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O Centro Cultural Justiça Federal (CCJF), localizado no centro do Rio de Janeiro, passa a contar, a partir desta quinta-feira (27), com uma nova sala multimídia dedicada à exibição gratuita de vídeos do projeto Tá na História. A iniciativa digital, conhecida pela divulgação de conteúdos históricos, reúne no novo espaço 40 dos vídeos mais assistidos de seu acervo, que soma mais de 3 mil produções, a maioria delas criadas originalmente para redes sociais.
A programação da sala está organizada em quatro blocos temáticos: Segredos do Centro Histórico e Arquitetura; Origens, Ditados e Expressões Cariocas; Mistérios, Crimes e Casos Reais; e Personagens Marcantes e Biografias. Segundo Fernanda Arouca, cofundadora do Tá na História, os vídeos abordam diferentes aspectos da cidade, como a arquitetura do centro, expressões cariocas, casos reais e figuras históricas. Ela cita, entre os conteúdos, histórias sobre a Confeitaria Colombo, a origem da expressão “o cliente sempre tem razão”, a Lapa, o Vidigal e a trajetória de Madame Satã, além de narrativas sobre clubes de futebol cariocas.
A inauguração da sala também marca o início da Oficina de Produção Tá na História, um curso gratuito com duração de seis meses voltado à criação de conteúdo para pessoas em situação de vulnerabilidade social. A novidade integra as comemorações dos 10 anos do projeto Tá na História e dos 25 anos do CCJF.
Fernanda Arouca destacou a satisfação com a chegada do projeto a uma instituição cultural de relevância como o CCJF e afirmou que a expectativa é receber tanto quem já acompanha o trabalho nas redes sociais quanto pessoas que terão o primeiro contato com o conteúdo no novo espaço.
O projeto Tá na História também pode ser acompanhado pelo perfil no Instagram @tanahistoria e pelo site tanahistoria.com.br.
Análise WeekNews: A instalação da sala multimídia amplia o alcance do projeto Tá na História, que até então concentrava sua atuação no ambiente digital. Ao levar parte do acervo para um espaço físico de acesso gratuito, a iniciativa tende a atingir um público que não acompanha o conteúdo nas redes sociais, reforçando o papel do CCJF como ponto de difusão cultural no centro da cidade. A oferta simultânea de uma oficina gratuita voltada a pessoas em situação de vulnerabilidade também sugere uma preocupação em aliar a divulgação histórica à formação e à inclusão social.
Fonte: Agência Brasil.
