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	<title>Arquivo de Terceirização - WeekNews</title>
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	<title>Arquivo de Terceirização - WeekNews</title>
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		<title>Flávio Dino intima Congresso em 30 dias para esclarecer irregularidades na destinação de emendas</title>
		<link>https://weeknews.online/flavio-dino-intima-congresso-em-30-dias-para-esclarecer-irregularidades-na-destinacao-de-emendas/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[ricardo]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 14 Jul 2026 19:22:07 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Pesquisa e Inovação]]></category>
		<category><![CDATA[Congresso]]></category>
		<category><![CDATA[Economia]]></category>
		<category><![CDATA[Emendas Parlamentares]]></category>
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		<category><![CDATA[Terceirização]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Fonte da imagem: Agência Brasil O ministro Flávio Dino, do Supremo Tribunal Federal (STF), determinou nesta terça-feira (14) que o Congresso Nacional apresente, no prazo de 30 dias, explicações sobre irregularidades na destinação de recursos do orçamento federal por meio de emendas parlamentares. Na decisão, Dino criticou duramente a prática que chamou de “terceirização de emendas”, na qual ex-parlamentares continuam a indicar a aplicação de verbas públicas mesmo sem mandato. A nova ordem judicial ocorre poucos dias após Dino ter determinado o bloqueio de R$ 119 milhões em bens do presidente do PL, Valdemar Costa Neto, e de R$ 6 milhões do ex-deputado e ex-presidente da Câmara Eduardo Cunha. Em ambos os casos, a suspeita é de que os políticos estivessem indicando a destinação de&#8230;</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<figure class="weeknews-ai-media" style="margin:24px 0;max-width:100%;clear:both;"><img loading="lazy" style="max-width:100%;height:auto;display:block;" src="https://weeknews.online/wp-content/uploads/2026/07/monumentos_brasilia_3103201323-1024x512.jpg" alt="Flávio Dino intima Congresso em 30 dias para esclarecer irregularidades na destinação de emendas" decoding="async"><figcaption class="weeknews-ai-credit" style="font-size:13px;line-height:1.45;margin-top:8px;color:#666;text-align:center;">Fonte da imagem: <a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/economia/noticia/2026-07/dino-da-30-dias-para-congresso-explicar-destinacao-de-emendas" target="_blank" rel="nofollow noopener noreferrer">Agência Brasil</a></figcaption></figure>
<p><a style="display:block;" href="https://weeknews.online/" target="_blank" rel="nofollow noopener noreferrer"></p>
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<p>O ministro Flávio Dino, do Supremo Tribunal Federal (STF), determinou nesta terça-feira (14) que o Congresso Nacional apresente, no prazo de 30 dias, explicações sobre irregularidades na destinação de recursos do orçamento federal por meio de emendas parlamentares. Na decisão, Dino criticou duramente a prática que chamou de “terceirização de emendas”, na qual ex-parlamentares continuam a indicar a aplicação de verbas públicas mesmo sem mandato.</p>
<p>A nova ordem judicial ocorre poucos dias após Dino ter determinado o bloqueio de R$ 119 milhões em bens do presidente do PL, Valdemar Costa Neto, e de R$ 6 milhões do ex-deputado e ex-presidente da Câmara Eduardo Cunha. Em ambos os casos, a suspeita é de que os políticos estivessem indicando a destinação de emendas parlamentares mesmo sem ocupar cargos eletivos. Para o ministro, essa conduta “configura-se vício insanável por violação aos princípios da moralidade, legalidade e finalidade”.</p>
<p>Na decisão desta terça, Dino afirmou ser “totalmente anômalo que ex-parlamentares mantenham cotas orçamentárias informais e, diretamente, transmitam ordens para funcionários da Casa Parlamentar”. O ministro também mencionou relatórios do Departamento Nacional de Auditoria do Sistema Único de Saúde (DenaSUS) e da Controladoria-Geral da União (CGU) que apontam irregularidades na aplicação de emendas na área da Saúde.</p>
