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	<title>Arquivo de Moradores da Maré poderão produzir filmes pelo celular no Rio - WeekNews</title>
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	<title>Arquivo de Moradores da Maré poderão produzir filmes pelo celular no Rio - WeekNews</title>
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		<title>Mostra no Complexo da Maré exibe curtas produzidos por jovens com celular</title>
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		<dc:creator><![CDATA[ricardo]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 09 Oct 2026 14:53:07 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>Fonte da imagem: Agência Brasil Jovens do Complexo da Maré, na zona norte do Rio de Janeiro, apresentam neste sábado (10) sete curtas-metragens filmados com o celular na mostra Cine Sesi + Curta Periferias. A exibição ocorre no Galpão Bela Maré, na Rua Bittencourt Sampaio, a partir das 10h, com entrada aberta ao público. A formação em audiovisual foi realizada no Complexo da Maré entre 11 de agosto e 29 de setembro de 2026, com carga horária de 24 horas. O processo seletivo recebeu 137 inscrições — mais de três candidatos por vaga — e selecionou 40 participantes de 16 a 35 anos, divididos em duas turmas. Ao longo de 22 oficinas, os jovens aprenderam roteiro e outras etapas da realização audiovisual e produziram, em&#8230;</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<figure class="weeknews-ai-media" style="margin:24px 0;max-width:100%;clear:both;"><img loading="lazy" style="max-width:100%;height:auto;display:block;" src="https://weeknews.online/wp-content/uploads/2026/10/captura-de-tela-2026-03-27-145715_copy-1024x512.jpg" alt="Mostra no Complexo da Maré exibe curtas produzidos por jovens com celular" decoding="async"><figcaption class="weeknews-ai-credit" style="font-size:13px;line-height:1.45;margin-top:8px;color:#666;text-align:center;">Fonte da imagem: <a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/cultura/noticia/2026-10/cine-sesi-mare-recebe-mostra-de-curtas-feitos-por-jovens-com-celular" target="_blank" rel="nofollow noopener noreferrer">Agência Brasil</a></figcaption></figure>
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<p>Jovens do Complexo da Maré, na zona norte do Rio de Janeiro, apresentam neste sábado (10) sete curtas-metragens filmados com o celular na mostra Cine Sesi + Curta Periferias. A exibição ocorre no Galpão Bela Maré, na Rua Bittencourt Sampaio, a partir das 10h, com entrada aberta ao público.</p>
<p>A formação em audiovisual foi realizada no Complexo da Maré entre 11 de agosto e 29 de setembro de 2026, com carga horária de 24 horas. O processo seletivo recebeu 137 inscrições — mais de três candidatos por vaga — e selecionou 40 participantes de 16 a 35 anos, divididos em duas turmas. Ao longo de 22 oficinas, os jovens aprenderam roteiro e outras etapas da realização audiovisual e produziram, em grupo, curtas sobre o território onde vivem. Ao final, 32 participantes concluíram a formação, oito em cada dez selecionados.</p>
<p>Os filmes realizados são: Kemillym Luta, com direção de Kemillym e Letícia Moura; A Dança da Vida, de Jordan Balbino; Memórias da Mata, de Luciana Barros Migrantes; Conexão Maré x África, de Bruno Carlos; Àdurá, de Kley Hudson; Entre a Maré e o Meu Mundo, de Adrielle Soares e Ynara Baltazar; e A Maré Ensina, de Caio Aragão. Juntos, os curtas somam quase 38 minutos de filme. Um júri de cinco profissionais do cinema do Rio de Janeiro avaliou as produções, deixou comentários para cada grupo e escolheu os três curtas premiados com troféus.</p>
