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	<title>Arquivo de Genocídio - WeekNews</title>
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	<title>Arquivo de Genocídio - WeekNews</title>
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		<title>Três anos após 7 de outubro, Oriente Médio se reorganiza em três blocos de poder</title>
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		<dc:creator><![CDATA[ricardo]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 07 Oct 2026 11:10:14 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Pesquisa e Inovação]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Fonte da imagem: Agência Brasil Três anos após o ataque do Hamas contra Israel, em 7 de outubro de 2023, o Oriente Médio acumula uma sequência de conflitos e mudanças de aliança que alteraram a correlação de forças na região. A avaliação é de especialistas ouvidos pela Agência Brasil, para quem a data se consolidou como um ponto de virada na história regional. O ataque do Hamas a vilas no sul de Israel matou cerca de 1,2 mil pessoas. A resposta militar israelense, classificada por especialistas como genocídio, destruiu cidades inteiras de Gaza, como Rafah e Khan Yunis, e causou a morte de mais de 74 mil pessoas, segundo o balanço apresentado. Fonte da imagem: Agência Brasil No intervalo de três anos, a região registrou&#8230;</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<figure class="weeknews-ai-media" style="margin:24px 0;max-width:100%;clear:both;"><img loading="lazy" style="max-width:100%;height:auto;display:block;" src="https://weeknews.online/wp-content/uploads/2026/10/2026-10-05t000000z_761387018_mt1imgost000ydaiw4_rtrmadp_3_imago-images_0-1024x512.jpg" alt="Três anos após 7 de outubro, Oriente Médio se reorganiza em três blocos de poder" decoding="async"><figcaption class="weeknews-ai-credit" style="font-size:13px;line-height:1.45;margin-top:8px;color:#666;text-align:center;">Fonte da imagem: <a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/internacional/noticia/2026-10/sete-de-outubro-do-hamas-redesenhou-aliancas-no-oriente-medio" target="_blank" rel="nofollow noopener noreferrer">Agência Brasil</a></figcaption></figure>
<p><a style="display:block;" noopener noreferrer href="https://weeknews.online/" target="_blank" rel="nofollow noopener noreferrer"></p>
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<p>Três anos após o ataque do Hamas contra Israel, em 7 de outubro de 2023, o Oriente Médio acumula uma sequência de conflitos e mudanças de aliança que alteraram a correlação de forças na região. A avaliação é de especialistas ouvidos pela Agência Brasil, para quem a data se consolidou como um ponto de virada na história regional.</p>
<p>O ataque do Hamas a vilas no sul de Israel matou cerca de 1,2 mil pessoas. A resposta militar israelense, classificada por especialistas como genocídio, destruiu cidades inteiras de Gaza, como Rafah e Khan Yunis, e causou a morte de mais de 74 mil pessoas, segundo o balanço apresentado.</p>
<figure class="weeknews-ai-media weeknews-ai-distributed-media" style="margin:28px 0;max-width:100%;overflow:hidden;clear:both"><img src="https://weeknews.online/wp-content/uploads/2026/10/2026-10-05t085118z_983287553_mt1anadl0008aqxu1_rtrmadp_3_anadolu_0.jpg" alt="KHAN YUNIS, GAZA, PALESTINE - OCTOBER 04: Workers carry out restoration work at the historic Grain Market, severely damaged in Israeli attacks, in Khan Yunis in the southern Gaza Strip, Palestine, on October 04, 2026. Established in the late 14th century, the market is one of Gaza’s oldest historic sites and covers approximately 2,400 square meters. Its historic shops are being rebuilt using their original stones to preserve the market’s architectural identity, safeguard the city’s cultural heritage and restore its economic role. Abdallah F.s. Alattar / AnadoluNo Use USA No use UK No use Canada No use France No use Japan No use Italy No use Australia No use Spain No use Belgium No use Korea No use South Africa No use Hong Kong No use New Zealand No use Turkey" loading="lazy" decoding="async" style="max-width:100%;height:auto;display:block;margin:0 auto"><figcaption class="weeknews-ai-credit jg-image-source-credit" style="font-size:13px;line-height:1.45;margin-top:8px;color:#666;text-align:center">Fonte da imagem: <a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/internacional/noticia/2026-10/sete-de-outubro-do-hamas-redesenhou-aliancas-no-oriente-medio" target="_blank" rel="nofollow noopener noreferrer">Agência Brasil</a></figcaption></figure>
<p>No intervalo de três anos, a região registrou a queda do governo de Bashar al-Assad, na Síria, a guerra de Israel no Líbano contra o Hezbollah, a guerra de Israel e dos Estados Unidos contra o Irã, o fechamento do Estreito de Ormuz e, mais recentemente, o retorno do conflito entre os houthis do Iêmen e a Arábia Saudita.</p>
<p>Para o professor de relações internacionais da Pontifícia Universidade Católica de São Paulo (PUC-SP) Bruno Huberman, o 7 de outubro reorganizou as alianças políticas e militares da região. Segundo ele, o bloco pró-Estados Unidos deixou de existir como unidade após o rompimento entre Arábia Saudita e Emirados Árabes Unidos (EAU) na guerra contra o Irã. Na avaliação do professor, a Arábia Saudita tentou manter uma agressividade menos aberta, enquanto os EAU se juntaram a Israel para participar da agressão contra o Irã ao lado dos norte-americanos. Um dos resultados desse rompimento foi a saída dos Emirados da Organização dos Países Produtores de Petróleo (Opep), cartel que tem na Arábia Saudita sua principal liderança.</p>
<p>Huberman, que coordena o Grupo de Estudos de Conflitos Internacionais (Geci) da PUC-SP, também aponta fissuras na unidade dos países do Golfo, reunidos no Conselho de Cooperação do Golfo (CCG), formado por Bahrein, Catar, Emirados Árabes Unidos, Kuwait, Omã e Arábia Saudita. Segundo ele, Omã se aproximou do Irã, e os demais países do Golfo estão sem clareza sobre se ficam mais próximos dos Emirados ou da Arábia Saudita.</p>
<figure class="weeknews-ai-media weeknews-ai-distributed-media" style="margin:28px 0;max-width:100%;overflow:hidden;clear:both"><img src="https://weeknews.online/wp-content/uploads/2026/10/isabela-agostinelli-dos-santos_0.jpg" alt="Isabela Agostinelli dos Santos, Professor of International Relations at FECAP. Foto: Fecap/Divulgação" loading="lazy" decoding="async" style="max-width:100%;height:auto;display:block;margin:0 auto"><figcaption class="weeknews-ai-credit jg-image-source-credit" style="font-size:13px;line-height:1.45;margin-top:8px;color:#666;text-align:center">Fonte da imagem: <a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/internacional/noticia/2026-10/sete-de-outubro-do-hamas-redesenhou-aliancas-no-oriente-medio" target="_blank" rel="nofollow noopener noreferrer">Agência Brasil</a></figcaption></figure>
<p>O especialista do Observatório de Conflitos do Oriente Médio sustenta que a região passou de dois para três blocos de poder. De um lado, os ultra-aliados dos americanos, representados principalmente por Israel e Emirados Árabes Unidos. De outro, um bloco intermediário formado por Arábia Saudita, Paquistão e Turquia, que busca uma política de não alinhamento entre Estados Unidos, China e Rússia. O terceiro é o Eixo da Resistência, grupo de atores que se opõem à política de Israel e dos EUA na região, e que saiu enfraquecido do período.</p>
<p>Entre os motivos do enfraquecimento do Eixo da Resistência estão a queda de Assad na Síria e o enfraquecimento do Hezbollah, no Líbano. Na avaliação de Huberman, restou ao Irã a condição de única força estatal do eixo, enquanto as demais forças não estatais estão muito debilitadas, particularmente o Hamas.</p>
<p>Especialistas em Oriente Médio sustentam que o ataque do Hamas em 7 de outubro foi uma resposta do Eixo da Resistência aos chamados Acordos de Abraão, costurados por Israel e Estados Unidos para normalizar as relações de países árabes com Tel Aviv e afastar a exigência árabe por mudanças na situação dos palestinos. Huberman destaca que um acordo entre Israel e Arábia Saudita poderia consolidar o Corredor Econômico Índia-Oriente Médio-Europa (IMEC), anunciado em 9 de setembro de 2023, um mês antes do ataque. O corredor ligaria Índia, Emirados, Arábia Saudita, Israel e Grécia, permitindo à Europa reduzir a dependência da energia russa e das mercadorias chinesas, aproximando-se da energia árabe e dos produtos indianos.</p>
<p>O professor acrescenta que também contribuíram para a decisão do Hamas de atacar Israel o avanço da colonização israelense da Cisjordânia e de Jerusalém Oriental, territórios palestinos segundo o direito internacional. Segundo ele, o ataque foi uma resposta aos 70 anos de ocupação, a 100 anos de colonização e à escalada agressiva do atual governo Netanyahu desde sua posse.</p>
<p>Análise WeekNews: a leitura dos especialistas indica que o 7 de outubro não apenas deflagrou uma guerra, mas funcionou como divisor de águas nas alianças regionais. A substituição de um bloco pró-EUA unificado por três polos distintos sugere um Oriente Médio mais fragmentado e com margens de manobra mais estreitas para os países do Golfo, que agora precisam equilibrar suas posições entre Washington, Israel e Teerã.</p>
