Para 2027 e 2028, a previsão é de 12% e 10,5% ao ano, respectivamente, chegando a 10% ao ano em 2029.</p>
<p>A estimativa para o crescimento da economia brasileira neste ano subiu de 1,92% para 1,93%. Para 2027, a projeção do Produto Interno Bruto (PIB) permanece em 1,5%. Em 2028 e 2029, o mercado espera expansão de 1,96% e 2%, respectivamente. No segundo trimestre de 2026, a economia cresceu 0,5% em relação ao trimestre anterior, com alta de 1,9% no acumulado de 12 meses, segundo o IBGE. Em 2025, o PIB brasileiro avançou 2,3%, com expansão em todos os setores.</p>
<p>O Boletim Focus também indica que a cotação do dólar deve fechar 2026 em R$ 5,20, subindo para R$ 5,30 no fim de 2027.</p>
<p>Análise WeekNews: A manutenção da projeção de inflação acima da meta, mesmo após quatro meses de desaceleração, sugere que o mercado ainda enxerga riscos relevantes no horizonte, especialmente vindos de pressões externas sobre preços de energia e alimentos. A expectativa de cortes graduais na Selic ao longo dos próximos anos, por sua vez, indica que os analistas consideram o atual patamar de juros suficientemente restritivo para conter a alta de preços, mas a trajetória de queda tende a ser cautelosa até que o cenário internacional se estabilize.</p>
<p>Fonte: <a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/economia/noticia/2026-09/mercado-financeiro-reduz-previsao-da-inflacao-para-5-este-ano" target="_blank" rel="nofollow noopener noreferrer">Agência Brasil</a>.</p>

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		<title>PIB brasileiro cresce 0,5% no segundo trimestre, puxado pela agropecuária</title>
		<link>https://weeknews.online/pib-brasileiro-cresce-05-no-segundo-trimestre-puxado-pela-agropecuaria/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[ricardo]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 01 Sep 2026 13:38:08 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>Fonte da imagem: Agência Brasil A economia brasileira avançou 0,5% no segundo trimestre de 2026, na comparação com os três meses anteriores, segundo dados divulgados nesta terça-feira, 1º de setembro, pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). O Produto Interno Bruto (PIB) — soma de todos os bens e serviços produzidos no país — atingiu R$ 3,4 trilhões no período. Na comparação com o segundo trimestre de 2025, o crescimento foi de 2%. No acumulado de quatro trimestres, a expansão chega a 1,9%. No primeiro semestre, a alta é de 1,9% ante a primeira metade do ano anterior. O resultado veio em linha com as expectativas do mercado. O boletim Focus, pesquisa do Banco Central com instituições financeiras divulgada na segunda-feira (31), projeta crescimento&#8230;</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<figure class="weeknews-ai-media" style="margin:24px 0;max-width:100%;clear:both;"><img loading="lazy" style="max-width:100%;height:auto;display:block;" src="https://weeknews.online/wp-content/uploads/2026/07/raf1037_1-1024x512.jpg" alt="PIB brasileiro cresce 0,5% no segundo trimestre, puxado pela agropecuária" decoding="async"><figcaption class="weeknews-ai-credit" style="font-size:13px;line-height:1.45;margin-top:8px;color:#666;text-align:center;">Fonte da imagem: <a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/economia/noticia/2026-09/pib-do-brasil-cresce-05-no-segundo-trimestre-mostra-ibge" target="_blank" rel="nofollow noopener noreferrer">Agência Brasil</a></figcaption></figure>
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<p>A economia brasileira avançou 0,5% no segundo trimestre de 2026, na comparação com os três meses anteriores, segundo dados divulgados nesta terça-feira, 1º de setembro, pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). O Produto Interno Bruto (PIB) — soma de todos os bens e serviços produzidos no país — atingiu R$ 3,4 trilhões no período.</p>
<p>Na comparação com o segundo trimestre de 2025, o crescimento foi de 2%. No acumulado de quatro trimestres, a expansão chega a 1,9%. No primeiro semestre, a alta é de 1,9% ante a primeira metade do ano anterior.</p>
<p>O resultado veio em linha com as expectativas do mercado. O boletim Focus, pesquisa do Banco Central com instituições financeiras divulgada na segunda-feira (31), projeta crescimento de 1,92% para o PIB em 2026.</p>
<p>Pela ótica da produção, a agropecuária foi o destaque, com alta de 2,8% no trimestre e de 6,2% em 12 meses. A indústria cresceu 0,1% no período, puxada pela indústria extrativa, que saltou 3,4%. Já os serviços, que concentram a maior parte dos empregos, avançaram 0,2% no trimestre e 1,7% no acumulado de 12 meses. Dentro dos serviços, os destaques foram informação e comunicação (2,1%), transporte, armazenagem e correio (1,1%) e atividades imobiliárias (0,2%). O comércio ficou estável, enquanto administração, defesa, saúde e educação públicas e seguridade social (-0,4%) e atividades financeiras, de seguros e serviços relacionados (-0,3%) tiveram queda.</p>
<p>Os investimentos, medidos pela Formação Bruta de Capital Fixo, cresceram 1,2% no trimestre. Pela ótica da demanda, o consumo do governo subiu 0,4%, mas o das famílias recuou 0,4%. No setor externo, as exportações caíram 0,8% e as importações aumentaram 1,8%.</p>
<p>O PIB é o conjunto de todos os bens e serviços finais produzidos em uma localidade em determinado período. O indicador ajuda a dimensionar o comportamento da economia, mas não reflete fatores como distribuição de renda ou qualidade de vida.</p>
<p>Análise WeekNews: O resultado do segundo trimestre indica uma desaceleração do ritmo de crescimento em relação ao início do ano, com a agropecuária compensando a fraqueza de outros setores. A queda no consumo das famílias e o desempenho negativo de serviços públicos e atividades financeiras sugerem que a recuperação ainda é desigual, o que pode influenciar as próximas decisões de política econômica.</p>
<p>Fonte: <a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/economia/noticia/2026-09/pib-do-brasil-cresce-05-no-segundo-trimestre-mostra-ibge" target="_blank" rel="nofollow noopener noreferrer">Agência Brasil</a>.</p>