<p>A proposta foi desenvolvida pela Secretaria Municipal de Ciência, Tecnologia e Inovação do Rio e implementada pela Universidade Internacional das Periferias (Uniperiferias). O projeto conta com apoio do Conselho Nacional do Sesi, por meio do edital Conexão Sesi, e resulta da união de atividades extracurriculares focadas no desenvolvimento da linguagem cinematográfica como ferramenta pedagógica, em interlocução com a indústria audiovisual.</p>
<p>Para o presidente do Conselho Nacional do Sesi, Fausto Augusto Junior, o jovem da periferia tem histórias para contar e o programa viabiliza essa oportunidade. &#8220;O que nós buscamos é viabilizar esse acesso. O Cine Sesi começa com um celular na mão para o jovem aprender sobre cinema. A nossa ideia é viabilizar o mercado de trabalho. A gente quer apoiar projetos que nasçam da realidade de cada território e, a partir disso, ampliar as oportunidades de quem vive aquele local&#8221;, afirmou.</p>
<p>Vinícius Mano, gerente de Educação Básica da Firjan Sesi, disse que o projeto tem como objetivo usar a linguagem cinematográfica para despertar o interesse e a curiosidade de desenvolver o pensamento crítico dos estudantes. Já Mateus Affonso, coordenador de Tecnologia e Inovação na Uniperiferias, avaliou que a iniciativa toca na missão de lutar e promover a dignidade de sujeitos periféricos, de moradores de comunidades. &#8220;Foi um projeto muito positivo por podermos dar autonomia a jovens e adolescentes que puderam se sentir confortáveis em contar sua própria história e a do seu território. Os curtas envolvem os desejos, as vontades e as potencialidades dessas pessoas que passaram por essa formação&#8221;, declarou.</p>
<p>Participante da produção de A Dança da Vida, Jordan Balbino Ferreira, de 26 anos, contou que teve contato pela primeira vez com o conteúdo do audiovisual durante o curso. O curta narra a história de Isis, que cresceu dançando no Centro de Assistência e Desenvolvimento Integral, na Maré, e hoje virou professora no local. &#8220;O curso foi muito bom. Eu tive contato pela primeira vez com o conteúdo do audiovisual. Pude ver como poderia realizar produções audiovisuais com meu próprio telefone. Foi bom colocar em prática tudo o que aprendi na sala de aula&#8221;, disse.</p>
<p>A programação começa às 10h, com recepção dos convidados. Às 10h30, há apresentação do projeto; às 11h, exibição dos curtas realizados no projeto; às 12h, premiação dos curtas; e às 13h, encerramento. O Galpão Bela Maré fica na Rua Bittencourt Sampaio, s/n, quase em frente à Uniperiferias, na Rua Bittencourt Sampaio, nº 140.</p>
<p>Análise WeekNews: A mostra encerra um ciclo de formação que começou com 137 inscrições e terminou com 32 concluintes e sete filmes produzidos em pouco mais de um mês e meio de oficinas. O uso do celular como ferramenta central indica uma aposta em reduzir barreiras técnicas de entrada no audiovisual, enquanto a exibição pública dos curtas no próprio território dá visibilidade a narrativas formuladas pelos moradores sobre a Maré.</p>
<p>Fonte: <a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/cultura/noticia/2026-10/cine-sesi-mare-recebe-mostra-de-curtas-feitos-por-jovens-com-celular" target="_blank" rel="nofollow noopener noreferrer">Agência Brasil</a>.</p>

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		<title>Moacir Santos: o maestro que uniu a alma afro-brasileira ao jazz completa um século</title>
		<link>https://weeknews.online/moacir-santos-o-maestro-que-uniu-a-alma-afro-brasileira-ao-jazz-completa-um-seculo/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[ricardo]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 26 Jul 2026 12:06:07 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[Cinema brasileiro se despede de Luiz Carlos Barreto]]></category>
