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	<title>Arquivo de em 2014 - WeekNews</title>
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	<title>Arquivo de em 2014 - WeekNews</title>
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		<title>Júri de PMs acusados de matar Kathlen Romeu e seu bebê começa em 26 de novembro</title>
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		<dc:creator><![CDATA[ricardo]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 02 Oct 2026 15:37:09 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>Fonte da imagem: Agência Brasil Cinco anos após a morte da comerciária Kathlen Romeu, de 24 anos, e de seu bebê, os policiais militares Rodrigo Correia de Frias e Marcos Felipe da Silva Salviano serão julgados pelo Tribunal do Júri em 26 de novembro, às 10h. A jovem, grávida de quatro meses, foi baleada quando visitava a avó, Sayonara de Oliveira, no Lins de Vasconcelos, Zona Norte do Rio de Janeiro. Ela e o bebê não sobreviveram. Segundo a denúncia do Ministério Público do Estado do Rio de Janeiro, os policiais dispararam em direção ao local onde Kathlen e a avó caminhavam. Os agentes alegaram mirar em bandidos, versão que nunca foi comprovada. A defesa dos militares foi procurada, mas não respondeu até o fechamento&#8230;</p>
<p class="excerpt-more"><a class="blog-excerpt button" href="https://weeknews.online/juri-de-pms-acusados-de-matar-kathlen-romeu-e-seu-bebe-comeca-em-26-de-novembro/">Leia mais...</a></p>
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										<content:encoded><![CDATA[<figure class="weeknews-ai-media" style="margin:24px 0;max-width:100%;clear:both;"><img loading="lazy" style="max-width:100%;height:auto;display:block;" src="https://weeknews.online/wp-content/uploads/2026/10/0g0a9341-1024x512.jpg" alt="Júri de PMs acusados de matar Kathlen Romeu e seu bebê começa em 26 de novembro" decoding="async"><figcaption class="weeknews-ai-credit" style="font-size:13px;line-height:1.45;margin-top:8px;color:#666;text-align:center;">Fonte da imagem: <a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/direitos-humanos/noticia/2026-09/mae-de-kathlen-romeu-cobra-apoio-da-sociedade-no-tribunal-do-juri" target="_blank" rel="nofollow noopener noreferrer">Agência Brasil</a></figcaption></figure>
<p><a style="display:block;" noopener noreferrer href="https://weeknews.online/" target="_blank" rel="nofollow noopener noreferrer"></p>
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<p>Cinco anos após a morte da comerciária Kathlen Romeu, de 24 anos, e de seu bebê, os policiais militares Rodrigo Correia de Frias e Marcos Felipe da Silva Salviano serão julgados pelo Tribunal do Júri em 26 de novembro, às 10h. A jovem, grávida de quatro meses, foi baleada quando visitava a avó, Sayonara de Oliveira, no Lins de Vasconcelos, Zona Norte do Rio de Janeiro. Ela e o bebê não sobreviveram.</p>
<p>Segundo a denúncia do Ministério Público do Estado do Rio de Janeiro, os policiais dispararam em direção ao local onde Kathlen e a avó caminhavam. Os agentes alegaram mirar em bandidos, versão que nunca foi comprovada. A defesa dos militares foi procurada, mas não respondeu até o fechamento da reportagem. Os dois respondem ao processo em liberdade e, de acordo com a corporação, estão afastados de suas funções.</p>
<p>Os agentes chegaram a ser absolvidos da acusação de fraude processual na Justiça Militar, mas a promotoria recorreu e eles foram condenados pela 6ª Câmara Criminal do Tribunal de Justiça do Rio de Janeiro.</p>
<p>A mãe de Kathlen, Jacklline de Oliveira, de 45 anos, e o pai, o professor de educação física Luciano Gonçalves, de 49, receberam a reportagem em casa para falar sobre o julgamento. A jovem, que começou a customizar e vender roupas aos 15 anos, havia financiado o primeiro apartamento na planta e esperava o primeiro filho. A família nunca conheceu o neto, e Kathlen não chegou a ver sua primeira casa.</p>
<p>&#8220;A gente estava no melhor momento das nossas vidas, e eu fui do céu ao inferno com 40 anos&#8221;, conta Jacklline. &#8220;O Estado mata a gente diariamente há cinco anos e três meses e alguns dias. Não tem um dia que eu não me sinta ganhando um tiro de fuzil.&#8221;</p>
<p>A mãe afirma que entrará no tribunal com a esperança de que a sociedade civil que se solidarizou com a família em 8 de junho de 2021 continue ao lado deles no julgamento. &#8220;Se esses policiais não forem punidos, não forem condenados, a sociedade civil também estará matando Kathlen Romeu e o seu bebê&#8221;, declarou. Jacklline faz terapia para processar a dor, e Luciano cursa o terceiro ano de psicologia.</p>
<p>A família relata que chegou a acionar a corregedoria do Ministério Público do Estado do Rio de Janeiro contra o promotor responsável pela investigação na época, por ele ter sugerido que poderia arquivar o processo e recomendado que a família buscasse &#8220;justiça divina&#8221;, em 2022. A Corregedoria-Geral do MPRJ informou que abriu um procedimento administrativo disciplinar para investigar a denúncia, mas o processo acabou arquivado por falta de provas contra o promotor. No mesmo ano, o promotor denunciou os policiais à Justiça.</p>
<p>&#8220;A nossa luta é pela memória, reparação e justiça, mas em prol de uma juventude negra, pobre, preta, periférica viva, e do máximo rigor da lei&#8221;, afirmou Jacklline. &#8220;A minha filha eu já perdi. A luta que fazemos é pelos filhos de outras, para que as vidas deles não sejam ceifadas pelo Estado. Não queremos outros pais com a dor que temos hoje.&#8221;</p>
