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	<title>Arquivo de Ensino - WeekNews</title>
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	<title>Arquivo de Ensino - WeekNews</title>
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		<title>Pé-de-Meia 2026: estudantes nascidos em março e abril recebem parcela nesta terça-feira</title>
		<link>https://weeknews.online/pe-de-meia-2026-estudantes-nascidos-em-marco-e-abril-recebem-parcela-nesta-terca-feira/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[ricardo]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 25 Aug 2026 15:36:09 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Noticías]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Fonte da imagem: Agência Brasil O programa Pé-de-Meia 2026 deposita nesta terça-feira (25) a quinta parcela do incentivo à frequência escolar para beneficiários nascidos em março e abril. O valor é de R$ 200, destinado a estudantes do ensino médio regular. Alunos da educação de jovens e adultos (EJA) também recebem valores referentes à aprovação de ciclos e conclusão do ensino médio. Os pagamentos seguem um calendário escalonado por mês de nascimento, que vai até 31 de agosto. Nascidos em janeiro e fevereiro receberam na segunda-feira (24); os de março e abril recebem hoje; os de maio e junho recebem amanhã (26); os de julho e agosto, na quinta (27); os de setembro e outubro, na sexta (28); e os de novembro e dezembro, no&#8230;</p>
<p class="excerpt-more"><a class="blog-excerpt button" href="https://weeknews.online/pe-de-meia-2026-estudantes-nascidos-em-marco-e-abril-recebem-parcela-nesta-terca-feira/">Leia mais...</a></p>
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										<content:encoded><![CDATA[<figure class="weeknews-ai-media" style="margin:24px 0;max-width:100%;clear:both;"><img loading="lazy" style="max-width:100%;height:auto;display:block;" src="https://weeknews.online/wp-content/uploads/2026/05/0d9a2938-1024x512.jpg" alt="Pé-de-Meia 2026: estudantes nascidos em março e abril recebem parcela nesta terça-feira" decoding="async"><figcaption class="weeknews-ai-credit" style="font-size:13px;line-height:1.45;margin-top:8px;color:#666;text-align:center;">Fonte da imagem: <a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/educacao/noticia/2026-08/pe-de-meia-2026-nascidos-em-marco-e-abril-recebem-parcela-nesta-terca" target="_blank" rel="nofollow noopener noreferrer">Agência Brasil</a></figcaption></figure>
<p><a style="display:block;" href="https://weeknews.online/" target="_blank" rel="nofollow noopener noreferrer"></p>
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<p>O programa Pé-de-Meia 2026 deposita nesta terça-feira (25) a quinta parcela do incentivo à frequência escolar para beneficiários nascidos em março e abril. O valor é de R$ 200, destinado a estudantes do ensino médio regular. Alunos da educação de jovens e adultos (EJA) também recebem valores referentes à aprovação de ciclos e conclusão do ensino médio.</p>
<p>Os pagamentos seguem um calendário escalonado por mês de nascimento, que vai até 31 de agosto. Nascidos em janeiro e fevereiro receberam na segunda-feira (24); os de março e abril recebem hoje; os de maio e junho recebem amanhã (26); os de julho e agosto, na quinta (27); os de setembro e outubro, na sexta (28); e os de novembro e dezembro, no dia 31. Nesse período, também podem ser liberadas parcelas de matrícula de 2026 e de incentivo-frequência de meses anteriores, caso as redes de ensino corrijam pendências que impediam o recebimento.</p>
<p>Para o ensino médio regular, o programa paga até nove parcelas de frequência por ano, de R$ 200 cada. Na modalidade EJA, são até quatro parcelas de R$ 225 por ciclo, totalizando até oito por ano. Em ambos os casos, é exigida frequência mínima de 80% nas aulas.</p>
<p>O Pé-de-Meia funciona como uma poupança para incentivar a permanência de jovens na escola até a conclusão do ensino médio. A participação é automática para quem cumpre os requisitos: estar matriculado na rede pública, ter inscrição ativa no Cadastro Único (CadÚnico) até a data-base de 7 de agosto, renda familiar de até meio salário mínimo por pessoa e CPF regular. A idade varia de 14 a 24 anos no ensino médio regular e de 19 a 24 anos na EJA. A verificação dos dados é feita pelo Ministério da Educação (MEC).</p>
<p>Os estudantes podem consultar o status dos pagamentos na página do programa, com login Gov.br. Dúvidas também podem ser esclarecidas pelo Fale Conosco do MEC, no telefone 0800-616161.</p>
<p>Desde 2024, o programa já alcançou 6 milhões de estudantes. Somando todas as parcelas de incentivo, depósitos anuais e o adicional de R$ 200 pela participação no Exame Nacional do Ensino Médio (Enem), os valores podem chegar a R$ 9,2 mil por aluno.</p>
<p>Análise WeekNews: O calendário escalonado e a possibilidade de correção de dados indicam que o programa busca ampliar a cobertura e reduzir falhas de pagamento ao longo do ano. A exigência de frequência mínima de 80% reforça o objetivo de associar o benefício à permanência escolar, o que tende a fortalecer a conclusão do ensino médio entre jovens de baixa renda.</p>
<p>Fonte: <a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/educacao/noticia/2026-08/pe-de-meia-2026-nascidos-em-marco-e-abril-recebem-parcela-nesta-terca" target="_blank" rel="nofollow noopener noreferrer">Agência Brasil</a>.</p>

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		<title>CNE publica resolução nacional que obriga redes de ensino a garantir 200 dias letivos mesmo em crises e emergências</title>
		<link>https://weeknews.online/cne-publica-resolucao-nacional-que-obriga-redes-de-ensino-a-garantir-200-dias-letivos-mesmo-em-crises-e-emergencias/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[ricardo]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 10 Jul 2026 22:52:09 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Pesquisa e Inovação]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Fonte da imagem: Agência Brasil O Conselho Nacional de Educação (CNE) publicou uma resolução que estabelece parâmetros nacionais para assegurar o cumprimento dos 200 dias letivos e do direito à educação em situações que comprometam o calendário escolar, como violência armada, emergências climáticas, crises sanitárias e problemas administrativos. A medida atende a uma recomendação do Ministério Público Federal (MPF) de julho de 2025, que buscava enfrentar os impactos da violência armada sobre a educação. A nova regra tem efeito em todo o país e cria diretrizes para planejamento, prevenção, resposta e reorganização do calendário letivo, visando o retorno seguro às atividades. A resolução reconhece a necessidade de fortalecer a articulação entre União, estados, Distrito Federal e municípios para respostas coordenadas, definição de responsabilidades e adoção&#8230;</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<figure class="weeknews-ai-media" style="margin:24px 0;max-width:100%;clear:both;"><img loading="lazy" style="max-width:100%;height:auto;display:block;" src="https://weeknews.online/wp-content/uploads/2026/07/renato_araujo_agencia_brasilia-1024x512.jpg" alt="CNE publica resolução nacional que obriga redes de ensino a garantir 200 dias letivos mesmo em crises e emergências" decoding="async"><figcaption class="weeknews-ai-credit" style="font-size:13px;line-height:1.45;margin-top:8px;color:#666;text-align:center;">Fonte da imagem: <a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/educacao/noticia/2026-07/cne-define-regras-para-garantir-200-dias-letivos-do-calendario-escolar" target="_blank" rel="nofollow noopener noreferrer">Agência Brasil</a></figcaption></figure>
<p><a style="display:block;" href="https://weeknews.online/" target="_blank" rel="nofollow noopener noreferrer"></p>
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<p><br />
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<p>O Conselho Nacional de Educação (CNE) publicou uma resolução que estabelece parâmetros nacionais para assegurar o cumprimento dos 200 dias letivos e do direito à educação em situações que comprometam o calendário escolar, como violência armada, emergências climáticas, crises sanitárias e problemas administrativos. A medida atende a uma recomendação do Ministério Público Federal (MPF) de julho de 2025, que buscava enfrentar os impactos da violência armada sobre a educação.</p>
<p>A nova regra tem efeito em todo o país e cria diretrizes para planejamento, prevenção, resposta e reorganização do calendário letivo, visando o retorno seguro às atividades. A resolução reconhece a necessidade de fortalecer a articulação entre União, estados, Distrito Federal e municípios para respostas coordenadas, definição de responsabilidades e adoção de medidas integradas. O objetivo é &#8220;prevenir interrupções evitáveis, reduzir impactos a respeito do calendário letivo e viabilizar a retomada segura das atividades educacionais sempre que ocorram situações de crise, emergência, violência intra e extraescolar, inclusive os confrontos armados em territórios vulnerabilizados&#8221;.</p>
<p>A atuação do MPF, por meio da Procuradoria Regional dos Direitos do Cidadão (PRDC) no Rio de Janeiro, começou em 2024 e contou com a parceria da organização da sociedade civil Redes da Maré, do Fórum Estadual de Educação e da defensora pública do Estado do Rio de Janeiro Maria Júlia Miranda, que atua em causas de infância.</p>
