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	<title>Arquivo de Produto Interno Bruto - WeekNews</title>
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	<title>Arquivo de Produto Interno Bruto - WeekNews</title>
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		<title>Fazenda corta previsão do PIB de 2026 para 2% e vê inflação ainda acima da meta</title>
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		<dc:creator><![CDATA[ricardo]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 22 Sep 2026 19:24:10 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Pesquisa e Inovação]]></category>
		<category><![CDATA[50%]]></category>
		<category><![CDATA[Arrecadação federal ultrapassa R$ 2 trilhões em oito meses]]></category>
		<category><![CDATA[Ata do Copom atribui corte da Selic à desaceleração da economia]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Fonte da imagem: Agência Brasil O Ministério da Fazenda reduziu de 2,3% para 2% a projeção de crescimento do Produto Interno Bruto (PIB) em 2026 e de 2,5% para 2,3% a estimativa para 2027. Os novos números constam do Boletim Macrofiscal da Secretaria de Política Econômica (SPE), divulgado nesta terça-feira (22), em Brasília. Segundo a SPE, a revisão para este ano reflete principalmente os efeitos de juros ainda restritivos sobre a atividade econômica, com impacto mais acentuado em serviços e indústria. A equipe econômica também passou a considerar uma trajetória de flexibilização monetária &#8220;marginalmente mais gradual do que o previsto&#8221; anteriormente. A projeção para o Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA) em 2026 caiu de 5,1% para 4,9%. Apesar da melhora, a estimativa&#8230;</p>
<p class="excerpt-more"><a class="blog-excerpt button" href="https://weeknews.online/fazenda-corta-previsao-do-pib-de-2026-para-2-e-ve-inflacao-ainda-acima-da-meta/">Leia mais...</a></p>
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										<content:encoded><![CDATA[<figure class="weeknews-ai-media" style="margin:24px 0;max-width:100%;clear:both;"><img loading="lazy" style="max-width:100%;height:auto;display:block;" src="https://weeknews.online/wp-content/uploads/2026/08/fachada-ministerio_mcamgo_abr_100420231818-28-1024x512.jpg" alt="Fazenda corta previsão do PIB de 2026 para 2% e vê inflação ainda acima da meta" decoding="async"><figcaption class="weeknews-ai-credit" style="font-size:13px;line-height:1.45;margin-top:8px;color:#666;text-align:center;">Fonte da imagem: <a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/economia/noticia/2026-09/governo-reduz-projecao-do-pib-para-2-em-2026-e-23-em-2027" target="_blank" rel="nofollow noopener noreferrer">Agência Brasil</a></figcaption></figure>
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<p>O Ministério da Fazenda reduziu de 2,3% para 2% a projeção de crescimento do Produto Interno Bruto (PIB) em 2026 e de 2,5% para 2,3% a estimativa para 2027. Os novos números constam do Boletim Macrofiscal da Secretaria de Política Econômica (SPE), divulgado nesta terça-feira (22), em Brasília.</p>
<p>Segundo a SPE, a revisão para este ano reflete principalmente os efeitos de juros ainda restritivos sobre a atividade econômica, com impacto mais acentuado em serviços e indústria. A equipe econômica também passou a considerar uma trajetória de flexibilização monetária &#8220;marginalmente mais gradual do que o previsto&#8221; anteriormente.</p>
<p>A projeção para o Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA) em 2026 caiu de 5,1% para 4,9%. Apesar da melhora, a estimativa segue acima do teto da meta de inflação, de 4,5%. A meta contínua é de 3%, com intervalo de tolerância de 1,5 ponto percentual para cima ou para baixo.</p>
<p>De acordo com a secretaria, a revisão do IPCA incorpora os resultados do índice até julho, que ficaram parcialmente abaixo do previsto, principalmente nos preços de alimentos consumidos nos domicílios e, em menor medida, nos serviços. O relatório também cita a melhora das expectativas de inflação para 2026, a manutenção da Taxa Selic em patamar contracionista ao longo do ano e a desaceleração esperada da atividade econômica no segundo semestre.</p>
<p>Setores</p>
<p>A revisão do crescimento para 2026 concentrou-se nos setores mais sensíveis às condições de crédito e à demanda doméstica. As novas estimativas são: serviços, de 2,4% para 1,8%; indústria, de 2,1% para 1,7%; e agropecuária, de 1,8% para 2,8%. A melhora esperada para a agropecuária compensou apenas parcialmente a piora nas projeções de serviços e indústria.</p>
<p>No caso dos serviços, a Fazenda atribui a revisão ao &#8220;carrego mais fraco deixado pelo primeiro semestre&#8221; e à transmissão, com defasagem, da política monetária sobre a demanda doméstica. O endividamento das famílias também aparece como fator de restrição ao consumo: segundo o boletim, embora permaneça estável em relação à renda, o comprometimento com o pagamento das dívidas atingiu o maior nível da série histórica no segundo trimestre, o que limita a conversão do avanço da massa de rendimentos em consumo.</p>
<p>Para 2027, o cenário combina crescimento menor e inflação mais alta em relação às estimativas anteriores. O PIB passou de 2,5% para 2,3%, e o IPCA, de 3,6% para 3,8%. A elevação da previsão de inflação é atribuída, entre outros fatores, aos possíveis efeitos de um El Niño mais intenso sobre a produção agrícola, que pode afetar inicialmente os preços de grãos e, posteriormente, pressionar outros alimentos, incluindo carnes.</p>
<p>Juros e riscos</p>
<p>A Fazenda revisou ainda a avaliação sobre o ritmo de transmissão da política monetária. A expectativa é que os efeitos de eventuais cortes da Selic apareçam gradualmente no crédito, no consumo e nos investimentos. Segundo o documento, &#8220;a queda da Selic iniciada em 2026 transmite-se gradualmente ao crédito e à demanda doméstica, estimulando a indústria de transformação, a construção e os serviços mais cíclicos&#8221;. A secretaria também prevê efeitos positivos sobre o investimento à medida que o custo de capital diminuir.</p>
<p>Entre os principais pontos de atenção apontados no boletim estão os efeitos do El Niño sobre a produção e os preços de alimentos, o comportamento do preço do petróleo, as condições do crédito para famílias e empresas, o ritmo de recuperação da demanda doméstica e o desempenho das exportações e da indústria extrativa. A SPE destacou ainda que conflitos internacionais podem elevar a volatilidade dos preços de energia e gerar efeitos sobre outras cadeias produtivas.</p>
<p>O Boletim Macrofiscal reúne as principais projeções macroeconômicas usadas pelo governo na elaboração e atualização do Orçamento da União. Os números orientarão a elaboração do Relatório Bimestral de Avaliação de Receitas e Despesas, a ser divulgado na próxima quinta-feira (24) pelos ministérios da Fazenda e do Planejamento.</p>
<p>Análise WeekNews: A combinação de PIB menor e inflação ainda acima do teto da meta em 2026 indica que o espaço para afrouxamento monetário segue limitado, mesmo com a queda da Selic já iniciada. O boletim mostra que a melhora da agropecuária não foi suficiente para compensar o desempenho mais fraco de serviços e indústria, setores mais dependentes de crédito e renda. Para 2027, a projeção de IPCA mais alta associada ao El Niño sugere que a trajetória de convergência à meta pode exigir prazo maior do que o inicialmente previsto.</p>
<p>Fonte: <a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/economia/noticia/2026-09/governo-reduz-projecao-do-pib-para-2-em-2026-e-23-em-2027" target="_blank" rel="nofollow noopener noreferrer">Agência Brasil</a>.</p>

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		<title>Mercado financeiro ajusta projeção da inflação para 5% em 2026</title>
