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As eleições de meio de mandato nos Estados Unidos tiveram início oficialmente com o envio das primeiras cédulas pelo correio na Carolina do Norte, estado localizado na costa leste do país. O processo ocorre em meio a uma disputa judicial sobre as regras do voto à distância.
O presidente Donald Trump voltou a pedir que a Suprema Corte adote medidas mais rígidas para o voto enviado pelo serviço postal americano, incluindo a exigência de códigos de barras nos envelopes. O tribunal chegou a aceitar parcialmente as mudanças, mas uma juíza federal bloqueou a implementação, argumentando que não há tempo hábil para ajustar o sistema antes da votação.
A votação presencial está marcada para 3 de novembro em todo o país. Os eleitores americanos escolherão todos os membros da Câmara dos Deputados e um terço das cadeiras do Senado.
Em outra frente, a Assembleia Geral da ONU aprovou uma resolução que prevê a revisão do mapa-múndi para corrigir distorções na representação de continentes como a África. A proposta, liderada por países africanos, defende o uso de uma projeção cartográfica chamada ‘Terra em Igualdade’. A medida recebeu 164 votos a favor, um contra e seis abstenções. Os Estados Unidos foram o único país a votar contra. A resolução não tem caráter vinculativo e não afeta o uso do mapa para fins de navegação.
Análise WeekNews: A decisão da juíza federal de bloquear as mudanças nas regras do voto pelo correio, mesmo após a Suprema Corte ter aceito parcialmente as alterações, sugere uma tensão entre os poderes sobre a condução do processo eleitoral. A proximidade da data da votação tende a tornar qualquer modificação de última hora arriscada, o que pode indicar que as regras atuais prevalecerão no pleito de novembro.
Fonte: Agência Brasil.
