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O embaixador dos Estados Unidos na Organização das Nações Unidas, Mike Waltz, afirmou que um diplomata cubano empurrou um integrante de sua equipe, arrancou o telefone de sua mão e tentou pressionar funcionários da ONU a cortar seu microfone durante um discurso na Assembleia Geral. Segundo Waltz, o episódio ocorreu enquanto ele discursava criticando o governo de Cuba, e o diplomata acabou sendo enviado de volta à ilha em um voo só de ida.
Em entrevista ao programa “The Sunday Briefing”, Waltz relatou que a situação quase se tornou física. “Achei que ia acontecer”, disse o embaixador, que atribuiu ao secretário de Estado, Marco Rubio, a decisão de expulsar o diplomata. “O sujeito que colocamos em um voo só de ida de volta ao seu país em ruínas empurrou um dos meus funcionários, arrancou o telefone da mão dele, estava tentando intimidar a equipe da ONU para cortar meu microfone. Então, o ministro das Relações Exteriores deles se levantou da cadeira e avançou em direção ao pódio.”
O chanceler cubano, Bruno Rodríguez Parrilla, aproximou-se do pódio e tentou interromper a fala de Waltz, que acusava o governo cubano de enriquecer seus líderes enquanto a população sofria. “Se eles fazem isso no plenário da ONU, diante de diplomatas, diante do mundo, imagine o que fazem com o pobre povo cubano a portas fechadas”, afirmou o embaixador.
Durante o discurso, Waltz exibia fotos que, segundo ele, mostravam a ilha particular e o jato de luxo do falecido ex-presidente Fidel Castro, além de relógios Rolex, férias de luxo e iates usados por líderes atuais do regime. “Eles usam a ONU, tentam usá-la para promover sua propaganda e nos culpar. Não vamos aceitar isso, e rebatemos, quase literalmente”, declarou.
Para sustentar as acusações, o embaixador citou um relatório de 100 páginas assinado por Rubio, intitulado “Cuba: A Capital do Comunismo do Século 21”, que acusa o governo cubano de operar ações de espionagem e influência nos Estados Unidos. Waltz disse que o regime “vem exportando o comunismo e sua ideologia marxista por meio de grupos de esquerda e políticos atuais aqui nos Estados Unidos” e atribuiu boa parte da instabilidade no país aos “67 anos de convivência com Havana”.
Ao final, o embaixador fez uma previsão sobre o futuro da nação caribenha: “Acredito que o povo cubano verá a liberdade durante o mandato do presidente Trump, e vou deixar por isso mesmo”.
Análise WeekNews: O relato de Waltz transforma um confronto protocolar na ONU em argumento político contra Havana, ao vincular o episódio à tese de que o governo cubano age com hostilidade também em foros multilaterais. A expulsão do diplomata, atribuída a Rubio, e a menção ao relatório sobre espionagem indicam que a administração americana usa o ocorrido para reforçar sua narrativa de pressão sobre a ilha, enquanto a previsão sobre liberdade no mandato de Trump sinaliza que o tema deve permanecer na agenda pública.
Leia mais aqui em inglês: https://www.foxnews.com/media/mike-waltz-reveals-cuban-diplomat-shoved-us-staffer-slapped-phone-explosive-un-clash.
Fonte: Fox News.
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2026-11-01 16:06:00