<p>A resolução orienta ações para além da violência armada, incluindo confrontos e operações policiais, insegurança no entorno da escola, emergências sanitárias (como a pandemia de covid-19), paralisações prolongadas ou problemas administrativos (greve docente, atrasos em licitações de transporte ou alimentação escolar, falta de concursos públicos), desastres ou perda de serviços essenciais, e emergências climáticas, como as fortes chuvas de maio de 2024 no Rio Grande do Sul.</p>
<p>A norma cita dados do estudo &#8220;Educação Resiliente: Recomendações para fortalecer a resiliência dos sistemas educacionais brasileiros frente às crises climáticas&#8221;, do movimento Todos pela Educação, que revelam que 34% das escolas brasileiras suspenderam dias letivos em 2023 devido a eventos climáticos extremos. Em 2024, a média nacional de dias sem aula por causa de eventos climáticos dobrou, passando de cinco para dez dias.</p>
<p>A resolução exige que as redes de ensino elaborem planejamento prévio para evitar decisões improvisadas e respostas desiguais. Os gestores públicos devem formular protocolos por unidade escolar, definir instâncias decisórias oficiais, estabelecer canais de comunicação institucional com a comunidade escolar (profissionais da educação e famílias), com prazos e rotinas de atualização, adotar medidas de continuidade pedagógica (reposição de dias e recomposição das aprendizagens) com prioridade para estudantes e comunidades em maior vulnerabilidade, e oferecer formação continuada e orientações para os profissionais da educação.</p>
<p>A suspensão das aulas presenciais não deve ser a resposta padrão automática. A norma determina que sejam consideradas medidas proporcionais de mitigação e adaptação, desde que haja garantia de permanência segura da comunidade escolar. Deve ser evitada a suspensão por prazo indeterminado, sem critérios objetivos de transição e sem prazo de reavaliação ou encerramento. Também não devem ser adotadas alternativas pedagógicas que não garantam a equidade de acesso à educação, evitando ações que resultem na exclusão escolar de estudantes por imposição de barreiras sociais, físicas ou financeiras.</p>
<p>A reorganização do calendário, quando necessária, deve respeitar a obrigação jurídica de cumprir os 200 dias de efetivo trabalho escolar e a carga horária mínima anual, não sendo admissível a substituição de dias por ampliação da carga diária. Excepcionalmente, admite-se a flexibilidade do ano civil, podendo o calendário se estender para o ano seguinte, desde que a comunidade escolar seja ouvida.</p>
<p>O sistema de ensino deve dar suporte técnico e fazer articulação intersetorial externa quando o evento exigir providências externas ou recursos à gestão educacional, sobretudo em situações que envolvam riscos. A resolução estabelece que a responsabilidade do sistema de ensino de resolver problemas de segurança ou infraestrutura não deve ser transferida para a gestão da escola. As secretarias de Educação devem agir de forma coordenada com áreas de segurança pública, saúde, assistência social, proteção e Defesa Civil, além de dialogar com o Ministério Público e a Defensoria Pública.</p>
<p>A resolução também prevê medidas de apoio e acompanhamento dos estudantes compatíveis com a obrigação de equidade, garantindo que todos recebam o suporte necessário de acordo com suas necessidades específicas. A cooperação entre os entes federativos e diferentes setores do governo deve ser fortalecida para garantir respostas coordenadas e responsabilidades conjuntas quando ocorrerem interrupções das atividades escolares.</p>
<p>Fonte: <a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/educacao/noticia/2026-07/cne-define-regras-para-garantir-200-dias-letivos-do-calendario-escolar" target="_blank" rel="nofollow noopener noreferrer">Agência Brasil</a>.</p>

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			</item>
		<item>
		<title>Brasil tem duas escolas finalistas no Prêmio Melhores Escolas do Mundo</title>
		<link>https://weeknews.online/brasil-tem-duas-escolas-finalistas-no-premio-melhores-escolas-do-mundo/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[ricardo]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 25 Jun 2026 21:27:58 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Educação]]></category>
		<category><![CDATA[ABL reconhece obra de Cristóvão Tezza com Prêmio Machado de Assis]]></category>
		<category><![CDATA[anúncio]]></category>
		<category><![CDATA[categoria Ação Ambiental]]></category>
		<category><![CDATA[Conselho Nacional de Educação atualiza regras do ensino integral]]></category>
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		<category><![CDATA[Masp oferece bolsas para programa de ensino artístico-cultural]]></category>
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		<category><![CDATA[Prêmio Melhores Escolas do Mundo 2026]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Feed Editoria. Duas escolas brasileiras estão entre as 50 melhores escolas do mundo: a Escola Municipal GET IV Centenário, no Rio de Janeiro, e a Escola Baniwa Kalipana, em São Gabriel da Cachoeira, no Amazonas. Elas concorrem ao Prêmio Melhores Escolas do Mundo 2026 e estão entre as dez finalistas de cada uma das cinco categorias da premiação.  O anúncio foi nesta quinta-feira (25). Em São Gabriel da Cachoeira eram 2h quando o resultado foi transmitido. Na Terra Indígena Alto Rio Negro, estudantes e lideranças indígenas aguardavam acordados e reunidos, torcendo pela escola.  A comemoração foi geral quando a escola foi anunciada como uma das finalistas na categoria Ação Ambiental.  Na Maré, na zona norte do Rio de Janeiro, onde está a unidade do Ginásio Educacional&#8230;</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<div class="welcome-container" style="text-align:center; margin:35px 0 15px 0;">
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<p>    </a>
</div>

<p>Feed Editoria.</p>

<p></p>
<div>
<p>Duas escolas brasileiras estão entre as 50 melhores escolas do mundo: <strong>a Escola Municipal GET IV Centenário, no Rio de Janeiro, e a Escola Baniwa Kalipana, em São Gabriel da Cachoeira, no Amazonas</strong>.</p>
<p>Elas concorrem ao Prêmio Melhores Escolas do Mundo 2026 e estão entre as dez finalistas de cada uma das cinco categorias da premiação. </p>
<p>O <a rel="nofollow" target="_blank" href="https://www.youtube.com/watch?v=21S794Yyh58" target="_blank">anúncio</a> foi nesta quinta-feira (25).</p>
<p>Em São Gabriel da Cachoeira eram 2h quando o resultado foi transmitido. <strong>Na Terra Indígena Alto Rio Negro, estudantes e lideranças indígenas aguardavam acordados e reunidos, torcendo pela escola.</strong> </p>
<p>A comemoração foi geral quando a escola foi anunciada como uma das finalistas na <a rel="nofollow" target="_blank" href="http://https://www.instagram.com/p/DZ_2Rmog0-d/" target="_blank">categoria Ação Ambiental</a>. </p>
<p><strong>Na Maré, na zona norte do Rio de Janeiro, onde está a unidade do Ginásio Educacional Tecnológico (GET) finalista na categoria Superação de Adversidade, o dia também foi de festa.</strong> </p>
<blockquote>
<p>“O coração está transbordando de alegria. É muito gostoso a gente receber esse reconhecimento em uma área vulnerável como é a nossa”, comemorou a diretora do GET IV Centenário, Alessandra Aguiar.</p>
</blockquote>
<h2>Escutar os estudantes</h2>
<p>O GET IV Centenário fica na Maré, bairro que abriga um complexo de 16 favelas no Rio de Janeiro. A região é constantemente alvo de operações policiais e disputa de grupos armados. Apenas entre 2016 e 2025 ocorreram 231 operações, que resultaram em 160 mortes e 1.538 ações de violência, segundo o <a rel="nofollow" target="_blank" href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/direitos-humanos/noticia/2026-03/operacoes-policiais-na-mare-deixaram-160-mortes-em-dez-anos" target="_blank">projeto De Olho na Maré</a>. </p>
<p><strong>Segundo Alessandra, foi depois de uma das operações que a escola, que atende crianças de 6 a 11 anos de idade, percebeu a necessidade da conversa e da escuta dos estudantes.</strong> </p>
<p>“A gente criou o Café com Música e Prosa, que é o acolhimento socioemocional, principalmente por conta dos dias após as operações policiais. Eles precisavam falar. Eles precisavam colocar para fora”, explicou a diretora da escola.</p>
<p><strong>A escuta virou diária e passou a fazer parte do projeto Fábrica de Sonhos.</strong> Os primeiros 20 minutos do dia são para que os estudantes falem sobre as próprias questões, sentimentos e preocupações. </p>
<p>“Os 20 minutos que a gente para para ouvir essas crianças no começo do dia, fazem toda a diferença. E isso é um processo diário. Todos os dias, antes de começar as matérias, a gente para para ouvir e para dizer para eles que eles podem sonhar e realizar tudo que eles quiserem”, disse.</p>
<p>Esse processo gerou resultados. <strong>A escola conseguiu zerar o abandono escolar e melhorar o rendimento, que alcançou 97% de alfabetização na idade adequada.</strong> </p>
<blockquote>
<p>“Eu acredito que sem relação, não tem aprendizado. Sem vínculo, não tem aprendizado. Então, a relação da gente com a família, a relação da gente com as crianças é muito importante e eles se sentem à vontade e acolhidos para estarem aqui. Às vezes, o que eles não falam em casa, eles contam aqui para a gente”, disse Alessandra. </p>
</blockquote>
<h2>Aplicação</h2>
<p>O projeto Fábrica de Sonhos, além da escuta, reúne um conjunto de práticas que colocam o estudante no centro do processo de aprendizagem. Utilizando a tecnologia, por exemplo, as crianças investigam problemas reais da comunidade e desenvolvem soluções práticas por meio da aprendizagem.</p>
