<?xml version="1.0" encoding="UTF-8"?><rss version="2.0"
	xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"
	xmlns:wfw="http://wellformedweb.org/CommentAPI/"
	xmlns:dc="http://purl.org/dc/elements/1.1/"
	xmlns:atom="http://www.w3.org/2005/Atom"
	xmlns:sy="http://purl.org/rss/1.0/modules/syndication/"
	xmlns:slash="http://purl.org/rss/1.0/modules/slash/"
	>

<channel>
	<title>Arquivo de letalidade policial - WeekNews</title>
	<atom:link href="https://weeknews.online/tag/letalidade-policial/feed/" rel="self" type="application/rss+xml" />
	<link>https://weeknews.online/tag/letalidade-policial/</link>
	<description></description>
	<lastBuildDate>Fri, 02 Oct 2026 15:38:12 +0000</lastBuildDate>
	<language>pt-BR</language>
	<sy:updatePeriod>
	hourly	</sy:updatePeriod>
	<sy:updateFrequency>
	1	</sy:updateFrequency>
	<generator>https://wordpress.org/?v=7.1.3</generator>

<image>
	<url>https://weeknews.online/wp-content/uploads/2026/05/cropped-Gemini_Generated_Image_o4oxj8o4oxj8o4ox-1-150x150.png</url>
	<title>Arquivo de letalidade policial - WeekNews</title>
	<link>https://weeknews.online/tag/letalidade-policial/</link>
	<width>32</width>
	<height>32</height>
</image> 
	<item>
		<title>Júri de PMs acusados de matar Kathlen Romeu e seu bebê começa em 26 de novembro</title>
		<link>https://weeknews.online/juri-de-pms-acusados-de-matar-kathlen-romeu-e-seu-bebe-comeca-em-26-de-novembro/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[ricardo]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 02 Oct 2026 15:37:09 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Noticías]]></category>
		<category><![CDATA[Ana Paula [Oliveira]]></category>
		<category><![CDATA[às 10h]]></category>
		<category><![CDATA[assassinado pela polícia]]></category>
		<category><![CDATA[Caso Katlhen Romeu]]></category>
		<category><![CDATA[Direitos Humanos]]></category>
		<category><![CDATA[em 2014]]></category>
		<category><![CDATA[em Manguinhos]]]></category>
		<category><![CDATA[em uma festa junina]]></category>
		<category><![CDATA[jovem morto pela PM em junho de 2025]]></category>
		<category><![CDATA[Justiça marca julgamento de PMs envolvidos na morte de modelo no Rio]]></category>
		<category><![CDATA[Kathlen Romeu]]></category>
		<category><![CDATA[letalidade policial]]></category>
		<category><![CDATA[mãe do Jonatha]]></category>
		<category><![CDATA[MPRJ denuncia policial militar pela morte da menina Eloah no Rio]]></category>
		<category><![CDATA[no próximo dia 26 de novembro]]></category>
		<category><![CDATA[no Tribunal do Júri]]></category>
		<category><![CDATA[O órgão quer um plano com metas e prazos]]></category>
		<category><![CDATA[Os agentes chegaram a ser absolvidos da acusação de fraude processual na Justiça Militar]]></category>
		<category><![CDATA[Passageiro de ônibus morre baleado durante ação policial no Rio]]></category>
		<category><![CDATA[Polícia Militar]]></category>
		<category><![CDATA[Polícia Militar do Rio de Janeiro]]></category>
		<category><![CDATA[Rio de Janeiro]]></category>
		<category><![CDATA[Violência Policial]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://weeknews.online/?p=132081</guid>

					<description><![CDATA[<p>Fonte da imagem: Agência Brasil Cinco anos após a morte da comerciária Kathlen Romeu, de 24 anos, e de seu bebê, os policiais militares Rodrigo Correia de Frias e Marcos Felipe da Silva Salviano serão julgados pelo Tribunal do Júri em 26 de novembro, às 10h. A jovem, grávida de quatro meses, foi baleada quando visitava a avó, Sayonara de Oliveira, no Lins de Vasconcelos, Zona Norte do Rio de Janeiro. Ela e o bebê não sobreviveram. Segundo a denúncia do Ministério Público do Estado do Rio de Janeiro, os policiais dispararam em direção ao local onde Kathlen e a avó caminhavam. Os agentes alegaram mirar em bandidos, versão que nunca foi comprovada. A defesa dos militares foi procurada, mas não respondeu até o fechamento&#8230;</p>
<p class="excerpt-more"><a class="blog-excerpt button" href="https://weeknews.online/juri-de-pms-acusados-de-matar-kathlen-romeu-e-seu-bebe-comeca-em-26-de-novembro/">Leia mais...</a></p>
<p>O post <a href="https://weeknews.online/juri-de-pms-acusados-de-matar-kathlen-romeu-e-seu-bebe-comeca-em-26-de-novembro/">Júri de PMs acusados de matar Kathlen Romeu e seu bebê começa em 26 de novembro</a> apareceu primeiro em <a href="https://weeknews.online">WeekNews</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<figure class="weeknews-ai-media" style="margin:24px 0;max-width:100%;clear:both;"><img loading="lazy" style="max-width:100%;height:auto;display:block;" src="https://weeknews.online/wp-content/uploads/2026/10/0g0a9341-1024x512.jpg" alt="Júri de PMs acusados de matar Kathlen Romeu e seu bebê começa em 26 de novembro" decoding="async"><figcaption class="weeknews-ai-credit" style="font-size:13px;line-height:1.45;margin-top:8px;color:#666;text-align:center;">Fonte da imagem: <a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/direitos-humanos/noticia/2026-09/mae-de-kathlen-romeu-cobra-apoio-da-sociedade-no-tribunal-do-juri" target="_blank" rel="nofollow noopener noreferrer">Agência Brasil</a></figcaption></figure>
<p><a style="display:block;" noopener noreferrer href="https://weeknews.online/" target="_blank" rel="nofollow noopener noreferrer"></p>
<p>    </a></p>
<p><br />
</p>
<p>Cinco anos após a morte da comerciária Kathlen Romeu, de 24 anos, e de seu bebê, os policiais militares Rodrigo Correia de Frias e Marcos Felipe da Silva Salviano serão julgados pelo Tribunal do Júri em 26 de novembro, às 10h. A jovem, grávida de quatro meses, foi baleada quando visitava a avó, Sayonara de Oliveira, no Lins de Vasconcelos, Zona Norte do Rio de Janeiro. Ela e o bebê não sobreviveram.</p>
<p>Segundo a denúncia do Ministério Público do Estado do Rio de Janeiro, os policiais dispararam em direção ao local onde Kathlen e a avó caminhavam. Os agentes alegaram mirar em bandidos, versão que nunca foi comprovada. A defesa dos militares foi procurada, mas não respondeu até o fechamento da reportagem. Os dois respondem ao processo em liberdade e, de acordo com a corporação, estão afastados de suas funções.</p>
<p>Os agentes chegaram a ser absolvidos da acusação de fraude processual na Justiça Militar, mas a promotoria recorreu e eles foram condenados pela 6ª Câmara Criminal do Tribunal de Justiça do Rio de Janeiro.</p>
<p>A mãe de Kathlen, Jacklline de Oliveira, de 45 anos, e o pai, o professor de educação física Luciano Gonçalves, de 49, receberam a reportagem em casa para falar sobre o julgamento. A jovem, que começou a customizar e vender roupas aos 15 anos, havia financiado o primeiro apartamento na planta e esperava o primeiro filho. A família nunca conheceu o neto, e Kathlen não chegou a ver sua primeira casa.</p>
<p>&#8220;A gente estava no melhor momento das nossas vidas, e eu fui do céu ao inferno com 40 anos&#8221;, conta Jacklline. &#8220;O Estado mata a gente diariamente há cinco anos e três meses e alguns dias. Não tem um dia que eu não me sinta ganhando um tiro de fuzil.&#8221;</p>
<p>A mãe afirma que entrará no tribunal com a esperança de que a sociedade civil que se solidarizou com a família em 8 de junho de 2021 continue ao lado deles no julgamento. &#8220;Se esses policiais não forem punidos, não forem condenados, a sociedade civil também estará matando Kathlen Romeu e o seu bebê&#8221;, declarou. Jacklline faz terapia para processar a dor, e Luciano cursa o terceiro ano de psicologia.</p>
<p>A família relata que chegou a acionar a corregedoria do Ministério Público do Estado do Rio de Janeiro contra o promotor responsável pela investigação na época, por ele ter sugerido que poderia arquivar o processo e recomendado que a família buscasse &#8220;justiça divina&#8221;, em 2022. A Corregedoria-Geral do MPRJ informou que abriu um procedimento administrativo disciplinar para investigar a denúncia, mas o processo acabou arquivado por falta de provas contra o promotor. No mesmo ano, o promotor denunciou os policiais à Justiça.</p>
<p>&#8220;A nossa luta é pela memória, reparação e justiça, mas em prol de uma juventude negra, pobre, preta, periférica viva, e do máximo rigor da lei&#8221;, afirmou Jacklline. &#8220;A minha filha eu já perdi. A luta que fazemos é pelos filhos de outras, para que as vidas deles não sejam ceifadas pelo Estado. Não queremos outros pais com a dor que temos hoje.&#8221;</p>
<p>Dados do Fórum Brasileiro de Segurança Pública apontam que a polícia fluminense matou 798 pessoas em 2025, quase duas em cada dez mortes violentas intencionais no estado naquele ano (3.890). Em apenas uma ação policial, a Operação Contenção, foram 117 mortes, 15% do total do ano. O Rio de Janeiro foi o sexto estado com maior índice de letalidade em decorrência de ação policial no país, atrás de Amapá, Bahia, Sergipe, Pará e Goiás. No Brasil, quem mais morre por intervenção policial são homens jovens, de 15 a 24 anos, de cor negra.</p>
<p>O Ministério Público do Estado do Rio de Janeiro não comentou as falhas no controle da letalidade policial nem a razão do baixo número de denúncias contra agentes. O governo do Rio informou que adota um conjunto permanente de medidas voltadas à redução da violência letal e ao aprimoramento da atuação policial, citando cursos, treinamentos e atualizações. As medidas, no entanto, foram consideradas insuficientes pelo Ministério Público Federal, que quer um plano com metas e prazos.</p>
<p>Fonte: <a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/direitos-humanos/noticia/2026-09/mae-de-kathlen-romeu-cobra-apoio-da-sociedade-no-tribunal-do-juri" target="_blank" rel="nofollow noopener noreferrer">Agência Brasil</a>.</p>

<p>O post <a href="https://weeknews.online/juri-de-pms-acusados-de-matar-kathlen-romeu-e-seu-bebe-comeca-em-26-de-novembro/">Júri de PMs acusados de matar Kathlen Romeu e seu bebê começa em 26 de novembro</a> apareceu primeiro em <a href="https://weeknews.online">WeekNews</a>.</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Envolvimento de policiais em tiroteios bate recorde em 2026</title>
		<link>https://weeknews.online/envolvimento-de-policiais-em-tiroteios-bate-recorde-em-2026/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[ricardo]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 29 Jul 2026 16:47:07 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Segurança]]></category>
		<category><![CDATA[Baixar]]></category>
		<category><![CDATA[Grupos Armados]]></category>
		<category><![CDATA[instituto fogo cruzado]]></category>
		<category><![CDATA[letalidade policial]]></category>
		<category><![CDATA[violência]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://weeknews.online/envolvimento-de-policiais-em-tiroteios-bate-recorde-em-2026/</guid>