		<link>https://weeknews.online/mercado-financeiro-ajusta-projecao-da-inflacao-para-5-em-2026/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[ricardo]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 08 Sep 2026 13:15:19 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>Fonte da imagem: Agência Brasil A previsão do mercado financeiro para a inflação oficial do país, medida pelo Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA), passou de 5,01% para 5% neste ano. O ajuste consta no Boletim Focus, pesquisa divulgada semanalmente pelo Banco Central (BC) com a expectativa de instituições financeiras para os principais indicadores econômicos. A estimativa segue acima do intervalo da meta de inflação estabelecida pelo Conselho Monetário Nacional (CMN), que é de 3%, com tolerância de 1,5 ponto percentual para cima ou para baixo. Dessa forma, o limite inferior é 1,5% e o superior, 4,5%. A inflação oficial perdeu força pelo quarto mês seguido em julho, fechando em 0,07%, conforme o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). O resultado foi&#8230;</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<figure class="weeknews-ai-media" style="margin:24px 0;max-width:100%;clear:both;"><img loading="lazy" style="max-width:100%;height:auto;display:block;" src="https://weeknews.online/wp-content/uploads/2026/05/banco_central_mcajr_abr_0104222276-1024x512.jpg" alt="Mercado financeiro ajusta projeção da inflação para 5% em 2026" decoding="async"><figcaption class="weeknews-ai-credit" style="font-size:13px;line-height:1.45;margin-top:8px;color:#666;text-align:center;">Fonte da imagem: <a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/economia/noticia/2026-09/mercado-financeiro-reduz-previsao-da-inflacao-para-5-este-ano" target="_blank" rel="nofollow noopener noreferrer">Agência Brasil</a></figcaption></figure>
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<p>A previsão do mercado financeiro para a inflação oficial do país, medida pelo Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA), passou de 5,01% para 5% neste ano. O ajuste consta no Boletim Focus, pesquisa divulgada semanalmente pelo Banco Central (BC) com a expectativa de instituições financeiras para os principais indicadores econômicos.</p>
<p>A estimativa segue acima do intervalo da meta de inflação estabelecida pelo Conselho Monetário Nacional (CMN), que é de 3%, com tolerância de 1,5 ponto percentual para cima ou para baixo. Dessa forma, o limite inferior é 1,5% e o superior, 4,5%.</p>
<p>A inflação oficial perdeu força pelo quarto mês seguido em julho, fechando em 0,07%, conforme o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). O resultado foi influenciado pela queda dos preços dos alimentos. Com isso, o IPCA acumulado em 12 meses ficou em 4,44%, voltando ao intervalo da meta. Os dados de agosto serão divulgados pelo IBGE na próxima sexta-feira (11).</p>
<p>Para 2027, a projeção do mercado para a inflação passou de 4,28% para 4,29%. Para 2028 e 2029, as estimativas são de 3,8% e 3,5%, respectivamente.</p>
<p>A taxa básica de juros, a Selic, está em 14% ao ano, após o Comitê de Política Monetária (Copom) do BC ter reduzido o indicador em 0,25 ponto percentual na reunião de agosto, o quarto corte consecutivo. A Selic havia ficado em 15% ao ano de junho de 2025 a março de 2026, o maior nível em quase duas décadas. O Copom voltou a cortar os juros em março, em meio à queda da inflação, mas o cenário de guerra no Oriente Médio, que elevou os preços de combustíveis e alimentos, tem dificultado a continuidade do afrouxamento monetário.</p>
<p>A próxima reunião do Copom está marcada para os dias 15 e 16 de setembro. Segundo o Boletim Focus, a expectativa dos analistas é que a Selic encerre 2026 em 13,75% ao ano. Para 2027 e 2028, a previsão é de 12% e 10,5% ao ano, respectivamente, chegando a 10% ao ano em 2029.</p>
<p>A estimativa para o crescimento da economia brasileira neste ano subiu de 1,92% para 1,93%. Para 2027, a projeção do Produto Interno Bruto (PIB) permanece em 1,5%. Em 2028 e 2029, o mercado espera expansão de 1,96% e 2%, respectivamente. No segundo trimestre de 2026, a economia cresceu 0,5% em relação ao trimestre anterior, com alta de 1,9% no acumulado de 12 meses, segundo o IBGE. Em 2025, o PIB brasileiro avançou 2,3%, com expansão em todos os setores.</p>
<p>O Boletim Focus também indica que a cotação do dólar deve fechar 2026 em R$ 5,20, subindo para R$ 5,30 no fim de 2027.</p>
<p>Análise WeekNews: A manutenção da projeção de inflação acima da meta, mesmo após quatro meses de desaceleração, sugere que o mercado ainda enxerga riscos relevantes no horizonte, especialmente vindos de pressões externas sobre preços de energia e alimentos. A expectativa de cortes graduais na Selic ao longo dos próximos anos, por sua vez, indica que os analistas consideram o atual patamar de juros suficientemente restritivo para conter a alta de preços, mas a trajetória de queda tende a ser cautelosa até que o cenário internacional se estabilize.</p>
<p>Fonte: <a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/economia/noticia/2026-09/mercado-financeiro-reduz-previsao-da-inflacao-para-5-este-ano" target="_blank" rel="nofollow noopener noreferrer">Agência Brasil</a>.</p>

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		<title>Monitor da FGV aponta recuo mensal do PIB em junho, mas alta de 0,3% no segundo trimestre</title>
		<link>https://weeknews.online/monitor-da-fgv-aponta-recuo-mensal-do-pib-em-junho-mas-alta-de-03-no-segundo-trimestre/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[ricardo]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 17 Aug 2026 20:12:17 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Pesquisa e Inovação]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Fonte da imagem: Agência Brasil A economia brasileira registrou queda de 1,1% na passagem de maio para junho, conforme o Monitor do PIB, prévia elaborada pela Fundação Getulio Vargas (FGV) e divulgada nesta segunda-feira (17). Apesar do recuo no último mês do semestre, o Produto Interno Bruto (PIB) do segundo trimestre apresentou expansão de 0,3%, puxada pelo consumo das famílias. No acumulado de 12 meses, o crescimento chegou a 1,8%. O levantamento mensal é produzido pelo Instituto Brasileiro de Economia (Ibre) da FGV e utiliza dados de indústria, comércio, serviços e agropecuária para estimar o comportamento do PIB, indicador que reúne todos os bens e serviços produzidos no país. O dado oficial é divulgado trimestralmente pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). A economista&#8230;</p>
<p class="excerpt-more"><a class="blog-excerpt button" href="https://weeknews.online/monitor-da-fgv-aponta-recuo-mensal-do-pib-em-junho-mas-alta-de-03-no-segundo-trimestre/">Leia mais...</a></p>
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										<content:encoded><![CDATA[<figure class="weeknews-ai-media" style="margin:24px 0;max-width:100%;clear:both;"><img loading="lazy" style="max-width:100%;height:auto;display:block;" src="https://weeknews.online/wp-content/uploads/2026/08/d6a9008-1024x512.jpg" alt="Monitor da FGV aponta recuo mensal do PIB em junho, mas alta de 0,3% no segundo trimestre" decoding="async"><figcaption class="weeknews-ai-credit" style="font-size:13px;line-height:1.45;margin-top:8px;color:#666;text-align:center;">Fonte da imagem: <a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/economia/noticia/2026-08/fgv-estima-que-pib-desacelerou-e-cresceu-03-no-segundo-trimestre" target="_blank" rel="nofollow noopener noreferrer">Agência Brasil</a></figcaption></figure>
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<p>A economia brasileira registrou queda de 1,1% na passagem de maio para junho, conforme o Monitor do PIB, prévia elaborada pela Fundação Getulio Vargas (FGV) e divulgada nesta segunda-feira (17). Apesar do recuo no último mês do semestre, o Produto Interno Bruto (PIB) do segundo trimestre apresentou expansão de 0,3%, puxada pelo consumo das famílias. No acumulado de 12 meses, o crescimento chegou a 1,8%.</p>
<p>O levantamento mensal é produzido pelo Instituto Brasileiro de Economia (Ibre) da FGV e utiliza dados de indústria, comércio, serviços e agropecuária para estimar o comportamento do PIB, indicador que reúne todos os bens e serviços produzidos no país. O dado oficial é divulgado trimestralmente pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).</p>
<p>A economista Juliana Trece, coordenadora da pesquisa, aponta que o estudo indica desaceleração da atividade econômica. No primeiro trimestre de 2026, o crescimento havia sido de 1% em relação ao trimestre anterior. Segundo ela, a perda de ritmo foi observada nas três grandes atividades pesquisadas: agropecuária, indústria e serviços. Apenas o consumo não desacelerou no período, mantendo o mesmo ritmo de crescimento do início do ano.</p>
<p>“Essa manutenção do crescimento do consumo deveu-se, principalmente, ao bom desempenho do consumo de serviços e de produtos duráveis”, afirma Trece. Apesar da desaceleração no comparativo trimestral, a economista destaca que o resultado de abril a junho foi o 20º positivo consecutivo. “Isso demonstra que, embora a taxa possa ser baixa, a economia segue com resultados positivos em meio ao contexto externo e interno, que tem se mostrado desafiador”, acrescenta.</p>
