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	<title>Arquivo de SUS Digital - WeekNews</title>
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	<title>Arquivo de SUS Digital - WeekNews</title>
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		<title>Geledés lança guia para facilitar acesso a políticas de cuidado no Brasil</title>
		<link>https://weeknews.online/geledes-lanca-guia-para-facilitar-acesso-a-politicas-de-cuidado-no-brasil/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[ricardo]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 27 Sep 2026 12:44:51 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Pesquisa e Inovação]]></category>
		<category><![CDATA[alerta Unicef]]></category>
		<category><![CDATA[Direitos Humanos]]></category>
		<category><![CDATA[Geledés]]></category>
		<category><![CDATA[Geledés - Instituto da Mulher Negra]]></category>
		<category><![CDATA[Guia de Acesso a Políticas de Cuidado]]></category>
		<category><![CDATA[Lei institui atendimento a vítimas de violência física e sexual]]></category>
		<category><![CDATA[ONU lança propostas para proteção das mulheres]]></category>
		<category><![CDATA[Pais veem palmada como disciplina e não como violência]]></category>
		<category><![CDATA[política de cuidados]]></category>
		<category><![CDATA[Política Nacional de Cuidados no Brasil]]></category>
		<category><![CDATA[SouGov.Br]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O Geledés – Instituto da Mulher Negra lançou nesta sexta-feira (25) o Guia de Acesso a Políticas de Cuidado, publicação que reúne orientações práticas para que trabalhadoras e trabalhadores do cuidado — remunerados e não remunerados — consigam acessar políticas públicas voltadas a esse setor. O material apresenta, de forma didática, os documentos necessários, o passo a passo para abrir conta no portal sougov.br e para acessar o SUS digital, além de um resumo das políticas disponíveis para cada grupo. Segundo o instituto, o trabalho de cuidado tem sido historicamente invisibilizado, exaustivo e desvalorizado. A publicação destaca que milhões de mulheres, majoritariamente negras e periféricas, atuam na manutenção da vida e do bem-estar social sem o devido amparo econômico e institucional do Estado, contribuindo para&#8230;</p>
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<p>O Geledés – Instituto da Mulher Negra lançou nesta sexta-feira (25) o Guia de Acesso a Políticas de Cuidado, publicação que reúne orientações práticas para que trabalhadoras e trabalhadores do cuidado — remunerados e não remunerados — consigam acessar políticas públicas voltadas a esse setor. O material apresenta, de forma didática, os documentos necessários, o passo a passo para abrir conta no portal sougov.br e para acessar o SUS digital, além de um resumo das políticas disponíveis para cada grupo.</p>
<p>Segundo o instituto, o trabalho de cuidado tem sido historicamente invisibilizado, exaustivo e desvalorizado. A publicação destaca que milhões de mulheres, majoritariamente negras e periféricas, atuam na manutenção da vida e do bem-estar social sem o devido amparo econômico e institucional do Estado, contribuindo para o desenvolvimento do país à medida que outras vidas se tornam funcionais.</p>
<p>O guia é dividido por públicos específicos: crianças e adolescentes, pessoas idosas, pessoas com deficiência e trabalhadoras e trabalhadores do cuidado remunerado e não remunerado. Há ainda uma seção dedicada a grupos em situação de vulnerabilidade, como mães-solo e mulheres chefes de família, famílias em extrema pobreza, pessoas em privação de liberdade e seus familiares, parentes de vítimas de feminicídios (mães e órfãos), populações de comunidades tradicionais, como indígenas e quilombolas, e imigrantes.</p>
<p>A coordenadora de Formação, Cuidado e Emancipação do Geledés, Nilza Iraci, afirma que a iniciativa busca celebrar conquistas coletivas e refletir sobre caminhos para fortalecer políticas de cuidado que reconheçam as realidades, os saberes e as demandas das mulheres negras.</p>
<p>O material define como trabalhadores do cuidado remunerado as domésticas, babás, cuidadores de idosos ou pessoas acamadas, além de cuidadores e educadores sociais. Já as trabalhadoras não remuneradas são, em geral, mães, filhas, avós e lideranças comunitárias que dedicam suas vidas ao suporte de familiares e vizinhos sem receber contrapartida financeira.</p>
<p>Dados da ONU Mulheres apontam que as mulheres brasileiras dedicam quase dez horas por semana a mais que os homens ao trabalho de cuidado. Para a representante da ONU Mulheres no Brasil, Gallianne Palayret, essas são horas que não sobram para estudar, trabalhar ou participar da vida pública, o que faz da política de cuidado também uma política de democracia.</p>
<p>A lei que institui a Política Nacional de Cuidados no Brasil foi sancionada em dezembro de 2024. O objetivo é olhar de maneira diferenciada para quem cuida e elaborar projetos como ampliação de creches e lares de acolhimento de idosos.</p>
<p>Análise WeekNews: o lançamento do guia ocorre em um momento em que a Política Nacional de Cuidados, sancionada há pouco mais de um ano, ainda está em fase de implementação. Ao traduzir em passo a passo o acesso a serviços e benefícios, a publicação pode contribuir para reduzir barreiras práticas que dificultam a chegada dessas políticas a quem delas depende, especialmente entre mulheres negras e periféricas, público central do material.</p>
<p>Fonte: <a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/direitos-humanos/noticia/2026-09/geledes-lanca-guia-para-acesso-politicas-de-cuidados" target="_blank" rel="nofollow noopener noreferrer">Agência Brasil</a>.</p>

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		<item>
		<title>Plataforma oferece escuta em saúde mental para jovens no SUS Digital</title>
		<link>https://weeknews.online/plataforma-oferece-escuta-em-saude-mental-para-jovens-no-sus-digital/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[ricardo]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 31 Jul 2026 15:24:10 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Saúde]]></category>
		<category><![CDATA[Diretor da OMS diz que Brasil é exemplo mundial por sistema de saúde]]></category>
		<category><![CDATA[Ministério da Saúde]]></category>
