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	<title>Arquivo de Mulheres da Amazônia se unem para enfrentar as mudanças climáticas - WeekNews</title>
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	<title>Arquivo de Mulheres da Amazônia se unem para enfrentar as mudanças climáticas - WeekNews</title>
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		<title>COP17 da Desertificação começa na Mongólia com 77% do território local degradado</title>
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		<dc:creator><![CDATA[ricardo]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 13 Aug 2026 20:40:15 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[Tendência de seca nas regiões centrais pode impactar 2ª safra de milho]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Crédito da imagem: ASA / DivulgaçãoFonte da imagem: Com A partir da próxima segunda-feira (17), Ulaanbaatar, capital da Mongólia, será o centro das discussões globais sobre o combate à desertificação e à seca. Representantes de 196 países e da União Europeia se reúnem na 17ª Conferência das Partes (COP17) da Convenção das Nações Unidas para o Combate à Desertificação (UNCCD), que ocorre até o dia 28 de agosto. O tema central do encontro é “Restaurando a terra. Restaurando a esperança”. O evento reúne chefes de Estado, ministros, cientistas, organizações da sociedade civil e representantes do setor privado. Duas mulheres assumem posições de liderança na conferência: a egípcia Yasmine Fouad, secretária-executiva da UNCCD, e a ministra das Relações Exteriores da Mongólia, Battsetseg Batmunkh, presidente designada para&#8230;</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<figure class="weeknews-ai-media" style="margin:24px 0;max-width:100%;clear:both;"><img loading="lazy" style="max-width:100%;height:auto;display:block;" src="https://weeknews.online/wp-content/uploads/2026/08/menino_e_alce_na_mongolia_pais_que_sediara_a_cop17_da_desertificacao-1024x512.jpg" alt="COP17 da Desertificação começa na Mongólia com 77% do território local degradado" decoding="async"><figcaption class="weeknews-ai-credit" style="font-size:13px;line-height:1.45;margin-top:8px;color:#666;text-align:center;">Crédito da imagem: ASA / Divulgação</figcaption><figcaption class="weeknews-ai-credit jg-image-source-credit" style="font-size:13px;line-height:1.45;margin-top:8px;color:#666;text-align:center">Fonte da imagem: <a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/meio-ambiente/noticia/2026-08/cop17-discute-desertificacao-na-mongolia-pais-assolado-pelo-problema" target="_blank" rel="nofollow noopener noreferrer">Com</a></figcaption></figure>
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<p>A partir da próxima segunda-feira (17), Ulaanbaatar, capital da Mongólia, será o centro das discussões globais sobre o combate à desertificação e à seca. Representantes de 196 países e da União Europeia se reúnem na 17ª Conferência das Partes (COP17) da Convenção das Nações Unidas para o Combate à Desertificação (UNCCD), que ocorre até o dia 28 de agosto. O tema central do encontro é “Restaurando a terra. Restaurando a esperança”.</p>
<p>O evento reúne chefes de Estado, ministros, cientistas, organizações da sociedade civil e representantes do setor privado. Duas mulheres assumem posições de liderança na conferência: a egípcia Yasmine Fouad, secretária-executiva da UNCCD, e a ministra das Relações Exteriores da Mongólia, Battsetseg Batmunkh, presidente designada para a COP17. A escolha da Mongólia como sede não é casual: cerca de 77% do território mongol está afetado pela degradação da terra, uma crise que ameaça o desenvolvimento econômico e o modo de vida de aproximadamente um terço da população.</p>
<p>A Mongólia enfrenta um desastre climático recorrente conhecido como dzud, um ciclo de seca severa no verão seguido de invernos glaciais. Entre 2023 e 2024, o fenômeno causou a morte de mais de 7 milhões de cabeças de gado, devastou a economia rural e forçou a migração de famílias para assentamentos em Ulaanbaatar. O país também é palco do Ano Internacional das Pastagens e dos Pastores (IYRP 2026), iniciativa da ONU para dar visibilidade a esses ecossistemas e povos, estratégicos para a segurança alimentar e a conservação ambiental.</p>