<p>Fonte: <a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/internacional/noticia/2026-10/sete-de-outubro-do-hamas-redesenhou-aliancas-no-oriente-medio" target="_blank" rel="nofollow noopener noreferrer">Agência Brasil</a>.</p>

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		<title>Hamas anuncia acordo de paz com Israel e o fim dos bombardeios em Gaza</title>
		<link>https://weeknews.online/hamas-anuncia-acordo-de-paz-com-israel-e-o-fim-dos-bombardeios-em-gaza/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[ricardo]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 09 Oct 2025 23:16:17 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Internacional]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>. Assim que houve o anúncio de que Israel e o Hamas chegaram a um acordo para a paz em Gaza, palestinos e israelenses comemoraram. Nouh Al-Shaghnouby, que trabalhou como bombeiro civil durante os bombardeios, disse que o sentimento neste momento é indescritível: “Graças a Deus a guerra acabou. Espero que nunca volte a acontecer e que este seja o fim definitivo.” Israelenses também celebraram o acordo, como Anat Berdugo: “Estou muito feliz que os reféns poderão voltar para casa.” Hoje de manhã, bombas e tiros ainda foram ouvidos na Faixa de Gaza. Um tanque israelense disparou contra civis em uma estrada próxima à praia. Não há registro de mortos ou feridos. Segundo Israel, não houve quebra do acordo, já que o cessar-fogo só começaria&#8230;</p>
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<p>Assim que houve o anúncio de que Israel e o Hamas chegaram a um acordo para a paz em Gaza, palestinos e israelenses comemoraram.<img decoding="async" src="https://weeknews.online/wp-content/uploads/2025/10/1760051776_385_ebc.png" style="width:1px;height:1px;display:inline" /><img decoding="async" src="https://weeknews.online/wp-content/uploads/2025/10/1760051777_573_ebc.gif" style="width:1px;height:1px;display:inline" /></p>
<p>Nouh Al-Shaghnouby, que trabalhou como bombeiro civil durante os bombardeios, disse que o sentimento neste momento é indescritível: <em>“Graças a Deus a guerra acabou. Espero que nunca volte a acontecer e que este seja o fim definitivo.”</em></p>
<p>Israelenses também celebraram o acordo, como Anat Berdugo:<em> “Estou muito feliz que os reféns poderão voltar para casa.”</em></p>
<p>Hoje de manhã, bombas e tiros ainda foram ouvidos na Faixa de Gaza. Um tanque israelense disparou contra civis em uma estrada próxima à praia. Não há registro de mortos ou feridos. Segundo Israel, não houve quebra do acordo, já que o cessar-fogo só começaria a valer amanhã.</p>
<p>Durante a tarde, porém, Khalil Al-Hayya, um alto integrante da cúpula do Hamas, anunciou o fim definitivo dos bombardeios. Segundo ele, o Hamas recebeu garantias dos Estados Unidos, Catar, Egito e Turquia de que a guerra terminou.</p>
<p>O acordo inclui a abertura da passagem de Rafah em ambas as direções, para permitir maior mobilidade de civis e o transporte de ajuda humanitária. O Hamas também se comprometeu a devolver todos os reféns. Israel afirma que ainda existem 48 pessoas nas mãos do Hamas, das quais 20 estariam vivas. Segundo o presidente Donald Trump, a devolução será na segunda ou terça-feira da próxima semana. Em troca, Israel deverá libertar reféns palestinos que foram presos. O pacto prevê a libertação de todas as mulheres e crianças palestinas detidas por Israel.</p>
<p>Líderes mundiais celebraram o acordo. O presidente francês Emmanuel Macron chamou o pacto de histórico. O ministro de Relações Exteriores da Alemanha, Johann Wadephul, disse que hoje é um dia de alegria e alívio. E a vice-presidente da Comissão Europeia, Kaja Kallas, afirmou que o bloco está pronto para ajudar na implementação de uma paz sustentável na Faixa de Gaza.</p>
<p>O subsecretário-geral das Nações Unidas para Assuntos Humanitários, Tom Fletcher, disse que a organização planeja intensificar a entrega de ajuda na Faixa de Gaza nos próximos 60 dias. Segundo ele, 2 milhões e 100 mil pessoas precisam de ajuda alimentar. Fletcher também afirmou que é preciso restaurar o sistema de saúde do território, que foi quase totalmente destruído. Além disso, lembrou que a maior parte dos moradores está desabrigada e vai precisar de tendas para suportar o inverno.</p>
<p><em>*Com informações da Agência Reuters</em></p>
<p>  <span class="hms hms-format-m-ss">2:51</span> Patrícia Maia &#8211; Repórter da TV Brasil , . </p>
<p>Fonte: <a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/radioagencia-nacional/internacional/audio/2025-10/hamas-anuncia-acordo-de-paz-com-israel-e-o-fim-dos-bombardeios-em-gaza">Agencia brasil EBC.</a>.</p>
<p>Thu, 09 Oct 2025 19:08:00 -0300 </p>

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		<item>
		<title>Proibido de ir aos EUA, Abbas pede apoio da ONU para Estado Palestino</title>
		<link>https://weeknews.online/proibido-de-ir-aos-eua-abbas-pede-apoio-da-onu-para-estado-palestino/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[ricardo]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 25 Sep 2025 17:30:06 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Internacional]]></category>
		<category><![CDATA[>> Siga o canal da Agência Brasil no WhatsApp]]></category>
		<category><![CDATA[Acordos de Oslo]]></category>
		<category><![CDATA[Brasil condena ataque israelense contra flotilha a caminho de Gaza]]></category>
		<category><![CDATA[Brasil vai cobrar ONU sobre criação de Estado palestino]]></category>
		<category><![CDATA[discursou]]></category>
		<category><![CDATA[diz Lula]]></category>
		<category><![CDATA[Genocídio]]></category>
		<category><![CDATA[Israel expulsa 40 mil na Cisjordânia em maior operação em 20 anos]]></category>
		<category><![CDATA[Mahmoud Abbas]]></category>
		<category><![CDATA[oda Jerusalém como capital do país]]></category>
		<category><![CDATA[ONU]]></category>
		<category><![CDATA[presidente da Autoridade Nacional Palestina]]></category>
		<category><![CDATA[reconhecer o direito da Palestina ser um Estado]]></category>
		<category><![CDATA[separação de Gaza da Cisjordânia]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>. Proibido de viajar à Nova York por ter tido o visto negado pelo governo Trump, o presidente da Autoridade Nacional Palestina (ANP), Mahmoud Abbas, discursou por videoconferência, nesta quinta-feira, na 80ª Assembleia Geral das Nações Unidas (ONU).  O líder palestino apelou aos países para que adotem medidas que interrompam o genocídio na Faixa de Gaza, bloqueiem a expansão ilegal de Israel na Cisjordânia e viabilizem a construção do Estado palestino com Jerusalém Oriental como a capital. Notícias relacionadas: Brasil vai cobrar ONU sobre criação de Estado palestino, diz Lula. Brasil condena ataque israelense contra flotilha a caminho de Gaza. Israel expulsa 40 mil na Cisjordânia em maior operação em 20 anos. Abbas elencou oito medidas para viabilizar o Estado palestino, denunciou que Israel tem planos expansionistas em toda&#8230;</p>
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]]></description>
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				</p>
<p>Proibido de viajar à Nova York por ter tido o visto negado pelo governo Trump, o presidente da Autoridade Nacional Palestina (ANP), Mahmoud Abbas, discursou por videoconferência, nesta quinta-feira, na 80ª Assembleia Geral das Nações Unidas (ONU). <img decoding="async" src="https://weeknews.online/wp-content/uploads/2025/09/1758821405_750_ebc.png" style="width:1px;height:1px;display:inline" /><img decoding="async" src="https://weeknews.online/wp-content/uploads/2025/09/1758821406_326_ebc.gif" style="width:1px;height:1px;display:inline" /></p>
<p><strong>O líder palestino apelou aos países para que adotem medidas que interrompam o genocídio na Faixa de Gaza, bloqueiem a expansão ilegal de Israel na Cisjordânia e viabilizem a construção do Estado palestino com Jerusalém Oriental como a capital</strong>.</p>
<p><h3>Notícias relacionadas:</h3>
<ul>
<li>Brasil vai cobrar ONU sobre criação de Estado palestino, diz Lula.</li>
<li>Brasil condena ataque israelense contra flotilha a caminho de Gaza.</li>
<li>Israel expulsa 40 mil na Cisjordânia em maior operação em 20 anos.</li>
</ul>
<p>Abbas elencou oito medidas para viabilizar o Estado palestino, denunciou que Israel tem planos expansionistas em toda região; criticou o Hamas e disse estar pronto para trabalhar com os Estados Unidos (EUA).  </p>
<blockquote>
<p>“Uma comissão foi designada para redigir a Constituição provisória e concluirá seus trabalhos dentro de três meses, para que passemos da Autoridade para o Estado. Desejamos um Estado moderno e democrático que respeite o direito internacional, o Estado de Direito e o multilateralismo, bem como a transição pacífica do poder”, afirmou, acrescentando o desejo de “empoderar as mulheres e os jovens”.   </p>
</blockquote>
<p><strong>Israel já afirmou que não permitirá a construção de um Estado palestino e tem expandido a colonização de terras na Cisjordânia, enquanto amplia a guerra em Gaza e defende a saída dos palestinos do território sob cerco</strong>.</p>