		<category><![CDATA[Ministério da Saúde recomenda ampliar vacinação contra o sarampo em SP]]></category>
		<category><![CDATA[Remédio injetável que previne HIV pode entrar no SUS até o fim o ano]]></category>
		<category><![CDATA[Saúde Mental]]></category>
		<category><![CDATA[SUS Digital]]></category>
		<category><![CDATA[Unicef]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A plataforma Pode Falar, que oferece acolhimento, escuta qualificada e orientação em saúde mental para pessoas de 13 a 24 anos, está disponível no aplicativo meu SUS Digital. De acordo com o Ministério da Saúde, o serviço realiza uma média de 1,1 mil atendimentos por mês atualmente. Com o acesso direto pelo aplicativo, a expectativa é alcançar cerca de 11 mil atendimentos mensais. “A plataforma oferece um espaço seguro de escuta e orientação e contribui para reduzir barreiras de acesso, especialmente entre pessoas que ainda não procuraram atendimento presencial”, destacou a pasta. O projeto é resultado de uma parceria com o Fundo das Nações Unidas para a Infância (Unicef) para fortalecer o cuidado em saúde mental no Sistema Único de Saúde (SUS). Entenda Para acessar a&#8230;</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<div class="welcome-container" style="text-align:center; margin:35px 0 15px 0;">
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<p><br />
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<p>A plataforma Pode Falar, que oferece<strong> acolhimento, escuta qualificada e orientação em saúde mental para pessoas de 13 a 24 anos</strong>, está disponível no aplicativo meu SUS Digital.</p>
<p>De acordo com o Ministério da Saúde, o serviço realiza uma média de 1,1 mil atendimentos por mês atualmente. Com o acesso direto pelo aplicativo, a expectativa é alcançar cerca de 11 mil atendimentos mensais.</p>
<p>“A plataforma oferece um espaço seguro de escuta e orientação e contribui para reduzir barreiras de acesso, especialmente entre pessoas que ainda não procuraram atendimento presencial”, destacou a pasta.</p>
<p>O projeto é resultado de uma parceria com o Fundo das Nações Unidas para a Infância (Unicef) para fortalecer o cuidado em saúde mental no Sistema Único de Saúde (SUS).</p>
<h2>Entenda</h2>
<p><strong>Para acessar a plataforma, basta entrar no aplicativo Meu SUS Digital e selecionar a opção “Pode Falar”, na área de miniaplicativos</strong>.</p>
<p>O usuário será direcionado para o Pode Falar, que funciona de segunda a sábado, das 8h às 22h (horário de Brasília). O atendimento pode ser anônimo, se assim for desejado.</p>
<p><strong>O primeiro contato acontece por meio de um chatbot</strong>. Nesse espaço, também são disponibilizados conteúdos simples e acessíveis sobre saúde mental, que ajudam o usuário a compreender melhor suas emoções.</p>
<p><strong>A partir do desejo do usuário ou quando for identificada a necessidade de apoio mais direto, o sistema encaminha a conversa para o atendimento humano</strong>.</p>
<p>O serviço conta ainda com recursos tecnológicos para identificar e priorizar situações de maior risco – uma ferramenta de inteligência artificial analisa as mensagens dos usuários que aguardam atendimento e, ao detectar indícios de risco elevado, envia um alerta imediato à equipe, para que esses casos tenham prioridade.</p>
<p><strong>Os teleatendimentos, segundo o ministério, são realizados por estudantes de graduação e pós-graduação de diferentes áreas, como psicologia, medicina e educação</strong>, que atuam sob a supervisão de professores, recebem formação contínua e seguem protocolos específicos para cada situação apresentada.</p>
<h2>Procure ajuda</h2>
<p>A pasta reforçou que, quando o sofrimento psíquico for persistente, prejudicar a rotina, os estudos, o trabalho ou as relações, ou em situações de crise, é importante buscar atendimento presencial.</p>
<p>“O SUS oferece cuidado integral para todas as faixas etárias, organizado de acordo com as necessidades e a condição clínica de cada paciente. A assistência começa na atenção primária à saúde, nas Unidades Básicas de Saúde (UBS). Quando necessário, o paciente é encaminhado para a atenção especializada, com continuidade do cuidado”, destacou o ministério.</p>
<p>      <!-- Relacionada --></p>
<p>            <!-- Relacionada -->
    </div>
<p></p>
<p>Fonte: <a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/saude/noticia/2026-07/plataforma-oferece-escuta-em-saude-mental-para-jovens-no-sus-digital" target="_blank" rel="nofollow noopener noreferrer">Agência Brasil</a>.</p>

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		<item>
		<title>Mais de meio milhão de pessoas bloquearam acesso a sites de apostas</title>
		<link>https://weeknews.online/mais-de-meio-milhao-de-pessoas-bloquearam-acesso-a-sites-de-apostas/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[ricardo]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 26 May 2026 19:56:13 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Saúde]]></category>
		<category><![CDATA[>> Siga o canal da Agência Brasil no WhatsApp]]></category>
		<category><![CDATA[apostas]]></category>
		<category><![CDATA[autoexclusão]]></category>
		<category><![CDATA[bets]]></category>
		<category><![CDATA[bets agravam endividamento das famílias brasileiras]]></category>
		<category><![CDATA[Cresce percentual de paulistanos que apostam em bets para elevar renda]]></category>
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		<category><![CDATA[Lula alerta sobre risco de bets e big techs para famílias e democracia]]></category>
		<category><![CDATA[Ministério da Fazenda]]></category>
		<category><![CDATA[Ministério da Saúde]]></category>
		<category><![CDATA[Para CNC]]></category>
		<category><![CDATA[Plataforma Centralizada de Autoexclusão]]></category>
		<category><![CDATA[questionário]]></category>
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		<category><![CDATA[SUS Digital]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Feed Editoria. Mais de 574 mil pessoas já usaram a Plataforma Centralizada de Autoexclusão, do governo federal, para impedir o próprio acesso a sites de apostas autorizados a funcionar no Brasil. Segundo o Ministério da Saúde, 207 mil usuários da ferramenta, ou 41% dos pedidos, apontaram a perda de controle sobre o jogo e/ou eventuais danos à saúde mental como principal razão para solicitar o bloqueio. Riscos com vazamento de dados (18%) e problemas financeiros (12%) aparecem logo em seguida. Quatorze por cento dos usuários não informaram o motivo da autoexclusão e 13% asseguraram que tomaram a decisão de forma voluntária. Desenvolvido pelo Secretaria de Prêmios e Apostas, do Ministério da Fazenda, e lançado em dezembro de 2025, o sistema federal centralizado de autoexclusão permite que os interessados bloqueiem&#8230;</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<div class="welcome-container" style="text-align:center; margin:35px 0 15px 0;">
