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	<title>Arquivo de drogas - WeekNews</title>
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	<title>Arquivo de drogas - WeekNews</title>
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		<title>Polícia Civil prende nove pessoas e bloqueia até R$ 25 milhões em operação contra tráfico na Bahia</title>
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		<dc:creator><![CDATA[ricardo]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 07 Oct 2026 18:12:17 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Segurança]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Fonte da imagem: Agência Brasil Feed Editoria Radioagência Nacional. Nove pessoas foram presas na Bahia por envolvimento na distribuição e venda de drogas ilícitas, em operação deflagrada pela Polícia Civil do estado. Entre os detidos está uma farmacêutica que atuava em um hospital da capital baiana. As informações foram divulgadas nesta quarta-feira (7). Além dos mandados de prisão, os agentes cumpriram 37 mandados de busca e apreensão, que resultaram na localização de drogas sintéticas, armas, balanças de precisão, máquina de contar dinheiro, celulares e outros aparelhos eletrônicos. Também foram bloqueados até R$ 25 milhões em bens e 11 veículos relacionados aos investigados. A ação ocorreu de forma simultânea em Lauro de Freitas, Camaçari e Feira de Santana, na Bahia, e em Cascavel, no Paraná. Segundo&#8230;</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<figure class="weeknews-ai-media" style="margin:24px 0;max-width:100%;clear:both;"><img loading="lazy" style="max-width:100%;height:auto;display:block;" src="https://weeknews.online/wp-content/uploads/2026/08/1785943329_thumb_1200x600_agbrasil-1024x512.png" alt="Polícia Civil prende nove pessoas e bloqueia até R$ 25 milhões em operação contra tráfico na Bahia" decoding="async"><figcaption class="weeknews-ai-credit" style="font-size:13px;line-height:1.45;margin-top:8px;color:#666;text-align:center;">Fonte da imagem: <a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/radioagencia-nacional/seguranca/audio/2026-10/operacao-na-bahia-prende-nove-pessoas-por-trafico-de-drogas" target="_blank" rel="nofollow noopener noreferrer">Agência Brasil</a></figcaption></figure>
<p><a style="display:block;" href="https://weeknews.online/" target="_blank" rel="nofollow noopener noreferrer"></p>
<p>    </a></p>

<p>Feed Editoria Radioagência Nacional.</p>

<p>Nove pessoas foram presas na Bahia por envolvimento na distribuição e venda de drogas ilícitas, em operação deflagrada pela Polícia Civil do estado. Entre os detidos está uma farmacêutica que atuava em um hospital da capital baiana. As informações foram divulgadas nesta quarta-feira (7).</p>
<p>Além dos mandados de prisão, os agentes cumpriram 37 mandados de busca e apreensão, que resultaram na localização de drogas sintéticas, armas, balanças de precisão, máquina de contar dinheiro, celulares e outros aparelhos eletrônicos. Também foram bloqueados até R$ 25 milhões em bens e 11 veículos relacionados aos investigados.</p>
<p>A ação ocorreu de forma simultânea em Lauro de Freitas, Camaçari e Feira de Santana, na Bahia, e em Cascavel, no Paraná. Segundo a apuração, antes de chegar às cidades baianas, as drogas passavam pela cidade paranaense. O material ilícito teria vindo do Paraguai, e toneladas do entorpecente eram movimentadas mensalmente.</p>
<p>Entre os presos estão dois homens apontados pelas investigações como responsáveis pelo recebimento dos entorpecentes e pela distribuição para diferentes pontos. De acordo com a Polícia Civil, o grupo utilizava galpões para armazenar as drogas e veículos para o transporte dos carregamentos. Os investigados também recorreram a dezenas de imóveis e veículos alugados para dificultar a localização dos integrantes e o rastreamento da estrutura empregada no tráfico.</p>
<p>As apurações apontam ainda que a droga era distribuída para diferentes organizações criminosas.</p>
<p>Fonte: <a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/radioagencia-nacional/seguranca/audio/2026-10/operacao-na-bahia-prende-nove-pessoas-por-trafico-de-drogas" target="_blank" rel="nofollow noopener noreferrer">Agência Brasil</a>.</p>

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		<title>CNJ aponta que flagrantes por drogas viram prisão preventiva em 60% dos casos</title>
		<link>https://weeknews.online/cnj-aponta-que-flagrantes-por-drogas-viram-prisao-preventiva-em-60-dos-casos/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[ricardo]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 23 Sep 2026 16:05:10 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Noticías]]></category>
		<category><![CDATA[CNJ]]></category>
		<category><![CDATA[Comissão Global sobre Drogas pede fim de punitivismo contra crianças]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Fonte da imagem: Agência Brasil Pesquisa do Conselho Nacional de Justiça (CNJ) mostra que as prisões em flagrante por crimes relacionados a drogas resultam em prisão preventiva com mais frequência do que os flagrantes de outros delitos. Segundo o boletim Audiências de Custódia de Crimes Relacionados a Drogas, seis em cada dez pessoas (60%) flagradas com entorpecentes tiveram a prisão preventiva decretada após serem apresentadas ao juiz responsável pela audiência de custódia. O índice é bem superior à média de 37,5% registrada nos flagrantes por crimes não relacionados às drogas que também foram convertidos em prisão preventiva no mesmo período, entre 2024 e 2025. Para os autores do boletim, os números evidenciam o peso da política criminal de drogas no encarceramento provisório. “Essa discrepância suscita&#8230;</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<figure class="weeknews-ai-media" style="margin:24px 0;max-width:100%;clear:both;"><img loading="lazy" style="max-width:100%;height:auto;display:block;" src="https://weeknews.online/wp-content/uploads/2026/09/marcha_maconha_sp_07-1024x512.jpg" alt="CNJ aponta que flagrantes por drogas viram prisão preventiva em 60% dos casos" decoding="async"><figcaption class="weeknews-ai-credit" style="font-size:13px;line-height:1.45;margin-top:8px;color:#666;text-align:center;">Fonte da imagem: <a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/justica/noticia/2026-09/flagrante-por-drogas-gera-mais-prisao-preventiva-do-que-outros-crimes" target="_blank" rel="nofollow noopener noreferrer">Agência Brasil</a></figcaption></figure>
<p><a style="display:block;" href="https://weeknews.online/" target="_blank" rel="nofollow noopener noreferrer"></p>
<p>    </a></p>
<p><br />
</p>
<p>Pesquisa do Conselho Nacional de Justiça (CNJ) mostra que as prisões em flagrante por crimes relacionados a drogas resultam em prisão preventiva com mais frequência do que os flagrantes de outros delitos. Segundo o boletim Audiências de Custódia de Crimes Relacionados a Drogas, seis em cada dez pessoas (60%) flagradas com entorpecentes tiveram a prisão preventiva decretada após serem apresentadas ao juiz responsável pela audiência de custódia.</p>
<p>O índice é bem superior à média de 37,5% registrada nos flagrantes por crimes não relacionados às drogas que também foram convertidos em prisão preventiva no mesmo período, entre 2024 e 2025. Para os autores do boletim, os números evidenciam o peso da política criminal de drogas no encarceramento provisório.</p>
<p>“Essa discrepância suscita reflexões sobre a própria efetividade da audiência de custódia como mecanismo de contenção do encarceramento provisório nos casos especificamente relacionados a drogas”, aponta o documento.</p>
<p>O estudo também chama atenção para o fato de que, embora, em tese, os crimes relacionados a drogas demandem investigações mais complexas, 97% das audiências de custódia realizadas entre 2024 e 2025 por esse tipo de ilícito foram motivadas por prisões em flagrante. Entre todos os outros crimes, os flagrantes responderam por 74% das audiências de apresentação ao juiz.</p>
<p>“As prisões relacionadas a esses crimes ocorrem quase integralmente por flagrante”, acrescentam os autores. “São, portanto, predominantemente derivadas de abordagens ostensivas, concentradas no varejo e nos elos mais vulneráveis da cadeia do tráfico de drogas.”</p>
<p>Liberdade provisória</p>
<p>A decretação judicial de prisão preventiva supera a concessão de liberdade provisória e o relaxamento de prisão tanto nos casos de flagrantes envolvendo drogas quanto nos de outros tipos de crimes. Nos casos envolvendo exclusivamente drogas, os dados indicam que essa diferença vem caindo: em 2019, era de 43 pontos percentuais; em 2025, de 23 pontos percentuais.</p>
<p>“Prevalecem as prisões preventivas, embora se observe uma tendência consistente de crescimento das decisões por liberdade provisória”, apontam os autores do boletim. Eles destacam que a redução da diferença pode estar relacionada tanto a mudanças institucionais e políticas voltadas à redução do encarceramento quanto a alterações no perfil dos registros produzidos a partir de 2024, quando o Banco Nacional de Medidas Penais e Prisões (Bnmp) substituiu o antigo Sistema de Informações de Audiências de Custódia (Sistac).</p>
<p>Desigualdades de gênero e de raça/cor também aparecem de forma marcante nos dados. A proporção de mulheres nas audiências de custódia relacionadas a drogas é substancialmente superior à presença feminina observada nas demais audiências. Já a análise racial evidencia um quadro persistente de sobrerrepresentação da população negra nas audiências relacionadas a drogas.</p>
<p>“Os dados indicam que a política criminal de drogas continua operando de maneira profundamente desigual do ponto de vista racial”, sustentam os autores do boletim, destacando que a grande quantidade de registros sem informação acerca da raça/cor dificulta o dimensionamento do problema.</p>
<p>Modalidade da audiência</p>
<p>A modalidade de audiência também influencia os resultados judiciais. Tanto nas audiências de custódia em geral quanto nas relacionadas a drogas, as que ocorrem com a pessoa detida presente fisicamente apresentam maior proporção de decisões por liberdade provisória em comparação às audiências virtuais. Nos casos relacionados a drogas, a diferença é ainda maior: 39% das audiências presenciais resultaram em liberdade provisória, contra 32% das audiências virtuais.</p>
<p>O boletim ainda aponta a necessidade de futuros estudos que aprofundem a análise de denúncias sobre a ocorrência de tortura e maus-tratos em audiências de custódia relacionadas a prisões em flagrante envolvendo drogas.</p>
<p>“Considerando a recorrência de denúncias de violência policial nesse contexto, torna-se especialmente importante examinar, de forma mais detalhada, a relação entre alegações de violência no momento da prisão, os registros realizados durante as audiências e os desfechos processuais, em particular as decisões de relaxamento da prisão”, destaca o relatório da pesquisa.</p>
<p>Fonte: <a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/justica/noticia/2026-09/flagrante-por-drogas-gera-mais-prisao-preventiva-do-que-outros-crimes" target="_blank" rel="nofollow noopener noreferrer">Agência Brasil</a>.</p>