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		<title>PIB brasileiro avança 0,5% no segundo trimestre, aponta IBGE</title>
		<link>https://weeknews.online/pib-brasileiro-avanca-05-no-segundo-trimestre-aponta-ibge/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[ricardo]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 01 Sep 2026 12:26:06 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Pesquisa e Inovação]]></category>
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		<guid isPermaLink="false">https://weeknews.online/?p=115461</guid>

					<description><![CDATA[<p>Fonte da imagem: Agência Brasil A economia brasileira cresceu 0,5% no segundo trimestre de 2026, na comparação com os três meses anteriores, segundo dados do Produto Interno Bruto (PIB) divulgados nesta terça-feira (1º) pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). Em relação ao mesmo período de 2025, o PIB registrou alta de 2%. No acumulado dos últimos quatro trimestres, a expansão foi de 1,9%. O valor total do PIB no segundo trimestre somou R$ 3,4 trilhões. O boletim Focus, pesquisa do Banco Central com instituições do mercado financeiro divulgada na segunda-feira (31), projeta crescimento de 1,92% para o PIB em 2026. O PIB é a soma de todos os bens e serviços finais produzidos em um local em determinado período. O indicador é calculado&#8230;</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<figure class="weeknews-ai-media" style="margin:24px 0;max-width:100%;clear:both;"><img loading="lazy" style="max-width:100%;height:auto;display:block;" src="https://weeknews.online/wp-content/uploads/2026/07/raf1037_1-1024x512.jpg" alt="PIB brasileiro avança 0,5% no segundo trimestre, aponta IBGE" decoding="async"><figcaption class="weeknews-ai-credit" style="font-size:13px;line-height:1.45;margin-top:8px;color:#666;text-align:center;">Fonte da imagem: <a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/tags/ibge" target="_blank" rel="nofollow noopener noreferrer">Agência Brasil</a></figcaption></figure>
<p><a style="display:block;" href="https://weeknews.online/" target="_blank" rel="nofollow noopener noreferrer"></p>
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<p>A economia brasileira cresceu 0,5% no segundo trimestre de 2026, na comparação com os três meses anteriores, segundo dados do Produto Interno Bruto (PIB) divulgados nesta terça-feira (1º) pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).</p>
<p>Em relação ao mesmo período de 2025, o PIB registrou alta de 2%. No acumulado dos últimos quatro trimestres, a expansão foi de 1,9%. O valor total do PIB no segundo trimestre somou R$ 3,4 trilhões.</p>
<p>O boletim Focus, pesquisa do Banco Central com instituições do mercado financeiro divulgada na segunda-feira (31), projeta crescimento de 1,92% para o PIB em 2026.</p>
<p>O PIB é a soma de todos os bens e serviços finais produzidos em um local em determinado período. O indicador é calculado a partir de pesquisas setoriais, como comércio, serviços e indústria, e considera os preços ao consumidor, incluindo impostos.</p>
<p>O IBGE destaca que o PIB não reflete fatores como distribuição de renda ou qualidade de vida. Um país pode ter um PIB elevado e um padrão de vida relativamente baixo, assim como pode ocorrer o inverso.</p>
<p>Análise WeekNews: O resultado do segundo trimestre mantém a economia em trajetória de crescimento moderado, com o acumulado em 12 meses próximo da projeção do mercado para o ano. A consistência entre o dado oficial e a expectativa do Focus sugere que o ritmo atual tende a se manter até o fim de 2026, sem grandes acelerações.</p>
<p>Fonte: <a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/tags/ibge" target="_blank" rel="nofollow noopener noreferrer">Agência Brasil</a>.</p>

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			</item>
		<item>
		<title>Focus: mercado reduz projeção de inflação e PIB para 2026; Selic e dólar seguem estáveis</title>
		<link>https://weeknews.online/focus-mercado-reduz-projecao-de-inflacao-e-pib-para-2026-selic-e-dolar-seguem-estaveis/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[ricardo]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 31 Aug 2026 14:52:08 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Noticías]]></category>
		<category><![CDATA[40]]></category>
		<category><![CDATA[44]]></category>
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		<category><![CDATA[banco central]]></category>
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		<category><![CDATA[Copom ajustou a Selic em um ambiente de desaceleração da inflação]]></category>
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		<category><![CDATA[Economia]]></category>
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		<category><![CDATA[IPCA acumulado em 12 meses é 4]]></category>
		<category><![CDATA[mercado financeiro]]></category>
		<category><![CDATA[Mercado reduz projeção para crescimento da economia em 2026]]></category>
		<category><![CDATA[PIB]]></category>
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		<category><![CDATA[Selic]]></category>