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		<category><![CDATA[Flip: evento de abertura define Orides Fontela como poeta universal]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Fonte da imagem: Agência Brasil Nascido há exatos 100 anos, em 26 de julho de 1926, no Sertão de Pernambuco, na região de Serra Talhada, Moacir Santos construiu uma obra que funde ritmos afro-brasileiros com o jazz, mas ainda não tem o reconhecimento que merece no Brasil. Compositor, arranjador, multi-instrumentista e maestro, ele morreu em 2006, aos 80 anos, em Los Angeles, vítima de um derrame. Sua canção mais conhecida, Nanã, é uma homenagem à orixá mais antiga das religiões afro-brasileiras. A melodia nasceu da reza de pessoas em uma procissão. A faixa, que abre o filme Ganga Zumba, ganhou letra de Mário Telles e foi gravada por mais de cem artistas, incluindo Nara Leão, Sérgio Mendes, Tim Maia e nomes do jazz como Kenny&#8230;</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<figure class="weeknews-ai-media" style="margin:24px 0;max-width:100%;clear:both;"><img loading="lazy" style="max-width:100%;height:auto;display:block;" src="https://weeknews.online/wp-content/uploads/2026/07/20150811-152905-1024x512.jpg" alt="Moacir Santos: o maestro que uniu a alma afro-brasileira ao jazz completa um século" decoding="async"><figcaption class="weeknews-ai-credit" style="font-size:13px;line-height:1.45;margin-top:8px;color:#666;text-align:center;">Fonte da imagem: <a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/cultura/noticia/2026-07/nascido-ha-100-anos-moacir-santos-fundiu-ancestralidade-e-erudicao" target="_blank" rel="nofollow noopener noreferrer">Agência Brasil</a></figcaption></figure>
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<p>Nascido há exatos 100 anos, em 26 de julho de 1926, no Sertão de Pernambuco, na região de Serra Talhada, Moacir Santos construiu uma obra que funde ritmos afro-brasileiros com o jazz, mas ainda não tem o reconhecimento que merece no Brasil. Compositor, arranjador, multi-instrumentista e maestro, ele morreu em 2006, aos 80 anos, em Los Angeles, vítima de um derrame.</p>
<p>Sua canção mais conhecida, Nanã, é uma homenagem à orixá mais antiga das religiões afro-brasileiras. A melodia nasceu da reza de pessoas em uma procissão. A faixa, que abre o filme Ganga Zumba, ganhou letra de Mário Telles e foi gravada por mais de cem artistas, incluindo Nara Leão, Sérgio Mendes, Tim Maia e nomes do jazz como Kenny Burrell e Gil Evans.</p>
<p>O contato de Moacir com a música começou cedo. Em um depoimento resgatado de um especial da Rádio MEC de 2016, ele recorda: &#8220;Quando eu entendi a vida, que era um ser vivo, a música também já estava comigo. A gente brincava de banda de música da cidade. Lá em Flores, era muito natural os meninos andarem nus, sem roupinha, até lá pelos 9, 10 anos de idade. Então, eu, com 10 anos, tinha minha banda de meninos nus no meio da rua, tocando a marchinha. Esse foi meu contato com música&#8221;.</p>
<p>Na adolescência, fugiu de casa e percorreu o Nordeste tocando em orquestras de circo e bandas militares. O multi-instrumentista e pesquisador Allan Abbadia destaca a importância dessa tradição: &#8220;No Brasil Império, a gente tinha quase que a totalidade de músicos no país, pessoas negras. Então, as bandas eram o rádio da cidade, dos eventos de domingo. O Moacir vem dessa tradição. Ao chegar aos grandes centros, ele já veio com essa tradição, e acrescentou a isso os estudos mais aprofundados&#8221;.</p>
<p>Em João Pessoa, Moacir foi regente da banda da Rádio Tabajara. Depois, seguiu para o Rio de Janeiro, onde atuou na Rádio Nacional como saxofonista a partir de 1948. Três anos depois, já era arranjador da orquestra da emissora. Foi aluno do maestro César Guerra-Peixe e professor de nomes como Baden Powell, João Donato, Paulinho da Viola, Airto Moreira e Roberto Menescal.</p>