<p>Para marcar a transição entre a COP16, realizada em Riade, na Arábia Saudita, e a atual, uma caravana com cientistas, pesquisadores e representantes oficiais da UNCCD percorreu o trajeto histórico entre as duas cidades. A expedição começou em maio e culmina com o início do evento, revivendo simbolicamente as antigas rotas de conectividade nômade que, desde o Século 2 a.C., foram estabelecidas por povos pastoralistas que cruzavam as estepes eurasianas em busca de água e forragem para seus rebanhos. Ao longo do percurso, a jornada destacou esforços de diversos países no manejo sustentável e na restauração de terras degradadas, servindo como plataforma para defender maior apoio político e investimentos financeiros.</p>
<p>O Brasil terá participação ativa na conferência, com representações dos setores público e privado especializadas nos temas debatidos. Na Blue Zone, área principal do evento, o Pavilhão Brasil sediará debates, apresentará tecnologias e divulgará políticas públicas, projetos de ONGs e de instituições de pesquisa. No país, a desertificação atinge regiões áridas, semiáridas e subúmidas secas, com destaque para o bioma Caatinga, que abrange todos os estados do Nordeste e parte de Minas Gerais. Dados recentes indicam que 18% do território nacional está sujeito à desertificação e cerca de 39 milhões de pessoas são impactadas pelo problema.</p>
<p>A programação da COP17 prevê, na primeira semana, sessões de abertura, distribuição de tarefas entre comitês e apresentação de minutas de decisão sobre restauração de terras e resiliência à seca. Também ocorrem fóruns paralelos sobre grupos com demandas específicas, como juventude, gênero, povos indígenas e comunidades pastoreiras. Na segunda semana, estão previstos eventos de alto nível com líderes dos países membros da UNCCD, incluindo diálogos ministeriais sobre mecanismos financeiros, metas de combate à degradação, restauração de pastagens naturais e bem-estar das comunidades pastoreiras.</p>
<p>A conferência também terá quatro dias temáticos para gerar impulso político e mobilizar parcerias: Finanças (24/08), Água (25/08), Terra e Povo (26/08) e Sistemas Alimentares e Saúde do Solo (27/08). O panorama global apresentado pela UNCCD é preocupante: a degradação da terra afeta diretamente o bem-estar e a subsistência de 1,5 bilhão de pessoas no mundo, e quase 40% das terras do planeta já estão degradadas, com impactos nos recursos naturais que sustentam quase metade do PIB global.</p>
<p>Outro problema central em debate é a aridificação, processo em que regiões anteriormente úmidas passam a apresentar características permanentes de terra seca. Aproximadamente 77% da superfície terrestre livre de gelo têm enfrentado condições mais secas desde 1990, e a projeção é de que, até 2100, cinco bilhões de pessoas viverão em zonas áridas. A secretária-executiva da UNCCD, Yasmine Fouad, afirmou à Agência Brasil que a conferência ocorre em um momento em que a seca ocupa, como nunca antes, lugar de destaque na agenda global. “O desafio não é mais reconhecer a seca como um risco global, mas, sim, agir com antecedência suficiente para evitar que seus impactos se propaguem em cascata por comunidades, economias e fronteiras”, analisou.</p>
<p>O custo combinado da degradação da terra e da seca ultrapassa 878 bilhões de dólares por ano. A UNCCD estima que são necessários 2,6 trilhões de dólares em investimentos até 2030 para restaurar 1 bilhão de hectares de terras degradadas e promover resiliência à seca. Louise Baker, diretora-executiva do Mecanismo Global da UNCCD, defendeu que o esforço precisa envolver tanto os setores públicos quanto privados. “Terras saudáveis vêm sendo cada vez mais reconhecidas como um ativo que gera retornos econômicos, sociais e ambientais mensuráveis. O desafio agora é garantir que o investimento acompanhe esse reconhecimento”, disse.</p>
<p>A UNCCD faz parte do chamado “Trio do Rio”, conjunto de três convenções criadas durante a Rio-92, junto com a Convenção sobre Diversidade Biológica (CDB) e a Convenção sobre Mudanças Climáticas (UNFCCC). As COPs da desertificação e da biodiversidade ocorrem a cada dois anos desde 2001, e ambas estão na 17ª edição. A próxima COP da biodiversidade será em outubro deste ano, em Yerevan, na Armênia. Já as conferências do clima acontecem anualmente desde 1995; a última, a COP30, foi realizada em novembro de 2025 em Belém, no Brasil, e a próxima está marcada para novembro de 2026, em Antalya, na Turquia. O Brasil sediou a COP3 da desertificação em 1999, em Recife, e há movimentação para que o país se candidate a receber a COP18, em 2028, na Região Nordeste.</p>