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		<title>Operação Ícarus prende seis e mira esquema de drogas de facção do Rio em quatro estados</title>
		<link>https://weeknews.online/operacao-icarus-prende-seis-e-mira-esquema-de-drogas-de-faccao-do-rio-em-quatro-estados/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[ricardo]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 22 Sep 2026 11:05:08 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Noticías]]></category>
		<category><![CDATA[drogas]]></category>
		<category><![CDATA[facção criminosa]]></category>
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		<category><![CDATA[Polícia Civil recupera oito obras de Matisse roubadas em São Paulo]]></category>
		<category><![CDATA[Polícia faz operação contra venda de medicamentos abortivos no Rio]]></category>
		<category><![CDATA[polícias civis]]></category>
		<category><![CDATA[Rio: MPF vai à Justiça cobrar plano de redução da letalidade policial]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Fonte da imagem: Agência Brasil A Polícia Civil do Rio de Janeiro deflagrou nesta terça-feira (22) a Operação Ícarus, que investiga o fornecimento de drogas ilícitas a uma das principais facções criminosas do estado. A ação cumpre mandados de prisão e de busca e apreensão contra acusados de abastecer pontos de revenda de cocaína e maconha. Até as 6h30 de hoje, seis pessoas já haviam sido presas. Entre elas está um homem apontado como o articulador central do esquema de abastecimento, responsável por negociar cargas, organizar o transporte, fazer pagamentos e movimentar os valores provenientes da atividade criminosa. Além da polícia fluminense, participam da operação as polícias civis de São Paulo, Minas Gerais e Alagoas, onde os mandados também são cumpridos. No Rio de Janeiro,&#8230;</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<figure class="weeknews-ai-media" style="margin:24px 0;max-width:100%;clear:both;"><img loading="lazy" style="max-width:100%;height:auto;display:block;" src="https://weeknews.online/wp-content/uploads/2026/09/anunciado-concurso-para-policia-civil-da-bahia-1024x512.jpg" alt="Operação Ícarus prende seis e mira esquema de drogas de facção do Rio em quatro estados" decoding="async"><figcaption class="weeknews-ai-credit" style="font-size:13px;line-height:1.45;margin-top:8px;color:#666;text-align:center;">Fonte da imagem: <a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/geral/noticia/2026-09/policia-civil-faz-operacao-contra-faccao-criminosa-em-quatro-estados" target="_blank" rel="nofollow noopener noreferrer">Agência Brasil</a></figcaption></figure>
<p><a style="display:block;" href="https://weeknews.online/" target="_blank" rel="nofollow noopener noreferrer"></p>
<p>    </a></p>
<p><br />
</p>
<p>A Polícia Civil do Rio de Janeiro deflagrou nesta terça-feira (22) a Operação Ícarus, que investiga o fornecimento de drogas ilícitas a uma das principais facções criminosas do estado. A ação cumpre mandados de prisão e de busca e apreensão contra acusados de abastecer pontos de revenda de cocaína e maconha.</p>
<p>Até as 6h30 de hoje, seis pessoas já haviam sido presas. Entre elas está um homem apontado como o articulador central do esquema de abastecimento, responsável por negociar cargas, organizar o transporte, fazer pagamentos e movimentar os valores provenientes da atividade criminosa.</p>
<p>Além da polícia fluminense, participam da operação as polícias civis de São Paulo, Minas Gerais e Alagoas, onde os mandados também são cumpridos. No Rio de Janeiro, a ação tem o apoio das corregedorias da Polícia Militar e da Polícia Penal do estado.</p>
<p>Segundo a Polícia Civil, o esquema tinha divisão de tarefas entre liderança, operadores logísticos, transportadores, responsáveis pela cobrança e pelo recolhimento de valores e pessoas interpostas.</p>
<p>As investigações identificaram o uso de empresas dos setores de transporte e logística para ocultar e viabilizar o envio de drogas entre São Paulo e o Rio de Janeiro. Também foram encontradas operações financeiras consideradas atípicas envolvendo investigados e pessoas jurídicas, possivelmente utilizadas para ocultação e dissimulação de valores. O total movimentado chegou a R$ 70 milhões em curto espaço de tempo.</p>
<p>Pelo menos duas grandes apreensões estão relacionadas ao esquema, ambas em 2024: 715 quilos de cocaína e maconha em Guarulhos (SP) e 73,8 quilos de cocaína em Seropédica (RJ).</p>
<p>Fonte: <a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/geral/noticia/2026-09/policia-civil-faz-operacao-contra-faccao-criminosa-em-quatro-estados" target="_blank" rel="nofollow noopener noreferrer">Agência Brasil</a>.</p>