<p>A flautista Andrea Ernest Dias, autora do livro &#8220;Moacir Santos, ou os caminhos de um músico brasileiro&#8221;, explica que ele construiu uma identidade sonora a partir de pesquisas aprofundadas em teoria musical. &#8220;Para quem queria se aprofundar um pouco, sair do campo da intuição musical e saber, o Moacir se tornou essa pessoa que fazia essa ponte entre a erudição e o popular. Então, se tornou o professor de muita gente&#8221;.</p>
<p>Na década de 1960, arranjou álbuns de Elizeth Cardoso e Baden Powell e compôs trilhas para filmes, parte delas lançadas no álbum &#8220;Coisas&#8221;, de 1965, considerado sua obra-prima. O disco reúne dez composições, todas com o título &#8220;Coisa&#8221; seguido de numeração. Andrea comenta a genialidade da fusão: &#8220;O disco Coisas é uma síntese dessa trajetória dele. Ele tem referências das bandas filarmônicas, tanto na instrumentação quanto nas jazz bands, que é uma tradição forte pelo país desde os anos 40. A pesquisa na Orquestra Afro-brasileira trazendo essa identidade afro-brasileira é uma marca mais forte nessa instrumentação e principalmente nessa estruturação musical perfeita&#8221;.</p>
<p>Em 1967, Moacir deixou a Rádio Nacional e se mudou para os Estados Unidos. Lá, continuou dando aulas e compondo trilhas para cinema, trabalhando com os maestros Henry Mancini e Lalo Schifrin. Na década de 1970, lançou álbuns pela renomada gravadora de jazz Blue Note, entre eles &#8220;Maestro&#8221;, indicado ao Grammy. Andrea explica o conceito de &#8220;mojo&#8221;, sistema rítmico criado por ele: &#8220;O mojo é uma espécie de síntese, um sistema que ele criou, muito swingado, uma coisa que a gente ouve e imediatamente fala: &#8216;Isso aí é ritmo do Moacir&#8217;. Ele sistematizava as próprias células rítmicas e transformou esse ritmo numa marca pessoal mesmo. O disco Maestro marca uma nova etapa na vida do maestro Moacir Santos, um disco realizado nos Estados Unidos e que traz ritmos intrigantes&#8221;.</p>
<p>Em 1985, foi homenageado no 1º Free Jazz Festival e tocou na abertura ao lado de Radamés Gnatalli. Sua obra foi revisitada por Zé Nogueira e Mario Adnet no projeto &#8220;Ouro Negro&#8221;, que contou com participações de Milton Nascimento, Gilberto Gil e do próprio Moacir. O álbum &#8220;Ouro Negro&#8221; foi a porta de entrada para a obra do músico para ouvintes como Allan Abbadia. &#8220;Ele é fruto de uma genialidade incrível e uma intelectualidade conquistada através dos estudos também da nossa oralidade, estudos da cultura afro-brasileira. Uma das características mais marcantes dele é o diálogo entre diferentes expressões artísticas da diáspora. Ele vem juntando várias dessas expressões com a música erudita e conseguiu trazer essa essência da música afro-brasileira, afro-diaspórica, sem se tornar folclórico&#8221;.</p>
<p>Neste ano, já ocorreram eventos em comemoração ao centenário. Em agosto, Allan Abbadia dará aulas sobre a obra de Moacir Santos no Centro de Pesquisa e Formação do Sesc em São Paulo. &#8220;É muito importante reverenciar a obra do Moacir Santos. Não somente o nome, mas a estética. O público entender essa estética, entender o que ele quis dizer, é muito importante. Isso humaniza o artista&#8221;.</p>
<p>Vinícius de Moraes, parceiro em &#8220;Menino travesso&#8221; e &#8220;Se você disser que sim&#8221;, homenageou Moacir nos versos do &#8220;Samba da benção&#8221;. O maestro, que sempre desejou ser reconhecido em seu país, deixou uma obra que, segundo Andrea, &#8220;está à frente do seu tempo, mas abre um campo de possibilidades para quem vier no futuro conseguir reler aquilo e se debruçar sobre aquilo&#8221;. Ela recorda: &#8220;Quando eu era garoto, fiz workshop com ele e ele falava: &#8216;ser reconhecido no meu país é a minha maior alegria'&#8221;.</p>