		<category><![CDATA[Selic está em 14% ao ano]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Fonte da imagem: Agência Brasil O mercado financeiro ajustou para baixo as expectativas para a inflação e o crescimento da economia brasileira em 2026, conforme o Boletim Focus divulgado nesta segunda-feira (31) pelo Banco Central (BC). As projeções para a taxa básica de juros (Selic) e para a cotação do dólar, no entanto, permaneceram inalteradas. De acordo com o levantamento semanal, que reúne estimativas de bancos, corretoras e consultorias, o Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA) deve fechar o ano em 5,01%, ante 5,02% da semana anterior. Para 2027, a projeção subiu levemente, de 4,25% para 4,28%, enquanto para 2028 e 2029 as estimativas seguem em 3,80% e 3,50%, respectivamente. O IPCA acumulado em 12 meses está em 4,44%, conforme dados oficiais de&#8230;</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<figure class="weeknews-ai-media" style="margin:24px 0;max-width:100%;clear:both;"><img loading="lazy" style="max-width:100%;height:auto;display:block;" src="https://weeknews.online/wp-content/uploads/2026/07/raf1037_1-1024x512.jpg" alt="Focus: mercado reduz projeção de inflação e PIB para 2026; Selic e dólar seguem estáveis" decoding="async"><figcaption class="weeknews-ai-credit" style="font-size:13px;line-height:1.45;margin-top:8px;color:#666;text-align:center;">Fonte da imagem: <a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/economia/noticia/2026-08/boletim-focus-mercado-preve-reducao-da-inflacao-e-do-pib-de-2026" target="_blank" rel="nofollow noopener noreferrer">Agência Brasil</a></figcaption></figure>
<p><a style="display:block;" href="https://weeknews.online/" target="_blank" rel="nofollow noopener noreferrer"></p>
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<p>O mercado financeiro ajustou para baixo as expectativas para a inflação e o crescimento da economia brasileira em 2026, conforme o Boletim Focus divulgado nesta segunda-feira (31) pelo Banco Central (BC). As projeções para a taxa básica de juros (Selic) e para a cotação do dólar, no entanto, permaneceram inalteradas.</p>
<p>De acordo com o levantamento semanal, que reúne estimativas de bancos, corretoras e consultorias, o Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA) deve fechar o ano em 5,01%, ante 5,02% da semana anterior. Para 2027, a projeção subiu levemente, de 4,25% para 4,28%, enquanto para 2028 e 2029 as estimativas seguem em 3,80% e 3,50%, respectivamente.</p>
<p>O IPCA acumulado em 12 meses está em 4,44%, conforme dados oficiais de julho divulgados pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), o que coloca o indicador dentro da meta do governo.</p>
<p>Para o Produto Interno Bruto (PIB), a expectativa dos analistas para 2026 caiu de 1,95% para 1,92%. As projeções para os anos seguintes permaneceram as mesmas: 1,50% em 2027, 1,98% em 2028 e 2% em 2029.</p>
<p>No câmbio, a previsão é de que o dólar termine 2026 cotado a R$ 5,20, repetindo a estimativa das últimas quatro semanas. Para 2027, a moeda deve subir para R$ 5,30, patamar mantido para 2028, e chegar a R$ 5,36 em 2029.</p>
<p>A Selic, por sua vez, segue projetada em 13,75% para o fim de 2026. Para 2027, a expectativa é de 12%, caindo para 10,5% em 2028 e 10% em 2029. Atualmente, a taxa está em 14% ao ano, após a última reunião do Comitê de Política Monetária (Copom) em 5 de agosto, que ajustou os juros em um cenário de desaceleração da inflação, mas ainda marcado por incertezas, conforme a ata do encontro.</p>
<p>O Boletim Focus é uma publicação semanal do BC que acompanha as projeções do mercado para a economia brasileira no ano corrente e nos três anos seguintes.</p>
<p>Fonte: <a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/economia/noticia/2026-08/boletim-focus-mercado-preve-reducao-da-inflacao-e-do-pib-de-2026" target="_blank" rel="nofollow noopener noreferrer">Agência Brasil</a>.</p>

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		<item>
		<title>IPCA-15 de agosto registra deflação de 0,40%, a menor desde 2022</title>
		<link>https://weeknews.online/ipca-15-de-agosto-registra-deflacao-de-040-a-menor-desde-2022/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[ricardo]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 26 Aug 2026 13:24:10 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Pesquisa e Inovação]]></category>
		<category><![CDATA[07% em julho e volta para a meta do governo]]></category>
		<category><![CDATA[Alimentos]]></category>
		<category><![CDATA[BC aponta desaceleração da inflação]]></category>
		<category><![CDATA[boletim Focus]]></category>
		<category><![CDATA[boletim Focus da última segunda-feira (24)]]></category>
		<category><![CDATA[Bônus de Itaipu]]></category>
		<category><![CDATA[Economia]]></category>
		<category><![CDATA[Inflação recua para 0]]></category>
		<category><![CDATA[IPCA]]></category>
		<category><![CDATA[Juros]]></category>
		<category><![CDATA[mas mantém alerta sobre riscos]]></category>
		<category><![CDATA[Mercado mantém estáveis projeções para inflação]]></category>
		<category><![CDATA[Os dados fazem parte do Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo 15 (IPCA-15)]]></category>
		<category><![CDATA[PIB e dólar]]></category>
		<category><![CDATA[Prévia da Inflação]]></category>
		<category><![CDATA[sondagem do Banco Central (BC)]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Fonte da imagem: Agência Brasil A prévia da inflação de agosto, medida pelo Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo 15 (IPCA-15), fechou o mês em -0,40%, o menor resultado desde agosto de 2022, quando o índice marcou -0,73%. Os dados foram divulgados nesta quarta-feira (26) pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). O resultado representa a primeira deflação desde agosto de 2025, quando a prévia ficou em -0,14%. Em julho, o indicador havia registrado alta de 0,06%. Com o resultado de agosto, o IPCA-15 acumula 4,24% em 12 meses. A queda foi influenciada principalmente pelo Bônus de Itaipu, desconto aplicado na conta de luz, e pela redução nos preços dos alimentos. A energia elétrica residencial recuou 6,25%, o que contribuiu com -0,26 ponto&#8230;</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<figure class="weeknews-ai-media" style="margin:24px 0;max-width:100%;clear:both;"><img loading="lazy" style="max-width:100%;height:auto;display:block;" src="https://weeknews.online/wp-content/uploads/2026/08/1016075-28042016-capa-img_1454a--1024x512.jpg" alt="IPCA-15 de agosto registra deflação de 0,40%, a menor desde 2022" decoding="async"><figcaption class="weeknews-ai-credit" style="font-size:13px;line-height:1.45;margin-top:8px;color:#666;text-align:center;">Fonte da imagem: <a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/economia/noticia/2026-08/previa-da-inflacao-fica-em-040-menor-desde-agosto-de-2022" target="_blank" rel="nofollow noopener noreferrer">Agência Brasil</a></figcaption></figure>