<p>Entre os fatores que agravam o cenário macroeconômico, a pesquisadora cita a elevação do preço do barril de petróleo, motivada pela guerra no Oriente Médio, os juros elevados no Brasil e o alto endividamento da população. No início de agosto, o Comitê de Política Monetária (Copom) do Banco Central (BC) reduziu a taxa básica de juros, a Selic, em 0,25 ponto percentual, para 14% ao ano. O patamar elevado é usado pelo BC como ferramenta para conter a inflação, pois encarece o crédito e desestimula o consumo e os investimentos produtivos.</p>
<p>O Monitor do PIB mostra que, no segundo trimestre, o consumo das famílias cresceu 2,6% em relação aos três primeiros meses do ano. As exportações subiram 4,5%, enquanto as importações avançaram 5,7%. Os dados são dessazonalizados, ou seja, foram excluídas variações sazonais para permitir a comparação entre períodos consecutivos.</p>
<p>O estudo estima que a taxa de investimento da economia em maio ficou em 18,5%, ante 18,6% no primeiro trimestre. Em valores correntes, o PIB acumulado no primeiro semestre é estimado em R$ 6,557 trilhões.</p>
<p>O Monitor do PIB é uma das principais prévias da atividade econômica. Outro indicador, o Índice de Atividade Econômica do Banco Central (IBC-Br), também divulgado nesta segunda-feira, apontou recuo de 0,6% em junho na comparação com maio. O BC projeta expansão de 0,2% na passagem do primeiro para o segundo trimestre e alta de 1,5% em 12 meses.</p>
<p>O resultado oficial do PIB do segundo trimestre será apresentado pelo IBGE em 1º de setembro. A última divulgação oficial, no fim de maio, indicou crescimento de 1,1% no primeiro trimestre de 2026.</p>
<p>Para o fechamento do ano, o relatório Focus, sondagem do BC com instituições do mercado financeiro, estima alta de 1,98% para o PIB em 2026. A previsão do Ministério da Fazenda é de variação de 2,3%.</p>
<p>Fonte: <a href="https://portalibre.fgv.br/system/files/divulgacao/noticias/mat-complementar/2026-08/Monitor" target="_blank" rel="nofollow noopener noreferrer">portalibre.fgv.br</a>.</p>

<p>Leia mais aqui em inglês: <a href="https://portalibre.fgv.br/system/files/divulgacao/noticias/mat-complementar/2026-08/Monitor" target="_blank" rel="nofollow noopener noreferrer">https://portalibre.fgv.br/system/files/divulgacao/noticias/mat-complementar/2026-08/Monitor</a>.</p>
<p>O post <a href="https://weeknews.online/monitor-da-fgv-aponta-recuo-mensal-do-pib-em-junho-mas-alta-de-03-no-segundo-trimestre/">Monitor da FGV aponta recuo mensal do PIB em junho, mas alta de 0,3% no segundo trimestre</a> apareceu primeiro em <a href="https://weeknews.online">WeekNews</a>.</p>
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		<title>Economia brasileira cresceu 0,1% em abril, estima prévia da FGV</title>
		<link>https://weeknews.online/economia-brasileira-cresceu-01-em-abril-estima-previa-da-fgv/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[ricardo]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 18 Jun 2026 15:39:54 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Noticías]]></category>
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		<category><![CDATA[FMI destaca resiliência da economia brasileira e projeta PIB de 2]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Feed Últimas. Mesmo em um cenário de juros elevados e choque de preço do barril do petróleo, a economia brasileira cresceu 0,1% na passagem de março para abril. Já na comparação com abril de 2025, houve avanço de 1,8%. As estimativas fazem parte do Monitor do PIB, estudo mensal elaborado pelo Instituto Brasileiro de Economia (Ibre) da FGV (Fundação Getulio Vargas), divulgado nesta quinta-feira (18). No trimestre móvel terminado em abril (fevereiro/março/abril), houve crescimento de 1,8% em relação ao mesmo período do ano passado. No acumulado de 12 meses, a expansão foi de 2%. A pesquisa reúne dados da indústria, comércio, serviços e agropecuária e apresenta estimativas sobre o comportamento do Produto Interno Bruto (PIB), indicador do conjunto de todos os bens e serviços produzidos no&#8230;</p>
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<p>Feed Últimas.</p>

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<p>Mesmo em um cenário de juros elevados e choque de preço do barril do petróleo, a economia brasileira cresceu 0,1% na passagem de março para abril. Já na comparação com abril de 2025, houve avanço de 1,8%.</p>
<p>As estimativas fazem parte do <a rel="nofollow" target="_blank" href="https://portalibre.fgv.br/system/files/divulgacao/noticias/mat-complementar/2026-06/Monitor%20do%20PIB-FGV%20-%20Junho%20de%202026%20-%20Ref.%20de%20Abril.pdf" target="_blank">Monitor do PIB</a>, estudo mensal elaborado pelo Instituto Brasileiro de Economia (Ibre) da FGV (Fundação Getulio Vargas), divulgado nesta quinta-feira (18).</p>
<p>No trimestre móvel terminado em abril (fevereiro/março/abril), houve crescimento de 1,8% em relação ao mesmo período do ano passado. No acumulado de 12 meses, a expansão foi de 2%.</p>
<p>A pesquisa reúne dados da indústria, comércio, serviços e agropecuária e apresenta estimativas sobre o comportamento do Produto Interno Bruto (PIB), indicador do conjunto de todos os bens e serviços produzidos no país.</p>
<p><strong>A economista Juliana Trece, coordenadora da pesquisa, aponta que a alta de 0,1% mostra uma economia estável, embora tenha enfrentado obstáculos internos e externos</strong>.</p>
<blockquote>
<p>“A maior parte dos componentes da economia teve desempenho positivo, indicando certa resiliência em meio ao cenário de juros elevados e aumento do preço do barril do petróleo, como uma das consequências da guerra no Oriente Médio”, disse.</p>
</blockquote>
<h2>Juros e guerra</h2>
<p>Em praticamente todo o mês de abril, a Taxa Selic, taxa básica de juros da economia, esteve em 14,75%. O patamar elevado é uma estratégia do Banco Central (BC) para conter inflação. Quanto maior o juro, menor o incentivo ao consumo, forçando queda ou elevação mais suave dos preços.</p>
<p>No fim do mês, o BC cortou 0,25 ponto percentual (p.p.) da taxa. <a rel="nofollow" target="_blank" href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/economia/noticia/2026-06/copom-reduz-taxa-selic-para-1425-ao-ano" target="_blank">Movimento repetido na quarta-feira (17), deixando a Selic em 14,25%</a>.</p>
<p>A cautela do BC na velocidade dos cortes de juros tem a ver com o cenário externo citado pela economista do Ibre. A guerra no Irã elevou o preço do barril do petróleo em todo o mundo, <a rel="nofollow" target="_blank" href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/economia/noticia/2026-04/gasolina-e-alimentos-pressionam-e-previa-da-inflacao-sobe-para-089" target="_blank">o que se refletiu no encarecimento de combustíveis como o óleo diesel e a gasolina</a>.</p>
<p><a rel="nofollow" target="_blank" href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/economia/noticia/2026-04/pacote-para-conter-alta-dos-combustiveis-inclui-subsidios-e-isencoes" target="_blank">O governo brasileiro tomou medidas para tentar conter o aumento de preços</a>, como corte de tributos e subsídio a produtores e importadores de combustível.</p>
<h2>Setores do PIB</h2>
<p>O Monitor do PIB estimou que, no trimestre móvel terminado em abril, <strong>o consumo das famílias cresceu 2,6% na comparação com o mesmo período do ano passado, atingindo o maior patamar de alta desde o trimestre terminado em fevereiro de 2025</strong>.</p>
<p>As exportações tiveram crescimento de 9,3%, com cerca de 60% desse desempenho devido “ao bom desempenho das exportações de produtos da indústria extrativa, que cresceram 27,8% no trimestre móvel findo em abril”.</p>
<p>A chamada Formação Bruta de Capital Fixo (FBCF), indicador que mede o investimento na economia, como compras de máquinas e equipamentos, teve expansão de 0,7% no trimestre móvel. Foi a primeira expansão depois de recuo nos quatro trimestres móveis imediatamente seguidos.</p>
<p>O estudo estima que a taxa de investimento da economia em abril foi de 18%.</p>
<p>De acordo com a FGV, em termos monetários, o PIB acumulado no ano até abril, em valores correntes, é estimado em R$ 4,376 trilhões.</p>
<h2>Resultado oficial</h2>
<p>O Monitor do PIB é um dos estudos que servem como termômetro da economia brasileira. Outro levantamento é o <a rel="nofollow" target="_blank" href="https://www.bcb.gov.br/content/indeco/indicadoresselecionados/ies-01.xlsx" target="_blank">Índice de Atividade Econômica do Banco Central (IBC-Br)</a>, divulgado na última quarta-feira (17), que indicou expansão de 0,5% na passagem de março para abril e de 1,6% em 12 meses.  </p>
