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	<title>Arquivo de Julho das Pretas - WeekNews</title>
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	<title>Arquivo de Julho das Pretas - WeekNews</title>
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		<title>Mulheres negras ocupam ruas de todo o país no Julho das Pretas por reparação e Bem Viver</title>
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		<dc:creator><![CDATA[ricardo]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 26 Jul 2026 21:32:06 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Pesquisa e Inovação]]></category>
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		<category><![CDATA[Flip: Angela Davis cita pensadores brasileiros e critica gentrificação]]></category>
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		<category><![CDATA[Mulheres negras marcham no Rio por direitos e pelo bem-viver]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Fonte da imagem: Agência Brasil Manifestações em várias capitais brasileiras marcaram o fim de semana de encerramento do Julho das Pretas, agenda de mobilizações contra o racismo e em defesa dos direitos das mulheres negras. O mês foi escolhido por abrigar o Dia Internacional da Mulher Negra Latino-Americana, celebrado no sábado (25). Em todas as cidades, duas pautas centrais nortearam os atos: a reparação pelas responsabilidades históricas do Estado e da sociedade na desigualdade racial, e o Bem Viver, modelo de sociedade que valoriza o cuidado, a ancestralidade e a coletividade, com o objetivo de alcançar justiça social e preservação da vida. A abertura da programação ocorreu na sexta-feira (24), em Recife, com a Marcha das Mulheres Negras de Pernambuco. As participantes se concentraram no&#8230;</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<figure class="weeknews-ai-media" style="margin:24px 0;max-width:100%;clear:both;"><img loading="lazy" style="max-width:100%;height:auto;display:block;" src="https://weeknews.online/wp-content/uploads/2026/07/rbr1535-1024x512.jpg" alt="Mulheres negras ocupam ruas de todo o país no Julho das Pretas por reparação e Bem Viver" decoding="async"><figcaption class="weeknews-ai-credit" style="font-size:13px;line-height:1.45;margin-top:8px;color:#666;text-align:center;">Fonte da imagem: <a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/direitos-humanos/noticia/2026-07/julho-das-pretas-mulheres-negras-marcham-pelas-ruas-de-todo-pais" target="_blank" rel="nofollow noopener noreferrer">Agência Brasil</a></figcaption></figure>
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<p>Manifestações em várias capitais brasileiras marcaram o fim de semana de encerramento do Julho das Pretas, agenda de mobilizações contra o racismo e em defesa dos direitos das mulheres negras. O mês foi escolhido por abrigar o Dia Internacional da Mulher Negra Latino-Americana, celebrado no sábado (25). Em todas as cidades, duas pautas centrais nortearam os atos: a reparação pelas responsabilidades históricas do Estado e da sociedade na desigualdade racial, e o Bem Viver, modelo de sociedade que valoriza o cuidado, a ancestralidade e a coletividade, com o objetivo de alcançar justiça social e preservação da vida.</p>
<p>A abertura da programação ocorreu na sexta-feira (24), em Recife, com a Marcha das Mulheres Negras de Pernambuco. As participantes se concentraram no parque Treze de Maio e caminharam até o Pátio do Carmo, denunciando a sub-representação das mulheres negras nos espaços de poder. O ato pernambucano deu o tom das reivindicações que se repetiriam nos dias seguintes.</p>
<p>No sábado (25), data central do Dia Internacional da Mulher Negra Latino-Americana, ao menos três capitais realizaram marchas. Em Belo Horizonte, as manifestantes homenagearam os 12 anos de fundação da Associação de Trabalhadoras Domésticas Tereza de Benguela, entidade que atua na capital mineira em defesa da categoria, composta majoritariamente por mulheres negras. A associação foi lembrada como símbolo de resistência e organização.</p>
<p>Em Belém, a 11ª edição da Marcha das Mulheres Negras percorreu o entorno da Praça da República, no Centro. De acordo com Flávia Vieira, uma das organizadoras, a escolha do local não foi aleatória: parte da praça foi erguida sobre um cemitério de pessoas escravizadas. A conexão entre passado e presente também se refletiu no tema da marcha deste ano na capital paraense: “Ancestralidade, um projeto de futuro que se faz agora”. Flávia destacou que o tema convida a refletir sobre a importância dos direitos humanos e do voto consciente. “Nós somos o maior grupo político e nós vamos decidir as eleições, então nós precisamos escolher bem as pessoas que vão nos representar”, afirmou.</p>
