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	<title>Arquivo de Entenda a Lei de Reciprocidade - WeekNews</title>
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	<title>Arquivo de Entenda a Lei de Reciprocidade - WeekNews</title>
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		<title>Governo anuncia novo pacote de apoio a setores afetados por tarifas dos EUA</title>
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		<dc:creator><![CDATA[ricardo]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 16 Jul 2026 22:59:06 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>Fonte da imagem: Agência Brasil O governo federal anunciou nesta quinta-feira (16) a retomada do programa de apoio aos setores empresariais atingidos pelo tarifaço imposto pelos Estados Unidos. A medida ocorre um dia após o Escritório do Representante Comercial dos EUA (USTR) confirmar uma tarifa adicional de 25% sobre parte dos produtos brasileiros, sob a alegação de supostas práticas &#8220;desleais&#8221; no comércio por parte do Brasil. O governo brasileiro rejeita as justificativas para a taxação, que passa a valer a partir de 22 de julho. &#8220;O governo, a partir de agora, tem como prioridade atender e apoiar esses setores por essa injusta, indevida e ilegal tarifação que nos foi imposta&#8221;, afirmou o ministro do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços (MDIC), Márcio Elias Rosa, durante coletiva&#8230;</p>
<p class="excerpt-more"><a class="blog-excerpt button" href="https://weeknews.online/governo-anuncia-novo-pacote-de-apoio-a-setores-afetados-por-tarifas-dos-eua/">Leia mais...</a></p>
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										<content:encoded><![CDATA[<figure class="weeknews-ai-media" style="margin:24px 0;max-width:100%;clear:both;"><img loading="lazy" style="max-width:100%;height:auto;display:block;" src="https://weeknews.online/wp-content/uploads/2026/07/0d7a8410.jpg-1024x512.jpeg" alt="Governo anuncia novo pacote de apoio a setores afetados por tarifas dos EUA" decoding="async"><figcaption class="weeknews-ai-credit" style="font-size:13px;line-height:1.45;margin-top:8px;color:#666;text-align:center;">Fonte da imagem: <a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/economia/noticia/2026-07/setores-atingidos-por-tarifaco-dos-eua-terao-novo-plano-de-socorro" target="_blank" rel="nofollow noopener noreferrer">Agência Brasil</a></figcaption></figure>
<p><a style="display:block;" noopener noreferrer href="https://weeknews.online/" target="_blank" rel="nofollow noopener noreferrer"></p>
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<p>O governo federal anunciou nesta quinta-feira (16) a retomada do programa de apoio aos setores empresariais atingidos pelo tarifaço imposto pelos Estados Unidos. A medida ocorre um dia após o Escritório do Representante Comercial dos EUA (USTR) confirmar uma tarifa adicional de 25% sobre parte dos produtos brasileiros, sob a alegação de supostas práticas &#8220;desleais&#8221; no comércio por parte do Brasil. O governo brasileiro rejeita as justificativas para a taxação, que passa a valer a partir de 22 de julho.</p>
<p>&#8220;O governo, a partir de agora, tem como prioridade atender e apoiar esses setores por essa injusta, indevida e ilegal tarifação que nos foi imposta&#8221;, afirmou o ministro do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços (MDIC), Márcio Elias Rosa, durante coletiva de imprensa em Brasília. Ele estava acompanhado do vice-presidente Geraldo Alckmin e de outros ministros, como Dario Durigan, da Fazenda.</p>
<p>Segundo Rosa, os exportadores mais atingidos são os setores de madeira, máquinas e equipamentos elétricos, móveis e mobiliários, produtos cerâmicos, calçados e açúcar. Eles deverão contar com linha de crédito para capital de giro, investimentos e apoio para escoamento de produtos a outros clientes e países.</p>
<p>Estimativas da Secretaria de Comércio Exterior (Secex), vinculada ao MDIC, apontam que 2,4 mil empresas nacionais serão diretamente atingidas, responsáveis por cerca de 18% das exportações brasileiras para os EUA, o que corresponde a transações estimadas em US$ 7,4 bilhões, com base em números de 2024. No ano passado, esses mesmos setores já haviam reduzido para US$ 5,5 bilhões o volume total de exportações aos norte-americanos.</p>
<p>Mais da metade da pauta de exportações do Brasil para os EUA, como carnes, café, óleos e itens de aviação, foi poupada da taxação nesta decisão norte-americana. A participação dos EUA nas exportações brasileiras, que era de 12,1% até o ano passado, caiu para 9,4% em 2026, e o governo continuará a fomentar uma política de diversificação de mercados, afirmou Rosa.</p>
