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	<title>Arquivo de de 3 - WeekNews</title>
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	<title>Arquivo de de 3 - WeekNews</title>
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		<title>Copom corta Selic para 13,75% ao ano, o quinto recuo consecutivo</title>
		<link>https://weeknews.online/copom-corta-selic-para-1375-ao-ano-o-quinto-recuo-consecutivo/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[ricardo]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 17 Sep 2026 00:51:07 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>Fonte da imagem: Agência Brasil O Comitê de Política Monetária (Copom) do Banco Central reduziu a Taxa Selic em 0,25 ponto percentual, para 13,75% ao ano, na quinta queda consecutiva dos juros básicos da economia. A decisão, tomada por unanimidade, era esperada pelo mercado financeiro e ocorre em meio a um cenário externo incerto e ao início do fenômeno climático El Niño. No comunicado que acompanhou a decisão, o Copom afirmou que o ambiente externo permanece incerto em função da indefinição acerca dos conflitos armados no Oriente Médio e da incerteza sobre a política monetária em algumas economias avançadas. Segundo o colegiado, esse cenário exige cautela por parte de países emergentes em um ambiente marcado por elevação da volatilidade de preços de ativos e commodities.&#8230;</p>
<p class="excerpt-more"><a class="blog-excerpt button" href="https://weeknews.online/copom-corta-selic-para-1375-ao-ano-o-quinto-recuo-consecutivo/">Leia mais...</a></p>
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										<content:encoded><![CDATA[<figure class="weeknews-ai-media" style="margin:24px 0;max-width:100%;clear:both;"><img loading="lazy" style="max-width:100%;height:auto;display:block;" src="https://weeknews.online/wp-content/uploads/2026/08/20231025_150203-1024x512.jpg" alt="Copom corta Selic para 13,75% ao ano, o quinto recuo consecutivo" decoding="async"><figcaption class="weeknews-ai-credit" style="font-size:13px;line-height:1.45;margin-top:8px;color:#666;text-align:center;">Fonte da imagem: <a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/economia/noticia/2026-09/bc-reduz-juros-basicos-para-1375-ao-ano" target="_blank" rel="nofollow noopener noreferrer">Agência Brasil</a></figcaption></figure>
<p><a style="display:block;" href="https://weeknews.online/" target="_blank" rel="nofollow noopener noreferrer"></p>
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<p>O Comitê de Política Monetária (Copom) do Banco Central reduziu a Taxa Selic em 0,25 ponto percentual, para 13,75% ao ano, na quinta queda consecutiva dos juros básicos da economia. A decisão, tomada por unanimidade, era esperada pelo mercado financeiro e ocorre em meio a um cenário externo incerto e ao início do fenômeno climático El Niño.</p>
<p>No comunicado que acompanhou a decisão, o Copom afirmou que o ambiente externo permanece incerto em função da indefinição acerca dos conflitos armados no Oriente Médio e da incerteza sobre a política monetária em algumas economias avançadas. Segundo o colegiado, esse cenário exige cautela por parte de países emergentes em um ambiente marcado por elevação da volatilidade de preços de ativos e commodities.</p>
<p>A Selic havia ficado em 15% ao ano entre junho de 2025 e março deste ano, o maior nível em quase 20 anos. O Copom voltou a cortar os juros em abril, em um contexto de queda da inflação. O agravamento da guerra no Oriente Médio e o início do El Niño, no entanto, dificultam o trabalho da autoridade monetária.</p>
<p>A decisão foi tomada com o comitê desfalcado. O mandato dos diretores de Organização do Sistema Financeiro, Renato Gomes, e de Política Econômica, Diego Guillen, expirou no fim de 2025, e o presidente Luiz Inácio Lula da Silva ainda não encaminhou ao Congresso Nacional as indicações dos substitutos.</p>
<p>Inflação</p>
<p>A Selic é o principal instrumento do Banco Central para manter sob controle a inflação oficial, medida pelo Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA). Em agosto, o índice ficou negativo em 0,32%, o menor nível em quatro anos, beneficiado pelo bônus de Itaipu nas contas de luz. No acumulado de 12 meses, a inflação recuou para 4,22%, contra 4,44% em julho.</p>
<p>O preço dos alimentos também contribuiu para a queda, com recuo de 0,34% no mês passado. O início do El Niño, porém, deverá encarecer a comida nos próximos meses, o que representa um desafio adicional para a política monetária.</p>
<p>Desde janeiro de 2025 vigora o sistema de meta contínua, pelo qual a meta de inflação perseguida pelo BC, definida pelo Conselho Monetário Nacional, é de 3%, com intervalo de tolerância de 1,5 ponto percentual para cima ou para baixo — ou seja, limite inferior de 1,5% e superior de 4,5%. Nesse modelo, a meta é apurada mês a mês, considerando a inflação acumulada em 12 meses, e não mais restrita ao índice fechado de dezembro.</p>