<p>O resultado oficial do PIB é apresentado trimestralmente pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). <a rel="nofollow" target="_blank" href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/economia/noticia/2026-05/economia-brasileira-cresce-11-no-1o-trimestre" target="_blank">No primeiro trimestre, a economia cresceu 1,1%</a>.</p>
<p>A próxima divulgação será em 1º de setembro, com dados do segundo trimestre de 2026.</p>
<p>      <!-- Relacionada --></p>
<p>            <!-- Relacionada -->
    </div>
<p></p>
<p>Fonte: <a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/economia/noticia/2026-06/economia-brasileira-cresceu-01-em-abril-estima-previa-da-fgv" target="_blank" rel="nofollow noopener">Agência Brasil EBC</a></p>
<p></p>
<p>Thu, 18 Jun 2026 12:32:00 -0300</p>
<p></p>

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		<title>Agro cresce 11,7%, impulsiona PIB e ganha participação na economia</title>
		<link>https://weeknews.online/agro-cresce-117-impulsiona-pib-e-ganha-participacao-na-economia/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[ricardo]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 03 Mar 2026 18:57:39 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Noticías]]></category>
		<category><![CDATA[3 mil postos de trabalho em janeiro]]></category>
		<category><![CDATA[3% em 2025]]></category>
		<category><![CDATA[3% que a economia brasileira teve no ano passado]]></category>
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		<category><![CDATA[Conflito Oriente Médio não impactará redução dos juros]]></category>
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		<category><![CDATA[Em um boletim publicado logo após a divulgação do IBGE]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Feed Últimas. A agropecuária foi o grande destaque da economia brasileira em 2025. O setor cresceu 11,7% na comparação com 2024, o que impulsionou o Produto Interno Bruto (PIB), conjunto de bens e serviços produzidos no país no ano passado. O desempenho fez com que a agropecuária representasse praticamente um terço (32,8%) da expansão de 2,3% que a economia brasileira teve no ano passado. Notícias relacionadas: Economia brasileira cresce 2,3% em 2025, revela IBGE. Conflito Oriente Médio não impactará redução dos juros, diz Haddad. Brasil tem saldo positivo de 112,3 mil postos de trabalho em janeiro. Os dados foram divulgados nesta terça-feira (3) pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). Depois da agropecuária, a atividade econômica que mais contribuiu para o avanço do PIB anual&#8230;</p>
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				</p>
<p>A agropecuária foi o grande destaque da economia brasileira em 2025. O setor cresceu 11,7% na comparação com 2024, o que impulsionou o Produto Interno Bruto (PIB), conjunto de bens e serviços produzidos no país no ano passado.<img decoding="async" src="https://weeknews.online/wp-content/uploads/2026/03/1772564259_166_ebc.png" style="width:1px;height:1px;display:inline" /><img decoding="async" src="https://weeknews.online/wp-content/uploads/2026/03/1772564259_566_ebc.gif" style="width:1px;height:1px;display:inline" /></p>
<p><strong>O desempenho fez com que a agropecuária representasse praticamente um terço (32,8%) da expansão de 2,3% que a economia brasileira teve no ano passado.</strong></p>
<p><h3>Notícias relacionadas:</h3>
<ul>
<li>Economia brasileira cresce 2,3% em 2025, revela IBGE.</li>
<li>Conflito Oriente Médio não impactará redução dos juros, diz Haddad.</li>
<li>Brasil tem saldo positivo de 112,3 mil postos de trabalho em janeiro.</li>
</ul>
<p>Os dados foram divulgados nesta terça-feira (3) pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).</p>
<p>Depois da agropecuária, a atividade econômica que mais contribuiu para o avanço do PIB anual foi a indústria extrativa, com salto de 15,3%. Ou seja, a participação da agropecuária foi mais que o dobro da segunda atividade de maior peso no crescimento.</p>
<h2>Ganho de participação</h2>
<p>A coordenadora de Contas Nacionais do IBGE, Rebeca Palis, destaca que <strong>a agropecuária conseguiu ser o principal motor do PIB mesmo tendo participação de apenas 7% na economia brasileira.</strong></p>
<p>“Apesar de ser uma atividade que não pesa tanto no PIB, a agropecuária cresceu tanto que foi a que contribuiu mais para o crescimento. Realmente chamou bastante atenção”, avalia Palis.</p>
<p>Tal expansão, inclusive, fez o setor ganhar maior participação. Em 2024, o agro tinha peso de 6,7%, índice que fechou 2025 em 7,1%.</p>
<p>Apesar do aumento de seu peso na economia brasileira, essa fatia já foi maior em anos recentes. Em 2021, a participação da agropecuária ficou em 7,7%. Em 2010 era apenas 4,8%.</p>
<p><strong>A atividade econômica com maior peso no PIB brasileiro em 2025 continuou a ser a de serviços, com 69,5%.</strong> Em 2024, o setor representava 68,9%.</p>
<p>Na sequência, figura a indústria extrativa, que recuou de 24,4% para 23,4% na passagem de 2024 para 2025. Palis explica que a queda de participação é explicada pelo recuo do preço internacional do petróleo no ano passado.</p>
<h2>Força da lavoura</h2>
<p>A analista Rebeca Palis explica que o desempenho da agropecuária é resultado, principalmente, da agricultura.</p>
<p>“A gente teve um ano recorde de safra de soja e milho, e essas safras têm um peso muito grande no primeiro trimestre”, cita.</p>
<p>“Depois caiu um pouquinho, mas se vocês forem ver a média do ano, em relação à média do ano anterior, tem um crescimento bastante significativo”, completa.</p>
<p><strong>Segundo Palis, a soja e o milho representam cerca de 45% da lavoura nacional.</strong></p>
<p>“A gente teve uma safra muito alta também de laranja, e todas essas atividades também com o crescimento da produtividade”, acrescenta a pesquisadora do IBGE.</p>
<p><strong>Crescimento de produção agrícola em 2025:</strong></p>
<ul>
<li>Soja: 14,6%</li>
<li>Milho: 23,6%</li>
<li>Laranja: 28,4%</li>
</ul>
<p>Apesar do destaque da agricultura, Palis ressalta que parte da pecuária também teve crescimento importante, principalmente bovinos e leite.</p>
<h2>Projeção para 2026</h2>
<p><a rel="nofollow" target="_blank" href="https://www.gov.br/fazenda/pt-br/central-de-conteudo/publicacoes/conjuntura-economica/estudos-economicos/2026/nota_informativa_pib-4t2025.pdf" target="_blank">Em um boletim publicado logo após a divulgação do IBGE</a>, a Secretaria de Política Econômica do Ministério da Fazenda estima que 2026 deve ter crescimento de 2,3%, ritmo similar ao observado em 2025.</p>
<p>“A expectativa é de desaceleração acentuada da agropecuária, compensada por maior ritmo de crescimento da indústria e dos serviços”, aponta o texto.</p>
<p>“A menor produção esperada de milho e arroz, bem como o menor abate de bovinos, devido à reversão do ciclo, devem limitar a expansão do setor agropecuário em 2026, apesar da perspectiva de nova colheita recorde de soja”, assinalam os técnicos do Ministério da Fazenda.</p>
<p> Bruno de Freitas Moura &#8211; Repórter da Agência Brasil , Feed Últimas. </p>
<p>Fonte: <a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/economia/noticia/2026-03/agro-cresce-117-impulsiona-pib-e-ganha-participacao-na-economia">Agencia brasil EBC.</a>.</p>
<p>Tue, 03 Mar 2026 12:51:00 -0300 </p>

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]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Economia brasileira cresceu 2,2% em 2025, aponta prévia da FGV</title>
		<link>https://weeknews.online/economia-brasileira-cresceu-22-em-2025-aponta-previa-da-fgv/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[ricardo]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 20 Feb 2026 20:43:37 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Noticías]]></category>
		<category><![CDATA[13 meses fora do intervalo de tolerância]]></category>
		<category><![CDATA[2025 terminou com o menor percentual já registrado na taxa de desemprego]]></category>
		<category><![CDATA[22% das exportações para os Estados Unidos estavam sujeitas às sobretaxas]]></category>
		<category><![CDATA[3% estimativa do PIB em 2026]]></category>
		<category><![CDATA[5% em 2025]]></category>
		<category><![CDATA[95% este ano]]></category>
		<category><![CDATA[assim permanecendo até os dias atuais]]></category>
