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	<title>Arquivo de ONU - WeekNews</title>
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	<title>Arquivo de ONU - WeekNews</title>
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		<title>Anistia Internacional levará à ONU e à CIDH ataques de Milei a jornalistas</title>
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		<dc:creator><![CDATA[ricardo]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 27 Oct 2026 17:50:10 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[Grupos de protesto e sindicatos na França convocam novas manifestações]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Fonte da imagem: Agência Brasil A Anistia Internacional anunciou que denunciará o presidente da Argentina, Javier Milei, à Organização das Nações Unidas (ONU) e à Comissão Interamericana de Direitos Humanos (CIDH) por hostilidade contra jornalistas. A decisão foi tomada após o mandatário xingar profissionais que produziram reportagens investigativas sobre ele e afirmar que eles deveriam &#8220;queimar na fogueira&#8221;. As declarações ocorreram na semana passada, depois que a Justiça argentina arquivou, na sexta-feira (23), o caso conhecido como &#8220;criptogate&#8221;, aberto em fevereiro de 2025. A investigação apurava suspeita de participação de Milei e de outras pessoas, entre elas sua irmã, Karina Milei, em um esquema de irregularidades na criação da criptomoeda $Libra. O presidente teria usado redes sociais para promover o ativo virtual. O juiz federal&#8230;</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<figure class="weeknews-ai-media" style="margin:24px 0;max-width:100%;clear:both;"><img loading="lazy" style="max-width:100%;height:auto;display:block;" src="https://weeknews.online/wp-content/uploads/2026/08/2024-01-30t185321z_1_lynxmpek0t0o9_rtroptp_4_holocaust-memorial-argentina-1024x512.jpg" alt="Anistia Internacional levará à ONU e à CIDH ataques de Milei a jornalistas" decoding="async"><figcaption class="weeknews-ai-credit" style="font-size:13px;line-height:1.45;margin-top:8px;color:#666;text-align:center;">Fonte da imagem: <a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/internacional/noticia/2026-10/anistia-internacional-denunciara-milei-onu-por-ataque-jornalistas" target="_blank" rel="nofollow noopener noreferrer">Agência Brasil</a></figcaption></figure>
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<p>A Anistia Internacional anunciou que denunciará o presidente da Argentina, Javier Milei, à Organização das Nações Unidas (ONU) e à Comissão Interamericana de Direitos Humanos (CIDH) por hostilidade contra jornalistas. A decisão foi tomada após o mandatário xingar profissionais que produziram reportagens investigativas sobre ele e afirmar que eles deveriam &#8220;queimar na fogueira&#8221;.</p>
<p>As declarações ocorreram na semana passada, depois que a Justiça argentina arquivou, na sexta-feira (23), o caso conhecido como &#8220;criptogate&#8221;, aberto em fevereiro de 2025. A investigação apurava suspeita de participação de Milei e de outras pessoas, entre elas sua irmã, Karina Milei, em um esquema de irregularidades na criação da criptomoeda $Libra. O presidente teria usado redes sociais para promover o ativo virtual. O juiz federal Marcelo Martínez De Giorgi, no entanto, concluiu que não houve delitos.</p>
<p>Em discurso, Milei citou nominalmente os jornalistas Hugo Alconada Mon, Carlos Pagni, Paulino Rodrígues, Natalia Volosin e Luis Novaresio e os desqualificou. Chamou o grupo de &#8220;empacotados, corruptos, mercenários da mentira e fabricantes seriais de operações&#8221; e, em seguida, declarou que &#8220;os que têm que queimar na fogueira são os filhos da p*&#8221;. No X, o presidente escreveu que foi alvo de uma &#8220;tremenda operação política e midiática cujo único objetivo era prejudicar a presidência para fins políticos de conspiração golpista&#8221; e voltou a classificar os jornalistas como &#8220;subornados e mercenários da mentira&#8221;.</p>
<p>Para a Anistia Internacional, as falas aprofundam o assédio à imprensa, colocam em risco quem informa e deterioram as garantias do debate democrático. A entidade considera que a referência a queimar na fogueira evoca violência extrema e representa uma &#8220;escalada grave e inadmissível na hostilidade presidencial contra a imprensa&#8221;. &#8220;Não se limita a questionar uma cobertura jornalística, mas individualizam e estigmatizam jornalistas&#8221;, afirmou a organização.</p>
<p>A diretora-executiva da ONG na Argentina, Mariela Belski, disse que, ao apontar publicamente jornalistas e usar imagens de violência para se referir a quem questiona sua gestão, o presidente contribui para gerar um clima de intimidação que pode abrir caminho para novas agressões. &#8220;O cargo que ocupa exige uma responsabilidade reforçada: deve garantir que a imprensa possa investigar e informar com liberdade e segurança. O assédio por parte do poder deteriora as condições do debate democrático e afeta o direito de toda a sociedade de estar informada&#8221;, declarou.</p>
<p>A denúncia será acompanhada pela Federação Argentina de Trabalhadores de Imprensa, segundo informou à Agência Brasil a jornalista Carla Gaudensi, secretária da entidade. O Sindicato de Imprensa de Buenos Aires também divulgou nota de repúdio, na qual afirma que Milei &#8220;voltou a ultrapassar um limite gravíssimo&#8221;. Para o sindicato, a incitação a &#8220;queimar na fogueira&#8221; um grupo de jornalistas deve provocar reação imediata de todo o espectro político e midiático. &#8220;Não haverá espaço para lamentações se a violência promovida pelo presidente acabar se transformando em fatos concretos&#8221;, publicou.</p>
<p>A ONG fundamenta a acusação de deterioração das condições para o jornalismo no país com dados do Monitoramento da Liberdade de Expressão do Fórum de Jornalismo Argentino. O levantamento registrou 278 casos de ataques contra jornalistas em 2025, aumento de 55% em relação a 2024 e o maior número desde o início dos registros, em 2008. Milei foi identificado como autor de 119 desses episódios, o que o coloca como principal agressor individual. O monitoramento contabilizou ainda 139 casos de discursos estigmatizantes, 20 ações judiciais contra jornalistas e 28 restrições de acesso à informação.</p>
<p>A Anistia Internacional alerta que a repetição dessas práticas pode gerar um efeito silenciador que ultrapassa as pessoas diretamente atacadas, desestimulando investigações, favorecendo a autocensura e empobrecendo a circulação de informações de interesse público. &#8220;Investigar a atuação daqueles que governam é uma função essencial do jornalismo e garantia para o controle democrático do poder&#8221;, sustenta a entidade.</p>
<p>A organização lembra que, em novembro de 2025, participou ao lado de organizações de direitos humanos, entidades jornalísticas e sindicatos de imprensa de uma audiência sobre a situação da liberdade de expressão na CIDH. Na ocasião, foram denunciados o aumento das agressões, a violência on-line, o assédio judicial e os ataques durante a cobertura de protestos. A comissão solicitou informações ao Estado argentino e manifestou interesse em realizar uma visita ao país.</p>
<p>Análise WeekNews: A decisão da Anistia Internacional de levar o caso à ONU e à CIDH amplia o alcance institucional de um episódio que, até aqui, estava restrito ao debate político argentino. Os números do monitoramento citado pela ONG indicam que os ataques à imprensa cresceram no período recente e que o presidente aparece como principal autor individual de episódios registrados. O encaminhamento a instâncias internacionais não implica punição automática, mas tende a manter o tema na agenda de organismos de direitos humanos e a pressionar por respostas do Estado argentino.</p>
<p>Fonte: <a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/internacional/noticia/2026-10/anistia-internacional-denunciara-milei-onu-por-ataque-jornalistas" target="_blank" rel="nofollow noopener noreferrer">Agência Brasil</a>.</p>

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		<title>Especialistas da ONU veem tratamento desigual da Meta na eleição de 2026</title>
		<link>https://weeknews.online/especialistas-da-onu-veem-tratamento-desigual-da-meta-na-eleicao-de-2026/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[ricardo]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 21 Oct 2026 20:21:06 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Pesquisa e Inovação]]></category>