<p>No último Relatório de Política Monetária, divulgado no fim de junho, o Banco Central elevou de 3,9% para 5,2% a previsão do IPCA em 2026, mas a estimativa será revista por causa da recente queda da inflação. A próxima edição do documento será divulgada no fim deste mês.</p>
<p>As previsões do mercado são menos pessimistas. De acordo com o boletim Focus, pesquisa semanal com instituições financeiras divulgada pelo BC, a inflação oficial deverá fechar o ano em 4,9%, acima do teto da meta. Antes do início da guerra no Oriente Médio, as estimativas estavam em 3,95%.</p>
<p>No comunicado, o Copom avaliou que o conjunto dos indicadores divulgados desde a última reunião mostra moderação gradual da atividade econômica, principalmente em setores mais cíclicos, embora ainda em patamar resiliente, e mercado de trabalho aquecido. Nas divulgações mais recentes, segundo o colegiado, a inflação cheia e a média das medidas subjacentes desaceleraram, situando-se abaixo do limite superior do intervalo de tolerância, porém ainda acima da meta.</p>
<p>Crédito e crescimento</p>
<p>A redução da Selic barateia o crédito e estimula a produção e o consumo, mas enfraquece o controle da inflação. A taxa básica é usada nas negociações de títulos públicos no Sistema Especial de Liquidação e Custódia (Selic) e serve de referência para as demais taxas de juros da economia.</p>
<p>No último Relatório de Política Monetária, o Banco Central elevou para 2% a previsão de crescimento da economia em 2026. O mercado projeta expansão mais baixa: segundo a última edição do boletim Focus, os analistas econômicos preveem crescimento de 1,89% do PIB em 2026, ante estimativa de 1,98% há quatro semanas.</p>
<p>Análise WeekNews: A quinta queda consecutiva da Selic consolida um ciclo de afrouxamento monetário iniciado em abril, quando a inflação em desaceleração abriu espaço para o recuo dos juros. O movimento, no entanto, ocorre em um ambiente que o próprio Copom classifica como incerto, marcado pelos conflitos no Oriente Médio e pelo início do El Niño. A projeção do mercado para a inflação de 2026, de 4,9%, acima do teto da meta, sugere que o espaço para novos cortes pode ser limitado caso as pressões sobre os preços se confirmem, especialmente no setor de alimentos. A composição desfalcada do comitê, à espera de indicações para duas diretorias, acrescenta um elemento de atenção ao processo de decisão da política monetária nos próximos meses.</p>
<p>Fonte: <a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/economia/noticia/2026-09/bc-reduz-juros-basicos-para-1375-ao-ano" target="_blank" rel="nofollow noopener noreferrer">Agência Brasil</a>.</p>

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		<title>Banco Central reduz juros básicos para 14,5% ao ano</title>
		<link>https://weeknews.online/banco-central-reduz-juros-basicos-para-145-ao-ano/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[ricardo]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 29 Apr 2026 21:56:06 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>Feed Últimas. Apesar das tensões em torno da guerra no Oriente Médio, o Banco Central (BC) cortou os juros pela segunda vez seguida. Por unanimidade, o Comitê de Política Monetária (Copom) reduziu a Taxa Selic, juros básicos da economia, em 0,25 ponto percentual, para 14,5% ao ano. A decisão era esperada pelo mercado financeiro. De junho de 2025 a março deste ano, a Selic ficou em 15% ao ano, o maior nível em quase 20 anos. O Copom voltou a cortar os juros na reunião passada, num cenário de queda da inflação. No entanto, a guerra no Oriente Médio, que se refletiu no aumento dos preços de combustíveis e de alimentos, dificulta o trabalho do Copom.  Notícias relacionadas: Juros elevados mantêm pressão sobre endividamento das famílias.&#8230;</p>
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				</p>
<p><strong>Apesar das tensões em torno da guerra no Oriente Médio, o Banco Central (BC) cortou os juros pela segunda vez seguida. Por unanimidade, o Comitê de Política Monetária (Copom) reduziu a Taxa Selic, juros básicos da economia, em 0,25 ponto percentual, para 14,5% ao ano. A decisão era esperada pelo mercado financeiro.</strong><img decoding="async" src="https://weeknews.online/wp-content/uploads/2026/04/1777499766_783_ebc.png" style="width:1px;height:1px;display:inline" /><img decoding="async" src="https://weeknews.online/wp-content/uploads/2026/04/1777499766_605_ebc.gif" style="width:1px;height:1px;display:inline" /></p>
<p>De junho de 2025 a março deste ano, a Selic ficou em 15% ao ano, o maior nível em quase 20 anos. O Copom voltou a cortar os juros na reunião passada, num cenário de queda da inflação. No entanto, a guerra no Oriente Médio, que se refletiu no aumento dos preços de combustíveis e de alimentos, dificulta o trabalho do Copom. </p>
<p><h3>Notícias relacionadas:</h3>
<ul>
<li>Juros elevados mantêm pressão sobre endividamento das famílias.</li>