		<category><![CDATA[CNI aponta juros como responsáveis por desaceleração da indústria]]></category>
		<category><![CDATA[divulgado na última quarta-feira (19)]]></category>
		<category><![CDATA[Economia]]></category>
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		<category><![CDATA[Mercado reduz previsão da inflação para 3]]></category>
		<category><![CDATA[Ministério da Fazenda reduz para 2]]></category>
		<category><![CDATA[Monitor do PIB]]></category>
		<category><![CDATA[nesta sexta-feira]]></category>
		<category><![CDATA[Outro levantamento é o Índice de Atividade Econômica do Banco Central (IBC-Br)]]></category>
		<category><![CDATA[PIB]]></category>
		<category><![CDATA[Produto Interno Bruto]]></category>
		<category><![CDATA[que indicou expansão de 2]]></category>
		<category><![CDATA[uma decisão da Suprema Corte dos EUA derrubou a política tarifária de Trump.]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://weeknews.online/economia-brasileira-cresceu-22-em-2025-aponta-previa-da-fgv/</guid>

					<description><![CDATA[<p>Feed Últimas. A economia brasileira cresceu 2,2% em 2025, na comparação com 2024, estimou a pesquisa Monitor do PIB, divulgada nesta sexta-feira (20) pelo Instituto Brasileiro de Economia (Ibre) da Fundação Getulio Vargas (FGV).  A pesquisa reúne dados da indústria, comércio, serviços e agropecuária e é considerada uma prévia do produto interno bruto (PIB), indicador do conjunto de todos os bens e serviços produzidos no país. Notícias relacionadas: Ministério da Fazenda reduz para 2,3% estimativa do PIB em 2026. Mercado reduz previsão da inflação para 3,95% este ano. CNI aponta juros como responsáveis por desaceleração da indústria. O resultado de 2025 representa o quinto ano seguido de alta, mesmo com perda de ritmo nos últimos meses. Em 2024, o avanço tinha sido de 3,4%. Em dezembro, o PIB teve variação nula&#8230;</p>
<p class="excerpt-more"><a class="blog-excerpt button" href="https://weeknews.online/economia-brasileira-cresceu-22-em-2025-aponta-previa-da-fgv/">Leia mais...</a></p>
<p>O post <a href="https://weeknews.online/economia-brasileira-cresceu-22-em-2025-aponta-previa-da-fgv/">Economia brasileira cresceu 2,2% em 2025, aponta prévia da FGV</a> apareceu primeiro em <a href="https://weeknews.online">WeekNews</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div class="welcome-container">
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				</p>
<p>A economia brasileira cresceu 2,2% em 2025, na comparação com 2024, estimou a pesquisa Monitor do PIB, divulgada nesta sexta-feira (20) pelo Instituto Brasileiro de Economia (Ibre) da Fundação Getulio Vargas (FGV). <img decoding="async" src="https://weeknews.online/wp-content/uploads/2026/02/1771620217_84_ebc.png" style="width:1px;height:1px;display:inline" /><img decoding="async" src="https://weeknews.online/wp-content/uploads/2026/02/1771620217_948_ebc.gif" style="width:1px;height:1px;display:inline" /></p>
<p>A pesquisa reúne dados da indústria, comércio, serviços e agropecuária e é considerada uma prévia do produto interno bruto (PIB), indicador do conjunto de todos os bens e serviços produzidos no país.</p>
<p><h3>Notícias relacionadas:</h3>
<ul>
<li>Ministério da Fazenda reduz para 2,3% estimativa do PIB em 2026.</li>
<li>Mercado reduz previsão da inflação para 3,95% este ano.</li>
<li>CNI aponta juros como responsáveis por desaceleração da indústria.</li>
</ul>
<p><strong>O resultado de 2025 representa o quinto ano seguido de alta, mesmo com perda de ritmo nos últimos meses.</strong> Em 2024, o avanço tinha sido de 3,4%.</p>
<p>Em dezembro, o PIB teve variação nula (0%) na comparação com novembro, e, no quarto trimestre, também ficou estável em relação ao terceiro.</p>
<h2>Setores</h2>
<p>Ao detalhar o comportamento setorial da economia, o Monitor do PIB estima que o consumo das famílias cresceu 1,5% em 2025.</p>
<p>A chamada Formação Bruta de Capital Fixo (FBCF), indicador que reflete o nível de investimento da economia, como compras de máquinas e equipamentos, teve expansão de 3,6% no ano.</p>
<p>No comércio exterior, as exportações avançaram 6,2% em 2025, enquanto as importações, 5,1%.</p>
<p><strong>O estudo estima que a taxa de investimento da economia foi de 17,1%, a maior dos últimos três anos.</strong></p>
<h2>Recordes</h2>
<p>De acordo com a FGV, em termos monetários, o PIB brasileiro em valores correntes atingiu R$ 12,63 trilhões, o maior valor da série histórica.</p>
<p>Já o PIB per capita ─ valor do PIB dividido pelo tamanho da população do país ─ alcançou R$ 59.182, também um patamar recorde.</p>
<h2>Análise</h2>
<p>De acordo com a coordenadora do Núcleo de Contas Nacionais do Ibre, a economista Juliana Trece, <strong>os juros altos foram um dos motivos que levaram à perda de força no crescimento da economia em 2025.</strong></p>
<p>“Nota-se evidente perda de fôlego do PIB ao longo de 2025, com a taxa, na série ajustada sazonalmente [ajuste que permite a comparação entre meses e trimestres imediatamente seguidos], tendo iniciado o ano com forte crescimento e terminado estável no quarto trimestre de 2025”.</p>
<h2>Efeito dos juros</h2>
<p>Juliana Trece assinala que 2025 foi “um ano de forte aperto monetário e imposição de tarifas ao Brasil”.</p>
<p>O aperto monetário se refere à alta taxa de juros. Em setembro de 2024, preocupado com a trajetória da inflação, o Comitê de Política Monetária (Copom) do Banco Central (BC) iniciou uma escalada da taxa básica de juros da economia, a Selic, então em 10,5% ao ano, elevando-a até 15% em junho de 2025, assim permanecendo até os dias atuais.</p>
<p>A meta de inflação do governo é de 3% no acumulado de 12 meses, com tolerância de 1,5 ponto percentual (p.p.) para mais ou para menos.</p>
<p>O Índice de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA), considerado o número oficial da inflação, chegou a ficar 13 meses fora do intervalo de tolerância, o que inclui praticamente todo o ano de 2025.</p>
<p>A Selic influencia todas as demais taxas de juros do país e, quando elevada, age de forma restritiva na economia, ou seja, encarece operações de crédito e desestimula investimentos e consumo.</p>
<p>O impacto esperado é a menor procura por produtos e serviços, esfriando a inflação. O efeito colateral é que a economia em marcha lenta tende a diminuir a geração de empregos.</p>
<p>Apesar da pressão restritiva, 2025 terminou com o menor percentual já registrado na taxa de desemprego, conforme divulgou o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).</p>
<h2>Tarifaço</h2>
<p>O outro efeito citado pela economista é o tarifaço imposto pelo presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, iniciado em agosto de 2025. A aplicação de taxas adicionais sobre o Brasil levou à redução das vendas externas aos americanos.</p>
<p>O governo dos Estados Unidos afirma que a medida pretende proteger a economia americana, já que, com a taxação, o país tende a fabricar produtos localmente em vez de adquiri-los no exterior. Nesta sexta-feira, uma decisão da Suprema Corte dos EUA derrubou a política tarifária de Trump.</p>
<p>Em novembro, o vice-presidente e ministro do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços, Geraldo Alckmin, calculou que 22% das exportações para os Estados Unidos estavam sujeitas às sobretaxas.</p>
<h2>Resultado oficial</h2>
<p>O Monitor do PIB é um dos estudos que servem como termômetros da economia brasileira. Outro levantamento é o Índice de Atividade Econômica do Banco Central (IBC-Br), divulgado na última quarta-feira (19), que indicou expansão de 2,5% em 2025. </p>
<p>O resultado oficial do PIB é aferido e apresentado pelo IBGE. O comportamento de 2025 será divulgado no próximo dia 3 de março.</p>
<p> Bruno de Freitas Moura &#8211; Repórter da Agência Brasil , Feed Últimas. </p>
<p>Fonte: <a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/economia/noticia/2026-02/economia-brasileira-cresceu-22-em-2025-aponta-previa-da-fgv">Agencia brasil EBC.</a>.</p>
<p>Fri, 20 Feb 2026 17:15:00 -0300 </p>

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		<title>Mercado financeiro eleva projeção do PIB para 2,25% em 2025</title>
		<link>https://weeknews.online/mercado-financeiro-eleva-projecao-do-pib-para-225-em-2025/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[ricardo]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 08 Dec 2025 13:51:38 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Noticías]]></category>
		<category><![CDATA[4]]></category>
		<category><![CDATA[banco central]]></category>