<p><a style="display:block;" href="https://weeknews.online/" target="_blank" rel="nofollow noopener noreferrer"></p>
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<p>A prévia da inflação de agosto, medida pelo Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo 15 (IPCA-15), fechou o mês em -0,40%, o menor resultado desde agosto de 2022, quando o índice marcou -0,73%. Os dados foram divulgados nesta quarta-feira (26) pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).</p>
<p>O resultado representa a primeira deflação desde agosto de 2025, quando a prévia ficou em -0,14%. Em julho, o indicador havia registrado alta de 0,06%. Com o resultado de agosto, o IPCA-15 acumula 4,24% em 12 meses.</p>
<p>A queda foi influenciada principalmente pelo Bônus de Itaipu, desconto aplicado na conta de luz, e pela redução nos preços dos alimentos. A energia elétrica residencial recuou 6,25%, o que contribuiu com -0,26 ponto percentual para o índice. O grupo habitação teve deflação de 1,41%, com impacto de -0,22 p.p.</p>
<p>Os alimentos também puxaram o índice para baixo: o grupo alimentação e bebidas caiu 0,57%, com destaque para o tomate (-27,38%), a batata-inglesa (-25,14%), a cenoura (-17,05%) e o café moído (-2,31%). A alimentação no domicílio ficou 0,97% mais barata.</p>
<p>No grupo transportes, a deflação de 1% foi puxada pela queda de 13,30% no preço das passagens aéreas. Os combustíveis também recuaram: etanol (-3,63%), gasolina (-1,23%) e óleo diesel (-0,71%).</p>
<p>Dos nove grupos pesquisados, cinco apresentaram deflação no mês: alimentação e bebidas (-0,57%), habitação (-1,41%), vestuário (-0,20%), transportes (-1%) e comunicação (-0,02%). Os demais registraram alta: artigos de residência (0,04%), saúde e cuidados pessoais (0,40%), despesas pessoais (0,66%) e educação (0,46%).</p>
<p>O IPCA-15 utiliza a mesma metodologia do IPCA, a inflação oficial, que tem meta de 3% ao ano, com margem de tolerância de 1,5 ponto percentual. A diferença está no período de coleta e na abrangência geográfica: a prévia considera preços coletados entre 16 de julho e 14 de agosto em 11 localidades, enquanto o IPCA abrange 16 localidades.</p>
<p>O IPCA cheio de agosto será divulgado em 11 de setembro. O boletim Focus, do Banco Central, aponta que o mercado espera uma inflação de -0,18% no mês.</p>
<p>Análise WeekNews: A deflação de agosto, impulsionada por fatores pontuais como o Bônus de Itaipu e a queda sazonal de alimentos, tende a aliviar a pressão sobre o custo de vida no curto prazo. No entanto, o acumulado em 12 meses ainda supera a meta do governo, o que sugere que o alívio pode ser temporário e não deve alterar, por si só, o cenário de política monetária.</p>
<p>Fonte: <a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/economia/noticia/2026-08/previa-da-inflacao-fica-em-040-menor-desde-agosto-de-2022" target="_blank" rel="nofollow noopener noreferrer">Agência Brasil</a>.</p>

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			</item>
		<item>
		<title>Inflação oficial recua a 0,07% em julho e volta a ficar dentro da meta do governo</title>
		<link>https://weeknews.online/inflacao-oficial-recua-a-007-em-julho-e-volta-a-ficar-dentro-da-meta-do-governo/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[ricardo]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 11 Aug 2026 12:57:06 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Noticías]]></category>
		<category><![CDATA[02%]]></category>
		<category><![CDATA[06% em julho]]></category>
		<category><![CDATA[Alimentos]]></category>
		<category><![CDATA[boletim Focus]]></category>
		<category><![CDATA[diz IBGE]]></category>
		<category><![CDATA[Economia]]></category>
		<category><![CDATA[Expectativa do mercado para inflação de 2026 cai para 5]]></category>
		<category><![CDATA[IBGE]]></category>
		<category><![CDATA[inflação oficial]]></category>
		<category><![CDATA[Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística]]></category>
		<category><![CDATA[IPCA]]></category>
		<category><![CDATA[julho]]></category>
		<category><![CDATA[Prévia da inflação oficial fica em 0]]></category>
		<category><![CDATA[queda]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Fonte da imagem: Agência Brasil A inflação oficial do país perdeu força pelo quarto mês consecutivo e encerrou julho com alta de 0,07%, pressionada principalmente pela queda nos preços dos alimentos. Com esse resultado, o Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA) acumulou 4,44% em 12 meses, retornando ao intervalo da meta estabelecida pelo governo. Os dados foram divulgados nesta terça-feira (11) pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). O resultado de julho veio em linha com as expectativas do mercado financeiro. O boletim Focus, divulgado na segunda-feira (10) pelo Banco Central (BC) a partir de consulta a instituições econômicas, projetava exatamente 0,07% para o mês. Para o fechamento de 2026, a mesma sondagem indica uma inflação acumulada de 5,02%. A trajetória do&#8230;</p>
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<p>O post <a href="https://weeknews.online/inflacao-oficial-recua-a-007-em-julho-e-volta-a-ficar-dentro-da-meta-do-governo/">Inflação oficial recua a 0,07% em julho e volta a ficar dentro da meta do governo</a> apareceu primeiro em <a href="https://weeknews.online">WeekNews</a>.</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<figure class="weeknews-ai-media" style="margin:24px 0;max-width:100%;clear:both;"><img loading="lazy" style="max-width:100%;height:auto;display:block;" src="https://weeknews.online/wp-content/uploads/2026/06/2022-05-24t121313z_1_lynxnpei4n0kb_rtroptp_4_health-coronavirus-brazil-1024x512.jpg" alt="Inflação oficial recua a 0,07% em julho e volta a ficar dentro da meta do governo" decoding="async"><figcaption class="weeknews-ai-credit" style="font-size:13px;line-height:1.45;margin-top:8px;color:#666;text-align:center;">Fonte da imagem: <a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/economia/noticia/2026-08/inflacao-recua-para-007-em-julho-e-volta-para-meta-do-governo" target="_blank" rel="nofollow noopener noreferrer">Agência Brasil</a></figcaption></figure>