<p>A Agência Brasil acompanhará as duas semanas da COP17 diretamente da Mongólia, em parceria com a UNCCD, que contemplou seis repórteres de diferentes continentes com uma bolsa de jornalismo para cobrir o evento. Nos próximos dias, serão publicadas matérias com mais informações sobre a conferência e seus impactos para o Brasil.</p>
<p>Fonte: <a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/meio-ambiente/noticia/2026-08/cop17-discute-desertificacao-na-mongolia-pais-assolado-pelo-problema" target="_blank" rel="nofollow noopener noreferrer">Agência Brasil</a>.</p>

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		<title>Histórias de perda por falta de saúde diminuem com novo modelo de atendimento em reserva do Amazonas</title>
		<link>https://weeknews.online/historias-de-perda-por-falta-de-saude-diminuem-com-novo-modelo-de-atendimento-em-reserva-do-amazonas/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[ricardo]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 27 Jul 2026 19:43:11 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Noticías]]></category>
		<category><![CDATA[Amazônia]]></category>
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		<category><![CDATA[Catadoras de mangaba resistem à especulação imobiliária em Aracaju]]></category>
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		<category><![CDATA[Os dois pontos foram instalados nas unidades de Bauana e Campina]]></category>
		<category><![CDATA[Projeto leva atendimento médico a comunidades ribeirinhas do Amazonas]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Fonte da imagem: Agência Brasil A morte da mãe durante o parto da irmã, há 38 anos, ainda ecoa na memória de Francisco Solivan Peres de Araújo, hoje presidente da Associação dos Moradores Agroextrativistas da Reserva de Desenvolvimento Sustentável Uacari (Amaru), em Carauari, no interior do Amazonas. &#8220;Deu uma hemorragia. Na época, não tinha possibilidade nenhuma de chegar na cidade&#8221;, relembra ele, que perdeu a mãe quando tinha apenas 2 anos. O relato de Solivan é um entre muitos que marcam a história da região, onde a distância entre as comunidades ribeirinhas e a zona urbana – onde se concentra a estrutura fixa de saúde – transformava emergências em tragédias. Carauari é um dos maiores municípios do Brasil em extensão territorial, com mais de 25,7&#8230;</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<figure class="weeknews-ai-media" style="margin:24px 0;max-width:100%;clear:both;"><img loading="lazy" style="max-width:100%;height:auto;display:block;" src="https://weeknews.online/wp-content/uploads/2026/07/bauana-posto-saude-108_0-1024x512.jpg" alt="Histórias de perda por falta de saúde diminuem com novo modelo de atendimento em reserva do Amazonas" decoding="async"><figcaption class="weeknews-ai-credit" style="font-size:13px;line-height:1.45;margin-top:8px;color:#666;text-align:center;">Fonte da imagem: <a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/saude/noticia/2026-07/acesso-a-saude-reduz-historias-de-perdas-em-comunidade-do-amazonas" target="_blank" rel="nofollow noopener noreferrer">Agência Brasil</a></figcaption></figure>
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<p>A morte da mãe durante o parto da irmã, há 38 anos, ainda ecoa na memória de Francisco Solivan Peres de Araújo, hoje presidente da Associação dos Moradores Agroextrativistas da Reserva de Desenvolvimento Sustentável Uacari (Amaru), em Carauari, no interior do Amazonas. &#8220;Deu uma hemorragia. Na época, não tinha possibilidade nenhuma de chegar na cidade&#8221;, relembra ele, que perdeu a mãe quando tinha apenas 2 anos. O relato de Solivan é um entre muitos que marcam a história da região, onde a distância entre as comunidades ribeirinhas e a zona urbana – onde se concentra a estrutura fixa de saúde – transformava emergências em tragédias.</p>