<p><strong>As famílias também são parte essencial. No início do ano, participam do planejamento colaborativo, compartilham metas e projetos e definem responsabilidades junto com a escola.</strong></p>
<p>Segundo a Prefeitura do Rio de Janeiro, a metodologia aplicada na escola será incorporada em outras 350 escolas da rede municipal da cidade, com potencial para expansão para demais escolas da rede.</p>
<h2>Saberes tradicionais</h2>
<p>Na Escola Baniwa Kalipana, o <strong>aprendizado é baseado no território, na gestão ambiental e nos sistemas de conhecimento ancestrais</strong>. Os professores são todos educadores indígenas e o conhecimento é repassado também na própria língua indígena.</p>
<p>Os educadores da escola destacam que, historicamente, a educação formal não reconhecia os sistemas de conhecimento locais nem os modos de vida de muitos jovens em comunidades indígenas remotas da Amazônia. </p>
<p><strong>“Isso gerava um distanciamento cultural que aumentava a probabilidade de eles deixarem o território em busca de oportunidades externas e enfraquecia significativamente as chances de transmissão de conhecimento entre gerações”, explica o texto de apresentação da escola na premiação.</strong></p>
<p>O modelo adotado pela escola foi desenvolvido por lideranças locais Baniwa e Koripako, juntamente com as famílias, anciãos e membros da comunidade.</p>
<p>A escola baseia o ensino no sistema agrícola Káali, um sistema indígena regional milenar que conecta o cultivo da mandioca a conhecimentos ecológicos, memória, cantos, artes, espiritualidade, saúde, produção de alimentos e à vida familiar e comunitária.</p>
<p>“Esse conhecimento territorial é então integrado a disciplinas como português, matemática, história e outras exigidas nacionalmente, dentro de uma estrutura curricular que apoia explicitamente a adaptação às realidades locais e aos contextos educacionais indígenas”, diz o texto.</p>
<h2>Premiação</h2>
<p>O World’s Best School Prizes, traduzido com Prêmio Melhores Escolas do Mundo, é promovido pela plataforma T4 Education e apoiado pela Fundação Lemann, American Express e Accenture.</p>
<p><strong>O prêmio tem cinco categorias: Inovação, Ação Ambiental, Colaboração Comunitária, Superação de Adversidades e Apoio a Vidas Saudáveis.</strong></p>
<p>Após o anúncio dos finalistas, está aberta, até o dia 29 de outubro, a <a rel="nofollow" target="_blank" href="https://vote.worldsbestschool.org/" target="_blank">votação popular, pela internet</a>. <strong>Os vencedores de cada categoria serão anunciados em novembro. </strong>O prêmio, em dinheiro, é investido na escola.</p>
<p>“Essas escolas vêm de partes muito diferentes do mundo. O que elas compartilham é uma clara recusa em aceitar que uma educação de excelência seja reservada para algumas crianças e não outras”, afirmou, durante o anúncio dos finalistas, o fundador e CEO T4 Education, responsável pela premiação, Vikas Pota.</p>
<p><strong>As escolas vencedoras e finalistas serão convidadas a participar do World Schools Summit, em Londres, nos dias 16 e 17 de janeiro de 2027</strong>, reunindo educadores, formuladores de políticas públicas e lideranças do setor educacional para compartilhar experiências e boas práticas.</p>
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    </div>
<p><script async src="//www.instagram.com/embed.js"></script></p>
<p></p>
<p>Fonte: <a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/educacao/noticia/2026-06/brasil-tem-duas-escolas-finalistas-no-premio-melhores-escolas-do-mundo" target="_blank" rel="nofollow noopener">Agência Brasil EBC</a></p>
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<p>Thu, 25 Jun 2026 18:20:00 -0300</p>
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		<title>Governo cria política nacional para estudantes com altas habilidades</title>
		<link>https://weeknews.online/governo-cria-politica-nacional-para-estudantes-com-altas-habilidades/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[ricardo]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 18 Jun 2026 13:36:08 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Noticías]]></category>
		<category><![CDATA[Diário Oficial da União]]></category>
		<category><![CDATA[Educação]]></category>
		<category><![CDATA[Ensino]]></category>
		<category><![CDATA[Lei nº 15.436]]></category>
		<category><![CDATA[Ministério da Educação]]></category>
		<category><![CDATA[o texto]]></category>
		<category><![CDATA[Senado aprova projeto que cria política para estudantes superdotados]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Feed Últimas. O governo federal sancionou nesta quinta-feira (18) a Política Nacional para Estudantes com Altas Habilidades ou Superdotação. A Lei nº 15.436 cria também cadastro nacional voltado a esse público. A finalidade é assegurar a identificação precoce, o desenvolvimento integral e a inclusão plena de alunos com altas habilidades no sistema educacional brasileiro.  O texto inclui ainda aqueles com dupla excepcionalidade – quando a superdotação existe junto com outras condições, como transtornos do neurodesenvolvimento ou deficiências.  Dados do Censo Escolar de 2025 registraram cerca de 56 mil estudantes formalmente identificados com altas habilidades ou superdotação. Atendimento  Entre as principais medidas, a lei determina que os sistemas de ensino ofereçam atendimento educacional especializado, por meio de ações complementares à escolarização regular, como: programas de enriquecimento&#8230;</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<div class="welcome-container" style="text-align:center; margin:35px 0 15px 0;">
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<p>Feed Últimas.</p>

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<p><strong>O governo federal sancionou nesta quinta-feira (18) a Política Nacional para Estudantes com Altas Habilidades ou Superdotação. A <a rel="nofollow" target="_blank" href="https://www.in.gov.br/en/web/dou/-/lei-n-15.436-de-17-de-junho-de-2026-713246814" target="_blank">Lei nº 15.436</a> cria também cadastro nacional voltado a esse público.</strong></p>
<p>A finalidade é assegurar a identificação precoce, o desenvolvimento integral e a inclusão plena de alunos com altas habilidades no sistema educacional brasileiro. </p>
<p><a rel="nofollow" target="_blank" href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/politica/noticia/2026-05/senado-aprova-projeto-que-cria-politica-para-estudantes-superdotados" target="_blank">O texto </a>inclui ainda aqueles com dupla excepcionalidade – quando a superdotação existe junto com outras condições, como transtornos do neurodesenvolvimento ou deficiências. </p>
<p>Dados do Censo Escolar de 2025 registraram cerca de 56 mil estudantes formalmente identificados com altas habilidades ou superdotação.</p>
<h2>Atendimento </h2>
<p><strong>Entre as principais medidas, a lei determina que os sistemas de ensino ofereçam atendimento educacional especializado, por meio de ações complementares à escolarização regular, como:</strong></p>
<ul>
<li>programas de enriquecimento curricular;</li>
<li>aceleração de estudo;</li>
<li>agrupamento de estudantes por áreas de interesse. </li>
</ul>
<p>A norma prevê progressão educacional flexível, ao permitir avanços por disciplina ou área do conhecimento, além da possibilidade de aceleração integral da trajetória escolar. As medidas devem considerar o ritmo de aprendizagem e o desenvolvimento cognitivo e socioemocional de cada estudante.</p>
<h2>Cadastro nacional</h2>
<p><strong>O Cadastro Nacional de Estudantes com Altas Habilidades ou Superdotação ficará sob responsabilidade do <a rel="nofollow" target="_blank" href="https://www.gov.br/mec/pt-br" target="_blank">Ministério da Educação</a>. </strong></p>
<p>A finalidade é mapear e acompanhar a trajetória educacional desses alunos, para subsidiar a formulação e avaliação de políticas públicas.</p>
<p>Esse banco de dados será alimentado com informações de censos educacionais e outras bases oficiais, respeitando a legislação de proteção de dados.</p>
<h2>Participação </h2>
<p>A adesão à política será voluntária para estados, Distrito Federal e municípios, mediante formalização com o governo federal. Nos casos de adesão, a União poderá oferecer apoio técnico e financeiro para implementação das ações, conforme disponibilidade orçamentária. </p>
<p>O financiamento das iniciativas poderá incluir fontes como fundos da educação e programas de investimento público.</p>
<p>      <!-- Relacionada --></p>
<p>            <!-- Relacionada -->
    </div>
<p></p>
<p>Fonte: <a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/educacao/noticia/2026-06/governo-cria-politica-nacional-para-estudantes-com-altas-habilidades" target="_blank" rel="nofollow noopener">Agência Brasil EBC</a></p>
<p></p>
<p>Thu, 18 Jun 2026 10:31:00 -0300</p>
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		<title>Metade dos estudantes não vê debate antirracista na escola, diz estudo</title>
		<link>https://weeknews.online/metade-dos-estudantes-nao-ve-debate-antirracista-na-escola-diz-estudo/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[ricardo]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 26 May 2026 11:08:19 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Educação]]></category>
		<category><![CDATA[10.639/2003]]></category>
		<category><![CDATA[11.645/2008]]></category>
		<category><![CDATA[Câmara tem baixa atuação em pautas de igualdade racial]]></category>
		<category><![CDATA[Cultura Negra]]></category>
		<category><![CDATA[desigualdade racial]]></category>
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		<category><![CDATA[escolas]]></category>