<p><a style="display:block;" href="https://weeknews.online/" target="_blank" rel="nofollow noopener noreferrer"></p>
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<p>A inflação oficial do país perdeu força pelo quarto mês consecutivo e encerrou julho com alta de 0,07%, pressionada principalmente pela queda nos preços dos alimentos. Com esse resultado, o Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA) acumulou 4,44% em 12 meses, retornando ao intervalo da meta estabelecida pelo governo. Os dados foram divulgados nesta terça-feira (11) pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).</p>
<p>O resultado de julho veio em linha com as expectativas do mercado financeiro. O boletim Focus, divulgado na segunda-feira (10) pelo Banco Central (BC) a partir de consulta a instituições econômicas, projetava exatamente 0,07% para o mês. Para o fechamento de 2026, a mesma sondagem indica uma inflação acumulada de 5,02%.</p>
<p>A trajetória do IPCA ao longo deste ano mostra uma desaceleração gradual. Em janeiro, o índice registrou 0,33%; em fevereiro, 0,70%; em março, 0,88%; em abril, 0,67%; em maio, 0,58%; e em junho, 0,16%. Com a leitura de julho, o indicador acumula uma alta de 3,47% no ano.</p>
<p>O comportamento dos preços em julho foi suficiente para trazer o acumulado de 12 meses de volta ao centro da meta, que é de 3%, com tolerância de 1,5 ponto percentual para cima ou para baixo, ou seja, o limite inferior é de 1,5% e o superior, de 4,5%. Em abril, o acumulado estava em 4,39%, ainda dentro do intervalo, mas em maio subiu para 4,72% e em junho para 4,64%, ambos acima do teto.</p>
<p>Desde o início de 2025, a meta passou a ser avaliada com base nos 12 meses imediatamente anteriores, e não apenas no resultado acumulado até dezembro. Pela regra atual, a meta é considerada descumprida se a inflação ficar fora do intervalo de tolerância por seis meses consecutivos.</p>
<p>O resultado de julho foi o menor desde agosto de 2025, quando o IPCA marcou 0,11%. Considerando apenas os meses de julho, o desempenho deste ano é o mais baixo desde 2022, quando o índice registrou deflação de 0,68%.</p>
<p>A queda nos preços dos alimentos foi o principal fator para a desaceleração. O grupo Alimentação e bebidas recuou 0,67% no mês, com impacto negativo de 0,14 ponto percentual no índice geral. Também houve deflação em Vestuário, com queda de 0,66%, e em Educação, com variação de -0,03%. Por outro lado, o grupo Habitação subiu 0,99%, contribuindo com 0,15 ponto percentual, seguido por Saúde e cuidados pessoais (0,40%), Despesas pessoais (0,22%), Artigos de residência (0,07%), Transportes (0,05%) e Comunicação (0,04%).</p>
<p>O índice de difusão, que mede a proporção de itens com aumento de preço, ficou em 50% em julho. Isso significa que, dos 377 produtos e serviços pesquisados pelo IBGE, metade teve alta no mês.</p>
<p>O IPCA é calculado para famílias com rendimentos entre um e 40 salários mínimos e abrange 377 subitens. A coleta de preços é realizada em dez regiões metropolitanas — Belém, Fortaleza, Recife, Salvador, Belo Horizonte, Vitória, Rio de Janeiro, São Paulo, Curitiba e Porto Alegre — além de Brasília e das capitais Goiânia, Campo Grande, Rio Branco, São Luís e Aracaju.</p>
<p>Fonte: <a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/economia/noticia/2026-08/inflacao-recua-para-007-em-julho-e-volta-para-meta-do-governo" target="_blank" rel="nofollow noopener noreferrer">Agência Brasil</a>.</p>

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			</item>
		<item>
		<title>Copom se reúne para decidir novo patamar da Selic em meio a expectativas de corte</title>
		<link>https://weeknews.online/copom-se-reune-para-decidir-novo-patamar-da-selic-em-meio-a-expectativas-de-corte/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[ricardo]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 04 Aug 2026 09:52:28 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Noticías]]></category>
		<category><![CDATA[banco central]]></category>
		<category><![CDATA[boletim Focus]]></category>
		<category><![CDATA[conflito entre Estados Unidos e Irã]]></category>
		<category><![CDATA[Copom]]></category>
		<category><![CDATA[Copom adota cautela por tensões globais e expectativa da inflação]]></category>
		<category><![CDATA[Copom inicia nesta terça reunião para definir taxa básica de juros]]></category>
		<category><![CDATA[Economia]]></category>
		<category><![CDATA[expectativas para a taxa básica de juros.]]></category>
		<category><![CDATA[mercado reduz expectativa para Selic em 2026]]></category>
		<category><![CDATA[Pela 1ª vez desde março]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Fonte da imagem: Agência Brasil O Comitê de Política Monetária (Copom) do Banco Central (BC) deu início, nesta terça-feira (4), à quinta reunião de 2026, na qual será definida a nova taxa básica de juros do país, a Selic. O encontro, que ocorre a cada 45 dias, terá seu resultado anunciado na quarta-feira (5), após dois dias de discussões sobre o cenário econômico nacional e internacional. No primeiro dia de trabalho, os integrantes do colegiado recebem apresentações técnicas sobre a evolução e as perspectivas das economias brasileira e mundial, além de um panorama do comportamento do mercado financeiro. Já no segundo dia, eles analisam os cenários projetados e decidem o nível da taxa básica de juros, instrumento que baliza as demais taxas da economia e&#8230;</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<figure class="weeknews-ai-media" style="margin:24px 0;max-width:100%;clear:both;"><img loading="lazy" style="max-width:100%;height:auto;display:block;" src="https://weeknews.online/wp-content/uploads/2026/05/20231025_150203-1024x512.jpg" alt="Copom se reúne para decidir novo patamar da Selic em meio a expectativas de corte" decoding="async"><figcaption class="weeknews-ai-credit" style="font-size:13px;line-height:1.45;margin-top:8px;color:#666;text-align:center;">Fonte da imagem: <a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/economia/noticia/2026-08/copom-inicia-reuniao-que-definira-taxa-basica-de-juros" target="_blank" rel="nofollow noopener noreferrer">Agência Brasil</a></figcaption></figure>