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<p>    </a>
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<p>Feed Editoria.</p>

<p></p>
<div>
<p><strong>Mais de 574 mil pessoas já usaram a<a rel="nofollow" target="_blank" href="https://www.gov.br/fazenda/pt-br/composicao/orgaos/secretaria-de-premios-e-apostas/autoexclusao" target="_blank"> Plataforma Centralizada de Autoexclusão</a>, do governo federal, para impedir o próprio acesso a <em>sites</em> de apostas autorizados a funcionar no Brasil.</strong></p>
<p>Segundo o Ministério da Saúde, <strong>207 mil usuários da ferramenta, ou 41% dos pedidos, apontaram a perda de controle sobre o jogo e/ou eventuais danos à saúde mental como principal razão para solicitar o bloqueio.</strong></p>
<p>Riscos com vazamento de dados (18%) e problemas financeiros (12%) aparecem logo em seguida. Quatorze por cento dos usuários não informaram o motivo da autoexclusão e 13% asseguraram que tomaram a decisão de forma voluntária.</p>
<p>Desenvolvido pelo Secretaria de Prêmios e Apostas, do Ministério da Fazenda, e <a rel="nofollow" target="_blank" href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/saude/noticia/2025-12/governo-lanca-sistema-que-permite-autoexclusao-em-sites-de-apostas" target="_blank">lançado</a> em dezembro de 2025,<strong> o sistema federal centralizado de autoexclusão permite que os interessados bloqueiem o próprio acesso a todos os <em>sites</em> de apostas autorizados com um único pedido.</strong></p>
<p>Ao optar pela autoexclusão, o usuário deve informar os dados pessoais e optar por bloquear o acesso aos<em> sites</em> por tempo indeterminado ou por um período pré-determinado, que pode variar entre um e 12 meses.</p>
<p>Até o momento, 69% das pessoas optaram por tempo indeterminado. Segundo os dados, 31% escolheram um prazo específico, sendo um ano o período mais selecionado. O período mínimo para a autoexclusão é de um mês.</p>
<p>Além do bloqueio simultâneo de todas as contas vinculadas ao CPF do usuário, a autoexclusão impede novos cadastros e suspende o envio de publicidade direcionada sobre o assunto.</p>
<p><a rel="nofollow" target="_blank" href="https://www.whatsapp.com/channel/0029VaoRTgrInlqYLSk59B2M" target="_blank">>> Siga o canal da <strong>Agência Brasil </strong>no WhatsApp</a></p>
<h2>Autoteste</h2>
<p>Além de permitir ao cidadão interessado restringir o próprio acesso, <strong>a Plataforma Centralizada de Autoexclusão reúne informações sobre saúde mental e orientações e <em>links</em> de atendimento no Sistema Único de Saúde (SUS) para quem está sofrendo as consequências do uso problemático de jogos de apostas.</strong></p>
<p>A ferramenta também conta com <em>links</em> para a lista de empresas legalizadas; um <a rel="nofollow" target="_blank" href="https://indice.febraban.org.br/calcule-seu-indice" target="_blank">questionário</a> da Federação Brasileira de Bancos (Febraban) para a pessoa interessada em avaliar sua saúde financeira e um autoteste elaborado pelo Ministério da Saúde.</p>
<p>“Estamos criando instrumentos modernos para enfrentar um problema contemporâneo com respostas concretas, baseadas em evidências e orientadas pela proteção da população”, sustenta o ministro da Saúde, Alexandre Padilha, em nota.</p>
<p>De acordo com o ministro, a Plataforma Centralizada de Autoexclusão integra uma estratégia governamental mais ampla de prevenção, cuidado e redução de danos. O que inclui investimento em pesquisas sobre o impacto das bets na saúde dos brasileiros.</p>
<p>Nesta terça-feira (26), a pasta assinou um Termo de Execução Descentralizada (TED) que prevê o repasse de R$ 6 milhões para a realização da primeira pesquisa nacional sobre apostas e saúde mental no âmbito do SUS. O estudo será conduzido pela Universidade Federal de São Paulo (Unifesp) e permitirá mensurar e analisar os impactos dessa prática no cotidiano da população brasileira. A previsão é que esse levantamento tenha início ainda em 2026.</p>
<p>A recomendação é que, em caso de problemas, as pessoas procurem apoio especializado nas unidades básicas de saúde (UBS), nos centros de Atenção Psicossocial (CAPS) ou de profissionais de saúde da sua confiança. Endereços de serviços de saúde pública podem ser pesquisados na página do <a rel="nofollow" target="_blank" href="https://meususdigital.saude.gov.br/publico/rede-saude" target="_blank">SUS Digital</a>.</p>
<p>      <!-- Relacionada --></p>
<p>            <!-- Relacionada -->
    </div>
<p></p>
<p>Fonte: <a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/saude/noticia/2026-05/mais-de-meio-milhao-de-pessoas-bloquearam-acesso-sites-de-apostas" target="_blank" rel="nofollow noopener">Agência Brasil EBC</a></p>
<p></p>
<p>Tue, 26 May 2026 16:23:00 -0300</p>
<p></p>

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			</item>
		<item>
		<title>Vacinação nas escolas segue até dia 30 e meta é imunizar 27 milhões</title>
		<link>https://weeknews.online/vacinacao-nas-escolas-segue-ate-dia-30-e-meta-e-imunizar-27-milhoes/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[ricardo]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 25 Apr 2026 16:16:04 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Pesquisa e Inovação]]></category>
		<category><![CDATA[Butantan busca voluntários para teste de vacina da gripe para idosos]]></category>
		<category><![CDATA[caderneta de vacinação]]></category>
		<category><![CDATA[covid-19]]></category>
		<category><![CDATA[Estado de São Paulo tem mais duas mortes por febre amarela]]></category>
		<category><![CDATA[febre amarela]]></category>
		<category><![CDATA[HPV]]></category>
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		<category><![CDATA[Ministério da Saúde]]></category>
		<category><![CDATA[Programa Saúde na Escola (PSE)]]></category>