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		<item>
		<title>Feira em Fortaleza defende voto em políticas de drogas com justiça social</title>
		<link>https://weeknews.online/feira-em-fortaleza-defende-voto-em-politicas-de-drogas-com-justica-social/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[ricardo]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 21 Sep 2026 15:53:07 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Saúde]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Fonte da imagem: Agência Brasil Palestrantes da 2ª edição da feira Febre de Arte, encerrada nesse domingo (20) em Fortaleza, defenderam que o eleitor escolha neste ano candidatos comprometidos com políticas sobre drogas alinhadas à justiça social. O evento foi realizado no Anfiteatro Sérgio Motta, do Centro Dragão do Mar de Arte e Cultura. Durante os painéis, os participantes pediram a rejeição de representantes reacionários no Legislativo e no Executivo, nas esferas federal e estadual. Segundo a Kaya Mind, núcleo de soluções para o mercado da cannabis, havia ao menos 44 candidatos engajados de alguma forma na legalização e descriminalização da cannabis até a semana passada, distribuídos em dez partidos, a maioria disputando cargos no Legislativo. A médica de família e comunidade Magda Almeida, docente&#8230;</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<figure class="weeknews-ai-media" style="margin:24px 0;max-width:100%;clear:both;"><img loading="lazy" style="max-width:100%;height:auto;display:block;" src="https://weeknews.online/wp-content/uploads/2026/09/cannabis-1024x512.jpg" alt="Feira em Fortaleza defende voto em políticas de drogas com justiça social" decoding="async"><figcaption class="weeknews-ai-credit" style="font-size:13px;line-height:1.45;margin-top:8px;color:#666;text-align:center;">Fonte da imagem: <a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/saude/noticia/2026-09/feira-em-fortaleza-defende-politicas-sobre-drogas-com-justica-social-0" target="_blank" rel="nofollow noopener noreferrer">Agência Brasil</a></figcaption></figure>
<p><a style="display:block;" href="https://weeknews.online/" target="_blank" rel="nofollow noopener noreferrer"></p>
<p>    </a></p>
<p><br />
</p>
<p>Palestrantes da 2ª edição da feira Febre de Arte, encerrada nesse domingo (20) em Fortaleza, defenderam que o eleitor escolha neste ano candidatos comprometidos com políticas sobre drogas alinhadas à justiça social. O evento foi realizado no Anfiteatro Sérgio Motta, do Centro Dragão do Mar de Arte e Cultura.</p>
<p>Durante os painéis, os participantes pediram a rejeição de representantes reacionários no Legislativo e no Executivo, nas esferas federal e estadual. Segundo a Kaya Mind, núcleo de soluções para o mercado da cannabis, havia ao menos 44 candidatos engajados de alguma forma na legalização e descriminalização da cannabis até a semana passada, distribuídos em dez partidos, a maioria disputando cargos no Legislativo.</p>
<p>A médica de família e comunidade Magda Almeida, docente negra da Universidade Federal do Ceará (UFC), afirmou que existe uma posição ideológica de reduzir tudo à ideia de que &#8220;maconha faz mal&#8221;. Ela relatou que, no consultório, percebe quando pacientes do gênero feminino começam a tomar pregabalina, medicamento de tarja vermelha indicado para epilepsia, ansiedade e fibromialgia — quadros atenuados pela cannabis. A pregabalina pode causar efeitos colaterais como mudanças de humor, falhas de memória, pensamentos de automutilação ou suicídio, alucinação, desmaio e síndrome de abstinência em caso de interrupção repentina.</p>
<p>Segundo a Blis Data, que detém o maior volume de dados de usuários de cannabis medicinal da América Latina, as principais consumidoras do produto importado no Brasil são mulheres mais velhas e empregadas, que buscam alívio para distúrbios do sono e dor crônica. O 3º Levantamento Nacional de Álcool e Drogas (Lenad III) confirma que a cannabis é a droga ilegal mais usada pelos brasileiros: na comparação de 2022 e 2023 com 2012, o uso dobrou entre adultos e adolescentes. Mais da metade (54%) declarou consumi-la diariamente por pelo menos duas semanas consecutivas, o equivalente a 3,3% da população, mais de 3,9 milhões de brasileiros.</p>
<p>Magda Almeida criticou a prática da indústria farmacêutica de estabelecer doses genéricas para todos, sem considerar respostas e tolerâncias individuais. &#8220;Existe uma máxima, que é &#8216;comece lento e continue lento&#8217;, que é quebrada pela indústria&#8221;, disse. Para ela, o debate também passa pelo combate aos agrotóxicos. Dados da EU Pesticide Database de 2024 mostram que seis em cada dez dos produtos mais vendidos eram proibidos nos 27 países do bloco. Em 2025, o setor faturou US$ 20,196 bilhões, segundo o Sindiveg, enquanto o governo deixou de arrecadar R$ 22,5 bilhões em impostos devidos pelo segmento na esfera federal. Uma das pautas no campo da cannabis é como a agroecologia e a agricultura familiar podem elevar a qualidade do produto por meio do cultivo livre de químicos.</p>
<p>Os painéis também abordaram os impactos sociais das decisões tomadas até agora. Os convidados discutiram a relação entre a seletividade das polícias e da Justiça, o encarceramento em massa da população negra e a expansão de facções ou milícias. Pesquisa do Datafolha encomendada pelo Fórum Brasileiro de Segurança Pública (FBSP) apurou que quatro em cada dez brasileiros são forçados a conviver com essas organizações criminosas em suas portas, o equivalente a 68,7 milhões de pessoas. Nas capitais, a taxa sobe para 55,9%, e para mais de um terço (34,9%) a interferência do crime organizado no cotidiano é intensa. Entre os que moram em bairros com facções ou milícias, 51,1% sofreram violência nos 12 meses anteriores à pesquisa, contra 40,1% no geral.</p>
<p>O advogado Italo Coelho, especialista em direito criminal e direito penal, contou que, na adolescência, não entendia por que pessoas de sua rua eram presas por serem usuárias de maconha enquanto consumidores de outros psicoativos não eram punidos. Ele ressaltou a semelhança da perseguição contra expoentes da capoeira e do samba com as barreiras impostas à cannabis no país e comentou como o conhecimento sobre substâncias benéficas para o corpo, dominado por povos tradicionais e benzedeiras, foi sequestrado pela medicina convencional.</p>
<p>Cofundadora da Marcha da Maconha de Fortaleza e coordenadora da Rede Nacional de Feministas Antiproibicionistas (Renfa), Tamára Silva afirmou que a atuação dos agentes de segurança pública se restringe a uma frente de repressão, cujo resultado é &#8220;mais polícia, mais presídio, mais vaga [nas prisões] para solucionar&#8221;. &#8220;A gente está vivendo isso há mais de 100 anos. Acompanha cada vez mais o narcotráfico faturando bilhões, vendo a nossa juventude sendo aliciada, a nossa cidade sendo territorializada por essas organizações criminosas, essas facções, definida a partir da lógica da violência&#8221;, declarou.</p>
<p>A advogada antiproibicionista Bianca Cardial, mediadora das apresentações de domingo e membro da Renfa e da Rede Reforma, observou que, enquanto o evento acontecia, pessoas eram presas por quantidades mínimas de cannabis. Relatório da Pastoral Carcerária Nacional divulgado no fim de agosto aponta que a compra de produtos básicos de higiene pessoal e alimentação, que deveriam ser distribuídos pelo Estado no sistema carcerário, gera gasto médio de cerca de 70% de um salário mínimo para as famílias que visitam os detentos uma vez por semana, somando R$ 4,33 bilhões por ano.</p>
<p>Pesquisa do Centro de Estudos de Segurança e Cidadania (Cesec) revela que, em 2023, R$ 7,7 bilhões foram desembolsados com a proibição das drogas na Bahia, no Distrito Federal, no Pará, no Rio de Janeiro, em Santa Catarina e em São Paulo, sendo mais da metade destinada às polícias militares e às unidades prisionais.</p>
<p>Análise WeekNews: O conjunto de dados apresentado no evento — do crescimento do uso de cannabis entre adultos e adolescentes ao custo bilionário da proibição e à presença de organizações criminosas em territórios — sustenta</p>
<p>Fonte: <a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/saude/noticia/2026-09/feira-em-fortaleza-defende-politicas-sobre-drogas-com-justica-social-0" target="_blank" rel="nofollow noopener noreferrer">Agência Brasil</a>.</p>