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<p>O Comitê de Política Monetária (Copom) do Banco Central (BC) deu início, nesta terça-feira (4), à quinta reunião de 2026, na qual será definida a nova taxa básica de juros do país, a Selic. O encontro, que ocorre a cada 45 dias, terá seu resultado anunciado na quarta-feira (5), após dois dias de discussões sobre o cenário econômico nacional e internacional.</p>
<p>No primeiro dia de trabalho, os integrantes do colegiado recebem apresentações técnicas sobre a evolução e as perspectivas das economias brasileira e mundial, além de um panorama do comportamento do mercado financeiro. Já no segundo dia, eles analisam os cenários projetados e decidem o nível da taxa básica de juros, instrumento que baliza as demais taxas da economia e é usado pelo BC para controlar a inflação.</p>
<p>A reunião ocorre em um momento de expectativas revisadas pelo mercado. Na segunda-feira (3), o Boletim Focus, divulgado pelo Banco Central, mostrou que os analistas reduziram a projeção para a Selic em 2026, de 14% para 13,75%. Essa foi a primeira vez desde março que o mercado rebaixou as estimativas para a taxa básica de juros, sinalizando maior confiança em um corte.</p>
<p>Nas reuniões anteriores, o Copom já havia acenado com a possibilidade de redução da Selic. No entanto, o conflito entre Estados Unidos e Irã gerou incertezas, especialmente em relação a preços de combustíveis, o que levou o comitê a adotar uma postura mais cautelosa. Atualmente, a Selic está em 14,25% ao ano, o menor nível de 2026, após três cortes consecutivos de 0,25 ponto percentual nas reuniões de março, abril e junho.</p>
<p>A inflação, por sua vez, tem apresentado melhora nas expectativas. Pela quinta semana seguida, os analistas consultados pelo BC reduziram a projeção para o Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA), a inflação oficial do país. A estimativa para 2026 caiu de 5,12% para 5,03%. Apesar da queda, o número segue acima do teto da meta contínua de inflação, definida pelo Conselho Monetário Nacional (CMN) em 3%, com intervalo de tolerância de 1,5 ponto percentual, ou seja, o limite superior é de 4,5%.</p>
<p>A taxa básica de juros é utilizada nas negociações de títulos públicos emitidos pelo Tesouro Nacional e serve de referência para as demais taxas da economia. Quando o Copom aumenta a Selic, o objetivo é conter a demanda aquecida, pois juros mais altos encarecem o crédito e estimulam a poupança, reduzindo pressões sobre os preços. Por outro lado, taxas mais elevadas podem dificultar a expansão econômica.</p>
<p>Além da Selic, os bancos consideram fatores como risco de inadimplência, custos administrativos e margem de lucro ao definir os juros cobrados dos consumidores. Quando a taxa básica é reduzida, a tendência é que o crédito fique mais barato, favorecendo o consumo e os investimentos, o que estimula a atividade econômica.</p>
<p>A decisão do Copom será anunciada na quarta-feira (5), após o segundo dia de reunião, e deve trazer novos sinais sobre o rumo da política monetária nos próximos meses. O mercado acompanha com atenção os comunicados do comitê, que têm indicado cautela diante do cenário externo e das pressões inflacionárias.</p>
<p>A reunião desta semana é a quinta do ano, e o calendário prevê ainda outros encontros até o fim de 2026. As próximas decisões do Copom serão fundamentais para calibrar a trajetória dos juros no país, em um ambiente de incertezas globais e de expectativas de inflação ainda acima da meta.</p>
<p>O Boletim Focus, que reúne as projeções de mais de 100 instituições financeiras, é um dos principais indicadores acompanhados pelo mercado para antecipar os passos do Banco Central. A redução das expectativas para a Selic, mesmo que tímida, reforça a leitura de que o ciclo de cortes pode continuar, mas dependerá da evolução dos preços e do cenário internacional.</p>
<p>Enquanto isso, os analistas seguem monitorando os desdobramentos do conflito no Oriente Médio e seus impactos sobre os custos de energia e combustíveis, que podem pressionar a inflação e influenciar as próximas decisões do comitê. A cautela do Copom, portanto, reflete a necessidade de equilibrar o combate à inflação com o apoio ao crescimento econômico.</p>
<p>A expectativa é de que, após a divulgação da decisão, o comunicado oficial traga indicações sobre os próximos passos da política monetária, especialmente em relação à possibilidade de novos cortes na Selic. O mercado também aguarda a ata da reunião, que será publicada na semana seguinte, com detalhes sobre as discussões e os votos dos membros do comitê.</p>
<p>A decisão do Copom é acompanhada de perto por investidores, empresas e consumidores, pois a Selic influencia diretamente o custo do crédito, os rendimentos da poupança e o desempenho da economia como um todo. A expectativa é de que o anúncio desta quarta-feira traga mais clareza sobre o rumo dos juros no Brasil até o fim do ano.</p>
<p>Fonte: <a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/economia/noticia/2026-08/copom-inicia-reuniao-que-definira-taxa-basica-de-juros" target="_blank" rel="nofollow noopener noreferrer">Agência Brasil</a>.</p>

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		<title>Copom se reúne para decidir novo rumo da Selic sob expectativa de cortes e inflação em queda</title>