<p>Dino também determinou que o ministro da Saúde, Alexandre Padilha, o presidente do Conselho Nacional de Secretários de Saúde (Conass) e o presidente do Conselho Nacional de Secretarias Municipais de Saúde (Conasems) prestem esclarecimentos sobre o uso temporário de emendas parlamentares para pagar despesas de custeio, prática considerada irregular.</p>
<p>Outra determinação do ministro foi dirigida à Advocacia-Geral da União (AGU), que terá igualmente 30 dias para informar quais providências está adotando para responsabilizar os envolvidos nas irregularidades identificadas nos relatórios da CGU.</p>
<p>Flávio Dino é o relator de uma Ação de Descumprimento de Preceito Fundamental (ADPF) que trata da necessidade de transparência e rastreabilidade na destinação de emendas parlamentares, conforme exige a Constituição. Desde 2022, o STF vem tomando medidas para coibir o chamado “orçamento secreto”, mecanismo pelo qual recursos eram indicados sem identificação do parlamentar responsável ou do beneficiário final.</p>
<p>As emendas parlamentares são um instrumento constitucional que permite a deputados e senadores indicar a destinação de parte do Orçamento da União. A decisão de Dino busca garantir que esses recursos sejam aplicados de forma legal, moral e transparente, coibindo desvios e a atuação de ex-parlamentares na gestão informal de cotas orçamentárias.</p>
<p>Fonte: <a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/economia/noticia/2026-07/dino-da-30-dias-para-congresso-explicar-destinacao-de-emendas" target="_blank" rel="nofollow noopener noreferrer">Agência Brasil</a>.</p>

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		<title>Pejotização tem impacto nefasto sobre arrecadação, afirma governo</title>
		<link>https://weeknews.online/pejotizacao-tem-impacto-nefasto-sobre-arrecadacao-afirma-governo/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[ricardo]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 16 Apr 2025 17:20:13 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Noticías]]></category>
		<category><![CDATA[CLT]]></category>
		<category><![CDATA[diz procurador]]></category>
		<category><![CDATA[Economia]]></category>
		<category><![CDATA[Justiça do Trabalho]]></category>
		<category><![CDATA[pejotização]]></category>
		<category><![CDATA[PGFN]]></category>
		<category><![CDATA[stf]]></category>
		<category><![CDATA[STF suspende todas as ações do país sobre pejotização de trabalhadores]]></category>
		<category><![CDATA[STF valida lei que permite pejotização de profissionais de beleza]]></category>
		<category><![CDATA[Terceirização]]></category>
		<category><![CDATA[Terceirização não libera “pejotização”]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Feed Últimas. Em parecer enviado ao Supremo Tribunal Federal (STF), a Procuradoria-Geral da Fazenda Nacional (PGFN) alertou que autorizar a chamada pejotização de trabalhadores pode ter “consequências nefastas” sobre a arrecadação fiscal e o custeio da Previdência. A pejotização ocorre quando uma empresa contrata um prestador de serviço como pessoa jurídica com o objetivo de mascarar uma relação trabalhista. Com isso, o trabalhador e o contratante evitam o pagamento de encargos trabalhistas. “Tal artifício aniquilaria o dever que vincula profissionais liberais qualificados ao pagamento de imposto de renda”, frisou a PGFN. “E desfalcaria o caixa da Previdência Social, afastando-se a incidência da contribuição social patronal”, acrescentou o órgão, um dos braços da Advocacia-Geral da União (AGU). Polêmica O fenômeno da pejotização voltou a ganhar destaque&#8230;</p>
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<p><strong>Em parecer enviado ao Supremo Tribunal Federal (STF), a Procuradoria-Geral da Fazenda Nacional (PGFN) alertou que autorizar a chamada pejotização de trabalhadores pode ter “consequências nefastas” sobre a arrecadação fiscal e o custeio da Previdência.</strong><img decoding="async" src="https://weeknews.online/wp-content/uploads/2025/04/1744824013_364_ebc.png" style="width:1px; height:1px; display:inline;"/><img decoding="async" src="https://weeknews.online/wp-content/uploads/2025/04/1744824013_49_ebc.gif" style="width:1px; height:1px; display:inline;"/></p>
