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O Centro de Eventos do Ceará, em Fortaleza, recebe a partir desta quinta-feira (5) a 10ª Feira do Conhecimento, que segue até sábado com mais de 190 expositores e expectativa de cerca de 30 mil visitantes. A programação é gratuita e ocupa 9 mil metros quadrados, com mais de 80 horas de conteúdo.
O tema comemorativo desta edição é “Há 10 edições, o conhecimento não para”. Já a temática do ano é “Ciência Delas”, voltada a destacar a participação feminina na produção do conhecimento. As atividades incluem ações, dinâmicas e demonstrações nas áreas de ciência, tecnologia, inovação, empreendedorismo, cultura e entretenimento.
A abertura oficial terá apresentação do maestro Poty Fontenelle, que retorna ao palco da feira com um número que une música e tecnologia em uma experiência imersiva criada para a ocasião.
A estrutura está dividida em quatro eixos. O Espaço Pop reúne museus científicos, planetários, ciência itinerante, o Ciência Delas, o Ceará Faz Ciência e o Salão do Inventor, entre outros espaços. A área Tech concentra atrações como Arena Games, E-Sports, Robótica, Drone e o Museu Bojogá.
O eixo Conexão é voltado ao empreendedorismo e à aproximação entre talentos, startups, empresas e investidores, com rodadas de negócios. Já o espaço Vitrine apresenta projetos, descobertas, tecnologias e soluções desenvolvidas por universidades, institutos e centros de pesquisa do Ceará.
A Arena Conhecimento deve receber a escritora e empresária Nath Finanças, a autora e criadora de conteúdo Giuliana Mafra e a apresentadora gamer Nyvi Estephan. O encerramento fica com o espetáculo “Ciência em Show – Espetáculo Loucos por Ciência”, que apresenta conceitos científicos de forma lúdica e interativa.
Informações para participantes e visitantes estão disponíveis no site feiradoconhecimento.com.br.
Análise WeekNews: A dez edição consecutiva e a expectativa de 30 mil visitantes em um espaço de 9 mil metros quadrados indicam que a feira se consolidou como vitrine da produção científica cearense. A escolha do tema “Ciência Delas” e a presença de nomes ligados à comunicação digital e ao universo gamer sugerem uma tentativa de aproximar a ciência de públicos jovens, sem abandonar os eixos tradicionais de pesquisa e inovação representados pelas universidades e institutos.
Fonte: Agência Brasil.