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		<category><![CDATA[Projeto une vozes de crianças e jovens contra o racismo ambiental]]></category>
		<category><![CDATA[Saeb]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Feed Editoria. O trabalho &#8220;A herança da cultura negra na formação do Brasil&#8221;, pedido em uma escola de Brasília a uma estudante de 15 anos, não deixa de ser uma raridade, diz a mãe da aluna, a advogada Karina Berardo, mãe de dois filhos negros. “Houve uma ampliação do tema a partir do ensino médio. Isso é fato. Atualmente, creio que a pauta está mais em destaque e com um viés mais positivo”, afirma a mãe. Para ela, até o ensino fundamental, as discussões sobre raça estavam ligadas principalmente à escravidão. “Eu acho que é a primeira vez que a proposta é com essa perspectiva da contribuição do negro, mas ainda acho um pouco caricato”, afirma.  A percepção da advogada de que a temática antirracista é tratada em sala de aula de&#8230;</p>
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<p>Feed Editoria.</p>

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<div>
<p>O trabalho &#8220;A herança da cultura negra na formação do Brasil&#8221;, pedido em uma escola de Brasília a uma estudante de 15 anos, não deixa de ser uma raridade, diz a mãe da aluna, a advogada Karina Berardo, mãe de dois filhos negros.</p>
<p>“Houve uma ampliação do tema a partir do ensino médio. Isso é fato. Atualmente, creio que a pauta está mais em destaque e com um viés mais positivo”, afirma a mãe. Para ela, até o ensino fundamental, as discussões sobre raça estavam ligadas principalmente à escravidão.</p>
<blockquote>
<p>“Eu acho que é a primeira vez que a proposta é com essa perspectiva da contribuição do negro, mas ainda acho um pouco caricato”, afirma. </p>
</blockquote>
<p><strong>A percepção da advogada de que a temática antirracista é tratada em sala de aula de forma rara vai ao encontro de estudo inédito, divulgado nesta terça-feira (26), sobre a observação dos estudantes a respeito do ensino de conteúdos de temática racial nas escolas.</strong> </p>
<p>Os dados estão em levantamento inédito no Sistema de Avaliação da Educação Básica, a partir de uma parceria entre entidades como o Núcleo de Pesquisa Afro do Centro Brasileiro de Análise e Planejamento (Cebrap), e dos institutos Alana e Geledés. </p>
<p><strong>Uma das principais informações do estudo é que aproximadamente 50% dos estudantes do 9º ano do ensino fundamental e 3º ano do ensino médio no país declaram não reconhecer o debate sobre desigualdades raciais em sala de aula</strong>, mesmo com as leis <a rel="nofollow" target="_blank" href="https://legislacao.presidencia.gov.br/atos/?tipo=LEI&#038;numero=10639&#038;ano=2003&#038;ato=431MTTq10dRpWTbf4" target="_blank">10.639/2003</a> e <a rel="nofollow" target="_blank" href="https://legislacao.presidencia.gov.br/atos/?tipo=LEI&#038;numero=10639&#038;ano=2003&#038;ato=431MTTq10dRpWTbf4" target="_blank">11.645/2008</a>, que estabelecem o ensino sobre história e cultura africana, afro-brasileira e indígena nas escolas.</p>
<p><strong>O estudo “Desigualdade racial na Educação Básica: a percepção de estudantes e professores a partir do Saeb 2023” mostrou, segundo os pesquisadores, que a educação antirracista ainda não se consolidou como experiência reconhecida.</strong></p>
<h2>Iniciativas </h2>
<p><strong>Segundo a socióloga Flávia Rios, professora da Universidade de São Paulo (USP) e pesquisadora do Cebrap, a legislação antirracista nas escolas tem saído do papel, só que de forma muito irregular e dependido de algumas iniciativas de secretarias educacionais ou do Ministério da Educação. </strong></p>
<p>Ela avalia que nos últimos 20 anos, desde que a legislação foi criada, existiram múltiplos projetos que foram desenvolvidos em torno da formação de gestor e dos docentes e também mudanças de elementos do currículo. </p>
<p>Isso incluiu a temática étnico-racial para populações indígenas e negras, afrodescendentes. “A questão é que a gente não conseguiu universalizar a aplicação dessa legislação e também que essa lei tivesse consistência transdisciplinar”.</p>
<p><strong>Uma percepção da pesquisa, segundo Flávia, é que ainda existe necessidade de ampliação da legislação para cobertura, consistência e persistência no sistema curricular.</strong> Para a pesquisadora, embora todas as escolas estejam sob uma mesma legislação educacional, as privadas têm sido menos cobradas para a sua aplicação</p>
<p><strong>Isso ocasionaria mais situações de discriminação racial no sistema privado. “Essas legislações têm o objetivo de mudar mentalidades, de ensinar conteúdos, atitudes, comportamentos cidadãos, também em relação à nossa diversidade étnico-racial”. </strong></p>
<h2>Combate além da escola</h2>
<p><strong>Segundo Flávia Rios, o país precisa de monitoramento da política pública educacional.</strong></p>
<blockquote>
<p>”A pesquisa indicou que o diálogo da escola com as famílias também é importante para combater o racismo. Ela defende que são necessários esforços conjuntos.</p>
</blockquote>
<p><strong>De acordo com o estudo, há um descompasso entre o que os docentes afirmam fazer em sala de aula e o que é reconhecido pela classe estudantil</strong>. Enquanto 81,6% dos professores do 9º ano do ensino fundamental e 71,6% do 3º ano do ensino médio dizem abordar desigualdades raciais “muitas vezes” ou “sempre”, menos da metade dos alunos (46,6% do fundamental e 46,8% do médio) reconhece que a maioria ou todos os seus professores tratam do tema. </p>
<p>A pesquisadora Eliane Firmino, do Cebrap, aponta que esse descompasso, percebido pelos estudantes, traz a medida da efetividade prática. “A legislação existe, mas os dados sugerem que sua aplicação ocorre de forma heterogênea e ainda marcada por limitações da educação brasileira”.</p>
<p><strong>Ela pondera, no entanto, que as escolas particulares não são obrigadas a participar do Saeb. Isso significa que os resultados representam apenas o conjunto das instituições privadas que aderiram à avaliação. “Assim, os dados não necessariamente refletem todo o universo dessas instituições”</strong>.</p>
<h2>Percepções variam</h2>
<p>A percepção sobre a abordagem das desigualdades raciais se altera conforme a rede escolar e também sobre o perfil de estudantes. <strong>A ideia de ausência do tema é mais elevada nas escolas privadas</strong> (60,8% de estudantes no ensino fundamental e 60,8% de estudantes no ensino médio) do que na rede pública (51,4 % de estudantes no ensino fundamental e 51,9% de estudantes no ensino médio);</p>
<p><strong>Pessoas brancas na educação básica apresentam maior proporção de respostas indicando que o debate racial não é reconhecido</strong> (53,5 % no ensino fundamental e 55,4% no ensino médio), em comparação a pessoas pretas (50 % no ensino fundamental e 51,2 no ensino médio), pardas (50,5 % no ensino fundamental e 50,2% no ensino médio) e indígenas (49,5% no ensino fundamental e 46,8% no ensino médio).</p>
<blockquote>
<p>“A educação antirracista não deve ser entendida apenas como uma política voltada para estudantes negros, mas como uma formação cidadã para todos os grupos sociais”, diz Eliane Firmino.</p>
</blockquote>
<h2>Fiscalização é necessária </h2>
<p><strong>De acordo com a coordenadora do Programa de Educação e Pesquisa do Instituo Geledés, Suelaine Carneiro, é necessária, antes de mais nada, fiscalização</strong>. “A gente precisa que haja um monitoramento, ações coordenadas, material didático e formação de professores”, considera.</p>
<p>Ela alerta para a necessidade de engajamento de professores não negros com o tema.</p>
<blockquote>
<p>“Quando a gente fala sobre educação das relações étnico-raciais, é para ensinar crianças negras, brancas, indígenas e amarelas sobre o respeito e também a compreensão das contribuições dos diferentes grupos raciais na construção da nação brasileira. </p>
</blockquote>
<p>A analista de relações governamentais do Instituto Alana, Beatriz Benedito, ressalta que os dados permitem afirmar que é preciso apoio para institucionalização das politicas de educação para relações étnico-raciais, de forma que crianças e adolescentes se reconheçam como sujeitos ativos no ensino da história e cultura negra e indígena. ”Por isso, é importante que governos se mobilizem”.</p>
<p><strong>No estudo, os pesquisadores observaram que, além de monitoramento e avaliação permanente da implementação das leis, é necessário o fortalecimento da formação continuada de professores e equipes gestoras em educação</strong>. A pesquisa ainda recomenda ampliar a diversidade racial no corpo docente, promover o uso de materiais e recursos pedagógicos com intencionalidade e incentivar a criação de espaços de diálogo entre docentes e quem estuda o tema.</p>
<h2>Longo prazo</h2>
<p>O tratamento de temas de forma episódica, como em 20 de novembro (Dia da Consciência Negra) foi percebido também na casa da família da servidora pública Juliana Couto, de 48 anos. Ela tem duas filhas (de sete e 15 anos de idade) e explica que as meninas já foram vítimas de preconceito. Juliana defende a presença de mais professores negros nas escolas.</p>
<p>“Acho que é uma busca em longo prazo. Talvez minhas bisnetas possam se beneficiar dessas pequenas sementes plantadas neste momento”, afirma. Formada em direito e pesquisadora da temática antirracista, Juliana entende que, mesmo assim, o cenário melhorou muito. “Posso falar pela minha experiência. Quando era criança e adolescente, vivi uma realidade racial totalmente diferente do que elas vivem. Nem sequer se falava sobre isso ou se discutia”, afirma.</p>
