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	<title>Arquivo de Vale do Café celebra 70 anos de Mestra Fatinha e encontro dos Jongos - WeekNews</title>
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	<title>Arquivo de Vale do Café celebra 70 anos de Mestra Fatinha e encontro dos Jongos - WeekNews</title>
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		<title>Milhares de mulheres negras ocupam Copacabana em marcha por reparação e bem-viver</title>
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		<dc:creator><![CDATA[ricardo]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 26 Jul 2026 20:46:08 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Pesquisa e Inovação]]></category>
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		<category><![CDATA[Flip: Angela Davis cita pensadores brasileiros e critica gentrificação]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Fonte da imagem: Agência Brasil Milhares de mulheres negras tomaram a orla de Copacabana, no Rio de Janeiro, neste domingo (26), na 12ª edição da Marcha das Mulheres Negras do Rio de Janeiro. Com o tema &#8220;Em defesa da democracia, contra o racismo, pela reparação e pelo bem viver&#8221;, o ato cobrou políticas públicas que enfrentem as desigualdades históricas e o racismo, promovendo justiça social e condições dignas de vida para a população negra. A marcha ocorreu um dia após o Dia Internacional da Mulher Negra Latino-Americana e Caribenha e o Dia Nacional de Tereza de Benguela, celebrados no sábado (25). A data deu o tom de resistência e luta, reunindo famílias inteiras, lideranças comunitárias e ativistas. Clátia Vieira, coordenadora do Fórum Estadual de Mulheres&#8230;</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<figure class="weeknews-ai-media" style="margin:24px 0;max-width:100%;clear:both;"><img loading="lazy" style="max-width:100%;height:auto;display:block;" src="https://weeknews.online/wp-content/uploads/2026/07/rbr1828-1024x512.jpg" alt="Milhares de mulheres negras ocupam Copacabana em marcha por reparação e bem-viver" decoding="async"><figcaption class="weeknews-ai-credit" style="font-size:13px;line-height:1.45;margin-top:8px;color:#666;text-align:center;">Fonte da imagem: <a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/direitos-humanos/noticia/2026-07/mulheres-negras-marcham-no-rio-por-direitos-e-pelo-bem-viver" target="_blank" rel="nofollow noopener noreferrer">Agência Brasil</a></figcaption></figure>
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<p>Milhares de mulheres negras tomaram a orla de Copacabana, no Rio de Janeiro, neste domingo (26), na 12ª edição da Marcha das Mulheres Negras do Rio de Janeiro. Com o tema &#8220;Em defesa da democracia, contra o racismo, pela reparação e pelo bem viver&#8221;, o ato cobrou políticas públicas que enfrentem as desigualdades históricas e o racismo, promovendo justiça social e condições dignas de vida para a população negra.</p>
<p>A marcha ocorreu um dia após o Dia Internacional da Mulher Negra Latino-Americana e Caribenha e o Dia Nacional de Tereza de Benguela, celebrados no sábado (25). A data deu o tom de resistência e luta, reunindo famílias inteiras, lideranças comunitárias e ativistas.</p>
<p>Clátia Vieira, coordenadora do Fórum Estadual de Mulheres Negras do Rio de Janeiro, destacou que o bem-viver é o objetivo final e que ele só será alcançado com medidas de reparação. &#8220;Primeiro, fazer escuta das mulheres negras, e segundo, colocar o racismo como pauta estrutural da sociedade. A conexão do racismo com o capitalismo que mata as mulheres negras, que desemprega, que faz com que elas vivam uma instabilidade econômica, política e social&#8221;, afirmou.</p>
<p>A educadora Bárbara Carine participou da marcha com toda a família e ressaltou a importância de inserir as crianças nos espaços de mobilização. &#8220;Eu acredito que a política está no processo de entender quem nós somos, os nossos direitos, e o quão longe nós ainda estamos de onde a gente deveria estar. A marcha é um momento de pensar tanto os nossos avanços históricos, de celebrar nossa caminhada, mas principalmente olhar para um futuro de bem-viver. A gente quer passar das pautas de sobrevivência&#8221;, disse.</p>
<p>A vereadora Marielle Franco, assassinada em 2018 em crime de motivação política, foi lembrada em faixas, camisetas e discursos. Sua mãe, Marinete Silva, esteve presente no ato. &#8220;A Marielle esteve na marcha em 2017 e tinha que estar hoje aqui, nas ruas com as mulheres negras. Ela foi tombada mas não nos deixa calar. A participação política das mulheres é essencial e também era um projeto dela. Então é importante que a gente venha&#8221;, declarou Marinete.</p>
<p>Ao longo do percurso, as falas políticas foram intercaladas por apresentações artísticas de grupos como Afrolaje, Angoleiras e Obara Ylê de Ouro, que celebraram a ancestralidade, a resistência e a produção cultural negra. A música e a dança deram o tom de festa e afirmação identitária.</p>
<p>O casal Cinthia Garcia e Laísse Santos, que trabalha com afroturismo em Maricá, participou da marcha e destacou o sentimento de pertencimento. &#8220;Se tivesse uma palavra para resumir a nossa presença aqui hoje é pertencimento&#8221;, afirmou Laísse. Cinthia completou: &#8220;A marcha também é pelo direito da gente existir sendo quem a gente é. Usar os nossos cabelos, não ser criticada pela roupa que a gente veste, pelo turbante que a gente usa. Usa com orgulho os nossos elementos ancestrais&#8221;.</p>
<p>As duas também reforçaram que o racismo se manifesta no apagamento das contribuições da população negra para o desenvolvimento do país. &#8220;A cidade sempre é apresentada a partir da presença de pessoas brancas importantes, mas pouco se fala de quem realmente construiu a cidade, quem foram as mãos que construíram, de quem foi a tecnologia e a nossa luta é de resgate dessas histórias invisibilizadas&#8221;, complementou Cinthia.</p>
<p>A marcha deste ano reafirmou a necessidade de políticas públicas que enfrentem o racismo estrutural e promovam a reparação histórica, combinando denúncia, celebração e reivindicação por um futuro de bem-viver para as mulheres negras.</p>
<p>Fonte: <a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/direitos-humanos/noticia/2026-07/mulheres-negras-marcham-no-rio-por-direitos-e-pelo-bem-viver" target="_blank" rel="nofollow noopener noreferrer">Agência Brasil</a>.</p>

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