<p>Dados do Fórum Brasileiro de Segurança Pública apontam que a polícia fluminense matou 798 pessoas em 2025, quase duas em cada dez mortes violentas intencionais no estado naquele ano (3.890). Em apenas uma ação policial, a Operação Contenção, foram 117 mortes, 15% do total do ano. O Rio de Janeiro foi o sexto estado com maior índice de letalidade em decorrência de ação policial no país, atrás de Amapá, Bahia, Sergipe, Pará e Goiás. No Brasil, quem mais morre por intervenção policial são homens jovens, de 15 a 24 anos, de cor negra.</p>
<p>O Ministério Público do Estado do Rio de Janeiro não comentou as falhas no controle da letalidade policial nem a razão do baixo número de denúncias contra agentes. O governo do Rio informou que adota um conjunto permanente de medidas voltadas à redução da violência letal e ao aprimoramento da atuação policial, citando cursos, treinamentos e atualizações. As medidas, no entanto, foram consideradas insuficientes pelo Ministério Público Federal, que quer um plano com metas e prazos.</p>
<p>Fonte: <a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/direitos-humanos/noticia/2026-09/mae-de-kathlen-romeu-cobra-apoio-da-sociedade-no-tribunal-do-juri" target="_blank" rel="nofollow noopener noreferrer">Agência Brasil</a>.</p>

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		<title>Mascotes do Mundial incluem a águia-careca, animal salvo de extinção</title>
		<link>https://weeknews.online/mascotes-do-mundial-incluem-a-aguia-careca-animal-salvo-de-extincao/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[ricardo]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 12 Jun 2026 20:18:42 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Esporte]]></category>
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		<category><![CDATA[Brasil finaliza preparação para estreia na Copa no sábado]]></category>
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		<category><![CDATA[Veja datas e horários dos jogos do Brasil na Copa do Mundo]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Feed Editoria. A Copa do Mundo começou nesta quinta-feira (11), com duas partidas no México. Fora dos campos, as mascotes do torneio começam a encantar o público. Os bonecos do alce Maple, da onça-pintada Zayu e da águia careca Clutch estão à venda em uma variedade de sites e preços na internet e em mercados populares.  Os bichinhos criados pela Federação Internacional de Futebol (Fifa) simbolizam cada uma das três sedes da competição deste ano: Canadá, México e Estados Unidos e fazem parte da tradição do Mundial. Os animais fazem referência à cultura e identidade dos países e têm o objetivo de engajar torcidas e o público infantil, segundo a Fifa. O Maple representa um alce, animal comum no hemisfério norte. O nome é uma homenagem folha vermelha&#8230;</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<div class="welcome-container" style="text-align:center; margin:35px 0 15px 0;">
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<p>    </a>
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<p>Feed Editoria.</p>

<p></p>
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<p>A Copa do Mundo começou nesta quinta-feira (11), com duas partidas no México. Fora dos campos, as mascotes do torneio começam a encantar o público. Os bonecos do alce Maple, da onça-pintada Zayu e da águia careca Clutch estão à venda em uma variedade de sites e preços na internet e em mercados populares. </p>
<p>Os bichinhos criados pela Federação Internacional de Futebol (Fifa) simbolizam cada uma das três sedes da competição deste ano: Canadá, México e Estados Unidos e fazem parte da tradição do Mundial. Os animais fazem referência à cultura e identidade dos países e têm o objetivo de engajar torcidas e o público infantil, segundo a Fifa.</p>
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<p>O Maple representa um alce, animal comum no hemisfério norte. O nome é uma homenagem folha vermelha da àrvore Maple, símbolo presente na bandeira do Canadá. &#8211; <strong>Reuters/Daniel Becerril/Arquivo/Proibida reprodução</strong><!--END copyright=465825--></p>
</div>
</div>
<h2>Maple</h2>
<p>Devido ao seu grande porte, a mascote Maple (um alce) é um goleiro dedicado. Ele curte música,<em> street style</em> e viagens pelo Canadá. O nome é uma homenagem à folha vermelha da árvore Maple, símbolo nacional (está presente na bandeira do país) e da qual se extrai um xarope típico. O Maple veste uniforme vermelho e foi concebido segurando uma bola de futebol.</p>
<h2>Zayu</h2>
<p>Simbolizando o México está a onça-pintada Zayu, natura das selvas do sul do país da América do Norte. Ela representa a herança cultural, a dança e a gastronomia, além do espírito vibrante daquele país. Em campo, Zayu é o atacante, exibe engenhosidade e agilidade. A mascote veste uniforme verde e também segura uma bola.  A espécie está ameaçada de extinção no México, mas há esforços em andamento indicando aumento da população desses animais, segundo a organização Aliança Nacional para a Conservação do Jaguar (ANCJ).</p>
<h2>Clutch</h2>
<p>A águia-careca Clutch nutre um espírito livre, busca aventuras, além de ser uma líder otimista.  Representando os Estados Unidos, é uma meio-campista, capaz de mobilizar um time. Clutch, como todos os grandes jogadores nesta posição, une as pessoas, destacou a Fifa sobre a mascote, de cor azul, representada com a bola nos pés.</p>
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<p>Símbolo dos Estados Unidos, a águia-careca era considerada um animal sagrado pelos indígenas, que utilizavam suas penas em rituais de celebração. Representando os Estados Unidos, é uma meio-campista, capaz de mobilizar um time &#8211; <strong>Reuters/Heuler Andrey/Arquivo/Proibida reprodução</strong><!--END copyright=465828--></p>