<p>Carauari é um dos maiores municípios do Brasil em extensão territorial, com mais de 25,7 mil quilômetros de área, banhado pelo Rio Juruá e cercado pela Floresta Amazônica. Para um ribeirinho chegar até a &#8220;cidade&#8221;, como chamam a área urbana, são necessárias horas ou até dias de viagem, dependendo do tipo de embarcação e das condições do rio – na seca, o percurso se torna ainda mais demorado. Até os anos 1990, a falta de qualquer atendimento próximo era a regra, e as mortes por causas evitáveis eram frequentes.</p>
<p>A prefeitura de Carauari instalou, ainda nos anos 1990, um sistema de lanchas de resgate para emergências, mas a imensa distância ainda provoca demoras críticas. Adriana da Silva e Silva, moradora da comunidade de São José do Nachiqui, foi picada por uma cobra em janeiro de 2019. &#8220;A gente chamou o resgate, só que no momento não estava disponível. Demorou mais de 24 horas para chegar o atendimento&#8221;, conta. Sem soro antiofídico disponível, sua perna inchou a ponto de ficar irreconhecível. Foram necessárias quatro cirurgias para salvar o membro, que quase foi amputado em Manaus. Hoje, Adriana convive com sequelas: perda de tato ao andar, dificuldade para esticar ou encolher a perna e inchaços frequentes.</p>
<p>Raimundo Viana da Cunha, ex-morador da comunidade Mandioca e hoje colaborador do Instituto Chico Mendes de Conservação da Biodiversidade (ICMBio), carrega a perda do irmão, ocorrida em 1994. &#8220;A gente dependia de regatão [comerciante ambulante que navega pelos rios] para fazer um deslocamento até a sede do município. E o meu irmão esperou uma semana doente sem ter nenhum barco passando&#8221;, recorda. Quando a mãe conseguiu carona, a prioridade do regatão era vender mercadorias, e a viagem até a cidade levou mais uma semana. &#8220;Depois de duas semanas, meu irmão foi atendido e não teve mais condição de fazer nada – e ele veio a óbito&#8221;, diz Raimundo, que até hoje desconhece a causa exata da morte, apenas que o irmão reclamava de dores na barriga.</p>
<p>A situação começou a mudar a partir de 1997, com o fortalecimento de organizações de base e um olhar mais atento do poder público para o Médio Juruá. Mesmo assim, o desafio de levar saúde a um território de 633 km de extensão, onde vivem 31 comunidades e mais de 409 famílias na RDS Uacari, é imenso. Essas famílias dependem do extrativismo sustentável – manejo do pirarucu, látex da seringa, andiroba, açaí e ucuba – e da agricultura familiar, atividades que contribuem para a preservação da floresta. Para elas, deixar o território em busca de atendimento não é uma opção desejável.</p>
<p>O secretário de Saúde de Carauari, Manoel Brito, explica que a prefeitura mantém o serviço de resgate por lanchas, que custa entre R$ 40 mil e R$ 45 mil mensais, além de Unidades Básicas de Saúde (UBS) fluviais que percorrem as comunidades de forma eventual. &#8220;A prefeitura sozinha, com recursos próprios, não consegue instalar unidades básicas de saúde pelas comunidades. A arrecadação do município não comporta isso&#8221;, afirma, destacando a importância de parcerias com o terceiro setor. Carauari tem cerca de 28 mil habitantes e orçamento estimado em R$ 142 milhões para 2026.</p>
<p>O Ministério da Saúde, em nota, reconheceu a relevância da atuação de organizações da sociedade civil e informou que ampliou os investimentos para populações ribeirinhas. Neste ano, estão sendo aplicados R$ 500 milhões para a implantação de Equipes de Saúde da Família Ribeirinha, que podem ser requisitadas por prefeituras de 2.690 municípios – antes, apenas 784 municípios da Amazônia Legal e do Pantanal tinham acesso. Atualmente, existem 332 equipes e 71 UBS Fluviais em operação.</p>
<p>Uma parceria recente entre a prefeitura de Carauari, a Fundação Amazônia Sustentável (FAS), o Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) e a Umane, com gestão do Instituto para o Desenvolvimento do Investimento Social (IDIS) e apoio técnico da Secretaria de Estado do Meio Ambiente do Amazonas, resultou na instalação de dois pontos de saúde nas comunidades de Bauana e Campina. O projeto, chamado SUS na Floresta, prevê atender 56 comunidades ribeirinhas e beneficiar cerca de 4,7 mil pessoas com atenção primária. Cada unidade conta com consultórios para atendimentos presenciais e remotos, sala de triagem, consultório odontológico, internet, equipamentos de telessaúde e áreas para permanência das equipes, integrados ao SUS.</p>