		<category><![CDATA[Ao TSE]]></category>
		<category><![CDATA[Ato em São Paulo cobra neutralidade da Meta nas eleições]]></category>
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		<category><![CDATA[entrou com uma ação no Tribunal Superior Eleitoral (TSE)]]></category>
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		<category><![CDATA[TSE decide manter ordem para Meta garantir isonomia a candidatos]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Fonte da imagem: Agência Brasil Especialistas das Nações Unidas assinaram uma carta em que apontam restrições à expressão nas plataformas da Meta — Instagram, Facebook e WhatsApp — durante as eleições brasileiras de 2026. Segundo o documento, observadores internacionais que acompanharam o pleito detectaram tratamento desigual das plataformas em relação aos conteúdos das campanhas, com prejuízo às contas ligadas a um dos candidatos. Entre os episódios registrados pelos especialistas estão interrupções temporárias de contas de campanha e alcance e engajamento severamente menores para publicações políticas de um dos candidatos. A carta também cita a suspensão de milhares de contas e perfis de influenciadores, jornalistas e criadores de conteúdo, quase todos do mesmo lado político. Em paralelo, uma carta do NetLab, laboratório de pesquisas sobre internet&#8230;</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<figure class="weeknews-ai-media" style="margin:24px 0;max-width:100%;clear:both;"><img loading="lazy" style="max-width:100%;height:auto;display:block;" src="https://weeknews.online/wp-content/uploads/2026/10/aplicativo_0410211424-1024x512.jpg" alt="Especialistas da ONU veem tratamento desigual da Meta na eleição de 2026" decoding="async"><figcaption class="weeknews-ai-credit" style="font-size:13px;line-height:1.45;margin-top:8px;color:#666;text-align:center;">Fonte da imagem: <a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/politica/noticia/2026-10/onu-aponta-falta-de-isencao-da-meta-em-eleicao-brasileira" target="_blank" rel="nofollow noopener noreferrer">Agência Brasil</a></figcaption></figure>
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<p>Especialistas das Nações Unidas assinaram uma carta em que apontam restrições à expressão nas plataformas da Meta — Instagram, Facebook e WhatsApp — durante as eleições brasileiras de 2026. Segundo o documento, observadores internacionais que acompanharam o pleito detectaram tratamento desigual das plataformas em relação aos conteúdos das campanhas, com prejuízo às contas ligadas a um dos candidatos.</p>
<p>Entre os episódios registrados pelos especialistas estão interrupções temporárias de contas de campanha e alcance e engajamento severamente menores para publicações políticas de um dos candidatos. A carta também cita a suspensão de milhares de contas e perfis de influenciadores, jornalistas e criadores de conteúdo, quase todos do mesmo lado político.</p>
<p>Em paralelo, uma carta do NetLab, laboratório de pesquisas sobre internet e redes sociais ligado à Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ), questiona a derrubada de um perfil do candidato Luiz Inácio Lula da Silva. A remoção foi justificada pela Meta como controle contra notícias falsas ligadas a políticas públicas, enquanto, segundo o laboratório, a empresa mantém perfis com publicações com fake news. O documento aponta ainda falhas da companhia, que teria permitido propaganda eleitoral paga no exterior e vendida e veiculada durante o resguardo eleitoral.</p>
<p>Na semana passada, a campanha do candidato à reeleição Luiz Inácio Lula da Silva (PT) entrou com uma ação no Tribunal Superior Eleitoral (TSE) após usuários do WhatsApp relatarem que a inteligência artificial do aplicativo se recusava a produzir imagens com a palavra “Lula” e o número “13”, mas gerava conteúdo normalmente com a palavra “Flávio” e o número “22”. Os advogados da campanha afirmaram que a Meta praticou “seletividade algorítmica” para beneficiar Flávio Bolsonaro, candidato do PL.</p>
<p>Procurada, a Meta respondeu que as pessoas podem se expressar livremente em seus aplicativos, sem tratamento preferencial a qualquer posicionamento político. A empresa afirmou que incidentes técnicos podem ocorrer em uma plataforma de sua escala, mas que não representam direcionamento político. Segundo a companhia, a legislação eleitoral brasileira é cumprida e erros identificados são corrigidos rapidamente, garantindo condições de igualdade a todos os usuários. Sobre a nota do NetLab, a Meta declarou que não permite conteúdos que explorem programas públicos para fraudar pessoas e que os remove sempre que identificados.</p>
<p>Análise WeekNews: A carta de especialistas da ONU e o documento do NetLab convergem em um ponto: ambos questionam a isenção da Meta na condução de conteúdos eleitorais, com episódios que, segundo os autores, atingiram de forma desproporcional um dos lados da disputa. A resposta da empresa sustenta que se trata de falhas técnicas e nega direcionamento político. Na prática, o caso desloca para o TSE e para o debate público a discussão sobre como verificar e corrigir eventuais assimetrias em plataformas de alcance massivo durante o processo eleitoral.</p>
<p>Fonte: <a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/politica/noticia/2026-10/onu-aponta-falta-de-isencao-da-meta-em-eleicao-brasileira" target="_blank" rel="nofollow noopener noreferrer">Agência Brasil</a>.</p>

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		<item>
		<title>ONU alerta que El Niño pode superar padrões das últimas quatro décadas</title>
		<link>https://weeknews.online/onu-alerta-que-el-nino-pode-superar-padroes-das-ultimas-quatro-decadas/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[ricardo]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 21 Oct 2026 14:17:07 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Internacional]]></category>
		<category><![CDATA[Agência da ONU diz que El Niño deve se intensificar e ir até fevereiro]]></category>
		<category><![CDATA[El Niño]]></category>
		<category><![CDATA[intensidade]]></category>
		<category><![CDATA[inundações]]></category>
		<category><![CDATA[ONU]]></category>
		<category><![CDATA[Painel indica que El Ninõ pode ser um dos mais intensos desde 1950]]></category>
		<category><![CDATA[Relatório]]></category>
		<category><![CDATA[Seca]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Fonte da imagem: Agência Brasil O El Niño pode atingir intensidade sem precedentes e superar os padrões observados nas últimas quatro décadas, segundo avaliação divulgada nesta quarta-feira (21) pela Organização Meteorológica Mundial (OMM), agência vinculada às Nações Unidas. O alerta foi feito pela secretária-geral da entidade, Celeste Saulo, em Genebra. De acordo com Saulo, o fenômeno deve provocar ondas de calor em algumas regiões e alterar os padrões de chuva, causando seca severa em determinados locais e inundações em outros. O anúncio ocorre no mesmo dia em que o Programa das Nações Unidas para o Meio Ambiente (Pnuma) divulgou um relatório sobre o aquecimento global. O documento aponta que as temperaturas médias devem subir para 1,7 a 1,8 grau Celsius acima dos níveis pré-industriais até&#8230;</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<figure class="weeknews-ai-media" style="margin:24px 0;max-width:100%;clear:both;"><img loading="lazy" style="max-width:100%;height:auto;display:block;" src="https://weeknews.online/wp-content/uploads/2026/10/2026-10-21t114852z_1_lynxmpem9k170_rtroptp_4_usa-weather_copy-1024x512.jpg" alt="ONU alerta que El Niño pode superar padrões das últimas quatro décadas" decoding="async"><figcaption class="weeknews-ai-credit" style="font-size:13px;line-height:1.45;margin-top:8px;color:#666;text-align:center;">Fonte da imagem: <a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/internacional/noticia/2026-10/onu-el-nino-pode-ser-o-mais-forte-dos-ultimos-40-anos" target="_blank" rel="nofollow noopener noreferrer">Agência Brasil</a></figcaption></figure>
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<p>O El Niño pode atingir intensidade sem precedentes e superar os padrões observados nas últimas quatro décadas, segundo avaliação divulgada nesta quarta-feira (21) pela Organização Meteorológica Mundial (OMM), agência vinculada às Nações Unidas. O alerta foi feito pela secretária-geral da entidade, Celeste Saulo, em Genebra.</p>