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</div>
<p>Símbolo dos Estados Unidos, a águia-careca era considerada um animal sagrado pelos indígenas, que utilizavam suas penas em rituais de celebração. A ave já enfrentou ameaça de extinção, mas foi protegida por ações de conservação da espécie, incluindo proibição de uso de um pesticida.</p>
<p>A tradição de mascotes da Fifa começou em 1966, na Inglaterra, com o leãozinho Willie, que vestia uma bandeira do Reino Unido com a palavra Copa do Mundo. Na Copa do México (1970) &#8211; a primeira edição do Mundial no país &#8211;  a mascote era Juanito: um menino que usava um sombrero típico, mas que foi criticado por estereotipar aquela cultura.</p>
<h2>Lembra do Fuleco?</h2>
<p>A Copa do Mundo no Brasil (2014) também teve a sua mascote, o Fuleco. O tatu-bola, apesar da fama internacional, ainda corre risco de extinção por aqui. O pequeno mamífero teve o status reclassificado de &#8220;vulnerável&#8221; para &#8220;em perigo&#8221;, na <a rel="nofollow" target="_blank" href="https://salve.icmbio.gov.br/#/"><strong>lista vermelha da fauna brasileira.</strong></a></p>
<p>De acordo com a Associação Caatinga, um entidade não-governamental, que mantém um programa de conservação do tatu-bola, a perda de habitat causada pelo desmatamento, queimadas e pela caça são as principais ameaças ao bichinho. Para atacar o problema, no último dia 10, o <a rel="nofollow" target="_blank" href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/politica/noticia/2026-06/governo-amplia-protecao-ambiental-e-prepara-recuperacao-de-florestas"><strong>governo federal ampliou o Parque Nacional da Serra das Confusões</strong></a>, no Piauí, para 916 mil hectares, o que foi considerado fundamental para proteger o habitat do Fuleco.</p>
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            <img decoding="async" src="https://weeknews.online/wp-content/uploads/2026/06/tatu-bola_-_mma.jpg" alt="Tatu-bola" title="Divulgação/MMA"/><br />
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<div class="dnd-caption-wrapper">
<p>A tatu-bola ganhou fama internacional ao ser representado pela mascote Fuleco no Mundial de 2014, realizado no Brasil. Apesar da repercussão, o animal ainda sofre risco de extinção por aqui- <strong>Divulgação/MMA</strong><!--END copyright=40187--></p>
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</div>
<p>A caça ao tatu-bola é parte da cultura regional e um perigo para o bicho. “A gente chegava nos lugares e perguntava às crianças: quem comeu tatu no último ano? Todo mundo levantava a mão”, <a rel="nofollow" target="_blank" href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/geral/noticia/2014-07/biologo-entrega-160-mil-assinaturas-ao-icmbio-pela-preservacao-do-tatu-bola"><strong>contou o biólogo Felipe Melo, em 2014, quando ele pesquisou essa espécie.</strong></a></p>
<p>Em seu ambiente natural, o tatu-bola tem o papel de movimentar os nutrientes da terra, de controlar a presença de formigas e servir de alimento para grandes felinos. Para Melo, a principal forma de proteger o tatu é a criação de áreas naturais, protegidas por lei, para a manutenção de todo o ecossistema.</p>
<p>A Copa do Mundo terá 104 jogos até o dia 19 de julho, quando será a final. A estreia do Brasil será contra Marrocos neste sábado (13), às 19h (horário de Brasília), no MetLife Stadium, em Nova Jersey, pelo Grupo C do Mundial, que tem ainda Haiti e Escócia. </p>
<p>      <!-- Relacionada --></p>
<p>            <!-- Relacionada -->
    </div>
<p></p>
<p>Fonte: <a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/esportes/noticia/2026-06/mascotes-do-mundial-incluem-aguia-careca-animal-salvo-de-extincao" target="_blank" rel="nofollow noopener">Agência Brasil EBC</a></p>
<p></p>
<p>Fri, 12 Jun 2026 17:08:00 -0300</p>
<p></p>

<p>O post <a href="https://weeknews.online/mascotes-do-mundial-incluem-a-aguia-careca-animal-salvo-de-extincao/">Mascotes do Mundial incluem a águia-careca, animal salvo de extinção</a> apareceu primeiro em <a href="https://weeknews.online">WeekNews</a>.</p>
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			</item>
		<item>
		<title>Governo estuda isenção de tributos para Copa Feminina de 2027</title>
		<link>https://weeknews.online/governo-estuda-isencao-de-tributos-para-copa-feminina-de-2027/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[ricardo]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 08 Jan 2026 22:43:37 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Noticías]]></category>
		<category><![CDATA[2027]]></category>
		<category><![CDATA[A discussão ocorre em um contexto de esforço]]></category>
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		<category><![CDATA[Brasil quer ser a sede da Copa do Mundo de futebol feminino de 2027]]></category>
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		<category><![CDATA[Reino Unido deve sediar Copa do Mundo de futebol feminino em 2035]]></category>
		<category><![CDATA[Teste seus conhecimentos sobre a Copa do Mundo de Futebol Feminino]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Feed Últimas. O governo federal analisa a possibilidade de conceder incentivos fiscais relacionados à organização da Copa do Mundo Feminina de Futebol de 2027, que será realizada no Brasil. O Ministério da Fazenda confirmou à Agência Brasil que estuda a isenção de tributos nos moldes da Copa de 2014 após pedido formal da Federação Internacional de Futebol (Fifa). A iniciativa deve vir acompanhada de uma nova versão da Lei Geral da Copa, elaborada pelo Ministério do Esporte. A legislação traz regras sobre atribuições dos organizadores, segurança do evento, exclusividade comercial e uso de direitos de imagem. Notícias relacionadas: Reino Unido deve sediar Copa do Mundo de futebol feminino em 2035. Brasil quer ser a sede da Copa do Mundo de futebol feminino de 2027. Teste&#8230;</p>