<p>O vice-presidente Geraldo Alckmin, ex-ministro do MDIC e um dos negociadores brasileiros com os EUA, afirmou que o governo vai estudar formas de aplicar a Lei da Reciprocidade, aprovada no ano passado pelo Congresso Nacional. A norma estabelece critérios para suspensão de concessões comerciais em resposta a ações unilaterais de outro país que impactem negativamente a competitividade econômica do Brasil. &#8220;Nós temos uma lei, a lei da reciprocidade, aprovada por unanimidade no Congresso Nacional, e o governo, no momento adequado, saberá como implementá-la&#8221;, disse Alckmin, que classificou o novo tarifaço como &#8220;injusto&#8221; e &#8220;descabido&#8221;.</p>
<p>O ministro da Fazenda, Dario Durigan, classificou a decisão dos EUA como uma interferência externa indevida. &#8220;É inadmissível, do ponto de vista do governo, ter essa interferência externa, seja ela política, econômica, seja ela uma forma qualquer para afugentar e constranger o Brasil, as famílias brasileiras, os empresários e os trabalhadores brasileiros&#8221;, afirmou. Segundo Durigan, todas as alegações dos EUA são falsas e não se sustentam em dados concretos. Ele acrescentou que o tarifaço não afetará a estabilidade macroeconômica do país e que as medidas de socorro serão linhas de crédito em montantes inferiores aos do ano passado, já que a lista de exceções ao tarifaço é maior desta vez.</p>
<p>Entre os pontos questionados pelos norte-americanos nas negociações está o Pix, sistema brasileiro de pagamentos eletrônicos criado pelo Banco Central. O presidente do BC, Gabriel Galípolo, foi enfático ao afirmar que o Pix não se sustenta como motivo para o tarifaço e que empresas norte-americanas de cartão de crédito não foram diretamente afetadas. &#8220;Seria mais ou menos como tentar dizer que, ao criar o saneamento básico, prejudicou a receita de quem tem caminhão pipa. Por mais estapafúrdio que possa parecer esse argumento, nem ele se comprovou verdade. Analisando o que aconteceu efetivamente, a partir da implementação do Pix, o mercado de cartão de crédito cresceu 150%. Quem perde espaço são os cheques e o dinheiro físico, o que é absolutamente desejável para todos&#8221;, disse.</p>
<p>A investigação iniciada há um ano pelo USTR concluiu que certas práticas brasileiras oneram ou restringem o comércio de agricultores, trabalhadores, inovadores e exportadores estadunidenses. Entre as medidas citadas estão &#8220;práticas de comércio digital e serviços de pagamento eletrônico; tarifas preferenciais injustas; interferência anticorrupção; proteção da propriedade intelectual; acesso ao mercado de etanol; e desmatamento ilegal&#8221;. O governo brasileiro também rejeita as alegações sobre aumento do desmatamento e comércio ilegal de madeira. O ministro do Meio Ambiente e Mudança do Clima, João Paulo Capobianco, classificou os dados como falsos e sem fundamento técnico, lembrando que a redução do desmatamento na Amazônia foi de 50% nos últimos três anos.</p>
<p>Fonte: <a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/economia/noticia/2026-07/setores-atingidos-por-tarifaco-dos-eua-terao-novo-plano-de-socorro" target="_blank" rel="nofollow noopener noreferrer">Agência Brasil</a>.</p>

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		<title>Fachin afirma que STF não se curvará a pressões externas após tarifaço dos EUA</title>
		<link>https://weeknews.online/fachin-afirma-que-stf-nao-se-curvara-a-pressoes-externas-apos-tarifaco-dos-eua/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[ricardo]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 16 Jul 2026 21:40:10 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Noticías]]></category>
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		<category><![CDATA[café e carne estão fora do tarifaço imposto pelos EUA]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Fonte da imagem: Agência Brasil O presidente do Supremo Tribunal Federal (STF), ministro Edson Fachin, declarou nesta quinta-feira (16) que a Corte continuará a exercer suas funções sem se submeter a pressões externas. A manifestação ocorre após o governo dos Estados Unidos anunciar um novo tarifaço contra produtos brasileiros, medida que teve como uma das justificativas decisões do STF relacionadas à regulação de grandes plataformas digitais. Em nota divulgada à imprensa, Fachin afirmou que o Supremo atua com base na Constituição brasileira e que suas decisões são públicas e fundamentadas na lei. &#8220;O Supremo Tribunal Federal permanecerá exercendo, com serenidade, independência e firmeza, a missão que lhe foi confiada pela Constituição da República, sem qualquer influência, pressão ou condicionamento de natureza externa&#8221;, disse o ministro.&#8230;</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<figure class="weeknews-ai-media" style="margin:24px 0;max-width:100%;clear:both;"><img loading="lazy" style="max-width:100%;height:auto;display:block;" src="https://weeknews.online/wp-content/uploads/2026/07/pzzb4837-1024x512.jpg" alt="Fachin afirma que STF não se curvará a pressões externas após tarifaço dos EUA" decoding="async"><figcaption class="weeknews-ai-credit" style="font-size:13px;line-height:1.45;margin-top:8px;color:#666;text-align:center;">Fonte da imagem: <a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/justica/noticia/2026-07/tarifaco-fachin-diz-que-stf-exercera-suas-funcoes-sem-pressao-externa" target="_blank" rel="nofollow noopener noreferrer">Agência Brasil</a></figcaption></figure>