<p>      <!-- Relacionada --></p>
<p>            <!-- Relacionada -->
    </div>
<p></p>
<p>Fonte: <a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/educacao/noticia/2026-05/metade-dos-estudantes-nao-ve-debate-antirracista-na-escola-diz-estudo" target="_blank" rel="nofollow noopener">Agência Brasil EBC</a></p>
<p></p>
<p>Tue, 26 May 2026 07:42:00 -0300</p>
<p></p>

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		<item>
		<title>Lula diz que país não precisa de escola cívico-militar na educação</title>
		<link>https://weeknews.online/lula-diz-que-pais-nao-precisa-de-escola-civico-militar-na-educacao/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[ricardo]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 14 Apr 2026 21:36:23 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Pesquisa e Inovação]]></category>
		<category><![CDATA[Educação]]></category>
		<category><![CDATA[educação pública]]></category>
		<category><![CDATA[Ensino]]></category>
		<category><![CDATA[escola cívico-militar]]></category>
		<category><![CDATA[Lula]]></category>
		<category><![CDATA[Lula critica ameaças de Trump ao mundo e defende papa Leão XIV]]></category>
		<category><![CDATA[Lula defende previdência social para profissionais de aplicativos]]></category>
		<category><![CDATA[Lula lidera comitiva à Europa para encontros políticos e comerciais]]></category>
		<category><![CDATA[Plano Nacional de Educação]]></category>
		<category><![CDATA[Plano Nacional de Educação (PNE)]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Feed Últimas. Ao sancionar o Plano Nacional de Educação (PNE), nesta terça-feira (14), no Palácio do Planalto, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva afirmou que o documento mostra que o Brasil não precisa, na educação pública e gratuita, a expansão de escolas cívico-militares. “Quando uma menina ou um menino resolverem seguir a sua carreira militar, eles vão se preparar militarmente. Mas enquanto eles quiserem estudar, eles têm que estudar a mesma coisa que estudam 220 milhões de brasileiros sob a orientação do Ministério da Educação deste país”, defendeu. Notícias relacionadas: Lula defende previdência social para profissionais de aplicativos. Lula critica ameaças de Trump ao mundo e defende papa Leão XIV. Lula lidera comitiva à Europa para encontros políticos e comerciais. Lula avaliou que o&#8230;</p>
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Feed Últimas.<br />
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 </p>
<p><p style="text-align:center">
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				</p>
<p>Ao sancionar o <a rel="nofollow" target="_blank" href="https://www.gov.br/mec/pt-br/pne" target="_blank">Plano Nacional de Educação (PNE)</a>, nesta terça-feira (14), no Palácio do Planalto, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva afirmou que o documento mostra que o Brasil não precisa, na educação pública e gratuita, a expansão de escolas cívico-militares.<img decoding="async" src="https://weeknews.online/wp-content/uploads/2026/04/1776202583_235_ebc.png" style="width:1px;height:1px;display:inline" /><img decoding="async" src="https://weeknews.online/wp-content/uploads/2026/04/1776202583_569_ebc.gif" style="width:1px;height:1px;display:inline" /></p>
<p>“Quando uma menina ou um menino resolverem seguir a sua carreira militar, eles vão se preparar militarmente. Mas enquanto eles quiserem estudar, eles têm que estudar a mesma coisa que estudam 220 milhões de brasileiros sob a orientação do Ministério da Educação deste país”, defendeu.</p>
<p><h3>Notícias relacionadas:</h3>
<ul>
<li>Lula defende previdência social para profissionais de aplicativos.</li>
<li>Lula critica ameaças de Trump ao mundo e defende papa Leão XIV.</li>
<li>Lula lidera comitiva à Europa para encontros políticos e comerciais.</li>
</ul>
<p>Lula avaliou que o plano, que ele chamou de obra-prima, reafirma o compromisso para ser colocado em prática em 10 anos. Ele ponderou que é necessário que a sociedade brasileira assuma a responsabilidade sobre os resultados e que haja vigilância para o cumprimento das metas. </p>
<p><strong>O plano prevê 19 objetivos com acompanhamento das metas a cada dois anos nas áreas de educação infantil, alfabetização e ensinos fundamental e médio.</strong> </p>
<p>Também inclui a educação integral e inclusiva, educação profissional e tecnológica, ensino superior, estrutura e funcionamento da educação básica. </p>
<blockquote>
<p>“Nós temos a responsabilidade de não permitir que ninguém, quem quer que seja, do partido que seja, com a altura que tiver ou da cor que tiver, tenha o desmazelo de não executar o que está previsto”, afirmou Lula. </p>
</blockquote>
<h2>Investimento</h2>
<p>Entre as metas do PNE, está a ampliação do investimento público em educação dos atuais 5,5% do PIB para 7,5% em 7 anos, chegando a 10% no final de 2036. </p>
<p><strong>Na educação infantil, o objetivo é universalizar a pré-escola em até 2 anos e atender 100% da demanda por creches, alfabetizar todas as crianças até o final do segundo ano do ensino fundamental e ampliar a jornada para no mínimo 7 horas diárias, alcançando 50% das escolas públicas em 5 anos e atingindo 65% até 2036.</strong></p>
<p>Lula entende que é necessário fiscalizar em vista de que “nunca houve muita vontade com a educação nesse país”. </p>
<p><strong>O presidente alertou que há o desafio de convencer uma criança ou um adolescente a estudar e a gostar da escola.</strong> </p>
<p>“Nós é que temos que convencê-lo da importância da educação na formação da vida dele”, afirmou.</p>
<h2>Críticas</h2>
<p>O presidente criticou “gente formada” que considera que a educação seria para poucos. </p>
<p>“Esse país já teve gente que achou que ele deveria ser governado só para 35% da população. O restante é de invisíveis. Não pense que todo mundo gosta quando a gente fala de educação. Não pense que todo mundo gostou quando a gente falou de cota”. </p>
<p><strong>O presidente disse ainda que há oposição ao discurso sobre a necessidade de garantir acesso à universidade para indígenas e quilombolas.</strong> </p>
<p>“Nós é que temos que convencer as pessoas. Porque, se a gente não convencer, as pessoas ficam vulneráveis a qualquer discurso, por mais imbecil que seja”, lamentou.</p>
<p><strong>Lula defendeu que a sociedade esteja atenta e que se torna fundamental a reação a violações de direitos nessa área.</strong> </p>
<p>“Quantas vezes nós ficamos indignados com a destruição das nossas universidades e não houve nenhuma reação? Quantas vezes nós ficamos indignados com o fim da bolsa de estudo das universidades e não houve reação?”, questionou Lula.</p>
<h2>Metas</h2>
<p><strong>Para o ensino médio e técnico, o novo plano prevê a expansão das matrículas da educação profissional, técnica, atingindo 50% dos estudantes do ensino médio, sendo metade na rede pública, além de universalizar o acesso à internet de alta velocidade em todas as escolas públicas.</strong> </p>
<p>No ensino superior, a meta é aumentar para 40% o acesso de jovens de 18 a 24 anos e qualificar professores com 95% de mestres e doutores. </p>
<h2>Melhor plano</h2>
<p>O ministro da Educação, Leonardo Barchini, ressaltou que <strong>esse é o melhor plano nacional de educação já apresentado com foco na equidade e na qualidade do ensino</strong>.</p>
<p>“Pela primeira vez, nós traçamos vários objetivos diferentes, traçamos metas específicas que lidam com a qualidade e que dizem respeito à educação inclusiva, à educação indígena, quilombola, do campo e da linguagem de sinais”, disse.</p>
<p> Luiz Claudio Ferreira &#8211; Repórter da Agência Brasil , Feed Últimas. </p>
<p>Fonte: <a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/educacao/noticia/2026-04/lula-diz-que-pais-nao-precisa-de-escola-civico-militar-na-educacao">Agencia brasil EBC.</a>.</p>
<p>Tue, 14 Apr 2026 18:10:00 -0300 </p>

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		<item>
		<title>Educação profissional no Brasil cresce mais de 68% em cinco anos</title>
		<link>https://weeknews.online/educacao-profissional-no-brasil-cresce-mais-de-68-em-cinco-anos/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[ricardo]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 28 Feb 2026 11:21:46 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Pesquisa e Inovação]]></category>
		<category><![CDATA[5% de cobertura; atraso escolar cai]]></category>
		<category><![CDATA[Censo Escolar 2025]]></category>
		<category><![CDATA[Censo registra queda de 1 milhão de matrículas na educação básica]]></category>
		<category><![CDATA[Educação]]></category>
		<category><![CDATA[Educação Profissional]]></category>
		<category><![CDATA[Ensino]]></category>
		<category><![CDATA[Ensino fundamental atinge 99]]></category>
		<category><![CDATA[Inep]]></category>
		<category><![CDATA[MEC]]></category>
		<category><![CDATA[página eletrônica de resultados do Inep]]></category>
		<category><![CDATA[Programa de Pleno Pagamento de Dívidas dos Estados (Propag)]]></category>
		<category><![CDATA[Programa Juros por Educação]]></category>
		<category><![CDATA[tecnologia]]></category>