					<description><![CDATA[<p>Feed Editoria Radioagência Nacional. As operações policiais, frequentemente tratadas pelos governos como principal resposta à criminalidade, registraram recorde de envolvimento em tiroteios no Brasil. Apenas no primeiro semestre deste ano, os confrontos com forças de segurança deixaram mais de 900 pessoas baleadas. Os números são do relatório semestral do Instituto Fogo Cruzado, divulgado nesta quarta-feira (29). Entre janeiro e junho, foram registrados 2.511 tiroteios nas regiões metropolitanas do Rio de Janeiro, Recife, Salvador e Belém. Ao todo, 2.403 pessoas foram atingidas por disparos. Dessas, 1.628 morreram. As ações e operações policiais estiveram presentes em quase quatro de cada dez confrontos armados. É o maior índice já registrado pelo instituto. O levantamento mostra, ainda, que apesar da queda do número total de tiroteios em algumas capitais&#8230;</p>
<p class="excerpt-more"><a class="blog-excerpt button" href="https://weeknews.online/envolvimento-de-policiais-em-tiroteios-bate-recorde-em-2026/">Leia mais...</a></p>
<p>O post <a href="https://weeknews.online/envolvimento-de-policiais-em-tiroteios-bate-recorde-em-2026/">Envolvimento de policiais em tiroteios bate recorde em 2026</a> apareceu primeiro em <a href="https://weeknews.online">WeekNews</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div class="welcome-container" style="text-align:center; margin:35px 0 15px 0;">
    <a style="display:block;" href="https://weeknews.online/" target="_blank" rel="nofollow noopener noreferrer"></p>
<div style="width:100%;
            height:293px;
            background-image:url(&#039;https://weeknews.online/wp-content/uploads/2026/05/Gemini_Generated_Image_8evrvd8evrvd8evr2026.png&#039;);
            background-size:contain;
            background-repeat:no-repeat;
            background-position:center;"></div>
<p>    </a>
</div>

<p>Feed Editoria Radioagência Nacional.</p>

<p></p>
<div>
<p>As operações policiais, frequentemente tratadas pelos governos como principal resposta à criminalidade, registraram <strong>recorde de envolvimento em tiroteios</strong> no Brasil.</p>
<p>Apenas no primeiro semestre deste ano, os confrontos com forças de segurança deixaram mais de 900 pessoas baleadas. Os números são do relatório semestral do <strong>Instituto Fogo Cruzado</strong>, divulgado nesta quarta-feira (29).</p>
<p>Entre janeiro e junho, foram registrados <strong>2.511 tiroteios</strong> nas regiões metropolitanas do Rio de Janeiro, Recife, Salvador e Belém. Ao todo, <strong>2.403 pessoas foram atingidas</strong> por disparos. Dessas, <strong>1.628 morreram</strong>.</p>
<p>As ações e operações policiais estiveram presentes em quase quatro de cada dez confrontos armados. É o maior índice já registrado pelo instituto.</p>
<p>O levantamento mostra, ainda, que apesar da queda do número total de tiroteios em algumas capitais a<strong> violência continua avançando</strong>. Os confrontos entre facções e milícias fizeram mais vítimas neste ano. O coordenador do Instituto Fogo Cruzado, Eryck Batalha, comenta os principais destaques do relatório semestral.</p>
<blockquote>
<p>&#8220;Os dados indicam um avanço nas ações de grupos armados nos Estados que mapeamos: Rio de Janeiro, Bahia, Pernambuco e Pará. Entre os baleados em disputas de grupos armados nós observamos um crescimento de 12% durante o semestre. Indo de 181 vítimas no primeiro semestre de 2025, para 203 no primeiro semestre de 2026&#8221;. </p>
</blockquote>
<p>Casos de pessoas feridas durante assaltos e tentativas de roubo também cresceram no primeiro semestre. Foram 260 vítimas, 9% a mais do que no mesmo período do ano passado.</p>
<p>No Rio de Janeiro, quase metade dos tiroteios registrados teve participação policial. O índice é o maior desde o início da série histórica, em 2017. Já os confrontos entre grupos criminosos atingiram o maior número de vítimas já contabilizado pelo instituto na região.</p>
<p>Em Recife, mesmo com a redução da violência armada, as operações policiais alcançaram um recorde histórico, com 60 registros, 9% do total mapeado.</p>
<p>Em Salvador, a presença policial foi registrada em mais da metade dos tiroteios mapeados, com 56% dos registros.</p>
<p>Já em Belém, a violência chegou com mais intensidade ao ambiente doméstico. O número de pessoas baleadas dentro de casa cresceu 90% em um ano, alcançando o maior patamar da série histórica.</p>
<p>      <!-- Relacionada --><br />
            <!-- Relacionada -->
    </div>
<p></p>
<p>Fonte: <a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/radioagencia-nacional/seguranca/audio/2026-07/envolvimento-de-policiais-em-tiroteios-bate-recorde-em-2026" target="_blank" rel="nofollow noopener noreferrer">Agência Brasil</a>.</p>

<p>O post <a href="https://weeknews.online/envolvimento-de-policiais-em-tiroteios-bate-recorde-em-2026/">Envolvimento de policiais em tiroteios bate recorde em 2026</a> apareceu primeiro em <a href="https://weeknews.online">WeekNews</a>.</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Policiais em serviço mataram 142 pessoas em três meses no estado de SP</title>
		<link>https://weeknews.online/policiais-em-servico-mataram-142-pessoas-em-tres-meses-no-estado-de-sp/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[ricardo]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 04 May 2026 21:38:14 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Noticías]]></category>
		<category><![CDATA[>> Siga o canal da Agência Brasil no WhatsApp]]></category>
		<category><![CDATA[Direitos Humanos]]></category>
		<category><![CDATA[Justiça condena estado de SP a indenizar família de homem morto por PM]]></category>
		<category><![CDATA[letalidade policial]]></category>
		<category><![CDATA[Ministério Público do Estado de São Paulo]]></category>
		<category><![CDATA[Mulher é morta após intervenção policial na zona leste de São Paulo]]></category>
		<category><![CDATA[PM que atirou e matou mulher em SP é suspensa da função]]></category>
		<category><![CDATA[polícia civil]]></category>
		<category><![CDATA[Polícia Militar]]></category>
		<category><![CDATA[São Paulo]]></category>
		<category><![CDATA[Segurança Pública]]></category>
		<category><![CDATA[Violência Policial]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://weeknews.online/policiais-em-servico-mataram-142-pessoas-em-tres-meses-no-estado-de-sp/</guid>