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		<title>Polícia penal apreende antena Starlink e drogas em presídios do Rio para conter facções</title>
		<link>https://weeknews.online/policia-penal-apreende-antena-starlink-e-drogas-em-presidios-do-rio-para-conter-faccoes/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[ricardo]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 14 Aug 2026 11:17:07 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Pesquisa e Inovação]]></category>
		<category><![CDATA[Celulares]]></category>
		<category><![CDATA[combate]]></category>
		<category><![CDATA[drogas]]></category>
		<category><![CDATA[Facções Criminosas]]></category>
		<category><![CDATA[Geral]]></category>
		<category><![CDATA[Organizações denunciam à ONU fome e violação de direitos em presídios]]></category>
		<category><![CDATA[presídios]]></category>
		<category><![CDATA[Rio de Janeiro]]></category>
		<category><![CDATA[Rio registra em julho 34 tiroteios envolvendo facções criminosas]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Fonte da imagem: Agência Brasil A Secretaria de Polícia Penal do Rio de Janeiro (Seppen) intensificou as operações de combate à entrada de materiais ilícitos nas unidades prisionais do estado, com foco em desarticular a comunicação entre organizações criminosas que atuam dentro e fora dos presídios. As ações, conduzidas por policiais penais das coordenações de unidades de alta e média complexidade, resultaram na apreensão de uma miniantena Starlink, celulares e drogas em diferentes presídios de Bangu, na zona oeste da capital fluminense. O material mais recente foi localizado durante uma fiscalização no Presídio Jonas Lopes de Carvalho, conhecido como Bangu 4, onde os agentes impediram a entrada de 160 gramas de entorpecentes. Já no Presídio Alfredo Tranjan, o Bangu 2, a operação resultou na apreensão&#8230;</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<figure class="weeknews-ai-media" style="margin:24px 0;max-width:100%;clear:both;"><img loading="lazy" style="max-width:100%;height:auto;display:block;" src="https://weeknews.online/wp-content/uploads/2026/08/sistema_carcerario-1024x512.jpg" alt="Polícia penal apreende antena Starlink e drogas em presídios do Rio para conter facções" decoding="async"><figcaption class="weeknews-ai-credit" style="font-size:13px;line-height:1.45;margin-top:8px;color:#666;text-align:center;">Fonte da imagem: <a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/geral/noticia/2026-08/presidios-combatem-entrada-de-itens-proibidos-para-faccoes-criminosas" target="_blank" rel="nofollow noopener noreferrer">Agência Brasil</a></figcaption></figure>
<p><a style="display:block;" href="https://weeknews.online/" target="_blank" rel="nofollow noopener noreferrer"></p>
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<p>A Secretaria de Polícia Penal do Rio de Janeiro (Seppen) intensificou as operações de combate à entrada de materiais ilícitos nas unidades prisionais do estado, com foco em desarticular a comunicação entre organizações criminosas que atuam dentro e fora dos presídios. As ações, conduzidas por policiais penais das coordenações de unidades de alta e média complexidade, resultaram na apreensão de uma miniantena Starlink, celulares e drogas em diferentes presídios de Bangu, na zona oeste da capital fluminense.</p>
<p>O material mais recente foi localizado durante uma fiscalização no Presídio Jonas Lopes de Carvalho, conhecido como Bangu 4, onde os agentes impediram a entrada de 160 gramas de entorpecentes. Já no Presídio Alfredo Tranjan, o Bangu 2, a operação resultou na apreensão de 31 aparelhos de telefone celular e cerca de 300 papelotes de cocaína. As ações fazem parte de um esforço sistemático da polícia penal para reprimir a circulação de itens proibidos no sistema prisional e cortar o vínculo das facções com o ambiente carcerário.</p>
<p>Um dos casos que chamou atenção foi a tentativa de entrega de uma miniantena Starlink, equipamento que permite acesso à internet de alta velocidade via satélite em qualquer local, de forma ultraportátil. O dispositivo foi enviado por Sedex e seria entregue a um interno do Presídio Alfredo Tranjan. Durante a conferência do pacote, na presença do destinatário, os policiais penais encontraram a antena escondida no interior de um rádio.</p>
<p>Após a descoberta, o detento foi transferido para a Penitenciária Laércio da Costa Pellegrino, o Bangu 1, onde permanece em cela de isolamento. A medida visa impedir que o interno mantenha contato com o mundo exterior ou continue a receber materiais ilícitos.</p>
<p>A apreensão da miniantena Starlink é vista como um avanço no combate ao crime organizado, já que o equipamento poderia fornecer conexão de internet de alta qualidade para os presos, facilitando a comunicação com facções e a coordenação de atividades criminosas de dentro das unidades. A tecnologia, que opera via satélite, é considerada uma ferramenta de difícil detecção em ambientes prisionais.</p>
<p>As operações foram realizadas ao longo desta semana e contaram com o apoio da Subsecretaria Operacional da Seppen, que coordena as ações de inteligência e fiscalização nas unidades prisionais de alta e média complexidade. A pasta não divulgou o número total de agentes envolvidos, mas destacou que as ações são contínuas e visam desarticular as estruturas do crime organizado no sistema prisional.</p>
<p>A Polícia Penal do Rio de Janeiro tem reforçado o uso de tecnologia e inteligência para identificar novas formas de envio de materiais proibidos. A tentativa de introduzir a antena Starlink via Sedex, escondida em um rádio, demonstra a criatividade das organizações criminosas e a necessidade de aprimoramento constante dos métodos de fiscalização.</p>
<p>Os presídios de Bangu, onde estão localizadas as unidades de segurança máxima do estado, são frequentemente alvo de operações desse tipo. A região concentra as principais penitenciárias do Rio de Janeiro e é considerada um ponto estratégico para o combate ao crime organizado, que historicamente tenta manter canais de comunicação com lideranças presas.</p>
<p>A Seppen não informou se as investigações sobre a origem do envio da antena Starlink ou dos entorpecentes estão em andamento, nem se há suspeitos além dos internos envolvidos. As apreensões reforçam o trabalho de repressão à entrada de itens proibidos, que inclui também a fiscalização de visitas, correspondências e encomendas.</p>
<p>A ação desta semana integra um conjunto de medidas que vêm sendo adotadas pela secretaria para enfraquecer a atuação das facções dentro do sistema prisional. A comunicação entre presos e membros de organizações criminosas é um dos principais desafios enfrentados pelas autoridades, e a apreensão de equipamentos como a antena Starlink representa um golpe significativo nessa estrutura.</p>
<p>A Polícia Penal do Rio de Janeiro segue com as operações de rotina e com o monitoramento das unidades prisionais, com o objetivo de garantir a segurança dentro dos presídios e impedir que o crime organizado utilize o sistema carcerário como base de operações. Novas apreensões não foram descartadas, e a secretaria afirmou que continuará investindo em tecnologia e treinamento para os agentes.</p>
<p>O caso também levanta a discussão sobre a necessidade de atualização dos protocolos de segurança, diante do uso de tecnologias cada vez mais sofisticadas por parte das organizações criminosas. A miniantena Starlink, por exemplo, é um equipamento de pequeno porte e fácil ocultação, o que exige atenção redobrada dos policiais penais durante as revistas e inspeções.</p>
<p>A transferência do interno para Bangu 1, unidade de segurança máxima, reforça a política de isolamento de presos que tentam burlar o sistema. A medida, segundo a Seppen, visa impedir que o detento continue a exercer influência sobre outros presos ou mantenha contato com o mundo exterior.</p>
<p>As apreensões desta semana somam-se a outras realizadas ao longo do ano, que resultaram na retirada de circulação de centenas de celulares, drogas e outros materiais ilícitos das unidades prisionais do estado. A secretaria não divulgou um balanço consolidado, mas destacou que as ações são permanentes e que a integração entre as coordenações de segurança é fundamental para o sucesso das operações.</p>
<p>A população do Rio de Janeiro acompanha com atenção os desdobramentos dessas ações, que impactam diretamente a segurança pública. O combate ao crime organizado dentro dos presídios é considerado essencial para reduzir a violência nas ruas, já que muitas decisões criminosas são tomadas a partir das unidades prisionais.</p>
<p>A Seppen não se manifestou sobre a possibilidade de novas tecnologias de bloqueio de sinais ou de monitoramento eletrônico serem adotadas para reforçar a segurança. No entanto, a apreensão da antena Starlink indica que as autoridades estão atentas às novas formas de comunicação utilizadas pelas facções.</p>
<p>As investigações sobre o caso devem continuar nos próximos dias, com o objetivo de identificar todos os envolvidos na tentativa de envio do equipamento e dos entorpecentes. A polícia penal trabalha com a hipótese de que a ação tenha sido articulada por membros de facções que atuam dentro e fora dos presídios, mas nenhuma informação adicional foi divulgada até o momento.</p>
<p>O sistema prisional do Rio de Janeiro enfrenta desafios históricos, como superlotação e falta de recursos, mas as operações de inteligência têm se mostrado uma ferramenta eficaz no combate ao crime organizado. A apreensão de materiais ilícitos e a transferência de presos envolvidos em tentativas de burlar a segurança são medidas que reforçam o controle sobre as unidades.</p>
<p>A sociedade aguarda os próximos capítulos dessa investigação, que pode revelar a existência de uma rede de envio de materiais proibidos para os presídios. Enquanto isso, a polícia penal segue em alerta, intensificando as revistas e as inspeções para impedir que novos equipamentos ou drogas entrem nas unidades.</p>
<p>A ação desta semana é um exemplo do trabalho contínuo realizado pela Seppen para garantir a ordem e a segurança no sistema prisional, e demonstra que as autoridades estão dispostas a investir em tecnologia e inteligência para enfrentar um inimigo cada vez mais sofisticado.</p>
<p>A miniantena Starlink, que seria usada para fornecer internet de alta velocidade aos presos, foi apreendida antes que pudesse ser utilizada, frustrando os planos da organização criminosa. O equipamento, que é vendido comercialmente para uso em áreas remotas, foi adaptado para ser escondido dentro de um rádio, evidenciando a engenhosidade dos criminosos.</p>
<p>A transferência do interno para Bangu 1, onde ficará em isolamento, é uma medida preventiva para evitar que ele continue a coordenar ações criminosas de dentro da prisão. A cela de isolamento é utilizada em casos de infrações graves ou quando há risco de fuga ou de comunicação com outros presos.</p>
<p>A Polícia Penal do Rio de Janeiro não informou se o interno já tinha histórico de envolvimento com facções ou se havia outras encomendas suspeitas destinadas a ele. As investigações estão em andamento e novas informações podem ser divulgadas nos próximos dias.</p>
<p>A apreensão de 31 celulares em Bangu 2 também é significativa, pois os aparelhos são um dos principais meios de comunicação entre presos e facções. A quantidade de papelotes de cocaína encontrada, cerca de 300, indica que o tráfico de drogas também é uma atividade constante dentro das unidades.</p>
<p>As operações de fiscalização são realizadas de forma periódica e contam com o apoio de cães farejadores e equipamentos de raio-X, que ajudam a identificar materiais escondidos em encomendas e pertences. A Seppen tem investido na capacitação dos policiais penais para lidar com as novas tecnologias utilizadas pelos criminosos.</p>
<p>O combate à entrada de itens proibidos nos presídios é uma prioridade do governo estadual, que tem buscado parcerias com outras forças de segurança e com o sistema de Justiça para fortalecer as ações. A integração entre as polícias é fundamental para desarticular as organizações criminosas que atuam de dentro das prisões.</p>
<p>A sociedade espera que as investigações avancem e que os responsáveis sejam identificados e punidos. A apreensão da antena Starlink e dos demais materiais é um passo importante, mas a luta contra o crime organizado é constante e exige vigilância permanente.</p>
<p>A Seppen não divulgou o nome do interno envolvido na tentativa de receber a antena, nem detalhes sobre sua participação em atividades criminosas. A informação foi mantida em sigilo para não atrapalhar as investigações.</p>
<p>As operações desta semana reforçam o compromisso da polícia penal em manter as unidades prisionais sob controle e impedir que o crime organizado utilize o sistema carcerário como base de operações. A expectativa é que novas ações sejam realizadas nos próximos meses, com o objetivo de reduzir ainda mais a entrada de materiais ilícitos.</p>
<p>A população do Rio de Janeiro, que sofre com a violência urbana, vê com bons olhos as ações de combate ao crime dentro dos presídios, pois acredita que isso pode contribuir para a redução da criminalidade nas ruas. A esperança é que as medidas adotadas pela Seppen sejam suficientes para desarticular as facções e devolver a segurança à população.</p>
<p>O caso da miniantena Starlink também chama a atenção para a necessidade de atualização das leis e dos protocolos de segurança, que muitas vezes não acompanham a evolução tecnológica. A apreensão do equipamento mostra que as autoridades estão atentas a essas mudanças e dispostas a se adaptar para enfrentar os novos desafios.</p>
<p>A Seppen não informou se a antena Starlink foi danificada ou se será utilizada em investigações. O equipamento foi apreendido e deve passar por perícia para identificar possíveis usos anteriores ou conexões com outros crimes.</p>
<p>As ações de fiscalização nos presídios de Bangu são realizadas regularmente, mas a apreensão de um equipamento de alta tecnologia como a antena Starlink é um fato raro e demonstra a ousadia das organizações criminosas. A polícia penal, no entanto, mostrou-se preparada para enfrentar esse tipo de desafio.</p>
<p>A transferência do interno para Bangu 1, unidade de segurança máxima, é uma medida que visa isolar o preso e impedir que ele continue a influenciar outros detentos. O isolamento é uma prática comum em casos de quebra de disciplina ou de tentativa de comunicação com o exterior.</p>
<p>A Seppen não divulgou o número de agentes envolvidos nas operações desta semana, mas destacou que as ações foram planejadas e executadas com o apoio das coordenações de unidades prisionais de alta e média complexidade. A integração entre as equipes é fundamental para o sucesso das operações.</p>
<p>A apreensão de drogas e celulares em Bangu 2 e Bangu 4 também é um reflexo do trabalho contínuo de inteligência realizado pela polícia penal. As informações que levaram às apreensões foram obtidas por meio de investigações e de monitoramento das atividades suspeitas dentro das unidades.</p>
<p>A sociedade acompanha com expectativa os desdobramentos dessas ações, que podem revelar a existência de uma rede de corrupção envolvendo servidores públicos ou de fornecedores de materiais ilícitos. A Seppen não descarta a possibilidade de novas prisões ou de abertura de inquéritos para investigar o caso.</p>
<p>O combate ao crime organizado dentro dos presídios é um desafio complexo, que exige investimento em tecnologia, capacitação de pessoal e integração entre as forças de segurança. A apreensão da antena Starlink é um exemplo de que as autoridades estão no caminho certo, mas ainda há muito a ser feito.</p>
<p>A Polícia Penal do Rio de Janeiro segue trabalhando para garantir a</p>
<p>Fonte: <a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/geral/noticia/2026-08/presidios-combatem-entrada-de-itens-proibidos-para-faccoes-criminosas" target="_blank" rel="nofollow noopener noreferrer">Agência Brasil</a>.</p>

