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Kyle Larson venceu a corrida da Cup Series em Gateway, no domingo, e encerrou um jejum de 51 provas sem vitória. A última conquista dele havia sido em maio de 2025, em Kansas. A prova em St. Louis foi marcada por 18 bandeiras amarelas e teve contornos de “último sobrevivente”, cenário mais comum em Daytona ou Talladega. O recorde histórico da categoria é de 22 cautions, registrado na Coca-Cola 600 de 2005.
Alex Bowman terminou em segundo, resultado relevante para um piloto que vinha de uma temporada ruim. Ele foi rápido em Gateway e teve chance real de vitória no fim. Na entrevista pós-corrida, Bowman se emocionou e chorou por cerca de 45 segundos, sem que o motivo fosse esclarecido.
Antes da largada, a presença mais comentada do fim de semana foi a da jogadora de basquete Sophie Cunningham, que visitou a garagem da Cup Series. Era a segunda vez dela em uma corrida da NASCAR nos últimos 12 meses. Na ocasião anterior, Cunningham disse que os presentes eram “seu povo”.
Durante a visita, ela recebeu de Austin Dillon uma sacola de presentes, com camisetas, bonés e itens de memorabilia. Dillon também se manifestou sobre a posição pública de Cunningham, que passou o verão sendo criticada por afirmar que homens não deveriam frequentar vestiários femininos. “Somos grandes fãs. Amamos o que você defende. Isso é o mais importante”, disse Dillon.
A corrida também foi marcada pela continuidade da rivalidade entre Carson Hocevar e Brad Keselowski, iniciada na semana anterior, quando Hocevar jogou Keselowski no muro em Darlington. O circuito de Gateway decidiu explorar o confronto com cartazes promocionais no local e publicações nas redes sociais da NASCAR. A expectativa é de que Keselowski seja multado ou suspenso caso provoque um novo acidente com Hocevar, o que, segundo a coluna, pode ocorrer já na próxima etapa, no sábado à noite, em Bristol.
Análise WeekNews: A vitória de Larson em uma prova com 18 cautions reforça como a Gateway se tornou uma etapa de desgaste, na qual sobreviver aos acidentes passou a valer tanto quanto a performance pura. Já a presença de Cunningham no paddock e a recepção de Dillon indicam que a NASCAR, ao menos em parte de seu ambiente interno, alinhou-se publicamente à posição dela — algo que contrasta com a repercussão negativa que a jogadora enfrentou em outros setores. No caso Hocevar-Keselowski, a própria NASCAR parece disposta a lucrar com a rivalidade antes de eventualmente punir Keselowski, o que expõe uma contradição entre promover e depois sancionar o mesmo comportamento.
Leia mais aqui em inglês: https://www.foxnews.com/outkick-sports/nascar-driver-says-quiet-part-out-loud-sophie-cunningham-wnba-looks-even-worse-car-goes-airborne.
Fonte: Fox News.
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2026-09-14 09:56:00