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				</p>
<p><strong>O governo federal analisa a possibilidade de conceder incentivos fiscais relacionados à organização da Copa do Mundo Feminina de Futebol de 2027, que será realizada no Brasil. O Ministério da Fazenda confirmou à Agência Brasil que estuda a isenção de tributos nos moldes da Copa de 2014 após pedido formal da Federação Internacional de Futebol (Fifa).</strong><img decoding="async" src="https://weeknews.online/wp-content/uploads/2026/01/1767912217_703_ebc.png" style="width:1px;height:1px;display:inline" /><img decoding="async" src="https://weeknews.online/wp-content/uploads/2026/01/1767912217_649_ebc.gif" style="width:1px;height:1px;display:inline" /></p>
<p>A iniciativa deve vir acompanhada de uma nova versão da Lei Geral da Copa, elaborada pelo Ministério do Esporte. A legislação traz regras sobre atribuições dos organizadores, segurança do evento, exclusividade comercial e uso de direitos de imagem.</p>
<p><h3>Notícias relacionadas:</h3>
<ul>
<li>Reino Unido deve sediar Copa do Mundo de futebol feminino em 2035.</li>
<li>Brasil quer ser a sede da Copa do Mundo de futebol feminino de 2027.</li>
<li>Teste seus conhecimentos sobre a Copa do Mundo de Futebol Feminino.</li>
</ul>
<p><strong>O Ministério da Fazenda afirmou não haver detalhes sobre a proposta, pois o tema segue em análise.</strong></p>
<h2>Procedimento padrão</h2>
<p>A aprovação de legislações especiais para grandes eventos esportivos é um procedimento padrão e integra os compromissos assumidos ainda na fase de candidatura. As isenções tributárias ocorreram na Copa de Futebol Masculino de 2014 e nos Jogos Olímpicos do Rio, em 2016.</p>
<p><strong>Para a Copa Feminina de Futebol de 2027, a Fifa encaminhou ao governo brasileiro uma série de exigências, entre elas a concessão de isenções tributárias sobre receitas da entidade e serviços de transmissão, além da adaptação dos incentivos às normas da reforma tributária sobre o consumo. Bens e serviços relacionados à competição não pagam tributos.</strong></p>
<p>A Fifa também pediu que não sejam aplicadas as restrições da lei eleitoral. Em anos de eleições como em 2026, a legislação impede a concessão de benefícios públicos. Em 2014, o Supremo Tribunal Federal validou da Lei da Copa e as isenções fiscais, com críticas de parte da corte.</p>
<h2>Renúncias fiscais</h2>
<p>Experiências anteriores mostram impactos significativos na arrecadação. Na Copa de 2014, as isenções concedidas resultaram em renúncia superior a R$ 1 bilhão, segundo o Tribunal de Contas da União. Na Olimpíada do Rio, a perda estimada chegou a R$ 3,8 bilhões.</p>
<p><strong>O governo avalia que o fluxo de turistas e o aquecimento do setor de serviços durante o evento podem compensar parte da perda de receitas. No entanto, feriados decretados durante a competição podem impactar o saldo final por causa da redução de tributos em outras atividades.</strong></p>
<p>A discussão ocorre em um contexto de esforço do governo para reduzir renúncias fiscais. No fim do ano passado, o governo federal aprovou medidas que aumentaram tributos e reduziram incentivos fiscais para arrecadar R$ 22,4 bilhões em 2026 e reequilibrar as contas públicas.</p>
<h2>Jogos em oito cidades</h2>
<p>A Copa do Mundo Feminina será realizada em junho e julho de 2027, com a participação de 31 seleções.</p>
<p><strong>As partidas ocorrerão em oito cidades: Brasília, Rio de Janeiro, São Paulo, Belo Horizonte, Porto Alegre, Salvador, Recife e Fortaleza, utilizando majoritariamente a infraestrutura construída para a Copa de 2014.</strong></p>
<p> Welton Máximo &#8211; Repórter da Agência Brasil , Feed Últimas. </p>
<p>Fonte: <a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/economia/noticia/2026-01/governo-estuda-isencao-de-tributos-para-copa-feminina-de-2027">Agencia brasil EBC.</a>.</p>
<p>Thu, 08 Jan 2026 19:26:00 -0300 </p>

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		<title>Comissão da Verdade se multiplica em trabalhos como &#8216;Ainda Estou Aqui&#8217;</title>
		<link>https://weeknews.online/comissao-da-verdade-se-multiplica-em-trabalhos-como-ainda-estou-aqui/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[ricardo]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 21 Jan 2025 17:19:42 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Noticías]]></category>
		<category><![CDATA[Comissão Especial sobre Mortos e Desaparecidos Políticos (CEMDP)]]></category>
		<category><![CDATA[Comissão Nacional da Verdade]]></category>
		<category><![CDATA[completou 54 anos nesta semana]]></category>
		<category><![CDATA[conclusão dos trabalhos do grupo]]></category>
		<category><![CDATA[Direitos Humanos]]></category>
		<category><![CDATA[Ditadura Militar]]></category>
		<category><![CDATA[em 2014]]></category>
		<category><![CDATA[escreveu Marcelo Rubens Paiva em uma publicação no X]]></category>
		<category><![CDATA[Famílias de vítimas da ditadura receberão documentos retificados]]></category>
		<category><![CDATA[Gabrielle Abreu]]></category>
		<category><![CDATA[Gestora de Memória no Instituto Marielle Franco e mestre em História Comparada pela Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ)]]></category>
		<category><![CDATA[identificou 434 mortes e desaparecimentos de vítimas]]></category>
		<category><![CDATA[Lei de Acesso à Informação (LAI)]]></category>
		<category><![CDATA[Lei no 12.528]]></category>
		<category><![CDATA[Performance no ato AI-5 Nunca Mais reforça memória contra ditadura]]></category>
