
World Soccer Talk.
Raphinha marcou duas vezes na vitória do Barcelona por 3 a 0 sobre o Aston Villa, nesta rodada da Champions League, e alcançou 23 gols pelo clube na competição europeia. O número o coloca à frente de Neymar (21) e Rivaldo (22) e o empata com Robert Lewandowski na terceira posição entre os maiores artilheiros do Barcelona no torneio. Segundo estatísticas de Mister Chip, o brasileiro se tornou o maior goleador do país na história do clube na Champions e chegou ao mesmo total do polonês com duas partidas a menos.
O primeiro gol saiu aos 52 minutos, após passe de Fermin Lopez: Raphinha usou o drible curto para abrir espaço e finalizou no canto. Doze minutos depois, recebeu cruzamento de João Cancelo com a parte externa do pé e completou de perto. Os dois tentos encerraram a invencibilidade do Aston Villa na fase de grupos e deram ao time de Hansi Flick uma resposta após a derrota anterior para o Paris Saint-Germain. Na temporada, o atacante de 29 anos soma 19 gols e três assistências em 13 jogos por todas as competições.
Antes disso, Lamine Yamal abriu o placar aos sete minutos, depois de João Gomes perder a bola dentro da própria área. O jovem de 19 anos finalizou com calma na saída do goleiro Zion Suzuki e chegou a 14 gols na Champions, superando o recorde anterior de Kylian Mbappé, que havia marcado 13 vezes ainda como adolescente. O Villa criou chances na sequência, mas o Barcelona assumiu o controle com a pressão e a qualidade no terço final.
Apesar do avanço de Raphinha, a liderança do ranking histórico do clube na Champions segue distante. Luis Suárez é o segundo, com 25 gols, enquanto Lionel Messi acumula 120 gols em 149 partidas. Para igualar o argentino, o brasileiro precisaria marcar mais 97 vezes. A partida também teve significado emocional além do futebol, em razão da morte do atacante Jesús De Miguel, do Tenerife.
Análise WeekNews: Os 23 gols de Raphinha em menos jogos que Lewandowski indicam eficiência acima da média no atual elenco e reforçam seu peso ofensivo sob o comando de Flick, que o tem utilizado em função mais central e até como falso nove. A distância para Messi, porém, mostra que o recorde histórico do clube na Champions é um patamar de outra dimensão e não deve ser tratado como meta próxima.
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Fonte: World Soccer Talk.
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2026-11-04 12:44:00