<p>Em Salvador, a marcha ocorreu no mesmo sábado, organizada pelo Odara – Instituto da Mulher Negra. Beatriz Souza, integrante do instituto, comemorou o aumento da participação a cada edição. “Foi um sábado perfeito, em que nós pudemos estar nas ruas com a força das yabás, pedindo licença para Exu, colocando as nossas crianças na frente da marcha. Foi um momento lindo que nos fez acreditar que é possível sonhar com um novo mundo e, principalmente, construir um novo mundo, com pactos novos de Bem Viver, igualdade e justiça para as pessoas”, disse.</p>
<p>O Odara é o principal articulador das atividades do Julho das Pretas em âmbito nacional. Este ano, ao longo de todo o mês de julho, estão previstas quase 700 atividades, realizadas por mais de 290 coletivos em 23 estados brasileiros e no Distrito Federal. A programação inclui rodas de conversa, oficinas, feiras culturais e outras ações voltadas para a visibilidade e o fortalecimento das mulheres negras.</p>
<p>As marchas deste fim de semana reforçaram a pauta da reparação histórica, que inclui políticas de combate ao racismo estrutural e ações afirmativas. O conceito de Bem Viver, presente nos discursos das organizadoras, propõe um modelo alternativo de sociedade baseado na harmonia com a natureza, na valorização dos saberes ancestrais e na coletividade, em contraposição ao individualismo e à exploração.</p>
<p>A mobilização nacional ocorre em um ano eleitoral, e as lideranças do movimento destacaram a importância do voto das mulheres negras como ferramenta de transformação política. A sub-representação nos espaços de poder foi um dos principais pontos de crítica levantados durante os atos.</p>
<p>Com a agenda do Julho das Pretas, as mulheres negras buscam não apenas denunciar as desigualdades, mas também construir alternativas concretas para um futuro mais justo. As atividades seguem até o fim do mês, com eventos espalhados por todas as regiões do país.</p>
<p>Fonte: <a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/direitos-humanos/noticia/2026-07/julho-das-pretas-mulheres-negras-marcham-pelas-ruas-de-todo-pais" target="_blank" rel="nofollow noopener noreferrer">Agência Brasil</a>.</p>

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		<title>Milhares de mulheres negras ocupam Copacabana em marcha por reparação e bem-viver</title>
		<link>https://weeknews.online/milhares-de-mulheres-negras-ocupam-copacabana-em-marcha-por-reparacao-e-bem-viver/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[ricardo]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 26 Jul 2026 20:46:08 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Pesquisa e Inovação]]></category>
		<category><![CDATA[Direitos Humanos]]></category>
		<category><![CDATA[Flip: Angela Davis cita pensadores brasileiros e critica gentrificação]]></category>
		<category><![CDATA[Julho das Pretas]]></category>
		<category><![CDATA[Marcha das Mulheres Negras]]></category>
		<category><![CDATA[Marielle Franco]]></category>
		<category><![CDATA[Vale do Café celebra 70 anos de Mestra Fatinha e encontro dos Jongos]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Fonte da imagem: Agência Brasil Milhares de mulheres negras tomaram a orla de Copacabana, no Rio de Janeiro, neste domingo (26), na 12ª edição da Marcha das Mulheres Negras do Rio de Janeiro. Com o tema &#8220;Em defesa da democracia, contra o racismo, pela reparação e pelo bem viver&#8221;, o ato cobrou políticas públicas que enfrentem as desigualdades históricas e o racismo, promovendo justiça social e condições dignas de vida para a população negra. A marcha ocorreu um dia após o Dia Internacional da Mulher Negra Latino-Americana e Caribenha e o Dia Nacional de Tereza de Benguela, celebrados no sábado (25). A data deu o tom de resistência e luta, reunindo famílias inteiras, lideranças comunitárias e ativistas. Clátia Vieira, coordenadora do Fórum Estadual de Mulheres&#8230;</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<figure class="weeknews-ai-media" style="margin:24px 0;max-width:100%;clear:both;"><img loading="lazy" style="max-width:100%;height:auto;display:block;" src="https://weeknews.online/wp-content/uploads/2026/07/rbr1828-1024x512.jpg" alt="Milhares de mulheres negras ocupam Copacabana em marcha por reparação e bem-viver" decoding="async"><figcaption class="weeknews-ai-credit" style="font-size:13px;line-height:1.45;margin-top:8px;color:#666;text-align:center;">Fonte da imagem: <a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/direitos-humanos/noticia/2026-07/mulheres-negras-marcham-no-rio-por-direitos-e-pelo-bem-viver" target="_blank" rel="nofollow noopener noreferrer">Agência Brasil</a></figcaption></figure>