					<description><![CDATA[<p>Feed Últimas. Policiais militares e civis em serviço mataram 142 pessoas no primeiro trimestre deste ano, no estado de São Paulo. Foram cinco vítimas a mais do que no mesmo período de 2025. Considerando os policiais fora de serviço, as mortes aumentaram de 29 para 33, no mesmo período de comparação. Especialistas alertam para o alto patamar de óbitos em decorrência de intervenção policial. O levantamento foi feito pela Agência Brasil, a partir de relatório dinâmico divulgado pelo Ministério Público do Estado de São Paulo (MPSP). Notícias relacionadas: Justiça condena estado de SP a indenizar família de homem morto por PM. PM que atirou e matou mulher em SP é suspensa da função . Mulher é morta após intervenção policial na zona leste de São Paulo&#8230;</p>
<p class="excerpt-more"><a class="blog-excerpt button" href="https://weeknews.online/policiais-em-servico-mataram-142-pessoas-em-tres-meses-no-estado-de-sp/">Leia mais...</a></p>
<p>O post <a href="https://weeknews.online/policiais-em-servico-mataram-142-pessoas-em-tres-meses-no-estado-de-sp/">Policiais em serviço mataram 142 pessoas em três meses no estado de SP</a> apareceu primeiro em <a href="https://weeknews.online">WeekNews</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div class="welcome-container">
        <a href="https://weeknews.online/" target="_blank"><br />
            <img decoding="async" src="https://weeknews.online/wp-content/uploads/2025/01/week-content.png" alt="Bem-vindo ao WeekNews"><br />
        </a>
</div>
<p>
Feed Últimas.<br />
<br />
 </p>
<p><p style="text-align:center">
                    <img decoding="async" src="https://cdn.jsdelivr.net/gh/sergiosdlima/assets-ebc@1.0.0/abr/assets/images/logo-agenciabrasil.svg" alt="Logo Agência Brasil" style="height: 54px">
				</p>
<p><strong>Policiais militares e civis em serviço mataram 142 pessoas no primeiro trimestre deste ano, no estado de São Paulo. Foram cinco vítimas a mais do que no mesmo período de 2025. Considerando os policiais fora de serviço, as mortes aumentaram de 29 para 33, no mesmo período de comparação.</strong><img decoding="async" src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.png?id=1688313&amp;o=rss" style="width:1px;height:1px;display:inline" /><img decoding="async" src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.gif?id=1688313&amp;o=rss" style="width:1px;height:1px;display:inline" /></p>
<p>Especialistas alertam para o alto patamar de óbitos em decorrência de intervenção policial. O levantamento foi feito pela <strong>Agência Brasil</strong>, a partir de relatório dinâmico divulgado pelo Ministério Público do Estado de São Paulo (MPSP).</p>
<p><h3>Notícias relacionadas:</h3>
<ul>
<li>Justiça condena estado de SP a indenizar família de homem morto por PM.</li>
<li>PM que atirou e matou mulher em SP é suspensa da função .</li>
<li>Mulher é morta após intervenção policial na zona leste de São Paulo .</li>
</ul>
<p>O Grupo de Atuação Especial da Segurança Pública e Controle Externo da Atividade Policial (Gaesp) do MPSP divulga dados das mortes em decorrência de intervenção policial (MDIPs). As informações são repassadas diretamente pelas polícias Civil e Militar à promotoria, conforme determinações legais e resolução da Secretaria de Segurança Pública de São Paulo (SSP).</p>
<p><strong>Considerando somente a Polícia Militar, em serviço, o número de vítimas da letalidade policial se manteve em 134 no primeiro trimestre de 2026, mesmo número registrado em 2025. Já os policiais militares fora de serviço mataram 29 pessoas de janeiro a março deste ano, três a mais do que no mesmo período do ano passado.</strong></p>
<p>O ouvidor da Polícia do Estado de São Paulo, Mauro Caseri, afirmou que segurança pública eficaz é aquela que reduz a violência preservando vidas. <strong>Ele avaliou que a ausência de políticas robustas de saúde mental para os policiais e a insuficiência de mecanismos efetivos de controle e avaliação do uso da força contribuem para a perpetuação do cenário de alta da letalidade policial.</strong></p>
<p>Caseri apontou, em entrevista à <strong>Agência Brasil</strong>, que a combinação de baixos salários, sobrecarga de trabalho decorrente dos chamados bicos e o avanço do adoecimento mental na tropa cria um ambiente de risco para a população e para os próprios policiais.</p>
<blockquote>
<p>“Cria uma polícia do confronto. Precisamos de uma polícia que resolva conflitos, não de uma polícia que crie conflitos”, concluiu o ouvidor.</p>
</blockquote>
<p><strong>O presidente do Conselho Estadual de Defesa dos Direitos da Pessoa Humana (Condepe), Adilson Santiago, avalia que o estado de São Paulo vive uma crise da segurança pública.</strong> “São os números que impressionam pelo aumento da letalidade policial e da violência policial, pelo aumento da incapacidade de uma polícia que deveria ser preparada para proteger a população, mas vem violando direitos”, disse.</p>
<p><a rel="nofollow" target="_blank" href="https://www.whatsapp.com/channel/0029VaoRTgrInlqYLSk59B2M" target="_blank">&gt;&gt; Siga o canal da<strong> Agência Brasil </strong>no WhatsApp</a></p>
<p>Ele destaca que “existe um <em>apartheid </em>social para uma população direcionada: pessoas negras e da periferia, portanto, um público direcionado, em regiões direcionadas, que sofrem pela insegurança [promovida] por aqueles que deveriam nos dar a segurança.”</p>
<blockquote>
<p>“O que a gente percebe é cada vez mais um despreparo. Pelo visto, não tem formação, não tem um comando que possa de fato auxiliar e conduzir as forças policiais para [formar] uma polícia que seja mais humanizada, uma polícia que possa entender as reais dificuldades da sociedade e trabalhar à altura dos desafios que hoje estão colocados”, disse Santiago.</p>
</blockquote>
<h2>Alta da letalidade na gestão atual</h2>
<p>O número de mortes cometidas por policiais militares em serviço teve uma trajetória de queda no governo anterior, de 2019 até 2022. Os registros passaram de 720 para 262, no período, o que representou redução de 63,6%, segundo os dados do Ministério Público.</p>
<p><strong>No entanto, desde 2023, no atual governo, o número de vítimas da letalidade policial vem aumentando anualmente.</strong> Em 2023, primeiro ano da gestão atual no estado, 357 pessoas foram mortas por policiais militares em serviço, um acréscimo de 95 vítimas em relação ao ano anterior.</p>
<p>Em 2024, o número desse tipo de mortes deu um salto, chegando a 653 registros, o que representou alta de 83% em relação ao ano anterior. No ano seguinte, novo acréscimo elevou os registros para 703 mortos.</p>
<blockquote>
<p>“O aumento da letalidade policial que se verifica em diversos indicadores não pode ser naturalizado nem tratado como efeito colateral inevitável da atividade policial. Os dados indicam um problema estrutural que exige enfrentamento direto”, disse o ouvidor da Polícia.</p>
</blockquote>
<p>Ele destacou que o aumento da letalidade não pode ser interpretado como indicador de eficiência.</p>
<p><strong>Para combater a alta da letalidade policial, Mauro Caseri defende que é urgente enfrentar a precarização das condições de trabalho policial; efetivar e fiscalizar o uso das câmeras portáteis dos agentes; revisar práticas operacionais e protocolos de uso da força; ampliar a transparência e a responsabilização de toda a cadeia de comando envolvida em uma ocorrência.</strong></p>
<p>Ele acrescentou que parte significativa dos profissionais opera sob fadiga crônica, pressão psicológica elevada e suporte institucional insuficiente. Diante disso, <strong>o ouvidor defende a instituição de políticas obrigatórias e contínuas de cuidado em saúde mental. </strong>“Sem essas medidas, o risco é a consolidação de um modelo de segurança que amplia a violência em vez de reduzi-la”, finalizou.</p>
<p>Procurada pela<strong> Agência Brasil</strong>, a Secretaria da Segurança Pública do estado disse que “todas as ocorrências de mortes por intervenção policial (MDIPs) são rigorosamente investigadas, com acompanhamento das corregedorias, do Ministério Público e do Poder Judiciário.”</p>
<p>“Paralelamente, o Estado tem adotado medidas contínuas para redução da letalidade, como o aperfeiçoamento de protocolos operacionais, capacitação dos agentes e ampliação do uso de tecnologias e equipamentos de menor potencial ofensivo, como espargidores, bastões retráteis e armas de incapacitação neuromuscular, cujos investimentos superaram R$ 27,8 milhões na aquisição de mais de 3.500 unidades desse tipo”, disse, em nota.</p>
<p><strong>Segundo a SSP, o total de câmeras operacionais portáteis está sendo ampliado para 15 mil</strong>. “Programas como o Muralha Paulista integram tecnologia, inteligência e bancos de dados para aumentar a eficiência das ações e reduzir a necessidade do uso da força”, informou, acrescentando que são mais de 125,5 mil câmeras interligadas e mais de 70% da população paulista coberta pelo sistema.</p>
<p> Camila Boehm &#8211; Repórter da Agência Brasil , Feed Últimas. </p>
<p>Fonte: <a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/direitos-humanos/noticia/2026-05/policiais-em-servico-mataram-142-pessoas-em-tres-meses-no-estado-de-sp">Agencia brasil EBC.</a>.</p>
<p>Mon, 04 May 2026 18:20:00 -0300 </p>

<p>O post <a href="https://weeknews.online/policiais-em-servico-mataram-142-pessoas-em-tres-meses-no-estado-de-sp/">Policiais em serviço mataram 142 pessoas em três meses no estado de SP</a> apareceu primeiro em <a href="https://weeknews.online">WeekNews</a>.</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Morte de médica durante perseguição policial no Rio gera indignação</title>
		<link>https://weeknews.online/morte-de-medica-durante-perseguicao-policial-no-rio-gera-indignacao/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[ricardo]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 17 Mar 2026 17:47:55 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Segurança]]></category>
		<category><![CDATA[Andréa Marins Dias]]></category>
		<category><![CDATA[Baixar]]></category>
		<category><![CDATA[letalidade policial]]></category>
		<category><![CDATA[Rio de Janeiro]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://weeknews.online/morte-de-medica-durante-perseguicao-policial-no-rio-gera-indignacao/</guid>

					<description><![CDATA[<p>Feed Editoria Radioagência Nacional. A morte da médica Andréa Marins Dias, de 61 anos, durante uma abordagem policial em Cascadura, na zona norte do Rio de Janeiro, gerou manifestações de luto e indignação por parte de diversas instituições e autoridades. Em nota, o Ministério da Saúde destacou a relevante atuação da médica no Instituto Nacional de Câncer (Inca) e expressou suas condolências a familiares, amigos, colegas de trabalho e pacientes neste momento de tristeza. Por meio das redes sociais, a ministra da Igualdade Racial, Anielle Franco, pediu celeridade nas investigações… &#8220;Dói muito perder a Andréa e saber tudo o que ela representava e o que ainda podia representar para tanta gente. Eu reitero meu pedido de celeridade das investigações à Delegacia de Homicídios da Capital,&#8230;</p>
<p class="excerpt-more"><a class="blog-excerpt button" href="https://weeknews.online/morte-de-medica-durante-perseguicao-policial-no-rio-gera-indignacao/">Leia mais...</a></p>
<p>O post <a href="https://weeknews.online/morte-de-medica-durante-perseguicao-policial-no-rio-gera-indignacao/">Morte de médica durante perseguição policial no Rio gera indignação</a> apareceu primeiro em <a href="https://weeknews.online">WeekNews</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div class="welcome-container">
        <a href="https://weeknews.online/" target="_blank"><br />
            <img decoding="async" src="https://weeknews.online/wp-content/uploads/2025/01/week-content.png" alt="Bem-vindo ao WeekNews"><br />
        </a>
</div>
<p>
Feed Editoria Radioagência Nacional.<br />
<br />
 </p>
<p>A <strong>morte da médica Andréa Marins Dias, de 61 anos, durante uma abordagem policial </strong>em Cascadura, na zona norte do Rio de Janeiro, gerou <strong>manifestações de luto e indignação</strong> por parte de diversas instituições e autoridades.<img decoding="async" src="https://weeknews.online/wp-content/uploads/2026/03/1773769675_444_ebc.png" style="width:1px;height:1px;display:inline" /><img decoding="async" src="https://weeknews.online/wp-content/uploads/2026/03/1773769675_657_ebc.gif" style="width:1px;height:1px;display:inline" /></p>
<p>Em nota, o Ministério da Saúde destacou a relevante atuação da médica no Instituto Nacional de Câncer (Inca) e expressou suas condolências a familiares, amigos, colegas de trabalho e pacientes neste momento de tristeza.</p>
<p>Por meio das redes sociais, a ministra da Igualdade Racial, Anielle Franco, pediu celeridade nas investigações…</p>
<blockquote>
<p>&#8220;Dói muito perder a Andréa e saber tudo o que ela representava e o que ainda podia representar para tanta gente. Eu reitero meu pedido de celeridade das investigações à Delegacia de Homicídios da Capital, que conduz o caso, e queria muito destacar a importância das câmeras corporais como ferramenta fundamental para combater injustiças e falhas em qualquer abordagem ou operação. No mais, eu quero deixar meu abraço muito apetado para a família e amigos, toda solidariedade. Só quem passa por isso sabe o quanto dói. É triste, doloroso e revoltante&#8221;.</p>
</blockquote>
<p>O Conselho Regional de Medicina do Estado do Rio de Janeiro (Cremerj) pediu investigação criteriosa às autoridades e lamentou a situação de insegurança pública a que, segundo o órgão, diariamente, médicos e toda a sociedade estão sujeitos.</p>
<p>A Associação dos Funcionários do Instituto Nacional de Câncer (Afinca)  reforçou em nota o compromisso com a memória da profissional, que deve ser tratada “como legado de dedicação à medicina e ao serviço público&#8221;.</p>
<p>A Secretaria de Estado de Polícia Militar do Rio de Janeiro lamentou a morte e informou que, por determinação do secretário de Polícia Militar, Marcelo de Menezes Nogueira, <strong>foi instaurado um procedimento para apurar os fatos ocorridos</strong> durante a ação.</p>
<p>As investigações estão sendo conduzidas pela Delegacia de Homicídios da Capital (DHC).</p>
<h2>Atingida por disparos no carro</h2>
<p>A médica foi morta ao sair da casa dos pais na noite de domingo (15). Ela estava ao volante quando foi <strong>atingida por disparos durante uma perseguição policial a acusados de roubo </strong>na região. A suspeita é que o carro dela tenha sido confundido com o veículo utilizado pelos bandidos.</p>
<p>O corpo de Andréa Marins Dias será sepultado no Cemitério da Penitência, no Caju, zona portuária do Rio, na tarde desta terça-feira (17).</p>
<p>  <span class="hms hms-format-m-ss">3:07</span> Solimar Luz &#8211; repórter da Rádio Nacional , Feed Editoria Radioagência Nacional. </p>
<p>Fonte: <a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/radioagencia-nacional/seguranca/audio/2026-03/morte-de-medica-durante-perseguicao-policial-no-rio-gera-indignacao">Agencia brasil EBC.</a>.</p>
<p>Tue, 17 Mar 2026 12:59:00 -0300 </p>