		<category><![CDATA[prêmio Globo de Ouro de melhor atriz na categoria Drama]]></category>
		<category><![CDATA[Projeto de Lei no 1.404]]></category>
		<category><![CDATA[Projeto quer suspender salário de militares da ditadura]]></category>
		<category><![CDATA[reconhecimento dos desaparecidos como mortos pelo Estado]]></category>
		<category><![CDATA[relatório final]]></category>
		<category><![CDATA[relatório O Genocídio do Povo Waimiri-Atroari]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Feed Últimas. Luiz Antônio Sansão, conhecido desde a adolescência como Lula, foi levado por militares na noite de 3 de dezembro de 1971. Por volta das 19h, cerca de dez militares invadiram a casa onde morava com seus pais, na cidade de Juiz de Fora, em Minas Gerais. Derrubaram móveis, abriram gavetas e portas, destruíram objetos e o levaram à força, preso, com um capuz sobre a cabeça. Passados 54 anos, quem preserva o depoimento de Luiz é a filha, a jornalista e mestre em Comunicação Social pela Pontifícia Universidade Católica do Rio de Janeiro (PUC-Rio) Luiza Sansão. “Cobriam os olhos para a pessoa não poder, depois, dizer para onde ela estava indo, para não identificar o trajeto”, lembra Luiza.  “Ele só se recorda de&#8230;</p>
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<p>Luiz Antônio Sansão, conhecido desde a adolescência como Lula, foi levado por militares na noite de 3 de dezembro de 1971. Por volta das 19h, cerca de dez militares invadiram a casa onde morava com seus pais, na cidade de Juiz de Fora, em Minas Gerais. Derrubaram móveis, abriram gavetas e portas, destruíram objetos e o levaram à força, preso, com um capuz sobre a cabeça. Passados 54 anos, quem preserva o depoimento de Luiz é a filha, a jornalista e mestre em Comunicação Social pela Pontifícia Universidade Católica do Rio de Janeiro (PUC-Rio) Luiza Sansão.<img decoding="async" src="https://weeknews.online/wp-content/uploads/2025/01/1737479980_466_ebc.png" style="width:1px; height:1px; display:inline;"/><img decoding="async" src="https://weeknews.online/wp-content/uploads/2025/01/1737479981_691_ebc.gif" style="width:1px; height:1px; display:inline;"/></p>
<p>“Cobriam os olhos para a pessoa não poder, depois, dizer para onde ela estava indo, para não identificar o trajeto”, lembra Luiza. </p>
<p>“Ele só se recorda de estar numa sala, de frente para um militar que o estava interrogando, fazendo perguntas sobre a militância dele e o ameaçando o tempo todo, dizendo que era melhor ele falar ali, porque, se ele não falasse, seria levado para Belo Horizonte, e no DOI-Codi de Belo Horizonte (Destacamento de Operações de Informações &#8211; Centro de Operações de Defesa Interna) as coisas eram diferentes”. </p>
<p>Na época, Luiz tinha 22 anos de idade recém completados, era estudante do curso de Ciências Sociais na Universidade Federal de Juiz de Fora (UFJF) e militante da Ação Popular Marxista-Leninista (APML), organização clandestina que agia contra a ditadura militar, instalada em 1⁠º de abril de 1964.</p>
<h2>Comissão Nacional da Verdade</h2>
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<div class="dnd-atom-rendered"><!-- scald=411209:grande_6colunas {"additionalClasses":""} --><br />
            <img decoding="async" src="https://weeknews.online/wp-content/uploads/2025/01/whatsapp_image_2025-01-14_at_17.32.52.jpeg" alt="Brasília (DF), 15/01/2025 - O fotógrafo Luiz Antônio Sansão, de 74 anos, preso e torturado em 1971 por agentes da ditadura militar,  ao lado da esposa, Marilene Sansão, e da filha, Luiza Sansão. Comissão da Verdade se multiplica em trabalhos como 'Ainda estou aqui'. Foto: Luiz Antônio Sansão/Arquivo Pessoal" title="Luiz Antônio Sansão/Arquivo Pessoal"/><br />
        <img decoding="async" src="https://weeknews.online/wp-content/uploads/2025/01/whatsapp_image_2025-01-14_at_17.32.52.jpeg" alt="Brasília (DF), 15/01/2025 - O fotógrafo Luiz Antônio Sansão, de 74 anos, preso e torturado em 1971 por agentes da ditadura militar,  ao lado da esposa, Marilene Sansão, e da filha, Luiza Sansão. Comissão da Verdade se multiplica em trabalhos como 'Ainda estou aqui'. Foto: Luiz Antônio Sansão/Arquivo Pessoal" title="Luiz Antônio Sansão/Arquivo Pessoal"/><br />
    <!-- END scald=411209 --></div>
<div class="dnd-caption-wrapper">
<p> O fotógrafo Luiz Antônio Sansão, de 74 anos, preso e torturado em 1971 por agentes da ditadura militar, ao lado da esposa, Marilene Sansão, e da filha, Luiza Sansão &#8211; <strong>Luiz Antônio Sansão/Arquivo Pessoal</strong><!--END copyright=411209--></p>
</div>
</div>
<p>A história de Luiz, hoje fotógrafo, com 74 anos de idade, é uma das centenas de memórias resgatadas pela Comissão Nacional da Verdade (CNV), que revelam situações de violações de direitos humanos durante a ditadura militar no Brasil. O depoimento ainda se assemelha em muitos detalhes à história de tortura e assassinato do ex-deputado federal Rubens Paiva, retratado no filme <em>Ainda Estou Aqui</em>, de Walter Salles. A responsabilidade pela morte do ex-parlamentar foi reconhecida pelo Estado Brasileiro, e o crime completou 54 anos nesta semana. </p>
<p>O filme, adaptação do livro de mesmo nome escrito por Marcelo Rubens Paiva, filho do ex-deputado, recebeu o prêmio Globo de Ouro de melhor atriz na categoria Drama pela atuação de Fernanda Torres como Eunice Paiva, viúva do político. </p>
<p>“É interessante porque quando assisti ao filme <em>Ainda Estou Aqui</em>, parecia que estava assistindo a história do meu pai, com a diferença de ele ter voltado para casa, e Rubens Paiva, não”, reflete Luiza. </p>