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<p>Milhares de mulheres negras tomaram a orla de Copacabana, no Rio de Janeiro, neste domingo (26), na 12ª edição da Marcha das Mulheres Negras do Rio de Janeiro. Com o tema &#8220;Em defesa da democracia, contra o racismo, pela reparação e pelo bem viver&#8221;, o ato cobrou políticas públicas que enfrentem as desigualdades históricas e o racismo, promovendo justiça social e condições dignas de vida para a população negra.</p>
<p>A marcha ocorreu um dia após o Dia Internacional da Mulher Negra Latino-Americana e Caribenha e o Dia Nacional de Tereza de Benguela, celebrados no sábado (25). A data deu o tom de resistência e luta, reunindo famílias inteiras, lideranças comunitárias e ativistas.</p>
<p>Clátia Vieira, coordenadora do Fórum Estadual de Mulheres Negras do Rio de Janeiro, destacou que o bem-viver é o objetivo final e que ele só será alcançado com medidas de reparação. &#8220;Primeiro, fazer escuta das mulheres negras, e segundo, colocar o racismo como pauta estrutural da sociedade. A conexão do racismo com o capitalismo que mata as mulheres negras, que desemprega, que faz com que elas vivam uma instabilidade econômica, política e social&#8221;, afirmou.</p>
<p>A educadora Bárbara Carine participou da marcha com toda a família e ressaltou a importância de inserir as crianças nos espaços de mobilização. &#8220;Eu acredito que a política está no processo de entender quem nós somos, os nossos direitos, e o quão longe nós ainda estamos de onde a gente deveria estar. A marcha é um momento de pensar tanto os nossos avanços históricos, de celebrar nossa caminhada, mas principalmente olhar para um futuro de bem-viver. A gente quer passar das pautas de sobrevivência&#8221;, disse.</p>
<p>A vereadora Marielle Franco, assassinada em 2018 em crime de motivação política, foi lembrada em faixas, camisetas e discursos. Sua mãe, Marinete Silva, esteve presente no ato. &#8220;A Marielle esteve na marcha em 2017 e tinha que estar hoje aqui, nas ruas com as mulheres negras. Ela foi tombada mas não nos deixa calar. A participação política das mulheres é essencial e também era um projeto dela. Então é importante que a gente venha&#8221;, declarou Marinete.</p>
<p>Ao longo do percurso, as falas políticas foram intercaladas por apresentações artísticas de grupos como Afrolaje, Angoleiras e Obara Ylê de Ouro, que celebraram a ancestralidade, a resistência e a produção cultural negra. A música e a dança deram o tom de festa e afirmação identitária.</p>
<p>O casal Cinthia Garcia e Laísse Santos, que trabalha com afroturismo em Maricá, participou da marcha e destacou o sentimento de pertencimento. &#8220;Se tivesse uma palavra para resumir a nossa presença aqui hoje é pertencimento&#8221;, afirmou Laísse. Cinthia completou: &#8220;A marcha também é pelo direito da gente existir sendo quem a gente é. Usar os nossos cabelos, não ser criticada pela roupa que a gente veste, pelo turbante que a gente usa. Usa com orgulho os nossos elementos ancestrais&#8221;.</p>
<p>As duas também reforçaram que o racismo se manifesta no apagamento das contribuições da população negra para o desenvolvimento do país. &#8220;A cidade sempre é apresentada a partir da presença de pessoas brancas importantes, mas pouco se fala de quem realmente construiu a cidade, quem foram as mãos que construíram, de quem foi a tecnologia e a nossa luta é de resgate dessas histórias invisibilizadas&#8221;, complementou Cinthia.</p>
<p>A marcha deste ano reafirmou a necessidade de políticas públicas que enfrentem o racismo estrutural e promovam a reparação histórica, combinando denúncia, celebração e reivindicação por um futuro de bem-viver para as mulheres negras.</p>
<p>Fonte: <a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/direitos-humanos/noticia/2026-07/mulheres-negras-marcham-no-rio-por-direitos-e-pelo-bem-viver" target="_blank" rel="nofollow noopener noreferrer">Agência Brasil</a>.</p>