		<category><![CDATA[Um em cada quatro alunos da rede pública estuda em tempo integral]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Feed Últimas. O Censo Escolar 2025, realizado anualmente pelo Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira (Inep), mostra evolução no número de matrículas da educação profissional e tecnológica (EPT). Os dados apontam para um salto 68,4% em cinco anos. Em 2021, o país contabilizava 1.892.458 matrículas totais. Em 2025, esse número atingiu a marca de 3.187.976 alunos. Notícias relacionadas: Censo registra queda de 1 milhão de matrículas na educação básica. Um em cada quatro alunos da rede pública estuda em tempo integral. Ensino fundamental atinge 99,5% de cobertura; atraso escolar cai . Os dados da primeira etapa do Censo Escolar 2025 foram divulgados na quinta-feira (26), em Manaus, pelo Ministério da Educação (MEC) e o Inep. Políticas públicas O ritmo de crescimento da&#8230;</p>
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				</p>
<p>O Censo Escolar 2025, realizado anualmente pelo Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira (Inep), mostra evolução no número de matrículas da educação profissional e tecnológica (EPT). Os dados apontam para um salto 68,4% em cinco anos.<img decoding="async" src="https://weeknews.online/wp-content/uploads/2026/02/1772277706_68_ebc.png" style="width:1px;height:1px;display:inline" /><img decoding="async" src="https://weeknews.online/wp-content/uploads/2026/02/1772277706_486_ebc.gif" style="width:1px;height:1px;display:inline" /></p>
<p><strong>Em 2021, o país contabilizava 1.892.458 matrículas totais. Em 2025, esse número atingiu a marca de 3.187.976 alunos.</strong></p>
<p><h3>Notícias relacionadas:</h3>
<ul>
<li>Censo registra queda de 1 milhão de matrículas na educação básica.</li>
<li>Um em cada quatro alunos da rede pública estuda em tempo integral.</li>
<li>Ensino fundamental atinge 99,5% de cobertura; atraso escolar cai .</li>
</ul>
<p>Os dados da primeira etapa do Censo Escolar 2025 foram divulgados na quinta-feira (26), em Manaus, pelo Ministério da Educação (MEC) e o Inep.</p>
<h2>Políticas públicas</h2>
<p>O ritmo de crescimento da educação profissional e tecnológica (EPT) foi acelerado, principalmente a partir de 2023.</p>
<p><strong>Segundo o MEC, o aumento reflete a implementação de políticas públicas que buscam tornar o ensino médio mais atrativo e diretamente conectado às necessidades do mercado de trabalho.</strong></p>
<p>O ministro da Educação, Camilo Santana, aponta que o <a rel="nofollow" target="_blank" href="https://www.gov.br/mec/pt-br/juros-por-educacao" target="_blank">Programa Juros por Educação</a>, criado em 2025, deve aumentar de vagas em cursos técnicos em todo o Brasil.</p>
<p>A iniciativa integra o Programa de Pleno Pagamento de Dívidas dos Estados (Propag) e tem o objetivo de estimular os estados a investirem na oferta de novas vagas gratuitas em cursos técnicos integrados e concomitantes ao ensino médio, inclusive na modalidade de educação de jovens e adultos (EJA), em cursos técnicos na forma subsequente e, também, na melhoria da infraestrutura das redes estaduais e na formação docente. Até o momento, 22 estados aderiram ao programa.</p>
<p><strong>&#8220;A expectativa é que tenhamos o investimento de R$ 8 bilhões no Propag neste ano, o que vai possibilitar o aumento de 600 mil vagas no ensino técnico do ensino médio em 2026&#8221;, projeta o ministro da Educação, Camilo Santana.</strong></p>
<p>Para o gerente de Articulação, Advocacy, Monitoramento e Avaliação do Itaú Educação e Trabalho, Diogo Jamra, a educação profissional e tecnológica é um passo ousado e que vai exigir de todas as redes de educação estaduais estratégia, planejamento e ações para dar conta desse aumento de vagas e oferecer aos estudantes uma educação com qualidade. </p>
<p>&#8220;É uma janela de oportunidade nunca antes vista no país e que contribui grandemente para o desenvolvimento social e econômico do Brasil&#8221;, avalia.</p>
<h2>Distribuição de matrículas</h2>
<p><strong>O censo detalha também a participação de cada esfera administrativa (estadual, federal e municipal) na oferta de vagas na educação profissional e tecnológica.</strong></p>
<p>As redes estaduais de ensino concentraram 81,7% das matrículas na educação profissional pública, em 2025.</p>
<p>A rede federal composta, por exemplo, pelos institutos federais (IF) e unidades de ensino técnico que operam vinculadas a universidades federais, responde por 15,4% das matrículas.</p>
<p>A rede municipal registra a menor fatia, com apenas 2,8% de atendimento.</p>
<h2>Modalidade de ensino</h2>
<p><strong>Os cursos técnicos podem ser desenvolvidos de forma articulada e integrada com o ensino médio.</strong> Pode ser concomitante com o ensino médio para os estudantes que vão iniciá-lo ou já estejam cursando essa etapa de ensino. </p>
<p>Há, ainda, o modelo de ensino subsequente, para aqueles estudantes que concluíram o ensino médio.</p>
<p>A oferta pode ser tanto na mesma escola quanto em instituições de ensino distintas.</p>
<p><strong>O Censo Escolar 2025 mostrou que o modelo de ensino médio articulado ao itinerário formativo técnico profissional (curso técnico junto com o ensino médio) é líder absoluto, somando 1.200.606 matrículas, em 2025.</strong></p>
<p><strong>Logo em seguida, destacam-se, no ano passado:</strong></p>
<ul>
<li>curso técnico subsequente, com 832.032 alunos, que atende aqueles que já concluíram o ensino médio e buscam especialização;</li>
<li>itinerário formativo articulado (qualificação profissional): registrou 517.422 matrículas;</li>
<li>ensino médio na modalidade do magistério tive 32.529 matrículas.</li>
</ul>
<p>O gerente de Articulação, Advocacy, Monitoramento e Avaliação do Itaú Educação e Trabalho, Diogo Jamra, celebra o aumento de 57% nas matrículas da Educação Profissional e Tecnológica integrada ao ensino médio, no comparativo de 2025 com 2024. </p>
<p>“O crescimento foi ainda maior, de 61,04% na rede pública. Esses dados nos mostram um crescimento acelerado e de forma consistente da EPT no Brasil”, comemora.</p>
<p><strong>Os cursos de Formação Inicial e Continuada (FIC) integrados à modalidade Educação de Jovens e Adultos (EJA) no ensino médio somaram, em 2025, mais de 134,9 mil matrículas, o que também reforça a requalificação para públicos que estão fora da idade escolar regular.</strong></p>
<h2>Estados</h2>
<p>O Censo Escolar 2025 registra que a média nacional é de 20,1% para a razão entre matrículas de cursos técnicos articulados e o total de matrículas do ensino médio regular na rede pública.</p>
<p>Com base nos dados censitários, o coordenador de Estatísticas Educacionais, Indicadores e Controle de qualidade do Censo da Educação Superior da Diretoria de Estatísticas do Inep (Deed), Fábio Pereira Bravin, compara o crescimento. <strong>“Saímos de uma condição diante da pandemia, de que apenas 10% das matrículas do ensino médio estavam associadas à educação profissional. Em 2025, nós dobramos o número de matrículas na modalidade, e chegamos a 20,1%&#8221;.</strong></p>
<p>O Piauí lidera o ranking nacional de integração entre ensino médio e educação profissional e atinge a marca histórica de 68,8% de articulação técnica na rede pública. O estado tem um índice aproximadamente 3,4 vezes a média do Brasil.</p>
<p><strong>No topo do ranking, também aparecem:</strong></p>
<ul>
<li>Paraíba: 34,7%;</li>
<li>Acre: 34,1%;</li>
<li>Paraná: 32,9%;</li>
<li>Espírito Santo: 32,5%.</li>
</ul>
<p>Na outra ponta da tabela, o Amazonas (5,2%) e o Distrito Federal (6,9%) apresentam os menores índices de integração técnica na rede pública.</p>
<h2>Áreas mais procuradas</h2>
<p>A pesquisa computa que o setor de educação profissional técnica de nível médio no Brasil revela uma concentração significativa em áreas ligadas ao mercado corporativo e à saúde. </p>
<p>​<strong>Os quatro principais eixos tecnológicos que lideraram as matrículas no país, em 2025, foram:</strong></p>
<ul>
<li>​gestão e negócios: é o líder, com 28,9% das matrículas, somando 534.056 estudantes no ensino público e mais 177.015 no privado;</li>
<li>ambiente e saúde: ocupa a segunda posição, com 711.071 (sendo 177.671 matrículas públicas e 326.327 na rede privada);</li>
<li>informação e comunicação: o eixo conta com 424.628 alunos (348.698 alunos na rede pública e 75.930 na privada);</li>
<li>controle e processos industriais: registra 292.383 estudantes (159.767 matrículas públicas e 132.616 privadas.</li>
</ul>
<p><strong>Dentro desses eixos, as carreiras que atraem mais estudantes para EPT são:</strong></p>
<ul>
<li>​administração (eixo gestão e negócios): é o curso mais procurado da lista, com um total de 395.059 alunos, sendo amplamente ofertado pela rede pública (327.924).</li>
<li>enfermagem (eixo ambiente e saúde): soma 298.699 matrículas e tem forte predominância da rede privada, com 241.455 desses alunos.</li>
<li>informática (eixo informação e comunicação): registra 167.134 estudantes, sendo 141.593 matrículas na rede pública;</li>
<li>desenvolvimento de sistemas (eixo informação e comunicação): com 150.864 matriculados.</li>
</ul>
<p><strong>O gerente de Articulação, Advocacy, Monitoramento e Avaliação do Itaú Educação e Trabalho, Diogo Jamra, ressalta que essa é uma etapa escolar extremamente importante para a formação das juventudes do Brasil, como um caminho para a inserção no mundo do trabalho de forma digna.</strong> </p>
<p>“A educação profissional e tecnológica não encerra a evolução educacional do estudante, pelo contrário, o impulsiona a continuar os estudos e, se tiver interesse, cursar o ensino superior&#8221;, disse.</p>
<h2>​Censo</h2>
<p><strong>O Censo Escolar 2025 apresenta dados sobre escolas, professores, gestores, turmas e alunos de todas as etapas e modalidades de ensino da educação básica.</strong> Os dados são utilizados para formulação, monitoramento e avaliação de políticas públicas.</p>