		<category><![CDATA[Saúde]]></category>
		<category><![CDATA[Semana de Vacinação nas Américas começa no sábado]]></category>
		<category><![CDATA[Semana de Vacinação nas Escolas]]></category>
		<category><![CDATA[SUS Digital]]></category>
		<category><![CDATA[tríplice bacteriana infantil]]></category>
		<category><![CDATA[tríplice viral]]></category>
		<category><![CDATA[vacina]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Feed Últimas. A Semana de Vacinação nas Escolas tem meta de imunizar 27 milhões de estudantes de escolas públicas do país até a próxima quinta-feira (30). A campanha que começou nesta sexta-feira (24) visa atualizar a caderneta de vacinação de crianças e adolescentes de 9 meses a 15 anos com a oferta de seis tipos de imunizantes. As vacinas ofertadas são: HPV, febre amarela, tríplice viral, tríplice bacteriana (DTP), meningocócica ACWY e covid-19. A estratégia também inclui a vacinação contra o HPV para jovens de 15 a 19 anos que ainda não se imunizaram. Notícias relacionadas: Butantan busca voluntários para teste de vacina da gripe para idosos. Semana de Vacinação nas Américas começa no sábado. Estado de São Paulo tem mais duas mortes por febre&#8230;</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<div class="welcome-container">
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        </a>
</div>
<p>
Feed Últimas.<br />
<br />
 </p>
<p><p style="text-align:center">
                    <img decoding="async" src="https://cdn.jsdelivr.net/gh/sergiosdlima/assets-ebc@1.0.0/abr/assets/images/logo-agenciabrasil.svg" alt="Logo Agência Brasil" style="height: 54px">
				</p>
<p>A <a rel="nofollow" target="_blank" href="https://www.gov.br/saude/pt-br/campanhas-da-saude/2026/vacinacao-nas-escolas" target="_blank">Semana de Vacinação nas Escolas</a> tem meta de imunizar 27 milhões de estudantes de escolas públicas do país até a próxima quinta-feira (30). A campanha que começou nesta sexta-feira (24) visa atualizar a caderneta de vacinação de crianças e adolescentes de 9 meses a 15 anos com a oferta de seis tipos de imunizantes.<img decoding="async" src="https://weeknews.online/wp-content/uploads/2026/04/1777133764_114_ebc.png" style="width:1px;height:1px;display:inline" /><img decoding="async" src="https://weeknews.online/wp-content/uploads/2026/04/1777133764_488_ebc.gif" style="width:1px;height:1px;display:inline" /></p>
<p>As vacinas ofertadas são: HPV, febre amarela, tríplice viral, tríplice bacteriana (DTP), meningocócica ACWY e covid-19. A estratégia também inclui a vacinação contra o HPV para jovens de 15 a 19 anos que ainda não se imunizaram.</p>
<p><h3>Notícias relacionadas:</h3>
<ul>
<li>Butantan busca voluntários para teste de vacina da gripe para idosos.</li>
<li>Semana de Vacinação nas Américas começa no sábado.</li>
<li>Estado de São Paulo tem mais duas mortes por febre amarela.</li>
</ul>
<p>A vacinação é realizada por profissionais de saúde, mediante autorização dos pais ou responsáveis.</p>
<p>A ação integra o <a rel="nofollow" target="_blank" href="https://www.gov.br/saude/pt-br/composicao/saps/pse" target="_blank">Programa Saúde na Escola (PSE)</a>, parceria entre os ministérios da Saúde e da Educação.</p>
<p><strong>O governo também reforça o uso da Caderneta Digital de Vacinação da Criança, disponível no aplicativo Meu SUS Digital. Lançada em abril de 2025, a ferramenta já soma mais de 3,3 milhões de acessos e permite acompanhar o histórico de vacinas e consultar as próximas doses.</strong></p>
<p>Agora, o aplicativo tem uma nova funcionalidade e passou a enviar lembretes automáticos para pais, mães e responsáveis, de acordo com a idade das crianças, incentivando a atualização da caderneta.</p>
<h2>Cobertura vacinal</h2>
<p>Em comunicado, o Ministério da Saúde destacou a reversão da queda histórica nas coberturas vacinais registrada nos anos anteriores, agravada pelos impactos da pandemia de covid-19. De acordo com a pasta, em 2025, todas as vacinas do calendário infantil apresentaram aumento de cobertura em relação a 2022.</p>
<p><strong>A tríplice viral, que protege contra sarampo, caxumba e rubéola, chegou a 92,96% de cobertura, ante 80,7% em 2022, mantendo o Brasil livre do sarampo, mesmo diante do avanço de casos na América do Norte.</strong></p>
<p>A vacinação contra o HPV, que previne o câncer de colo de útero, também avançou. A cobertura chegou a 86,11% entre meninas de 9 a 14 anos e a 74,46% entre os meninos. No público feminino, o índice é cinco vezes superior à média mundial.</p>
<p>No caso da meningite, a cobertura da vacina meningocócica ACWY passou de 45,8% em 2022 para 67,75% em 2025.</p>
<p> Andreia Verdélio – Repórter da Agência Brasil , Feed Últimas. </p>
<p>Fonte: <a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/saude/noticia/2026-04/vacinacao-nas-escolas-segue-ate-dia-30-e-meta-e-imunizar-27-milhoes">Agencia brasil EBC.</a>.</p>
<p>Sat, 25 Apr 2026 13:07:00 -0300 </p>

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		<title>AgSUS e FMUSP abrem mil vagas para curso gratuito sobre Saúde Digital</title>
		<link>https://weeknews.online/agsus-e-fmusp-abrem-mil-vagas-para-curso-gratuito-sobre-saude-digital/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[ricardo]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 09 Mar 2026 16:02:41 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Saúde]]></category>
		<category><![CDATA[AgSUS]]></category>
		<category><![CDATA[Brasil quer ser referência em saúde digital]]></category>
		<category><![CDATA[Governo começa a reestruturar saúde digital no Rio Grande do Sul]]></category>
		<category><![CDATA[https://hcxfmusp.org.br/portal/online/curso/fundamentos-de-saude-digital-atualizacao-2025/]]></category>
		<category><![CDATA[Pioneiro nas Américas]]></category>
		<category><![CDATA[saúde digital]]></category>
		<category><![CDATA[SUS Digital]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Feed Editoria. A Agência Brasileira de Apoio à Gestão do SUS (AgSUS) abriu mil vagas para o Curso de Fundamentos de Saúde Digital na Atenção Primária à Saúde (APS). As inscrições podem ser feitas até 15 de março ou até o preenchimento total das vagas disponíveis. O objetivo é o de qualificar profissionais do Sistema Único de Saúde (SUS) para o uso estratégico de ferramentas digitais no cuidado em saúde, contribuindo para o fortalecimento da APS e para a ampliação do acesso da população aos serviços. Notícias relacionadas: Pioneiro nas Américas, Brasil quer ser referência em saúde digital. Governo começa a reestruturar saúde digital no Rio Grande do Sul. O curso é oferecido em parceria com o Hospital das Clínicas da Faculdade de Medicina da&#8230;</p>