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		<item>
		<title>Festival Julho das Pretinhas começa em Salvador com programação gratuita para crianças e jovens</title>
		<link>https://weeknews.online/festival-julho-das-pretinhas-comeca-em-salvador-com-programacao-gratuita-para-criancas-e-jovens/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[ricardo]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 20 Jul 2026 18:11:12 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Noticías]]></category>
		<category><![CDATA[Baixar]]></category>
		<category><![CDATA[Cultura]]></category>
		<category><![CDATA[empoderamento preto]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Fonte da imagem: Agência Brasil Feed Editoria Radioagência Nacional. Salvador recebe, a partir desta segunda-feira (20), a sétima edição do Festival Julho das Pretinhas, evento que integra as ações do Julho das Pretas em todo o país. A programação, voltada para literatura, infância, juventude e empoderamento preto, segue até sábado (25) com atividades gratuitas em diferentes espaços da cidade. O tema desta edição é “imaginação, criatividade e criação para a construção das identidades infantis pretas”. A proposta é oferecer um espaço de reflexão e celebração da cultura preta por meio de encontros com autores, leituras dramatizadas, oficinas formativas, exposições e apresentações artísticas. Nesta segunda-feira, a partir das 14h, a Biblioteca Monteiro Lobato recebe a Leitura Dramatizada “Maria Felipa”, em homenagem à heroína baiana que teve&#8230;</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<figure class="weeknews-ai-media" style="margin:24px 0;max-width:100%;clear:both;"><img loading="lazy" style="max-width:100%;height:auto;display:block;" src="https://weeknews.online/wp-content/uploads/2026/07/thumb_1200x600_agbrasil-1024x512.png" alt="Festival Julho das Pretinhas começa em Salvador com programação gratuita para crianças e jovens" decoding="async"><figcaption class="weeknews-ai-credit" style="font-size:13px;line-height:1.45;margin-top:8px;color:#666;text-align:center;">Fonte da imagem: <a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/radioagencia-nacional/cultura/audio/2026-07/salvador-recebe-ate-sabado-o-festival-julho-das-pretinhas" target="_blank" rel="nofollow noopener noreferrer">Agência Brasil</a></figcaption></figure>
<p><a style="display:block;" href="https://weeknews.online/" target="_blank" rel="nofollow noopener noreferrer"></p>
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<p>Feed Editoria Radioagência Nacional.</p>

<p>Salvador recebe, a partir desta segunda-feira (20), a sétima edição do Festival Julho das Pretinhas, evento que integra as ações do Julho das Pretas em todo o país. A programação, voltada para literatura, infância, juventude e empoderamento preto, segue até sábado (25) com atividades gratuitas em diferentes espaços da cidade.</p>
<p>O tema desta edição é “imaginação, criatividade e criação para a construção das identidades infantis pretas”. A proposta é oferecer um espaço de reflexão e celebração da cultura preta por meio de encontros com autores, leituras dramatizadas, oficinas formativas, exposições e apresentações artísticas.</p>
<p>Nesta segunda-feira, a partir das 14h, a Biblioteca Monteiro Lobato recebe a Leitura Dramatizada “Maria Felipa”, em homenagem à heroína baiana que teve papel fundamental na luta pela Independência da Bahia e do Brasil. Na mesma tarde, haverá contação de histórias com a escritora de literatura infantojuvenil e professora de artes Paula Brito, além do “Falas Pretinhas”, um encontro com autores infantis da Coleção Linguinha de Dendê.</p>
<p>Na quinta-feira (23), também a partir das 14h, a Biblioteca Monteiro Lobato sedia a exposição “Pretinhas Brincantes”, seguida da apresentação da Griot Yaya, com participação do Bonde da Calu.</p>
<p>Outro destaque da programação é a Mostra Julho das Pretinhas, que acontece no sábado (25), último dia do evento, a partir das 15h, no Teatro Sesi Casa Branca. A mostra reúne trabalhos artísticos com foco em teatro, dança e literatura cantada, realizados por alunos de escolas públicas ou comunitárias.</p>
<p>Todas as atividades são gratuitas. A programação completa pode ser consultada no perfil oficial do evento no Instagram: @julhodaspretinhas.</p>