<p>Para consultar os dados da primeira etapa do Censo Escolar 2025, acesse a <a rel="nofollow" target="_blank" href="https://www.gov.br/inep/pt-br/areas-de-atuacao/pesquisas-estatisticas-e-indicadores/censo-escolar/resultados" target="_blank">página eletrônica de resultados do Inep</a>.</p>
<p> Daniella Almeida &#8211; Repórter da Agência Brasil , Feed Últimas. </p>
<p>Fonte: <a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/educacao/noticia/2026-02/educacao-profissional-no-brasil-cresce-mais-de-68-em-cinco-anos">Agencia brasil EBC.</a>.</p>
<p>Sat, 28 Feb 2026 08:16:00 -0300 </p>

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		<item>
		<title>Fies: prazo para complementar inscrições postergadas começa hoje</title>
		<link>https://weeknews.online/fies-prazo-para-complementar-inscricoes-postergadas-comeca-hoje/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[ricardo]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 14 Jan 2026 14:32:44 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Noticías]]></category>
		<category><![CDATA[documentação exigida]]></category>
		<category><![CDATA[Educação]]></category>
		<category><![CDATA[Ensino]]></category>
		<category><![CDATA[Fies]]></category>
		<category><![CDATA[financiamento]]></category>
		<category><![CDATA[gov.br.]]></category>
		<category><![CDATA[Inep divulga lista de espera para vagas remanescentes do Fies 2025]]></category>
		<category><![CDATA[MEC]]></category>
		<category><![CDATA[publicados no dia 8 de janeiro]]></category>
		<category><![CDATA[sistema Fies Seleção]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Feed Últimas. Está aberto o prazo para a complementação das inscrições do Fundo de Financiamento Estudantil (Fies), para o primeiro semestre de 2026. O procedimento poderá ser realizado até sexta-feira (16) e vale para os estudantes que tiveram a conclusão da inscrição postergada nos processos seletivos do primeiro ou segundo semestre de 2025. A complementação deve ser feita no sistema Fies Seleção, por meio do com CPF e senha cadastrados na conta gov.br. Notícias relacionadas: Inep divulga lista de espera para vagas remanescentes do Fies 2025. É necessário também validar a documentação exigida na instituição de ensino superior para a qual foi pré-selecionado. A entrega física ou eletrônica deve ser feita à Comissão Permanente de Supervisão e Acompanhamento (CPSA), em no máximo cinco dias úteis. &#8230;</p>
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				</p>
<p>Está aberto o prazo para a complementação das inscrições do Fundo de Financiamento Estudantil (Fies), para o primeiro semestre de 2026. <strong>O procedimento poderá ser realizado até sexta-feira (16) e vale para os estudantes que tiveram a conclusão da inscrição postergada nos processos seletivos do primeiro ou segundo semestre de 2025.</strong><img decoding="async" src="https://weeknews.online/wp-content/uploads/2026/01/1768401164_390_ebc.png" style="width:1px;height:1px;display:inline" /><img decoding="async" src="https://weeknews.online/wp-content/uploads/2026/01/1768401164_999_ebc.gif" style="width:1px;height:1px;display:inline" /></p>
<p>A complementação deve ser feita no <a rel="nofollow" target="_blank" href="https://fiesselecaoaluno.mec.gov.br/usuario-login" target="_blank">sistema Fies Seleção</a>, por meio do com CPF e senha cadastrados na conta <a rel="nofollow" target="_blank" href="https://www.gov.br/pt-br" target="_blank">gov.br</a>.</p>
<p><h3>Notícias relacionadas:</h3>
<ul>
<li>Inep divulga lista de espera para vagas remanescentes do Fies 2025.</li>
</ul>
<p>É necessário também validar a <a rel="nofollow" target="_blank" href="https://www.gov.br/mec/pt-br/fies/comissao-permanente-de-supervisao-e-acompanhamento-cpsa" target="_blank">documentação exigida</a> na instituição de ensino superior para a qual foi pré-selecionado. A entrega física ou eletrônica deve ser feita à Comissão Permanente de Supervisão e Acompanhamento (CPSA), em no máximo cinco dias úteis. </p>
<p>Em até dez dias após o terceiro dia útil da validação, as informações deverão ser validadas também por um agente financeiro, que realizará a contratação do financiamento conforme disponibilidade.</p>
<p>Todos os requisitos, prazos e procedimentos para a complementação das inscrições foram <a rel="nofollow" target="_blank" href="https://www.gov.br/mec/pt-br/fies/legislacao/2026" target="_blank">publicados no dia 8 de janeiro</a>, em edital do Ministério da Educação.</p>
<h2>Financiamento</h2>
<p>Criado em 2001, o Fies concede financiamento a estudantes de cursos de graduação em instituições de educação superior privadas que aderiram ao programa e possuem avaliação positiva no Sistema Nacional de Avaliação da Educação Superior (Sinaes). Para participar, o candidato precisa ter realizado o Exame Nacional do Ensino Médio (Enem), a partir da edição de 2010, sem ter zerado a redação e com pontuação média igual ou superior a 450 pontos.</p>
<p>Candidatos com renda familiar per capita de até meio salário-mínimo, inscritos e ativos no Cadastro Único para Programas Sociais do Governo Federal (CadÚnico) têm 50% das vagas reservadas, por meio do Fies Social. Modalidade, que permite o financiamento de até 100% dos encargos educacionais.</p>
<p> Agência Brasil , Feed Últimas. </p>
<p>Fonte: <a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/educacao/noticia/2026-01/fies-prazo-para-complementar-inscricoes-postergadas-comeca-hoje">Agencia brasil EBC.</a>.</p>
<p>Wed, 14 Jan 2026 11:01:00 -0300 </p>

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		<title>Número de professores temporários no Brasil é maior que na OCDE</title>
		<link>https://weeknews.online/numero-de-professores-temporarios-no-brasil-e-maior-que-na-ocde/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[ricardo]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 06 Oct 2025 22:56:06 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Educação]]></category>
		<category><![CDATA[8 mil vagas de pós-graduação gratuita para professores]]></category>
		<category><![CDATA[contrato de trabalho]]></category>
		<category><![CDATA[contrato permanente]]></category>
		<category><![CDATA[contrato temporário]]></category>
		<category><![CDATA[Ensino]]></category>
		<category><![CDATA[escolas]]></category>
		<category><![CDATA[MEC oferta 7]]></category>
		<category><![CDATA[OCDE]]></category>
		<category><![CDATA[Professora de Gaza destaca esforço para manter ensino em meio à guerra]]></category>
		<category><![CDATA[Professores]]></category>
		<category><![CDATA[Sete em cada 10 alunos do ensino médio usam IA generativa em pesquisas]]></category>
		<category><![CDATA[Talis]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://weeknews.online/numero-de-professores-temporarios-no-brasil-e-maior-que-na-ocde/</guid>

					<description><![CDATA[<p>. No Brasil, aproximadamente dois a cada três professores têm contratos permanentes nas escolas onde trabalham. Os demais estão em cargos substitutos ou temporários que, por vezes, têm duração de menos de 1 ano. Os dados são da Pesquisa Internacional sobre Ensino e Aprendizagem 2024 (Talis), divulgada nesta segunda-feira (6) pela Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Econômico (OCDE). A pesquisa, feita a partir de entrevistas com professores e diretores, principalmente dos anos finais do ensino fundamental, do 6º ao 9º ano, compara a educação em 53 países. Notícias relacionadas: Professora de Gaza destaca esforço para manter ensino em meio à guerra. Sete em cada 10 alunos do ensino médio usam IA generativa em pesquisas. MEC oferta 7,8 mil vagas de pós-graduação gratuita para professores.&#8230;</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div class="welcome-container">
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				</p>
<p>No Brasil, aproximadamente dois a cada três professores têm contratos permanentes nas escolas onde trabalham. Os demais estão em cargos substitutos ou temporários que, por vezes, têm duração de menos de 1 ano. Os dados são da Pesquisa Internacional sobre Ensino e Aprendizagem 2024 (Talis), divulgada nesta segunda-feira (6) pela Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Econômico (OCDE).<img decoding="async" src="https://weeknews.online/wp-content/uploads/2025/10/1759791366_460_ebc.png" style="width:1px;height:1px;display:inline" /><img decoding="async" src="https://weeknews.online/wp-content/uploads/2025/10/1759791366_657_ebc.gif" style="width:1px;height:1px;display:inline" /></p>
<p><strong>A pesquisa, feita a partir de entrevistas com professores e diretores, principalmente dos anos finais do ensino fundamental, do 6º ao 9º ano, compara a educação em 53 países.</strong></p>
<p><h3>Notícias relacionadas:</h3>
<ul>
<li>Professora de Gaza destaca esforço para manter ensino em meio à guerra.</li>
<li>Sete em cada 10 alunos do ensino médio usam IA generativa em pesquisas.</li>
<li>MEC oferta 7,8 mil vagas de pós-graduação gratuita para professores.</li>
</ul>
<p>De acordo com os resultados, enquanto no Brasil 64% dos professores têm contratos permanentes nas escolas onde trabalham, entre os países da OCDE a média é superior, com 81% dos docentes com contratos permanentes. No Brasil, a porcentagem desse tipo de contrato inclusive caiu 16 pontos percentuais em 2024, em relação à última pesquisa, de 2018.</p>
<p><strong>Segundo o estudo, contratos permanentes dão mais segurança aos professores e, consequentemente, têm impacto no ensino.</strong> </p>