<p>De acordo com Saulo, o fenômeno deve provocar ondas de calor em algumas regiões e alterar os padrões de chuva, causando seca severa em determinados locais e inundações em outros.</p>
<p>O anúncio ocorre no mesmo dia em que o Programa das Nações Unidas para o Meio Ambiente (Pnuma) divulgou um relatório sobre o aquecimento global. O documento aponta que as temperaturas médias devem subir para 1,7 a 1,8 grau Celsius acima dos níveis pré-industriais até meados do século, mesmo no cenário mais otimista — patamar mais intenso do que o projetado anteriormente.</p>
<p>Segundo o Pnuma, apesar da expansão das energias renováveis e das políticas climáticas que vêm reduzindo emissões em muitos países, ainda são necessárias reduções &#8220;urgentes e rigorosas&#8221; para que o melhor cenário se concretize. O relatório estima que as emissões de gases de efeito estufa precisariam cair 18% em relação aos níveis de 2025 até 2030, 45% até 2035 e 69% até 2040. Os planos nacionais atuais, no entanto, reduziriam as emissões em apenas 5% a 8% até 2030 e 11% a 15% até 2035.</p>
<p>O documento projeta aquecimento global de 2,8 graus Celsius até 2100 sob as políticas atuais, ou 2,6 °C caso os países implementem integralmente os compromissos climáticos já existentes. As duas estimativas são superiores às do ano passado, o que o relatório atribui à saída dos Estados Unidos do Acordo de Paris e a avaliações revisadas das emissões históricas.</p>
<p>Às vésperas da COP31, a próxima rodada de negociações climáticas, que será realizada na Turquia, o secretário-geral da ONU, António Guterres, afirmou que não se deve desistir dos esforços para conter as emissões responsáveis por inundações, incêndios e outros desastres naturais. &#8220;Ultrapassar a meta não significa desistir. Ainda podemos manter esse aumento o menor e mais curto possível – e fazer com que as temperaturas voltem a ficar abaixo de 1,5 grau até o final do século&#8221;, declarou.</p>
<p>Pelo Acordo de Paris de 2015, os países se comprometeram a tentar manter o aumento médio da temperatura bem abaixo de 2 graus e, preferencialmente, em 1,5 °C. Como limitar o aquecimento a 1,5 °C sem ultrapassagem, ou com ultrapassagem limitada, já não é considerado possível, o Pnuma afirma que seu novo cenário de ultrapassagem, o &#8220;mais baixo possível&#8221;, oferece cerca de 50% de chance de que as temperaturas retornem a 1,5 °C ou menos até 2100.</p>
<p>O relatório acrescenta que os planos climáticos apresentados desde o ano passado praticamente não alteraram as projeções de aquecimento futuro e que o retorno à meta de 1,5 °C dependeria da remoção de carbono em grande escala, cuja viabilidade é incerta.</p>
<p>Análise WeekNews: O alerta sobre o El Niño e o relatório do Pnuma, divulgados no mesmo dia, apontam na mesma direção: os cenários de aquecimento projetados pela ONU se tornaram mais severos em relação ao ano anterior, e as metas de redução de emissões exigidas até 2030 estão distantes do que os planos nacionais atuais entregariam. A menção à saída dos Estados Unidos do Acordo de Paris como fator que elevou as estimativas sugere que o quadro depende diretamente do grau de adesão dos países aos compromissos climáticos. A referência ao retorno a 1,5 °C condicionada à remoção de carbono em escala, com viabilidade incerta, indica que a meta do Acordo de Paris tende a permanecer como referência política mesmo sem caminho confirmado para alcançá-la.</p>
<p>Fonte: <a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/internacional/noticia/2026-10/onu-el-nino-pode-ser-o-mais-forte-dos-ultimos-40-anos" target="_blank" rel="nofollow noopener noreferrer">Agência Brasil</a>.</p>

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		<item>
		<title>Dia Mundial da Alimentação terá projeção de vídeos no centro de Brasília</title>
		<link>https://weeknews.online/dia-mundial-da-alimentacao-tera-projecao-de-videos-no-centro-de-brasilia/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[ricardo]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 15 Oct 2026 10:58:07 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Noticías]]></category>
		<category><![CDATA[Dia Mundial da Alimentação]]></category>
		<category><![CDATA[Direitos Humanos]]></category>
		<category><![CDATA[Distrito Federal terá mutirão para mudança de nome de pessoas trans]]></category>
		<category><![CDATA[FAO]]></category>
		<category><![CDATA[Iica]]></category>
		<category><![CDATA[Jornalistas sofreram mais de 14 mil ataques no 1º turno das eleições]]></category>
		<category><![CDATA[OEA]]></category>
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		<category><![CDATA[Os Heróis da Alimentação]]></category>
		<category><![CDATA[Unidade da Funai é alvo de ataque em terra indígena no Paraná]]></category>
		<category><![CDATA[YouTube]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Fonte da imagem: Agência Brasil Nesta sexta-feira (16), quando se celebra o Dia Mundial da Alimentação, agências da Organização das Nações Unidas (ONU) promovem uma ação em Brasília com exibição de vídeos no centro da capital e em plataformas digitais. Com o tema Inovar Hoje para Nutrir o Amanhã, a campanha transformará o Conic, o mais antigo centro comercial e cultural da cidade, em um grande painel para a exibição de um vídeo institucional sobre como a inovação pode tornar os sistemas agroalimentares sustentáveis, inclusivos e resilientes. A projeção está marcada para as 18h e poderá ser vista de vários pontos da capital federal, como a Esplanada dos Ministérios e a Rodoviária do Plano Piloto, de onde é possível avistar o prédio comercial. Para o&#8230;</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<figure class="weeknews-ai-media" style="margin:24px 0;max-width:100%;clear:both;"><img loading="lazy" style="max-width:100%;height:auto;display:block;" src="https://weeknews.online/wp-content/uploads/2026/10/trbr8160-1024x512.jpg" alt="Dia Mundial da Alimentação terá projeção de vídeos no centro de Brasília" decoding="async"><figcaption class="weeknews-ai-credit" style="font-size:13px;line-height:1.45;margin-top:8px;color:#666;text-align:center;">Fonte da imagem: <a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/direitos-humanos/noticia/2026-10/inovacao-para-enfrentar-crise-alimentar-e-tema-de-acao-no-brasil" target="_blank" rel="nofollow noopener noreferrer">Agência Brasil</a></figcaption></figure>
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<p>Nesta sexta-feira (16), quando se celebra o Dia Mundial da Alimentação, agências da Organização das Nações Unidas (ONU) promovem uma ação em Brasília com exibição de vídeos no centro da capital e em plataformas digitais. Com o tema Inovar Hoje para Nutrir o Amanhã, a campanha transformará o Conic, o mais antigo centro comercial e cultural da cidade, em um grande painel para a exibição de um vídeo institucional sobre como a inovação pode tornar os sistemas agroalimentares sustentáveis, inclusivos e resilientes.</p>
<p>A projeção está marcada para as 18h e poderá ser vista de vários pontos da capital federal, como a Esplanada dos Ministérios e a Rodoviária do Plano Piloto, de onde é possível avistar o prédio comercial.</p>
<p>Para o representante da Organização das Nações Unidas para a Alimentação e a Agricultura (FAO), Jorge Meza, o conceito de inovação deve ser entendido de forma mais ampla. &#8220;Inovar não é só investir em tecnologia de ponta. Significa também encontrar novas formas de aplicar conhecimentos tradicionais, compartilhar experiências, conectar saberes e construir soluções adaptadas às realidades locais&#8221;, afirmou.</p>
<p>Nas plataformas digitais, a programação inclui a exibição de um desenho animado com o personagem José Totoy, o Comilão, além de uma campanha com recados do personagem estampados em prédios e placas urbanas, voltada ao público infantil. O personagem brasileiro, de sorriso colorido e que cultiva aquilo que come, foi escolhido como Herói da Alimentação e Campeão da FAO. A ação é fruto de parceria com a Totoy Corp, criadora do personagem.</p>
<p>Meza explica que a campanha busca aproximar crianças e famílias dos temas relacionados à alimentação, à nutrição e ao desenvolvimento sustentável. &#8220;As crianças são especialmente receptivas ao aprendizado e à construção de valores e serão os futuros tomadores das decisões que moldarão nossos sistemas agroalimentares e o planeta&#8221;, reforça.</p>