		<category><![CDATA[bc]]></category>
		<category><![CDATA[boletim Focus]]></category>
		<category><![CDATA[Dólar]]></category>
		<category><![CDATA[Economia]]></category>
		<category><![CDATA[economia brasileira cresceu 0]]></category>
		<category><![CDATA[Ferramenta do BC permite bloquear abertura de contas falsas em bancos]]></category>
		<category><![CDATA[Haddad diz que governo deverá registrar menor inflação da história]]></category>
		<category><![CDATA[Inflação]]></category>
		<category><![CDATA[Juros]]></category>
		<category><![CDATA[Lula: queda da pobreza está ligada à menor inflação e maiores salários]]></category>
		<category><![CDATA[manutenção da Selic]]></category>
		<category><![CDATA[menor para o mês em quase 30 anos]]></category>
		<category><![CDATA[PIB]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>. A previsão do mercado financeiro para o crescimento da economia brasileira este ano subiu de 2,16% para 2,25%. A estimativa foi publicada no boletim Focus desta segunda-feira (8), pesquisa divulgada semanalmente pelo Banco Central (BC) com a expectativa de instituições financeiras para os principais indicadores econômicos. Para 2026, a projeção para o Produto Interno Bruto (PIB, a soma dos bens e serviços produzidos no país) passou de 1,78% para 1,8%. Para 2027 e 2028, o mercado financeiro estima expansão do PIB em 1,84% e 2%, respectivamente. Notícias relacionadas: Lula: queda da pobreza está ligada à menor inflação e maiores salários. Haddad diz que governo deverá registrar menor inflação da história. Ferramenta do BC permite bloquear abertura de contas falsas em bancos. Puxada pelas expansões&#8230;</p>
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				</p>
<p>A previsão do mercado financeiro para o crescimento da economia brasileira este ano subiu de 2,16% para 2,25%. A estimativa foi publicada no <em>boletim Focus</em> desta segunda-feira (8), pesquisa divulgada semanalmente pelo Banco Central (BC) com a expectativa de instituições financeiras para os principais indicadores econômicos.<img decoding="async" src="https://weeknews.online/wp-content/uploads/2025/12/1765201898_844_ebc.png" style="width:1px;height:1px;display:inline" /><img decoding="async" src="https://weeknews.online/wp-content/uploads/2025/12/1765201898_773_ebc.gif" style="width:1px;height:1px;display:inline" /></p>
<p><strong>Para 2026, a projeção para o Produto Interno Bruto (PIB, a soma dos bens e serviços produzidos no país) passou de 1,78% para 1,8%. Para 2027 e 2028, o mercado financeiro estima expansão do PIB em 1,84% e 2%, respectivamente.</strong></p>
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</ul>
<p>Puxada pelas expansões dos serviços e da indústria, no segundo trimestre deste ano a economia brasileira cresceu 0,4%, segundo o Instituto Brasileiro de Geografia Estatística (IBGE). Em 2024, o PIB fechou com alta de 3,4%. O resultado representa o quarto ano seguido de crescimento, sendo a maior expansão desde 2021, quando o PIB alcançou 4,8%.</p>
<p><strong>A previsão de cotação do dólar está em R$ 5,40 para o fim deste ano. No fim de 2026, estima-se que a moeda norte-americana fique em R$ 5,50.</strong></p>
<h2>Inflação</h2>
<p><strong>Nesta edição do <em>boletim Focus</em>, a estimativa das instituições financeiras para o Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA) &#8211; considerado a inflação oficial do país &#8211; passou de 4,43% para 4,4% este ano.</strong></p>
<p>Para 2026, a projeção da inflação variou de 4,17% para 4,16%. Para 2027 e 2028, as previsões são de 3,8% e 3,5%, respectivamente.</p>
<p><strong>Pela quarta semana seguida, a previsão foi reduzida, após a divulgação do resultado da inflação de outubro, a menor para o mês em quase 30 anos.</strong> Com isso, a estimativa alcançou o intervalo da meta de inflação que deve ser perseguida pelo BC.</p>
<p>Definida pelo Conselho Monetário Nacional (CMN), a meta é de 3%, com intervalo de tolerância de 1,5 ponto percentual para cima ou para baixo. Ou seja, o limite inferior é 1,5% e o superior 4,5%.</p>
<p><strong>A redução na conta de luz puxou a inflação oficial para baixo e fez o IPCA fechar outubro em 0,09%, o menor para o mês desde 1998, segundo o IBGE</strong>. Em setembro, o índice havia marcado 0,48%. Em outubro de 2024, a variação foi de 0,56%.</p>
<p>Com esse resultado, a inflação acumulada em 12 meses é 4,68%, a primeira vez, em oito meses, que o patamar fica abaixo da casa de 5%. No entanto, ainda acima do teto da meta do CMN.</p>
<p>Na próxima quarta-feira (10), o IBGE divulga o IPCA de novembro.</p>
<h2>Juros básicos</h2>
<p>Para alcançar a meta de inflação, o Banco Central usa como principal instrumento a taxa básica de juros &#8211; a Selic &#8211; definida em 15% ao ano pelo Comitê de Política Monetária (Copom) do BC. O recuo da inflação e a desaceleração da economia levaram à manutenção da Selic pela terceira vez seguida, na última reunião, no início do mês passado.</p>
<p>No entanto, o colegiado não descarta a possibilidade de voltar a elevar os juros “caso julgue apropriado”.</p>
<p>Em nota, o BC informou que o ambiente externo se mantém incerto por causa da conjuntura e da política econômica nos Estados Unidos, com reflexos nas condições financeiras globais. No Brasil, a autarquia destacou que a inflação continua acima da meta, apesar da desaceleração da atividade econômica, o que indica que os juros continuarão altos por bastante tempo.</p>
<p><strong>O Copom faz a última reunião do ano nesta terça (9) e quarta-feira (10), e a estimativa dos analistas de mercado é que a taxa básica encerre 2025 em 15% ao ano.</strong></p>
<p>Para o fim de 2026, a expectativa é que a Selic caia para 12,25% ao ano. Para 2027 e 2028, a previsão é que ela seja reduzida novamente para 10,5% ao ano e 9,5% ao ano, respectivamente.</p>
<p>Quando o Copom aumenta a Selic, a finalidade é conter a demanda aquecida; isso causa reflexos nos preços porque os juros mais altos encarecem o crédito e estimulam a poupança. Assim, taxas mais altas também podem dificultar a expansão da economia. Os bancos ainda consideram outros fatores na hora de definir os juros cobrados dos consumidores, como risco de inadimplência, lucro e despesas administrativas.</p>
<p>Quando a taxa Selic é reduzida, a tendência é que o crédito fique mais barato, com incentivo à produção e ao consumo, reduzindo o controle sobre a inflação e estimulando a atividade econômica.</p>
<p> Andreia Verdélio &#8211; Repórter da Agência Brasil , . </p>
<p>Fonte: <a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/economia/noticia/2025-12/mercado-financeiro-eleva-projecao-do-pib-para-225-em-2025">Agencia brasil EBC.</a>.</p>
<p>Mon, 08 Dec 2025 10:41:00 -0300 </p>

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		<title>Economia brasileira cresce 0,1% no terceiro trimestre</title>
		<link>https://weeknews.online/economia-brasileira-cresce-01-no-terceiro-trimestre/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[ricardo]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 04 Dec 2025 12:31:39 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Noticías]]></category>
		<category><![CDATA[2% projeção de crescimento do PIB em 2025]]></category>
		<category><![CDATA[5% do PIB para educação]]></category>
		<category><![CDATA[Economia]]></category>
		<category><![CDATA[Estimativas do mercado para inflação e PIB permanecem estáveis]]></category>
		<category><![CDATA[Fazenda reduz para 2]]></category>
		<category><![CDATA[IBGE]]></category>
		<category><![CDATA[Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística]]></category>
		<category><![CDATA[PIB]]></category>
		<category><![CDATA[PNE: relatório sugere investimento de 7]]></category>
		<category><![CDATA[Produto Interno Bruto]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Feed Últimas. A economia brasileira cresceu 0,1% no terceiro trimestre de 2025 na comparação com o segundo trimestre. Em relação ao terceiro trimestre de 2024, o Produto Interno Bruto (PIB), conjunto dos bens e serviços produzidos no país, apresenta alta de 1,8%  Notícias relacionadas: Fazenda reduz para 2,2% projeção de crescimento do PIB em 2025. Estimativas do mercado para inflação e PIB permanecem estáveis. PNE: relatório sugere investimento de 7,5% do PIB para educação. No acumulado de quatro trimestres, o PIB teve expansão de 2,7%. Os dados foram divulgados nesta quinta-feira (4) pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). De acordo com o instituto, o PIB chega a R$ 3,2 trilhões. O que é o PIB O PIB é o conjunto de todos os bens&#8230;</p>