<p>O post <a href="https://weeknews.online/morte-de-medica-durante-perseguicao-policial-no-rio-gera-indignacao/">Morte de médica durante perseguição policial no Rio gera indignação</a> apareceu primeiro em <a href="https://weeknews.online">WeekNews</a>.</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Tiroteios caem, mas letalidade aumenta no Grande Rio em 2025</title>
		<link>https://weeknews.online/tiroteios-caem-mas-letalidade-aumenta-no-grande-rio-em-2025/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[ricardo]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 26 Feb 2026 16:31:38 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Segurança]]></category>
		<category><![CDATA[Baixar]]></category>
		<category><![CDATA[instituto fogo cruzado]]></category>
		<category><![CDATA[letalidade policial]]></category>
		<category><![CDATA[Rio de Janeiro]]></category>
		<category><![CDATA[tiroteios]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://weeknews.online/tiroteios-caem-mas-letalidade-aumenta-no-grande-rio-em-2025/</guid>

					<description><![CDATA[<p>. Um levantamento do Instituto Fogo Cruzado, divulgado nesta quinta-feira (26), revela que a violência armada na Região Metropolitana do Rio de Janeiro permaneceu em patamares elevados em 2025.  O estudo identificou 2.315 tiroteios na região, o menor patamar de violência armada no Rio desde 2017, quando a série histórica começou. Porém, 39% dos tiroteios ocorreram em ações policiais. Essa é a maior proporção de tiroteios envolvendo policiais já registrados pelo Fogo Cruzado. Apesar da redução no número de tiroteios, a letalidade aumentou. Ao todo, 1.722 pessoas foram baleadas no Grande Rio — uma média de quase cinco por dia —, representando um salto de 10% em relação às 1.568 vítimas de 2024. O balanço aponta que 944 pessoas morreram (alta de 23%) e 778&#8230;</p>
<p class="excerpt-more"><a class="blog-excerpt button" href="https://weeknews.online/tiroteios-caem-mas-letalidade-aumenta-no-grande-rio-em-2025/">Leia mais...</a></p>
<p>O post <a href="https://weeknews.online/tiroteios-caem-mas-letalidade-aumenta-no-grande-rio-em-2025/">Tiroteios caem, mas letalidade aumenta no Grande Rio em 2025</a> apareceu primeiro em <a href="https://weeknews.online">WeekNews</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div class="welcome-container">
        <a href="https://weeknews.online/" target="_blank"><br />
            <img decoding="async" src="https://weeknews.online/wp-content/uploads/2025/01/week-content.png" alt="Bem-vindo ao WeekNews"><br />
        </a>
</div>
<p>
.<br />
<br />
 </p>
<p>Um<strong> levantamento do Instituto Fogo Cruzado</strong>, divulgado nesta quinta-feira (26), revela que a violência armada na Região Metropolitana do Rio de Janeiro permaneceu em patamares elevados em 2025. <img decoding="async" src="https://weeknews.online/wp-content/uploads/2026/02/1772123497_953_ebc.png" style="width:1px;height:1px;display:inline" /><img decoding="async" src="https://weeknews.online/wp-content/uploads/2026/02/1772123498_792_ebc.gif" style="width:1px;height:1px;display:inline" /></p>
<p>O estudo identificou <strong>2.315 tiroteios na região, o menor patamar de violência armada no Rio desde 2017</strong>, quando a série histórica começou. Porém, <strong>39% dos tiroteios ocorreram em ações policiais</strong>. Essa é a maior proporção de tiroteios envolvendo policiais já registrados pelo Fogo Cruzado.</p>
<p>Apesar da redução no número de tiroteios, a <strong>letalidade aumentou</strong>. Ao todo, 1.722 pessoas foram baleadas no Grande Rio — uma média de quase cinco por dia —, representando um salto de 10% em relação às 1.568 vítimas de 2024.</p>
<p>O balanço aponta que 944 pessoas morreram (alta de 23%) e 778 ficaram feridas.</p>
<h2>Letalidade policial</h2>
<p>Ainda de acordo com o levantamento, o <strong>número de mortos em operações policiais</strong> na Região Metropolitana do Rio chegou a 460 em 2025, <strong>alta de 52% na comparação com o ano anterior</strong>.</p>
<p>Ao menos 155 agentes de segurança foram baleados no ano passado. Houve 133% de aumento de mortos em chacinas policiais ante 2024.</p>
<p> </p>
<div class="dnd-widget-wrapper context-cheio_8colunas type-image">
<div class="dnd-atom-rendered"><!-- scald=442684:cheio_8colunas --><br />
            <img decoding="async" src="/sites/default/files/thumbnails/image/loading_v2.gif" data-echo="https://weeknews.online/wp-content/uploads/2026/02/0d4a6492.jpg" alt="Rio de Janeiro (RJ), 31/10/2025 – Sepultamento de Ravel Rios uma das vitimas da operação contenção, no cemitério de cemitério de Inhaúma.
Foto: Joédson Alves/Agência Brasil" title="Joédson Alves/Agência Brasil"><br />
        <img decoding="async" src="https://weeknews.online/wp-content/uploads/2026/02/0d4a6492.jpg" alt="Rio de Janeiro (RJ), 31/10/2025 – Sepultamento de Ravel Rios uma das vitimas da operação contenção, no cemitério de cemitério de Inhaúma.
Foto: Joédson Alves/Agência Brasil" title="Joédson Alves/Agência Brasil"><br />
    <!-- END scald=442684 --></div>
<div class="dnd-caption-wrapper">
<div class="meta"><!--copyright=442684-->Rio de Janeiro (RJ), 31/10/2025 – Sepultamento de Ravel Rios uma das vitimas da operação contenção, no cemitério de cemitério de Inhaúma. Foto: Joédson Alves/Agência Brasil &#8211; <strong>Joédson Alves/Agência Brasil</strong><!--END copyright=442684--></div>
</div>
</div>
<p> </p>
<p>Chama atenção, no relatório do Fogo Cruzado, o crescimento dos confrontos entre grupos armados. Em 2025, <strong>disputas por território aumentaram 26% </strong>em relação ao ano anterior. </p>
<p>Os reflexos das disputas territoriais<strong> impactam no funcionamento dos serviços públicos</strong> essenciais. Na Região Metropolitana do Rio, a violência armada comprometeu o calendário escolar, resultando na interrupção de 47 dias letivos devido a confrontos.</p>
<h2>Refino de cocaína</h2>
<p>O estudo identificou 550 laboratórios de processamento de cocaína desmantelados no Brasil entre janeiro de 2019 e julho de 2025. Destes, 159 realizavam refino propriamente dito e 370 faziam adulteração da droga. </p>
<p>Os dados do Fogo Cruzado indicam que o <strong>Brasil deixou de ser apenas mercado consumidor e corredor de exportação para se tornar centro relevante de refino</strong>.</p>
<p>  <span class="hms hms-format-m-ss">3:04</span> Tatiana Alves &#8211; repórter da Rádio Nacional , . </p>
<p>Fonte: <a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/radioagencia-nacional/seguranca/audio/2026-02/tiroteios-caem-mas-letalidade-aumenta-no-grande-rio-em-2025">Agencia brasil EBC.</a>.</p>
<p>Thu, 26 Feb 2026 11:15:00 -0300 </p>

<p>O post <a href="https://weeknews.online/tiroteios-caem-mas-letalidade-aumenta-no-grande-rio-em-2025/">Tiroteios caem, mas letalidade aumenta no Grande Rio em 2025</a> apareceu primeiro em <a href="https://weeknews.online">WeekNews</a>.</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Em nove estados, polícias mataram 11 pessoas por dia em 2024</title>
		<link>https://weeknews.online/em-nove-estados-policias-mataram-11-pessoas-por-dia-em-2024/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[ricardo]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 06 Nov 2025 09:28:06 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Noticías]]></category>
		<category><![CDATA[Bahia]]></category>
		<category><![CDATA[como "desastrosa"]]></category>
		<category><![CDATA[Direitos Humanos]]></category>
		<category><![CDATA[Em atos]]></category>
		<category><![CDATA[letalidade policial]]></category>
		<category><![CDATA[Lula classifica Operação Contenção]]></category>
		<category><![CDATA[Moraes determina preservação integral de provas sobre megaoperação]]></category>
		<category><![CDATA[movimento negro pede investigação independente de ação no Rio]]></category>
		<category><![CDATA[no RJ]]></category>
		<category><![CDATA[polícia civil]]></category>
		<category><![CDATA[Polícia Militar]]></category>
		<category><![CDATA[Racismo]]></category>
		<category><![CDATA[Rede de Observatórios de Segurança]]></category>
		<category><![CDATA[Rio de Janeiro]]></category>
		<category><![CDATA[São Paulo]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://weeknews.online/em-nove-estados-policias-mataram-11-pessoas-por-dia-em-2024/</guid>