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		<title>PF edita norma que amplia controle sobre produtos químicos usados na fabricação de drogas</title>
		<link>https://weeknews.online/pf-edita-norma-que-amplia-controle-sobre-produtos-quimicos-usados-na-fabricacao-de-drogas/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[ricardo]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 03 Aug 2026 12:05:07 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Pesquisa e Inovação]]></category>
		<category><![CDATA[Brasil e EUA anunciam acordo de combate ao tráfico de armas e drogas]]></category>
		<category><![CDATA[Diário Oficial da União]]></category>
		<category><![CDATA[drogas]]></category>
		<category><![CDATA[Geral]]></category>
		<category><![CDATA[Lei destina parte do dinheiro de bets para fundo da Polícia Federal]]></category>
		<category><![CDATA[nova instrução normativa]]></category>
		<category><![CDATA[Polícia Federal]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Fonte da imagem: Agência Brasil A Polícia Federal publicou, nesta segunda-feira (3), uma nova instrução normativa que regulamenta o controle e a fiscalização de produtos químicos que podem ser utilizados na produção ilícita de drogas e outras substâncias entorpecentes. A medida, publicada no Diário Oficial da União, atualiza os procedimentos de monitoramento previstos na legislação federal e estabelece regras mais rígidas para pessoas físicas e jurídicas que atuam com essas substâncias. O texto define as diretrizes para cadastro, licenciamento, fiscalização e responsabilização de empresas e profissionais que produzam, comercializem, transportem, armazenem ou usem produtos químicos sujeitos ao controle da Polícia Federal. A relação dessas substâncias é definida pelo Ministério da Justiça e Segurança Pública, conforme a lista oficial. Pelas novas regras, empresas e profissionais que&#8230;</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<figure class="weeknews-ai-media" style="margin:24px 0;max-width:100%;clear:both;"><img loading="lazy" style="max-width:100%;height:auto;display:block;" src="https://weeknews.online/wp-content/uploads/2026/06/780fa474-5854-41f4-9502-dc65d01e640a-1024x512.jpeg" alt="PF edita norma que amplia controle sobre produtos químicos usados na fabricação de drogas" decoding="async"><figcaption class="weeknews-ai-credit" style="font-size:13px;line-height:1.45;margin-top:8px;color:#666;text-align:center;">Fonte da imagem: <a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/geral/noticia/2026-08/brasil-passa-ter-controle-maior-sobre-produtos-quimicos" target="_blank" rel="nofollow noopener noreferrer">Agência Brasil</a></figcaption></figure>
<p><a style="display:block;" href="https://weeknews.online/" target="_blank" rel="nofollow noopener noreferrer"></p>
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<p>A Polícia Federal publicou, nesta segunda-feira (3), uma nova instrução normativa que regulamenta o controle e a fiscalização de produtos químicos que podem ser utilizados na produção ilícita de drogas e outras substâncias entorpecentes. A medida, publicada no Diário Oficial da União, atualiza os procedimentos de monitoramento previstos na legislação federal e estabelece regras mais rígidas para pessoas físicas e jurídicas que atuam com essas substâncias.</p>
<p>O texto define as diretrizes para cadastro, licenciamento, fiscalização e responsabilização de empresas e profissionais que produzam, comercializem, transportem, armazenem ou usem produtos químicos sujeitos ao controle da Polícia Federal. A relação dessas substâncias é definida pelo Ministério da Justiça e Segurança Pública, conforme a lista oficial.</p>
<p>Pelas novas regras, empresas e profissionais que exerçam atividades com produtos químicos controlados deverão realizar cadastro e solicitar licença de funcionamento por meio do Sistema de Controle de Produtos Químicos. O sistema também será utilizado para a emissão de certificados, autorizações especiais e permissões para importação, exportação e reexportação de substâncias.</p>
<p>Outra novidade é a obrigatoriedade do envio dos Mapas Mensais de Controle, que devem conter informações sobre todas as movimentações de produtos químicos ocorridas no mês anterior. O envio deverá ser feito até o dia 15 de cada mês, inclusive nos períodos em que não houver movimentação das substâncias controladas.</p>
<p>A norma também amplia o poder de fiscalização das equipes da Polícia Federal, que poderão inspecionar estabelecimentos e locais onde ocorram atividades envolvendo produtos químicos controlados. Em caso de irregularidades, os agentes poderão apreender os produtos químicos encontrados em situação irregular.</p>
<p>O texto organiza as infrações em diferentes níveis de gravidade e define as sanções correspondentes. Para condutas menos graves, a penalidade é advertência, com reincidência sujeita a multa entre R$ 2.128,20 e R$ 20 mil. Já para irregularidades mais severas, as multas variam de R$ 20 mil a R$ 350 mil.</p>
<p>A regulamentação prevê ainda a suspensão da licença de funcionamento por até 180 dias para infratores reincidentes e o cancelamento da autorização em situações mais graves, como a participação no desvio de produtos químicos para fins ilícitos.</p>
<p>Entre as infrações listadas estão a falta de cadastro ou licenciamento, a omissão de informações obrigatórias, a realização de atividades sem autorização da Polícia Federal, a importação ou exportação sem permissão prévia e a adulteração de documentos e rótulos para burlar a fiscalização.</p>
<p>Segundo a Polícia Federal, as medidas têm como objetivo fortalecer o controle sobre substâncias químicas que podem ser utilizadas na produção ilegal de drogas, ampliando os mecanismos de rastreamento das operações e a capacidade de fiscalização dos órgãos responsáveis.</p>
<p>A nova instrução normativa revoga normas anteriores publicadas em 2020 e 2021, consolidando as regras em um único instrumento. A publicação integra um esforço mais amplo do governo federal para combater o tráfico de drogas e o desvio de produtos químicos para atividades criminosas.</p>
<p>Fonte: <a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/geral/noticia/2026-08/brasil-passa-ter-controle-maior-sobre-produtos-quimicos" target="_blank" rel="nofollow noopener noreferrer">Agência Brasil</a>.</p>