<p>Com conteúdos disponíveis em mais de 30 idiomas em plataformas de streaming e no YouTube, José Totoy conquistou mais de 50 milhões de seguidores em sua rede global de canais, em vídeos que somam até 26 bilhões de visualizações. O criador do personagem e do desenho brasileiro, André Vaz, cofundador da Totoy Corp, destacou a satisfação de participar do projeto. &#8220;Essa parceria reconhece o cuidado que dedicamos às histórias e nos permite contribuir para que a alimentação seja um assunto presente na vida das crianças desde cedo&#8221;, diz.</p>
<p>O desenho ficará disponível no YouTube da Totoy e nas plataformas digitais dos parceiros da campanha: FAO, Programa Mundial de Alimentos (WFP), Fundo Internacional de Desenvolvimento Agrícola (FIDA) e Instituto Interamericano de Cooperação para a Agricultura (IICA). Serão disponibilizadas versões em português, espanhol e inglês, com alcance em cerca de 190 países pelo YouTube.</p>
<p>Ainda para mobilizar o público infantojuvenil, uma animação da FAO foi disponibilizada no YouTube, assim como a versão digital do livro de atividades Os Heróis da Alimentação, que serve como suporte educativo para pais e professores conduzirem crianças nas descobertas sobre inovações nos sistemas agroalimentares e os desafios globais. As inscrições do concurso internacional de cartazes do Dia Mundial da Alimentação 2026 seguem abertas até 6 de novembro para crianças e jovens de 5 a 19 anos de todo o mundo. Para participar, é preciso preencher o formulário de inscrição online e cadastrar o cartaz criado de forma original, sem uso de inteligência artificial, no formato JPEG. Menores de idade precisam de autorização dos pais ou responsáveis legais. A premiação será dividida em quatro grupos etários, e os vencedores receberão certificado de reconhecimento e uma sacola-surpresa com brindes.</p>
<p>Análise WeekNews: A escolha do Conic como painel da campanha dialoga com o próprio tema proposto pela ONU, ao levar a discussão sobre inovação nos sistemas agroalimentares para um espaço comercial tradicional de Brasília. A combinação entre projeção urbana, conteúdo digital e material educativo indica uma aposta em diferentes frentes de alcance, com atenção específica ao público infantil, apontado por Meza como futuro tomador de decisões sobre os sistemas agroalimentares.</p>
<p>Fonte: <a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/direitos-humanos/noticia/2026-10/inovacao-para-enfrentar-crise-alimentar-e-tema-de-acao-no-brasil" target="_blank" rel="nofollow noopener noreferrer">Agência Brasil</a>.</p>

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		<title>ONU aprova declaração sobre pandemias com 153 votos a favor e impasse sobre acordo segue</title>
		<link>https://weeknews.online/onu-aprova-declaracao-sobre-pandemias-com-153-votos-a-favor-e-impasse-sobre-acordo-segue/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[ricardo]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 14 Oct 2026 12:37:09 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Noticías]]></category>
		<category><![CDATA[4 anos de vida na pandemia]]></category>
		<category><![CDATA[Assembleia Geral]]></category>
		<category><![CDATA[Assembleia Geral da ONU concede novos direitos à Palestina]]></category>
		<category><![CDATA[Cooperação]]></category>
		<category><![CDATA[Internacional]]></category>
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		<category><![CDATA[ONU]]></category>
		<category><![CDATA[ONU lança propostas para proteção das mulheres]]></category>
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		<category><![CDATA[pandemia]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Fonte da imagem: Agência Brasil A Assembleia Geral das Nações Unidas aprovou, na última segunda-feira (12), uma declaração política sobre prevenção, preparação e resposta a pandemias. O documento, que não tem caráter vinculante para os países-membros, apela por maior cooperação no enfrentamento de futuras emergências sanitárias e foi comemorado pela Organização Mundial da Saúde (OMS). A votação terminou com 153 votos a favor e três contrários — Estados Unidos, Israel e Argentina. Nova Zelândia e Paraguai se abstiveram. A declaração deveria ter sido adotada por consenso em uma reunião de alto nível realizada em 25 de setembro, durante a Assembleia Geral da ONU, mas objeções dos Estados Unidos e de outros países impediram o acordo naquele momento. O texto só foi divulgado nesta semana, após&#8230;</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<figure class="weeknews-ai-media" style="margin:24px 0;max-width:100%;clear:both;"><img loading="lazy" style="max-width:100%;height:auto;display:block;" src="https://weeknews.online/wp-content/uploads/2026/10/3379833952_292f2ef9d5_o-1024x512.jpg" alt="ONU aprova declaração sobre pandemias com 153 votos a favor e impasse sobre acordo segue" decoding="async"><figcaption class="weeknews-ai-credit" style="font-size:13px;line-height:1.45;margin-top:8px;color:#666;text-align:center;">Fonte da imagem: <a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/internacional/noticia/2026-10/pandemias-onu-aprova-declaracao-por-mais-cooperacao-entre-paises" target="_blank" rel="nofollow noopener noreferrer">Agência Brasil</a></figcaption></figure>
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<p>A Assembleia Geral das Nações Unidas aprovou, na última segunda-feira (12), uma declaração política sobre prevenção, preparação e resposta a pandemias. O documento, que não tem caráter vinculante para os países-membros, apela por maior cooperação no enfrentamento de futuras emergências sanitárias e foi comemorado pela Organização Mundial da Saúde (OMS). A votação terminou com 153 votos a favor e três contrários — Estados Unidos, Israel e Argentina. Nova Zelândia e Paraguai se abstiveram.</p>
<p>A declaração deveria ter sido adotada por consenso em uma reunião de alto nível realizada em 25 de setembro, durante a Assembleia Geral da ONU, mas objeções dos Estados Unidos e de outros países impediram o acordo naquele momento. O texto só foi divulgado nesta semana, após a votação.</p>
<p>Um ponto central permanece sem solução: o anexo do Acordo de Pandemias da OMS, que trata do sistema de compartilhamento de amostras e dados genéticos, além de vacinas, tratamentos e diagnósticos. As negociações travaram em impasses entre os interesses de países em desenvolvimento, dos Estados Unidos e de nações de alta renda da Europa. As conversas devem ser retomadas em maio do próximo ano, na Assembleia Mundial da Saúde.</p>
<p>O diretor-geral da OMS, Tedros Adhanom Ghebreyesus, destacou a necessidade de concluir essas negociações para que o Acordo de Pandemias possa ser aberto à assinatura dos Estados-membros e ratificado como lei internacional. &#8220;O mundo avançou muito desde a covid-19. Convocamos os países a cumprirem agora os compromissos que assumiram&#8221;, afirmou.</p>
<p>Entre as prioridades da declaração aprovada estão o aprimoramento dos sistemas de monitoramento, a expansão da capacidade de produção e pesquisa e desenvolvimento local e regional e a garantia de financiamento sustentável. Os Estados-membros também ressaltaram a urgência de concluir as negociações sobre o anexo, considerado fundamental para que o acordo promova uma resposta global mais equitativa, coordenada e eficaz a futuras ameaças pandêmicas.</p>
<p>O anexo prevê o sistema de Acesso a Patógenos e Compartilhamento de Benefícios (PABS, na sigla em inglês), pelo qual os fabricantes farmacêuticos participantes se comprometem a disponibilizar à OMS acesso rápido equivalente a 20% de sua produção em tempo real no caso de uma nova pandemia. Isso inclui vacinas, terapias e diagnósticos seguros, eficazes e de qualidade para o patógeno causador da emergência. A distribuição desses produtos aos países seria feita com base no risco e nas necessidades de saúde pública, com atenção especial aos países em desenvolvimento.</p>
<p>Como membro da ONU, o Brasil deverá atender ao apelo por maior cooperação em futuras emergências sanitárias. O país ainda enfrenta as consequências de falhas na resposta à pandemia de covid-19. Segundo especialistas, o negacionismo do então presidente Jair Bolsonaro e os conflitos com autoridades sanitárias enfraqueceram a consistência das mensagens de prevenção. No início da crise, o país teve escassez de insumos para testes e limitações laboratoriais, o que dificultou a identificação de cadeias de transmissão e a adoção de medidas precoces. O relatório final da CPI da Pandemia apontou a divulgação de tratamentos sem eficácia comprovada, falhas na condução federal e problemas nas negociações de vacinas.</p>
