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O Ministério da Educação anunciou que vai acionar a Polícia Federal para investigar ameaças denunciadas por universidades federais em diferentes partes do país. O ministro Leonardo Barchini manifestou “grande preocupação” com o risco de escalada da violência.
A decisão do MEC foi tomada após a Universidade Federal Fluminense (UFF) procurar a Polícia Federal para relatar ameaças recebidas por meio das redes sociais. Segundo a instituição, as mensagens continham “ameaças tanto à integridade da comunidade acadêmica quanto ao patrimônio da instituição”, incluindo citações a incêndio na universidade e agressão a estudantes em atos políticos.
Na noite de quarta-feira, um incêndio consumiu laboratórios da Universidade Federal de Pernambuco (UFPE). Antes do fogo, circularam nas redes sociais relatos de supostas ameaças contra estudantes da instituição. O episódio levantou a suspeita de incêndio criminoso, e o MEC informou que a Polícia Federal também vai apurar o caso.
Nesta sexta-feira (9), a Advocacia-Geral da União (AGU) anunciou a criação de uma força-tarefa para dar suporte jurídico à UFPE, em razão do incêndio que, segundo o órgão, atingiu instalações de ensino, pesquisa, ciência, tecnologia e inovação da universidade.
Em Sergipe, a Secretaria de Segurança Pública confirmou que um homem que teria disparado tiros após uma passeata em São Cristóvão, no interior do estado, é sargento da Polícia Militar. A arma do militar foi recolhida e ele será afastado das atividades de rua. O caso foi encaminhado à corregedoria da PM e será alvo de inquérito da Polícia Civil para apurar possíveis aspectos criminais.
Vídeos que circulam nas redes sociais mostram participantes de um ato político correndo e gritando sobre um homem que atirava contra um carro. A SSP informou que a perícia analisa se há vestígios de disparos e coleta imagens do local. Na mesma nota, a secretaria afirmou que busca garantir o processo democrático, principalmente às vésperas do segundo turno das eleições, para que tudo ocorra “de forma pacífica, com respeito à liberdade de manifestação e à segurança de todos os cidadãos”.
Fonte: Agência Brasil.
