
Latest & Breaking News on Fox News.
A colunista Nancy Armour, da USA Today, publicou nesta terça-feira um artigo em que afirma que o esporte americano aceita o dinheiro das mulheres, mas não quer mulheres em seu espaço nem as trata com “o mínimo de decência”. A tese é sustentada por três exemplos: um anúncio de apostas esportivas estrelado por Sydney Sweeney, uma piada do quarterback Arch Manning sobre um vídeo de IA e uma renderização arquitetônica de uma futura arena da Filadélfia que quase não incluía mulheres.
O caso da arena é o mais frágil dos três. A imagem, uma renderização do futuro ginásio da cidade, foi substituída em dois dias, e o prédio abrigará a equipe de WNBA da Filadélfia. Para os críticos da colunista, tratar esse episódio como prova de que mulheres não são bem-vindas no esporte esvazia o próprio conceito de evidência.
O anúncio da Novig, empresa de mercado de previsões esportivas, também é contestado. Armour escreveu que “uma empresa de apostas diz às mulheres que seu único lugar no esporte é como objeto sexualizado”. O anúncio, porém, não menciona atletas, torcedoras, narradoras ou o esporte feminino. A peça usa o apelo sexual de Sweeney para promover um produto de apostas, cujo público principal é masculino. Segundo o CEO da Novig, Jacob Fortinsky, foi a própria Sweeney quem procurou a empresa, possui participação acionária nela e conduziu boa parte dos “visuais e da mensagem” da campanha. Fortinsky defendeu publicamente o anúncio, atribuiu o conceito à atriz e disse estar satisfeito com a resposta do público — o que contradiz a afirmação de Armour de que a empresa teria “recuado” diante das críticas.
A colunista também antecipou a comparação com atletas que posaram nuas, como no famoso “Body Issue” da ESPN, argumentando que nesses casos os corpos são “produto de anos de trabalho e treino” e devem ser admirados por suas conquistas, não “olhados por gratificação sexual”. Para os críticos, ao definir quais corpos femininos merecem ser exibidos e quais são apenas objetificação, Armour se coloca como árbitra das escolhas das mulheres.
O terceiro exemplo envolve Arch Manning, de Texas. Após a virada sobre Ohio State, o quarterback foi questionado se havia visto edições de fãs sobre o jogo e citou um vídeo de IA que simula o técnico Steve Sarkisian dando um tapa na repórter Holly Rowe. “É hilário”, disse Manning, rindo. O vídeo parodia um momento pós-jogo em que Rowe tentou entrevistar Sarkisian, que gritou “Texas fight”, fez o sinal da universidade e saiu para comemorar com o time; a repórter reagiu erguendo as mãos e revirando os olhos. A universidade afirmou que problemas técnicos nos equipamentos da ESPN contribuíram para a entrevista fracassada, e um episódio semelhante no intervalo teria sido contornado com paciência pelo treinador, segundo a repórter Laura Rutledge.
Manning pediu desculpas públicas, conversou em particular com Rowe e foi perdoado por ela. Mesmo assim, Armour escreveu que o pedido de desculpas “não importa”, porque “o dano já estava feito”.
Análise WeekNews: o artigo de Armour transforma três episódios distintos — uma peça publicitária de uma empresa privada, uma reação espontânea de um atleta a uma paródia e uma imagem institucional rapidamente corrigida — em uma acusação única contra o esporte americano. A inconsistência entre condenar o uso do corpo de Sweeney e aprovar a nudez de atletas, com base em um critério próprio sobre quais corpos merecem ser vistos, enfraquece o argumento central. O caso expõe menos um problema estrutural do esporte e mais a dificuldade de sustentar a tese quando os exemplos disponíveis não a confirmam.
Leia mais aqui em inglês: https://www.foxnews.com/outkick-sports/ridiculous-usa-today-column-proves-demand-misogyny-sports-exceeds-supply.
Fonte: Fox News.
Latest & Breaking News on Fox News.
2026-09-17 04:48:00