<p>Análise WeekNews: A aprovação da declaração política com ampla maioria — 153 votos a favor e apenas três contrários — indica que a cooperação internacional em saúde pública mantém apoio expressivo entre os países-membros, apesar da resistência de um grupo reduzido liderado pelos Estados Unidos. O fato de o anexo do Acordo de Pandemias seguir sem consenso e ter sua discussão adiada para maio de 2027 sugere que a principal disputa — o compartilhamento de vacinas, tratamentos e dados genéticos entre nações ricas e em desenvolvimento — permanece aberta. A menção explícita às consequências da pandemia no Brasil, incluindo as conclusões da CPI, reforça que o país entra nesse novo ciclo de negociações com um histórico de falhas reconhecidas internamente, o que pode pesar em sua posição nas discussões sobre equidade no acesso a insumos e tecnologias de saúde.</p>
<p>Fonte: <a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/internacional/noticia/2026-10/pandemias-onu-aprova-declaracao-por-mais-cooperacao-entre-paises" target="_blank" rel="nofollow noopener noreferrer">Agência Brasil</a>.</p>

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		<title>Especialistas apontam prevenção como saída para desastres climáticos no Brasil</title>
		<link>https://weeknews.online/especialistas-apontam-prevencao-como-saida-para-desastres-climaticos-no-brasil/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[ricardo]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 13 Oct 2026 15:20:13 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Pesquisa e Inovação]]></category>
		<category><![CDATA[Chuvas: desabamento em Araçatuba]]></category>
		<category><![CDATA[deixa uma pessoa morta]]></category>
		<category><![CDATA[Dia Internacional para a Redução do Risco de Desastres]]></category>
		<category><![CDATA[El Niño]]></category>
		<category><![CDATA[em SP]]></category>
		<category><![CDATA[Eventos climáticos extremos desafiam concessionárias de energia]]></category>
		<category><![CDATA[eventos extremos]]></category>
		<category><![CDATA[Meio Ambiente]]></category>
		<category><![CDATA[ONU]]></category>
		<category><![CDATA[prevenção de desastres]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Fonte da imagem: Agência Brasil Mapear áreas vulneráveis, preparar serviços essenciais, ampliar sistemas de alerta e incorporar a natureza ao planejamento urbano. Essas são as recomendações de especialistas em conservação da natureza e adaptação climática diante do aumento dos riscos ligados a eventos extremos no Brasil. O alerta é feito no Dia Internacional para a Redução do Risco de Desastres, celebrado em 13 de outubro e instituído pela Organização das Nações Unidas (ONU) para promover ações de prevenção e diminuir os impactos econômicos, ambientais e sociais desses eventos. Para Rafael Loyola, integrante da Rede de Especialistas em Conservação da Natureza (RECN) e diretor da Fundação Brasileira para o Desenvolvimento Sustentável (FBDS), o país ainda trata como surpresa riscos que já são conhecidos e recorrentes. &#8220;Precisamos&#8230;</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<figure class="weeknews-ai-media" style="margin:24px 0;max-width:100%;clear:both;"><img loading="lazy" style="max-width:100%;height:auto;display:block;" src="https://weeknews.online/wp-content/uploads/2026/10/0g0a3884-1024x512.jpg" alt="Especialistas apontam prevenção como saída para desastres climáticos no Brasil" decoding="async"><figcaption class="weeknews-ai-credit" style="font-size:13px;line-height:1.45;margin-top:8px;color:#666;text-align:center;">Fonte da imagem: <a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/meio-ambiente/noticia/2026-10/reducao-de-desastres-especialistas-defendem-cultura-da-prevencao" target="_blank" rel="nofollow noopener noreferrer">Agência Brasil</a></figcaption></figure>
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<p>Mapear áreas vulneráveis, preparar serviços essenciais, ampliar sistemas de alerta e incorporar a natureza ao planejamento urbano. Essas são as recomendações de especialistas em conservação da natureza e adaptação climática diante do aumento dos riscos ligados a eventos extremos no Brasil. O alerta é feito no Dia Internacional para a Redução do Risco de Desastres, celebrado em 13 de outubro e instituído pela Organização das Nações Unidas (ONU) para promover ações de prevenção e diminuir os impactos econômicos, ambientais e sociais desses eventos.</p>
<p>Para Rafael Loyola, integrante da Rede de Especialistas em Conservação da Natureza (RECN) e diretor da Fundação Brasileira para o Desenvolvimento Sustentável (FBDS), o país ainda trata como surpresa riscos que já são conhecidos e recorrentes. &#8220;Precisamos abandonar a cultura da tragédia e adotar uma cultura de prevenção. Hoje, o Brasil gasta mais de três vezes com resposta e reconstrução do que com prevenção de desastres, nos níveis federal, estadual e municipal&#8221;, afirma.</p>
<p>Segundo Loyola, a mudança de postura exige monitoramento permanente de áreas de risco, investimentos em drenagem e contenção de encostas, arborização urbana, recuperação de áreas naturais e aprimoramento dos sistemas de alerta à população. Também é necessário preparar hospitais, escolas, estradas e redes de abastecimento de água e energia para funcionar em condições adversas.</p>
<p>A preparação para eventos extremos precisa considerar as características e vulnerabilidades de cada região. As projeções para o segundo semestre de 2026, sob influência do El Niño, reforçam essa necessidade, segundo os especialistas.</p>
<p>André Ferretti, gerente sênior de Economia da Biodiversidade da Fundação Grupo Boticário e integrante da RECN, destaca que a adaptação climática depende de ações articuladas entre diferentes setores. &#8220;Ao contrário da mitigação, que tem foco na redução das emissões de gases de efeito estufa e pode ser feita em qualquer lugar do mundo, com efeitos positivos para todos, a adaptação exige ação local. É preciso olhar para cada território, mapeando riscos e vulnerabilidades&#8221;, diz.</p>
<p>De acordo com Ferretti, as estratégias precisam envolver áreas como meio ambiente, saúde, educação, agropecuária e infraestrutura, com participação dos governos federal, estaduais e municipais, dos setores econômicos e da sociedade. Uma das ferramentas disponíveis é a plataforma Natureza ON, desenvolvida pela Fundação Grupo Boticário em parceria com o MapBiomas e com tecnologia Google Cloud. A ferramenta permite consultar riscos de inundações, deslizamentos e indicadores de segurança hídrica em diferentes regiões do país, além de indicar Soluções Baseadas na Natureza que podem aumentar a resiliência dos territórios.</p>
<p>Juliana Baladelli Ribeiro, gerente de Projetos da Fundação Grupo Boticário e especialista em Soluções Baseadas na Natureza, lembra que a supressão da vegetação, a impermeabilização do solo e a ocupação de rios e nascentes contribuíram para aumentar a vulnerabilidade das cidades a eventos extremos. A recuperação de áreas verdes, a preservação de rios e nascentes, a criação de parques e a ampliação de áreas permeáveis podem reduzir riscos associados ao excesso de água e às altas temperaturas. Essas áreas também ajudam a controlar a erosão, estabilizar encostas e regular a disponibilidade de água, a temperatura e a umidade do ar.</p>
<p>&#8220;São formas muito eficientes de lidar com os riscos associados ao excesso de água e às altas temperaturas, ao mesmo tempo em que geram benefícios para a qualidade de vida da população&#8221;, afirma Juliana. Ela ressalta que os investimentos urbanos precisam considerar os riscos climáticos desde o planejamento. &#8220;Sem considerar os riscos e os impactos das mudanças do clima no planejamento dessas obras, parte desse investimento pode, em vez de preparar as cidades, contribuir para ampliar sua vulnerabilidade a eventos extremos e aprofundar a injustiça climática&#8221;, alerta.</p>
<p>Análise WeekNews: A defesa de uma cultura de prevenção ocorre em um contexto em que, segundo os especialistas ouvidos, o Brasil ainda destina mais recursos à resposta e à reconstrução do que à preparação para desastres. A adoção de medidas como mapeamento de áreas de risco, ampliação de alertas e uso de Soluções Baseadas na Natureza depende de articulação entre diferentes esferas de governo e setores da sociedade, o que indica que a redução de riscos tende a exigir planejamento de longo prazo e integração entre políticas urbanas, ambientais e de infraestrutura.</p>