<p>Fonte: <a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/cultura/noticia/2026-07/nascido-ha-100-anos-moacir-santos-fundiu-ancestralidade-e-erudicao" target="_blank" rel="nofollow noopener noreferrer">Agência Brasil</a>.</p>

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		<title>TV Brasil exibe entrevista inédita de Luiz Carlos Barreto e o clássico Dona Flor e seus Dois Maridos</title>
		<link>https://weeknews.online/tv-brasil-exibe-entrevista-inedita-de-luiz-carlos-barreto-e-o-classico-dona-flor-e-seus-dois-maridos/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[ricardo]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 23 Jul 2026 15:09:09 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>Fonte da imagem: Agência Brasil A TV Brasil presta homenagem ao produtor, diretor e fotógrafo de cinema Luiz Carlos Barreto, morto nesta quarta-feira (22) aos 98 anos, com uma programação especial nesta sexta-feira (24). Às 21h, vai ao ar uma edição especial do programa Cine Resenha com entrevista exclusiva do cineasta, gravada em 2023. Na sequência, às 21h30, a emissora exibe o clássico &#8220;Dona Flor e seus Dois Maridos&#8221; (1976), dirigido por seu filho Bruno Barreto. Os conteúdos também estarão disponíveis no app TV Brasil Play. Na entrevista, Luiz Carlos Barreto e sua esposa, a produtora Lucy Barreto, conversam com a apresentadora Priscila Rangel sobre clássicos do Cinema Novo e revelam histórias marcantes de grandes produções nacionais. O veterano da sétima arte esteve no estúdio&#8230;</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<figure class="weeknews-ai-media" style="margin:24px 0;max-width:100%;clear:both;"><img loading="lazy" style="max-width:100%;height:auto;display:block;" src="https://weeknews.online/wp-content/uploads/2026/07/cine-resenha-luiz-carlos-barreto-credito-fernando-frazao-agencia-brasil-1024x512.jpg" alt="TV Brasil exibe entrevista inédita de Luiz Carlos Barreto e o clássico Dona Flor e seus Dois Maridos" decoding="async"><figcaption class="weeknews-ai-credit" style="font-size:13px;line-height:1.45;margin-top:8px;color:#666;text-align:center;">Fonte da imagem: <a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/cultura/noticia/2026-07/tv-brasil-homenageia-luiz-carlos-barreto" target="_blank" rel="nofollow noopener noreferrer">Agência Brasil</a></figcaption></figure>
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<p>A TV Brasil presta homenagem ao produtor, diretor e fotógrafo de cinema Luiz Carlos Barreto, morto nesta quarta-feira (22) aos 98 anos, com uma programação especial nesta sexta-feira (24). Às 21h, vai ao ar uma edição especial do programa Cine Resenha com entrevista exclusiva do cineasta, gravada em 2023. Na sequência, às 21h30, a emissora exibe o clássico &#8220;Dona Flor e seus Dois Maridos&#8221; (1976), dirigido por seu filho Bruno Barreto. Os conteúdos também estarão disponíveis no app TV Brasil Play.</p>
<p>Na entrevista, Luiz Carlos Barreto e sua esposa, a produtora Lucy Barreto, conversam com a apresentadora Priscila Rangel sobre clássicos do Cinema Novo e revelam histórias marcantes de grandes produções nacionais. O veterano da sétima arte esteve no estúdio da TV Brasil em 2023 para a gravação, que na época celebrou as seis décadas de atividade da produtora L.C. Barreto.</p>