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		<item>
		<title>Polícia Civil e MPF fazem operações contra o tráfico de drogas no RJ</title>
		<link>https://weeknews.online/policia-civil-e-mpf-fazem-operacoes-contra-o-trafico-de-drogas-no-rj/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[ricardo]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 06 Jul 2026 21:11:13 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Segurança]]></category>
		<category><![CDATA[Baixar]]></category>
		<category><![CDATA[drogas]]></category>
		<category><![CDATA[polícia civil]]></category>
		<category><![CDATA[Volta Redonda]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Feed Editoria Radioagência Nacional. O Ministério Público do Rio de Janeiro e a Polícia Civil realizam operação para cumprir 59 mandados de prisão e 61 de busca e apreensão contra suspeitos de integrar uma organização criminosa especializada na venda de drogas em Volta Redonda, no Sul Fluminense. O promotor de Justiça do GAECO, Grupo de Atuação Especializada de Combate ao Crime Organizado do Ministério Público do Rio, Leonardo Kataoka  destaque o perfil violento da quadrilha. As investigações apontam que o grupo utilizava um aplicativo de mensagens para se comunicar e organizar as ações. Havia grupos específicos, inclusive para monitoramento de forças de segurança, além da troca de mensagens entre os líderes do esquema criminoso, que falavam abertamente sobre o movimento de venda de drogas, lucros obtidos e o&#8230;</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<div class="welcome-container" style="text-align:center; margin:35px 0 15px 0;">
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<p>    </a>
</div>

<p>Feed Editoria Radioagência Nacional.</p>

<p></p>
<div>
<p>O Ministério Público do Rio de Janeiro e a Polícia Civil realizam operação para cumprir 59 mandados de prisão e 61 de busca e apreensão contra suspeitos de integrar uma organização criminosa especializada na venda de drogas em Volta Redonda, no Sul Fluminense.</p>
<p>O promotor de Justiça do GAECO, Grupo de Atuação Especializada de Combate ao Crime Organizado do Ministério Público do Rio, Leonardo Kataoka  destaque o perfil violento da quadrilha.</p>
<p>As investigações apontam que o grupo utilizava um aplicativo de mensagens para se comunicar e organizar as ações. Havia grupos específicos, inclusive para monitoramento de forças de segurança, além da troca de mensagens entre os líderes do esquema criminoso, que falavam abertamente sobre o movimento de venda de drogas, lucros obtidos e o monitoramento das forças de segurança pública. </p>
<p>      <!-- Relacionada --><br />
            <!-- Relacionada -->
    </div>
<p></p>
<p>Fonte: <a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/radioagencia-nacional/seguranca/audio/2022-12/policia-civil-e-mpf-fazem-operacoes-contra-o-trafico-de-drogas-no-rj" target="_blank" rel="nofollow noopener noreferrer">Agência Brasil</a>.</p>

