
Page Six.
O chefe de segurança de longa data de Dolly Parton, Nate Grant, afirmou que as mensagens de texto apontadas como ameaçadoras em uma ação judicial foram tiradas de contexto. Segundo ele, o conteúdo tinha o objetivo de proteger as propriedades e os interesses comerciais da artista, e não de ameaçá-los. A defesa de Grant pede a extinção do processo.
Grant é sobrinho de Dolly Parton e ocupa o cargo de chefe de segurança da cantora há anos. Ele é apontado como autor de mensagens de texto que, no processo, são tratadas como ameaças. Na versão apresentada por sua defesa, as mensagens foram interpretadas de forma equivocada e precisam ser lidas dentro do contexto em que foram enviadas.
De acordo com a argumentação de Grant, seu trabalho sempre esteve voltado à proteção do patrimônio e dos negócios de Parton. Ele sustenta que as comunicações faziam parte dessa função e que não havia intenção de ameaçar as propriedades ou os interesses comerciais da tia. Por isso, seus advogados pedem que a ação seja encerrada.
O caso corre na Justiça e envolve uma disputa jurídica em torno dessas mensagens. A defesa de Grant busca a extinção da ação antes que o mérito seja julgado, com base no argumento de que o conteúdo foi retirado de seu contexto original. Não há, no material disponível, informações sobre datas de audiências, valores envolvidos ou outros detalhes processuais.
Análise WeekNews: A defesa de Nate Grant se concentra em um ponto específico: o contexto das mensagens. Ao afirmar que elas foram tiradas de contexto e que visavam proteger os interesses de Dolly Parton, a estratégia jurídica busca desqualificar a interpretação apresentada na ação. O pedido de extinção do processo indica que a discussão, neste momento, gira em torno da validade da própria acusação, e não do conteúdo das mensagens em si.
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Fonte: pagesix.com.
Page Six.
2026-10-13 20:09:00