<p>O Festival Julho das Pretinhas é uma iniciativa que busca fortalecer a autoestima e a representatividade de crianças e jovens negros, promovendo o acesso à cultura e à literatura produzida por autores pretos. A edição de 2026 reafirma o compromisso com a valorização das identidades infantis pretas por meio da arte e da educação.</p>
<p>Fonte: <a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/radioagencia-nacional/cultura/audio/2026-07/salvador-recebe-ate-sabado-o-festival-julho-das-pretinhas" target="_blank" rel="nofollow noopener noreferrer">Agência Brasil</a>.</p>

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		<title>12ª Marcha das Mulheres Negras do Rio ocupa Copacabana no dia 26 com pauta antirracista e de reparação histórica</title>
		<link>https://weeknews.online/12a-marcha-das-mulheres-negras-do-rio-ocupa-copacabana-no-dia-26-com-pauta-antirracista-e-de-reparacao-historica/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[ricardo]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 18 Jul 2026 14:16:09 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Pesquisa e Inovação]]></category>
		<category><![CDATA[12ª Marcha das Mulheres Negras]]></category>
		<category><![CDATA[Brasília recebe Marcha das Mulheres Negras em 25 de novembro]]></category>
		<category><![CDATA[defesa da democracia]]></category>
		<category><![CDATA[Direitos Humanos]]></category>
		<category><![CDATA[Julho das Pretas]]></category>
		<category><![CDATA[municípios fluminenses]]></category>
		<category><![CDATA[Racismo]]></category>
		<category><![CDATA[Rio de Janeiro]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Fonte da imagem: Agência Brasil A 12ª Marcha das Mulheres Negras do Estado do Rio de Janeiro será realizada no próximo dia 26 de julho, com concentração a partir das 10h no posto 2, em Copacabana, na Zona Sul da capital fluminense. Com o tema &#8220;Em defesa da democracia, contra o racismo, pela reparação e bem viver&#8221;, a mobilização integra a programação do Julho das Pretas e reúne mulheres negras de diferentes municípios do estado em um dos maiores atos políticos do movimento negro no Rio de Janeiro. Antes da caminhada, a organização promove no próximo domingo (19) a tradicional Oficina de Pirulitos, no Instituto de Pesquisas das Culturas Negras (IPCN), no Centro do Rio. O encontro é dedicado à confecção dos cartazes que serão&#8230;</p>
<p class="excerpt-more"><a class="blog-excerpt button" href="https://weeknews.online/12a-marcha-das-mulheres-negras-do-rio-ocupa-copacabana-no-dia-26-com-pauta-antirracista-e-de-reparacao-historica/">Leia mais...</a></p>
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										<content:encoded><![CDATA[<figure class="weeknews-ai-media" style="margin:24px 0;max-width:100%;clear:both;"><img loading="lazy" style="max-width:100%;height:auto;display:block;" src="https://weeknews.online/wp-content/uploads/2026/07/rbr0318-1024x512.jpg" alt="12ª Marcha das Mulheres Negras do Rio ocupa Copacabana no dia 26 com pauta antirracista e de reparação histórica" decoding="async"><figcaption class="weeknews-ai-credit" style="font-size:13px;line-height:1.45;margin-top:8px;color:#666;text-align:center;">Fonte da imagem: <a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/direitos-humanos/noticia/2026-07/luta-contra-o-racismo-marca-12a-marcha-das-mulheres-negras-no-rio" target="_blank" rel="nofollow noopener noreferrer">Agência Brasil</a></figcaption></figure>
<p><a style="display:block;" noopener noreferrer href="https://weeknews.online/" target="_blank" rel="nofollow noopener noreferrer"></p>
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<p>A 12ª Marcha das Mulheres Negras do Estado do Rio de Janeiro será realizada no próximo dia 26 de julho, com concentração a partir das 10h no posto 2, em Copacabana, na Zona Sul da capital fluminense. Com o tema &#8220;Em defesa da democracia, contra o racismo, pela reparação e bem viver&#8221;, a mobilização integra a programação do Julho das Pretas e reúne mulheres negras de diferentes municípios do estado em um dos maiores atos políticos do movimento negro no Rio de Janeiro.</p>
<p>Antes da caminhada, a organização promove no próximo domingo (19) a tradicional Oficina de Pirulitos, no Instituto de Pesquisas das Culturas Negras (IPCN), no Centro do Rio. O encontro é dedicado à confecção dos cartazes que serão levados durante a marcha, mas também funciona como um espaço de formação política, integração e fortalecimento das participantes. A programação inclui ainda um churrasco colaborativo, construído de forma coletiva pelas próprias mulheres.</p>