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Feed Editoria.<br />
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<p><p style="text-align:center">
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				</p>
<p><strong>A Agência Brasileira de Apoio à Gestão do SUS (AgSUS) abriu mil vagas para o Curso de Fundamentos de Saúde Digital na Atenção Primária à Saúde (APS). As inscrições podem ser feitas até 15 de março ou até o preenchimento total das vagas disponíveis.</strong><img decoding="async" src="https://weeknews.online/wp-content/uploads/2026/03/1773072160_369_ebc.png" style="width:1px;height:1px;display:inline" /><img decoding="async" src="https://weeknews.online/wp-content/uploads/2026/03/1773072161_140_ebc.gif" style="width:1px;height:1px;display:inline" /></p>
<p>O objetivo é o de qualificar profissionais do Sistema Único de Saúde (SUS) para o uso estratégico de ferramentas digitais no cuidado em saúde, contribuindo para o fortalecimento da APS e para a ampliação do acesso da população aos serviços.</p>
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<p>O curso é oferecido em parceria com o Hospital das Clínicas da Faculdade de Medicina da Universidade de São Paulo e capacitará os profissionais a utilizarem as tecnologias digitais no dia a dia do trabalho em saúde para melhorar a qualidade do registro das informações, organizar melhor os processos de atendimento, o que resultará na ampliação da capacidade de resposta das equipes.</p>
<p><strong>A carga horária é de 30 horas na modalidade educação a distância (EaD)</strong>.</p>
<p>Os participantes terão acesso a videoaulas com especialistas reconhecidos na área de saúde digital, como o chefe da disciplina de Telemedicina da Faculdade de Medicina da USP, Chao Lung Wen, e a Secretária de Informação e Saúde Digital do Ministério da Saúde, Ana Estela Haddad, além de materiais de apoio, como e-books, resumos ilustrados e simulações baseadas em situações reais vivenciadas na APS.</p>
<p>Entre os programas e soluções disponíveis abordados no curso estão o uso do SUS Digital, que é a principal estratégia de digitalização do Sistema, destacando como as tecnologias digitais podem apoiar a organização da rede de atenção, ampliar o acesso aos serviços e fortalecer a qualidade do cuidado.</p>
<p>O curso também explora o uso do Prontuário Eletrônico do Cidadão (PEC) no cotidiano das equipes de saúde, com foco no registro qualificado das informações clínicas, na gestão do cuidado e na utilização dos dados para apoiar a tomada de decisão e a organização dos processos assistenciais.</p>
<p>Outros temas abordados serão o uso da telessaúde na Atenção Primária à Saúde; utilização da ferramenta de videochamada integrada ao PEC e-SUS APS; registro de teleconsultas no PEC e-SUS APS; integração com a Rede Nacional de Dados em Saúde (RNDS); aspectos de ética, direito digital e proteção de dados aplicados à saúde; uso de ferramentas digitais para otimização da prática clínica.</p>
<blockquote>
<p>“A oferta de qualificação para os profissionais que atuam nos territórios contribui para fortalecer o uso adequado das ferramentas do PEC e-SUS APS, a iniciativa também visa ampliar a segurança jurídica e ética nas práticas digitais e reduzir desigualdades de acesso aos serviços de saúde, especialmente em regiões remotas e no atendimento à população indígena”, afirmou a gestora executiva da Unidade de Transformação Digital em Saúde da AgSUS, Ana Claudia Cielo.</p>
</blockquote>
<p>A inscrição pode ser feita acessando o seguinte endereço: <a rel="nofollow" target="_blank" href="https://hcxfmusp.org.br/portal/online/curso/fundamentos-de-saude-digital-atualizacao-2025/">https://hcxfmusp.org.br/portal/online/curso/fundamentos-de-saude-digital-atualizacao-2025/</a></p>
<p> Flávia Albuquerque &#8211; Repórter da Agência Brasil , Feed Editoria. </p>
<p>Fonte: <a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/saude/noticia/2026-03/agsus-e-fmusp-abrem-mil-vagas-para-curso-gratuito-sobre-saude-digital">Agencia brasil EBC.</a>.</p>
<p>Mon, 09 Mar 2026 12:50:00 -0300 </p>

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		<title>Caderneta de vacinação infantil agora está no app Meu SUS Digital</title>
		<link>https://weeknews.online/caderneta-de-vacinacao-infantil-agora-esta-no-app-meu-sus-digital/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[ricardo]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 11 Apr 2025 14:12:57 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Saúde]]></category>
		<category><![CDATA[Baixar]]></category>
		<category><![CDATA[imunização]]></category>
		<category><![CDATA[SUS Digital]]></category>
		<category><![CDATA[vacinação]]></category>
		<category><![CDATA[vacinas]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>. Qual a mãe, pai ou adulto responsável que nunca chegou ao postinho de vacinação e lembrou que esqueceu a carteirinha da criança em casa? Pois é, a partir de agora esse problema vai acabar. É que a caderneta de saúde já está disponível no aplicativo “Meu SUS Digital”. Por lá, vai estar tudo: os registros de saúde, como índice de crescimento e desenvolvimento, e os cuidados da família. Será possível saber quais vacinas a criança já tomou ou precisa tomar, inclusive com lembrete e notificações para não perder a hora. E tudo será atualizado em tempo real. Essa versão digital não vai substituir a caderneta de papel. Será uma ferramenta a mais. E os responsáveis poderão inserir as informações no aplicativo. Ir colocando os&#8230;</p>
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        </a>