<p><a style="display:block;" href="https://weeknews.online/" target="_blank" rel="nofollow noopener noreferrer"></p>
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<p>O presidente do Supremo Tribunal Federal (STF), ministro Edson Fachin, declarou nesta quinta-feira (16) que a Corte continuará a exercer suas funções sem se submeter a pressões externas. A manifestação ocorre após o governo dos Estados Unidos anunciar um novo tarifaço contra produtos brasileiros, medida que teve como uma das justificativas decisões do STF relacionadas à regulação de grandes plataformas digitais.</p>
<p>Em nota divulgada à imprensa, Fachin afirmou que o Supremo atua com base na Constituição brasileira e que suas decisões são públicas e fundamentadas na lei. &#8220;O Supremo Tribunal Federal permanecerá exercendo, com serenidade, independência e firmeza, a missão que lhe foi confiada pela Constituição da República, sem qualquer influência, pressão ou condicionamento de natureza externa&#8221;, disse o ministro.</p>
<p>Fachin também defendeu a independência do Judiciário brasileiro e afirmou que divergências entre Estados devem ser resolvidas por canais diplomáticos e mecanismos do Direito Internacional. &#8220;Jamais por iniciativas que possam ser interpretadas como forma de constrangimento ao exercício da jurisdição constitucional&#8221;, completou.</p>
<p>O tarifaço americano foi justificado, entre outros motivos, por decisões do STF que determinam que plataformas como Facebook e Twitter retirem do ar conteúdos ilegais sem necessidade de ordem judicial prévia. A medida afeta diversos setores da economia brasileira e gerou reações do governo federal, que estuda medidas de reciprocidade.</p>
<p>Em decisões recentes, o ministro Alexandre de Moraes, também do STF, determinou a suspensão de perfis de brasileiros residentes nos Estados Unidos acusados de ataques antidemocráticos contra a Corte. Como consequência, Moraes foi processado na Justiça da Flórida pelas redes sociais Rumble e Trump Media.</p>
<p>A defesa do ministro no exterior está a cargo da Advocacia-Geral da União (AGU), que sustenta a soberania brasileira e argumenta que agentes públicos não podem ser alvo direto do Judiciário de outros países sem o consentimento do Estado brasileiro. O caso reforça o tensionamento entre as decisões do STF e a reação de empresas e governos estrangeiros.</p>
<p>A nota de Fachin busca reafirmar a posição institucional do STF diante do que pode ser interpretado como uma retaliação indireta dos Estados Unidos. O presidente do STF enfatizou que a Corte não se deixará influenciar por fatores externos e que continuará a cumprir seu papel constitucional de guardiã da democracia e do Estado de Direito.</p>
<p>O tarifaço americano foi anunciado em meio a uma escalada de tensões comerciais entre os dois países. O Brasil avalia a adoção de medidas recíprocas, como a Lei de Reciprocidade, que permite ao país retaliar barreiras comerciais impostas por outros Estados. Enquanto isso, o STF mantém sua posição de independência, reiterando que suas decisões são soberanas e baseadas exclusivamente na legislação brasileira.</p>
<p>A declaração de Fachin ocorre em um momento de crescente pressão internacional sobre o Judiciário brasileiro, especialmente após decisões que afetam empresas de tecnologia e cidadãos no exterior. O ministro deixou claro que o tribunal não recuará diante de ameaças ou pressões, reafirmando o compromisso com a Constituição e a separação dos Poderes.</p>
<p>Fonte: <a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/justica/noticia/2026-07/tarifaco-fachin-diz-que-stf-exercera-suas-funcoes-sem-pressao-externa" target="_blank" rel="nofollow noopener noreferrer">Agência Brasil</a>.</p>

<p>O post <a href="https://weeknews.online/fachin-afirma-que-stf-nao-se-curvara-a-pressoes-externas-apos-tarifaco-dos-eua/">Fachin afirma que STF não se curvará a pressões externas após tarifaço dos EUA</a> apareceu primeiro em <a href="https://weeknews.online">WeekNews</a>.</p>
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