<p>Segundo a coordenadora da 12ª Marcha das Mulheres Negras-RJ, Clatia Vieira, a oficina simboliza a forma como todo o movimento é organizado. &#8220;A construção dos pirulitos também é um ato político. É nesse momento que as mulheres se encontram, debatem as pautas da marcha e fortalecem essa rede de solidariedade. Quem pode leva sua contribuição para o churrasco, quem não pode participa da mesma forma. A gente pensa para que nenhuma mulher fique de fora&#8221;, afirmou.</p>
<p>Embora esteja em sua 12ª edição, a história da Marcha das Mulheres Negras começou a ser construída ainda em 2011, quando organizações de mulheres negras de todo o país lançaram a proposta de realizar uma grande marcha nacional. Depois de quatro anos de articulação, a iniciativa ganhou as ruas de Brasília em 2015, reunindo cerca de 100 mil mulheres. No mesmo ano, o Rio de Janeiro realizou sua primeira marcha estadual, que passou a acontecer anualmente como parte da mobilização permanente do Fórum Estadual de Mulheres Negras. Desde então, o movimento não parou de crescer. Mesmo durante a pandemia de covid-19, quando duas edições ocorreram de forma virtual, a articulação foi mantida.</p>
<p>&#8220;Estamos na 12ª marcha. Tivemos duas edições online por causa da pandemia, mas estamos há dez anos ocupando as ruas desde 2015. A marcha nunca deixou de existir porque o racismo também nunca deixou de existir&#8221;, afirmou Clatia Vieira. A coordenadora lembrou que, no ano passado, além da organização da marcha estadual, o movimento também participou da construção da 2ª Marcha Nacional das Mulheres Negras, realizada em Brasília, ampliando ainda mais a articulação entre os estados.</p>
<p>Ao longo dos últimos anos, a marcha consolidou uma ampla rede de mobilização em todo o território fluminense. Segundo Rose Cipriano, integrante da coordenação, mulheres de dezenas de municípios organizam caravanas para participar da caminhada. &#8220;Nós estamos mobilizando mulheres de São Francisco de Itabapoana, Cantagalo, Niterói, Baixada Fluminense e de diversas regiões do estado. A expectativa é reunir entre 10 e 15 mil mulheres em Copacabana&#8221;, afirmou. Mais do que participar de um ato público, a proposta é que essas mulheres retornem aos seus municípios fortalecidas para criar fóruns locais, ampliar o diálogo sobre racismo e pressionar o poder público por políticas voltadas à população negra.</p>
<p>A escolha de Copacabana para sediar a marcha também carrega um significado político. Rose Cipriano explicou que o bairro representa um espaço historicamente marcado por desigualdades raciais e sociais. &#8220;Muitas mulheres negras trabalham em Copacabana como empregadas domésticas e assistem à marcha das janelas dos prédios onde trabalham. Marchar ali é disputar esse território e mostrar que ele também pertence à população negra&#8221;, disse. Clatia Vieira reforçou que ocupar a Zona Sul é uma forma de denunciar o racismo estrutural presente na organização da cidade: &#8220;É nessa Copacabana opressora que a gente precisa dizer o que acontece com as mulheres negras. É um território de disputa e de denúncia.&#8221;</p>
<p>Ao longo de sua trajetória, a Marcha das Mulheres Negras tornou-se um dos principais espaços de articulação política do movimento negro feminino no estado. Para Clatia Vieira, a mobilização nasceu para enfrentar o racismo estrutural e denunciar as desigualdades vividas diariamente pelas mulheres negras. &#8220;A Marcha é, antes de tudo, um ato político de denúncia ao racismo. A gente denuncia como as mulheres negras vivem, como são submetidas às desigualdades e como o racismo estrutural coloca essas mulheres em situação de ausência de políticas públicas. Quando falamos de reparação, estamos falando de dividir poder, garantir que as mulheres negras ocupem os espaços de decisão e sejam ouvidas&#8221;, afirmou.</p>
<p>Ela destacou ainda que a marcha aborda pautas como a defesa da democracia, o enfrentamento ao racismo, o fim da escala 6&#215;1, a defesa da PEC da Reparação, a luta contra a redução da maioridade penal, o direito à saúde, à educação, ao trabalho digno e à vida. &#8220;São pautas construídas pelas próprias mulheres negras e que expressam a realidade de quem sente diariamente os efeitos do racismo&#8221;, completou. Clatia Vieira também ressaltou que a marcha se diferencia por ser construída horizontalmente: &#8220;A Marcha das Mulheres Negras não tem dona. Ela é pensada por mulheres negras, para mulheres negras e com mulheres negras. Todas têm direito à fala. Quando chegamos à marcha, ninguém vai apenas bater palma. Cada mulher leva sua voz, sua experiência e sua luta.&#8221;</p>
