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O James Madison iniciou a temporada de futebol americano universitário como uma das sensações do país: sete vitórias em sete jogos, ataque eficiente e um novo técnico, Billy Napier, que parecia ter deixado para trás os problemas que marcaram sua passagem pela Universidade da Flórida. Menos de duas semanas depois, o cenário mudou. O time perdeu duas partidas seguidas e viu desaparecer qualquer sonho de disputar o College Football Playoff.
As derrotas para Appalachian State e Troy seguiram um roteiro semelhante. Em ambas, os Dukes eram favoritos, abriram vantagem considerável no primeiro tempo e caíram de rendimento na etapa final, sendo derrotados na prorrogação. O padrão não é isolado: em quatro dos oito jogos contra equipes da Divisão I da FBS, James Madison foi superado no placar nos últimos 30 minutos ou mais.
A semelhança com o que ocorria sob o comando de Napier na Flórida é o que mais incomoda os torcedores. Gerenciamento de tempo questionável, ataques estagnados no segundo tempo e decisões duvidosas em momentos de alta pressão são apontados como os mesmos problemas que levaram ao seu desligamento dos Gators. Torcedores da Flórida chegaram a alertar os fãs de James Madison sobre essas tendências antes da contratação, mas a confiança foi mantida após um início invicto.
Napier tentou se reinventar na offseason. Fez uma turnê de palestras em que afirmou ter “olhado no espelho” e assumido as falhas em Gainesville, além de contratar um coordenador ofensivo — algo que, segundo o material, lhe era cobrado havia quatro anos na Flórida. A imprensa nacional chegou a especular que o ambiente dos Gators era tóxico até para bons treinadores. O começo avassalador em Harrisonburg parecia confirmar essa tese.
A reviravolta, porém, trouxe de volta as críticas. O estilo de Napier, descrito como avesso ao risco, reduz a margem de erro. Mesmo em vitórias dominantes na Flórida, como o triunfo por 29 a 21 sobre o Texas, então no top 10, o time recuou no segundo tempo e permitiu que o adversário tivesse chance de empatar. A expressão “scared money don’t make money” (algo como “dinheiro com medo não faz dinheiro”), dita por ele na época de Louisiana, virou ironia entre os críticos.
Em James Madison, a comparação com os antecessores imediatos, Curt Cignetti e Bob Chesney, torna a situação mais delicada. Ambos são descritos como treinadores calculistas e eficientes, cujas equipes raramente deixavam escapar vantagens. A transição para Napier, apelidado de “Sun Belt Billy”, expôs uma mudança de padrão que os torcedores já haviam sido advertidos a esperar.
Análise WeekNews: A sequência de derrotas de James Madison após um início invicto indica que os problemas de gestão de jogo atribuídos a Billy Napier na Flórida não eram apenas resultado do ambiente em Gainesville. A repetição de padrões — vantagens desperdiçadas e decisões conservadoras em momentos decisivos — sugere que a mudança de programa não foi suficiente para alterar o estilo do treinador. Para os Dukes, a queda precoce do rendimento tende a reacender a desconfiança sobre a contratação.
Leia mais aqui em inglês: https://www.foxnews.com/outkick-sports/james-madison-fans-warned-billy-napier-chickens-come-home-roost.
Fonte: Fox News.
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2026-10-31 13:31:00