		<link>https://weeknews.online/copom-se-reune-para-decidir-novo-rumo-da-selic-sob-expectativa-de-cortes-e-inflacao-em-queda/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[ricardo]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 03 Aug 2026 15:09:08 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Pesquisa e Inovação]]></category>
		<category><![CDATA[banco central]]></category>
		<category><![CDATA[boletim Focus]]></category>
		<category><![CDATA[Comitê de Política Monetária (Copom)]]></category>
		<category><![CDATA[Copom]]></category>
		<category><![CDATA[Copom adota cautela por tensões globais e expectativa da inflação]]></category>
		<category><![CDATA[Economia]]></category>
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		<category><![CDATA[Pela 1ª vez desde março]]></category>
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		<category><![CDATA[Taxa Selic]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Fonte da imagem: Agência Brasil O Comitê de Política Monetária (Copom) do Banco Central (BC) dá início nesta terça-feira (4) à quinta reunião de 2026, em um cenário marcado pela expectativa do mercado financeiro de novos cortes na taxa básica de juros e pela trajetória de queda nas projeções de inflação. A decisão sobre a Selic será anunciada na noite de quarta-feira (5), após dois dias de debates sobre o cenário econômico nacional e internacional. Atualmente, a Selic está em 14,25% ao ano, o menor patamar de 2026. Esse nível foi alcançado após três reduções consecutivas de 0,25 ponto percentual, promovidas pelo Copom nas reuniões de março, abril e junho. O movimento de afrouxamento monetário ocorre em meio a um ambiente de desaceleração das expectativas&#8230;</p>
<p class="excerpt-more"><a class="blog-excerpt button" href="https://weeknews.online/copom-se-reune-para-decidir-novo-rumo-da-selic-sob-expectativa-de-cortes-e-inflacao-em-queda/">Leia mais...</a></p>
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										<content:encoded><![CDATA[<figure class="weeknews-ai-media" style="margin:24px 0;max-width:100%;clear:both;"><img loading="lazy" style="max-width:100%;height:auto;display:block;" src="https://weeknews.online/wp-content/uploads/2026/05/20231025_150203-1024x512.jpg" alt="Copom se reúne para decidir novo rumo da Selic sob expectativa de cortes e inflação em queda" decoding="async"><figcaption class="weeknews-ai-credit" style="font-size:13px;line-height:1.45;margin-top:8px;color:#666;text-align:center;">Fonte da imagem: <a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/tags/selic" target="_blank" rel="nofollow noopener noreferrer">Agência Brasil</a></figcaption></figure>
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<p>O Comitê de Política Monetária (Copom) do Banco Central (BC) dá início nesta terça-feira (4) à quinta reunião de 2026, em um cenário marcado pela expectativa do mercado financeiro de novos cortes na taxa básica de juros e pela trajetória de queda nas projeções de inflação. A decisão sobre a Selic será anunciada na noite de quarta-feira (5), após dois dias de debates sobre o cenário econômico nacional e internacional.</p>
<p>Atualmente, a Selic está em 14,25% ao ano, o menor patamar de 2026. Esse nível foi alcançado após três reduções consecutivas de 0,25 ponto percentual, promovidas pelo Copom nas reuniões de março, abril e junho. O movimento de afrouxamento monetário ocorre em meio a um ambiente de desaceleração das expectativas inflacionárias, mas ainda distante do centro da meta perseguida pelo BC.</p>
<p>Na véspera do encontro, o Boletim Focus, divulgado nesta segunda-feira (3), trouxe uma mudança relevante nas expectativas do mercado financeiro. A mediana das projeções para a Selic ao fim de 2026 caiu de 14% para 13,75%, após cinco semanas de estabilidade. Com isso, os analistas passaram a indicar a possibilidade de pelo menos um ou dois novos cortes na taxa básica de juros até o final do ano.</p>
<p>O Boletim Focus também apontou, pela quinta semana consecutiva, redução na projeção para o Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA), considerado a inflação oficial do país. A estimativa para 2026 passou de 5,12% para 5,03%. Apesar da melhora, o indicador permanece acima do teto da meta contínua de inflação, que é de 3%, com intervalo de tolerância de 1,5 ponto percentual para cima ou para baixo, ou seja, o limite superior é de 4,5%.</p>
<p>A taxa Selic é o principal instrumento do Banco Central para manter a inflação sob controle. Ela é usada nas negociações de títulos públicos emitidos pelo Tesouro Nacional e serve de referência para as demais taxas da economia. Quando o Copom eleva os juros, o objetivo é conter a demanda aquecida, encarecendo o crédito e estimulando a poupança, o que reduz pressões sobre os preços. Por outro lado, taxas mais altas podem dificultar a expansão da economia.</p>
<p>Já quando a Selic é reduzida, a tendência é de crédito mais barato, o que favorece o consumo e os investimentos, estimulando a atividade econômica. Além da taxa básica, os bancos consideram fatores como risco de inadimplência, custos administrativos e margem de lucro ao definir os juros cobrados dos consumidores.</p>
<p>O Copom se reúne a cada 45 dias. No primeiro dia do encontro, são feitas apresentações técnicas sobre a evolução e as perspectivas das economias brasileira e mundial, além do comportamento do mercado financeiro. No segundo dia, os integrantes do comitê analisam os cenários e definem o nível da taxa básica de juros.</p>
<p>O sistema de meta contínua está em vigor desde janeiro de 2025. Pela regra, a meta de inflação definida pelo Conselho Monetário Nacional (CMN) é de 3%, com intervalo de tolerância de 1,5 ponto percentual para cima ou para baixo, o que estabelece um limite inferior de 1,5% e um superior de 4,5%.</p>
<p>Embora as projeções do mercado para a inflação tenham recuado nas últimas semanas, as estimativas permanecem acima do teto da meta para 2026, fator que continua no radar do Banco Central ao definir os rumos da política monetária. A decisão do Copom, portanto, será observada de perto pelos agentes financeiros, que aguardam sinais sobre a velocidade e a intensidade dos próximos passos do ciclo de afrouxamento monetário.</p>
