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O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, fez um discurso de 37 minutos em comemoração aos 250 anos da independência americana, realizado no National Mall, em Washington, D.C., na noite de 4 de julho de 2026. O evento foi marcado por um atraso devido a uma tempestade com raios, que reduziu o público de uma estimativa inicial de 375 mil para 150 mil pessoas. Apesar do contratempo, a queima de fogos estabeleceu um recorde mundial do Guinness, durando 38 minutos e se estendendo até a madrugada de 5 de julho.
Em seu discurso, Trump exaltou o excepcionalismo americano, afirmando que ‘nenhum sonho na história é maior’ do que o experimento iniciado em 4 de julho de 1776. Ele lembrou que a guerra pela independência foi travada por ‘minutemen, fazendeiros, ferreiros e comerciantes’ que pegaram em armas contra ‘o maior exército da Terra’ – até nos enfrentarem. O presidente destacou que, após 250 anos, a república americana ainda se mantém ‘alta e forte’, enquanto impérios e tiranos desapareceram.
Trump também declarou que ‘a América é uma nação de vencedores’ e que o país está ‘vencendo como nunca antes’. Ele afirmou que a força americana não é algo para se envergonhar, mas motivo de orgulho, e que os EUA foram ‘a maior força pela paz e justiça na Terra no último século’, derrotando tiranos e salvando a liberdade ‘repetidamente’. O presidente enfatizou que ‘não há desafio que os americanos não possam superar’ e que ‘não há nada que os americanos não possam fazer’.
Em um momento não roteirizado, Trump agradeceu ao público que esperou sob a tempestade. ‘Se eu tivesse que falar para uma pessoa às 4 da manhã, eu estaria aqui’, disse. Ele lamentou que muitos não conseguiram retornar após o atraso, mas elogiou os presentes como ‘pessoas muito especiais’. O presidente também homenageou 11 famílias de militares mortos em combate (Gold Star families), classificando a honraria como ‘difícil, mas incrível’.
Trump fez referência aos 56 signatários da Declaração de Independência, que ‘colocaram tudo em risco’ e ‘conquistaram uma vitória para as eras’. Ele disse que a noite, com os raios, tornou-se ‘mais bonita’ do que seria sem o contratempo. O presidente também elogiou a Constituição dos EUA como ‘o documento político mais justo já concebido’ e garantiu que ‘sempre estaremos no topo’ e ‘nunca deixaremos nosso país cair’.
Em relação ao futuro, Trump anunciou planos de ir à Lua e, em seguida, a Marte, ecoando o discurso histórico de John F. Kennedy. ‘Vamos a Marte muito em breve’, disse. Ele também atacou o comunismo, afirmando que ‘todas essas conversas dos comunistas não têm chance’ e que ‘nunca funcionou e nunca funcionará’. Trump acrescentou que ‘a bandeira americana lançou a foice e o martelo no esquecimento antes e o fará novamente se necessário’, embora acredite que não será preciso.
O presidente encerrou o discurso afirmando que ‘nosso destino é escrito por Deus’ e que, após 250 anos, ‘o espírito de 1776 ainda vive dentro de todos nós’. Ele declarou que ‘o melhor ainda está por vir’ e que este é apenas ‘o amanhecer da era de ouro da América’. Trump concluiu com palavras improvisadas, agradecendo novamente ao público e dizendo que ‘os raios nunca vão parar vocês’.
O discurso foi seguido por uma queima de fogos de 38 minutos, que estabeleceu um recorde mundial do Guinness, conforme planejado por Trump. O evento, intitulado ‘Salute to America 250’, ocorreu no National Mall, com o Monumento a Washington como pano de fundo.
Leia mais aqui em inglês: https://www.foxnews.com/politics/top-highlights-trumps-late-night-july-4-address-no-dream-history-bigger.
Fonte: Fox News.
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2026-07-05 07:54:00