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<p>Qual a mãe, pai ou adulto responsável que nunca chegou ao postinho de vacinação e lembrou que esqueceu a carteirinha da criança em casa? Pois é, a partir de agora esse problema vai acabar. É que a caderneta de saúde já está disponível no aplicativo “Meu SUS Digital”. Por lá, vai estar tudo: os registros de saúde, como índice de crescimento e desenvolvimento, e os cuidados da família. Será possível saber quais vacinas a criança já tomou ou precisa tomar, inclusive com lembrete e notificações para não perder a hora. E tudo será atualizado em tempo real.<img decoding="async" src="https://weeknews.online/wp-content/uploads/2025/04/1744380776_131_ebc.png" style="width:1px; height:1px; display:inline;"/><img decoding="async" src="https://weeknews.online/wp-content/uploads/2025/04/1744380777_624_ebc.gif" style="width:1px; height:1px; display:inline;"/></p>
<p>Essa versão digital não vai substituir a caderneta de papel. Será uma ferramenta a mais. E os responsáveis poderão inserir as informações no aplicativo. Ir colocando os dados para lembrar de falar com o médico na hora da consulta.</p>
<p>O acesso à Caderneta Digital de Saúde da Criança está disponível no “Meu SUS Digital’. É só fazer o download na Apple Store ou Google Play. É preciso que o responsável e a criança tenham CPF e conta conta gov.br para vincular uma conta à outra. É só clicar em “caderneta da criança”, e depois, “adicionar nova criança” e fazer a validação.<br /> </p>
<p>      <!-- Relacionada --><br />
            <!-- Relacionada -->
    </div>
<p> rilton.pimentel , . </p>
<p>Fonte: <a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/radioagencia-nacional/saude/audio/2025-04/caderneta-de-vacinacao-infantil-agora-esta-no-app-meu-sus-digital">Agencia brasil EBC.</a>.</p>
<p>Fri, 11 Apr 2025 13:39:38 +0000 </p>

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		<title>Estudo mostra que teleconsulta é eficaz no acompanhamento médico</title>
		<link>https://weeknews.online/estudo-mostra-que-teleconsulta-e-eficaz-no-acompanhamento-medico/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[ricardo]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 30 Mar 2025 15:11:28 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Saúde]]></category>
		<category><![CDATA[apenas 22% dos brasileiros com mais de 10 anos de idade têm condições satisfatórias de conectividade]]></category>
		<category><![CDATA[Hospital Alemão Oswaldo Cruz]]></category>
		<category><![CDATA[Into lança serviço de teleconsulta para pacientes que não moram no Rio]]></category>
		<category><![CDATA[Ministério da Saúde]]></category>
		<category><![CDATA[SUS Digital]]></category>
		<category><![CDATA[SUS foi pioneiro na implementação da chamada telessaúde]]></category>
		<category><![CDATA[SUS vai substituir papanicolau por exame mais sensível ainda este ano]]></category>
		<category><![CDATA[telemedicina]]></category>
		<category><![CDATA[Telemedicina é autorizada na rede pública e privada do DF]]></category>
		<category><![CDATA[The Lancet]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://weeknews.online/estudo-mostra-que-teleconsulta-e-eficaz-no-acompanhamento-medico/</guid>

					<description><![CDATA[<p>. Uma consulta médica sem sair de casa, usando apenas o celular ou outro dispositivo eletrônico conectado à internet. Impulsionada pela pandemia, a teleconsulta ganhou espaço e passou a ser vista como uma forma de expandir o acesso e oferecer acompanhamento a pacientes das redes públicas e privadas de saúde. Mas a modalidade é mesmo confiável e eficaz? Estudos em todo o mundo buscam responder a essa pergunta, assim como investigar em que situações deve ou não ser usada. Uma dessas pesquisas investiga a teleconsulta para pacientes com diabetes tipo 2 no sistema público de saúde brasileiro. O trabalho foi conduzido pelo Hospital Alemão Oswaldo Cruz, como parte do Programa de Apoio ao Desenvolvimento Institucional do Sistema Único de Saúde (Proadi-SUS) e foi publicado na revista científica&#8230;</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div class="welcome-container">
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        </a>
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<p>Uma consulta médica sem sair de casa, usando apenas o celular ou outro dispositivo eletrônico conectado à internet. Impulsionada pela pandemia, a teleconsulta ganhou espaço e passou a ser vista como uma forma de expandir o acesso e oferecer acompanhamento a pacientes das redes públicas e privadas de saúde. Mas a modalidade é mesmo confiável e eficaz?<img decoding="async" src="https://weeknews.online/wp-content/uploads/2025/03/1743347487_239_ebc.png" style="width:1px; height:1px; display:inline;"/><img decoding="async" src="https://weeknews.online/wp-content/uploads/2025/03/1743347488_447_ebc.gif" style="width:1px; height:1px; display:inline;"/></p>
<p>Estudos em todo o mundo buscam responder a essa pergunta, assim como investigar em que situações deve ou não ser usada. Uma dessas pesquisas investiga a teleconsulta para pacientes com diabetes tipo 2 no sistema público de saúde brasileiro. O trabalho foi conduzido pelo Hospital Alemão Oswaldo Cruz, como parte do Programa de Apoio ao Desenvolvimento Institucional do Sistema Único de Saúde (Proadi-SUS) e foi publicado na revista científica <a rel="nofollow" target="_blank" href="https://www.thelancet.com/journals/lanam/article/PIIS2667-193X(24)00250-3/fulltext" target="_blank"><em>The Lancet</em></a>.</p>
<p><strong>O estudo compara o acompanhamento de pacientes com diabetes tipo 2 por teleconsultas com endocrinologistas com o mesmo tipo de acompanhamento feito presencialmente por esses profissionais. A conclusão é que as teleconsultas se mostraram tão eficazes quanto os encontros presencias.</strong></p>
<p>“É importante ter um estudo que mostre que realmente está comprovado que a teleconsulta é segura. Dá um embasamento para outros profissionais, para médicos que vão fazer a consulta, para gestores de saúde”, diz uma das autoras do estudo, Daniela Rodrigues.</p>
<p>A gerente de pesquisa do Hospital Alemão Oswaldo Cruz, Rosa Lucchetta, complementa que <strong>o estudo não mostra que a teleconsuta é melhor do que a presencial, mas apenas que é também segura</strong>.</p>
<div class="dnd-widget-wrapper context-medio_4colunas type-image atom-align-left">
<div class="dnd-atom-rendered"><!-- scald=418944:medio_4colunas {"additionalClasses":""} --><br />
            <img decoding="async" src="https://weeknews.online/wp-content/uploads/2025/03/haoc_pegasus_foto_eliasgomesfotografia-011.jpg" alt="Brasília (DF), 27/03/2025 - Estudo mostra que teleconsulta é eficaz no acompanhamento médico. Rosa Lucchetta. Foto: Elias Gomes/Divulgação" title="Elias Gomes/Divulgação"/><br />