<li>Gasolina e alimentos pressionam, e prévia da inflação sobe para 0,89%.</li>
</ul>
<p>O Copom estará desfalcado porque o mandato dos diretores de Organização do Sistema Financeiro, Renato Gomes, e de Política Econômica, Paulo Pichetti, expirou no fim de 2025. O presidente Luiz Inácio Lula da Silva até agora não encaminhou as indicações dos substitutos ao Congresso Nacional.</p>
<p>Na reunião deste mês, haverá mais um desfalque. Na terça-feira (28), o Banco Central anunciou que o diretor de Administração, Rodrigo Teixeira, se ausentará por causa do falecimento de um parente de primeiro grau.</p>
<p><strong>Em nota, o Copom não deu pistas sobre a evolução dos juros. O texto informou que está monitorando a guerra no Oriente Médio e os efeitos de um possível prolongamento sobre a inflação.</strong></p>
<blockquote>
<p>&#8220;Nesse momento, as projeções de inflação apresentam distanciamento adicional em relação à meta no horizonte relevante para a política monetária. Ao mesmo tempo, a incerteza acerca dessas projeções foi elevada consideravelmente, em função da falta de clareza sobre a duração dos conflitos e de seus efeitos sobre os condicionantes dos modelos de projeção analisados&#8221;, destacou o comunicado.</p>
</blockquote>
<h2>Inflação</h2>
<p><strong>A Selic é o principal instrumento do Banco Central para manter sob controle a inflação oficial, medida pelo Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA).</strong> A prévia da inflação oficial pelo Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo-15 (IPCA-15) acelerou para 0,89% em abril. No acumulado de 12 meses, o índice acelerou para 4,37%, contra 3,9% em março.</p>
<p>O IPCA cheio de abril só será divulgado em 12 de maio.</p>
<p>Pelo novo sistema de meta contínua, em vigor desde janeiro de 2025, a meta de inflação que deve ser perseguida pelo BC, definida pelo Conselho Monetário Nacional, é de 3%, com intervalo de tolerância de 1,5 ponto percentual para cima ou para baixo. Ou seja, o limite inferior é 1,5% e o superior é 4,5%.</p>
<p>No modelo de meta contínua, a meta passa a ser apurada mês a mês, considerando a inflação acumulada em 12 meses. Em abril de 2026, a inflação desde maio de 2025 é comparada com a meta e o intervalo de tolerância. Em maio de 2026, o procedimento se repete, com apuração a partir de junho de 2025. Dessa forma, a verificação se desloca ao longo do tempo, não ficando mais restrita ao índice fechado de dezembro de cada ano.</p>
<p><strong>No último Relatório de Política Monetária, divulgado no fim de março pelo Banco Central, a autoridade monetária elevou, de 3,5% para 3,6%, a previsão do IPCA em 2026,</strong> mas a estimativa será revista, por causa do comportamento do dólar e da inflação. A próxima edição do documento, que substituiu o antigo Relatório de Inflação, será divulgada no fim de junho.</p>
<p>As previsões do mercado estão mais pessimistas. De acordo com o boletim <em>Focus</em>, pesquisa semanal com instituições financeiras divulgada pelo BC, a inflação oficial deverá fechar o ano  em 4,86%, acima do teto da meta, de 4,5%. Antes do início da guerra no Oriente Médio, as estimativas do mercado estavam em 3,95%.</p>
<h2>Crédito menos caro</h2>
<p><strong>A redução da taxa Selic impulsiona a economia. Isso porque juros mais baixos barateiam o crédito e estimulam a produção e o consumo.</strong> Por outro lado, taxas menores dificultam o controle da inflação. No último <em>Relatório de Política Monetária</em>, o Banco Central manteve em 1,6% a previsão de crescimento da economia em 2026.</p>
<p>O mercado projeta crescimento um pouco melhor. Segundo a última edição do boletim <em>Focus</em>, os analistas econômicos preveem expansão de 1,85% do PIB em 2026.</p>
<p>A taxa básica de juros é usada nas negociações de títulos públicos no Sistema Especial de Liquidação e Custódia (Selic) e serve de referência para as demais taxas de juros da economia. Ao reajustá-la para cima, o Banco Central segura o excesso de demanda que pressiona os preços, porque juros mais altos encarecem o crédito e estimulam a poupança.</p>
<p>Ao reduzir os juros básicos, o Copom barateia o crédito e incentiva a produção e o consumo, mas enfraquece o controle da inflação. Para cortar a Selic, a autoridade monetária precisa estar segura de que os preços estão sob controle e não correm risco de subir.</p>
<p> Wellton Máximo – Repórter da Agência Brasil , Feed Últimas. </p>
<p>Fonte: <a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/economia/noticia/2026-04/banco-central-reduz-juros-basicos-para-145-ao-ano">Agencia brasil EBC.</a>.</p>
<p>Wed, 29 Apr 2026 18:36:00 -0300 </p>

<p>O post <a href="https://weeknews.online/banco-central-reduz-juros-basicos-para-145-ao-ano/">Banco Central reduz juros básicos para 14,5% ao ano</a> apareceu primeiro em <a href="https://weeknews.online">WeekNews</a>.</p>
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