<p>A pejotização ocorre quando uma empresa contrata um prestador de serviço como pessoa jurídica com o objetivo de mascarar uma relação trabalhista. Com isso, o trabalhador e o contratante evitam o pagamento de encargos trabalhistas.</p>
<p><strong>“Tal artifício aniquilaria o dever que vincula profissionais liberais qualificados ao pagamento de imposto de renda”, frisou a PGFN. “E desfalcaria o caixa da Previdência Social, afastando-se a incidência da contribuição social patronal”, acrescentou o órgão, um dos braços da Advocacia-Geral da União (AGU).</strong></p>
<h2>Polêmica</h2>
<p><strong>O fenômeno da pejotização voltou a ganhar destaque no noticiário com a decisão do ministro Gilmar Mendes, que, na segunda-feira (14), decidiu suspender o andamento de todos os processos sobre o tema, em todos os tribunais do país. A polêmica, contudo, não é nova para juristas e economistas.</strong></p>
<p>Estudo publicado no ano passado pelo professor Nelson Marconi, da Fundação Getúlio Vargas (FGV), por exemplo, estima que a pejotização teve impacto de R$ 89 bilhões sobre a arrecadação fiscal de 2017, quando foi aprovada a terceirização da atividade-fim das empresas até o fim de 2023.</p>
<p>O economista estimou que esse impacto pode superar os R$ 380 bilhões caso a pejotização avance e venha a alcançar a metade dos trabalhadores com carteira assinada.</p>
<p>“Assim, ressaltamos que a perda de receita decorrente da pejotização causa impacto relevante nas contas públicas. É um importante aspecto a considerar quando são analisados os efeitos da flexibilização ampla pretendida para o mercado de trabalho na direção de possibilitar situações de violação à legislação trabalhista”, assegurou Marconi no estudo.</p>
<h2>Motivação fiscal</h2>
<p>No parecer enviado ao Supremo sobre o tema, a Procuradoria-Geral da Fazenda Nacional alertou que a pejotização afeta, sobretudo, trabalhadores mais qualificados, de maior salário, o que potencializa o impacto fiscal e previdenciário desse tipo de fraude contratual. </p>
<p>Isso porque tais profissionais podem deixar de pagar o Imposto de Renda e seus contratantes não precisam fazer os recolhimentos usuais para a Previdência Social.</p>
<p>“Tal artifício aniquilaria o dever que vincula profissionais liberais qualificados ao pagamento do Imposto de Renda – a tributação de tais empresas unipessoais tende a ocorrer, de forma extraordinariamente favorecida, no âmbito do Simples Nacional, ao mesmo tempo em que são isentos os dividendos e lucros distribuídos ao controlador – e desfalcaria o caixa da Previdência Social, afastando-se da incidência da contribuição social patronal”, explicou o procurador da Fazenda Carlos de Araújo Moreira, que assina a manifestação da PGFN.</p>
<blockquote>
<p>O parecer do órgão foi enviado ao Supremo Tribunal Federal (foto) em abril de 2023, num processo em que um trabalhador buscava, no STF, reverter decisão que negou o vínculo empregatício dele com uma empresa de telecomunicações.</p>
</blockquote>
<p>“Para evitar tais consequências nefastas, entende a União que a livre iniciativa, no direito do trabalho, deve ser compatibilizada com o estrito respeito e cumprimento do disposto nos artigos 3º, 9º e 442º, todos da Consolidação das Leis Trabalhistas (CLT), preservando-se o princípio da verdade real na justiça do trabalho”, opinou a PGFN.</p>
<h2>Entenda</h2>
<p><strong>A polêmica sobre a pejotização é alvo de embates no Supremo ao menos desde 2018, quando o plenário decidiu, por maioria, autorizar empresas a contratarem terceirizados para suas atividades-fim, e não só para áreas de apoio como limpeza, contabilidade ou vigilância.</strong></p>
<p>Com essa decisão, diferentes empresas passaram a abrir centenas de processos no Supremo, alegando que os vínculos de trabalho formal reivindicados por supostos funcionários são indevidos, uma vez que os serviços foram prestados sob contratos regulares de terceirização.</p>
<p><strong>Desde então, milhares de decisões foram proferidas por diferentes ministros do STF para derrubar vínculos de trabalho formal que haviam sido reconhecidos pela Justiça do Trabalho. </strong></p>