        <img decoding="async" src="https://weeknews.online/wp-content/uploads/2025/03/haoc_pegasus_foto_eliasgomesfotografia-011.jpg" alt="Brasília (DF), 27/03/2025 - Estudo mostra que teleconsulta é eficaz no acompanhamento médico. Rosa Lucchetta. Foto: Elias Gomes/Divulgação" title="Elias Gomes/Divulgação"/><br />
    <!-- END scald=418944 --></div>
<div class="dnd-caption-wrapper">
<p> Gerente de pesquisa do Hospital Alemão Oswaldo Cruz, Rosa Lucchetta. <strong>Elias Gomes/Divulgação</strong><!--END copyright=418944--></p>
</div>
</div>
<blockquote>
<p>“A pesquisa teve o objetivo de mostrar que a teleconsulta é tão boa quanto a consulta presencial. A gente não está substituindo [a presencial] por um método mais acessível em que a população pode perder em benefícios de saúde, em segurança do seu tratamento. A gente, em hipótese alguma, está falando que teleconsulta é melhor do que o presencial”, reforça.</p>
</blockquote>
<p>Por meio do Proadi-SUS, hospitais sem fins lucrativos de referência direcionam recursos que seriam pagos em impostos para apoiar e aprimorar o SUS por meio de projetos de capacitação de recursos humanos, pesquisa, avaliação e incorporação de tecnologias, gestão e assistência especializada demandados pelo Ministério da Saúde. Hoje, o programa reúne seis hospitais: Hospital Alemão Oswaldo Cruz, BP – A Beneficência Portuguesa de São Paulo, HCor, Hospital Israelita Albert Einstein, Hospital Moinhos de Vento e Hospital Sírio-Libanês..</p>
<h2>Diabetes e teleconsulta</h2>
<p>O estudo acompanhou 278 pacientes, majoritariamente mulheres (60%), com idades entre 54 e 68 anos. Todos são pacientes do SUS em Joinville (SC). A cidade foi escolhida por possuir uma estrutura de telemedicina no serviço público.</p>
<p>Já a escolha por pesquisar pacientes com diabetes tipo 2, o chamado diabetes mellitus, se deu por conta do número de pessoas que convivem com a doença e pelas consequências, tanto para os pacientes quanto para o sistema de saúde, que a falta de acompanhamento adequado pode gerar.</p>
<p>Segundo a Sociedade Brasileira de Diabetes, existem mais de 13 milhões de pessoas vivendo com a doença no Brasil, o que representa 6,9% da população nacional. Rodrigues explica que a doença exige um acompanhamento constante, algo em que a teleconsulta pode ajudar. Além disso, caso não seja feito o acompanhamento com os cuidados adequados, a doença pode levar a complicações no coração, nas artérias, nos olhos, nos rins e nos nervos. Em casos mais graves, o diabetes pode levar à morte.</p>
<p>“O diabetes é uma doença que, além de aumentar a chance de as pessoas morrerem se não for controlado, tem também um elevado índice de morbidade, ou seja, de gerar complicações. Isso impacta não só na qualidade de vida da pessoa, como também sobrecarrega os sistemas de saúde, público e privado. Então essa foi a condição sensível para ser estudada”, diz Rodrigues.</p>
<p>Puderam participar do estudo pacientes que já estavam em tratamento no SUS. Eles foram distribuídos em dois grupos: um deles teve consultas presenciais, e o outro, teleconsultas. Ambos os grupos tiveram as mesmas quantidades de consultas e foram tratados apenas com medicamentos e exames disponíveis na rede pública. Ao final do estudo, mostrou-se que o acompanhamento remoto com médico especialista foi igualmente eficaz.</p>
<p>O estudo é um dos poucos no mundo, segundo as pesquisadoras, que se trata de um ensaio clínico randomizado, ou seja, os pacientes foram distribuídos nos grupos de forma aleatória, o que confere maior segurança aos resultados.</p>
<blockquote>
<p><strong>“Você tem, na medicina, um procedimento que a gente coloca como o padrão ouro. Indiscutivelmente, é a consulta presencial”</strong>, diz Rodrigues. “Eu penso na teleconsulta como uma maneira de aumentar o acesso. Se a gente imaginar uma população ribeirinha que precisa de uma avaliação do endocrinologista, ela não vai mais precisar se deslocar três, quatro horas, em um barco, para ter acesso”, defende</p>
</blockquote>
<p>A pesquisadora acrescenta que não apenas as populações isoladas são beneficiadas, mas também aqueles que vivem em grandes cidades, que enfrentam congestionamentos e falta de transporte público eficiente, por exemplo.</p>
<h2>Telessaúde</h2>
<p><strong>No Brasil, o <a rel="nofollow" target="_blank" href="https://www.gov.br/saude/pt-br/composicao/seidigi/sus-digital">SUS foi pioneiro na implementação da chamada telessaúde</a>, em 2006, com a criação do Programa Telessaúde Brasil Redes.</strong> Trata-se de uma das principais estratégias do Programa SUS Digital.  </p>
<p>Com a pandemia, o uso de tecnologias passou a ser mais difundido. Em 2022, o Conselho Federal de Medicina (CFM), publicou resolução que define e regulamenta a telemedicina, como forma de serviços médicos mediados por tecnologias de comunicação. “A telemedicina, hoje, é um instrumento de muita importância, dá um acesso a um grupo enorme de pessoas”, diz foi o 1º vice-presidente do CFM, Emmanuel Fortes.</p>
<p><strong>Fortes também defende que a telemedicina não deve substituir totalmente os atendimentos presenciais, mas complementá-los.</strong> “Tem algumas coisas que a mensuração feita à distância não consegue alcançar, como a cor real do paciente e o odor que o paciente exala. Isso tudo tem importância”, diz e ressalta: “Uma emergência tem que ser atendida nos estabelecimentos assistenciais, nos hospitais”.</p>
<p>Ainda segundo Fortes, a telemedicina não deve substituir a alocação de médicos em áreas remotas. “A gente recomenda que a contratação de médicos dê preferência para esses locais mais distantes e remotos”, defende.</p>
<div class="dnd-widget-wrapper context-medio_4colunas type-image atom-align-right">
<div class="dnd-atom-rendered"><!-- scald=418943:medio_4colunas {"additionalClasses":""} --><br />
            <img decoding="async" src="https://weeknews.online/wp-content/uploads/2025/03/54037700478_f0269bda75_o.jpg" alt="Brasília (DF), 27/03/2025 - Estudo mostra que teleconsulta é eficaz no acompanhamento médico. Emmanuel Fortes. Foto: CFM/Divulgação" title="CFM/Divulgação"/><br />
        <img decoding="async" src="https://weeknews.online/wp-content/uploads/2025/03/54037700478_f0269bda75_o.jpg" alt="Brasília (DF), 27/03/2025 - Estudo mostra que teleconsulta é eficaz no acompanhamento médico. Emmanuel Fortes. Foto: CFM/Divulgação" title="CFM/Divulgação"/><br />