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<p>O governo de Tel Aviv também reivindica toda Jerusalém como capital do país, medida que tem o apoio do governo de Donald Trump. </p>
<p><strong>Em discurso na Assembleia Geral, Abbas fez duras críticas à política de Israel e destacou que o genocídio em Gaza será registrado como um dos capítulos mais horríveis da humanidade</strong>.</p>
<blockquote>
<p>“O que Israel está realizando não é meramente uma agressão. É um crime de guerra e um crime contra a humanidade, ambos documentados e monitorados. E será registrado nos livros de história e nas páginas da consciência internacional como um dos capítulos mais horrendos de tragédia humanitária nos séculos 20 e 21”, lamentou.</p>
</blockquote>
<p>A ONU, diversos países e associações de estudiosos e de direitos humanos classificam a ação de Israel em Gaza como genocídio.</p>
<p>Nas últimas semanas e meses, diante do avanço de Israel sobre Gaza e Cisjordânia, países como Reino Unido, Austrália, França, Canadá, Espanha, entre outros, passaram a reconhecer o direito da Palestina ser um Estado, gerando reação contrária de Israel e dos EUA. Ao todo, 149 dos quase 190 países da ONU já reconhecem a Palestina. </p>
<h2>Autoridade Palestina</h2>
<p><strong>A ANP controla cerca de 18% da Cisjordânia e foi criada após os Acordos de Oslo, assinados na década de 1990 e que pretendiam ser a solução para o conflito que já dura 75 anos</strong>. </p>
<p>Por outro lado, o Hamas tinha o controle de Gaza desde 2006, quando venceu as eleições legislativas palestinas em pleito considerado limpo por observadores internacionais. Porém, Israel, EUA e potências europeias não aceitaram o resultado, o que levou à guerra civil entre ANP e Hamas e provocou a separação de Gaza da Cisjordânia. </p>
<h2>7 de outubro</h2>
<p><strong>Abbas criticou o ataque do Hamas de 7 de outubro de 2023, dizendo que aquele episódio não representa o povo palestino e defendeu que o Hamas não teria participação no governo de Gaza após a guerra.</strong></p>
<blockquote>
<p>“Rejeitamos o que o Hamas realizou em 7 de outubro que visaram civis israelenses e os fizeram reféns, porque essas ações não representam o povo palestino, nem representam sua justa luta por liberdade e independência”, destacou o líder da ANP.</p>
</blockquote>
<p><strong>Para Abbas, o Hamas e outras organizações terão que entregar suas armas à Autoridade Nacional Palestina e argumentou que a ANP não deseja um Estado armado</strong>.</p>
<p>“A Faixa de Gaza é parte integrante do Estado da Palestina e estamos prontos para assumir total responsabilidade pela governança e segurança ali”, completou.</p>
<h2>Cisjordânia</h2>
<p>O chefe da ANP, Mahmoud Abbas, denunciou ainda a expansão dos assentamentos ilegais de Israel na Cisjordânia e argumentou que essa é uma ação para inviabilizar a construção do Estado palestino.</p>
<p>“O governo israelense continua a implementar suas políticas de assentamento e do desenvolvimento de projetos para anexar territórios. O mais recente foi o plano de construção para o projeto E1, que dividiria a Cisjordânia em duas partes e isolaria Jerusalém ocupada de seus arredores, minando a opção da solução de dois Estados”, disse.</p>
<p>No mês passado, Israel autorizou a construção de novos assentamentos judeus no subúrbio de Jerusalém Oriental, isolando essa parte da cidade da Cisjordânia ocupada.</p>
<p><strong>Abbas lembrou que a ANP reconhece o direito de Israel de existir e que os Acordos de Oslo foram minados pelos sucessivos governos de Tel Aviv.</strong></p>
<blockquote>
<p>“Empregamos todos os nossos esforços para construir as instituições de um Estado palestino moderno que conviva lado a lado em paz e segurança com Israel. Mas Israel não cumpriu os acordos assinados e tem trabalhado sistematicamente para os minar”, afirmou.</p>
</blockquote>
<p><strong>Ainda segundo Abbas, o objetivo de Israel é criar a chamada Grande Israel, que iria do Rio Nilo ao Rio Eufrates e ocuparia hoje o Líbano, a Jordânia, além de parte do Egito, da Síria e da Arábia Saudita</strong>.</p>
<blockquote>
<p>“O Primeiro-Ministro israelense anunciou um plano para o que ele denomina de Grande Israel, o qual rejeitamos e deploramos completamente, e que envolve a expansão para estados árabes soberanos”, denunciou.</p>
</blockquote>
<p>Apesar do Estado israelense não admitir abertamente o plano da Grande Israel, tal projeto é apontado por críticos como um dos objetivos ocultos do Estado israelense.</p>
<h2>A Paz</h2>
<p><strong>Conheça as oito medidas listadas por Mahmoud Abbas para construir a paz no Oriente Médio e possibilitar a construção do Estado palestino</strong>.</p>
<ul>
<li>Fim imediato e permanente da guerra em Gaza.</li>
<li>Entrada sem condições de ajuda humanitária através da ONU, incluindo a Agência da ONU para os Refugiados Palestinos (UNRWA), e o fim do uso da fome como arma.</li>
<li>A libertação de todos os reféns e prisioneiros de ambos os lados.</li>
<li>Retirada completa da ocupação da Faixa de Gaza e a rejeição dos planos de deslocamento, pondo fim ao estabelecimento de assentamentos, ao terrorismo dos colonos e à apropriação de terras e propriedades palestinas.</li>
<li>O Estado da Palestina deve assumir toda a sua responsabilidade, começando com o comité administrativo da Faixa de Gaza por período temporário e, em seguida, conectar Gaza com a Cisjordânia.</li>
<li>Garantir que os residentes da Faixa de Gaza permaneçam em suas terras sem deslocamento de implementar um plano de recuperação e reconstrução tanto da Faixa de Gaza, quanto da Cisjordânia. </li>
<li>Liberação do dinheiro de impostos palestinos que está sendo retido injustamente pelo Estado de Israel e o fim do cerco econômico e das barreiras contra cidades, vilas e campos de refugiados palestinos.</li>
<li>Apoio em prol da reforma da Autoridade Palestina e de eleições presidenciais e parlamentares dentro de um ano após o fim da guerra.</li>
</ul>
<p> Lucas Pordeus León , . </p>
<p>Fonte: <a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/internacional/noticia/2025-09/abbas-pede-apoio-da-onu-para-estado-palestino">Agencia brasil EBC.</a>.</p>
<p>Thu, 25 Sep 2025 14:11:00 -0300 </p>

<p>O post <a href="https://weeknews.online/proibido-de-ir-aos-eua-abbas-pede-apoio-da-onu-para-estado-palestino/">Proibido de ir aos EUA, Abbas pede apoio da ONU para Estado Palestino</a> apareceu primeiro em <a href="https://weeknews.online">WeekNews</a>.</p>
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		<title>Governo brasileiro critica plano de expansão militar de Israel em Gaza</title>
		<link>https://weeknews.online/governo-brasileiro-critica-plano-de-expansao-militar-de-israel-em-gaza/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[ricardo]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 09 Aug 2025 21:15:57 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Internacional]]></category>
		<category><![CDATA[Alemanha suspende exportações militares que podem ser usadas em Gaza]]></category>
		<category><![CDATA[Benjamin Netanyahu]]></category>
		<category><![CDATA[brasil]]></category>
		<category><![CDATA[disse que Israel pretende assumir o controle militar de toda a Faixa de Gaza]]></category>
		<category><![CDATA[Gaza]]></category>
		<category><![CDATA[Genocídio]]></category>
		<category><![CDATA[Israel]]></category>
		<category><![CDATA[Lula recebe ligação de Putin e conversa sobre guerra na Ucrânia]]></category>
		<category><![CDATA[o primeiro-ministro israelense]]></category>
		<category><![CDATA[Palestina]]></category>
		<category><![CDATA[plano do governo israelense foi criticado pelo alto comissário das Nações Unidas para Direitos Humanos]]></category>
		<category><![CDATA[Turquia diz que países muçulmanos devem se unir contra tomada de Gaza]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>. O Ministério das Relações Exteriores divulgou nota neste sábado (09) na qual o governo brasileiro &#8220;deplora a decisão do governo israelense de expandir as operações militares na Faixa de Gaza, incluindo nova incursão à Cidade de Gaza&#8221;.  De acordo com a nota, a nova incursão é uma medida que agravará a “catastrófica situação humanitária da população civil palestina, assolada por cenário de mortes, deslocamento forçado, destruição e fome”. Notícias relacionadas: Lula recebe ligação de Putin e conversa sobre guerra na Ucrânia. Turquia diz que países muçulmanos devem se unir contra tomada de Gaza. Alemanha suspende exportações militares que podem ser usadas em Gaza. O Itamaraty lembrou que a Faixa de Gaza, assim como a Cisjordânia e Jerusalém Oriental, é “parte inseparável do Estado da Palestina”,&#8230;</p>
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				</p>
<p>O Ministério das Relações Exteriores divulgou nota neste sábado (09) na qual o governo brasileiro &#8220;deplora a decisão do governo israelense de expandir as operações militares na Faixa de Gaza, incluindo nova incursão à Cidade de Gaza&#8221;. <img decoding="async" src="https://weeknews.online/wp-content/uploads/2025/08/1754774156_734_ebc.png" style="width:1px;height:1px;display:inline" /><img decoding="async" src="https://weeknews.online/wp-content/uploads/2025/08/1754774157_996_ebc.gif" style="width:1px;height:1px;display:inline" /></p>