<p>“Tenha dito! Por conta da Comissão da Verdade, tive elementos para escrever o livro <em>Ainda Estou Aqui</em>, e agora temos esse filme deslumbrante. E Dilma pagou um preço alto pelo necessário resgate da memória”, <a rel="nofollow" target="_blank" href="https://x.com/marcelorubens/status/1856020159539888172?mx=2" target="_blank">escreveu Marcelo Rubens Paiva em uma publicação no X</a>, em novembro de 2024. </p>
<p>As comissões da Verdade foram órgãos formados para investigar períodos de instabilidade política, em que houve suspensão dos direitos individuais e das normas democráticas. A CNV foi criada a partir da <a rel="nofollow" target="_blank" href="https://www.planalto.gov.br/ccivil_03/_ato2011-2014/2011/lei/l12528.htm" target="_blank">Lei no 12.528</a>, em 18 de novembro de 2011, coincidindo com a promulgação da <a rel="nofollow" target="_blank" href="https://www.planalto.gov.br/ccivil_03/_ato2011-2014/2011/lei/l12527.htm" target="_blank">Lei de Acesso à Informação (LAI)</a>.</p>
<p>Estabelecida em 16 de maio de 2012, com um período determinado de 2 anos de funcionamento, posteriormente prorrogado até 16 de dezembro de 2014, a CNV examinou e esclareceu “as graves violações de direitos humanos praticadas entre 18 de setembro de 1946 e 5 de outubro de 1988, a fim de efetivar o direito à memória e à verdade histórica e promover a reconciliação nacional”. </p>
<p>No período em que atuou, a Comissão Nacional da Verdade recolheu 1.121 depoimentos e 80 audiências públicas. O <a rel="nofollow" target="_blank" href="https://cnv.memoriasreveladas.gov.br/index.php" target="_blank">relatório final</a>, entregue à então presidente Dilma Rousseff, em 10 de dezembro de 2014, identificou 434 mortes e desaparecimentos de vítimas do regime militar no país. Entre essas pessoas, 210 continuam desaparecidas. </p>
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<div class="dnd-atom-rendered"><!-- scald=378557:grande_6colunas {"additionalClasses":""} --><br />
            <img decoding="async" src="https://weeknews.online/wp-content/uploads/2025/01/ato_golpe_09.jpg" alt="São Paulo (SP) 31/03/2024 - Ato 60 Anos do Golpe de 64 na frente do DOI-CODI em São Paulo.&#13;&#10;Foto: Paulo Pinto/Agência Brasil" title="Paulo Pinto/Agência Brasil"/><br />
        <img decoding="async" src="https://weeknews.online/wp-content/uploads/2025/01/ato_golpe_09.jpg" alt="São Paulo (SP) 31/03/2024 - Ato 60 Anos do Golpe de 64 na frente do DOI-CODI em São Paulo.&#13;&#10;Foto: Paulo Pinto/Agência Brasil" title="Paulo Pinto/Agência Brasil"/><br />
    <!-- END scald=378557 --></div>
<p><h6 class="meta"><!--copyright=378557-->Ato 60 Anos do Golpe de 64 na frente do DOI-CODI em São Paulo &#8211; Foto: Paulo Pinto/Agência Brasil<!--END copyright=378557--></h6>
</p>
</div>
<p>“Nesse período, a comissão fez um trabalho bastante robusto e entregou o relatório final de forma bastante simbólica à presidenta. É simbólico também a relação com a própria Dilma, porque ela foi uma das pessoas que lutaram contra a ditadura militar em defesa da democracia. Em defesa de um projeto político para o Brasil, foi presa, torturada e sobreviveu à prisão”, avalia o professor do Departamento de Ciências Humanas da Faculdade de Formação de Professores da Universidade do Estado do Rio de Janeiro (Uerj) Gelsom Rozentino de Almeida.</p>
<p>Integrante da Comissão da Memória e da Verdade Luiz Paulo da Cruz Nunes, criada pela Uerj em 2024, ano do sexagenário do golpe militar, Almeida ressalta que um aspecto muito importante da CNV foi colaborar para a criação de outras comissões pelo Brasil, como as estaduais, municipais, regionais, sindicais e universitárias. </p>
<p>“De forma bem ampla, todas têm o objetivo de analisar o contexto histórico e social das violações de direito e investigar e esclarecer os fatos que possam ter sido escondidos pelo Estado, porque a responsabilidade é do Estado, mas sem isentar a responsabilidade penal dos indivíduos”, explica.</p>
<p>O órgão, responsável por elaborar relatórios de recomendações, sugerir reformas estruturais e formas de reparações históricas, também resultou na criação da <a rel="nofollow" target="_blank" href="https://www.gov.br/participamaisbrasil/cemdp" target="_blank">Comissão Especial sobre Mortos e Desaparecidos Políticos (CEMDP)</a>, “conhecida sobretudo pela atuação de Eunice Paiva”, disse Almeida. </p>
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<div class="dnd-atom-rendered"><!-- scald=397716:grande_6colunas {"additionalClasses":""} --><br />
            <img decoding="async" src="https://weeknews.online/wp-content/uploads/2025/01/0d4a8863.jpg" alt="Brasília (DF), 30.08.2024 - O ministro dos Direitos Humanos e da Cidadania (MDHC), Silvio Almeida participa de cerimônia de reinstalação da Comissão Especial sobre Mortos e Desaparecidos Políticos (CEMDP). Foto: Antônio Cruz/Agência Brasil" title="Antônio Cruz/Agência Brasil"/><br />
        <img decoding="async" src="https://weeknews.online/wp-content/uploads/2025/01/0d4a8863.jpg" alt="Brasília (DF), 30.08.2024 - O ministro dos Direitos Humanos e da Cidadania (MDHC), Silvio Almeida participa de cerimônia de reinstalação da Comissão Especial sobre Mortos e Desaparecidos Políticos (CEMDP). Foto: Antônio Cruz/Agência Brasil" title="Antônio Cruz/Agência Brasil"/><br />
    <!-- END scald=397716 --></div>
<p><h6 class="meta"><!--copyright=397716-->Cerimônia de reinstalação da Comissão Especial sobre Mortos e Desaparecidos Políticos (CEMDP) &#8211; Foto: Antônio Cruz/Agência Brasil<!--END copyright=397716--></h6>
</p>
</div>
<p>“Ela tem uma papel fundamental nesse momento, porque é ela quem possibilita o início oficial da investigação de casos de tortura e assassinatos cometidos durante a ditadura e o reconhecimento dos desaparecidos como mortos pelo Estado. Não é por coincidência que o primeiro reconhecimento de óbito foi de Rubens Paiva, entregue a sua viúva”.</p>