<p>Para Solivan, a iniciativa representa a realização de um sonho antigo. &#8220;Se naquela época tivesse esse sonho que estamos realizando hoje, que é um ponto de saúde [nas comunidades] e que dá a possibilidade de garantir uma vida melhor para os ribeirinhos, não tenho dúvida em Deus que minha mãe ainda estaria viva&#8221;, afirma. As novas unidades representam um passo concreto para reduzir as distâncias que, por décadas, transformaram problemas de saúde em histórias de perda.</p>
<p>A reportagem da Agência Brasil percorreu cerca de 35 horas de lancha expressa de Manaus até Carauari, depois mais quatro horas até a comunidade de Bauana e outras quatro até a região de Campina, para conhecer de perto a realidade das comunidades e ouvir relatos que, esperam os moradores, se tornem cada vez mais raros.</p>
<p>Fonte: <a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/saude/noticia/2026-07/acesso-a-saude-reduz-historias-de-perdas-em-comunidade-do-amazonas" target="_blank" rel="nofollow noopener noreferrer">Agência Brasil</a>.</p>

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		<title>Pedidos de medidas protetivas no RJ crescem 50% em 2026 e já se aproximam do total do ano anterior</title>
		<link>https://weeknews.online/pedidos-de-medidas-protetivas-no-rj-crescem-50-em-2026-e-ja-se-aproximam-do-total-do-ano-anterior/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[ricardo]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 16 Jul 2026 21:26:06 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Pesquisa e Inovação]]></category>
		<category><![CDATA[Direitos Humanos]]></category>
		<category><![CDATA[diz promotora]]></category>
		<category><![CDATA[Fatores sociais e estruturais empurram mulheres para cesarianas]]></category>
		<category><![CDATA[Lei Maria da Penha]]></category>
		<category><![CDATA[Maria da Penha Virtual]]></category>
		<category><![CDATA[Medida Protetiva]]></category>
		<category><![CDATA[Mulheres da Amazônia se unem para enfrentar as mudanças climáticas]]></category>
		<category><![CDATA[Saiba onde encontrar]]></category>
		<category><![CDATA[Spray de pimenta para mulher é medida paliativa]]></category>
		<category><![CDATA[Tribunal de Justiça do Estado do Rio de Janeiro]]></category>
		<category><![CDATA[Violência Contra a Mulher]]></category>
		<category><![CDATA[violência doméstica]]></category>
		<category><![CDATA[WhatsApp: (61) 9610-0180]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Fonte da imagem: Agência Brasil O Tribunal de Justiça do Estado do Rio de Janeiro (TJRJ) registrou 3.210 pedidos de medidas protetivas por meio da plataforma Maria da Penha Virtual entre janeiro e julho de 2026. O número já se aproxima do total de 3.696 solicitações recebidas em todo o ano de 2025, indicando um crescimento acelerado na procura pelo serviço. De acordo com dados do Observatório Judicial da Violência Doméstica e Familiar contra a Mulher, as mulheres de 21 a 40 anos são as que mais recorrem à ferramenta, representando 56,5% dos pedidos. O serviço é exclusivo para mulheres residentes no estado do Rio de Janeiro. A plataforma também permite traçar um perfil dos agressores nos casos registrados neste ano. Em 38,1% das ocorrências,&#8230;</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<figure class="weeknews-ai-media" style="margin:24px 0;max-width:100%;clear:both;"><img loading="lazy" style="max-width:100%;height:auto;display:block;" src="https://weeknews.online/wp-content/uploads/2026/07/maria_da_penha-002-1024x512.jpg" alt="Pedidos de medidas protetivas no RJ crescem 50% em 2026 e já se aproximam do total do ano anterior" decoding="async"><figcaption class="weeknews-ai-credit" style="font-size:13px;line-height:1.45;margin-top:8px;color:#666;text-align:center;">Fonte da imagem: <a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/direitos-humanos/noticia/2026-07/pagina-do-tjrj-ja-teve-32-mil-pedidos-de-medidas-protetivas-em-2026" target="_blank" rel="nofollow noopener noreferrer">Agência Brasil</a></figcaption></figure>