<p>O post <a href="https://weeknews.online/policia-civil-e-mpf-fazem-operacoes-contra-o-trafico-de-drogas-no-rj/">Polícia Civil e MPF fazem operações contra o tráfico de drogas no RJ</a> apareceu primeiro em <a href="https://weeknews.online">WeekNews</a>.</p>
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		<item>
		<title>Prejuízo de R$ 3 bilhões ao crime organizado em menos de dois meses de programa federal</title>
		<link>https://weeknews.online/prejuizo-de-r-3-bilhoes-ao-crime-organizado-em-menos-de-dois-meses-de-programa-federal/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[ricardo]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 02 Jul 2026 14:05:11 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Noticías]]></category>
		<category><![CDATA[31.418]]></category>
		<category><![CDATA[armas de fogo]]></category>
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		<category><![CDATA[MJSP]]></category>
		<category><![CDATA[MJSP e bancos firmam acordo contra crimes financeiros cibernéticos]]></category>
		<category><![CDATA[MJSP faz plantão para atender Procons contra aumento de combustível]]></category>
		<category><![CDATA[PF apreende armas destinadas a facções criminosas no Rio]]></category>
		<category><![CDATA[Programa Brasil Contra o Crime Organizado]]></category>
		<category><![CDATA[resultados obtidos pelo Programa Brasil Contra o Crime Organizado]]></category>
		<category><![CDATA[Senasp]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Fonte da imagem: Agência Brasil Em menos de dois meses de operações do Programa Brasil Contra o Crime Organizado, as forças de segurança já causaram um prejuízo de R$ 3 bilhões às organizações criminosas, somando apreensões e bloqueio de bens e ativos financeiros. Os dados foram divulgados pelo Ministério da Justiça e Segurança Pública (MJSP) nesta quinta-feira (2), com balanço do período entre 12 de maio e 1º de julho. De acordo com a Secretaria Nacional de Segurança Pública (Senasp), foram apreendidas 134,8 toneladas de drogas, 2.159 armas de fogo e 31.418 munições. Além disso, imóveis e veículos confiscados totalizam R$ 723,1 milhões, enquanto o bloqueio de ativos financeiros chegou a R$ 324,9 milhões. A operação também destruiu 93.667 pés de maconha. O secretário nacional&#8230;</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<figure class="weeknews-ai-media" style="margin:24px 0;max-width:100%;clear:both;"><img loading="lazy" style="max-width:100%;height:auto;display:block;" src="https://weeknews.online/wp-content/uploads/2026/07/palacio_da_justica_na_esplanada_dos_ministerios250620213602-1024x512.jpg" alt="Prejuízo de R$ 3 bilhões ao crime organizado em menos de dois meses de programa federal" decoding="async"><figcaption class="weeknews-ai-credit" style="font-size:13px;line-height:1.45;margin-top:8px;color:#666;text-align:center;">Fonte da imagem: <a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/justica/noticia/2026-07/operacoes-de-seguranca-causam-r-3-bi-em-prejuizo-ao-crime-organizado" target="_blank" rel="nofollow noopener noreferrer">Agência Brasil</a></figcaption></figure>
<p>    <a style="display:block;" noopener noreferrer href="https://weeknews.online/" target="_blank" rel="nofollow noopener noreferrer"></p>
<p>    </a></p>
<p><br />
</p>
<p>Em menos de dois meses de operações do Programa Brasil Contra o Crime Organizado, as forças de segurança já causaram um prejuízo de R$ 3 bilhões às organizações criminosas, somando apreensões e bloqueio de bens e ativos financeiros. Os dados foram divulgados pelo Ministério da Justiça e Segurança Pública (MJSP) nesta quinta-feira (2), com balanço do período entre 12 de maio e 1º de julho.</p>
<p>De acordo com a Secretaria Nacional de Segurança Pública (Senasp), foram apreendidas 134,8 toneladas de drogas, 2.159 armas de fogo e 31.418 munições. Além disso, imóveis e veículos confiscados totalizam R$ 723,1 milhões, enquanto o bloqueio de ativos financeiros chegou a R$ 324,9 milhões. A operação também destruiu 93.667 pés de maconha.</p>
<p>O secretário nacional de Segurança Pública, Chico Lucas, destacou a estratégia de desarticular a estrutura financeira e logística do crime. &#8220;Estamos atacando não apenas quem executa os crimes, mas principalmente as estruturas financeiras, logísticas e patrimoniais que sustentam essas organizações&#8221;, afirmou.</p>
<p>Ao todo, 18.855 pessoas foram presas em ações que mobilizaram 17.175 agentes de segurança pública de todo o país. &#8220;Cada prisão, cada arma apreendida, cada bem confiscado e cada ativo bloqueado representa menos capacidade operacional para o crime e mais segurança para a população&#8221;, completou o secretário.</p>
<p>Os resultados já se refletem na queda dos índices de criminalidade. Conforme o MJSP, a comparação entre maio de 2026 e o mesmo mês de 2025 mostra redução de 17,5% nos homicídios dolosos, 14,3% nos latrocínios e 38,7% nas lesões corporais seguidas de morte. Roubos de carga e veículos caíram 31,9% e 26,6%, respectivamente. Já os roubos a instituições financeiras tiveram queda expressiva de 71,4%, e os furtos de veículos diminuíram 12%.</p>
<p>O governo federal também destacou a eficiência financeira do programa, com recuperação de R$ 50 para cada R$ 1 investido. O programa prevê investimento total de R$ 11 bilhões, sendo R$ 1 bilhão do Orçamento da União e R$ 10 bilhões via empréstimo do Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) para os estados. As operações integram forças de segurança federais, estaduais e municipais.</p>
<p>A reportagem é da Agência Brasil, com edição de Valéria Aguiar.</p>
<p></p>

