Brasil lidera quadro de medalhas no Grand Prix de parataekwondo em Paris com seis pódios

Brasil lidera quadro de medalhas no Grand Prix de parataekwondo em Paris com seis pódios
Fonte da imagem: Agência Brasil


A seleção brasileira de parataekwondo encerrou nesta quinta-feira (8) a etapa do Grand Prix de Paris, na França, na liderança do quadro de medalhas, com seis conquistas: dois ouros, três pratas e um bronze. O desempenho é o melhor do país desde o início da competição, que distribui até 60 pontos no ranking mundial para os atletas que sobem ao pódio.

O ouro mais simbólico veio com Ana Carolina Moura. A mineira, campeã paralímpica em Paris 2024, reeditou a final dos Jogos na categoria até 65 quilos feminina contra a anfitriã Djelika Diallo e voltou a vencer por 2 rounds a 0.

Na categoria até 57 kg, o Brasil fez uma decisão totalmente nacional. A paraibana Silvana Cardoso superou a gaúcha Maria Eduarda Stumpf por 2 rounds a 0 e ficou com o ouro, enquanto Stumpf garantiu a prata.

As outras duas pratas vieram nas categorias até 70 kg e até 80 kg. Natural do Rio de Janeiro, Valter Sedano subiu ao pódio após perder a final para o mexicano Juan Diego García López por 2 rounds a 0. Já o paraibano Valter Sedano ficou com a prata ao ser derrotado pelo cazaque Nurlan Dombayev, também por 2 rounds a 0.

O bronze foi conquistado pelo paranaense Gustavo Antony Ruppel nos 58 kg. Ele saiu na frente na semifinal contra o israelense Asaf Yasur, que virou o combate por 2 rounds a 1 e terminou campeão da categoria.

O resultado em Paris supera as etapas anteriores do Grand Prix. Na primeira, em Roma, na Itália, o Brasil faturou um ouro e uma prata. Na etapa seguinte, em Muju, na Coreia do Sul, foram mais quatro pódios: um ouro, uma prata e dois bronzes.

A seleção brasileira volta a competir no Mundial, de 20 a 22 de novembro, em Muju, na Coreia do Sul. Depois, em 28 de novembro, o país disputa a quarta e última etapa do Grand Prix, em Astana, no Cazaquistão.

Análise WeekNews: A liderança do quadro de medalhas em Paris representa o melhor desempenho brasileiro na história do Grand Prix, segundo o próprio material. O resultado reforça a consistência do país na modalidade, especialmente na base feminina, com Ana Carolina Moura repetindo sobre Djelika Diallo o resultado da final paralímpica de Paris 2024, e com uma decisão 100% brasileira na categoria até 57 kg. A sequência de etapas internacionais, com o Mundial e a última parada do Grand Prix em novembro, oferece ao Brasil novas oportunidades de somar pontos no ranking mundial.

Fonte: Agência Brasil.

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