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<p>A economia brasileira cresceu 0,1% no terceiro trimestre de 2025 na comparação com o segundo trimestre.<img decoding="async" src="https://weeknews.online/wp-content/uploads/2025/12/1764851498_426_ebc.png" style="width:1px;height:1px;display:inline" /><img decoding="async" src="https://weeknews.online/wp-content/uploads/2025/12/1764851499_56_ebc.gif" style="width:1px;height:1px;display:inline" /></p>
<p>Em relação ao terceiro trimestre de 2024, o Produto Interno Bruto (PIB), conjunto dos bens e serviços produzidos no país, apresenta alta de 1,8% </p>
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</ul>
<p>No acumulado de quatro trimestres, o PIB teve expansão de 2,7%.</p>
<p>Os dados foram divulgados nesta quinta-feira (4) pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).</p>
<p>De acordo com o instituto, o PIB chega a R$ 3,2 trilhões.</p>
<h2>O que é o PIB</h2>
<p>O PIB é o conjunto de todos os bens e serviços produzidos em uma localidade em determinado período. Com o dado, é possível traçar o comportamento da economia do país, estado ou cidade, assim como fazer comparações internacionais. </p>
<p>O PIB é calculado com o auxílio de diversas pesquisas setoriais, como comércio, serviços e indústria. </p>
<p>Durante o cálculo, há cuidados para não haver dupla contagem. Um exemplo: se um país produz R$ 100 de trigo, R$ 200 de farinha de trigo e R$ 300 de pão, o PIB será de R$ 300, pois os valores da farinha e do trigo já estão embutidos no valor do pão. </p>
<p>Os bens e serviços finais que compõem o PIB são medidos no preço em que chegam ao consumidor. Dessa forma, levam em consideração também os impostos cobrados.</p>
<p>O PIB ajuda a compreender a realidade de um país, mas não expressa fatores como distribuição de renda e condição de vida. É possível, por exemplo, um país ter PIB alto e padrão de vida relativamente baixo, assim como pode haver nação com PIB baixo e altíssima qualidade de vida.</p>
<p> Bruno de Freitas Moura &#8211; Repórter da Agência Brasil , Feed Últimas. </p>
<p>Fonte: <a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/economia/noticia/2025-12/economia-brasileira-cresce-01-no-terceiro-trimestre">Agencia brasil EBC.</a>.</p>
<p>Thu, 04 Dec 2025 09:07:00 -0300 </p>

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		<item>
		<title>Contas externas têm saldo negativo de US$ 9,8 bilhões em setembro</title>
		<link>https://weeknews.online/contas-externas-tem-saldo-negativo-de-us-98-bilhoes-em-setembro/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[ricardo]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 24 Oct 2025 16:35:09 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Pesquisa e Inovação]]></category>
		<category><![CDATA[3 bilhões em agosto]]></category>
		<category><![CDATA[5% para o PIB em 2026]]></category>
		<category><![CDATA[banco central]]></category>
		<category><![CDATA[Banco Central passa a bloquear chaves Pix usadas em golpes e fraudes]]></category>
		<category><![CDATA[Banco Central prevê crescimento de 1]]></category>
		<category><![CDATA[contas externas]]></category>
		<category><![CDATA[Contas públicas têm déficit de R$ 17]]></category>
		<category><![CDATA[Economia]]></category>
		<category><![CDATA[Investimentos]]></category>
		<category><![CDATA[Produto Interno Bruto]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://weeknews.online/contas-externas-tem-saldo-negativo-de-us-98-bilhoes-em-setembro/</guid>

					<description><![CDATA[<p>Feed Últimas. As contas externas do Brasil tiveram saldo negativo de US$ 9,774 bilhões em setembro, informou nesta sexta-feira (24) o Banco Central (BC). No mesmo mês de 2024, o déficit foi de US$ 7,383 bilhões nas transações correntes, que são as compras e vendas de mercadorias e serviços e transferências de renda com outros países. A piora na comparação interanual é resultado do recuo de US$ 2,2 bilhões no superávit comercial e do aumento de US$ 946 milhões do déficit em renda primária, que contabiliza o pagamento de juros e lucros, além de dividendos de empresas. Em contrapartida, houve redução de US$ 640 milhões no déficit em serviços e aumento de US$ 115 milhões no superávit em renda secundária. Notícias relacionadas: Banco Central prevê crescimento de 1,5%&#8230;</p>
<p class="excerpt-more"><a class="blog-excerpt button" href="https://weeknews.online/contas-externas-tem-saldo-negativo-de-us-98-bilhoes-em-setembro/">Leia mais...</a></p>
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				</p>
<p>As contas externas do Brasil tiveram saldo negativo de US$ 9,774 bilhões em setembro, informou nesta sexta-feira (24) o Banco Central (BC). No mesmo mês de 2024, o déficit foi de US$ 7,383 bilhões nas transações correntes, que são as compras e vendas de mercadorias e serviços e transferências de renda com outros países.<img decoding="async" src="https://weeknews.online/wp-content/uploads/2025/10/1761323709_477_ebc.png" style="width:1px;height:1px;display:inline" /><img decoding="async" src="https://weeknews.online/wp-content/uploads/2025/10/1761323709_193_ebc.gif" style="width:1px;height:1px;display:inline" /></p>
<p><strong>A piora na comparação interanual é resultado do recuo de US$ 2,2 bilhões no superávit comercial e do aumento de US$ 946 milhões do déficit em renda primária, que contabiliza o pagamento de juros e lucros, além de dividendos de empresas</strong>. Em contrapartida, houve redução de US$ 640 milhões no déficit em serviços e aumento de US$ 115 milhões no superávit em renda secundária.</p>
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<li>Banco Central prevê crescimento de 1,5% para o PIB em 2026.</li>
<li>Banco Central passa a bloquear chaves Pix usadas em golpes e fraudes.</li>
<li>Contas públicas têm déficit de R$ 17,3 bilhões em agosto.</li>
</ul>
<p>Nos 12 meses encerrados em setembro, o déficit em transações correntes somou US$ 78,947 bilhões, o que corresponde a 3,61% do Produto Interno Bruto, indicador da soma dos bens e serviços produzidos no país. Em relação ao período equivalente terminado em setembro de 2024, houve aumento significativo no déficit; naquele mês, o resultado em 12 meses foi negativo em US$ 49,769 bilhões, ou 2,23% do PIB.</p>
<p>De acordo com o BC, as transações correntes têm cenário bastante robusto e vinham com tendência de redução nos déficits em 12 meses, o que se inverteu a partir de março de 2024. Ainda assim, o déficit externo está financiado por capitais de longo prazo, principalmente pelos investimentos diretos no país, que têm fluxos e estoques de boa qualidade.</p>
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<h2>Balança comercial e serviços</h2>
<p>As exportações de bens totalizaram US$ 30,686 bilhões em setembro, com aumento de 7% em relação a igual mês de 2024.<strong> </strong>Enquanto isso, as importações chegaram a US$ 28,362 bilhões, com elevação de 17,4% na comparação com setembro do ano passado. É o recorde de importação do país, com destaque para a compra de uma plataforma de petróleo no valor de US$ 2,4 bilhões.</p>
<p><strong>Com os resultados de exportações e importações, a balança comercial fechou com superávit de US$ 2,324 bilhões no mês passado</strong>, ante o saldo positivo de US$ 4,524 bilhões em setembro de 2024.</p>
<p>O déficit na conta de serviços – viagens internacionais, transporte, aluguel de equipamentos e seguros, entre outros – atingiu US$ 4,904 bilhões no mês passado, ante os US$ 5,544 bilhões em igual período de 2024.</p>
<p>Houve redução de 12,2% nas despesas líquidas com serviços de telecomunicação, computação e informações, totalizando US$ 735 milhões; e de 7% em transportes, que somou US$ 1,352 bilhão. As despesas líquidas de serviços de propriedade intelectual, ligados a serviços de <em>streaming</em>, aumentaram 64,9%, para US$ 1,214 bilhão.</p>
<p>No caso das viagens internacionais, o déficit na conta fechou no mesmo patamar de setembro de 2024, chegando a US$ 1,304 bilhão, resultado de US$ 596 milhões nas receitas – que são os gastos de estrangeiros em viagem ao Brasil – e de US$ 1,899 bilhão nas despesas de brasileiros no exterior.</p>
<h2>Rendas</h2>
<p>Em setembro de 2025, o déficit em renda primária – lucros e dividendos, pagamentos de juros e salários – chegou a US$ 7,635 bilhões, 14,1% acima do registrado em setembro do ano passado, de US$ 6,690 bilhões. Normalmente, essa conta é deficitária, já que há mais investimentos de estrangeiros no Brasil – e eles remetem os lucros para fora do país – do que de brasileiros no exterior.</p>