<p>Fonte: <a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/meio-ambiente/noticia/2026-10/reducao-de-desastres-especialistas-defendem-cultura-da-prevencao" target="_blank" rel="nofollow noopener noreferrer">Agência Brasil</a>.</p>

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		<title>OMM alerta que El Niño pode ser um dos mais fortes desde 1950 e deve durar até fevereiro de 2027</title>
		<link>https://weeknews.online/omm-alerta-que-el-nino-pode-ser-um-dos-mais-fortes-desde-1950-e-deve-durar-ate-fevereiro-de-2027/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[ricardo]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 08 Oct 2026 14:05:10 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Noticías]]></category>
		<category><![CDATA[Brasil: 30 milhões de crianças estão expostas aos riscos climáticos]]></category>
		<category><![CDATA[El Niño]]></category>
		<category><![CDATA[Internacional]]></category>
		<category><![CDATA[OMM]]></category>
		<category><![CDATA[ONU]]></category>
		<category><![CDATA[Organização Meteorológica Mundial]]></category>
		<category><![CDATA[Painel indica que El Ninõ pode ser um dos mais intensos desde 1950]]></category>
		<category><![CDATA[Previsão]]></category>
		<category><![CDATA[Relatório]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Fonte da imagem: Agência Brasil O El Niño de 2026 deve se intensificar até dezembro e há probabilidade de quase 100% de que persista até fevereiro de 2027, segundo o boletim climático mensal da Organização Meteorológica Mundial (OMM) divulgado nesta quinta-feira (8). A agência da ONU aponta que o fenômeno pode ser um dos mais fortes desde pelo menos 1950. As temperaturas da superfície do mar no Pacífico tropical central e oriental — região central do El Niño — devem atingir recorde de 3,7 graus Celsius acima do normal entre outubro e dezembro, informou a OMM. A anomalia prevista supera com folga o recorde anterior de 2,6°C, registrado entre novembro de 2015 e janeiro de 2016. &#8220;As previsões da OMM indicam probabilidade de quase 100%&#8230;</p>
<p class="excerpt-more"><a class="blog-excerpt button" href="https://weeknews.online/omm-alerta-que-el-nino-pode-ser-um-dos-mais-fortes-desde-1950-e-deve-durar-ate-fevereiro-de-2027/">Leia mais...</a></p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<figure class="weeknews-ai-media" style="margin:24px 0;max-width:100%;clear:both;"><img loading="lazy" style="max-width:100%;height:auto;display:block;" src="https://weeknews.online/wp-content/uploads/2026/08/sp_calor_02-1024x512.jpg" alt="OMM alerta que El Niño pode ser um dos mais fortes desde 1950 e deve durar até fevereiro de 2027" decoding="async"><figcaption class="weeknews-ai-credit" style="font-size:13px;line-height:1.45;margin-top:8px;color:#666;text-align:center;">Fonte da imagem: <a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/internacional/noticia/2026-10/agencia-da-onu-diz-que-el-nino-deve-se-intensificar-e-ir-ate-fevereiro" target="_blank" rel="nofollow noopener noreferrer">Agência Brasil</a></figcaption></figure>
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<p>O El Niño de 2026 deve se intensificar até dezembro e há probabilidade de quase 100% de que persista até fevereiro de 2027, segundo o boletim climático mensal da Organização Meteorológica Mundial (OMM) divulgado nesta quinta-feira (8). A agência da ONU aponta que o fenômeno pode ser um dos mais fortes desde pelo menos 1950.</p>
<p>As temperaturas da superfície do mar no Pacífico tropical central e oriental — região central do El Niño — devem atingir recorde de 3,7 graus Celsius acima do normal entre outubro e dezembro, informou a OMM. A anomalia prevista supera com folga o recorde anterior de 2,6°C, registrado entre novembro de 2015 e janeiro de 2016.</p>
<p>&#8220;As previsões da OMM indicam probabilidade de quase 100% de que (o El Niño) persista até fevereiro de 2027, podendo ser um dos mais fortes desde pelo menos 1950&#8221;, afirmou a secretária-geral da OMM, Celeste Saulo, em comunicado divulgado junto com o boletim.</p>
<p>Segundo Saulo, o oceano de onde o fenômeno extrai calor é o mais quente já medido. &#8220;Simplesmente há mais calor disponível para ser liberado&#8221;, declarou.</p>
<p>O El Niño é a fase quente do ciclo natural El Niño-Oscilação Sul, padrão climático que influencia o clima em todo o mundo. Ele tende a elevar as temperaturas globais e a desorganizar os regimes de chuva em grandes regiões, provocando seca em algumas áreas e chuvas intensas em outras. O fenômeno costuma ocorrer a cada dois a sete anos.</p>
<p>O boletim da OMM é divulgado em um contexto de calor global recorde. As temperaturas médias globais em agosto atingiram 16,96°C, empatando com julho de 2023 como o mês mais quente já registrado, de acordo com o Serviço de Mudanças Climáticas Copernicus, da União Europeia.</p>
<p>Pesquisadores do Laboratório de Impacto Climático da Universidade de Chicago previram, no mês passado, que o &#8220;super El Niño&#8221; deste ano provavelmente resultaria em até 451 mil mortes a mais em todo o mundo entre junho e fevereiro de 2027.</p>
<p>Análise WeekNews: A combinação entre um oceano Pacífico mais quente do que em qualquer medição anterior e a projeção de anomalia de 3,7°C acima do normal indica que este El Niño deve superar em intensidade o episódio de 2015-2016, que já havia sido classificado como um dos mais fortes da série histórica. O alerta da OMM, com probabilidade próxima da certeza para a persistência do fenômeno até fevereiro de 2027, desloca a discussão do campo da previsão para o do planejamento: governos e setores dependentes do clima tendem a ter uma janela curta para se preparar para os efeitos já esperados sobre chuvas e temperaturas em diferentes regiões do planeta.</p>
<p>Fonte: <a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/internacional/noticia/2026-10/agencia-da-onu-diz-que-el-nino-deve-se-intensificar-e-ir-ate-fevereiro" target="_blank" rel="nofollow noopener noreferrer">Agência Brasil</a>.</p>

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		<title>ANP incorpora 501 blocos à Margem Equatorial após reconhecimento da ONU</title>
		<link>https://weeknews.online/anp-incorpora-501-blocos-a-margem-equatorial-apos-reconhecimento-da-onu/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[ricardo]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 03 Oct 2026 01:26:08 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Noticías]]></category>
		<category><![CDATA[Alemanha]]></category>
		<category><![CDATA[ANP]]></category>
		<category><![CDATA[brasil]]></category>
		<category><![CDATA[descoberta na bacia da Foz do Amazonas]]></category>
		<category><![CDATA[Economia]]></category>
		<category><![CDATA[exploração dos recursos naturais]]></category>
		<category><![CDATA[Ineep]]></category>
		<category><![CDATA[margem equatorial]]></category>
		<category><![CDATA[na costa do Amapá]]></category>
		<category><![CDATA[ONU]]></category>
		<category><![CDATA[Petrobrás]]></category>
		<category><![CDATA[Petrobras encontra petróleo em poço na Margem Equatorial]]></category>
		<category><![CDATA[Petrobras faz 2ª descoberta de petróleo em poço da Margem Equatorial]]></category>
		<category><![CDATA[Petrobras vai buscar petróleo na margem equatorial da Costa do Marfim]]></category>
		<category><![CDATA[Plano de Levantamento da Plataforma Continental Brasileira]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Fonte da imagem: Agência Brasil A diretoria da Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP) aprovou nesta sexta-feira (2) a inclusão de 11 novos setores exploratórios na Margem Equatorial, somando 380 mil quilômetros quadrados — área equivalente ao tamanho da Alemanha ou de um estado como o Mato Grosso do Sul. A medida foi possível após a Organização das Nações Unidas (ONU) reconhecer, em 2025, a ampliação da plataforma continental brasileira, pleito coordenado pela Marinha por meio do Plano de Levantamento da Plataforma Continental Brasileira. Os novos setores abrigam 501 blocos de exploração, classificados pela ANP como Nova Fronteira Exploratória. Eles estão distribuídos pelas bacias de Barreirinhas, Ceará, Foz do Amazonas, Potiguar e Pará-Maranhão, todos em lâmina d&#8217;água superior a 3 mil metros&#8230;</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<figure class="weeknews-ai-media" style="margin:24px 0;max-width:100%;clear:both;"><img loading="lazy" style="max-width:100%;height:auto;display:block;" src="https://weeknews.online/wp-content/uploads/2026/08/sonda_de_perfuracao_ns-42_responsavel_pela_perfuracao_do_poco_em_aguas_profundas_do_amapa-1024x512.jpg" alt="ANP incorpora 501 blocos à Margem Equatorial após reconhecimento da ONU" decoding="async"><figcaption class="weeknews-ai-credit" style="font-size:13px;line-height:1.45;margin-top:8px;color:#666;text-align:center;">Fonte da imagem: <a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/economia/noticia/2026-10/brasil-amplia-margem-equatorial-com-base-em-decisao-da-onu-entenda" target="_blank" rel="nofollow noopener noreferrer">Agência Brasil</a></figcaption></figure>