<p>De acordo com a nota, <strong>a nova incursão é uma medida que agravará a “catastrófica situação humanitária da população civil palestina, assolada por cenário de mortes, deslocamento forçado, destruição e fome”</strong>.</p>
<p><h3>Notícias relacionadas:</h3>
<ul>
<li>Lula recebe ligação de Putin e conversa sobre guerra na Ucrânia.</li>
<li>Turquia diz que países muçulmanos devem se unir contra tomada de Gaza.</li>
<li>Alemanha suspende exportações militares que podem ser usadas em Gaza.</li>
</ul>
<p>O Itamaraty lembrou que a Faixa de Gaza, assim como a Cisjordânia e Jerusalém Oriental, é “parte inseparável do Estado da Palestina”, motivo pelo qual o Brasil renovou seu apelo pela “retirada completa e imediata” das tropas israelenses do território.</p>
<p>“Nesse contexto, reitera a urgência da implementação de cessar-fogo permanente, da libertação de todos os reféns e da entrada desimpedida de ajuda humanitária”, complementou.</p>
<h2>Críticas</h2>
<p>Na quinta-feira (7), o primeiro-ministro israelense, Benjamin Netanyahu, disse que Israel pretende assumir o controle militar de toda a Faixa de Gaza. A declaração foi repudiada tanto no âmbito interno como externo de Israel.</p>
<p>Na sexta-feira (8), o plano do governo israelense foi criticado pelo alto comissário das Nações Unidas para Direitos Humanos, Volker Turk.</p>
<p>Neste sábado (9), o ministro das Relações Exteriores da Turquia, Hakan Fidan, disse, após conversações no Egito, que as nações muçulmanas devem agir em uníssono e reunir a oposição internacional contra o plano de Israel de assumir o controle da Cidade de Gaza.</p>
<p> Pedro Peduzzi &#8211; Repórter da Agência Brasil , . </p>
<p>Fonte: <a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/internacional/noticia/2025-08/governo-brasileiro-critica-plano-de-expansao-militar-de-israel-em-gaza">Agencia brasil EBC.</a>.</p>
<p>Sat, 09 Aug 2025 18:05:00 -0300 </p>

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		<title>Israel pratica genocídio, colonização e apartheid, diz Ilan Pappe</title>
		<link>https://weeknews.online/israel-pratica-genocidio-colonizacao-e-apartheid-diz-ilan-pappe/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[ricardo]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 06 Aug 2025 20:23:09 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Noticías]]></category>
		<category><![CDATA[apartheid]]></category>
		<category><![CDATA[Colonização]]></category>
		<category><![CDATA[Genocídio]]></category>
		<category><![CDATA[historiador israelense]]></category>
		<category><![CDATA[Ilan Pappe]]></category>
		<category><![CDATA[Internacional]]></category>
		<category><![CDATA[Mais seis morrem de fome em Gaza em meio a bloqueio de Israel]]></category>
		<category><![CDATA[ONU chama de "alarmante" possível expansão israelense em Gaza]]></category>
		<category><![CDATA[Reino Unido vai reconhecer Palestina se Israel rejeitar cessar-fogo]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Feed Últimas. O historiador israelense antissionista Ilan Pappe defendeu o uso de &#8220;linguagem correta&#8221; para definir o que acontece na Faixa de Gaza atualmente: genocídio, colonização, limpeza étnica e apartheid. A declaração foi feita, nesta quarta-feira (6), no evento Da Limpeza Étnica ao Genocídio na Palestina, realizado pela Faculdade de Direito da Universidade de São Paulo (USP). “Chamar os atos praticados pelo estado de Israel desde outubro de 2023 como genocídio é uma contribuição importante para que a gente enderece o assunto, usando a linguagem correta, não apenas sobre o que aconteceu nos últimos dois anos, mas o que aconteceu nos últimos 140 anos.” Notícias relacionadas: ONU chama de &#8220;alarmante&#8221; possível expansão israelense em Gaza. Mais seis morrem de fome em Gaza em meio a bloqueio de&#8230;</p>
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				</p>
<p>O historiador israelense antissionista Ilan Pappe defendeu o uso de &#8220;linguagem correta&#8221; para definir o que acontece na Faixa de Gaza atualmente: genocídio, colonização, limpeza étnica e apartheid. A declaração foi feita, nesta quarta-feira (6), no evento <em>Da Limpeza Étnica ao Genocídio na Palestina</em>, realizado pela Faculdade de Direito da Universidade de São Paulo (USP).<img decoding="async" src="https://weeknews.online/wp-content/uploads/2025/08/1754511788_312_ebc.png" style="width:1px;height:1px;display:inline" /><img decoding="async" src="https://weeknews.online/wp-content/uploads/2025/08/1754511789_989_ebc.gif" style="width:1px;height:1px;display:inline" /></p>
<blockquote>
<p>“Chamar os atos praticados pelo estado de Israel desde outubro de 2023 como genocídio é uma contribuição importante para que a gente enderece o assunto, usando a linguagem correta, não apenas sobre o que aconteceu nos últimos dois anos, mas o que aconteceu nos últimos 140 anos.”</p>
</blockquote>
<p><h3>Notícias relacionadas:</h3>
<ul>
<li>ONU chama de &#8220;alarmante&#8221; possível expansão israelense em Gaza.</li>
<li>Mais seis morrem de fome em Gaza em meio a bloqueio de Israel.</li>
<li>Reino Unido vai reconhecer Palestina se Israel rejeitar cessar-fogo.</li>
</ul>
<p>Pappe é professor na Universidade de Exeter, na Inglaterra. Mídia, instituições políticas, acadêmicos e lideranças, segundo ele, têm utilizado uma linguagem equivocada sobre os acontecimentos na Palestina, o que perpetua uma série de mitos que atendem ao projeto sionista e que levam à situação atual, em que há uma ofensiva de Israel contra Gaza. Essa narrativa foi desenvolvida e praticada, alertou o professor, para justificar o que é feito contra a população palestina e dar imunidade ao estado israelense.</p>
<p>O historiador criticou a forma como a história da Palestina é contada em diversas universidades, especialmente no Hemisfério Norte.</p>
<blockquote>
<p>“Quase não há universidade no Norte Global que ensine sionismo como um projeto de colonização e as resistências como um movimento anticolonial.”</p>
</blockquote>
<p>“Fica claro que Israel é considerado pela Europa como parte dela. Nesse contexto, há muito pouca esperança de que o Norte Global tome alguma ação para coibir a ação de Israel sobre o povo palestino”, avaliou. Pappe aponta que Israel é resultado de uma solução europeia para o antissemitismo europeu, o que aconteceu às custas da população árabe e palestina.</p>
<p>Para combater esse cenário, ele defende que o tema seja alvo de estudos.</p>
<blockquote>
<p>“Limpeza étnica é mais do que uma política, é uma ideologia. E, se a gente não estudar, não analisar a conexão entre a ideologia sionista e o genocídio, a gente nunca vai conseguir impedir as ações do estado israelense contra a população palestina.”</p>
</blockquote>
<p>O historiador relata que, inicialmente, o projeto sionista foi chamado de movimento de retorno e de redenção, e não o que era na prática: um projeto de colonização. “Continuaram chamando os palestinos de nômades, como se fosse uma população que não se importaria em seguir o caminho por outras terras, em vez de chamá-los corretamente como vítimas de uma limpeza étnica e vítimas do projeto sionista de colonizar o estado palestino”, disse Pappe.</p>
<blockquote>
<p>“A gente tinha esperança de que as cenas [divulgadas] de Gaza, que o horror [divulgado], que cenas tão explícitas, seriam suficientes para mudar a linguagem de como é tratada essa dinâmica, esses atos criminosos.”</p>
</blockquote>
<p>Pelo contrário, segundo o historiador, acadêmicos que ousaram dar nome ao extermínio da população palestina sofreu ameaças, além de ser rotulado como apoiadores do terrorismo.</p>
<p>Pappe ressalta, no entanto, que a sociedade civil e alguns acadêmicos de poucos países têm trazido uma nova compreensão sobre a situação. “Me dá muita esperança e encorajamento que, em uma universidade de São Paulo, nós podemos usar a linguagem correta para nos referir à Palestina. Mas não devemos tomar isso como dado, devemos lembrar que isso pode ruir. Eu falo em universidades ao redor do mundo inteiro e eu sei quão precioso isso é.”</p>
<p>O evento reuniu ainda vozes ativas em defesa da Palestina, representantes de diversas instituições renomadas, que denunciaram uma colonização sionista, limpeza étnica, apartheid, ocupação militar e o atual genocídio na Faixa de Gaza.</p>
<p>Entre os participantes, estavam Arlene Clemesha (diretora do CEPal-FFLCH/USP), Francisco Rezek (ex-ministro do STF), Paulo Casella (professor e membro do Fórum Permanente sobre Genocídios e Crimes contra a Humanidade da USP), Paulo Sérgio Pinheiro (professor e ex-Ministro da Secretaria de Estado de Direitos Humanos), Soraya Misleh (dirigente da Frente Palestina São Paulo), Júlia Wong (presidenta do Centro Acadêmico XI de Agosto) e Maira Pinheiro (advogada).</p>
<p> Camila Boehm &#8211; Repórter da Agência Brasil , Feed Últimas. </p>
<p>Fonte: <a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/internacional/noticia/2025-08/israel-pratica-genocidio-colonizacao-e-apartheid-diz-ilan-pappe">Agencia brasil EBC.</a>.</p>
<p>Wed, 06 Aug 2025 16:59:00 -0300 </p>

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		<item>