<p>Fonte: <a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/tags/selic" target="_blank" rel="nofollow noopener noreferrer">Agência Brasil</a>.</p>

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		<title>Mercado reduz projeção para Selic em 2026 pela primeira vez desde março, aponta Focus</title>
		<link>https://weeknews.online/mercado-reduz-projecao-para-selic-em-2026-pela-primeira-vez-desde-marco-aponta-focus/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[ricardo]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 03 Aug 2026 13:37:09 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Pesquisa e Inovação]]></category>
		<category><![CDATA[06% em julho]]></category>
		<category><![CDATA[banco central]]></category>
		<category><![CDATA[boletim Focus]]></category>
		<category><![CDATA[diz IBGE]]></category>
		<category><![CDATA[Economia]]></category>
		<category><![CDATA[Entidades do setor produtivo cobram cortes maiores da Selic]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Fonte da imagem: Agência Brasil O mercado financeiro passou a esperar uma taxa básica de juros mais baixa para o fim de 2026. Pela primeira vez desde março, as projeções do Boletim Focus, divulgado nesta segunda-feira (3) pelo Banco Central (BC), indicaram queda nas expectativas para a Selic, que deve encerrar o próximo ano em 13,75%. Na semana anterior, a mediana das projeções apontava para 14%. A redução de 0,25 ponto percentual na estimativa ocorre em meio a um movimento de revisão para baixo também nas projeções de inflação. O Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA), que mede a inflação oficial do país, deve fechar 2026 em 5,03%, segundo o relatório. Há uma semana, o mercado trabalhava com um horizonte de 5,12%; quatro&#8230;</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<figure class="weeknews-ai-media" style="margin:24px 0;max-width:100%;clear:both;"><img loading="lazy" style="max-width:100%;height:auto;display:block;" src="https://weeknews.online/wp-content/uploads/2026/07/economia_1609210423_0-1024x512.jpg" alt="Mercado reduz projeção para Selic em 2026 pela primeira vez desde março, aponta Focus" decoding="async"><figcaption class="weeknews-ai-credit" style="font-size:13px;line-height:1.45;margin-top:8px;color:#666;text-align:center;">Fonte da imagem: <a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/economia/noticia/2026-08/pela-1a-vez-desde-marco-mercado-reduz-expectativa-para-selic-em-2026" target="_blank" rel="nofollow noopener noreferrer">Agência Brasil</a></figcaption></figure>
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<p>O mercado financeiro passou a esperar uma taxa básica de juros mais baixa para o fim de 2026. Pela primeira vez desde março, as projeções do Boletim Focus, divulgado nesta segunda-feira (3) pelo Banco Central (BC), indicaram queda nas expectativas para a Selic, que deve encerrar o próximo ano em 13,75%. Na semana anterior, a mediana das projeções apontava para 14%.</p>
<p>A redução de 0,25 ponto percentual na estimativa ocorre em meio a um movimento de revisão para baixo também nas projeções de inflação. O Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA), que mede a inflação oficial do país, deve fechar 2026 em 5,03%, segundo o relatório. Há uma semana, o mercado trabalhava com um horizonte de 5,12%; quatro semanas atrás, a expectativa era de 5,30%. É a quinta semana consecutiva de queda nas projeções para o IPCA.</p>
<p>A taxa Selic atualmente está em 14,25%, nível definido pelo Comitê de Política Monetária (Copom) do BC em 17 de junho. Com a nova projeção do Focus, o mercado passa a esperar, ao menos, uma redução da taxa até o fim de 2026. A próxima reunião do Copom está marcada para os dias 4 e 5 de agosto.</p>
<p>A última vez em que o boletim havia indicado queda nas projeções para a Selic foi em março de 2026, quando a mediana caiu de 12,13% para 12%. As previsões para os anos seguintes permaneceram estáveis: 12% para 2027 e 10,5% para 2028.</p>
<p>No campo da atividade econômica, as projeções para o Produto Interno Bruto (PIB) e para o câmbio em 2026 seguem estáveis há pelo menos cinco semanas, em 1,99% e R$ 5,20, respectivamente. Para 2027, no entanto, houve ajustes para baixo: o crescimento econômico esperado caiu de 1,60% para 1,57%, enquanto a cotação do dólar passou de R$ 5,29 para R$ 5,28.</p>
<p>A Selic é o principal instrumento do Banco Central para alcançar a meta de inflação. Quando o Copom eleva a taxa, o objetivo é conter a demanda aquecida, o que pressiona os preços para baixo, pois juros mais altos encarecem o crédito e estimulam a poupança. Por outro lado, taxas elevadas também podem dificultar a expansão da economia. Quando a Selic é reduzida, o crédito tende a ficar mais barato, incentivando a produção e o consumo, mas com menor controle sobre a inflação.</p>
<p>Além da taxa básica, os bancos consideram outros fatores na definição dos juros cobrados dos consumidores, como risco de inadimplência, lucro e despesas administrativas.</p>
<p>O Boletim Focus é um relatório semanal que reúne as expectativas do mercado financeiro para os principais indicadores econômicos do país. As projeções são coletadas junto a instituições financeiras e servem de referência para as decisões de política monetária.</p>
<p>A redução nas expectativas de juros e inflação ocorre em um momento de atenção do mercado para o cenário fiscal e para a trajetória da economia brasileira. As próximas reuniões do Copom serão acompanhadas de perto para avaliar se o movimento de queda nas projeções se confirma na prática.</p>
<p>Fonte: <a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/economia/noticia/2026-08/pela-1a-vez-desde-marco-mercado-reduz-expectativa-para-selic-em-2026" target="_blank" rel="nofollow noopener noreferrer">Agência Brasil</a>.</p>

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