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O presidente Donald Trump decidiu manter o contingente militar de cerca de 50 mil soldados no Oriente Médio, apesar de ter assinado um novo acordo com o Irã.
A medida ressalta a contínua desconfiança de Washington em relação ao Irã, enquanto os dois lados entram em um período de negociação de 60 dias.
Segundo autoridades, o plano é manter a postura militar atual durante as negociações, com a expectativa de reduzir as tropas posteriormente, condicionado à assinatura de um acordo final.
O acordo, assinado por Trump, pelo vice-presidente JD Vance e pelo presidente do Parlamento Iraniano, Mohammad Bagher Ghalibaf, prevê a abertura do Estreito de Ormuz, uma das principais rotas de navegação do mundo.
A Casa Branca enfatizou que nenhuma quantia dos ativos congelados do Irã foi liberada até o momento, e qualquer alívio nas sanções estará condicionado ao desempenho iraniano durante as negociações futuras.
A manutenção das tropas no Oriente Médio é uma das maiores concentrações de forças dos EUA na região em mais de duas décadas, de acordo com dados de rastreamento de frota disponíveis publicamente.
O acordo busca garantir que o Irã não reconstrua seu programa nuclear e reduza o apoio ao terrorismo e à instabilidade regional, em troca de um possível alívio nas sanções e acesso mais amplo à economia global, desde que siga medidas verificáveis para cumprir tais compromissos.
A expectativa é que o tráfego marítimo aumente nos próximos dias, aliviando a pressão nos mercados globais de energia.
A reação nos mercados globais de petróleo foi imediata, com a expectativa de retorno à normalidade no Estreito de Ormuz, um dos pontos-chave para o fluxo de energia mundial.
Leia mais aqui em inglês: https://www.foxnews.com/politics/us-wont-move-troops-despite-signed-iran-deal-doubts-linger-over-tehrans-next-move.
Fonte: FoxNews.
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2026-06-15 17:35:00