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<p>O Tribunal de Justiça do Estado do Rio de Janeiro (TJRJ) registrou 3.210 pedidos de medidas protetivas por meio da plataforma Maria da Penha Virtual entre janeiro e julho de 2026. O número já se aproxima do total de 3.696 solicitações recebidas em todo o ano de 2025, indicando um crescimento acelerado na procura pelo serviço.</p>
<p>De acordo com dados do Observatório Judicial da Violência Doméstica e Familiar contra a Mulher, as mulheres de 21 a 40 anos são as que mais recorrem à ferramenta, representando 56,5% dos pedidos. O serviço é exclusivo para mulheres residentes no estado do Rio de Janeiro.</p>
<p>A plataforma também permite traçar um perfil dos agressores nos casos registrados neste ano. Em 38,1% das ocorrências, o comportamento predominante foi classificado como violento; em 35,7%, como controlador; e em 26,3%, o agressor apresentou ciúmes excessivos como característica principal.</p>
<p>Entre janeiro e 15 de julho de 2026, a média mensal de solicitações foi de 459 pedidos. Se o ritmo se mantiver até dezembro, a expectativa é de um crescimento de quase 50% em relação ao total de 2025, o que representaria cerca de 5.500 pedidos no ano.</p>
<p>A série histórica do Maria da Penha Virtual mostra um aumento contínuo na utilização: foram 1.579 pedidos em 2022; 3.113 em 2023; 3.497 em 2024; 3.696 em 2025; e 3.210 apenas nos primeiros sete meses de 2026.</p>
<p>Criado em 2020, durante a pandemia, por universitários da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ), o Maria da Penha Virtual é um web app acessado por link, sem necessidade de download, o que visa preservar a segurança da mulher. Na plataforma, a vítima preenche um formulário com dados pessoais, informações sobre o agressor e sobre a agressão sofrida, podendo anexar fotos e áudios como prova. Ao final, o sistema gera automaticamente uma petição em PDF, distribuída ao juizado competente, e a vítima pode consultar o andamento.</p>
<p>O TJRJ orienta que a mulher deve solicitar a medida protetiva em situações como: ter sido agredida com tapas, socos ou pontapés; ter sido ameaçada com faca, arma de fogo ou outros objetos; ter sido obrigada a manter relação sexual contra a vontade; ter tido dinheiro, cartão de banco ou celular confiscados pelo agressor sem consentimento; ou qualquer outra atitude violenta do agressor. O tribunal recomenda que, após acessar sites de apoio ou canais de denúncia, a mulher apague o histórico do navegador.</p>
<p>Além da plataforma, a Central de Atendimento à Mulher – Ligue 180 oferece apoio gratuito 24 horas por dia, todos os dias da semana. O serviço também está disponível pelo WhatsApp (61) 9610-0180 e pelo e-mail central180@mulheres.gov.br. Denúncias podem ser feitas em delegacias especializadas de atendimento à mulher (Deam), delegacias comuns e nas Casas da Mulher Brasileira. Outros canais são o Disque 100, para violações de direitos humanos, e o 190, da Polícia Militar.</p>
<p>Fonte: <a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/direitos-humanos/noticia/2026-07/pagina-do-tjrj-ja-teve-32-mil-pedidos-de-medidas-protetivas-em-2026" target="_blank" rel="nofollow noopener noreferrer">Agência Brasil</a>.</p>

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		<title>Brasil pode ter até 127 dias de calor extremo por ano em 2075, aponta estudo</title>
		<link>https://weeknews.online/brasil-pode-ter-ate-127-dias-de-calor-extremo-por-ano-em-2075-aponta-estudo/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[ricardo]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 14 Jul 2026 17:50:16 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Pesquisa e Inovação]]></category>
		<category><![CDATA[Aquecimento Global]]></category>
		<category><![CDATA[calor]]></category>
		<category><![CDATA[i4sea]]></category>
		<category><![CDATA[Meio Ambiente]]></category>
		<category><![CDATA[Mulheres da Amazônia se unem para enfrentar as mudanças climáticas]]></category>
		<category><![CDATA[São Paulo registra baixas temperaturas na madrugada em várias cidades]]></category>