<p>A conta de renda secundária – gerada em uma economia e distribuída para outra, como doações e remessas de dólares, sem contrapartida de serviços ou bens – teve resultado positivo de US$ 441 milhões no mês passado, contra superávit US$ 327 milhões em setembro de 2024.</p>
<h2>Financiamento</h2>
<p><strong>Os investimentos diretos no país (IDP) somaram US$ 10,671 bilhões em setembro deste ano, ante US$ 3,861 bilhões em igual mês de 2024.</strong> Quando o país registra saldo negativo em transações correntes, precisa cobrir o déficit com investimentos ou empréstimos no exterior. A melhor forma de financiamento do saldo negativo é o IDP, porque os recursos são aplicados no setor produtivo e costumam ser investimentos de longo prazo.</p>
<p>O IDP acumulado em 12 meses totalizou US$ 75,843 bilhões (3,47% do PIB) em setembro, ante US$ 69,033 bilhões (3,18% do PIB) no mês anterior e US$ 69,315 bilhões (3,11% do PIB) no período encerrado em setembro de 2024.</p>
<p>No caso dos investimentos em carteira no mercado doméstico, houve entrada líquida de US$ 4,429 bilhões em setembro, composta por entradas líquidas de US$ 5,001 bilhões em títulos da dívida e saídas líquidas de US$ 572 milhões em ações e fundos de investimento. Nos 12 meses encerrados em setembro, os investimentos em carteira no mercado doméstico somaram ingressos líquidas de US$ 4,9 bilhões.</p>
<p>O estoque de reservas internacionais atingiu US$ 356,582 bilhões em setembro, aumento de US$ 5,815 bilhões em comparação ao mês anterior.</p>
<p> Andreia Verdélio &#8211; Repórter da Agência Brasil , Feed Últimas. </p>
<p>Fonte: <a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/economia/noticia/2025-10/contas-externas-tem-saldo-negativo-de-us-98-bilhoes-em-setembro">Agencia brasil EBC.</a>.</p>
<p>Fri, 24 Oct 2025 12:47:00 -0300 </p>

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		<title>Em 12 meses, economia brasileira acumula 6º maior crescimento do G20</title>
		<link>https://weeknews.online/em-12-meses-economia-brasileira-acumula-6o-maior-crescimento-do-g20/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[ricardo]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 03 Sep 2025 01:16:31 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>. O desempenho da economia brasileira no segundo trimestre, divulgado nesta terça-feira (2) pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), coloca o país na sexta posição entre os membros do G20 que já divulgaram o resultado do Produto Interno Bruto (PIB) para o mesmo período. O PIB ─ conjunto de bens e serviços produzidos no país ─ do Brasil acumula alta de 3,2% nos últimos 12 meses. Em relação ao mesmo período do ano passado, o crescimento é de 2,2%. Já na passagem do primeiro trimestre de 2025 para o seguinte, a expansão foi de 0,4%, o que representa uma desaceleração. Notícias relacionadas: PIB cresce 0,4% no segundo trimestre, mostra IBGE. Apesar dos juros, consumo das famílias foi motor da economia no 2º tri. Desemprego cai em 18 estados&#8230;</p>
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				</p>
<p>O desempenho da economia brasileira no segundo trimestre, divulgado nesta terça-feira (2) pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), coloca o país na sexta posição entre os membros do G20 que já divulgaram o resultado do Produto Interno Bruto (PIB) para o mesmo período.<img decoding="async" src="https://weeknews.online/wp-content/uploads/2025/09/1756862191_632_ebc.png" style="width:1px;height:1px;display:inline" /><img decoding="async" src="https://weeknews.online/wp-content/uploads/2025/09/1756862191_683_ebc.gif" style="width:1px;height:1px;display:inline" /></p>
<p><strong>O PIB ─ conjunto de bens e serviços produzidos no país ─ do Brasil acumula alta de 3,2% nos últimos 12 meses. </strong>Em relação ao mesmo período do ano passado, o crescimento é de 2,2%. Já na passagem do primeiro trimestre de 2025 para o seguinte, a expansão foi de 0,4%, o que representa uma desaceleração.</p>
<p><h3>Notícias relacionadas:</h3>
<ul>
<li>PIB cresce 0,4% no segundo trimestre, mostra IBGE.</li>
<li>Apesar dos juros, consumo das famílias foi motor da economia no 2º tri.</li>
<li>Desemprego cai em 18 estados no segundo trimestre.</li>
</ul>
<p><a rel="nofollow" target="_blank" href="https://www.gov.br/fazenda/pt-br/central-de-conteudo/publicacoes/conjuntura-economica/estudos-economicos/2025/nota-tecnica-pib" target="_blank">Uma análise da Secretaria de Política Econômica (SPE) do Ministério da Fazenda</a> classifica 16 países do G20 que já divulgaram o resultado do PIB do trimestre encerrado em junho. <strong>Tanto em relação ao acumulado de 12 meses quanto na comparação com o segundo trimestre de 2024, Brasil figura na sexta colocação.</strong></p>
<p>O G20 é composto por 19 países, além da União Africana e da União Europeia: África do Sul, Alemanha, Arábia Saudita, Argentina, Austrália, Brasil, Canadá, China, Coreia do Sul, Estados Unidos, França, Índia, Indonésia, Itália, Japão, México, Reino Unido, Rússia e Turquia.</p>
<p><strong>Os integrantes do grupo representam cerca de 85% da economia mundial, mais de 75% do comércio global e cerca de dois terços da população do planeta.</strong></p>
<h2>Veja o ranking de variação do PIB nos últimos 12 meses:</h2>
<ol>
<li>Índia: 6,8%</li>
<li>China: 5,2%</li>
<li>Indonésia: 5%</li>
<li>Arábia Saudita: 3,7%</li>
<li>Turquia: 3,3%</li>
<li><strong>Brasil: 3,2%</strong></li>
<li>Rússia: 2,6%</li>
<li>Estados Unidos: 2,3%</li>
<li>União Europeia: 1,5%</li>
<li>Reino Unido: 1,3%</li>
<li>Japão: 1,3%</li>
<li>França: 0,8%</li>
<li>Coreia do Sul: 0,7%</li>
<li>México: 0,7%</li>
<li>Itália: 0,6%</li>
<li>Alemanha: -0,1%</li>
</ol>
<p><strong>Já em relação ao desempenho na passagem do primeiro para o segundo trimestre de 2025, o Brasil é o nono colocado:</strong> </p>
<ol>
<li>Indonésia: 4,0%</li>
<li>EUA: 3,3%</li>
<li>Arábia Saudita: 2,1%</li>
<li>Índia: 1,7%</li>
<li>Turquia: 1,6%</li>
<li>China: 1,1%</li>
<li>México: 0,6%</li>
<li>Coreia do Sul: 0,6%</li>
<li><strong>Brasil: 0,4%</strong></li>
<li>Japão: 0,3%</li>
<li>França: 0,3%</li>
<li>Reino Unido: 0,3%</li>
<li>União Euroeia: 0,2%</li>
<li>Itália: -0,1%</li>
<li>Alemanha: -0,3%</li>
<li>Canadá: -0,4%</li>
</ol>
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<h2>Desaceleração</h2>
<p>O resultado de 0,4% entre trimestres imediatamente seguidos significa desaceleração, uma vez que, no primeiro trimestre, o avanço havia sido de 1,3% ante o quarto trimestre de 2024.</p>
<p><strong>A coordenadora da Contas Nacionais do IBGE, Rebeca Palis, atribuiu a desaceleração à política monetária restritiva, ou seja, juros altos, ferramenta do Banco Central (BC) para conter a inflação.</strong></p>
<p>Os juros altos têm o efeito de desestimular o consumo e o investimento, esfriando a economia e diminuindo a demanda por bens e serviços, consequentemente, tirando força da inflação.</p>
<h2>Próximo trimestre</h2>
<p><strong>Para o terceiro trimestre, a SPE projeta ritmo de crescimento do PIB “pouco inferior” ao observado para o segundo trimestre.</strong></p>
<p>“Embora a desaceleração nas concessões de crédito venha se acentuando nos últimos meses, junto com o aumento nas taxas de juros bancárias e na inadimplência, o mercado de trabalho segue resiliente, podendo impulsionar a atividade junto ao pagamento dos precatórios [dívidas judiciais do governo] e à recente expansão do crédito consignado ao trabalhador”, escreve a análise.</p>
<p>Com o resultado dessa terça-feira, a SPE afirma que a projeção inicial de crescimento de 2,5% para 2025 tem “leve viés de baixa devido à desaceleração mais acentuada do crescimento no segundo trimestre comparativamente ao esperado em julho e ainda em repercussão aos efeitos defasados e cumulativos da política monetária na atividade econômica”.</p>
<p> </p>
<p> Bruno de Freitas Moura &#8211; repórter da Agência Brasil , . </p>
<p>Fonte: <a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/economia/noticia/2025-09/em-12-meses-economia-brasileira-tem-sexto-maior-crescimento-do-g20">Agencia brasil EBC.</a>.</p>
<p>Tue, 02 Sep 2025 15:31:00 -0300 </p>

<p>O post <a href="https://weeknews.online/em-12-meses-economia-brasileira-acumula-6o-maior-crescimento-do-g20/">Em 12 meses, economia brasileira acumula 6º maior crescimento do G20</a> apareceu primeiro em <a href="https://weeknews.online">WeekNews</a>.</p>
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