		<title>Brasil vai ingressar em ação contra Israel por genocídio em Gaza</title>
		<link>https://weeknews.online/brasil-vai-ingressar-em-acao-contra-israel-por-genocidio-em-gaza/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[ricardo]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 23 Jul 2025 22:52:33 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Noticías]]></category>
		<category><![CDATA[brasil]]></category>
		<category><![CDATA[Direitos Humanos]]></category>
		<category><![CDATA[Gaza]]></category>
		<category><![CDATA[Gaza: 21 crianças morreram de fome nas últimas 72 horas]]></category>
		<category><![CDATA[Genocídio]]></category>
		<category><![CDATA[Israel]]></category>
		<category><![CDATA[Mais de 100 grupos pedem ação à medida que fome se espalha em Gaza]]></category>
		<category><![CDATA[ONU]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Feed Últimas. O Brasil irá ingressar formalmente em ação movida pela África do Sul na Corte Internacional de Justiça contra Israel por genocídio na Faixa de Gaza.  Em nota, o Ministério das Relações Exteriores informa nesta quarta-feira (23) que a decisão tem como base a Convenção para a Prevenção e Repressão do Crime de Genocídio e &#8220;o dever dos Estados de cumprir com suas obrigações de Direito Internacional e Direito Internacional Humanitário frente à plausibilidade de que os direitos dos palestinos de proteção contra atos de genocídio estejam sendo irreversivelmente prejudicados, conforme conclusão da Corte Internacional de Justiça, em medidas cautelares anunciadas em 2024&#8243;.  Notícias relacionadas: Mais de 100 grupos pedem ação à medida que fome se espalha em Gaza. Gaza: 21 crianças morreram de fome nas&#8230;</p>
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				</p>
<p>O<strong> Brasil irá ingressar formalmente em ação movida pela África do Sul na Corte Internacional de Justiça contra Israel por genocídio na Faixa de Gaza</strong>. <img decoding="async" src="https://weeknews.online/wp-content/uploads/2025/07/1753311153_8_ebc.png" style="width:1px;height:1px;display:inline" /><img decoding="async" src="https://weeknews.online/wp-content/uploads/2025/07/1753311153_814_ebc.gif" style="width:1px;height:1px;display:inline" /></p>
<p>Em nota, o Ministério das Relações Exteriores informa nesta quarta-feira (23) que a <strong>decisão tem como base a Convenção para a Prevenção e Repressão do Crime de Genocídio e &#8220;o dever dos Estados de cumprir com suas obrigações de Direito Internacional e Direito Internacional Humanitário frente à plausibilidade de que os direitos dos palestinos de proteção contra atos de genocídio estejam sendo irreversivelmente prejudicado</strong>s, conforme conclusão da Corte Internacional de Justiça, em medidas cautelares anunciadas em 2024&#8243;. </p>
<p><h3>Notícias relacionadas:</h3>
<ul>
<li>Mais de 100 grupos pedem ação à medida que fome se espalha em Gaza.</li>
<li>Gaza: 21 crianças morreram de fome nas últimas 72 horas .</li>
</ul>
<p>A Convenção do Genocídio foi firmada pelos membros das Nações Unidas após a Segunda Guerra Mundial como forma de prevenir crimes contra a humanidade.</p>
<p>A África do Sul apresentou a ação na Corte, órgão judicial das Nações Unidas, em janeiro de 2024, em que acusa Israel de violar a convenção internacional, ter uma &#8220;conduta genocida&#8221; e promover “assassinato em massa de civis em Gaza&#8221;. </p>
<p>Na sustentação oral, representantes do país africano justificaram que há uma tentativa de &#8220;destruição da vida palestina&#8221;, com uso de arsenal destrutivo, ataques de áreas consideradas seguras e campos de refugiados, impedimento de assistência humanitária, destruição de casas e infraestruturas. As autoridades israelenses negam as acusações. </p>
<p>Para o governo brasileiro, na nota em que anunciou hoje os trâmites finais para adesão ao processo, a comunidade internacional não pode ficar inerte às violações que vêm ocorrendo em Gaza e na Cisjordânia.</p>
<p>&#8220;A comunidade internacional segue testemunhando, de forma rotineira, graves violações de Direitos Humanos e Humanitário: ataques à infraestrutura civil, inclusive a sítios religiosos, como à paróquia católica em Gaza, e às instalações das Nações Unidas, como à Organização Mundial da Saúde; violência indiscriminada e vandalismo por colonos extremistas na Cisjordânia, como o incêndio às ruínas da antiga Igreja de São Jorge e ao cemitério bizantino em Taybeh; massacres de civis, a maior parte dos quais mulheres e crianças, que se tornaram cotidianos durante a entrega de ajuda humanitária em Gaza; e a utilização despudorada da fome como arma de guerra&#8221;, afirma o comunicado. </p>
<p>Outras violações apontadas pelo Brasil são dominação à força de territórios e ampliação de assentamentos ilegais. </p>
<p>As forças israelenses mataram quase 60 mil palestinos em ataques aéreos, bombardeios e tiroteios desde que lançaram sua ofensiva contra Gaza em resposta aos ataques a Israel pelo grupo Hamas, que matou 1,2 mil pessoas e capturou 251 reféns em outubro de 2023.</p>
<p><em>* Com informações da ONU News</em></p>
<p> Agência Brasil* , Feed Últimas. </p>
<p>Fonte: <a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/direitos-humanos/noticia/2025-07/brasil-vai-ingressar-em-acao-contra-israel-por-genocidio-em-gaza">Agencia brasil EBC.</a>.</p>
<p>Wed, 23 Jul 2025 19:10:00 -0300 </p>

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			</item>
		<item>
		<title>Entidades denunciam redução da distribuição de alimentos em Gaza</title>
		<link>https://weeknews.online/entidades-denunciam-reducao-da-distribuicao-de-alimentos-em-gaza/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[ricardo]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 02 Jul 2025 22:14:02 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Pesquisa e Inovação]]></category>
		<category><![CDATA[ao que parece]]></category>
		<category><![CDATA[Conflito no Oriente Médio]]></category>
		<category><![CDATA[denuncia relatora da ONU]]></category>
		<category><![CDATA[Direitos Humanos]]></category>
		<category><![CDATA[é lucrativo"]]></category>
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		<category><![CDATA[Genocídio]]></category>
		<category><![CDATA[Pesquisadores acusam Israel de "genocídio em tempo real" na Palestina]]></category>
		<category><![CDATA[por meio de uma carta divulgada nesta terça-feira]]></category>
		<category><![CDATA[têm lidado com entraves]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://weeknews.online/entidades-denunciam-reducao-da-distribuicao-de-alimentos-em-gaza/</guid>

					<description><![CDATA[<p>Feed Últimas. Mais de 200 organizações não governamentais de todo o mundo denunciam a redução, por iniciativa de Israel, de 400 para 4 dos pontos de distribuição de alimentos em Gaza. O alerta foi dado por meio de uma carta divulgada nesta terça-feira (1º).  A comparação foi feita entre a quantidade atual e a que existia durante o período de cessar-fogo. Segundo informam, a diminuição gerou a concentração de 2 milhões de pessoas em locais de aglomeração insalubre e forte militarização.  Notícias relacionadas: &#8220;Genocídio, ao que parece, é lucrativo&#8221;, denuncia relatora da ONU. Pesquisadores acusam Israel de &#8220;genocídio em tempo real&#8221; na Palestina. Na carta, intitulada Fome extrema ou tiroteio, as entidades ressaltam que, em menos de um mês, mais de 500 palestinos foram assassinados&#8230;</p>
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				</p>
<p><strong>Mais de 200 organizações não governamentais de todo o mundo denunciam a redução, por iniciativa de Israel, de 400 para 4 dos pontos de distribuição de alimentos em Gaza. </strong>O alerta foi dado <a rel="nofollow" target="_blank" href="https://reliefweb.int/report/occupied-palestinian-territory/gaza-starvation-or-gunfire-not-humanitarian-response-0">por meio de uma carta divulgada nesta terça-feira</a> (1º). <img decoding="async" src="https://weeknews.online/wp-content/uploads/2025/07/1751494442_723_ebc.png" style="width:1px;height:1px;display:inline" /><img decoding="async" src="https://weeknews.online/wp-content/uploads/2025/07/1751494442_166_ebc.gif" style="width:1px;height:1px;display:inline" /></p>
<p>A comparação foi feita entre a quantidade atual e a que existia durante o período de cessar-fogo. Segundo informam, <strong>a diminuição gerou a concentração de 2 milhões de pessoas em locais de aglomeração insalubre e forte militarização. </strong></p>
<p><h3>Notícias relacionadas:</h3>
<ul>
<li>&#8220;Genocídio, ao que parece, é lucrativo&#8221;, denuncia relatora da ONU.</li>
<li>Pesquisadores acusam Israel de &#8220;genocídio em tempo real&#8221; na Palestina.</li>
</ul>
<p>Na carta, intitulada <em>Fome extrema ou tiroteio</em>, <strong>as entidades ressaltam que, em menos de um mês, mais de 500 palestinos foram assassinados e 4 mil ficaram feridos quando tentavam obter alimento</strong>. As organizações destacam, ainda, que militares israelenses e grupos armados têm aberto fogo, respaldados por autoridades de Israel, contra civis desesperados, que arriscam suas vidas para buscam sobreviver. </p>