<p>&#8220;Dona Flor e seus Dois Maridos&#8221;, baseado na obra homônima de Jorge Amado, é estrelado por Sônia Braga, José Wilker e Mauro Mendonça. A produção é uma das maiores bilheterias brasileiras de todos os tempos, tendo sido o primeiro filme a superar a marca de 10 milhões de espectadores no país, mantendo-se como líder de público por mais de 30 anos. A trama acompanha uma professora viúva do malandro Vadinho que se casa com um pacato farmacêutico.</p>
<p>&#8220;Dona Flor divide o cinema brasileiro em antes e depois. Foi a prova de que o Brasil tem capacidade de produzir filmes de interesse internacional do ponto de vista artístico e comercial. Abriu o mercado americano e o europeu não só de cinema, como também de televisão&#8221;, afirmou Luiz Carlos Barreto na atração.</p>
<p>Durante o programa, Barretão e Lucy relembram o primeiro contato profissional com o cinema, a participação em grandes produções nacionais e a influência de parceiros como Nelson Pereira dos Santos e Glauber Rocha. Luiz Carlos Barreto assinou a fotografia de dois clássicos do Cinema Novo: &#8220;Vidas Secas&#8221; (1963) e &#8220;Terra em Transe&#8221; (1967). O casal também conta histórias curiosas sobre as produções de filmes como &#8220;Bye Bye Brasil&#8221; e &#8220;O Beijo no Asfalto&#8221;, entre outros.</p>
<p>Os veteranos explicam o fascínio da família pela sétima arte. Os filhos Bruno e Fabio Barreto tornaram-se importantes cineastas. A produtora L.C. Barreto é responsável por mais de 150 títulos, entre filmes de ficção, documentários e programas de televisão. A experiência de concorrer ao Oscar é outro destaque: eles contam como foi disputar a estatueta na categoria Melhor Filme Estrangeiro com &#8220;O Quatrilho&#8221; (1995), de Fabio Barreto, e &#8220;O Que é Isso, Companheiro?&#8221; (1998), de Bruno Barreto. Os convidados ainda discutem o orçamento do cinema brasileiro.</p>
<p>Com bom humor, Luiz Carlos Barreto revela a origem do apelido &#8220;Barretão&#8221;, concebido por Nelson Pereira dos Santos e popularizado pelo jornalista Ancelmo Gois. Lucy analisa como a L.C. Barreto se mantém no mercado por tanto tempo e conta sobre as homenagens recebidas em festivais como Cannes. &#8220;É o valor que é dado à produção brasileira. O cinema vende a paisagem, a música, a comida, a vestimenta; enfim a cultura do país&#8221;, disse.</p>
<p>Luiz Carlos Barreto também fala sobre o futuro do cinema brasileiro, aborda assuntos latentes sobre o presente da indústria audiovisual e ressalta a importância de fiscalizar a cota de tela para equalizar a concorrência entre os produtores de conteúdo. &#8220;A indústria do audiovisual e do cinema, além do seu fator comercial, é formadora de hábitos e costumes&#8221;, pontua o diretor, que ainda discute a capacidade de produção das emissoras públicas do país.</p>
<p>O filme &#8220;Dona Flor e seus Dois Maridos&#8221; ganhou dois Kikitos no Festival de Gramado (Melhor Diretor e Melhor Trilha Sonora) e foi indicado ao Bafta (Melhor Revelação para Sônia Braga) e ao Globo de Ouro (Melhor Filme Estrangeiro). A história se passa no início dos anos 1940, em Salvador, onde a sedutora professora Dona Flor é casada com o mulherengo Vadinho, que morre precocemente em um domingo de Carnaval de 1943. Viúva, ela se casa novamente com o pacato farmacêutico Teodoro, mas sente saudades do falecido marido, que retorna em espírito apenas visível a ela, gerando um dilema.</p>
<p>A proposta do Cine Resenha é trazer diretores, produtores e críticos para um bate-papo sobre um filme, que é exibido na sequência. Ao apresentar produções nacionais premiadas, a TV Brasil amplia o espaço para o cinema brasileiro em sua programação.</p>
<p>Fonte: <a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/cultura/noticia/2026-07/tv-brasil-homenageia-luiz-carlos-barreto" target="_blank" rel="nofollow noopener noreferrer">Agência Brasil</a>.</p>

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