<p>“Como a maior parte dos funcionários, a maioria dos professores busca estabilidade no emprego. Um componente importante da segurança no emprego dos professores é a sua modalidade de contrato. Os contratos permanentes não têm duração limitada, enquanto os contratos por prazo determinado têm duração específica. O emprego temporário envolve algum grau de insegurança e imprevisibilidade, o que pode causar tensão e impedir que alguns funcionários funcionem de forma ideal em seu ambiente de trabalho”, aponta a pesquisa.</p>
<p><strong>Entre os países com dados disponíveis, o Brasil aparece como o quinto pior no ranking, superando apenas Xangai, na China, com 33% dos professores das escolas com contratos permanentes; Emirados Árabes Unidos (34%), Bahrein (55%) e Costa Rica (56%).</strong> Na outra ponta, estão Dinamarca, Letônia e França, com porcentagens de contratos permanentes próximos a 100%.</p>
<h2>Condições de trabalho</h2>
<p>A pesquisa mostra que, no Brasil, menos de um a cada quatro professores, 22%, estão satisfeitos com o salário que recebem. Essa porcentagem aumentou quatro pontos percentuais desde 2018. A parcela, no entanto, ainda é inferior à média da OCDE, que é de 39% dos professores satisfeitos com o que recebem.</p>
<p><strong>Em relação ao salário, o Brasil aparece no quinto pior lugar do ranking entre os países com esse dado disponível.</strong> Na frente de Malta, em último lugar, com menos de 10% dos professores satisfeitos, Portugal, Islândia e Turquia.</p>
<p>Levando em consideração outros aspectos do contrato, como benefícios, carga horária, entre outros, o Brasil também aparece na parte inferior do ranking, com o terceiro pior lugar, caindo de 52% dos professores satisfeitos em 2018 para 44% satisfeitos com as condições de trabalho. A média da OCDE é de 68%.</p>
<p>Nesse aspecto, o relatório mostra que enquanto na Áustria, Bulgária, Colômbia, República Checa, Letônia, Polônia, Romênia, República Eslovaca e Uzbequistão pelo menos 80% dos professores estão satisfeitos com as suas condições de trabalho (excluindo salários), menos de 40% relatam o mesmo no Japão e em Portugal, únicos países superados pelo Brasil.</p>
<p><strong>“A remuneração desempenha um papel importante na atração e retenção de professores, garantindo que seu trabalho seja financeiramente sustentável e competitivo com outras profissões”, explica a pesquisa Talis.</strong></p>
<p>A Talis foi feita no Brasil pela quarta vez, entre os meses de junho e julho de 2024. Os estudos foram conduzidos pelo Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira (Inep), com a colaboração das secretarias de Educação das 27 Unidades Federativas.</p>
<p> Mariana Tokarnia – Repórter da Agência Brasil , . </p>
<p>Fonte: <a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/educacao/noticia/2025-10/numero-de-professores-temporarios-no-brasil-e-maior-que-na-ocde">Agencia brasil EBC.</a>.</p>
<p>Mon, 06 Oct 2025 19:01:00 -0300 </p>

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		<title>Veto a celular leva 80% dos alunos a prestar mais atenção nas aulas</title>
		<link>https://weeknews.online/veto-a-celular-leva-80-dos-alunos-a-prestar-mais-atencao-nas-aulas/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[ricardo]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 24 Sep 2025 22:18:05 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Educação]]></category>
		<category><![CDATA[>> Siga o canal da Agência Brasil no WhatsApp]]></category>
		<category><![CDATA[Celulares]]></category>
		<category><![CDATA[desempenho escolar e socialização melhoram no Rio]]></category>
		<category><![CDATA[Ensino]]></category>
		<category><![CDATA[Mais de 300 celulares são apreendidos em mercado popular do Rio]]></category>
		<category><![CDATA[mas não é suficiente]]></category>
		<category><![CDATA[pesquisa]]></category>
		<category><![CDATA[Proibição de celular na escola é bem-vinda]]></category>
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		<category><![CDATA[salas de aula]]></category>
		<category><![CDATA[Sem celulares]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>. Mais de 80% dos estudantes brasileiros afirmam que têm prestado mais atenção nas aulas depois da restrição ao uso de celulares em salas de aula. A percepção de impacto positivo é maior nos anos iniciais do Ensino Fundamental I, com 88% afirmando prestar mais atenção nas aulas. No Ensino Médio, 70% disseram perceber mudanças para melhor sem os celulares. Notícias relacionadas: Sem celulares, desempenho escolar e socialização melhoram no Rio. Mais de 300 celulares são apreendidos em mercado popular do Rio. Proibição de celular na escola é bem-vinda, mas não é suficiente. Os dados fazem parte de pesquisa realizada pela Frente Parlamentar Mista da Educação, em parceria com o Equidade.info, iniciativa do Lemann Center da Stanford Graduate School of Education. O estudo mostra, também,&#8230;</p>
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<p><strong>Mais de 80% dos estudantes brasileiros afirmam que têm prestado mais atenção nas aulas depois da restrição ao uso de celulares em salas de aula. </strong><img decoding="async" src="https://weeknews.online/wp-content/uploads/2025/09/1758752285_81_ebc.png" style="width:1px;height:1px;display:inline" /><img decoding="async" src="https://weeknews.online/wp-content/uploads/2025/09/1758752285_766_ebc.gif" style="width:1px;height:1px;display:inline" /></p>
<p>A percepção de impacto positivo é maior nos anos iniciais do Ensino Fundamental I, com 88% afirmando prestar mais atenção nas aulas. No Ensino Médio, 70% disseram perceber mudanças para melhor sem os celulares.</p>
<p><h3>Notícias relacionadas:</h3>
<ul>
<li>Sem celulares, desempenho escolar e socialização melhoram no Rio.</li>
<li>Mais de 300 celulares são apreendidos em mercado popular do Rio.</li>
<li>Proibição de celular na escola é bem-vinda, mas não é suficiente.</li>
</ul>
<p>Os dados fazem parte de pesquisa realizada pela Frente Parlamentar Mista da Educação, em parceria com o Equidade.info, iniciativa do <em>Lemann Center da Stanford Graduate School of Education.</em></p>
<p><strong>O estudo mostra, também, que 77% dos gestores e 65% dos professores relataram diminuição do <em>bullying </em>virtual dentro das escolas. Entre os alunos, entretanto, apenas 41% afirmaram sentir essa mudança, o que sugere que parte dos conflitos pode não estar sendo reportado pelos estudantes ou percebido por professores e gestores escolares.</strong></p>
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<h2>Tédio cresce</h2>
<p>Segundo os dados do levantamento, 44% dos alunos disseram sentir mais tédio durante os intervalos e os recreios. Esses números são mais elevados entre estudantes do Ensino Fundamental I (47%) e do período matutino (46%). Além disso, 49% dos professores relataram aumento de ansiedade entre os alunos com a ausência do uso do celular.</p>
<p><strong>Em relação ao comportamento dos estudantes, o Nordeste aparece como destaque positivo, representando 87% dos avanços. O Centro-Oeste e o Sudeste são as regiões com o menor índice de melhora no ambiente escolar, com 82% indicando que a eficácia das medidas tende a variar segundo fatores regionais.</strong></p>
<p>“Proteger nossos estudantes do uso do celular em sala de aula é garantir um ambiente mais saudável e focado no aprendizado. O resultado que vemos hoje é a confirmação de que a educação precisa ser prioridade, com políticas que cuidem do presente e preparem o futuro dos nossos jovens”, disse o presidente da Frente Parlamentar Mista da Educação, deputado Rafael Brito.</p>
<p><strong>A presidente do Equidade.info, Claudia Costin, ressaltou que a pesquisa mostra avanços positivos no foco e na atenção dos alunos, mas as questões como tédio, ansiedade e <em>bullying</em>, ainda muito presentes entre os estudantes, indicam que ainda há desafios a serem enfrentados.</strong></p>
<p>“Houve uma queda significativa no <em>bullying </em>virtual na visão dos gestores, mas é crucial ouvirmos os estudantes que ainda sentem o problema. Ou seja, a conclusão é que a restrição foi positiva, mas sozinha não basta: as escolas precisam criar alternativas de interação e estratégias específicas para cada idade&#8221;, avalia.</p>
<h2>Estratégias</h2>
<p>Segundo o coordenador do Equidade.info e docente da <em>Stanford Graduate School of Education</em>, responsável pela pesquisa, Guilherme Lichand, os dados reforçam a necessidade de estratégias diferenciadas por faixa etária e rede de ensino, além do desenvolvimento de práticas pedagógicas que mantenham os estudantes engajados e promovam seu bem-estar mesmo sem o celular em sala de aula.</p>
<p>“Os resultados confirmam que a regulação do uso de celulares trouxe ganhos importantes para o aprendizado. Mais do que limitar o uso do telefone celular, a lei abre espaço para repensarmos como a escola se conecta com os alunos. O próximo passo é garantir que a aplicação da lei seja efetiva em todas as etapas, respeitando as particularidades de cada contexto escolar. Assim, conseguiremos transformar a medida em uma política duradoura, que una foco acadêmico e bem-estar dos estudantes”, enfatiza.</p>
<p>A lei que proíbe o uso de celular dentro das escolas pelos alunos foi sancionada em janeiro de 2025 após aprovação no Congresso Nacional.</p>
<p>O estudo ouviu 2.840 alunos, 348 professores e 201 gestores em escolas públicas municipais, estaduais e privadas de todas as regiões do país, entre maio e julho de 2025.</p>
<p> Flávia Albuquerque &#8211; Repórter da Agência Brasil , . </p>
<p>Fonte: <a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/educacao/noticia/2025-09/veto-a-celular-leva-80-dos-alunos-a-prestar-mais-atencao-nas-aulas">Agencia brasil EBC.</a>.</p>
<p>Wed, 24 Sep 2025 15:48:00 -0300 </p>

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