					<description><![CDATA[<p>Feed Últimas. Em 2024, 11 pessoas foram mortas por dia pela polícia em nove estados brasileiros, e pelo menos oito delas eram negras. Os dados fazem parte do boletim Pele Alvo, divulgado nesta quinta-feira (6) pela Rede de Observatórios da Segurança sobre os estados do Amazonas, Bahia, Ceará, Maranhão, Pará, Pernambuco, Piauí, Rio de Janeiro e São Paulo. As nove unidades da federação pesquisadas somaram 4.068 mortes no ano passado, sendo 3.066 pessoas pretas ou pardas. Os pesquisadores ressalvam, entretanto, que não constava a cor ou raça da pessoa morta em mais de 500 registros. Em 2023, o número total de mortes chegou a 4.025. Notícias relacionadas: Lula classifica Operação Contenção, no RJ, como &#8220;desastrosa&#8221;. Moraes determina preservação integral de provas sobre megaoperação. Em atos, movimento negro pede investigação independente de ação&#8230;</p>
<p class="excerpt-more"><a class="blog-excerpt button" href="https://weeknews.online/em-nove-estados-policias-mataram-11-pessoas-por-dia-em-2024/">Leia mais...</a></p>
<p>O post <a href="https://weeknews.online/em-nove-estados-policias-mataram-11-pessoas-por-dia-em-2024/">Em nove estados, polícias mataram 11 pessoas por dia em 2024</a> apareceu primeiro em <a href="https://weeknews.online">WeekNews</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div class="welcome-container">
        <a href="https://weeknews.online/" target="_blank"><br />
            <img decoding="async" src="https://weeknews.online/wp-content/uploads/2025/01/week-content.png" alt="Bem-vindo ao WeekNews"><br />
        </a>
</div>
<p>
Feed Últimas.<br />
<br />
 </p>
<p><p style="text-align:center">
                    <img decoding="async" src="https://cdn.jsdelivr.net/gh/sergiosdlima/assets-ebc@1.0.0/abr/assets/images/logo-agenciabrasil.svg" alt="Logo Agência Brasil" style="height: 54px">
				</p>
<p>Em 2024, 11 pessoas foram mortas por dia pela polícia em nove estados brasileiros, e pelo menos oito delas eram negras. Os dados fazem parte do boletim Pele Alvo, divulgado nesta quinta-feira (6) pela Rede de Observatórios da Segurança sobre os estados do Amazonas, Bahia, Ceará, Maranhão, Pará, Pernambuco, Piauí, Rio de Janeiro e São Paulo.<img decoding="async" src="https://weeknews.online/wp-content/uploads/2025/11/1762421285_486_ebc.png" style="width:1px;height:1px;display:inline" /><img decoding="async" src="https://weeknews.online/wp-content/uploads/2025/11/1762421285_432_ebc.gif" style="width:1px;height:1px;display:inline" /></p>
<p><strong>As nove unidades da federação pesquisadas somaram 4.068 mortes no ano passado, sendo 3.066 pessoas pretas ou pardas</strong>. Os pesquisadores ressalvam, entretanto, que não constava a cor ou raça da pessoa morta em mais de 500 registros. Em 2023, o número total de mortes chegou a 4.025.</p>
<p><h3>Notícias relacionadas:</h3>
<ul>
<li>Lula classifica Operação Contenção, no RJ, como &#8220;desastrosa&#8221;.</li>
<li>Moraes determina preservação integral de provas sobre megaoperação.</li>
<li>Em atos, movimento negro pede investigação independente de ação no Rio.</li>
</ul>
<p>A disparidade racial também aparece no indicador que mede as taxas de mortalidade a cada 100 mil habitantes de pessoas negras e de pessoas brancas. De forma geral, <strong>o estudo conclui que pessoas negras tem 4,2 vezes mais chances de ser mortos pela polícia do que brancos</strong>.</p>
<p>Na Bahia, a taxa entre negros ficou em 11,5 mortos pela polícia para cada 100 mil moradores, enquanto, entre brancos, foram 2 para 100 mil.</p>
<p>Outro estado que se destaca em termos de desigualdade, o Pará apresentou mortalidade para negros de 8,1/100 mil, contra 3,2 dos brancos. No Rio de Janeiro, são 5,9 pretos e pardos mortos para cada 100 mil, enquanto os brancos tiveram mortalidade de 1,3.</p>
<p>Além disso, <strong>em todos os estados, a proporção de pessoas negras entre os mortos foi superior à proporção delas na população em geral.</strong></p>
<p>Na Bahia, por exemplo, onde 79,7% da população é preta ou parda, essa proporção, entre os mortos, é de 95,7%. O Rio de Janeiro é o estado com a maior diferença: enquanto a proporção de pretos e pardos na população é de 57,8%, pessoas desses grupos foram 86,1% dos mortos.</p>
<h2>Metade dos mortos era jovem</h2>
<p><strong>O boletim também destaca que 57,1% dor mortos eram jovens, com idades entre 18 e 29, totalizando 2.324 vítimas</strong>. Além disso, 297 pessoas eram adolescentes, com 12 a 17 anos quando foram mortas, um aumento de 22,1% em relação a 2023. </p>
<p>Para a pesquisadora da Rede de Observatórios da Segurança, Francine Ribeiro, os dados comprovam como as forças de segurança desses estados têm atuado em &#8220;modo guerra&#8221;, e não há investimento em prevenção, nem em integração com outros setores, para reduzir a violência.</p>
<blockquote>
<p>&#8220;As polícias, em todos os estados, têm seguido uma lógica parecida, de enfrentamento letal, com a justificativa de combate ao tráfico de drogas e ao crime. Quando os investimentos são retirados da prevenção, percebemos um desinteresse em resolver o problema na raiz&#8221;.</p>
</blockquote>
<p>&#8220;Sem políticas estruturadas de prevenção, conectadas a outras políticas públicas, esse <em>modus operandi</em> não vai mudar e continuaremos a ver esses números aumentando ou se mantendo muito parecidos, sem uma redução efetiva&#8221;, complementa Francine.</p>
<p> </p>
<div class="dnd-widget-wrapper context-cheio_8colunas type-image">
<div class="dnd-atom-rendered"><!-- scald=442721:cheio_8colunas --><br />
            <img decoding="async" src="/sites/default/files/thumbnails/image/loading_v2.gif" data-echo="https://weeknews.online/wp-content/uploads/2025/11/pint3047.jpg" alt="São Paulo (SP), 31/10/2025 - Pessoas na Avenida Paulista durante manifestação contra a operação policial Contenção no Rio de Janeiro. Foto: Paulo Pinto/Agência Brasil" title="Paulo Pinto/Agência Brasil"><br />
        <img decoding="async" src="https://weeknews.online/wp-content/uploads/2025/11/pint3047.jpg" alt="São Paulo (SP), 31/10/2025 - Pessoas na Avenida Paulista durante manifestação contra a operação policial Contenção no Rio de Janeiro. Foto: Paulo Pinto/Agência Brasil" title="Paulo Pinto/Agência Brasil"><br />
    <!-- END scald=442721 --></div>
<div class="dnd-caption-wrapper">
<h6 class="meta">Pessoas na Avenida Paulista durante manifestação contra a operação policial Contenção no Rio de Janeiro. Foto: Paulo Pinto/Agência Brasil<!--END copyright=442721--></h6>
</div>
</div>
<h2>ADPF das Favelas</h2>
<p>A Rede de Observatórios da Segurança monitora esses estados desde 2019 e, em seis anos, enquanto a letalidade na Bahia cresceu 139,4%, no Rio de Janeiro as mortes por intervenção policial caíram 61,2%.</p>
<p>Francine Ribeiro credita a redução da mortalidade provocada pelas polícias fluminenses está relacionada à Arguição de Descumprimento de Preceito Fundamental 635, mais conhecida como ADPF das Favelas, ação do Supremo Tribunal Federal que estabeleceu medidas para diminuir a letalidade policial no Rio.</p>
<p>&#8220;Foi importante para criar limites nas operações nas favelas, impactando positivamente na redução das mortes. Mas isso não se sustentou na última semana, pois, com as mais de 100 pessoas mortas (na Operação Contenção), 2025 será comparativamente mais letal que 2024&#8221;, ressalva a pesquisadora.</p>
<p> </p>
<div class="dnd-widget-wrapper context-cheio_8colunas type-image">
<div class="dnd-atom-rendered"><!-- scald=442388:cheio_8colunas --><br />
            <img decoding="async" src="/sites/default/files/thumbnails/image/loading_v2.gif" data-echo="https://weeknews.online/wp-content/uploads/2025/11/_d6a0419.jpg" alt="Rio de Janeiro (RJ), 29/10/2025 - Protesto contra a operação policial que deixou mais de 119 pessoas mortas no Complexo da Penha, em frente ao Palácio Guanabara, sede do governo do Estado.
Foto: Fernando Frazão/Agência Brasil" title="Fernando Frazão/Agência Brasil"><br />
        <img decoding="async" src="https://weeknews.online/wp-content/uploads/2025/11/_d6a0419.jpg" alt="Rio de Janeiro (RJ), 29/10/2025 - Protesto contra a operação policial que deixou mais de 119 pessoas mortas no Complexo da Penha, em frente ao Palácio Guanabara, sede do governo do Estado.
Foto: Fernando Frazão/Agência Brasil" title="Fernando Frazão/Agência Brasil"><br />
    <!-- END scald=442388 --></div>
<div class="dnd-caption-wrapper">
<h6 class="meta">Protesto contra a operação policial que deixou mais de 119 pessoas mortas no Complexo da Penha, em frente ao Palácio Guanabara, sede do governo do Estado. Foto: Fernando Frazão/Agência Brasil<!--END copyright=442388--></h6>
</div>
</div>
<h2>Alta em São Paulo</h2>
<p><strong>O estudo também destaca que a letalidade em São Paulo vem escalonando de forma preocupante desde 2022</strong>, com alta de 93,8% em três anos.</p>
<p>Francine diz que o estado viveu uma fase de redução nos números, com a utilização de câmeras corporais pelos policiais, mas isso foi revertido, após mudanças no programa que permitiram que as gravações sejam feitas por acionamento, e não de modo contínuo.</p>
<p>&#8220;Somou-se a isso a promoção de operações violentas que deixaram muitas pessoas mortas em pouco espaço de tempo. Os números voltaram aos patamares de 2019, antes da expansão das câmeras&#8221;, complementa.</p>
<h2>Bahia tem maior letalidade</h2>
<p><strong>Mas a polícia mais letal entre os estados analisados continua sendo a da Bahia, com 1.556 mortes, o que representa 38% do total. </strong>Desde 2021, o estado registra mais de 1 mil casos por ano, e quase a totalidade dos mortos são homens negros.</p>
<p>O boletim avalia que parte do aumento está relacionada à resposta das autoridades ao intenso conflito de facções criminosas registrado no estado nos últimos anos e classifica a situação como &#8220;uma urgência social&#8221;.</p>
<h2>Recomendações</h2>
<p><strong>Os pesquisadores responsáveis pelo estudo deixam recomendações às autoridades:</strong></p>
<ul>
<li>Tornar obrigatório o uso de câmeras corporais para todas as unidades e em todas as operações, incluindo forças especializadas;</li>
<li>Eliminar a rubrica &#8220;não informado&#8221; para a raça/cor das vítimas, classificando o não preenchimento como falha grave;</li>
<li>Divulgar publicamente os protocolos de atuação das forças policiais em todo o território nacional.</li>
<li>Rever urgentemente o modelo de formação, treinamento e avaliação policial, priorizando a redução da violência e o respeito aos direitos humanos;</li>
<li>Instituir um Programa Nacional de Atenção à Saúde Mental do Policial com acompanhamento contínuo e transparente.</li>
<li>Desenvolver planos estaduais e municipais com metas claras, indicadores de resultado e cronogramas de execução para a redução da letalidade;</li>
<li>Vincular o desempenho das forças policiais ao cumprimento dessas metas, com mecanismos de avaliação e responsabilização institucional;</li>
<li>Vincular repasses federais de segurança à adesão e ao sucesso na implementação das políticas de redução da letalidade;</li>
<li>Assegurar reparação e apoio às famílias em casos de abuso comprovado e garantir a participação dos familiares nos processos de apuração.</li>
</ul>
<p>&#8220;Política de Segurança Pública é desafiadora em um país como o Brasil, mas repetir estratégias que já não deram certo e desestimular ações que deram certo é contraproducente e leva à insegurança contínua da população&#8221;, conclui a pesquisadora Francine Ribeiro.</p>
<p> </p>
<p> Tâmara Freire &#8211; Repórter da Agência Brasil , Feed Últimas. </p>
<p>Fonte: <a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/direitos-humanos/noticia/2025-11/em-nove-estados-policias-mataram-11-pessoas-por-dia-em-2024">Agencia brasil EBC.</a>.</p>
<p>Thu, 06 Nov 2025 06:10:00 -0300 </p>