<p><a style="display:block;" href="https://weeknews.online/" target="_blank" rel="nofollow noopener noreferrer"></p>
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<p>A diretoria da Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP) aprovou nesta sexta-feira (2) a inclusão de 11 novos setores exploratórios na Margem Equatorial, somando 380 mil quilômetros quadrados — área equivalente ao tamanho da Alemanha ou de um estado como o Mato Grosso do Sul. A medida foi possível após a Organização das Nações Unidas (ONU) reconhecer, em 2025, a ampliação da plataforma continental brasileira, pleito coordenado pela Marinha por meio do Plano de Levantamento da Plataforma Continental Brasileira.</p>
<p>Os novos setores abrigam 501 blocos de exploração, classificados pela ANP como Nova Fronteira Exploratória. Eles estão distribuídos pelas bacias de Barreirinhas, Ceará, Foz do Amazonas, Potiguar e Pará-Maranhão, todos em lâmina d&#8217;água superior a 3 mil metros — a distância entre a superfície do mar e o fundo do oceano. A plataforma continental compreende o leito e o subsolo das áreas submarinas que se estendem além do mar territorial, onde o país exerce soberania para exploração de recursos naturais.</p>
<p>A decisão da ONU também levou a ANP a ajustar os limites de dois setores já existentes, identificados como SPAMA-AUP1 e SPAMA-AUP2. A agência informou que os 501 blocos não entram automaticamente no sistema de Oferta Permanente, modalidade de leilão com participação de petroleiras. Uma eventual indicação para oferta dependerá de análise específica e seguirá o rito regulatório aplicável, com avaliações da própria ANP e de outros órgãos envolvidos. A atualização não afeta contratos vigentes, já que as novas áreas ainda não foram contratadas.</p>
<p>Segundo a ANP, a análise socioambiental feita para configurar as áreas considerou unidades de conservação e não identificou sobreposições ou proximidades que inviabilizassem os recortes propostos. O órgão afirma que a definição prévia dos setores e blocos dá maior previsibilidade a atividades que podem anteceder uma eventual contratação, como a aquisição de dados sísmicos, geoquímicos e multifísicos, além de ampliar informações para o planejamento e futuras decisões da União.</p>
<p>A Margem Equatorial é tratada como promissora nova fronteira de produção de petróleo e gás, apelidada de &#8220;novo pré-sal&#8221;. O interesse de petroleiras e do governo brasileiro é reforçado por descobertas recentes na Guiana e no Suriname. Também nesta sexta-feira, a Petrobras anunciou sua segunda descoberta na bacia da Foz do Amazonas, na costa do Amapá. A estatal afirma que a exploração no norte do país é caminho para repor reservas, uma vez que o pré-sal deve entrar em declínio em meados da década de 2030 caso não haja novas descobertas.</p>
<p>Para o Instituto Brasileiro de Petróleo, Gás e Biocombustíveis (IBP), a expansão representa um &#8220;passo estratégico&#8221; para a reposição das reservas e a segurança energética de longo prazo. O diretor executivo de Exploração e Produção da entidade, Cláudio Nunes, afirmou que a ampliação permite à indústria buscar novas áreas e avançar no conhecimento geológico da região. Ele classificou a descoberta da Petrobras no Amapá como sinal &#8220;muito positivo&#8221; sobre o potencial de hidrocarbonetos e disse que o país está no caminho certo ao avançar fronteiras exploratórias, para evitar que o Brasil se torne importador de petróleo a partir de 2033/2035.</p>
<p>O Instituto de Estudos Estratégicos de Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis Zé Eduardo Dutra (Ineep), vinculado à Federação Única dos Petroleiros (FUP), também avalia que a nova delimitação amplia o horizonte de exploração e abre frente de reposição de reservas. O coordenador de pesquisas da entidade, Francismar Ferreira, defende a discussão da política energética e dos marcos regulatórios para articular os avanços exploratórios ao desenvolvimento produtivo e tecnológico nacional. Ele aponta que a renda gerada seja apropriada pelo Estado para fins estratégicos, como adaptação às mudanças climáticas, redução das desigualdades e da pobreza energética e financiamento da transição energética. Ferreira alerta ainda para o apetite de petroleiras multinacionais em leilões passados da ANP e pede que esse modelo seja evitado na Margem Equatorial, para não permitir &#8220;desnacionalização das reservas&#8221;.</p>
<p>Análise WeekNews: A incorporação de 380 mil km² à Margem Equatorial amplia de forma concreta a área sob soberania brasileira disponível para exploração, mas a própria ANP deixa claro que o efeito prático não é imediato: os blocos não entram automaticamente em leilão nem alteram contratos existentes. O movimento reforça a leitura de que a região é tratada como fronteira estratégica de reposição de reservas, avaliação compartilhada por entidades do setor e de trabalhadores, ainda que divirjam sobre o modelo de exploração e a destinação da renda petrolífera.</p>
<p>Fonte: <a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/economia/noticia/2026-10/brasil-amplia-margem-equatorial-com-base-em-decisao-da-onu-entenda" target="_blank" rel="nofollow noopener noreferrer">Agência Brasil</a>.</p>

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		<title>PMA alerta para fome recorde no Iêmen com retomada do conflito</title>
		<link>https://weeknews.online/pma-alerta-para-fome-recorde-no-iemen-com-retomada-do-conflito/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[ricardo]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 02 Oct 2026 15:58:09 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Internacional]]></category>
		<category><![CDATA[Conflito no Oriente Médio]]></category>
		<category><![CDATA[houthi]]></category>
		<category><![CDATA[Houthis do Iêmen dizem que estão prontos para intervir na guerra ]]></category>
		<category><![CDATA[Iêmen]]></category>
		<category><![CDATA[ONU]]></category>
		<category><![CDATA[PMA]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Fonte da imagem: Agência Brasil A retomada do conflito no Iêmen levou a um número recorde de pessoas sem conseguir suprir suas necessidades alimentares, informou nesta sexta-feira (2) o Programa Mundial de Alimentos (PMA), da Organização das Nações Unidas. O alerta foi feito em Genebra pelo diretor-executivo adjunto do PMA para Operações de Programa, Matthew Hollingworth, por videoconferência a partir de Roma. Segundo Hollingworth, em poucas semanas um número recorde de pessoas nas áreas controladas pelo governo iemenita — às quais o PMA tem acesso — deixou de conseguir atender às próprias necessidades alimentares. Três em cada quatro famílias nessas regiões estão pulando refeições. A população total dessas áreas é estimada em cerca de 10 milhões de pessoas. &#8220;O efeito desse recente surto de insegurança&#8230;</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<figure class="weeknews-ai-media" style="margin:24px 0;max-width:100%;clear:both;"><img loading="lazy" style="max-width:100%;height:auto;display:block;" src="https://weeknews.online/wp-content/uploads/2026/10/2026-10-02t113546z_1_lynxmpem910x1_rtroptp_4_yemen-security-un-1024x512.jpg" alt="PMA alerta para fome recorde no Iêmen com retomada do conflito" decoding="async"><figcaption class="weeknews-ai-credit" style="font-size:13px;line-height:1.45;margin-top:8px;color:#666;text-align:center;">Fonte da imagem: <a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/internacional/noticia/2026-10/conflito-no-iemen-onu-aponta-recorde-de-pessoas-passando-fome" target="_blank" rel="nofollow noopener noreferrer">Agência Brasil</a></figcaption></figure>
<p><a style="display:block;" href="https://weeknews.online/" target="_blank" rel="nofollow noopener noreferrer"></p>