<p><strong>No despacho de segunda-feira, Gilmar Mendes reclamou do “reiterado descumprimento” da decisão em que o Supremo autorizou a terceirização.</strong></p>
<p>      <!-- Relacionada --></p>
<p>            <!-- Relacionada -->
    </div>
<p> Felipe Pontes &#8211; Repórter da Agência Brasil , Feed Últimas. </p>
<p>Fonte: <a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/economia/noticia/2025-04/pejotizacao-tem-impacto-nefasto-sobre-arrecadacao-afirma-governo">Agencia brasil EBC.</a>.</p>
<p>Wed, 16 Apr 2025 14:08:00 -0300 </p>

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			</item>
		<item>
		<title>SP: Justiça suspende projeto de terceirização da gestão de escolas</title>
		<link>https://weeknews.online/sp-justica-suspende-projeto-de-terceirizacao-da-gestao-de-escolas/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[ricardo]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 13 Mar 2025 20:46:25 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Educação]]></category>
		<category><![CDATA[Baixar]]></category>
		<category><![CDATA[escolas]]></category>
		<category><![CDATA[Tarcísio de Freitas]]></category>
		<category><![CDATA[Terceirização]]></category>
		<category><![CDATA[TJSP]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>. Uma decisão liminar do Tribunal de Justiça de São Paulo suspendeu o projeto de terceirização da gestão das escolas públicas estaduais paulistas, e anulou os dois leilões realizados pelo governo Tarcísio de Freitas no fim do ano passado. Para o juiz Manuel Pires, da Vara de Fazenda Pública, a iniciativa compromete a autonomia pedagógica e a própria Constituição Federal. Em outubro e novembro do ano passado, o governador realizou dois leilões para entregar 33 novas escolas estaduais para serem construídas e mantidas pela iniciativa privada. E ainda este ano, a gestão estadual planeja terceirizar mais de 140 unidades já em funcionamento na cidade de São Paulo. O governo estadual justifica que a terceirização não interfere na autonomia pedagógica, ou seja, no ensino. E que a responsabilidade&#8230;</p>
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<p>Uma decisão liminar do Tribunal de Justiça de São Paulo suspendeu o projeto de terceirização da gestão das escolas públicas estaduais paulistas, e anulou os dois leilões realizados pelo governo Tarcísio de Freitas no fim do ano passado. Para o juiz Manuel Pires, da Vara de Fazenda Pública, a iniciativa compromete a autonomia pedagógica e a própria Constituição Federal.<br /> <br />Em outubro e novembro do ano passado, o governador realizou dois leilões para entregar 33 novas escolas estaduais para serem construídas e mantidas pela iniciativa privada. E ainda este ano, a gestão estadual planeja terceirizar mais de 140 unidades já em funcionamento na cidade de São Paulo.<br /> <br />O governo estadual justifica que a terceirização não interfere na autonomia pedagógica, ou seja, no ensino. E que a responsabilidade dos consórcios é apenas sobre a infraestrutura e a contratação de funcionários para atividades como limpeza e manutenção.<br /> <img decoding="async" src="https://weeknews.online/wp-content/uploads/2025/03/1741898784_330_ebc.png" style="width:1px; height:1px; display:inline;"/><img decoding="async" src="https://weeknews.online/wp-content/uploads/2025/03/1741898785_991_ebc.gif" style="width:1px; height:1px; display:inline;"/></p>
<p>      <!-- Relacionada --><br />
            <!-- Relacionada -->
    </div>
<p> rilton.pimentel , . </p>
<p>Fonte: <a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/radioagencia-nacional/educacao/audio/2025-03/sp-justica-suspende-projeto-de-terceirizacao-da-gestao-de-escolas">Agencia brasil EBC.</a>.</p>
<p>Thu, 13 Mar 2025 18:43:30 +0000 </p>

<p>O post <a href="https://weeknews.online/sp-justica-suspende-projeto-de-terceirizacao-da-gestao-de-escolas/">SP: Justiça suspende projeto de terceirização da gestão de escolas</a> apareceu primeiro em <a href="https://weeknews.online">WeekNews</a>.</p>
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