<p>O cenário, acrescentam, é de promoção da fome, da inanição e da sede como arma de aniquilamento do povo palestino, deslocamentos forçados e profunda desumanização. As entidades pedem o fim da chamada Fundação Humanitária de Gaza e do bloqueio do governo israelense à ajuda humanitária e de suprimentos e a retomada de mecanismos como os comandados pela Organização das Nações Unidas (ONU). </p>
<p>&#8220;Sob o novo esquema do governo israelense, civis famintos e fragilizados estão sendo forçados a percorrer horas, por áreas perigosas e de conflito ativo, somente para enfrentar competições violentas e caóticas para alcançar cercas, sítios militarizados de distribuição com um único ponto de entrada. Lá, centenas de pessoas são liberadas em meio a locais caóticos para lutar por suprimentos de comida limitados. Essas áreas têm se tornado sítios de sucessivos massacres, em flagrante desrespeito ao direito internacional&#8221;, escrevem na carta</p>
<p><strong>Segundo as organizações, muitos estão com o corpo tão fraco a ponto de não terem nem condições para entrar nessa disputa por algo e que outros saem com itens insuficientes para poder cozinhar ou sem água potável.</strong></p>
<p>A carta sublinha, ainda, que o combustível também está se esgotando em Gaza e que já afeta serviços essenciais e, portanto, capazes de salvar vidas, como sistemas de fornecimento de água, frota de ambulâncias, hospitais e padarias. </p>
<blockquote>
<p>&#8220;Crianças órfãs e responsáveis por elas estão em meio a mortos, com crianças feridas em mais da metade dos ataques contra civis nesses locais. Com o sistema de saúde em Gaza já em colapso, muitas das pessoas baleadas são abandonadas para sangrar até morrer, sozinhas, fora do alcance de ambulâncias e com seu direito a socorro negado&#8221;, descrevem. </p>
</blockquote>
<p>Em coletiva de imprensa realizada ontem, uma das especialistas que tem falado sobre o genocídio em Gaza, em nome da Anistia Internacional, contou que um palestino afirmou a ela que têm sido tratados como se fossem animais por Israel, que os faz rivalizar por comida quando portões se abrem. </p>
<p>&#8220;&#8216;Não alcançam a comida. Quando os portões se abrem, todos correm e perseguem os alimentos. Ninguém nos olha nos olhos&#8217; [relatou ele a ela sobre o comportamento das forças israelenses]&#8221;, disse Budour Hassan aos jornalistas. &#8220;Isso é, absolutamente, genocídio&#8221;, declarou.</p>
<p>Fady Abed, da MedGlobal, organização que trabalha em contextos de crise humanitária, disse que todos os dias sua equipe atende crianças com graves quadros de saúde. <strong>Equipes de ajuda humanitária têm lidado com entraves que vão desde o impedimento de entrar em Gaza, como os da Flotilha Liberdade ao cerceamento ao exercício de suas atividades quando já estão lá.</strong></p>
<blockquote>
<p>&#8220;As mães dizem que não conseguem mais amamentar os recém-nascidos e que não têm mais como alimentar seus filhos adequadamente. Isso não porque não querem, obviamente, mas porque a comida não está disponível ou, quando está, é vendida a preços insanos, que ninguém pode pagar. Os preços de itens básicos estão de cinco, dez, cem vezes maiores do que o praticado anteriormente&#8221;, narrou Abed aos veículos de comunicação. </p>
</blockquote>
<p>De acordo com levantamento da Organização das Nações Unidas (ONU) que analisou dados de novembro de 2023 a abril de 2024, quase 70% das vítimas mortas em Gaza eram crianças e mulheres. Cerca de 80% delas estavam em edifícios residenciais na hora em que foram mortas.</p>
<p> Letycia Bond &#8211; Repórter da Agência Brasil  , Feed Últimas. </p>
<p>Fonte: <a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/direitos-humanos/noticia/2025-07/entidades-denunciam-reducao-da-distribuicao-de-alimentos-em-gaza">Agencia brasil EBC.</a>.</p>
<p>Wed, 02 Jul 2025 18:56:00 -0300 </p>

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			</item>
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		<title>Médicos Sem Fronteiras: 94% dos hospitais de Gaza estão destruídos</title>
		<link>https://weeknews.online/medicos-sem-fronteiras-94-dos-hospitais-de-gaza-estao-destruidos/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[ricardo]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 27 Jun 2025 17:50:04 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Noticías]]></category>
		<category><![CDATA[516 palestinos foram assassinados buscando comida em Gaza]]></category>
		<category><![CDATA[Associação Brasileira de Imprensa]]></category>
		<category><![CDATA[Autora de Tornar-se Palestina vê gravidade sem precedentes em Gaza]]></category>
		<category><![CDATA[Conflito no Oriente Médio]]></category>
		<category><![CDATA[Defesa Civil de Gaza registra 62 mortos hoje em ataques israelenses]]></category>
		<category><![CDATA[Direitos Humanos]]></category>
		<category><![CDATA[Em um mês]]></category>
		<category><![CDATA[Faixa de Gaza]]></category>
		<category><![CDATA[Genocídio]]></category>
		<category><![CDATA[Israel]]></category>
		<category><![CDATA[Médicos sem Fronteiras]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Feed Últimas. Profissionais da organização Médicos Sem Fronteiras (MSF) que estiveram recentemente na Faixa de Gaza relatam um cenário de terra devastada pelos bombardeios do exército israelense. Segundo a coordenadora do MSF em Jerusalém Oriental que atendia os territórios de Gaza e Cisjordânia, Damares Giuliana, 94% dos hospitais de Gaza estão fora de funcionamento porque foram bombardeados ou despejados. Os 6% que ainda funcionam também foram danificados. “O que está acontecendo ali é limpeza étnica. São atos que podem configurar crime de guerra, crimes contra a humanidade, genocídio. Quando se proíbe a entrada de alimentos, você está usando o alimento como arma de guerra. Está minando todas as possibilidades de vida, porque não tem água, não tem luz, não tem aquecimento no inverno&#8221;. &#8220;Israel bombardeia hospitais,&#8230;</p>
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<p>Profissionais da organização Médicos Sem Fronteiras (MSF) que estiveram recentemente na Faixa de Gaza relatam um cenário de terra devastada pelos bombardeios do exército israelense. Segundo a coordenadora do MSF em Jerusalém Oriental que atendia os territórios de Gaza e Cisjordânia, Damares Giuliana, 94% dos hospitais de Gaza estão fora de funcionamento porque foram bombardeados ou despejados. <strong>Os 6% que ainda funcionam também foram danificados.</strong><img decoding="async" src="https://weeknews.online/wp-content/uploads/2025/06/1751046604_576_ebc.png" style="width:1px; height:1px; display:inline;"/><img decoding="async" src="https://weeknews.online/wp-content/uploads/2025/06/1751046604_810_ebc.gif" style="width:1px; height:1px; display:inline;"/></p>
<blockquote>
<p>“O que está acontecendo ali é limpeza étnica. São atos que podem configurar crime de guerra, crimes contra a humanidade, genocídio. Quando se proíbe a entrada de alimentos, você está usando o alimento como arma de guerra. Está minando todas as possibilidades de vida, porque não tem água, não tem luz, não tem aquecimento no inverno&#8221;.</p>
</blockquote>
<p>&#8220;Israel bombardeia hospitais, escolas, proíbe a circulação de veículos, obriga as pessoas a andar quilômetros e quilômetros para buscar a parca quantidade de alimentos e no caminho sofrem ataques de drones, de helicópteros, de tanques de guerra, de atiradores”, recorda Damares.</p>
<p><strong>A Médicos Sem Fronteiras promoveu nesta semana na Associação Brasileira de Imprensa (ABI), no centro do Rio de Janeiro, encontro com profissionais para contar sobre a situação humanitária na Faixa de Gaza.</strong></p>
<p>Em 2 de março deste ano, Israel proibiu a entrada e saída de suprimentos e insumos médicos da Faixa de Gaza. No dia 18 de março, Israel encerrou o cessar-fogo e retomou os bombardeios.</p>
<p>“São 365 quilômetros quadrados para uma população de 2,2 milhões, mas as pessoas estão concentradas em apenas 15% do território. Agora é um território muito menor por conta das ordens de despejo e das regiões militarizadas por Israel. Foi feito um sufocamento”, afirmou a coordenadora.</p>
<p>A Faixa de Gaza é um território palestino que tem sido alvo de intensos bombardeios e ataques por terra do Exército de Israel desde um atentado do grupo islâmico Hamas a vilas israelenses, em outubro de 2023, que deixou cerca de 1,2 mil mortos e fez 220 reféns. O Hamas, que governa Gaza, sustenta que o ataque foi uma resposta ao cerco de mais de 17 anos imposto ao enclave e também à ocupação dos territórios palestinos por Israel.</p>
<p>Os ataques israelenses contra a Faixa de Gaza, desde então, já fizeram mais de 56 mil vítimas e deixaram mais de 100 mil feridos, além de destruírem hospitais, escolas e todo tipo de infraestrutura que presta serviços à população. Um bloqueio às fronteiras do território também dificulta a entrada de alimentos e medicamentos, agravando a crise humanitária. Segundo Israel, o objetivo é resgatar os reféns que ainda estão com o Hamas e eliminar o grupo completamente.</p>
<h2>Bloqueio</h2>