<h2>Desdobramentos</h2>
<p>Professor de Direito Internacional no Instituto de Relações Internacionais da Universidade de São Paulo (USP) e coordenador da Comissão Nacional da Verdade de 2013 até a conclusão dos trabalhos do grupo, em 2014, Pedro Dallari explica que a demanda da sociedade, dos familiares dos mortos e dos desaparecidos e da comunidade internacional pressionaram o  Congresso Nacional a aprovar a lei que instituiu a CNV. </p>
<p>“A comissão foi extinta legalmente, porque a lei que a criou estabeleceu um prazo para o relatório, que consolidou o resultado dos trabalhos de investigação. Tendo se tornado um documento oficial do Estado brasileiro, até hoje ele produz impactos na medida em que é base de informações muito seguras sobre o período investigado”, ressalta Dallari. “O fato de que até hoje, passados dez anos, o relatório continue a gerar impactos, mostra que foi um trabalho bem-sucedido”. </p>
<p>Atualmente, o acervo da Comissão Nacional da Verdade está sob cuidados do Arquivo Nacional, no Rio de Janeiro.</p>
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<div class="dnd-atom-rendered"><!-- scald=98039:grande_6colunas {"additionalClasses":""} --><br />
            <img decoding="async" src="https://weeknews.online/wp-content/uploads/2025/01/904452-comissão da verdade_-6601.jpg" alt="Brasília - Coordenador da Comissão Nacional da Verdade, Pedro Dallari, fala de relatório preliminar que aponta uso indevido de instalações das Forças Armadas para tortura e mortes na ditadura (José Cruz/Agência Brasil)" title="José Cruz/Agência Brasil"/><br />
        <img decoding="async" src="https://weeknews.online/wp-content/uploads/2025/01/904452-comissão da verdade_-6601.jpg" alt="Brasília - Coordenador da Comissão Nacional da Verdade, Pedro Dallari, fala de relatório preliminar que aponta uso indevido de instalações das Forças Armadas para tortura e mortes na ditadura (José Cruz/Agência Brasil)" title="José Cruz/Agência Brasil"/><br />
    <!-- END scald=98039 --></div>
<p><h6 class="meta"><!--copyright=98039-->Coordenador da Comissão Nacional da Verdade, Pedro Dallari &#8211; Foro: <strong>José Cruz/Agência Brasil</strong><!--END copyright=98039--></h6>
</p>
</div>
<p>Para o professor Dallari, a grande contribuição da comissão foi “fazer o registro muito bem feito de fatos que tornam inquestionáveis os horrores da ditadura militar, o que tem sido muito importante para estimular a resistência à qualquer tentativa de retrocesso no Brasil”. </p>
<p>Na cidade de São Paulo, por exemplo, o <a rel="nofollow" target="_blank" href="https://www.al.sp.gov.br/propositura/?id=1000502600" target="_blank">Projeto de Lei no 1.404</a>, de 2023, determina a mudança dos nomes de prédios, rodovias e repartições públicas estaduais que homenageiam agentes da ditadura. A decisão tem como base o texto final apresentado pelos ex-coordenadores da CNV.</p>
<p>“São ações pequenas, mas muito importantes porque ajudam a realçar a memória sobre o que foi a ditadura no Brasil, então há muitos desdobramentos a todo momento. Agora, é evidente que há uma expectativa de que haja mais ainda. A Comissão Nacional da Verdade já alertava no seu relatório de 2014 a necessidade de uma reforma das Forças Armadas, o que não foi feito, e uma das consequências foi a tentativa de golpe de estado no final de 2022”, avalia Dallari.</p>
<p>Já o professor da Uerj Gelsom Rozentino de Almeida destaca, em especial, o trabalho do Comitê da Verdade do Amazonas, que elaborou o <a rel="nofollow" target="_blank" href="https://www.gov.br/memoriasreveladas/pt-br/assuntos/comissoes-da-verdade/estaduais/1r_cv_am_waimiri_atroari.pdf" target="_blank">relatório O Genocídio do Povo Waimiri-Atroari</a>.</p>
<p>Segundo as estimativas demográficas levantadas pelo Comitê, mais de 2.000 pessoas do povo Waimiri-Atroari morreram entre as décadas de 1960 e 1970, a maioria assassinada durante a construção da BR-174 (Manaus-Boa Vista) pelo regime militar. A estrada interliga os estados de Mato Grosso, Rondônia, Amazonas e Roraima à Venezuela.</p>
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<div class="dnd-atom-rendered"><!-- scald=32315:grande_6colunas {"additionalClasses":""} --><br />
            <img decoding="async" src="https://weeknews.online/wp-content/uploads/2025/01/waimiri-atroari_-_mario_vilela_funai.jpg" alt="Indígenas Waimiri-Atroari ou índios Kinja" title="Mário Vilela/ Funai"/><br />
        <img decoding="async" src="https://weeknews.online/wp-content/uploads/2025/01/waimiri-atroari_-_mario_vilela_funai.jpg" alt="Indígenas Waimiri-Atroari ou índios Kinja" title="Mário Vilela/ Funai"/><br />
    <!-- END scald=32315 --></div>
<p><h6 class="meta"><!--copyright=32315-->Indígenas Waimiri-Atroari ou índios Kinja &#8211; <strong>Foto : Mário Vilela/ Funai</strong><!--END copyright=32315--></h6>
</p>
</div>
<p>“Além dos índios sobreviventes, elementos do Comando Militar da Amazônia e da Funai (Fundação Nacional dos Povos Indígenas) sabem os detalhes dessa tragédia humana. A crueldade que levou ao desaparecimento dessas milhares de pessoas nos vales dos Rios Urubú, Alalaú, Uatumã, Curiuaú, Camanaú e Jauaperí até o Baixo Rio Negro é especialmente grave porque ameaçou a existência de um povo, os Kiña, e há indícios de que levou ao completo aniquilamento de pelo menos um outro, os Piriutiti”, diz o relatório.</p>
<h2>Demora</h2>