<p>Embora seja um ato político, a marcha também incorpora manifestações culturais que fazem parte da história da população negra. Durante a concentração e ao longo do percurso, haverá apresentações de jongo — também chamado de caxambu —, dança e ritmo afro-brasileiro, samba, feira de artesãs, atividades para crianças e manifestações ligadas às religiões de matriz africana. Segundo Clatia Vieira, esses elementos representam a ancestralidade que sustenta o movimento. &#8220;Ato de gente preta é ato de aquilombamento. Tem jongo, tem samba, tem ancestralidade, tem cultura. A nossa história vem da África e essa memória faz parte da nossa resistência&#8221;, afirmou.</p>
<p>A coordenadora também chamou atenção para a importância da imprensa na divulgação das pautas do movimento. Para ela, ampliar a visibilidade da marcha significa enfrentar a invisibilidade histórica das mulheres negras. &#8220;É muito importante contar com os meios de comunicação. A gente liga a televisão e quase nunca vê as nossas histórias ou as nossas pautas. A marcha não é apenas um encontro. Ela denuncia o racismo, fortalece a organização das mulheres negras e mostra que seguimos lutando por respeito, igualdade e pelo direito de viver com dignidade&#8221;, concluiu.</p>
<p>Fonte: <a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/direitos-humanos/noticia/2026-07/luta-contra-o-racismo-marca-12a-marcha-das-mulheres-negras-no-rio" target="_blank" rel="nofollow noopener noreferrer">Agência Brasil</a>.</p>

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		<title>Festival Latinidades tem início nesta quarta-feira em Brasília</title>
		<link>https://weeknews.online/festival-latinidades-tem-inicio-nesta-quarta-feira-em-brasilia/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[ricardo]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 23 Jul 2025 10:34:43 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Pesquisa e Inovação]]></category>
		<category><![CDATA[25 de julho]]></category>
		<category><![CDATA[afrolatinas]]></category>
		<category><![CDATA[Caribenha]]></category>
		<category><![CDATA[Confira a programação completa do festival]]></category>
		<category><![CDATA[Direitos Humanos]]></category>
		<category><![CDATA[Festival Latinidades]]></category>
		<category><![CDATA[Julho das Pretas]]></category>
		<category><![CDATA[Lélia Gonzalez]]></category>
		<category><![CDATA[Mulher Afro-Latino-Americana]]></category>
		<category><![CDATA[Mulher Negra]]></category>
		<category><![CDATA[quilombo]]></category>
		<category><![CDATA[Site: https://www.latinidades.com.br/]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Feed Últimas. A 18ª edição do Festival Latinidades começa nesta quarta-feira (23) e se estende até 31 de julho, com o tema Mulheres Negras Movem o Mundo, em diversas localidades do Distrito Federal. Considerado o maior festival dedicado às mulheres negras da América Latina e Caribe, nesta edição, o evento homenageia a intelectual negra Lélia Gonzalez (1935-1994). A fundadora do Festival Latinidades e diretora do Instituto Afrolatinas, Jaqueline Fernandes, justifica a escolha de Lélia Gonzalez por ter sido uma ativista à frente do seu tempo e pelos ensinamentos dela orientarem as trajetórias de outras mulheres até os dias atuais. “Ela trouxe para o centro do debate questões como racismo, sexismo, classe e cultura, criando conceitos fundamentais como “amefricanidade”. “Suas ideias seguem atuais e urgentes. Lélia [Gonzalez]&#8230;</p>
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<p>A <strong>18ª edição do Festival Latinidades começa nesta quarta-feira (23) e se estende até 31 de julho, com o tema <em>Mulheres Negras Movem o Mundo</em>, em diversas localidades do Distrito Federal.</strong><img decoding="async" src="https://weeknews.online/wp-content/uploads/2025/07/1753266883_951_ebc.png" style="width:1px;height:1px;display:inline" /><img decoding="async" src="https://weeknews.online/wp-content/uploads/2025/07/1753266883_953_ebc.gif" style="width:1px;height:1px;display:inline" /></p>