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<p>A retomada do conflito no Iêmen levou a um número recorde de pessoas sem conseguir suprir suas necessidades alimentares, informou nesta sexta-feira (2) o Programa Mundial de Alimentos (PMA), da Organização das Nações Unidas. O alerta foi feito em Genebra pelo diretor-executivo adjunto do PMA para Operações de Programa, Matthew Hollingworth, por videoconferência a partir de Roma.</p>
<p>Segundo Hollingworth, em poucas semanas um número recorde de pessoas nas áreas controladas pelo governo iemenita — às quais o PMA tem acesso — deixou de conseguir atender às próprias necessidades alimentares. Três em cada quatro famílias nessas regiões estão pulando refeições. A população total dessas áreas é estimada em cerca de 10 milhões de pessoas.</p>
<p>&#8220;O efeito desse recente surto de insegurança sobre a situação de segurança alimentar ameaça ser absolutamente devastador&#8221;, afirmou o diretor-executivo adjunto do PMA.</p>
<p>O Iêmen vive a escalada mais grave entre a Arábia Saudita e o grupo houthi, aliado ao Irã, desde que uma trégua mediada pela ONU interrompeu em grande parte os ataques transfronteiriços em 2022. A retomada do conflito já provocou o deslocamento de dezenas de milhares de pessoas e pode redefinir o controle do território iemenita, com implicações para as rotas marítimas do Mar Vermelho e do Estreito de Bab el-Mandeb.</p>
<p>Análise WeekNews: O cenário descrito pelo PMA combina duas dimensões que se reforçam. De um lado, a retomada dos combates desloca populações e amplia a parcela de famílias sem acesso regular a alimentos. De outro, o conflito tem potencial para alterar o controle territorial no Iêmen e afetar rotas marítimas estratégicas do Mar Vermelho e do Estreito de Bab el-Mandeb. O alerta da agência da ONU, baseado apenas nas áreas às quais tem acesso, indica que a dimensão real da crise alimentar pode ser ainda maior do que a registrada nas regiões controladas pelo governo.</p>
<p>Fonte: <a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/internacional/noticia/2026-10/conflito-no-iemen-onu-aponta-recorde-de-pessoas-passando-fome" target="_blank" rel="nofollow noopener noreferrer">Agência Brasil</a>.</p>

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		<title>ONU Mulheres apresenta dez propostas a partidos e candidatos a poucos dias das eleições</title>
		<link>https://weeknews.online/onu-mulheres-apresenta-dez-propostas-a-partidos-e-candidatos-a-poucos-dias-das-eleicoes/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[ricardo]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 24 Sep 2026 12:48:10 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Noticías]]></category>
		<category><![CDATA[combate]]></category>
		<category><![CDATA[Direitos Humanos]]></category>
		<category><![CDATA[Entidades denunciam agressões às mulheres que disputam cargos]]></category>
		<category><![CDATA[Lei 14.192/2021]]></category>
		<category><![CDATA[ONU]]></category>
		<category><![CDATA[propostas]]></category>
		<category><![CDATA[Transporte e insegurança fazem 40% das mulheres desistirem de emprego]]></category>
		<category><![CDATA[Violência Contra a Mulher]]></category>
		<category><![CDATA[Violência muda rotina e escolhas de 98% das mulheres brasileiras]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Fonte da imagem: Agência Brasil A ONU Mulheres lançou um documento com dez propostas voltadas à proteção e ao maior protagonismo das mulheres, com o objetivo de incentivar partidos e candidatos a assumirem compromissos com temas considerados importantes para a população feminina. O lançamento ocorre a poucos dias das eleições. Entre as propostas estão a paridade entre homens e mulheres nos espaços de poder, o fim da violência política de gênero e raça, o combate ao machismo e à violência contra mulheres, políticas de cuidados e renda e justiça climática. Segundo o documento, todas as propostas trazem sugestões concretas para serem implementadas pelo Estado e por agentes públicos. A representante da ONU Mulheres no Brasil, Gallianne Palayret, afirmou que as promessas dos candidatos precisam ser&#8230;</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<figure class="weeknews-ai-media" style="margin:24px 0;max-width:100%;clear:both;"><img loading="lazy" style="max-width:100%;height:auto;display:block;" src="https://weeknews.online/wp-content/uploads/2026/09/mg_6137-1024x512.jpg" alt="ONU Mulheres apresenta dez propostas a partidos e candidatos a poucos dias das eleições" decoding="async"><figcaption class="weeknews-ai-credit" style="font-size:13px;line-height:1.45;margin-top:8px;color:#666;text-align:center;">Fonte da imagem: <a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/direitos-humanos/noticia/2026-09/onu-lanca-propostas-para-protecao-das-mulheres" target="_blank" rel="nofollow noopener noreferrer">Agência Brasil</a></figcaption></figure>
<p><a style="display:block;" href="https://weeknews.online/" target="_blank" rel="nofollow noopener noreferrer"></p>
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<p>A ONU Mulheres lançou um documento com dez propostas voltadas à proteção e ao maior protagonismo das mulheres, com o objetivo de incentivar partidos e candidatos a assumirem compromissos com temas considerados importantes para a população feminina. O lançamento ocorre a poucos dias das eleições.</p>
<p>Entre as propostas estão a paridade entre homens e mulheres nos espaços de poder, o fim da violência política de gênero e raça, o combate ao machismo e à violência contra mulheres, políticas de cuidados e renda e justiça climática. Segundo o documento, todas as propostas trazem sugestões concretas para serem implementadas pelo Estado e por agentes públicos.</p>
<p>A representante da ONU Mulheres no Brasil, Gallianne Palayret, afirmou que as promessas dos candidatos precisam ser concretas. &#8220;Palavras bonitas sobre mulheres já existem em quantidade suficiente no Brasil. O que esperamos é compromisso que caiba em três critérios: sua sugestão tem meta? Tem orçamento? Tem prazo? Um compromisso que não responde a essas três perguntas não muda a vida de nenhuma mulher&#8221;, declarou.</p>
<p>A primeira proposta pede que a paridade seja assumida como meta, com definição de prazos e metas numéricas para ampliar a presença de mulheres, em toda a sua diversidade, nos cargos eletivos, cargos de nomeação, lideranças do Legislativo e na direção dos partidos. A segunda defende fazer valer as cotas eleitorais.</p>
<p>O documento também propõe fazer a Lei 14.192/2021 funcionar na prática e no ambiente digital. Outra proposta prevê metas e orçamento próprio para evitar a violência antes que ela aconteça, com educação para a igualdade, e responder, quando ela ocorre, com serviços especializados em todo o país, medidas protetivas cada vez mais eficazes, investigação e respostas rápidas.</p>
<p>A quinta proposta trata o machismo como problema público, com uma estratégia permanente e financiada para mudar as normas que naturalizam a violência e limitam os direitos das mulheres, envolvendo homens e meninos e responsabilizando agentes públicos e empresas que reproduzem estereótipos.</p>
<p>Na área do trabalho, as propostas incluem garantir formação, contrato formal, salário digno e proteção social às trabalhadoras do cuidado, além de assegurar às mulheres salário igual, trabalho formal e proteção social.</p>
<p>O documento ainda aborda justiça climática em três propostas: fazer o financiamento climático chegar a quem protege o território; garantir a participação paritária e efetiva de mulheres, especialmente indígenas, negras, quilombolas e de povos e comunidades tradicionais, em órgãos de governança climática e na formulação e implementação de políticas; e garantir que toda política climática questione a quem ela alcança e quem ela deixa de fora, com gênero e raça como critério obrigatório.</p>
<p>Análise WeekNews: o lançamento do documento na reta final da campanha eleitoral desloca o debate sobre direitos das mulheres para o terreno das metas verificáveis, ao condicionar o compromisso à existência de meta, orçamento e prazo. Na prática, o critério proposto pela representante da ONU Mulheres no Brasil oferece aos eleitores um parâmetro objetivo para avaliar programas e promessas apresentados por partidos e candidatos.</p>
<p>Fonte: <a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/direitos-humanos/noticia/2026-09/onu-lanca-propostas-para-protecao-das-mulheres" target="_blank" rel="nofollow noopener noreferrer">Agência Brasil</a>.</p>

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