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Uma rede global de grupos ativistas anti-Israel está mobilizando protestos coordenados denominados ‘Nakba 78’ nos Estados Unidos e ao redor do mundo.
Organizações com viés comunista, grupos de defesa muçulmanos e coalizões de ativistas anti-Israel, associados ao antissemitismo, se uniram em uma rede de protestos transnacional com um financiamento combinado de cerca de US$ 1 bilhão em receitas anuais.
Ao todo, foram organizados aproximadamente 736 eventos em 39 países neste fim de semana, incluindo cidades como Nova York, Chicago, Los Angeles, Londres e Sydney.
Os organizadores descrevem as manifestações como uma forma de marcar o ‘Nakba’, termo árabe para ‘catástrofe’, utilizado pelos palestinos para se referir à fundação de Israel em 14 de maio de 1948 e ao deslocamento histórico do povo palestino.
Os protestos ‘Nakba 78’ refletem uma aliança entre a extrema esquerda e o islamismo radical, grupos que nutrem ódio às democracias liberais ocidentais e almejam destruí-las, conforme destacou Dalia Ziada, estudiosa do Oriente Médio e coordenadora do Instituto de Estudo do Antissemitismo Global e Políticas em Washington, D.C.
A campanha ‘Nakba 78’ não busca um cessar-fogo nos conflitos ou uma solução de dois estados, mas sim o desmantelamento do Estado de Israel.
Os Estados Unidos lideram em número de eventos, seguidos pelo Reino Unido, Itália, Alemanha, Canadá, Espanha, França, Irlanda e Austrália, países com comunidades organizadas de diáspora muçulmana e palestina.
Os organizadores alegam estar lutando contra ‘genocídio’, ‘apartheid’ e ‘imperialismo dos EUA’.
Em diversas cidades, grupos ativistas estão se mobilizando, gerando preocupações sobre possíveis atos de violência e intolerância.
Autoridades e especialistas alertam para a importância de monitorar de perto o comportamento durante os protestos, especialmente próximo a instituições judaicas e locais de culto, a fim de evitar incidentes de assédio, vandalismo e violência direcionados às comunidades judaicas.
Em meio aos protestos, críticas são feitas à negação da autodeterminação judaica e ao direito de Israel existir como Estado, em um movimento global que se apresenta como humanitário, mas que, segundo especialistas, nega esses direitos fundamentais.
A rede de análise identificou o Movimento da Juventude Palestina como um dos principais nós organizadores em eventos na América do Norte, atuando ao lado de ativistas de esquerda, muçulmanos, estudantes e ativistas locais em diversas cidades.
A campanha está sendo conduzida em três frentes: protestos de rua, educação ideológica e ‘agitprop’, tática utilizada para fomentar a discórdia na sociedade.
Autoridades e organizações estão atentas para garantir a segurança das comunidades judaicas e evitar atos de violência e discriminação durante os protestos.
Em Los Angeles, por exemplo, um protesto está agendado para ocorrer em frente ao Consulado de Israel, com parceiros locais incluindo grupos de orientação marxista.
O financiamento e a organização por trás dos protestos anti-Israel estão sendo investigados por autoridades, que buscam compreender a influência de grupos com interesses estrangeiros nessas manifestações.
A preocupação com a segurança e a preservação da paz social tem sido destacada diante do cenário de tensão e polarização que envolve esse tipo de mobilização internacional.
Leia mais aqui em inglês: https://www.foxnews.com/politics/israel-jews-targeted-worldwide-well-funded-leftist-islamist-groups-join-nakba-78-protests.
Fonte: FoxNews.
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2026-05-15 07:27:00