    <!-- END scald=418943 --></div>
<p><h6 class="meta"><!--copyright=418943-->1º vice-presidente do Conselho Federal de Medicina, Emmanuel Fortes. <strong>CFM/Divulgação</strong><!--END copyright=418943--></h6>
</p>
</div>
<h2>Integração</h2>
<p>As teleconsultas não são ofertadas de maneira isolada dentro do SUS, fazem parte de uma rede de atendimento, tanto mediada por tecnologia quanto presencial, que envolve as secretariais estaduais e municipais de saúde, além de universidades, que prestam suporte. Segundo a pesquisadora e professora titular da Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz), Ilara Hämmerli, que é Integrante do Grupo temático de Informações em Saúde e População da Associação Brasileira de Saúde Coletiva (Abrasco), o serviço não deve ser ofertado isoladamente.</p>
<blockquote>
<p>“A gente sabe que o médico isolado no seu consultório, seja ele presencial ou mediado pela internet, sozinho, ele ajuda naquele momento, mas ele não dá conta da complexidade os processos de saúde e doença”, diz. Isso porque os atendimentos exigem, muitas vezes, exames e encaminhamentos para atendimentos presenciais, e é necessário que a rede esteja estruturada para essa oferta.</p>
</blockquote>
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            <img decoding="async" src="https://weeknews.online/wp-content/uploads/2025/03/pag_28_ilara_bq.jpg" alt="Brasília (DF), 27/03/2025 - Estudo mostra que teleconsulta é eficaz no acompanhamento médico. Ilara Hämmerli. Foto: Virgínia Damas/Ensp" title="Virgínia Damas/Ensp"/><br />
        <img decoding="async" src="https://weeknews.online/wp-content/uploads/2025/03/pag_28_ilara_bq.jpg" alt="Brasília (DF), 27/03/2025 - Estudo mostra que teleconsulta é eficaz no acompanhamento médico. Ilara Hämmerli. Foto: Virgínia Damas/Ensp" title="Virgínia Damas/Ensp"/><br />
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<p><h6 class="meta">Professora titular da Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz) Ilara Hämmerli. <strong>Virgínia Damas/Ensp</strong><!--END copyright=418945--></h6>
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<p>“A gente tem que garantir, para um projeto de fato cidadão, um processo de fato que respeite a saúde, que cuide da população brasileira, a integralidade da atenção. Ou seja, começa na atenção básica, mas, assim que [o paciente] precisar de um exame ou de alguma coisa, ele tem para onde ser encaminhado. E se ele precisar de uma internação ou de alguma coisa mais complexa, ele tenha garantido o acesso a esse hospital. Esse é o grande desafio, no momento, a integração dos processos de telessaúde no SUS como um todo, garantir essa integralidade da atenção à saúde”, explica.</p>
<p><strong>A viabilidade da telessaúde passa ainda por garantir acesso a tecnologias a toda a população brasileira e também capacitar as pessoas para que saibam usar esses dispositivos de forma eficiente.</strong> Dados do Núcleo de Informação e Coordenação do Ponto BR (NIC.br), mostram que apenas 22% dos brasileiros com mais de 10 anos de idade têm condições satisfatórias de conectividade. </p>
<p>Passa ainda, segundo Hämmerli, por garantir a segurança dos dados dos pacientes e mesmo a segurança nacional, evitando que informações importantes de saúde, exames e diagnósticos sejam compartilhados em aplicativos de grandes empresas de tecnologia, as chamadas <em>Big Techs</em>.</p>
<p>“É uma estratégia de Estado preciosa, mas que a gente precisa entender todas as salvaguardas e tudo que envolve a complexidade desse processo. Não dá para a gente achar que telemedicina ou telessaúde ou saúde digital é apenas botar a infraestrutura de uma operadora de internet, ter um médico ou um profissional de saúde fazendo o atendimento mediado pela tecnologia. Isso é importante, é necessário, mas não é suficiente para dar conta dos desafios complexos que hoje a atenção à saúde requer”, afirma Hämmerli. </p>
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<p><h6 class="meta"><!--copyright=276456-->Médicos realizam atendimento remoto a pacientes que usam sistema público de saúde. &#8211; <strong>Davidyson Damasceno/IGESDF</strong><!--END copyright=276456--></h6>
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<h2>Ministério da Saúde</h2>
<p>De acordo como Ministério da Saúde, a Rede Brasileira de Telessaúde conta com 27 núcleos, chegando a todos os estados brasileiros. <strong>Entre 2023 e 2024 foram realizados aproximadamente 4,6 milhões de teleatendimentos, como teleconsultas, telediagnósticos, emissão de laudos à distância e teleconsultorias entre profissionais. </strong></p>
<p>Os serviços de telessaúde cresceram significativamente desde a pandemia de Covid-19. Na Atenção Especializada à Saúde, o número de consultas aumentou, de 2022 para 2024, 99,8%, saindo de 679.265 para 1.138.828 atendimentos. O número de atendimentos em 2024 superou até mesmo os de 2021 (1.080.318), ano de pandemia. </p>
<p>A pasta tem como meta implantar dois Núcleos de Telessaúde por estado até 2026. Além disso, pretende ampliar o número de Pontos de Telessaúde nos diversos serviços de saúde e em regiões de vazio assistencial; fortalecer a integração entre os serviços remotos e presenciais; e expandir o uso da telessaúde para todas as regiões e perfis populacionais, especialmente os mais vulneráveis.</p>
<p>Segundo o Ministério, a telessaúde “é uma estratégia essencial para ampliar o acesso às ações e serviços de saúde e reduzir desigualdades regionais, levando atendimento e orientação especializada a locais de difícil acesso. Ela complementa o atendimento presencial, ampliando a capacidade resolutiva da rede, sem substituí-la”, diz a pasta em nota.  </p>
<p>Ao todo, o Ministério da Saúde destinou, em 2024, R$ 464 milhões para a transformação digital do SUS, incluindo a expansão da telessaúde, com adesão de 100% dos estados e municípios ao Programa SUS Digital.</p>
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<p> Mariana Tokarnia – Repórter da Agência Brasil , . </p>
<p>Fonte: <a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/saude/noticia/2025-03/estudo-mostra-que-teleconsulta-e-eficaz-no-acompanhamento-medico">Agencia brasil EBC.</a>.</p>
<p>Sun, 30 Mar 2025 11:19:00 -0300 </p>

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