<p>O post <a href="https://weeknews.online/em-nove-estados-policias-mataram-11-pessoas-por-dia-em-2024/">Em nove estados, polícias mataram 11 pessoas por dia em 2024</a> apareceu primeiro em <a href="https://weeknews.online">WeekNews</a>.</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Defensoria Pública critica aumento da letalidade policial no Rio</title>
		<link>https://weeknews.online/defensoria-publica-critica-aumento-da-letalidade-policial-no-rio/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[ricardo]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 29 Oct 2025 14:46:08 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Noticías]]></category>
		<category><![CDATA[>> Siga o canal da Agência Brasil no WhatsApp]]></category>
		<category><![CDATA[Após operação]]></category>
		<category><![CDATA[DPU]]></category>
		<category><![CDATA[Geral]]></category>
		<category><![CDATA[governador Cláudio Castro assegurou]]></category>
		<category><![CDATA[letalidade policial]]></category>
		<category><![CDATA[Moradores retiram cerca de 60 corpos em área de mata após operação]]></category>
		<category><![CDATA[Moraes manda PGR se manifestar sobre operação policial no Rio]]></category>
		<category><![CDATA[Operação Contenção]]></category>
		<category><![CDATA[Rio de Janeiro]]></category>
		<category><![CDATA[Supremo Tribunal Federal (STF)]]></category>
		<category><![CDATA[TRT-RJ suspende atividades presenciais nesta quarta]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://weeknews.online/defensoria-publica-critica-aumento-da-letalidade-policial-no-rio/</guid>

					<description><![CDATA[<p>Feed Últimas. A Defensoria Pública da União (DPU) repudiou, em nota, o aumento da violência e da letalidade policial no estado do Rio de Janeiro. Em nota divulgada nesta quarta-feira (29), a instituição de proteção aos direitos humanos e assistência jurídica criticou a chamada Operação Contenção, que as forças de segurança pública do estado deflagraram ontem (28). “Para a DPU, ações estatais de segurança pública não podem resultar em execuções sumárias, desaparecimentos ou violações de direitos humanos, sobretudo em comunidades historicamente marcadas por desigualdade, ausência de políticas sociais e exclusão institucional”, sustenta a instituição. Notícias relacionadas: Moradores retiram cerca de 60 corpos em área de mata após operação . Moraes manda PGR se manifestar sobre operação policial no Rio. Após operação, TRT-RJ suspende atividades presenciais&#8230;</p>
<p class="excerpt-more"><a class="blog-excerpt button" href="https://weeknews.online/defensoria-publica-critica-aumento-da-letalidade-policial-no-rio/">Leia mais...</a></p>
<p>O post <a href="https://weeknews.online/defensoria-publica-critica-aumento-da-letalidade-policial-no-rio/">Defensoria Pública critica aumento da letalidade policial no Rio</a> apareceu primeiro em <a href="https://weeknews.online">WeekNews</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div class="welcome-container">
        <a href="https://weeknews.online/" target="_blank"><br />
            <img decoding="async" src="https://weeknews.online/wp-content/uploads/2025/01/week-content.png" alt="Bem-vindo ao WeekNews"><br />
        </a>
</div>
<p>
Feed Últimas.<br />
<br />
 </p>
<p><p style="text-align:center">
                    <img decoding="async" src="https://cdn.jsdelivr.net/gh/sergiosdlima/assets-ebc@1.0.0/abr/assets/images/logo-agenciabrasil.svg" alt="Logo Agência Brasil" style="height: 54px">
				</p>
<p><strong>A Defensoria Pública da União (DPU) repudiou, em nota, o aumento da violência e da letalidade policial no estado do Rio de Janeiro.</strong> <strong>Em nota divulgada nesta quarta-feira (29), a instituição de proteção aos direitos humanos e assistência jurídica criticou a chamada Operação Contenção, que as forças de segurança pública do estado deflagraram ontem (28).</strong><img decoding="async" src="https://weeknews.online/wp-content/uploads/2025/10/1761749168_159_ebc.png" style="width:1px;height:1px;display:inline" /><img decoding="async" src="https://weeknews.online/wp-content/uploads/2025/10/1761749168_96_ebc.gif" style="width:1px;height:1px;display:inline" /></p>
<blockquote>
<p>“Para a DPU, ações estatais de segurança pública não podem resultar em execuções sumárias, desaparecimentos ou violações de direitos humanos, sobretudo em comunidades historicamente marcadas por desigualdade, ausência de políticas sociais e exclusão institucional”, sustenta a instituição.</p>
</blockquote>
<p><h3>Notícias relacionadas:</h3>
<ul>
<li>Moradores retiram cerca de 60 corpos em área de mata após operação  .</li>
<li>Moraes manda PGR se manifestar sobre operação policial no Rio.</li>
<li>Após operação, TRT-RJ suspende atividades presenciais nesta quarta .</li>
</ul>
<p><strong>O número de mortos na ação policial nos complexos do Alemão e da Penha, na capital fluminense, já chega a 64, segundo informações oficiais divulgadas pelo governo estadual.</strong> Entre as vítimas fatais, há quatro policiais – dois civis e dois do Batalhão de Operações Especiais da Polícia Militar. <strong>Mais de 100 pessoas foram detidas e armas e munições apreendidas, incluindo 75 fuzis, pistolas e granadas. Segundo moradores das duas comunidades, o número de mortos é superior ao já confirmado.</strong></p>
<p>Em sua nota, a DPU lembra que, em abril deste ano, o Supremo Tribunal Federal (STF) homologou parcialmente o plano de redução da letalidade policial apresentado pelo governo do Rio de Janeiro, estabelecendo parâmetros claros para a atuação das forças de segurança pública em territórios vulneráveis. <strong>Na prática, a Corte determinou a adoção de medidas complementares às operações policiais – consideradas excepcionais -, como a elaboração de planos de recuperação e reocupação territorial de áreas ocupadas por organizações criminosas.</strong></p>
<blockquote>
<p>“A decisão do Supremo reafirma o dever constitucional do estado brasileiro de garantir a segurança pública em consonância com a proteção à vida, aos direitos humanos e à dignidade das pessoas, sobretudo da população negra, pobre e periférica – historicamente mais atingida por operações de alta letalidade”, destacou a DPU, argumentando que o combate à criminalidade “deve ocorrer dentro dos limites da legalidade, com uso proporcional da força, transparência na apuração dos fatos e garantia do devido processo legal”.</p>
</blockquote>
<p><a rel="nofollow" target="_blank" href="https://www.whatsapp.com/channel/0029VaoRTgrInlqYLSk59B2M" target="_blank">&gt;&gt; Siga o canal da <strong>Agência Brasil </strong>no WhatsApp</a></p>
<p><strong>Ontem, o governador Cláudio Castro assegurou a jornalistas que a Operação Contenção foi autorizada pelo Poder Judiciário e acompanhada pelo Ministério Público estadual. Ainda assim, o próprio Castro admitiu que a ação pode ter excedidos “os limites e as competências” do governo estadual.</strong></p>
<blockquote>
<p>“Esta operação tem muito pouco a ver com segurança pública. Ela é uma operação de defesa. [Porque] esta é uma guerra que está passando os limites que o estado [do Rio de Janeiro] deveria estar defendendo sozinho. Para uma guerra desta, que nada tem a ver com a segurança urbana, deveríamos ter um apoio muito maior. Neste momento, talvez até de Forças Armadas”, propôs Castro, se referindo ao poder bélico e financeiro das organizações criminosas.</p>
</blockquote>
<p> </p>
<p> Alex Rodrigues &#8211; Repórter da Agência Brasil , Feed Últimas. </p>
<p>Fonte: <a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/geral/noticia/2025-10/defensoria-publica-critica-aumento-da-letalidade-policial-no-rio">Agencia brasil EBC.</a>.</p>
<p>Wed, 29 Oct 2025 11:15:00 -0300 </p>

<p>O post <a href="https://weeknews.online/defensoria-publica-critica-aumento-da-letalidade-policial-no-rio/">Defensoria Pública critica aumento da letalidade policial no Rio</a> apareceu primeiro em <a href="https://weeknews.online">WeekNews</a>.</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Nenhum policial é responsabilizado por abordagem letal há 7 anos em SP</title>
		<link>https://weeknews.online/nenhum-policial-e-responsabilizado-por-abordagem-letal-ha-7-anos-em-sp/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[ricardo]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 06 May 2025 22:14:53 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Noticías]]></category>
		<category><![CDATA[Documentário traz visão de crianças sobre violência policial em favela]]></category>
		<category><![CDATA[Geral]]></category>
		<category><![CDATA[https://mapasdainjustica.fgv.br]]></category>
		<category><![CDATA[Letalidade da polícia militar paulista aumentou em 2024]]></category>
		<category><![CDATA[letalidade policial]]></category>
		<category><![CDATA[Mapas da (In) Justiça]]></category>
		<category><![CDATA[Organizações sociais denunciam violência policial em São Paulo à OEA]]></category>
		<category><![CDATA[São Paulo]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://weeknews.online/nenhum-policial-e-responsabilizado-por-abordagem-letal-ha-7-anos-em-sp/</guid>