<p>A enfermeira Ruth Barros ficou dois meses entre o final de fevereiro até o fim de abril na região norte de Gaza, a mais devastada. Ela conta que, antes da volta dos bombardeios, havia suprimentos, os mercados tinham produtos, vegetais, frutas, legumes. As pessoas estavam tentando reconstruir suas casas e os hospitais estavam sendo reabilitados.</p>
<p>“Depois de 2 de março, quando começou o bloqueio à entrada e saída de materiais, a gente teve que começar a racionalizar e a pensar como faria nossas atividades. Só conseguimos trabalhar com o estoque de medicamentos que já estava disponível na região norte”.</p>
<p>Segundo Ruth, as necessidades aumentavam à medida que caíam as bombas, e a capacidade de resposta era cada dia mais reduzida. “O norte de Gaza está completamente destruído. As pessoas vivem em tendas. As edificações foram destruídas. Todas as unidades de saúde foram devastadas”.</p>
<p>De acordo com a enfermeira, os bombardeios afetam a saúde mental da população ─ muitas crianças com sintomas de estresse pós-traumático e adultos com sintomas depressivos.</p>
<blockquote>
<p>“Atuei em zonas de conflito, mas a destruição não chegou ao mesmo nível do que ocorre em Gaza. Estamos falando de falta de água, comida e abrigo. Necessidades humanas básicas estão deterioradas e colapsadas em Gaza. As explosões destruíram as tubulações, então é esgoto a céu aberto, o que traz mais doenças. As pessoas estão fazendo uma refeição por dia, comendo enlatados. A desnutrição aumentou drasticamente”, relata.</p>
</blockquote>
<p>O médico generalista Paulo Reis ficou na região central de Gaza, um pouco mais preservada, na coordenação de um hospital de campanha que atende exclusivamente casos de trauma. Ele chegou no começo de março e saiu em meados de maio. Paulo conta que os insumos médicos que disponíveis em Gaza são os estoques feitos antes do fim do cessar-fogo.</p>
<p>“A situação era cada vez mais difícil, porque cada vez menos havia estruturas de saúde em pé. Eram feitas 20, 30 cirurgias por dia de vítimas de bombas e tiros. Quando eu cheguei lá, eram 50 pacientes internados. Quando saí, eram 80 pacientes internados no hospital de campanha. A grande diferença de Gaza para outros locais de conflitos é o volume. Já trabalhei em zonas de guerra, mas com essa quantidade de vítimas, de explosões, nunca vi assim. Em Gaza, os bombardeios são a toda hora. Não tem um momento que você não escute bomba. Os drones são 24 horas. É tão frequente que as pessoas sequer deixam de conversar, de fazer alguma coisa cotidiana porque uma bomba explodiu relativamente perto”, completa o médico.</p>
<p>      <!-- Relacionada --></p>
<p>            <!-- Relacionada -->
    </div>
<p> Ana Cristina Campos &#8211; Repórter da Agência Brasil , Feed Últimas. </p>
<p>Fonte: <a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/direitos-humanos/noticia/2025-06/medicos-sem-fronteiras-94-dos-hospitais-de-gaza-estao-destruidos">Agencia brasil EBC.</a>.</p>
<p>Fri, 27 Jun 2025 14:41:00 -0300 </p>

<p>O post <a href="https://weeknews.online/medicos-sem-fronteiras-94-dos-hospitais-de-gaza-estao-destruidos/">Médicos Sem Fronteiras: 94% dos hospitais de Gaza estão destruídos</a> apareceu primeiro em <a href="https://weeknews.online">WeekNews</a>.</p>
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			</item>
		<item>
		<title>Autora de Tornar-se Palestina vê gravidade sem precedentes em Gaza</title>
		<link>https://weeknews.online/autora-de-tornar-se-palestina-ve-gravidade-sem-precedentes-em-gaza/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[ricardo]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 24 Jun 2025 11:15:29 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Noticías]]></category>
		<category><![CDATA[Conflito no Oriente Médio]]></category>
		<category><![CDATA[Cultura]]></category>
		<category><![CDATA[Em 48 horas]]></category>
		<category><![CDATA[Faixa de Gaza]]></category>
		<category><![CDATA[feira do livro de são paulo]]></category>
		<category><![CDATA[Genocídio]]></category>
		<category><![CDATA[Israel]]></category>
		<category><![CDATA[Israel ataca prisão em Teerã; Irã lança 21ª onda de mísseis balísticos]]></category>
		<category><![CDATA[Israel mata 200 pessoas e fere mil na Faixa de Gaza]]></category>
		<category><![CDATA[Palestina]]></category>
		<category><![CDATA[Ruth Rocha e André Gravatá são destaques na Feira do Livro em SP]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Feed Últimas. Descendente de palestinos, a escritora chilena Lina Meruane lançou, no mês passado, a edição ampliada de Tornar-se Palestina, com apresentação de Milton Hatoum e o acréscimo de uma terceira parte, chamada Rostos em meu rosto. Um dos destaques da Feira do Livro de São Paulo, que encerrou no domingo (22) sua quarta edição, a autora vê uma situação de gravidade sem precedentes na Faixa de Gaza e avalia que eventos literários são um convite ao debate aprofundado.  Publicada pela Relicário Edições, a obra vendeu mais de 15 mil cópias no Brasil em sua primeira edição e narra a busca da escritora por suas raízes palestinas, bem como a relação com o exílio e a herança familiar. Literatura reflete a história e ecoa grandes questões do&#8230;</p>
<p class="excerpt-more"><a class="blog-excerpt button" href="https://weeknews.online/autora-de-tornar-se-palestina-ve-gravidade-sem-precedentes-em-gaza/">Leia mais...</a></p>
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<p>Descendente de palestinos, a escritora chilena Lina Meruane lançou, no mês passado, a edição ampliada de <em>Tornar-se Palestina</em>, com apresentação de Milton Hatoum e o acréscimo de uma terceira parte, chamada <em>Rostos em meu rosto</em>. Um dos destaques da Feira do Livro de São Paulo, que encerrou no domingo (22) sua quarta edição, a autora vê uma situação de gravidade sem precedentes na Faixa de Gaza e avalia que eventos literários são um convite ao debate aprofundado. <img decoding="async" src="https://weeknews.online/wp-content/uploads/2025/06/1750763728_638_ebc.png" style="width:1px; height:1px; display:inline;"/><img decoding="async" src="https://weeknews.online/wp-content/uploads/2025/06/1750763729_851_ebc.gif" style="width:1px; height:1px; display:inline;"/></p>
<p>Publicada pela Relicário Edições, a obra vendeu mais de 15 mil cópias no Brasil em sua primeira edição e narra a busca da escritora por suas raízes palestinas, bem como a relação com o exílio e a herança familiar.</p>
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<div class="dnd-atom-rendered"><!-- scald=428748:cheio_8colunas --><br />
            <img decoding="async" src="https://weeknews.online/wp-content/uploads/2025/06/literatura_reflete_a_historia_e_ecoa_grandes_questoes_do_mundo02.jpg" alt="Brasília (DF), 23/06/2025 - Literatura reflete a história e ecoa grandes questões do mundo.&#13;&#10;Foto: Timo Berger/Divulgação" title="Timo Berger/Divulgação"/><br />
        <img decoding="async" src="https://weeknews.online/wp-content/uploads/2025/06/literatura_reflete_a_historia_e_ecoa_grandes_questoes_do_mundo02.jpg" alt="Brasília (DF), 23/06/2025 - Literatura reflete a história e ecoa grandes questões do mundo.&#13;&#10;Foto: Timo Berger/Divulgação" title="Timo Berger/Divulgação"/><br />
    <!-- END scald=428748 --></div>
<div class="dnd-caption-wrapper">
<p>Literatura reflete a história e ecoa grandes questões do mundo. <strong>Foto</strong> <strong>Timo Berger/Divulgação</strong><!--END copyright=428748--></p>
</div>
</div>
<p>Em entrevista à <strong>Agência Brasil</strong>, a autora ressalta a relevância do diálogo entre autores e o público, durante eventos literários, sobre temas como a situação de Gaza. Trabalhando em uma nova obra sobre o genocício na Palestina, prevista para o final deste ano, ela avalia que, embora o cenário no enclave pareça impossível de se transformar, é importante permanecer atento e continuar falando sobre a questão.</p>
<blockquote>
<p>“Essa é uma função muito importante das feiras e festivais de livros: abrir um campo de ideias, despertar interesse no público, adicionar nuances às informações que aparecem na imprensa ─ que são frequentemente manipuladas ─ e convidá-los a ler livros em que os escritores possam se aprofundar nos detalhes de cada uma dessas questões complexas”, disse.</p>
</blockquote>
<p>A Faixa de Gaza é um território palestino que tem sido alvo de intensos bombardeios e ataques por terra do Exército de Israel desde um atentado do grupo islâmico Hamas a vilas ao sul de Israel, em outubro de 2023, que deixou cerca de 1,2 mil mortos e fez 220 reféns. O Hamas, que governa Gaza, sustenta que o ataque foi uma resposta ao cerco de mais de 17 anos imposto ao enclave e também à ocupação dos territórios palestinos por Israel.</p>
<p><strong>Os ataques israelenses contra a Faixa de Gaza, desde então, já fizeram mais de 55 mil vítimas e deixaram mais de 100 mil feridos</strong>, além de destruírem hospitais, escolas e todo tipo de infraestrutura que presta serviços à população. Um bloqueio às fronteiras do território também impede a entrada de alimentos e medicamentos, agravando a crise humanitária, que é denunciada como genocídio por países como o Brasil. Segundo Israel, o objetivo é resgatar os reféns que ainda estão com o Hamas e eliminar o grupo completamente.</p>
<p> </p>
<div class="dnd-widget-wrapper context-cheio_8colunas type-image">