		<category><![CDATA[Tendência de seca nas regiões centrais pode impactar 2ª safra de milho]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Fonte da imagem: Agência Brasil Projeções climáticas da plataforma de inteligência climática i4sea indicam que o Brasil poderá registrar até 127 dias de calor extremo por ano até 2075, um salto significativo em relação aos atuais 6 dias anuais. O estudo, que utilizou mais de 26 modelos climáticos globais — incluindo o MPI-ESM1-2-HR, do Instituto Max Planck de Meteorologia —, hiperlocalizou os resultados para todo o território brasileiro, com horizonte até 2075. De acordo com o levantamento, a temperatura máxima média do país deve subir 1,7 grau Celsius (°C), com aquecimento que pode chegar a 7°C em algumas regiões. O diretor-presidente da i4sea, Mateus Lima, destacou que o objetivo da plataforma é oferecer aos tomadores de decisão um cenário climático tão claro quanto outros indicadores&#8230;</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<figure class="weeknews-ai-media" style="margin:24px 0;max-width:100%;clear:both;"><img loading="lazy" style="max-width:100%;height:auto;display:block;" src="https://weeknews.online/wp-content/uploads/2026/07/calor_rio_de_janeiro_tmazs_abr_2701220281_0-1024x512.jpg" alt="Brasil pode ter até 127 dias de calor extremo por ano em 2075, aponta estudo" decoding="async"><figcaption class="weeknews-ai-credit" style="font-size:13px;line-height:1.45;margin-top:8px;color:#666;text-align:center;">Fonte da imagem: <a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/meio-ambiente/noticia/2026-07/projecoes-indicam-ate-127-dias-de-calor-extremo-por-ano-ate-2075" target="_blank" rel="nofollow noopener noreferrer">Agência Brasil</a></figcaption></figure>
<p><a style="display:block;" href="https://weeknews.online/" target="_blank" rel="nofollow noopener noreferrer"></p>
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<p>Projeções climáticas da plataforma de inteligência climática i4sea indicam que o Brasil poderá registrar até 127 dias de calor extremo por ano até 2075, um salto significativo em relação aos atuais 6 dias anuais. O estudo, que utilizou mais de 26 modelos climáticos globais — incluindo o MPI-ESM1-2-HR, do Instituto Max Planck de Meteorologia —, hiperlocalizou os resultados para todo o território brasileiro, com horizonte até 2075.</p>
<p>De acordo com o levantamento, a temperatura máxima média do país deve subir 1,7 grau Celsius (°C), com aquecimento que pode chegar a 7°C em algumas regiões. O diretor-presidente da i4sea, Mateus Lima, destacou que o objetivo da plataforma é oferecer aos tomadores de decisão um cenário climático tão claro quanto outros indicadores estratégicos, como receita, câmbio e mão de obra.</p>
<p>&#8220;O que os dados mostram é que o calor deixará de ser um evento sazonal para virar uma variável permanente do plano de negócios. Quem incorpora isso agora ganha tempo para adaptar infraestrutura, processos e proteger as pessoas que fazem a operação acontecer&#8221;, afirmou Lima.</p>
<p>O recorte regional aponta a Região Norte como a mais exposta em 2075, com aumento médio de 2,8°C na temperatura máxima e projeção de 193 dias de calor extremo por ano. Rondônia lidera o ranking estadual, com alta projetada de 3,95°C. Acre e Roraima aparecem logo atrás, com aumentos de 3,36°C e 3,16°C, respectivamente. Em Roraima, a projeção indica até 250 dias de calor extremo por ano — cerca de dois terços do ano sob essa condição.</p>
<p>O Centro-Oeste vem em seguida, com aumento projetado de 2°C e salto de 5 para 107 dias de calor extremo anuais. Já no Sul, onde o aquecimento médio é mais contido (1,1°C), os dias de calor extremo passam de 4 para 38 por ano.</p>
<p>Além do aumento na frequência de dias quentes, o estudo indica uma tendência de até 13 ondas de calor anuais no país. &#8220;Isso muda a forma como setores como energia, infraestrutura, saúde e logística precisam pensar continuidade operacional&#8221;, alerta a i4sea.</p>
<p>A pesquisa foi realizada pela i4sea, plataforma que apoia empresas com ativos e operações impactados pelo clima em decisões estratégicas e operacionais. O estudo completo serve como base para que companhias dos setores mais vulneráveis possam se planejar diante de um cenário de calor extremo cada vez mais frequente.</p>
<p>A reportagem é da Agência Brasil, com edição de Aline Leal.</p>
<p>Fonte: <a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/meio-ambiente/noticia/2026-07/projecoes-indicam-ate-127-dias-de-calor-extremo-por-ano-ate-2075" target="_blank" rel="nofollow noopener noreferrer">Agência Brasil</a>.</p>

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