					<description><![CDATA[<p>. Nenhum policial que atua no estado de São Paulo foi responsabilizado por alguma abordagem letal e violenta praticada entre os anos de 2018 e 2024, revela o projeto Mapas da (In) Justiça, elaborado pelo Centro de Pesquisa Aplicada em Direito e Justiça Racial da FGV Direito São Paulo, que analisou 859 inquéritos policiais nesse período. De acordo com o projeto, nenhum agente do Estado foi preso em decorrência de morte que tenha ocorrido durante uma ação policial. Em todos os inquéritos, o Ministério Público – órgão que exerce controle externo da atividade policial – optou pelo arquivamento do processo. “A análise das decisões judiciais em 859 inquéritos policiais revelou a predominância de uma lógica que legitima preventivamente a ação policial e inviabiliza a responsabilização&#8230;</p>
<p class="excerpt-more"><a class="blog-excerpt button" href="https://weeknews.online/nenhum-policial-e-responsabilizado-por-abordagem-letal-ha-7-anos-em-sp/">Leia mais...</a></p>
<p>O post <a href="https://weeknews.online/nenhum-policial-e-responsabilizado-por-abordagem-letal-ha-7-anos-em-sp/">Nenhum policial é responsabilizado por abordagem letal há 7 anos em SP</a> apareceu primeiro em <a href="https://weeknews.online">WeekNews</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div class="welcome-container">
        <a href="https://weeknews.online/" target="_blank"><br />
            <img decoding="async" src="https://weeknews.online/wp-content/uploads/2025/01/week-content.png" alt="Bem-vindo ao WeekNews"><br />
        </a>
</div>
<p>
.<br />
<br />
 </p>
<div>
<p><strong>Nenhum policial que atua no estado de São Paulo foi responsabilizado por alguma abordagem letal e violenta praticada entre os anos de 2018 e 2024, revela o projeto Mapas da (In) Justiça, elaborado pelo Centro de Pesquisa Aplicada em Direito e Justiça Racial da FGV Direito São Paulo, que analisou 859 inquéritos policiais nesse período.</strong><img decoding="async" src="https://weeknews.online/wp-content/uploads/2025/05/1746569693_650_ebc.png" style="width:1px; height:1px; display:inline;"/><img decoding="async" src="https://weeknews.online/wp-content/uploads/2025/05/1746569693_298_ebc.gif" style="width:1px; height:1px; display:inline;"/></p>
<p>De acordo com o projeto, nenhum agente do Estado foi preso em decorrência de morte que tenha ocorrido durante uma ação policial.<strong> Em todos os inquéritos, o Ministério Público – órgão que exerce controle externo da atividade policial – optou pelo arquivamento do processo.</strong></p>
<blockquote>
<p>“A análise das decisões judiciais em 859 inquéritos policiais revelou a predominância de uma lógica que legitima preventivamente a ação policial e inviabiliza a responsabilização penal dos agentes. Em 100% dos casos, nenhum policial foi preso em decorrência da morte provocada durante a ação”, afirma o documento.</p>
</blockquote>
<p>Após analisar tais inquéritos, o projeto informou que 946 pessoas morreram nesse período em decorrência de intervenção policial. A maior parte das vítimas (62% do total) eram pretas e pardas. A pesquisa revelou ainda que maioria a das mortes (78%) ocorreu em vias públicas e foi provocada por policiais em serviço (88%).</p>
<p>Os dados podem ser ainda mais elevados, pois os pesquisadores tiveram acesso a apenas uma parcela de casos, uma vez que um número considerável de inquéritos policiais é mantido em segredo de justiça.</p>
<p><strong>Em entrevista à Agência Brasil, a professora Julia Drummond, coordenadora da pesquisa, informou que, além do Ministério Público não ter oferecido denúncia em 100% dos casos, os pedidos de arquivamento também não foram contestados nenhuma vez pelo Poder Judiciário.</strong></p>
<blockquote>
<p>“Os dados reunidos revelam um cenário de persistente impunidade, no qual a atuação policial letal é sistematicamente legitimada por narrativas oficiais, sustentadas em registros documentais marcados por seletividade racial, apagamentos e omissões técnicas. A análise dos boletins de ocorrência mostra que categorias genéricas como ‘prática de crime’ ou ‘atitude suspeita’ são amplamente mobilizadas para justificar abordagens violentas, com forte incidência sobre corpos negros, que representam 62% das vítimas fatais registradas. Essa seletividade racial atravessa toda a cadeia de produção de verdade institucional, desde o registro inicial até a decisão judicial final”, disse a professora.</p>
</blockquote>
<h2>Perícia</h2>
<p><strong>Em apenas 8,9% dos casos de morte decorrentes de intervenção policial no estado de São Paulo, houve perícia no local do crime.</strong> E em 85% dessas ocorrências, não foi feito o exame de resíduo de pólvora nas mãos das vítimas para confirmar ou contestar a hipótese de confronto. A investigação técnico-científica, em tais casos, tem sido feita com base em apenas um laudo, geralmente o necroscópico, o que evidenciaria “um padrão de investigação incompleta”.</p>
<p>Os dados da pesquisa revelam ainda que, em vez de promover uma apuração técnica, rigorosa e imparcial, a perícia atua frequentemente para respaldar as versões dos policiais. Em 95% dos relatórios apresentados pelos policiais para explicar os casos de letalidade, é invocada a legítima defesa, ou seja, que foi preciso usar a força por causa de um comportamento agressivo da vítima.</p>
<blockquote>
<p>“Esses dados demonstram que os boletins de ocorrência, longe de serem relatos neutros dos fatos, funcionam como instrumentos de consolidação de versões que tendem a legitimar a ação letal dos agentes estatais”, afirma o projeto.</p>
</blockquote>
<p>Os inquéritos analisados também sugerem a prática de execução sumária pelos agentes: em 16% dos casos, as vítimas foram baleadas na cabeça e, em 30%, os disparos foram feitos de cima para baixo, sugerindo posições de submissão ou rendição. Em 6,4% das ocorrências, foram identificados indícios de “tiros de confirmação”, disparos adicionais feitos contra vítimas já incapacitadas.</p>
<p><strong>Para a professora Julia Drummond, é preciso colocar em funcionamento uma série de ações para que haver mais controle e transparência sobre as atividades policiais. </strong>Ela citou a criação de um banco de dados integrado entre Secretaria de Segurança Pública, Ministério Público e Tribunal de Justiça e a implementação de um sistema unificado de registro e acesso a essas informações, disponível para órgãos públicos e a sociedade civil. Também é importante ampliar o papel da ouvidoria, fortalecendo seu poder de fiscalização sobre casos de abuso policial, e instituir um sistema nacional de monitoramento da letalidade policial, com participação de universidades e organizações da sociedade civil.</p>
<p>Procurada pela <strong>Agência Brasil</strong>, a Secretaria de Segurança Pública de São Paulo disse, em nota, que “as forças de segurança do Estado são instituições legalistas e não compactuam com excessos ou desvios de conduta de seus agentes”.</p>
<blockquote>
<p>“As corporações promovem treinamentos constantes e contam com comissões especializadas para aprimorar os procedimentos. Por determinação da SSP, todos os casos de morte decorrente por intervenção policial (MDIP) são investigados com rigor pelas corregedorias, com acompanhamento do Ministério Público e do Judiciário. Desde 2023, mais de 550 policiais foram presos e 364 demitidos ou expulsos das corporações”, informa a nota.</p>
</blockquote>
<p>Questionado sobre o arquivamento dos inquéritos policiais, o Ministério Público de São Paulo (MPSP) declarou tal resposta &#8220;exigiria uma análise individualizada do mérito de cada um dos casos, valendo o mesmo raciocínio para os incontáveis episódios nos quais houve denúncia, todos eles fora do escopo da pesquisa”.</p>
<blockquote>
<p>“Vale ainda ressaltar que o MPSP, que tem a atribuição constitucional de defender o ordenamento jurídico e o regime democrático, pauta-se sempre pelo princípio da transparência. Por fim, necessário salientar que a instituição, por meio do Grupo de Atuação Especial de Segurança Pública e Controle Externo da Atividade Policial (GAESP) e dos promotores que têm atribuição neste campo, envida todos os esforços para esclarecer os casos”, conclui o texto.</p>
<p>escreveu o órgão.</p>
</blockquote>
<h2>Mapas da (In) Justiça</h2>
<p>Iniciado em 2022, o projeto Mapas da (In) Justiça tem o objetivo de disponibilizar dados sobre a letalidade policial contra a população, especialmente a negra, no estado de São Paulo. Nesta segunda-feira (5), a FGV Direito SP lançou uma plataforma interativa do projeto que possibilitará a consulta de investigações e crimes contra pessoas negras no estado de São Paulo. A plataforma encontra-se hospedada no domínio <a rel="nofollow" target="_blank" href="https://mapasdainjustica.fgv.br" target="_blank">https://mapasdainjustica.fgv.br</a> e estará no ar em cerca de três semanas, informou a coordenadora do projeto.</p>
<blockquote>
<p>“O <em>site</em> disponibiliza visualizações de mapas em 3D da letalidade policial no estado de São Paulo, com base em dados sobre mortes decorrentes de intervenção policial, perfil sociodemográfico da população, infraestrutura construída e reconhecimento de áreas verdes. Disponibilizamos também a visualização das etapas de investigação e processo dos casos de mortes decorrentes de intervenção policial no estado de São Paulo, conforme a localização da morte e a cor/raça das vítimas. É possível acessar ainda um mecanismo interativo de visualização dos dados da pesquisa e fazer o download da base de dados, um produto importante para subsidiar o trabalho de outros pesquisadores, além de jornalistas, formuladores de políticas públicas e a sociedade civil organizada”, explicou a coordenadora.</p>
</blockquote>
<p><strong>Para essa pesquisa específica sobre a letalidade policial, chamada de Transparência Institucional e Responsabilização sobre a Letalidade Policial, foi feita a extração de dados sobre raça e geolocalização dos homicídios cometidos por policiais a partir dos acervos documentais do Tribunal de Justiça do Estado de São Paulo (TJSP), do Ministério Público do Estado de São Paulo (MPSP) e da Secretaria de Segurança Pública do Estado de São Paulo (SSP-SP), que incluem informações administrativas e judiciais relacionadas à responsabilização de policiais.</strong></p>
<p>      <!-- Relacionada --></p>
<p>            <!-- Relacionada -->
    </div>
<p> Elaine Patricia Cruz – Repórter da Agência Brasil , . </p>
<p>Fonte: <a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/geral/noticia/2025-05/nenhum-policial-e-responsabilizado-por-abordagem-letal-ha-7-anos-em-sp">Agencia brasil EBC.</a>.</p>
<p>Tue, 06 May 2025 19:04:00 -0300 </p>

<p>O post <a href="https://weeknews.online/nenhum-policial-e-responsabilizado-por-abordagem-letal-ha-7-anos-em-sp/">Nenhum policial é responsabilizado por abordagem letal há 7 anos em SP</a> apareceu primeiro em <a href="https://weeknews.online">WeekNews</a>.</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Mortes de crianças por intervenção policial aumentam 120% em SP</title>
		<link>https://weeknews.online/mortes-de-criancas-por-intervencao-policial-aumentam-120-em-sp/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[ricardo]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 04 Apr 2025 01:07:53 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Segurança]]></category>
		<category><![CDATA[As câmeras corporais na Polícia Militar do Estado de São Paulo (2ª edição): mudanças na política e impacto nas mortes de adolescentes]]></category>
		<category><![CDATA[Baixar]]></category>
		<category><![CDATA[câmera corporal]]></category>
		<category><![CDATA[letalidade policial]]></category>
		<category><![CDATA[Polícia Militar]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://weeknews.online/mortes-de-criancas-por-intervencao-policial-aumentam-120-em-sp/</guid>