<p>Fonte: <a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/justica/noticia/2026-07/operacoes-de-seguranca-causam-r-3-bi-em-prejuizo-ao-crime-organizado" target="_blank" rel="nofollow noopener noreferrer">Agência Brasil</a>.</p>
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		<item>
		<title>PM do Rio faz a maior apreensão de drogas da história do Brasil</title>
		<link>https://weeknews.online/pm-do-rio-faz-a-maior-apreensao-de-drogas-da-historia-do-brasil/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[ricardo]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 08 Apr 2026 17:15:55 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Segurança]]></category>
		<category><![CDATA[Baixar]]></category>
		<category><![CDATA[drogas]]></category>
		<category><![CDATA[fuzis e pistolas na Maré]]></category>
		<category><![CDATA[PM apreende três toneladas de drogas]]></category>
		<category><![CDATA[Polícia Militar]]></category>
		<category><![CDATA[Rio de Janeiro]]></category>
		<category><![CDATA[RJ: Operação na Maré apreende recorde de 48 toneladas de drogas]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Feed Editoria Radioagência Nacional. A Polícia Militar do Rio de Janeiro realizou na madrugada desta quarta-feira (8) a maior apreensão de drogas da história do Brasil. Os agentes encontraram quase 50 toneladas de entorpecentes, em um bunker na comunidade da Nova Holanda, no Complexo de Favelas da Maré, zona norte da capital fluminense. O material está avaliado em torno de R$ 50 milhões. Notícias relacionadas: RJ: Operação na Maré apreende recorde de 48 toneladas de drogas. PM apreende três toneladas de drogas, fuzis e pistolas na Maré. Entre as drogas apreendidas estão mais de 24 mil tabletes de maconha, retirados da comunidade em caminhões de cargas. Os agentes também localizaram 200 litros de lança-perfume e produtos usados para o preparo da substância. Foram apreendidos ainda&#8230;</p>
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</div>
<p>
Feed Editoria Radioagência Nacional.<br />
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<p><p style="text-align:center">
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				</p>
<p>A Polícia Militar do Rio de Janeiro realizou na madrugada desta quarta-feira (8) a maior apreensão de drogas da história do Brasil. Os agentes encontraram quase 50 toneladas de entorpecentes, em um <em>bunker</em> na comunidade da Nova Holanda, no Complexo de Favelas da Maré, zona norte da capital fluminense.<img decoding="async" src="https://weeknews.online/wp-content/uploads/2026/04/1775668555_87_ebc.png" style="width:1px;height:1px;display:inline" /><img decoding="async" src="https://weeknews.online/wp-content/uploads/2026/04/1775668555_317_ebc.gif" style="width:1px;height:1px;display:inline" /></p>
<p>O material está avaliado em torno de R$ 50 milhões.</p>
<p><h3>Notícias relacionadas:</h3>
<ul>
<li>RJ: Operação na Maré apreende recorde de 48 toneladas de drogas.</li>
<li>PM apreende três toneladas de drogas, fuzis e pistolas na Maré.</li>
</ul>
<p>Entre as drogas apreendidas estão mais de 24 mil tabletes de maconha, retirados da comunidade em caminhões de cargas. Os agentes também localizaram 200 litros de lança-perfume e produtos usados para o preparo da substância.</p>
<p>Foram apreendidos ainda cinco fuzis e quatro pistolas, e recuperados 26 veículos roubados. Um criminoso foi preso.</p>
<p>A ação teve como principal objetivo reprimir roubos de veículos de passeio e de cargas na região.</p>
<p>Participaram mais de 250 policiais, com auxílio do Batalhão de Ações com Cães, viaturas e aeronaves blindadas.</p>
<p>A maior apreensão de drogas do país havia ocorrido em 2021, quando a Polícia Militar Rodoviária localizou cerca de 36 toneladas escondidas em uma carreta de soja no estado de Mato Grosso do Sul.</p>
<p>  <span class="hms hms-format-m-ss">1:09</span> Carolina Pessôa &#8211; Repórter da Rádio Nacional , Feed Editoria Radioagência Nacional. </p>
<p>Fonte: <a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/radioagencia-nacional/seguranca/audio/2026-04/pm-do-rio-faz-maior-apreensao-de-drogas-da-historia-do-brasil">Agencia brasil EBC.</a>.</p>
<p>Wed, 08 Apr 2026 13:56:00 -0300 </p>

<p>O post <a href="https://weeknews.online/pm-do-rio-faz-a-maior-apreensao-de-drogas-da-historia-do-brasil/">PM do Rio faz a maior apreensão de drogas da história do Brasil</a> apareceu primeiro em <a href="https://weeknews.online">WeekNews</a>.</p>
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		<item>
		<title>PM apreende três toneladas de drogas, fuzis e pistolas na Maré</title>
		<link>https://weeknews.online/pm-apreende-tres-toneladas-de-drogas-fuzis-e-pistolas-na-mare/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[ricardo]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 08 Apr 2026 12:05:59 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Noticías]]></category>
		<category><![CDATA[apreensões]]></category>
		<category><![CDATA[Complexo da Maré]]></category>
		<category><![CDATA[drogas]]></category>
		<category><![CDATA[fuzis]]></category>
		<category><![CDATA[Geral]]></category>
		<category><![CDATA[Grupo de Trabalho da Maré pode ser embrião para outras comunidades]]></category>
		<category><![CDATA[Operações policiais na Maré deixaram 160 mortos em dez anos]]></category>
		<category><![CDATA[PM]]></category>
		<category><![CDATA[Polícia Militar]]></category>
		<category><![CDATA[Polícia Militar faz operação no Complexo da Maré no Rio]]></category>
		<category><![CDATA[Rio de Janeiro]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Feed Últimas. A Polícia Militar (PM) do Rio de Janeiro apreendeu cerca de três toneladas de drogas em comunidades do Complexo da Maré, na zona norte da capital. A ação foi realizada nessa terça-feira (7) por equipes do Batalhão de Ações com Cães (BAC).  Além das drogas, localizadas na comunidade de Nova Holanda, as equipes apreenderam em diferentes locais cinco fuzis, quatro pistolas e recuperaram 26 veículos, sendo nove carros e 17 motocicletas. Um suspeito foi detido e encaminhado à 21ª delegacia policial (Bonsucesso), para onde todo o material foi encaminhado. Notícias relacionadas: Polícia Militar faz operação no Complexo da Maré no Rio. Operações policiais na Maré deixaram 160 mortos em dez anos . Grupo de Trabalho da Maré pode ser embrião para outras comunidades. Planejada&#8230;</p>
<p class="excerpt-more"><a class="blog-excerpt button" href="https://weeknews.online/pm-apreende-tres-toneladas-de-drogas-fuzis-e-pistolas-na-mare/">Leia mais...</a></p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div class="welcome-container">
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</div>
<p>
Feed Últimas.<br />
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 </p>
<p><p style="text-align:center">
                    <img decoding="async" src="https://cdn.jsdelivr.net/gh/sergiosdlima/assets-ebc@1.0.0/abr/assets/images/logo-agenciabrasil.svg" alt="Logo Agência Brasil" style="height: 54px">
				</p>
<p>A Polícia Militar (PM) do Rio de Janeiro apreendeu cerca de três toneladas de drogas em comunidades do Complexo da Maré, na zona norte da capital. A ação foi realizada nessa terça-feira (7) por equipes do Batalhão de Ações com Cães (BAC). <img decoding="async" src="https://weeknews.online/wp-content/uploads/2026/04/1775649959_177_ebc.png" style="width:1px;height:1px;display:inline" /><img decoding="async" src="https://weeknews.online/wp-content/uploads/2026/04/1775649959_792_ebc.gif" style="width:1px;height:1px;display:inline" /></p>
<p><strong>Além das drogas, localizadas na comunidade de Nova Holanda, as equipes apreenderam em diferentes locais cinco fuzis, quatro pistolas e recuperaram 26 veículos, sendo nove carros e 17 motocicletas.</strong> Um suspeito foi detido e encaminhado à 21ª delegacia policial (Bonsucesso), para onde todo o material foi encaminhado.</p>
<p><h3>Notícias relacionadas:</h3>
<ul>
<li>Polícia Militar faz operação no Complexo da Maré no Rio.</li>
<li>Operações policiais na Maré deixaram 160 mortos em dez anos .</li>
<li>Grupo de Trabalho da Maré pode ser embrião para outras comunidades.</li>
</ul>
<p>Planejada com base em informações de inteligência da corporação, a ação mobilizou, ao todo, 250 policiais do BAC, do Batalhão de Operações Policiais Especiais (Bope), do Batalhão de Polícia de Choque, Batalhão Tático de Motociclistas, Grupamento Aeromóvel (GAM) e 22º Batalhão da PM, instalado na Maré, que realizaram as ações nas comunidades Parque União e Nova Holanda. O trabalho contou também com o emprego de quatro viaturas blindadas, além de duas aeronaves.</p>
<p><strong>As três toneladas de maconha e a maior parte das armas foram localizadas com o auxílio de cães farejadores.</strong> Os militares encontraram, em um bunker, grande quantidade de material entorpecente, além de quatro fuzis e quatro pistolas.</p>
<p>A operação teve como principal objetivo coibir a atuação de grupos criminosos, reprimir roubos de veículos e de cargas, além de garantir maior sensação de segurança à população local.</p>
<p> Douglas Corrêa &#8211; Repórter da Agência Brasil , Feed Últimas. </p>
<p>Fonte: <a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/geral/noticia/2026-04/pm-apreende-tres-toneladas-de-drogas-fuzis-e-pistolas-na-mare">Agencia brasil EBC.</a>.</p>
<p>Wed, 08 Apr 2026 08:32:00 -0300 </p>

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]]></content:encoded>
					
		
		
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