<p>Em entrevista à <strong>Agência Brasil</strong>, Luiza Sansão faz uma pausa longa e respira fundo antes de ressaltar que os impactos da tortura na vida das pessoas é enorme. Retornando ao pai, ela conta que as horas sob controle dos agentes do regime militar impactaram completamente o psicológico do fotógrafo. “Uma coisa é fazer o processo de elaboração, como meu pai fez, mas jamais será confortável falar sobre isso. Jamais será algo que você comenta com leveza, esse assunto vem sempre com muita dor”. </p>
<p>Foram 25 dias em Belo Horizonte, até 28 de dezembro de 1971, quando Luiz foi transferido para Juiz de Fora. “Ele foi torturado de diversas formas, apanhou muito, não deixaram ele dormir, o que é muito comum na tortura. Quando a pessoa não dorme, ela fica completamente destruída. Impedir que a pessoa durma por vários e vários dias faz a pessoa adoecer emocionalmente, então é uma forma de fazer ela falar”, diz Luiza, com a voz firme. “Como eles dizem, você ‘quebra’ a pessoa até ela não ter mais condições”.</p>
<p>A jornalista questiona a demora em estabelecer uma instituição para investigar os crimes cometidos durante o período ditatorial, já que a CNV foi criada há mais de duas décadas após o fim do governo militar no Brasil, em 1985. “O fato de ter sido tão tardia a instalação comprometeu muita coisa, porque infelizmente muitos arquivos vivos e documentais haviam sido destruídos há longa data. E os militares e os golpistas, os que puseram a mão na massa do horror, já estavam muito idosos ou já tinham morrido”.</p>
<p>Assim como Luiza, Dallari concorda que o ideal seria a CNV ter sido construída ainda no Século 20. “É evidente que muitas informações se perderam, muitas pessoas que poderiam ter prestado depoimentos importantes já tinha falecido, então o ideal seria que a comissão tivesse sido instalada logo depois do final da ditadura, mas as circunstâncias históricas brasileiras não possibilitaram isso e ela acabou sendo formada muito mais tarde, o que gerou mais dificuldade na apuração”. </p>
<p>“Políticas de memória, verdade e justiça são fundamentais para que a história não se repita, para que a barbárie não se repita”, defende Luiza. “Meu pai é uma pessoa de virtudes muito profundas, muito especiais, e quando penso na forma que ele foi tratado, como ele poderia ter morrido e, no caso, eu e o meu irmão não teríamos sequer vindo a este mundo, sempre me gera uma revolta muito grande. A mim e ao meu irmão”.</p>
<h2>Debate</h2>
<p>Gestora de Memória no Instituto Marielle Franco e mestre em História Comparada pela Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ), Gabrielle Abreu observa que desde o encerramento da CNV, a memória da ditadura militar não era colocada de forma tão central do debate público como após a estreia do longa <em>Ainda Estou Aqui</em>. </p>
<p>“Esse é um dos grandes trunfos do filme. Essa oportunidade coletiva que estamos tendo de comentar, de debater esse tema mais importante do que nunca agora, depois do 8 de janeiro e da eleição de Jair Bolsonaro, uma figura pública que construiu sua vida política valorizando a ditadura, inclusive tecendo comentários muito maldosos e desrespeitosos diretamente contra a família Paiva”.</p>
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            <img decoding="async" src="https://weeknews.online/wp-content/uploads/2025/01/_dsc7424.jpg" alt="Rio de Janeiro (RJ), 03/04/2024 – A diretora do Arquivo Nacional, Gabrielle Abreu durante sessão de fotos à Agência Brasil, na instituição, no centro do Rio de Janeiro. Foto: Tomaz Silva/Agência Brasil" title="Tomaz Silva/Agência Brasil"/><br />
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<p><!--copyright=379013-->Gestora de Memória no Instituto Marielle Franco, Gabrielle Abreu &#8211; Foto: Tomaz Silva/Agência Brasil<!--END copyright=379013--></p>
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<p>O professor da Uerj Gelsom Rozentino de Almeida avalia que a Constituição Federal de 1988 não é suficiente para defender o sistema democrático no país sem a mobilização da sociedade. Após o impeachment da presidente Dilma Rousseff, em 2016, que Almeida define como um “golpe jurídico-parlamentar contra uma presidente legitimamente eleita”, o país teve um avanço da extrema direita e de elementos antidemocráticos que resultaram na eleição de Jair Bolsonaro.</p>
<p>“Posteriormente, ficou claro que o ex-presidente não pretendia deixar o poder em caso de derrota. Ele travou várias tentativas de golpe, desde aquela manifestação famosa de 7 de setembro até resultar na tentativa violenta de golpe em 8 de janeiro de 2023. É para ficar atento, porque temos uma tradição de golpes de estado no Brasil, golpes que vêm desde o fechamento da Assembleia Constituinte em 1824 por Dom Pedro I”.</p>
<p>“Estamos vivendo uma oportunidade muito especial, de sermos confrontados coletivamente, enquanto sociedade, com essa temática através da arte, através da cultura, através de uma personalidade como a Fernanda Torres, que para além de tecnicamente impecável, é uma figura super carismática, o que facilita muito com o que tema seja debatido, disseminado”, defende Gabrielle Abreu. </p>
<p><em>* Estagiária sob supervisão de Vinícius Lisboa</em></p>
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<p> Francielly Barbosa &#8211; Estagiária da Agência Brasil * , Feed Últimas. </p>
<p>Fonte: <a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/direitos-humanos/noticia/2025-01/-comissao-da-verdade-se-multiplica-em-trabalhos-como-ainda-estou-aqui">Agencia brasil EBC.</a>.</p>
<p>Tue, 21 Jan 2025 13:35:00 -0300 </p>

<p>O post <a href="https://weeknews.online/comissao-da-verdade-se-multiplica-em-trabalhos-como-ainda-estou-aqui/">Comissão da Verdade se multiplica em trabalhos como &#8216;Ainda Estou Aqui&#8217;</a> apareceu primeiro em <a href="https://weeknews.online">WeekNews</a>.</p>
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