<div class="dnd-atom-rendered"><!-- scald=383955:cheio_8colunas --><br />
            <img decoding="async" src="https://weeknews.online/wp-content/uploads/2025/06/2024-05-07t173932z_1_lynxmpek460sa_rtroptp_4_israel-palestinos-rafah-hospital.jpg" alt="Destroços após ataque de Israel a Rafah, na Faixa de Gaza&#13;&#10;07/05/2024&#13;&#10;REUTERS/Hatem Khaled" title="REUTERS/Hatem Khaled/Proibida reprodução"/><br />
        <img decoding="async" src="https://weeknews.online/wp-content/uploads/2025/06/2024-05-07t173932z_1_lynxmpek460sa_rtroptp_4_israel-palestinos-rafah-hospital.jpg" alt="Destroços após ataque de Israel a Rafah, na Faixa de Gaza&#13;&#10;07/05/2024&#13;&#10;REUTERS/Hatem Khaled" title="REUTERS/Hatem Khaled/Proibida reprodução"/><br />
    <!-- END scald=383955 --></div>
<p><h6 class="meta"><!--copyright=383955-->Destroços após ataque de Israel a Rafah, na Faixa de Gaza, em 07 de maio de 2025 <strong>REUTERS/Hatem Khaled/Proibida reprodução</strong><!--END copyright=383955--></h6>
</p>
</div>
<h2>Ocupação colonial</h2>
<p>A autora vê a atual ofensiva na Faixa de Gaza como uma intensificação de um longo processo de ocupação colonial na Palestina. Ela afirma que “os fundadores de Israel já diziam estar tomando uma terra sem povo para um povo sem terra”. </p>
<p>“E é isso que dizem hoje, que os palestinos não são povo, não têm o direito de ser povo. Isso é chocantemente brutal e literal. Israel vem construindo motivos para desapropriar, alienar, humilhar, assassinar e, por fim, acabar com os palestinos, exterminá-los.”</p>
<p>Lina Meruane também critica o discurso israelense de direito à autodefesa como uma justificativa para o atual conflito em Gaza. “Israel já existe e não está realmente se defendendo. Em vez disso, está gerando ataques contínuos, aos quais os palestinos, às vezes, respondem. A situação atual é de uma gravidade sem precedentes e de uma impunidade inaceitável”, lamentou.</p>
<h2>Tornar-se Palestina</h2>
<p>A obra <em>Tornar-se Palestina</em> começou a ser escrita em 2012, no momento em que Lina embarcava em um avião com destino à terra natal de seus antepassados. “Ao chegar a Israel, percebi como a situação era vivenciada em campo. Isso gerou um movimento de escrever sobre o passado em termos de memória e de tentar entender e resgatar, sobretudo, a história da migração da minha família e da grande comunidade palestina no Chile”, contou.</p>
<p>“Ao mesmo tempo, me fez olhar com muita atenção para o presente e tentar entender o que os palestinos estavam vivenciando, tanto dentro de Israel quanto nos territórios ocupados”, acrescentou.</p>
<p>Já a terceira parte, acrescentada na recente edição, discute a questão da identidade vista nos rostos e os paradoxos culturais que os corpos carregam, a partir de uma nova viagem que a escritora fez à Palestina. A autora afirmou que esse é o fechamento de livro que foi crescendo ao longo dos anos, mas não vai mais se expandir.</p>
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<p>“O livro conta como foi organizando um sistema brutal de colonização e extermínio da população palestina, e a organização de uma aceleração do genocídio que está ocorrendo hoje. É um relato de família, um relato de viagem, um ensaio político e uma reflexão sobre como o colonialismo e o genocídio israelense operam hoje”, explicou.</p>
</blockquote>
<p>Lina Meruane passou por uma experiência que se mostrou muito comum durante suas viagens. As pessoas perguntavam se ela era israelense, porque não identificavam seu sotaque, rosto e jeito de se vestir como palestinos. “Comecei a refletir sobre a identidade, sobre o reaparecimento de um interesse em ler, nos rostos, quem e como os outros são. Aquilo que tínhamos visto durante a era nazista e que pensávamos ter desaparecido reapareceu com uma força tremenda”, observou.</p>
<p>Segundo ela, esse fenômeno começou a se expressar de forma preocupante nas tecnologias de reconhecimento facial. “No livro, falo da aceleração da vigilância facial para identificar rostos e controlar indivíduos que se movem pelo território. Isso, que parece um pouco ficção científica, é uma realidade muito brutal agora”, disse. “A Europa está cheia de câmeras, as passagens de fronteira estão cheias de câmeras, os postos de controle, e a Palestina é um lugar completamente monitorado”, relatou.</p>
<h2>Observadores da história</h2>
<p>Para o curador da 4ª edição da Feira do Livro de São Paulo, Paulo Werneck, “Os festivais literários são caixas de ressonância para as grandes questões do mundo no seu tempo”. Ele avalia que, neste ano, o evento deu destaque à tragédia humanitária na Faixa de Gaza e aos 40 anos da redemocratização no Brasil após a ditadura militar.</p>
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<p>“Os escritores são observadores privilegiados da História. Por meio deles, a gente sabe do que acontece nas guerras, por exemplo. Sobre a Segunda Guerra Mundial, muitos relatos vieram de escritores ou de jornalistas”, disse Werneck, que elogiou Lina Meruane e Tornar-se Palestina: “já é um clássico.”</p>
</blockquote>
<p>O curador citou ainda a correspondente Alexandra Lucas Coelho, que falou, na feira, sobre seu novo livro “Gaza está em toda parte”, uma denúncia do genocídio palestino por Israel; e o escritor sírio-palestino, nascido em um campo de refugiados em Damasco, Ghayath Almadhoun, que traz a crítica política como a tônica de sua poesia. Neste ano, o poeta, que também participou do evento, lançou a primeira edição de “Você deu em pagamento o meu país” no Brasil.</p>
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<p> Camila Boehm &#8211; Repórter da Agência Brasil , Feed Últimas. </p>
<p>Fonte: <a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/cultura/noticia/2025-06/autora-de-tornar-se-palestina-ve-gravidade-sem-precedentes-em-gaza">Agencia brasil EBC.</a>.</p>
<p>Tue, 24 Jun 2025 08:02:00 -0300 </p>

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		<title>EUA restringem visto de autoridade estrangeira “cúmplice de censura”</title>
		<link>https://weeknews.online/eua-restringem-visto-de-autoridade-estrangeira-cumplice-de-censura/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[ricardo]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 29 May 2025 02:16:17 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Internacional]]></category>
		<category><![CDATA[Alemanha]]></category>
		<category><![CDATA[Alexandre de Moraes]]></category>
		<category><![CDATA[Baixar]]></category>
		<category><![CDATA[EUA]]></category>
		<category><![CDATA[Genocídio]]></category>
		<category><![CDATA[Marco Rubio]]></category>
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<p>O secretário de Estado norte-americano, Marco Rubio, afirmou hoje (28) que os Estados Unidos (EUA) vão restringir o visto para entrada no país de autoridades estrangeiras que, segundo ele, seriam cúmplices de censura a cidadãos dos EUA. Rubio não citou nomes, mas afirmou que &#8220;por muito tempo, americanos foram multados, assediados e até processados por autoridades estrangeiras por exercerem seu direito à liberdade de expressão&#8221;. Há alguns dias, Marco Rubio disse que poderia aplicar sanções contra o ministro do Supremo Tribunal Federal Alexandre de Moraes, o que gerou reações do Judiciário, do Parlamento e do governo brasileiros.<img decoding="async" src="https://weeknews.online/wp-content/uploads/2025/05/1748484976_474_ebc.png" style="width:1px; height:1px; display:inline;"/><img decoding="async" src="https://weeknews.online/wp-content/uploads/2025/05/1748484977_944_ebc.gif" style="width:1px; height:1px; display:inline;"/></p>
<p><strong>Rússia</strong></p>
<p>O ministro de Relações Exteriores da Rússia, Sergei Lavrov, disse que o Kremlin está pronto para apresentar uma proposta de paz à Ucrânia na próxima segunda-feira, dia 2 de junho, em Istambul, na Turquia. Segundo a agência de notícias Reuters, o documento traz, entre outras questões, a exigência de um compromisso da Otan, a Organização Militar do Ocidente, de que não vai chegar a mais países que fazem fronteira com a Rússia. A expansão da Otan é apontada por Moscou como um dos motivos para a invasão da Ucrânia.</p>
<p><strong>Namíbia</strong></p>
<p>Na Namíbia, autoridades e população homenagearam as vítimas do genocídio alemão contra os povos Ovaherere e Nama. Este é o primeiro ano em que o país faz uma solenidade do tipo. A presidente Netumbo Nandi-Ndaitwah disse que é preciso fazer justiça para os africanos por meio de reparações. Entre 1904 e 1908, soldados alemães mataram 65 mil Hereros e dez mil Namas quando as tribos se rebelaram contra a dominação do país europeu. Em 2021, a Alemanha reconheceu o genocídio. O episódio é considerado o primeiro genocídio do século 20.</p>
<p><em>*Com informações da agência Reuters</em></p>
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<p> rafael.guimaraes , . </p>
<p>Fonte: <a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/radioagencia-nacional/internacional/audio/2025-05/eua-restringem-visto-de-autoridade-estrangeira-cumplice-de-censura">Agencia brasil EBC.</a>.</p>
<p>Thu, 29 May 2025 01:46:25 +0000 </p>

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