
Os eleitores que vão às urnas neste domingo (25), no segundo turno das eleições de 2026, podem usar o e-Título, versão digital do título de eleitor, para se identificar nos locais de votação. O aplicativo da Justiça Eleitoral é aceito desde que exiba a foto do eleitor. O uso não é obrigatório, mas o recurso reúne informações úteis para o dia da votação, como o local onde o eleitor deve comparecer.
A identificação nos cartórios eleitorais é feita pela conferência de documentos oficiais com foto, físicos ou digitais. Além do e-Título com foto, são aceitos carteira de identidade, identidade social, passaporte, carteira de categoria profissional reconhecida por lei, certificado de reservista, carteira de trabalho física e Carteira Nacional de Habilitação (CNH). Quem não levou o título de eleitor também pode votar, desde que apresente um desses documentos.
O download do e-Título é gratuito e está disponível na AppStore e na Google Play Store. Antes de instalar, o eleitor deve confirmar se o aplicativo aparece como “e-Título – Justiça Eleitoral Brasileira”. Após abrir o app, é preciso informar nome completo, data de nascimento, CPF ou número do título de eleitor e o nome dos pais. Em seguida, o usuário responde a perguntas de segurança e cria uma senha.
Os dados informados precisam ser exatamente iguais aos registrados no último atendimento na Justiça Eleitoral. Se houver divergência, o documento digital não será validado. O aplicativo também pode solicitar reconhecimento facial, feito pela câmera do celular.
Além da identificação, o e-Título permite consultar o local de votação, emitir certidões eleitorais e justificar a ausência às urnas.
Análise WeekNews: A possibilidade de usar o e-Título como documento de identificação, desde que contenha a foto, amplia o leque de alternativas para o eleitor que comparece às urnas sem o título em papel. Como o aplicativo também concentra a consulta ao local de votação, ele tende a reduzir dúvidas de última hora, embora a exigência de dados idênticos aos cadastrados na Justiça Eleitoral mantenha uma barreira para quem tem informações desatualizadas.
Fonte: Agência Brasil.