<p>Considerado o maior festival dedicado às mulheres negras da América Latina e Caribe, nesta edição, o <strong>evento homenageia a intelectual negra Lélia Gonzalez (1935-1994).</strong></p>
<p>A <strong>fundadora do Festival Latinidades e diretora do Instituto Afrolatinas, Jaqueline Fernandes, justifica a escolha de Lélia Gonzalez por ter sido uma ativista à frente do seu tempo e pelos ensinamentos dela orientarem as trajetórias de outras mulheres até os dias atuais.</strong> <strong>“Ela trouxe para o centro do debate questões como racismo, sexismo, classe e cultura, criando conceitos fundamentais como “amefricanidade”.</strong></p>
<blockquote>
<p>“Suas ideias seguem atuais e urgentes. Lélia [Gonzalez] nos ensina a pensar a partir do nosso território, da nossa língua, do nosso corpo, das nossas raízes. Ensina que não existe democracia possível sem o protagonismo das mulheres negras”, disse a diretora do Instituto Afrolatinas, Jaqueline Fernandes.</p>
</blockquote>
<h2>História</h2>
<p>O <strong>projeto do festival foi idealizado em 2008 pelo Instituto Afrolatinas, como parte das comemorações do Dia da Mulher Afro-Latino-Americana e Caribenha, em 25 de julho</strong>.</p>
<p>A cada edição, o <strong>Latinidades aborda um tema central que reflete as discussões e desafios atuais da comunidade negra relacionados à promoção da igualdade racial, ao enfrentamento do racismo e sexismo, e à valorização da cultura negra.</strong></p>
<p><strong>Nesta trajetória de quase duas décadas, o primeiro festival de mulheres negras do Brasil registra mais de 400 apresentações artísticas de mulheres negras, com o público direto de 400 mil pessoas e mais de 2 milhões de pessoas impactadas de 70 países.</strong></p>
<blockquote>
<p>Em entrevista à <strong>Agência Brasil,</strong> Jaqueline Fernandes avalia os impactos da iniciativa que chega à maioridade, em 2025. “Ao longo desses 18 anos, o festival impulsionou políticas públicas, fortaleceu redes, emplacou espaços nos principais meios de comunicação para falar sobre a produção artística e intelectual de mulheres negras, movimentou a economia criativa e formou uma geração que se reconhece no projeto”.</p>
</blockquote>
<p><strong>Além do Distrito Federal, o Latinidades já passou por Salvador, Rio de Janeiro, São Paulo, Goiás, Londres, Cabo Verde e Colômbia. A edição comemorativa de 18 anos volta à cidade onde o festival nasceu e construiu sua trajetória.</strong> “Escolhemos celebrar aqui como forma de honrar essa história e também de fortalecer o Distrito Federal como um polo cultural relevante, diverso e afrocentrado”, afirmou,</p>
<p>Segundo Jaqueline, <strong>a proposta do evento é continuar “irradiando ideias, práticas e conexões a partir do nosso território&#8221;. Mas seguimos com ações descentralizadas em outros estados e países ao longo do ano.”</strong></p>
<h2>Programação</h2>
<p>A<strong> programação do Latinidades 2025 abrange atrações de artistas negros de diferentes territórios, como exposições, teatro, música e batalhas de rimas com MCs [mestre de cerimônias] convidados de todo o país, rodas de conversa e conferências, festival infantil, experiências imersivas; shows com artistas nacionais e internacionais, além da Feira Preta de empreendedorismo com 30 marcas lideradas por mulheres negras, na área externa do Museu Nacional da República, no centro de Brasília.</strong></p>
<p>Para a fundadora do Festival Latinidades, a economia criativa é uma ferramenta estratégica de impacto, inovação e transformação social. “Quando mulheres negras são impulsionadas, toda a sociedade avança”, frisou.</p>
<p>&gt;&gt;&gt;&gt; <a rel="nofollow" target="_blank" href="https://www.latinidades.com.br/programacao/" target="_blank">Confira a programação completa do festival</a>.</p>
<h2>Serviço</h2>
<p>18º Festival Latinidades: Mulheres Negras Movem o Mundo!</p>
<p>Período: 23 a 31 de julho</p>
<p>Locais: Museu Nacional, Cine Brasília, Teatro dos Bancários e diversos pontos do Distrito Federal.</p>
<p><a rel="nofollow" target="_blank" href="http://Site: https://www.latinidades.com.br/" target="_blank">Site: https://www.latinidades.com.br/</a></p>
<p> </p>
<p> Daniella Almeida &#8211; Repórter da Agência Brasil , Feed Últimas. </p>
<p>Fonte: <a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/direitos-humanos/noticia/2025-07/festival-latinidades-tem-inicio-nesta-quarta-feira-em-brasilia">Agencia brasil EBC.</a>.</p>
<p>Wed, 23 Jul 2025 07:00:00 -0300 </p>

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