					<description><![CDATA[<p>. Entre 2022 e 2024, o estado de São Paulo registrou um aumento de 120% no número de mortes de crianças e adolescentes em decorrência de intervenções policiais. Os dados são de um relatório inédito divulgado, nesta quinta-feira (3), pelo Fundo das Nações Unidas para a Infância (Unicef) e pelo Fórum Brasileiro de Segurança Pública. O relatório As câmeras corporais na Polícia Militar do Estado de São Paulo (2ª edição): mudanças na política e impacto nas mortes de adolescentes mostra que 77 crianças e adolescentes entre 10 e 19 anos foram mortas em intervenções policiais no estado em 2024, mais que o dobro do registrado em 2022. A chefe do escritório do Unicef em São Paulo, Adriana Alvarenga, afirma que as intervenções policiais são a segunda principal causa de&#8230;</p>
<p class="excerpt-more"><a class="blog-excerpt button" href="https://weeknews.online/mortes-de-criancas-por-intervencao-policial-aumentam-120-em-sp/">Leia mais...</a></p>
<p>O post <a href="https://weeknews.online/mortes-de-criancas-por-intervencao-policial-aumentam-120-em-sp/">Mortes de crianças por intervenção policial aumentam 120% em SP</a> apareceu primeiro em <a href="https://weeknews.online">WeekNews</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div class="welcome-container">
        <a href="https://weeknews.online/" target="_blank"><br />
            <img decoding="async" src="https://weeknews.online/wp-content/uploads/2025/01/week-content.png" alt="Bem-vindo ao WeekNews"><br />
        </a>
</div>
<p>
.<br />
<br />
 </p>
<div>
<p>Entre 2022 e 2024, o estado de São Paulo registrou um aumento de 120% no número de mortes de crianças e adolescentes em decorrência de intervenções policiais. Os dados são de um relatório inédito divulgado, nesta quinta-feira (3), pelo Fundo das Nações Unidas para a Infância (Unicef) e pelo Fórum Brasileiro de Segurança Pública.<img decoding="async" src="https://weeknews.online/wp-content/uploads/2025/04/1743728872_614_ebc.png" style="width:1px; height:1px; display:inline;"/><img decoding="async" src="https://weeknews.online/wp-content/uploads/2025/04/1743728873_654_ebc.gif" style="width:1px; height:1px; display:inline;"/></p>
<p>O relatório <em><a rel="nofollow" target="_blank" href="https://forumseguranca.org.br/wp-content/uploads/2025/04/cameras-corporais-pmsp-2ed.pdf">As câmeras corporais na Polícia Militar do Estado de São Paulo (2ª edição): mudanças na política e impacto nas mortes de adolescentes</a> </em>mostra que 77 crianças e adolescentes entre 10 e 19 anos foram mortas em intervenções policiais no estado em 2024, mais que o dobro do registrado em 2022.</p>
<p>A chefe do escritório do Unicef em São Paulo, Adriana Alvarenga, afirma que as intervenções policiais são a segunda principal causa de morte violenta entre crianças e adolescentes no estado e que o estudo confirma que elas são quase sempre negras e periféricas.</p>
<p>&#8220;Uma em cada três crianças vítimas de homicídio no estado de São Paulo foi morta por intervenção policial. Quem são essas crianças e esses adolescentes? Eles têm de 10 a 19 anos e a maioria são meninos negros, moradores de bairros mais periféricos na cidade&#8221;, afirma.</p>
<p>O cenário atual é oposto ao observado na primeira edição do estudo, lançado em 2023, que indicou uma queda de 66% nas mortes de crianças e adolescentes de 10 a 19 anos entre 2019 e 2022.</p>
<p>Leonardo Carvalho, pesquisador do Fórum Nacional de Segurança Pública, avalia que o crescimento das mortes coincidiu com mudanças no uso de câmeras corporais e em políticas de controle de uso da força.</p>
<p>&#8220;Quando a gente vai olhar especificamente a questão das câmeras corporais, percebe, na verdade, que até 2022,  teve essa a diminuição da letalidade da polícia muito mais intensa em batalhões que utilizavam câmeras corporais&#8221;, afirma.</p>
<p>O relatório do Unicef e do Fórum Nacional de Segurança Pública aponta que as mudanças nos protocolos de uso das câmeras sofreram influência de autoridades do governo do estado de São Paulo por meio de discursos que estimularam e referendaram operações policiais que resultaram em mortes.</p>
<p>Em novembro de 2024, Ryan, de quatro anos, foi atingido por um disparo enquanto brincava na rua, em Santos. Na semana passada, o laudo da perícia confirmou que a bala é da Polícia Militar. A mãe de Ryan, Beatriz Silva, permanece em busca de justiça. &#8220;O que eu estou pedindo é a conclusão do inquérito, é o que eu preciso para saber os próximos passos daqui em diante. Espero que a justiça seja feita&#8221;, disse. </p>
<p>O relatório do Unicef e do Fórum de Segurança Pública recomenda ao poder público priorizar a gravação ininterrupta, que comprovadamente colabora para que mais imagens sejam registradas e contribui para a transparência dos registros. O estudo reforça que não basta implementar as câmeras corporais. É preciso também que as políticas de uso sejam acompanhadas por avaliações de impacto feitas por atores independentes, não apenas pela Polícia Militar.</p>
<p>Em nota, a Secretaria de Segurança Pública do Estado (SSP) de São Paulo afirma que as forças de segurança do Estado não compactuam com desvios de conduta ou excessos por parte seus agentes, punindo com absoluto rigor todas as ocorrências dessa natureza. Em relação às câmeras operacionais, a SSP afirma que a atual gestão ampliou em 18,5% o número de equipamentos.</p>
<p><em>*Com produção de Bel Pereira e colaboração de Sarah Quines</em></p>
<p>      <!-- Relacionada --><br />
            <!-- Relacionada -->
    </div>
<p> paulliny.tort , . </p>
<p>Fonte: <a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/radioagencia-nacional/seguranca/audio/2025-04/mortes-de-criancas-por-intervencao-policial-aumenta-120-em-sp">Agencia brasil EBC.</a>.</p>
<p>Fri, 04 Apr 2025 00:03:35 +0000 </p>

<p>O post <a href="https://weeknews.online/mortes-de-criancas-por-intervencao-policial-aumentam-120-em-sp/">Mortes de crianças por intervenção policial aumentam 120% em SP</a> apareceu primeiro em <a href="https://weeknews.online">WeekNews</a>.</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>STF determina ações para reduzir letalidade da PM no Rio de Janeiro</title>
		<link>https://weeknews.online/stf-determina-acoes-para-reduzir-letalidade-da-pm-no-rio-de-janeiro/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[ricardo]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 04 Apr 2025 00:11:54 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Segurança]]></category>
		<category><![CDATA[Baixar]]></category>
		<category><![CDATA[letalidade policial]]></category>
		<category><![CDATA[Polícia Militar]]></category>
		<category><![CDATA[stf]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://weeknews.online/stf-determina-acoes-para-reduzir-letalidade-da-pm-no-rio-de-janeiro/</guid>

					<description><![CDATA[<p>. O Supremo Tribunal Federal (STF) aprovou em voto conjunto, nesta quinta-feira (3), uma série de ações para reduzir a letalidade durante operações realizadas pela Polícia Militar contra o crime organizado nas comunidades do Rio de Janeiro. Entre as medidas, o STF determinou que Polícia Federal (PF) faça abertura imediata de inquérito sobre a atuação de grupos criminosos no estado e sua relação com agentes públicos, com ênfase nas chamadas milícias. Caberá à diretoria-geral da PF destacar equipe com dedicação exclusiva para ações de inteligência e condução dessas investigações, como destacou o presidente da Corte, ministro Luís Roberto Barroso. Ele também detalhou a determinação, imposta pelo Tribunal, de elaboração de um plano de reocupação territorial pelo governo do estado. &#8220;O Tribunal determina a elaboração de um plano de&#8230;</p>
<p class="excerpt-more"><a class="blog-excerpt button" href="https://weeknews.online/stf-determina-acoes-para-reduzir-letalidade-da-pm-no-rio-de-janeiro/">Leia mais...</a></p>
<p>O post <a href="https://weeknews.online/stf-determina-acoes-para-reduzir-letalidade-da-pm-no-rio-de-janeiro/">STF determina ações para reduzir letalidade da PM no Rio de Janeiro</a> apareceu primeiro em <a href="https://weeknews.online">WeekNews</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div class="welcome-container">
        <a href="https://weeknews.online/" target="_blank"><br />
            <img decoding="async" src="https://weeknews.online/wp-content/uploads/2025/01/week-content.png" alt="Bem-vindo ao WeekNews"><br />
        </a>
</div>
<p>
.<br />
<br />
 </p>
<div>
<p>O Supremo Tribunal Federal (STF) aprovou em voto conjunto, nesta quinta-feira (3), uma série de ações para reduzir a letalidade durante operações realizadas pela Polícia Militar contra o crime organizado nas comunidades do Rio de Janeiro.<img decoding="async" src="https://weeknews.online/wp-content/uploads/2025/04/1743725513_504_ebc.png" style="width:1px; height:1px; display:inline;"/><img decoding="async" src="https://weeknews.online/wp-content/uploads/2025/04/1743725514_350_ebc.gif" style="width:1px; height:1px; display:inline;"/></p>
<p>Entre as medidas, o STF determinou que Polícia Federal (PF) faça abertura imediata de inquérito sobre a atuação de grupos criminosos no estado e sua relação com agentes públicos, com ênfase nas chamadas milícias.</p>
<p>Caberá à diretoria-geral da PF destacar equipe com dedicação exclusiva para ações de inteligência e condução dessas investigações, como destacou o presidente da Corte, ministro Luís Roberto Barroso. Ele também detalhou a determinação, imposta pelo Tribunal, de elaboração de um plano de reocupação territorial pelo governo do estado.</p>
<p>&#8220;O Tribunal determina a elaboração de um plano de reocupação territorial de áreas sob domínio de organizações criminosas pelo estado do Rio de Janeiro e pelos municípios interessados, observando os princípios do urbanismo social e com o escopo de viabilizar a presença do poder público de forma permanente, por meio da instalação de equipamentos públicos, políticas voltadas à juventude e qualificação de serviços básicos&#8221;, disse.</p>
<p>O STF reconheceu a omissão parcial do estado do Rio de Janeiro e a existência de falhas administrativas, apesar dos avanços obtidos durante a vigência das decisões do relator do processo, ministro Edson Fachin, ao longo dos mais de cinco anos de tramitação do processo. Um exemplo destas decisões de Fachin foi a determinação, em 2020, de suspender as operações policiais em comunidades cariocas durante a pandemia.</p>
<p>O voto de Fachin só foi conhecido em fevereiro deste ano, quando o ministro reiterou diversas determinações para as ações da PM e para a investigação criminal de mortes de moradores das comunidades e policiais ocorridas durante as operações da força policial. Hoje, Fachin reforçou a necessidade de tornar públicas essas informações.</p>
<p>O estado do Rio terá 180 dias para comprovar a instalação de câmeras nas viaturas das polícias Militar e Civil, exceto nos casos de uso para atividades de investigação. Os equipamentos já são usados nas fardas dos policiais. Além disso, as polícias deverão planejar antecipadamente as operações e fazer uso proporcional da força em cada ocasião.</p>
<p>O STF também determinou o acompanhamento obrigatório de ambulâncias nas intervenções policiais, que deverão ser alvo de relatório elaborado pela própria polícia e encaminhado ao Ministério Público. Na ocorrência de morte durante as operações, as corregedorias das polícias terão 60 dias para finalizar o eventual processo disciplinar. Toda morte por intervenção policial deverá ter autópsia obrigatória.</p>
<p>O encerramento do julgamento da Ação de Descumprimento de Preceito Fundamental (ADPF) das Favelas foi acompanhado pelo governador do Rio de Janeiro, Claudio Castro, pelo prefeito da cidade do Rio, Eduardo Paes, pela ministra da Igualdade Racial, Anielle Franco, e por organizações da sociedade civil.</p>
<p>Ao fim da sessão, o ministro Barroso manifestou solidariedade às famílias de vítimas da letalidade policial e também aos agentes de segurança pública vitimados em confronto com criminosos.</p>
<p>Barroso também destacou que este foi o primeiro caso em que o STF chegou ao plenário para anunciar uma decisão <em>per curiam</em>, isto é, uma manifestação feita como instituição, de forma una, sem destacar a autoria individual do voto condutor.</p>
<p>*Com informações da Agência Brasil</p>
<p>      <!-- Relacionada --><br />
            <!-- Relacionada -->
    </div>
<p> paulliny.tort , . </p>
<p>Fonte: <a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/radioagencia-nacional/seguranca/audio/2025-04/stf-determina-acoes-para-reduzir-letalidade-da-pm-no-rio-de-janeiro">Agencia brasil EBC.</a>.</p>
<p>Thu, 03 Apr 2025 23:13:42 +0000 </p>

<p>O post <a href="https://weeknews.online/stf-determina-acoes-para-reduzir-letalidade-da-pm-no-rio-de-janeiro/">STF determina ações para reduzir letalidade da PM no Rio de Janeiro</a> apareceu primeiro em <a href="https://weeknews.online">WeekNews</a>.</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
	</channel>
</rss>
