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O ator Michael Rapaport classificou o rapper Macklemore como um “palhaço sem talento” após a apresentação pró-Palestina do músico no MetLife Stadium. Abrindo para Ed Sheeran, Macklemore entoou “Free Palestine” e apresentou sua faixa de protesto “Hind’s Hall”. Rapaport, que é judeu e costuma se manifestar publicamente sobre o tema, usou o X para criticar a performance, chamando-a de pesadelo total, e questionou publicamente a decisão de Sheeran de dividir o palco com o rapper.
Em outro episódio, a jornalista anti-Israel Rula Jebreal provocou forte reação ao chamar o líder da minoria na Câmara dos Representantes dos EUA, Hakeem Jeffries, de “macaco da AIPAC” durante participação em um podcast. A Congressional Black Caucus e outros democratas condenaram rapidamente o ataque como explicitamente racista. Apesar de Jebreal ter pedido desculpas públicas no X, críticos rejeitaram a retratação como um gesto vazio e defensivo, feito apenas para conter danos.
Na mesma semana, os apresentadores do podcast de esquerda Pod Save America, Jon Favreau e Jon Lovett, entraram na mira após zombarem do uso do termo “blood libel” (libelo de sangue) pelo vice-presidente JD Vance. Ao tentarem explicar o tropeço antissemita, os podcasters erraram a definição no ar, confundindo o conceito com a crucificação de Jesus e a história bíblica da Páscoa. Críticos os classificaram como “tolos arrogantes e presunçosos”.
O material também aborda a rotina de segurança das sinagogas americanas, que, 25 anos após o 11 de Setembro, se transformaram em fortalezas fortemente vigiadas. Diante de milhares de incidentes de ameaça, centros judaicos que entram no período do Rosh Hashanah operam sob guardas armados, câmeras de vigilância e revistas rigorosas de bolsas. O que antes era uma precaução rara tornou-se uma realidade permanente e obrigatória para a vida comunitária judaica em todo o país, em meio a preocupações com terrorismo em nível recorde.
Em editorial convidado, David Zimmermann, ex-agente do FBI que estava em Israel em 7 de outubro, escreve que o crescente sentimento anti-Israel nos EUA sabota a própria segurança nacional americana. Ele afirma que a aliança bilateral é profundamente benéfica para ambos os lados, destacando que o compartilhamento de inteligência, a inovação conjunta em defesa e a cooperação antiterrorismo aumentam diretamente a segurança americana e protegem interesses estratégicos centrais globalmente.
A semana também registrou a declaração da própria Rula Jebreal, que afirmou: “Ele é um macaco comprado e pago pela AIPAC. Com todo o respeito — e não digo isso de forma racista. Ele é basicamente um mensageiro, e estamos cansados e cheios disso”.
Análise WeekNews: A sequência de episódios envolvendo artistas, jornalistas e podcasters indica que o debate sobre antissemitismo nos Estados Unidos segue ocupando espaço central no noticiário, com reações rápidas de grupos políticos e comunidade judaica. O fato de uma jornalista ter pedido desculpas públicas após um ataque considerado racista, mas ter a retratação rejeitada por críticos, sugere que o custo público desse tipo de declaração tende a permanecer alto, independentemente de retratações posteriores.
Leia mais aqui em inglês: https://www.foxnews.com/us/fox-news-antisemitism-exposed-newsletter-hate-steals-show.
Fonte: Fox News.
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2026-09-10 09:04:00



