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	<title>Arquivo de decreto federal - WeekNews</title>
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		<title>BC eleva exigências para empresas de criptomoedas a partir de 2027</title>
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		<dc:creator><![CDATA[ricardo]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 01 Jul 2026 23:41:03 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>Fonte da imagem: Agência Brasil O Banco Central (BC) aprovou nesta quarta-feira (1º) um conjunto de regras mais rígidas para as sociedades prestadoras de serviços de ativos virtuais (SPSAVs), empresas que atuam com criptomoedas e outros ativos digitais. A partir de 1º de janeiro de 2027, essas companhias terão que cumprir exigências prudenciais semelhantes às aplicadas a corretoras e distribuidoras de valores mobiliários, com o objetivo de aumentar a segurança do sistema financeiro e reduzir riscos para clientes e para o mercado. As mudanças foram estabelecidas pela Resolução nº 580 e integram o processo de regulamentação previsto no marco legal dos criptoativos (Lei 14.478, de 2022). De acordo com o BC, a medida segue o princípio de que atividades com riscos semelhantes devem estar sujeitas&#8230;</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<figure class="weeknews-ai-media" style="margin:24px 0;max-width:100%;clear:both;"><img loading="lazy" style="max-width:100%;height:auto;display:block;" src="https://weeknews.online/wp-content/uploads/2026/06/2022-02-24t192039z_1_lynxmpei1n1h3_rtroptp_4_fintech-crypto-stablecoins-1024x512.jpg" alt="BC eleva exigências para empresas de criptomoedas a partir de 2027" decoding="async"><figcaption class="weeknews-ai-credit" style="font-size:13px;line-height:1.45;margin-top:8px;color:#666;text-align:center;">Fonte da imagem: <a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/economia/noticia/2026-07/bc-endurece-regras-para-empresas-de-ativos-virtuais-no-brasil" target="_blank" rel="nofollow noopener noreferrer">Agência Brasil</a></figcaption></figure>
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<p>O Banco Central (BC) aprovou nesta quarta-feira (1º) um conjunto de regras mais rígidas para as sociedades prestadoras de serviços de ativos virtuais (SPSAVs), empresas que atuam com criptomoedas e outros ativos digitais. A partir de 1º de janeiro de 2027, essas companhias terão que cumprir exigências prudenciais semelhantes às aplicadas a corretoras e distribuidoras de valores mobiliários, com o objetivo de aumentar a segurança do sistema financeiro e reduzir riscos para clientes e para o mercado.</p>
<p>As mudanças foram estabelecidas pela Resolução nº 580 e integram o processo de regulamentação previsto no marco legal dos criptoativos (Lei 14.478, de 2022). De acordo com o BC, a medida segue o princípio de que atividades com riscos semelhantes devem estar sujeitas ao mesmo nível de regulação.</p>
<p>Entre as novas obrigações estão a adoção de políticas de gerenciamento de riscos, a manutenção de um capital mínimo para suportar eventuais perdas e a divulgação periódica de informações sobre a situação financeira e operacional das empresas. Essas exigências seguem o modelo já aplicado a outras instituições do sistema financeiro tradicional.</p>
<p>Com a nova regulamentação, as SPSAVs e os grupos econômicos liderados por elas passam a ser classificados como instituições do Tipo 3, categoria que possui regras semelhantes às das corretoras e distribuidoras de títulos e valores mobiliários. As empresas serão enquadradas no Segmento 4 (S4) da regulação bancária até 30 de junho de 2028, independentemente do porte. O S4 reúne instituições que precisam seguir um conjunto de regras prudenciais mais robusto, permitindo uma adaptação gradual até que todas as exigências passem a ser aplicadas integralmente.</p>
<p>Ao mesmo tempo, o BC proibiu que instituições enquadradas no Segmento 5 (S5), categoria destinada a instituições financeiras de menor porte e com regras simplificadas, prestem serviços relacionados a ativos virtuais. Segundo a autoridade monetária, esse tipo de atividade exige um nível maior de controle e gestão de riscos, incompatível com o regime simplificado aplicado ao S5.</p>
<p>A resolução faz parte de um pacote maior de regulamentação das plataformas de criptoativos no país. Em novembro do ano passado, o BC publicou as primeiras regras para o funcionamento do mercado de ativos virtuais no Brasil, formalizando a criação das SPSAVs e estabelecendo critérios para funcionamento, governança, combate à lavagem de dinheiro e atuação no mercado de câmbio.</p>
<p>Em fevereiro deste ano, o Conselho Monetário Nacional (CMN) ampliou as exigências para o setor, determinando que as plataformas de cripto passassem a seguir regras semelhantes às das instituições financeiras tradicionais. Com isso, as empresas ficaram obrigadas a manter sigilo sobre dados e operações de clientes, seguindo a Lei Complementar 105, que trata do sigilo bancário. Em maio, o BC passou a exigir auditoria independente de empresas de criptoativos.</p>
<p>As SPSAVs são empresas autorizadas a prestar serviços relacionados a ativos virtuais, como intermediação de compra e venda, custódia de ativos e operações de transferência entre clientes. A criação da categoria foi prevista pela Lei 14.478, de 2022, conhecida como marco legal dos criptoativos. Em 2023, um decreto federal definiu o Banco Central como responsável pela regulação do setor no país.</p>
<p>A medida foi publicada na edição desta quarta-feira do Diário Oficial da União e entra em vigor em 1º de janeiro de 2027, com período de transição até 30 de junho de 2028 para o enquadramento completo no Segmento 4.</p>
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<p>Fonte: <a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/economia/noticia/2026-07/bc-endurece-regras-para-empresas-de-ativos-virtuais-no-brasil" target="_blank" rel="nofollow noopener noreferrer">Agência Brasil</a>.</p>
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